Questões do ENEM 2014

Questões aplicadas na prova de 2014, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

1.069 questões encontradas. Mostrando a página 36 de 54.

  • C64319A8-96

    Português

    Interpretação de Textos
    CEDERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1

                      As gravatas de Mário Quintana (não basta saber uma língua para entendê-la)

          Como é que uma pessoa se comunica com a outra? Como fazemos para transmitir ideias?

          A resposta parece bastante óbvia: transmitimos ideias usando a língua. Assim, se vou passando na rua e vejo um avestruz (digamos que seja uma rua muito peculiar, onde o tráfego de avestruzes é intenso), digo ao meu amigo: Olha, lá vai um avestruz. Com isso, transmito determinada informação ao meu amigo; em outras palavras, passo para a mente de outra pessoa uma ideia que estava originalmente em minha mente.

          Para isso, evidentemente, é preciso que as duas pessoas em questão conheçam a mesma língua, que ambas chamem aquele animal desajeitado de avestruz; que ambas saibam utilizar os verbos olhar e ir, e assim por diante. Uma vez isso arranjado, as duas pessoas se entenderão. Para que as pessoas se entendam, é necessário – e suficiente – que falem a mesma língua.

          É isso mesmo? Veremos que não. Na verdade, para que se dê a compreensão, mesmo em nível bastante elementar, é necessário que as pessoas tenham muito mais em comum que simplesmente uma língua. Precisam ter em comum um grande número de informações, precisam pertencer a meios culturais semelhantes, precisam mesmo ter, até certo ponto, crenças comuns. Sem isso, a língua simplesmente deixa de funcionar enquanto instrumento de comunicação. Na verdade, a comunicação linguística é um processo bastante precário; depende de tantos fatores que falham com muita frequência, para desânimo de muitos que ficam gemendo Por que é que ele não me entendeu?

          O problema é que o que a língua exprime é apenas uma parte do que se quer transmitir. Geralmente, se pensa no processo de comunicação como uma rua de mão única: a informação passa do falante para o ouvinte (ou do autor para o leitor). Se fosse assim, a estrutura linguística teria de ser suficiente para veicular a mensagem, porque, afinal de contas, a única coisa que o emissor realmente produz é um conjunto de sons (ou de riscos no papel), organizados de acordo com as regras da língua. Mesmo isso, como vimos, depende de alguma coisa por parte do receptor, a saber, o conhecimento das palavras e das regras da língua; mas poderia ser só isso, e as coisas seriam muito mais simples – e, também, talvez os seres humanos se entendessem melhor. (...)

         O significado de uma frase não é simples função de seus elementos constitutivos, mas depende ainda da informação extralinguística. Ou ainda (e aqui me oponho às crenças de boa parte de meus colegas linguistas), uma frase fora de contexto não tem, a rigor, significado.

         Vamos ver o exemplo: seja o sintagma as gravatas de Mário Quintana. Que significa isso? E, em especial, que tipo de relação exprime a preposição de? Evidentemente, de exprime “posse", e o sintagma equivale a as gravatas pertencem a Mário Quintana. Pode parecer, então, que computamos o significado do sintagma simplesmente juntando o significado das palavras: as gravatas + de + Mário Quintana.

          Mas ainda aqui isso é só a primeira impressão. Digamos que o sintagma fosse as gravatas de Pierre Cardin; agora, para alguém que sabe quem é Pierre Cardin, a relação expressa pela preposição de já não precisa ser de posse. Na verdade, é mais provável que se entenda como “autoria", isto é, as gravatas criadas por Pierre Cardin.

          Ora, a preposição é a mesma nos dois casos. De onde vem essa diferença de significado? Simplesmente do que sabemos sobre Mário Quintana (um poeta) e sobre Pierre Cardin (um estilista de moda). Se dissermos os poemas de Mário Quintana, a preposição já não exprimirá posse, mas autoria – porque, já que Mário Quintana é um poeta, é plausível que se fale dos poemas de sua autoria; além do mais, em geral, não se pensa em poemas como tendo possuidor.

          Se a situação é essa, não faz sentido perguntar se o significado da preposição de é de posse ou autoria. Será posse ou autoria segundo o que soubermos dos diversos objetos ou pessoas mencionadas: se se trata de um objeto possuível, como uma gravata, ou não possuível, como um poema; e se se trata de um poeta ou de um costureiro.

                                 (PERINI, Mário A. Sofrendo a gramática. São Paulo: Ática, 2000, páginas 57-60.)
    Do ponto de vista da estrutura textual, é correto afirmar que o texto “As gravatas de Mário Quintana" é predominantemente
    Escolha uma alternativa para a questão c64319a8-96
  • C63DCEBC-96

    Português

    Interpretação de Textos
    CEDERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1

                      As gravatas de Mário Quintana (não basta saber uma língua para entendê-la)

          Como é que uma pessoa se comunica com a outra? Como fazemos para transmitir ideias?

          A resposta parece bastante óbvia: transmitimos ideias usando a língua. Assim, se vou passando na rua e vejo um avestruz (digamos que seja uma rua muito peculiar, onde o tráfego de avestruzes é intenso), digo ao meu amigo: Olha, lá vai um avestruz. Com isso, transmito determinada informação ao meu amigo; em outras palavras, passo para a mente de outra pessoa uma ideia que estava originalmente em minha mente.

          Para isso, evidentemente, é preciso que as duas pessoas em questão conheçam a mesma língua, que ambas chamem aquele animal desajeitado de avestruz; que ambas saibam utilizar os verbos olhar e ir, e assim por diante. Uma vez isso arranjado, as duas pessoas se entenderão. Para que as pessoas se entendam, é necessário – e suficiente – que falem a mesma língua.

          É isso mesmo? Veremos que não. Na verdade, para que se dê a compreensão, mesmo em nível bastante elementar, é necessário que as pessoas tenham muito mais em comum que simplesmente uma língua. Precisam ter em comum um grande número de informações, precisam pertencer a meios culturais semelhantes, precisam mesmo ter, até certo ponto, crenças comuns. Sem isso, a língua simplesmente deixa de funcionar enquanto instrumento de comunicação. Na verdade, a comunicação linguística é um processo bastante precário; depende de tantos fatores que falham com muita frequência, para desânimo de muitos que ficam gemendo Por que é que ele não me entendeu?

          O problema é que o que a língua exprime é apenas uma parte do que se quer transmitir. Geralmente, se pensa no processo de comunicação como uma rua de mão única: a informação passa do falante para o ouvinte (ou do autor para o leitor). Se fosse assim, a estrutura linguística teria de ser suficiente para veicular a mensagem, porque, afinal de contas, a única coisa que o emissor realmente produz é um conjunto de sons (ou de riscos no papel), organizados de acordo com as regras da língua. Mesmo isso, como vimos, depende de alguma coisa por parte do receptor, a saber, o conhecimento das palavras e das regras da língua; mas poderia ser só isso, e as coisas seriam muito mais simples – e, também, talvez os seres humanos se entendessem melhor. (...)

         O significado de uma frase não é simples função de seus elementos constitutivos, mas depende ainda da informação extralinguística. Ou ainda (e aqui me oponho às crenças de boa parte de meus colegas linguistas), uma frase fora de contexto não tem, a rigor, significado.

         Vamos ver o exemplo: seja o sintagma as gravatas de Mário Quintana. Que significa isso? E, em especial, que tipo de relação exprime a preposição de? Evidentemente, de exprime “posse", e o sintagma equivale a as gravatas pertencem a Mário Quintana. Pode parecer, então, que computamos o significado do sintagma simplesmente juntando o significado das palavras: as gravatas + de + Mário Quintana.

          Mas ainda aqui isso é só a primeira impressão. Digamos que o sintagma fosse as gravatas de Pierre Cardin; agora, para alguém que sabe quem é Pierre Cardin, a relação expressa pela preposição de já não precisa ser de posse. Na verdade, é mais provável que se entenda como “autoria", isto é, as gravatas criadas por Pierre Cardin.

          Ora, a preposição é a mesma nos dois casos. De onde vem essa diferença de significado? Simplesmente do que sabemos sobre Mário Quintana (um poeta) e sobre Pierre Cardin (um estilista de moda). Se dissermos os poemas de Mário Quintana, a preposição já não exprimirá posse, mas autoria – porque, já que Mário Quintana é um poeta, é plausível que se fale dos poemas de sua autoria; além do mais, em geral, não se pensa em poemas como tendo possuidor.

          Se a situação é essa, não faz sentido perguntar se o significado da preposição de é de posse ou autoria. Será posse ou autoria segundo o que soubermos dos diversos objetos ou pessoas mencionadas: se se trata de um objeto possuível, como uma gravata, ou não possuível, como um poema; e se se trata de um poeta ou de um costureiro.

                                 (PERINI, Mário A. Sofrendo a gramática. São Paulo: Ática, 2000, páginas 57-60.)
    A ideia central do texto está resumida no seguinte fragmento:
    Escolha uma alternativa para a questão c63dcebc-96
  • 1BBBCE08-96

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    CEDERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

                               Alice Munro’s road to Nobel literature prize was not easy

                                                       Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014

                                             Nobel literature prize winner Alice Munro.

    Alice Munro has been awarded the 2013 Nobel Prize in literature, thus becoming its 13th female recipient. It’s a thrilling honour for a major writer: Munro has long been recognised in North America and the UK, but the Nobel will draw international attention, not only to women’s writing and Canadian writing, but to the short story, Munro’s chosen literary genre and one often neglected.

    The road to the Nobel wasn’t an easy one for Munro. She found herself referred to as “some housewife”, and was told that her subject matter, being too “domestic”, was boring. A male writer told her she wrote good stories, but he wouldn’t want to sleep with her. “Nobody invited him,” said Munro. Maybe as a consequence of this initial reaction towards her, when writers occur in Munro stories, they are pretentious, or exploitative of others; or they’re being asked by their relatives why they aren’t famous, or – worse, if female – why they aren’t better-looking.

    The chances that a literary star would emerge from her time and place would once have been zero. Munro was born in 1931, and thus experienced the Depression as a child and the Second World War as a teenager. This was in south-western Ontario, Canada, a region that also produced equally talented writers and poets such as Robertson Davies, Graeme Gibson, James Reaney, and Marian Engel. It’s this small-town setting that features most often in her stories – the snobberies, the eccentrics, and the jeering at ambitions, especially artistic ones.

    Shame is a common driving force for Munro’s characters just as perfectionism in the writing and courage in her profession have been driving forces for her.

    As in much else, Munro is essentially Canadian. Faced with the Nobel, she will be modest, she won’t get a swelled head. The rest of us, on this magnificent occasion, will just have to do that for her.

    Adapted from http://www.theguardian.com/books/2013/oct/10/alicemunro-wins-nobel-prize-in-literature

    Glossary
    thrilling: emocionante; subject matter: assunto; better-looking: mais bonitas; setting: cenário; jeering: deboche; shame: vergonha; driving force: força propulsora; get a swelled head: ficar convencida, cheia de si

    Answer the following questions:

    Besides Alice Munro's talent and courage, what other quality of this Nobel Prize winner is emphasized in the article?


    Escolha uma alternativa para a questão 1bbbce08-96
  • 1BB1257B-96

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    CEDERJ · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

                               Alice Munro’s road to Nobel literature prize was not easy

                                                       Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014

                                             Nobel literature prize winner Alice Munro.

    Alice Munro has been awarded the 2013 Nobel Prize in literature, thus becoming its 13th female recipient. It’s a thrilling honour for a major writer: Munro has long been recognised in North America and the UK, but the Nobel will draw international attention, not only to women’s writing and Canadian writing, but to the short story, Munro’s chosen literary genre and one often neglected.

    The road to the Nobel wasn’t an easy one for Munro. She found herself referred to as “some housewife”, and was told that her subject matter, being too “domestic”, was boring. A male writer told her she wrote good stories, but he wouldn’t want to sleep with her. “Nobody invited him,” said Munro. Maybe as a consequence of this initial reaction towards her, when writers occur in Munro stories, they are pretentious, or exploitative of others; or they’re being asked by their relatives why they aren’t famous, or – worse, if female – why they aren’t better-looking.

    The chances that a literary star would emerge from her time and place would once have been zero. Munro was born in 1931, and thus experienced the Depression as a child and the Second World War as a teenager. This was in south-western Ontario, Canada, a region that also produced equally talented writers and poets such as Robertson Davies, Graeme Gibson, James Reaney, and Marian Engel. It’s this small-town setting that features most often in her stories – the snobberies, the eccentrics, and the jeering at ambitions, especially artistic ones.

    Shame is a common driving force for Munro’s characters just as perfectionism in the writing and courage in her profession have been driving forces for her.

    As in much else, Munro is essentially Canadian. Faced with the Nobel, she will be modest, she won’t get a swelled head. The rest of us, on this magnificent occasion, will just have to do that for her.

    Adapted from http://www.theguardian.com/books/2013/oct/10/alicemunro-wins-nobel-prize-in-literature

    Glossary
    thrilling: emocionante; subject matter: assunto; better-looking: mais bonitas; setting: cenário; jeering: deboche; shame: vergonha; driving force: força propulsora; get a swelled head: ficar convencida, cheia de si

    O sentimento motivador mais frequente nos personagens criados por Alice Munro é
    Escolha uma alternativa para a questão 1bb1257b-96
  • 1AF74A70-96

    Português

    Coesão e coerência
    CEDERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

                       Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    A correlação é um importante recurso coesivo. Assinale a alternativa que apresenta enunciados organizados em estruturas de correlação (ou correlativas):
    Escolha uma alternativa para a questão 1af74a70-96
  • 1AF227E7-96

    Português

    Interpretação de Textos
    CEDERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

                       Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    O adjetivo “convencionais” − em “Para falar com franqueza, o número de anos assim positivo e a data de São Pedro são convencionais” − sugere que:
    Escolha uma alternativa para a questão 1af227e7-96
  • 1AECEE99-96

    Português

    Pontuação
    CEDERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

                       Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    Leia o fragmento seguinte para responder à questão:

    “Para falar com franqueza, o número de anos assim positivo e a data de São Pedro são convencionais: adoto-os porque estão no livro de assentamentos de batizados da freguesia.” (linhas 8-11)

    O emprego de dois-pontos no fragmento acima indica:

    Escolha uma alternativa para a questão 1aecee99-96
  • 1AE4BA0E-96

    Português

    Interpretação de Textos
    CEDERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

                       Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    O texto corresponde a uma autodescrição de Paulo Honório, protagonista de São Bernardo, romance de Graciliano Ramos. São elementos linguísticos que caracterizam uma sequência autodescritiva:
    Escolha uma alternativa para a questão 1ae4ba0e-96
  • 10DC6D4C-4A

    Inglês

    Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions
    UERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014

    Writers of memoirs and life stories never lack an audience. People are interested in the actual lives of others (l. 34-35)

    The semantic relationship between the two sentences above can be made explicit by the additon of following connective:

    Escolha uma alternativa para a questão 10dc6d4c-4a
  • 10C1CF57-4A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    Sabia que era aquela a sua amada, por quem esperara desde sempre e que por muitos anos buscara em cada mulher, na mais terrível e dolorosa busca. (l. 15-16)

    Neste trecho, existe um contraste que busca acentuar o seguinte traço relativo à mulher amada:

    Escolha uma alternativa para a questão 10c1cf57-4a
  • 10BA32E4-4A

    Português

    Figuras de Linguagem
    UERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    Uma metáfora pode ser construída pela combinação entre elementos abstratos e concretos. No texto, um exemplo de metáfora que se constrói por esse tipo de combinação é:
    Escolha uma alternativa para a questão 10ba32e4-4a
  • 10B35443-4A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    nada poderia evitar a reincidência daquela cena tantas vezes contada na história do amor, que é a história do mundo. (l. 2-4)

    O trecho sublinhado reformula uma expressão anterior. Essa reformulação explicita a seguinte relação de sentido:

    Escolha uma alternativa para a questão 10b35443-4a
  • 10AE29E2-4A

    Português

    Figuras de Linguagem
    UERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    A hipérbole é uma figura empregada na crônica de Vinícius de Morais para caracterizar o estado de ânimo do personagem.

    Essa figura está exemplificada em:

    Escolha uma alternativa para a questão 10ae29e2-4a
  • 10A97270-4A

    Português

    Flexão verbal de pessoa (1ª, 2ª, 3ª pessoa)
    UERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    No íntimo, preferia não tê-lo feito; (l. 2)

    Embora seja narrada em terceira pessoa, a crônica apresenta ao leitor as sensações do personagem, por meio de termos que remetem à intimidade, como exemplificado acima.

    Dois outros termos, empregados pelo narrador, que remetem ao universo interior do personagem são:

    Escolha uma alternativa para a questão 10a97270-4a
  • 109F0415-4A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    vai ter que voltar antes de meia-noite, o seu irmão é diferente, menino é outra coisa, (l. 18-19) O fragmento reproduz falas que apontam uma diferença entre meninos e meninas.

    Essa diferença se verifica em relação ao seguinte aspecto:

    Escolha uma alternativa para a questão 109f0415-4a
  • 10998A18-4A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    O uso da expressão “é menina”, tanto para começar quanto para finalizar o texto, adquire também um valor simbólico, pelo significado que assume no contexto.

    No contexto, esse recurso provoca um entendimento de:

    Escolha uma alternativa para a questão 10998a18-4a
  • 10936677-4A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    A crônica de Gregorio Duvivier é construída em um único parágrafo com uma única frase. Essa frase começa e termina pela mesma expressão: é menina.

    Em termos denotativos, a menina, referida no final do texto, pode ser compreendida como:

    Escolha uma alternativa para a questão 10936677-4a
  • 10882B26-4A

    Português

    Denotação e Conotação
    UERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    a gente gostaria de ver nossos problemas resolvidos por decreto (v. 3-5)

    A expressão sublinhada tem sentido figurado que, no contexto, corresponde a: 

    Escolha uma alternativa para a questão 10882b26-4a