Questões do ENEM 2014

Questões aplicadas na prova de 2014, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

1.069 questões encontradas. Mostrando a página 50 de 54.

  • 7F0ED1C5-AB

    Português

    Interpretação de Textos
    UFG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o Texto 1 para responder à questão.

    Texto 1

                  VIA-LÁCTEA SONETO VIII
                                VIII

                                              (Olavo Bilac)

    Em que céus mais azuis, mais puros ares,
    Voa pomba mais pura? Em que sombria
    Moita mais nívea flor acaricia,
    A noite, a luz dos límpidos luares?

    Vives assim, como a corrente fria,
    Que, intemerata, aos trêmulos olhares
    Das estrelas e à sombra dos palmares,
    Corta o seio das matas, erradia.

    E envolvida de tua virgindade,
    De teu pudor na cândida armadura,
    Foges o amor, guardando a castidade,

    - Como as montanhas, nos espaços francos
    Erguendo os altos píncaros, a alvura
    Guardam da neve que lhes cobre os flancos.


    imagem-001.jpg


    No soneto, o eu lírico expressa-se de forma
    Escolha uma alternativa para a questão 7f0ed1c5-ab
  • 7E1D64D7-AB

    Português

    Figuras de Linguagem
    UFG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o Texto 1 para responder à questão.

    Texto 1

                  VIA-LÁCTEA SONETO VIII
                                VIII

                                              (Olavo Bilac)

    Em que céus mais azuis, mais puros ares,
    Voa pomba mais pura? Em que sombria
    Moita mais nívea flor acaricia,
    A noite, a luz dos límpidos luares?

    Vives assim, como a corrente fria,
    Que, intemerata, aos trêmulos olhares
    Das estrelas e à sombra dos palmares,
    Corta o seio das matas, erradia.

    E envolvida de tua virgindade,
    De teu pudor na cândida armadura,
    Foges o amor, guardando a castidade,

    - Como as montanhas, nos espaços francos
    Erguendo os altos píncaros, a alvura
    Guardam da neve que lhes cobre os flancos.


    imagem-001.jpg


    Os recursos expressivos e o tema presentes no soneto são, respectivamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 7e1d64d7-ab
  • D2DA5B50-AB

    Português

    Figuras de Linguagem
    UFG · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    O culto às marcas

    A hipervalorização de bens ditos “de marca” é uma característica das sociedades contemporâneas. Delas advém a distinção como forma de poder que fascina tanto ricos quanto pobres no cenário da dessubjetivação partilhada por todos, da loja de luxo ao came- lódromo das falsificações.

    A questão da distinção guarda em seu fundo um aspecto mais tenebroso, concernente ao presente da condição subjetiva da vida dos usuários devorados pelas antipolíticas autodestrutivas do consumismo transformado em regra.

    Zerada a intersubjetividade que se definia na interação afetiva e comunicativa entre pessoas, o que resta são as coisas - e as pessoas como coisas - que podem ser compradas. Diga-se de passagem que as pessoas não compram coisas, mas sinais que informam sobre um capital simbólico. Coisificação da consciência é o nome velho para o fenômeno em que a concretude das coisas é substituída pela abstração da insígnia.

    A fascinação de tantas pessoas por roupas, carros e até eletrodomésticos ditos “de marca” em nossa época é a declaração auto-exposta da morte do sujeito. Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade - conjunto do que aqui chamamos de subjetividade - são incapazes de compreender seu descarado simulacro.

    A morte por assassinato da subjetividade é percebida na redução do indivíduo a uma espécie de morto-vivo em três tempos. 1 - A destituição do direito ao próprio desejo: a publicidade colonizou a capacidade de sentir e projetar a autobiografia de cada um que é apagada na encenação da “vida fashion”. 2 - A desaparição da possibilidade de pensar: a publicidade oferece os jargões e slogans a serem repetidos sob a ilusão de ideias próprias. 3 - O direito à ideia-prática da liberdade é extirpado: resta o simulacro da escolha entre uma marca e outra. A ação torna-se acomodação ao mesmo de sempre.

    A escolha entre o nada e a coisa nenhuma é bem disfarçada no poder de ostentar que promete redimir do buraco subjetivo. Não tendo mais o que expressar, alguém simplesmente “ostenta” um relógio caro, um computador moderninho, um carrão oneroso. Ou um piercing, um músculo forte. Tudo e cada coisa é reduzida à marca, emblema do capital e seu poder na era do Espetáculo.

    Disponível em: < http://revistacult.uol.com.br/home/2012/06/o-culto-as-marcas/>. Acesso em: 30 out. 2014.

    No enunciado “Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade”, faz-se uso do recurso:
    Escolha uma alternativa para a questão d2da5b50-ab
  • D16BF95C-AB

    Português

    Interpretação de Textos
    UFG · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    O culto às marcas

    A hipervalorização de bens ditos “de marca” é uma característica das sociedades contemporâneas. Delas advém a distinção como forma de poder que fascina tanto ricos quanto pobres no cenário da dessubjetivação partilhada por todos, da loja de luxo ao came- lódromo das falsificações.

    A questão da distinção guarda em seu fundo um aspecto mais tenebroso, concernente ao presente da condição subjetiva da vida dos usuários devorados pelas antipolíticas autodestrutivas do consumismo transformado em regra.

    Zerada a intersubjetividade que se definia na interação afetiva e comunicativa entre pessoas, o que resta são as coisas - e as pessoas como coisas - que podem ser compradas. Diga-se de passagem que as pessoas não compram coisas, mas sinais que informam sobre um capital simbólico. Coisificação da consciência é o nome velho para o fenômeno em que a concretude das coisas é substituída pela abstração da insígnia.

    A fascinação de tantas pessoas por roupas, carros e até eletrodomésticos ditos “de marca” em nossa época é a declaração auto-exposta da morte do sujeito. Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade - conjunto do que aqui chamamos de subjetividade - são incapazes de compreender seu descarado simulacro.

    A morte por assassinato da subjetividade é percebida na redução do indivíduo a uma espécie de morto-vivo em três tempos. 1 - A destituição do direito ao próprio desejo: a publicidade colonizou a capacidade de sentir e projetar a autobiografia de cada um que é apagada na encenação da “vida fashion”. 2 - A desaparição da possibilidade de pensar: a publicidade oferece os jargões e slogans a serem repetidos sob a ilusão de ideias próprias. 3 - O direito à ideia-prática da liberdade é extirpado: resta o simulacro da escolha entre uma marca e outra. A ação torna-se acomodação ao mesmo de sempre.

    A escolha entre o nada e a coisa nenhuma é bem disfarçada no poder de ostentar que promete redimir do buraco subjetivo. Não tendo mais o que expressar, alguém simplesmente “ostenta” um relógio caro, um computador moderninho, um carrão oneroso. Ou um piercing, um músculo forte. Tudo e cada coisa é reduzida à marca, emblema do capital e seu poder na era do Espetáculo.

    Disponível em: < http://revistacult.uol.com.br/home/2012/06/o-culto-as-marcas/>. Acesso em: 30 out. 2014.

    A conclusão do texto é realizada com base na ideia de que
    Escolha uma alternativa para a questão d16bf95c-ab
  • CC5AD796-AB

    Português

    Interpretação de Textos
    UFG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    O culto às marcas

    A hipervalorização de bens ditos “de marca” é uma característica das sociedades contemporâneas. Delas advém a distinção como forma de poder que fascina tanto ricos quanto pobres no cenário da dessubjetivação partilhada por todos, da loja de luxo ao came- lódromo das falsificações.

    A questão da distinção guarda em seu fundo um aspecto mais tenebroso, concernente ao presente da condição subjetiva da vida dos usuários devorados pelas antipolíticas autodestrutivas do consumismo transformado em regra.

    Zerada a intersubjetividade que se definia na interação afetiva e comunicativa entre pessoas, o que resta são as coisas - e as pessoas como coisas - que podem ser compradas. Diga-se de passagem que as pessoas não compram coisas, mas sinais que informam sobre um capital simbólico. Coisificação da consciência é o nome velho para o fenômeno em que a concretude das coisas é substituída pela abstração da insígnia.

    A fascinação de tantas pessoas por roupas, carros e até eletrodomésticos ditos “de marca” em nossa época é a declaração auto-exposta da morte do sujeito. Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade - conjunto do que aqui chamamos de subjetividade - são incapazes de compreender seu descarado simulacro.

    A morte por assassinato da subjetividade é percebida na redução do indivíduo a uma espécie de morto-vivo em três tempos. 1 - A destituição do direito ao próprio desejo: a publicidade colonizou a capacidade de sentir e projetar a autobiografia de cada um que é apagada na encenação da “vida fashion”. 2 - A desaparição da possibilidade de pensar: a publicidade oferece os jargões e slogans a serem repetidos sob a ilusão de ideias próprias. 3 - O direito à ideia-prática da liberdade é extirpado: resta o simulacro da escolha entre uma marca e outra. A ação torna-se acomodação ao mesmo de sempre.

    A escolha entre o nada e a coisa nenhuma é bem disfarçada no poder de ostentar que promete redimir do buraco subjetivo. Não tendo mais o que expressar, alguém simplesmente “ostenta” um relógio caro, um computador moderninho, um carrão oneroso. Ou um piercing, um músculo forte. Tudo e cada coisa é reduzida à marca, emblema do capital e seu poder na era do Espetáculo.

    Disponível em: < http://revistacult.uol.com.br/home/2012/06/o-culto-as-marcas/>. Acesso em: 30 out. 2014.

    Relendo o terceiro parágrafo, como um todo, percebe- se que nele os argumentos apontam para a construção da imagem de um sujeito
    Escolha uma alternativa para a questão cc5ad796-ab
  • C3EF39E4-AB

    Português

    Interpretação de Textos
    UFG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    O culto às marcas

    A hipervalorização de bens ditos “de marca” é uma característica das sociedades contemporâneas. Delas advém a distinção como forma de poder que fascina tanto ricos quanto pobres no cenário da dessubjetivação partilhada por todos, da loja de luxo ao came- lódromo das falsificações.

    A questão da distinção guarda em seu fundo um aspecto mais tenebroso, concernente ao presente da condição subjetiva da vida dos usuários devorados pelas antipolíticas autodestrutivas do consumismo transformado em regra.

    Zerada a intersubjetividade que se definia na interação afetiva e comunicativa entre pessoas, o que resta são as coisas - e as pessoas como coisas - que podem ser compradas. Diga-se de passagem que as pessoas não compram coisas, mas sinais que informam sobre um capital simbólico. Coisificação da consciência é o nome velho para o fenômeno em que a concretude das coisas é substituída pela abstração da insígnia.

    A fascinação de tantas pessoas por roupas, carros e até eletrodomésticos ditos “de marca” em nossa época é a declaração auto-exposta da morte do sujeito. Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade - conjunto do que aqui chamamos de subjetividade - são incapazes de compreender seu descarado simulacro.

    A morte por assassinato da subjetividade é percebida na redução do indivíduo a uma espécie de morto-vivo em três tempos. 1 - A destituição do direito ao próprio desejo: a publicidade colonizou a capacidade de sentir e projetar a autobiografia de cada um que é apagada na encenação da “vida fashion”. 2 - A desaparição da possibilidade de pensar: a publicidade oferece os jargões e slogans a serem repetidos sob a ilusão de ideias próprias. 3 - O direito à ideia-prática da liberdade é extirpado: resta o simulacro da escolha entre uma marca e outra. A ação torna-se acomodação ao mesmo de sempre.

    A escolha entre o nada e a coisa nenhuma é bem disfarçada no poder de ostentar que promete redimir do buraco subjetivo. Não tendo mais o que expressar, alguém simplesmente “ostenta” um relógio caro, um computador moderninho, um carrão oneroso. Ou um piercing, um músculo forte. Tudo e cada coisa é reduzida à marca, emblema do capital e seu poder na era do Espetáculo.

    Disponível em: < http://revistacult.uol.com.br/home/2012/06/o-culto-as-marcas/>. Acesso em: 30 out. 2014.

    As ideias desenvolvidas ao longo do texto procuram
    Escolha uma alternativa para a questão c3ef39e4-ab
  • C052DBF1-AB

    Português

    Interpretação de Textos
    UFG · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    imagem-001.jpg

    Cosplay = Comportamento que consiste em caracterizar-se de personagens fictícios de desenhos animados, mangás, filmes e/ou séries televisivas.

    No enunciado “Cosplay pode ser coisa de nerd, mas é um luxo”, o uso do termo “mas” instaura uma relação de
    Escolha uma alternativa para a questão c052dbf1-ab
  • BF0ADF08-AB

    Português

    Gêneros Textuais
    UFG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    imagem-001.jpg

    Cosplay = Comportamento que consiste em caracterizar-se de personagens fictícios de desenhos animados, mangás, filmes e/ou séries televisivas.

    O Texto 2 explora um recurso comum ao gênero discursivo a que ele pertence, a saber:
    Escolha uma alternativa para a questão bf0adf08-ab
  • BDC24DF2-AB

    Português

    Interpretação de Textos
    UFG · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    imagem-001.jpg

    Cosplay = Comportamento que consiste em caracterizar-se de personagens fictícios de desenhos animados, mangás, filmes e/ou séries televisivas.

    O Texto 2 apresenta ideias relacionadas
    Escolha uma alternativa para a questão bdc24df2-ab
  • 74DC4250-AB

    Inglês

    Aspectos linguísticos | Linguistic aspects
    UEA · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

           Mr. Day was a teacher at a school in a big city in the north of England. He usually went to France or Germany for a few weeks during his summer holidays, and he spoke French and German quite well.
           But one year Mr. Day said to one of his friends, “I’m going to have a holiday in Athens. But I don’t speak Greek, so I’ll go to evening classes and have Greek lessons for a
    month before I go.”
           He studied very hard for a month, and then 10 holidays began and he went to Greece.
           When he came back a few weeks later, his friend said to him, “Did you have any trouble with your Greek when you were in Athens, Dick?”
           “No, I didn’t have any trouble with it,” answered Mr. Day. “But the Greeks did!”

                                              (L. A. Hill. Elementary Stories for Reproduction, 1977.)

    No trecho do quarto parágrafo “When he came back a few weeks later”, a palavra “weeks” é precedida por “a few” para indicar quantidade. Uma outra palavra que também pode ser precedida por “a few”, para indicar quantidade, é
    Escolha uma alternativa para a questão 74dc4250-ab
  • 73EE401F-AB

    Inglês

    Presente simples | Simple present
    UEA · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

           Mr. Day was a teacher at a school in a big city in the north of England. He usually went to France or Germany for a few weeks during his summer holidays, and he spoke French and German quite well.
           But one year Mr. Day said to one of his friends, “I’m going to have a holiday in Athens. But I don’t speak Greek, so I’ll go to evening classes and have Greek lessons for a
    month before I go.”
           He studied very hard for a month, and then 10 holidays began and he went to Greece.
           When he came back a few weeks later, his friend said to him, “Did you have any trouble with your Greek when you were in Athens, Dick?”
           “No, I didn’t have any trouble with it,” answered Mr. Day. “But the Greeks did!”

                                              (L. A. Hill. Elementary Stories for Reproduction, 1977.)

    A primeira frase do texto poderia ser expressa no presente, sem alterar o sentido do texto, como
    Escolha uma alternativa para a questão 73ee401f-ab
  • 72FDFC69-AB

    Inglês

    Análise sintática | Syntax Parsing
    UEA · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

           Mr. Day was a teacher at a school in a big city in the north of England. He usually went to France or Germany for a few weeks during his summer holidays, and he spoke French and German quite well.
           But one year Mr. Day said to one of his friends, “I’m going to have a holiday in Athens. But I don’t speak Greek, so I’ll go to evening classes and have Greek lessons for a
    month before I go.”
           He studied very hard for a month, and then 10 holidays began and he went to Greece.
           When he came back a few weeks later, his friend said to him, “Did you have any trouble with your Greek when you were in Athens, Dick?”
           “No, I didn’t have any trouble with it,” answered Mr. Day. “But the Greeks did!”

                                              (L. A. Hill. Elementary Stories for Reproduction, 1977.)

    A palavra que completa corretamente a lacuna numerada no texto é
    Escolha uma alternativa para a questão 72fdfc69-ab
  • 720D8120-AB

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UEA · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

           Mr. Day was a teacher at a school in a big city in the north of England. He usually went to France or Germany for a few weeks during his summer holidays, and he spoke French and German quite well.
           But one year Mr. Day said to one of his friends, “I’m going to have a holiday in Athens. But I don’t speak Greek, so I’ll go to evening classes and have Greek lessons for a
    month before I go.”
           He studied very hard for a month, and then 10 holidays began and he went to Greece.
           When he came back a few weeks later, his friend said to him, “Did you have any trouble with your Greek when you were in Athens, Dick?”
           “No, I didn’t have any trouble with it,” answered Mr. Day. “But the Greeks did!”

                                              (L. A. Hill. Elementary Stories for Reproduction, 1977.)

    O texto permite concluir que Mr. Day
    Escolha uma alternativa para a questão 720d8120-ab
  • 6E5C48B3-AB

    Português

    Interpretação de Textos
    UEA · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Examine a tela do pintor Alvan Fisher (1792-1863).

                         imagem-001.jpg

    É possível relacionar essa tela
    Escolha uma alternativa para a questão 6e5c48b3-ab
  • 6D6CF164-AB

    Português

    Sintaxe
    UEA · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia a letra da canção “Garota de Ipanema”, de Vinicius de Moraes e Tom Jobim, para responder à questão.


    Olha que coisa mais linda
    Mais cheia de graça
    É ela menina
    Que vem e que passa
    Num doce balanço
    A caminho do mar

    Moça do corpo dourado
    Do sol de lpanema
    O seu balançado é mais que um poema
    É a coisa mais linda que eu já vi passar

    Ah, por que estou tão sozinho?
    Ah, por que tudo é tão triste?
    Ah, a beleza que existe
    A beleza que não é só minha
    Que também passa sozinha

    Ah, se ela soubesse
    Que quando ela passa
    O mundo inteirinho se enche de graça
    E fica mais lindo
    Por causa do amor

                                                            (www.viniciusdemoraes.com.br)
    O predicativo do sujeito atribui uma característica ao sujeito de uma oração.

    A alternativa que traz destacado um predicativo do sujeito é:
    Escolha uma alternativa para a questão 6d6cf164-ab
  • 6C7BD775-AB

    Português

    Interpretação de Textos
    UEA · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia a letra da canção “Garota de Ipanema”, de Vinicius de Moraes e Tom Jobim, para responder à questão.


    Olha que coisa mais linda
    Mais cheia de graça
    É ela menina
    Que vem e que passa
    Num doce balanço
    A caminho do mar

    Moça do corpo dourado
    Do sol de lpanema
    O seu balançado é mais que um poema
    É a coisa mais linda que eu já vi passar

    Ah, por que estou tão sozinho?
    Ah, por que tudo é tão triste?
    Ah, a beleza que existe
    A beleza que não é só minha
    Que também passa sozinha

    Ah, se ela soubesse
    Que quando ela passa
    O mundo inteirinho se enche de graça
    E fica mais lindo
    Por causa do amor

                                                            (www.viniciusdemoraes.com.br)
    Assinale a alternativa que faz uma observação correta sobre o texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 6c7bd775-ab
  • 6B8C3C23-AB

    Português

    Interpretação de Textos
    UEA · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema de Gregório de Matos para responder à questão.

    Discreta, e formosíssima Maria,
    Enquanto estamos vendo a qualquer hora
    Em tuas faces a rosada Aurora,
    Em teus olhos, e boca o Sol, e o dia:

    Enquanto com gentil descortesia
    O ar, que fresco Adônis te namora,
    Te espalha a rica trança voadora,
    Quando vem passear-te pela fria:

    Goza, goza da flor da mocidade,
    Que o tempo trota a toda ligeireza,
    E imprime em toda a flor sua pisada

    Oh não aguardes, que a madura idade
    Te converta em flor, essa beleza
    Em terra, em cinza, em pó, em sombra, em nada.

                                (www.itaucultural.org.br)

    De acordo com o texto, é correto afirmar que o eu lírico
    Escolha uma alternativa para a questão 6b8c3c23-ab
  • 6A9C5436-AB

    Literatura

    Barroco
    UEA · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema de Gregório de Matos para responder à questão.

    Discreta, e formosíssima Maria,
    Enquanto estamos vendo a qualquer hora
    Em tuas faces a rosada Aurora,
    Em teus olhos, e boca o Sol, e o dia:

    Enquanto com gentil descortesia
    O ar, que fresco Adônis te namora,
    Te espalha a rica trança voadora,
    Quando vem passear-te pela fria:

    Goza, goza da flor da mocidade,
    Que o tempo trota a toda ligeireza,
    E imprime em toda a flor sua pisada

    Oh não aguardes, que a madura idade
    Te converta em flor, essa beleza
    Em terra, em cinza, em pó, em sombra, em nada.

                                (www.itaucultural.org.br)

    Esse poema exemplifica uma característica marcante da estética barroca:
    Escolha uma alternativa para a questão 6a9c5436-ab
  • F01C500D-81

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    ENEM · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    El robo

    Para los niños
    anchos espacios tiene el día
    y las horas
    son calles despejadas
    abiertas avenidas.

    A nosotros, se estrecha
    el tiempo de tal modo
    que todo está apretado y oprimido.

    Se atropellan los tiempos
    Casi no da lugar un día a otro.
    No bien ha amanecido
    cae la luz a pique
    en veloz mediodía
    y apenas la contemplas
    huye en atardeceres
    hacia pozos de sombra.

    Dice una voz:
    entre vueltas y vueltas
    se me fue el día.

    Algún ladrón
    oculto roba mi vida.

    MAIA, C. Obra poética. Montevidéu: Rebecalinke, 2010.




    O poema El robo, de Circe Maia, poetisa uruguaia contemporânea, trata do(a)
    Escolha uma alternativa para a questão f01c500d-81
  • EEDDB222-81

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    ENEM · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
          Aunque me cuesta mucho trabajo y me hace sudar la gota gorda, y, como todo escritor, siento a veces la amenaza de la parálisis, de la sequía de la imaginación, nada me ha hecho gozar en la vida tanto como pasarme los meses y los años construyendo una historia, desde su incierto despuntar, esa imagen que la memoria almacenó de alguna experiencia vivida, que se volvió un desasosiego, un entusiasmo, un fantaseo que germinó luego en un proyecto y en la decisión de intentar convertir esa niebla agitada de fantasmas en una historia. “Escribir es una manera de vivir”, dijo Flaubert.

    Discurso de Mario Vargas Llosa al recibir el Premio Nobel de Literatura 2010.
          Disponível em: www.nobelprize.org. Acesso em: 7 maio 2014 (fragmento).


    O trecho apresentado trata do fazer literário, a partir da perspectiva de Vargas Llosa. Com base no fragmento “me hace sudar la gota gorda”, infere-se que o artifício da escritura, para o escritor,
    Escolha uma alternativa para a questão eeddb222-81