Questões do ENEM 2015

Questões aplicadas na prova de 2015, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

1.148 questões encontradas. Mostrando a página 12 de 58.

  • 1672AE36-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Alagoas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2015

    Considerando o sentido metafórico da segunda palavra “doce”, no texto que subscreve a paisagem, o referido rio não mais terá justificado o seu nome porque será
    Escolha uma alternativa para a questão 1672ae36-e6
  • 166EFC65-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Alagoas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2015

    Marque a alternativa abaixo que apresenta análise incoerente com esse texto de Drummond, escrito em 1984, pouco antes de sua morte, o qual, além de profético quanto à recente tragédia que vitimou o Rio Doce, em Minas Gerais, faz referência à comercialização da mineradora brasileira Vale do Rio Doce.
    Escolha uma alternativa para a questão 166efc65-e6
  • 166AF956-E6

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Instituto Federal de Alagoas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    As relações de concordância nominal que aparecem nos textos abaixo indicam que os autores identificam-se com a categoria gramatical de gênero masculino. Apenas um texto contraria essa afirmação. Qual?
    Escolha uma alternativa para a questão 166af956-e6
  • 1658272D-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Alagoas · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2015

    Todos os alunos demonstram alegria com o anúncio da professora, entretanto, pelo terceiro quadrinho, esta só parece se aborrecer com o comportamento do Menino Maluquinho porque
    Escolha uma alternativa para a questão 1658272d-e6
  • 16502338-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Alagoas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2015

    Ainda que o Menino Maluquinho tenha dado à professora a desculpa de que seu modo de falar fora “só gíria”, suas palavras, no segundo quadro da tira “A palavra é gíria”, só não sugerem
    Escolha uma alternativa para a questão 16502338-e6
  • 164C83F5-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Alagoas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2015

    Marque abaixo a única alternativa que não está de acordo com o texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 164c83f5-e6
  • 1646D5E1-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Alagoas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto 3


    Minha vida


    Minha vida

    não é tempo que corre

    do meu natal

    à minha morte


    Minha vida é o meu dia de natal

    - Dia da minha morte


    In: COOPER, Jorge. Poesia Completa.

    Maceió: Cepal, 2010, p. 41.

    No poema, aparecem os vocábulos “vida” e “morte”, que, sendo antônimos, contribuem para o desfecho paradoxal expresso nos dois últimos versos. Quanto às relações semânticas dos pares de palavras abaixo, qual das alternativas apresenta um erro?
    Escolha uma alternativa para a questão 1646d5e1-e6
  • 16435E2D-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Alagoas · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto 3


    Minha vida


    Minha vida

    não é tempo que corre

    do meu natal

    à minha morte


    Minha vida é o meu dia de natal

    - Dia da minha morte


    In: COOPER, Jorge. Poesia Completa.

    Maceió: Cepal, 2010, p. 41.

    Qual das afirmações a seguir dialoga, em seu sentido, com a visão do eu-lírico do poema “Minha vida”?
    Escolha uma alternativa para a questão 16435e2d-e6
  • 164001FB-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Alagoas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto 2


    Será que os dicionários liberaram o ‘dito-cujo’?


    Por Sérgio Rodrigues


    Brasileirismo informal, termo não está proibido, mas deve ser usado de forma brincalhona


    O registro num dicionário não dá certificado automático de adequação a expressão alguma: significa apenas que ela é usada com frequência suficiente para merecer a atenção dos lexicógrafos.

    O substantivo “dito-cujo”, que substitui o nome de uma pessoa que já foi mencionada ou que por alguma razão não se deseja mencionar, é um brasileirismo antigo e, de certa forma, consagrado, mas aceitável apenas na linguagem coloquial.

    Mais do que isso: mesmo em contextos informais seu emprego deve ser sempre “jocoso”, ou seja, brincalhão, como anotam diversos lexicógrafos, entre eles o Houaiss e o Francisco Borba. Convém que quem fala ou escreve “dito-cujo” deixe claro que está se afastando conscientemente do registro culto.

    Exemplo: “O leão procurou o gerente da Metro e se ofereceu para leão da dita-cuja, em troca de alimentação”, escreveu Millôr Fernandes numa de suas “Fábulas fabulosas”.  



    (http://veja.abril.com.br/blog/sobrepalavras/consultorio/sera-que-os-dicionarios-liberaram-odito-cujo/>. Acesso em 13/11/2015. Texto adaptado) 

    Em vista da intenção do autor – refletir sobre o uso da expressão “dito-cujo” –, o texto se organiza linguisticamente observando certas propriedades de estilo. Quanto a essas propriedades, apenas está correto o que se afirma em:
    Escolha uma alternativa para a questão 164001fb-e6
  • 163C339D-E6

    Português

    Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    Instituto Federal de Alagoas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto 2


    Será que os dicionários liberaram o ‘dito-cujo’?


    Por Sérgio Rodrigues


    Brasileirismo informal, termo não está proibido, mas deve ser usado de forma brincalhona


    O registro num dicionário não dá certificado automático de adequação a expressão alguma: significa apenas que ela é usada com frequência suficiente para merecer a atenção dos lexicógrafos.

    O substantivo “dito-cujo”, que substitui o nome de uma pessoa que já foi mencionada ou que por alguma razão não se deseja mencionar, é um brasileirismo antigo e, de certa forma, consagrado, mas aceitável apenas na linguagem coloquial.

    Mais do que isso: mesmo em contextos informais seu emprego deve ser sempre “jocoso”, ou seja, brincalhão, como anotam diversos lexicógrafos, entre eles o Houaiss e o Francisco Borba. Convém que quem fala ou escreve “dito-cujo” deixe claro que está se afastando conscientemente do registro culto.

    Exemplo: “O leão procurou o gerente da Metro e se ofereceu para leão da dita-cuja, em troca de alimentação”, escreveu Millôr Fernandes numa de suas “Fábulas fabulosas”.  



    (http://veja.abril.com.br/blog/sobrepalavras/consultorio/sera-que-os-dicionarios-liberaram-odito-cujo/>. Acesso em 13/11/2015. Texto adaptado) 

    As funções da linguagem relacionam-se conceitualmente à ideia de que, nas diversas situações de comunicação, um dos seis elementos que compõem esse processo – a saber, emissor, receptor, mensagem, código, referente e canal – prevalece sobre os demais. Em relação ao texto acima, no tocante a esse fenômeno, indique a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 163c339d-e6
  • 16366CCD-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Alagoas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto 2


    Será que os dicionários liberaram o ‘dito-cujo’?


    Por Sérgio Rodrigues


    Brasileirismo informal, termo não está proibido, mas deve ser usado de forma brincalhona


    O registro num dicionário não dá certificado automático de adequação a expressão alguma: significa apenas que ela é usada com frequência suficiente para merecer a atenção dos lexicógrafos.

    O substantivo “dito-cujo”, que substitui o nome de uma pessoa que já foi mencionada ou que por alguma razão não se deseja mencionar, é um brasileirismo antigo e, de certa forma, consagrado, mas aceitável apenas na linguagem coloquial.

    Mais do que isso: mesmo em contextos informais seu emprego deve ser sempre “jocoso”, ou seja, brincalhão, como anotam diversos lexicógrafos, entre eles o Houaiss e o Francisco Borba. Convém que quem fala ou escreve “dito-cujo” deixe claro que está se afastando conscientemente do registro culto.

    Exemplo: “O leão procurou o gerente da Metro e se ofereceu para leão da dita-cuja, em troca de alimentação”, escreveu Millôr Fernandes numa de suas “Fábulas fabulosas”.  



    (http://veja.abril.com.br/blog/sobrepalavras/consultorio/sera-que-os-dicionarios-liberaram-odito-cujo/>. Acesso em 13/11/2015. Texto adaptado) 

    Entre as alternativas abaixo, apenas uma não está de acordo com o que se expõe no texto. Marque-a.
    Escolha uma alternativa para a questão 16366ccd-e6
  • 16338E4D-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Alagoas · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto 1 


    À beira da extinção, ave saíra apunhalada tem rara chance de se recuperar na natureza


           A saíra apunhalada (o nome faz referência à mancha vermelha no peito do pássaro, que se assemelha a uma "punhalada") é uma ave simpática de dez centímetros, com plumagem branca e cinza. A alcunha, que na origem só fazia referência ao visual da espécie, agora serve bem como indicação simbólica do perigo pelo qual passa a saíra: estimativas indicam que só existem 50 delas na natureza. Para protegê-la, ONGs e órgãos ambientalistas do governo lutam para que seja criada uma reserva florestal de 5 mil hectares na região serrana capixaba.

         A saíra apunhalada vive em bandos e se alimenta de pequenos insetos e frutos. Ela vive no alto de florestas da Mata Atlântica, e está aí a sua maior fraqueza, já que 90% dessa vegetação foi destruída pelo homem. A ave, que também era encontrada em Minas Gerais, hoje só pode ser vista no Espírito Santo.

         "A extinção está associada à destruição secular da Mata Atlântica, porque a espécie só sobrevive em florestas muito bem conservadas", diz o biólogo Edson Ribeiro Luiz, coordenador de projetos da SAVE Brasil, ONG ligada à Bird Life International, que tem como foco a proteção das aves brasileiras. "Em território capixaba, onde existe apenas um bloco de vegetação preservado, elas tendem a ficar ilhadas."

         A luta para proteger a ave ganhou força no mês passado, quando aconteceu no Estado o Avistar, principal evento de observação de pássaros do país. Tendo na saíra apunhalada o seu símbolo, a festa foi o incentivo que faltava para que o Instituto Estadual de Meio Ambiente (IEMA) estabelecesse o prazo de março de 2016 para a constituição da reserva. A decisão final, porém, continua nas mãos do governo. 



    (Disponível em:

    <http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/ambientalistaspressionam-governo-capixaba-a-proteger-ave-sairaapunhalada>. Acesso em 13/11/2015. Texto adaptado)

    Qual dos termos abaixo poderia substituir a palavra “alcunha”, sem alterar o sentido do texto?
    Escolha uma alternativa para a questão 16338e4d-e6
  • 16308C4A-E6

    Português

    Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos
    Instituto Federal de Alagoas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto 1 


    À beira da extinção, ave saíra apunhalada tem rara chance de se recuperar na natureza


           A saíra apunhalada (o nome faz referência à mancha vermelha no peito do pássaro, que se assemelha a uma "punhalada") é uma ave simpática de dez centímetros, com plumagem branca e cinza. A alcunha, que na origem só fazia referência ao visual da espécie, agora serve bem como indicação simbólica do perigo pelo qual passa a saíra: estimativas indicam que só existem 50 delas na natureza. Para protegê-la, ONGs e órgãos ambientalistas do governo lutam para que seja criada uma reserva florestal de 5 mil hectares na região serrana capixaba.

         A saíra apunhalada vive em bandos e se alimenta de pequenos insetos e frutos. Ela vive no alto de florestas da Mata Atlântica, e está aí a sua maior fraqueza, já que 90% dessa vegetação foi destruída pelo homem. A ave, que também era encontrada em Minas Gerais, hoje só pode ser vista no Espírito Santo.

         "A extinção está associada à destruição secular da Mata Atlântica, porque a espécie só sobrevive em florestas muito bem conservadas", diz o biólogo Edson Ribeiro Luiz, coordenador de projetos da SAVE Brasil, ONG ligada à Bird Life International, que tem como foco a proteção das aves brasileiras. "Em território capixaba, onde existe apenas um bloco de vegetação preservado, elas tendem a ficar ilhadas."

         A luta para proteger a ave ganhou força no mês passado, quando aconteceu no Estado o Avistar, principal evento de observação de pássaros do país. Tendo na saíra apunhalada o seu símbolo, a festa foi o incentivo que faltava para que o Instituto Estadual de Meio Ambiente (IEMA) estabelecesse o prazo de março de 2016 para a constituição da reserva. A decisão final, porém, continua nas mãos do governo. 



    (Disponível em:

    <http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/ambientalistaspressionam-governo-capixaba-a-proteger-ave-sairaapunhalada>. Acesso em 13/11/2015. Texto adaptado)

    Quanto à acentuação das palavras, assinale a afirmação verdadeira.
    Escolha uma alternativa para a questão 16308c4a-e6
  • 162C7EBF-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Alagoas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto 1 


    À beira da extinção, ave saíra apunhalada tem rara chance de se recuperar na natureza


           A saíra apunhalada (o nome faz referência à mancha vermelha no peito do pássaro, que se assemelha a uma "punhalada") é uma ave simpática de dez centímetros, com plumagem branca e cinza. A alcunha, que na origem só fazia referência ao visual da espécie, agora serve bem como indicação simbólica do perigo pelo qual passa a saíra: estimativas indicam que só existem 50 delas na natureza. Para protegê-la, ONGs e órgãos ambientalistas do governo lutam para que seja criada uma reserva florestal de 5 mil hectares na região serrana capixaba.

         A saíra apunhalada vive em bandos e se alimenta de pequenos insetos e frutos. Ela vive no alto de florestas da Mata Atlântica, e está aí a sua maior fraqueza, já que 90% dessa vegetação foi destruída pelo homem. A ave, que também era encontrada em Minas Gerais, hoje só pode ser vista no Espírito Santo.

         "A extinção está associada à destruição secular da Mata Atlântica, porque a espécie só sobrevive em florestas muito bem conservadas", diz o biólogo Edson Ribeiro Luiz, coordenador de projetos da SAVE Brasil, ONG ligada à Bird Life International, que tem como foco a proteção das aves brasileiras. "Em território capixaba, onde existe apenas um bloco de vegetação preservado, elas tendem a ficar ilhadas."

         A luta para proteger a ave ganhou força no mês passado, quando aconteceu no Estado o Avistar, principal evento de observação de pássaros do país. Tendo na saíra apunhalada o seu símbolo, a festa foi o incentivo que faltava para que o Instituto Estadual de Meio Ambiente (IEMA) estabelecesse o prazo de março de 2016 para a constituição da reserva. A decisão final, porém, continua nas mãos do governo. 



    (Disponível em:

    <http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/ambientalistaspressionam-governo-capixaba-a-proteger-ave-sairaapunhalada>. Acesso em 13/11/2015. Texto adaptado)

    Das afirmações abaixo, apenas uma está de acordo com o que se expõe no texto. Indique-a.
    Escolha uma alternativa para a questão 162c7ebf-e6
  • 0B3AE7FF-E4

    Inglês

    Análise sintática | Syntax Parsing
    Centro universitário FAG · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    Text 2


    First and Second Inaugural Addresses


        This is preeminently the time to speak the truth, the whole truth, frankly and boldly. Nor need we shrink from honestly facing conditions in our country today. This great Nation will endure as it has endured, will revive and will prosper. So, first of all, let me assert my firm belief that the only thing we have to fear is fear itself – nameless, unreasoning, unjustified terror which paralyzes needed efforts to convert retreat into advance. In every dark hour of our national life a leadership of frankness and vigor has met with that understanding and support of the people themselves which is essential to victory. I am convinced that you will again give that support to leadership in these critical days. day by day.
        I see millions whose daily lives in city and on farm continue under conditions labeled indecent by a so-called polite society half a century ago.
        I see millions denied education, recreation, and the opportunity to better their lot and the lot of their children.
        I see millions lacking the means to buy the products of farm and factory and by their poverty denying work and productiveness to many other millions.
        I see one-third of a nation ill-housed, ill-clad, ill-nourished.
        It is not in despair that I paint you that picture, I paint it for you in hope – because the Nation, seeing and understanding the injustice in it, proposes to paint it out. We are determined to make every American citizen the subject of his country’s interest and concern; and we will never regard any faithful, law-abiding group within our borders as superfluous. The test of our progress is not whether we add more to the abundance of those who have much; it is whether we provide enough for those who have too little.
    (Franklin Delano Roosevelt)
    In the sentence “Nor need we shrink from honestly facing conditions in our country today” the verb need preceded the subject we because:
    Escolha uma alternativa para a questão 0b3ae7ff-e4
  • 0B35F738-E4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro universitário FAG · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Text 2


    First and Second Inaugural Addresses


        This is preeminently the time to speak the truth, the whole truth, frankly and boldly. Nor need we shrink from honestly facing conditions in our country today. This great Nation will endure as it has endured, will revive and will prosper. So, first of all, let me assert my firm belief that the only thing we have to fear is fear itself – nameless, unreasoning, unjustified terror which paralyzes needed efforts to convert retreat into advance. In every dark hour of our national life a leadership of frankness and vigor has met with that understanding and support of the people themselves which is essential to victory. I am convinced that you will again give that support to leadership in these critical days. day by day.
        I see millions whose daily lives in city and on farm continue under conditions labeled indecent by a so-called polite society half a century ago.
        I see millions denied education, recreation, and the opportunity to better their lot and the lot of their children.
        I see millions lacking the means to buy the products of farm and factory and by their poverty denying work and productiveness to many other millions.
        I see one-third of a nation ill-housed, ill-clad, ill-nourished.
        It is not in despair that I paint you that picture, I paint it for you in hope – because the Nation, seeing and understanding the injustice in it, proposes to paint it out. We are determined to make every American citizen the subject of his country’s interest and concern; and we will never regard any faithful, law-abiding group within our borders as superfluous. The test of our progress is not whether we add more to the abundance of those who have much; it is whether we provide enough for those who have too little.
    (Franklin Delano Roosevelt)
    It is correct to state that both of the text 2 fragments:
    Escolha uma alternativa para a questão 0b35f738-e4
  • 0B21657A-E4

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro universitário FAG · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Com base no conto “A nova Califórnia”, de Lima Barreto, assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 0b21657a-e4
  • 0B1E6041-E4

    Português

    Adjetivos
    Centro universitário FAG · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 3


    A CHAVE
    Ela abre mais do que uma porta, inaugura um novo tempo
    IVAN MARTINS


        Certos objetos dão a exata medida de um relacionamento. A chave, por exemplo. Embora caiba no bolso, ela tem importância gigantesca na vida dos casais. O momento em que você oferece a chave da sua casa é aquele em que você renuncia à sua privacidade, por amor. Quando pede a chave de volta - ou troca a fechadura da porta - está retomando aquilo que havia oferecido, por que o amor acabou.
        O primeiro momento é de exaltação e esperança. O segundo é sombrio.
        Quem já passou pela experiência sabe como é gostoso carregar no bolso - ou na bolsa - aquela cópia de cinco reais que vai dar início à nova vida. Carregada de expectativas e temores, a chave será entregue de forma tímida e casual, como se não fosse importante, ou pode vir embalada em vinho e flores, pondo violinos na ocasião. Qualquer que seja a cena, não cabe engano: foi dado um passo gigantesco. Alguém pôs na mão de outro alguém um totem de confiança.
        Não interessa se você dá ou ganha a chave, a sensação é a mesma. Ou quase.
        Quem a recebe se enche de orgulho. No auge da paixão, e a pessoa que provoca seus melhores sentimentos (a pessoa mais legal do mundo, evidentemente) põe no seu chaveiro a cópia discreta que abre a casa dela. Você só nota mais tarde, quando chega à sua própria casa e vai abrir a porta. Primeiro, estranha a cor e o formato da chave nova, mas logo entende a delicadeza da situação. Percebe, com um sorriso nos lábios, que suas emoções são compartilhadas. Compreende que está sendo convidado a participar de outra vida. Sente, com enorme alívio, que foi aceito, e que uma nova etapa tem início, mais intensa e mais profunda que anterior. Aquela chave abre mais do que uma porta. Abre um novo tempo.
        O momento de entregar a chave sempre foi para mim o momento de máximo otimismo.
        [...]
        Você tem certeza de que a outra pessoa ficará feliz e comovida, mas ao mesmo tempo teme, secretamente, ser recusado. Então vê nos olhos dela a alegria que havia antecipado e desejado. O rosto querido se abre num sorriso sem reservas, que você não ganharia se tivesse lhe dado uma joia ou uma aliança. (Uma não vale nada; para a outra ela não está pronta). Por isto ela esperava, e retribui com um olhar cheio de amor. Esse é um instante que viverá na sua alma para sempre. Nele, tudo parece perfeito. É como estar no início de um sonho em que nada pode dar errado. A gente se sente adulto e moderno, herdeiro dos melhores sonhos da adolescência, parte da espécie feliz dos adultos livres que são amados e correspondidos - os que acharam uma alma gêmea, aqueles que jamais estarão sozinhos.
        Se as chaves de despedida parecem a pior coisa do mundo, não são.
        [...]
        A gente sabe que essas coisas, às vezes, são efêmeras, mas é tão bonito. Pode ser que dentro de três meses ou três anos a chave inútil e esquecida seja encontrada no bolso de uma calça ou no fundo de uma bolsa. Ela já não abrirá porta alguma exceto a da memória, que poderá ser boa ou ruim. O mais provável é que o tato e a visão daquela ferramenta sem propósito provoquem um sorriso agridoce, grisalho de nostalgia. Essa chave do adeus não dói, ela constata e encerra.
        Nestes tempos de arrogante independência, em que a solidão virou estandarte exibido como prova de força, a doação de chaves ganhou uma solenidade inesperada. Com ela, homens e mulheres sinalizam a disposição de renunciar a um pedaço da sua sagrada liberdade pessoal. Sugerem ao outro que precisam dele e o desejam próximo. Cedem o seu terreno, correm o risco. É uma forma moderna e eloquente de dizer “eu te amo”. E, assim como a outra, dispensa “eu também”. Oferece a chave quem está pronto, aceita a chave quem a deseja, reciproca, oferecendo a sua, quem sente que é o caso, verdadeiramente. Nada mais triste que uma chave falsa. Ela parece abrir uma esperança, mas abre somente uma ilusão.
    Adaptado de http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/ivan-martins/noticia/2015/04/chave.html
    Em relação ao excerto: “Oferece a chave quem está pronto, aceita a chave quem a deseja, reciproca, oferecendo a sua, quem sente que é o caso, verdadeiramente.”, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 0b1e6041-e4
  • 0B1B395A-E4

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 3


    A CHAVE
    Ela abre mais do que uma porta, inaugura um novo tempo
    IVAN MARTINS


        Certos objetos dão a exata medida de um relacionamento. A chave, por exemplo. Embora caiba no bolso, ela tem importância gigantesca na vida dos casais. O momento em que você oferece a chave da sua casa é aquele em que você renuncia à sua privacidade, por amor. Quando pede a chave de volta - ou troca a fechadura da porta - está retomando aquilo que havia oferecido, por que o amor acabou.
        O primeiro momento é de exaltação e esperança. O segundo é sombrio.
        Quem já passou pela experiência sabe como é gostoso carregar no bolso - ou na bolsa - aquela cópia de cinco reais que vai dar início à nova vida. Carregada de expectativas e temores, a chave será entregue de forma tímida e casual, como se não fosse importante, ou pode vir embalada em vinho e flores, pondo violinos na ocasião. Qualquer que seja a cena, não cabe engano: foi dado um passo gigantesco. Alguém pôs na mão de outro alguém um totem de confiança.
        Não interessa se você dá ou ganha a chave, a sensação é a mesma. Ou quase.
        Quem a recebe se enche de orgulho. No auge da paixão, e a pessoa que provoca seus melhores sentimentos (a pessoa mais legal do mundo, evidentemente) põe no seu chaveiro a cópia discreta que abre a casa dela. Você só nota mais tarde, quando chega à sua própria casa e vai abrir a porta. Primeiro, estranha a cor e o formato da chave nova, mas logo entende a delicadeza da situação. Percebe, com um sorriso nos lábios, que suas emoções são compartilhadas. Compreende que está sendo convidado a participar de outra vida. Sente, com enorme alívio, que foi aceito, e que uma nova etapa tem início, mais intensa e mais profunda que anterior. Aquela chave abre mais do que uma porta. Abre um novo tempo.
        O momento de entregar a chave sempre foi para mim o momento de máximo otimismo.
        [...]
        Você tem certeza de que a outra pessoa ficará feliz e comovida, mas ao mesmo tempo teme, secretamente, ser recusado. Então vê nos olhos dela a alegria que havia antecipado e desejado. O rosto querido se abre num sorriso sem reservas, que você não ganharia se tivesse lhe dado uma joia ou uma aliança. (Uma não vale nada; para a outra ela não está pronta). Por isto ela esperava, e retribui com um olhar cheio de amor. Esse é um instante que viverá na sua alma para sempre. Nele, tudo parece perfeito. É como estar no início de um sonho em que nada pode dar errado. A gente se sente adulto e moderno, herdeiro dos melhores sonhos da adolescência, parte da espécie feliz dos adultos livres que são amados e correspondidos - os que acharam uma alma gêmea, aqueles que jamais estarão sozinhos.
        Se as chaves de despedida parecem a pior coisa do mundo, não são.
        [...]
        A gente sabe que essas coisas, às vezes, são efêmeras, mas é tão bonito. Pode ser que dentro de três meses ou três anos a chave inútil e esquecida seja encontrada no bolso de uma calça ou no fundo de uma bolsa. Ela já não abrirá porta alguma exceto a da memória, que poderá ser boa ou ruim. O mais provável é que o tato e a visão daquela ferramenta sem propósito provoquem um sorriso agridoce, grisalho de nostalgia. Essa chave do adeus não dói, ela constata e encerra.
        Nestes tempos de arrogante independência, em que a solidão virou estandarte exibido como prova de força, a doação de chaves ganhou uma solenidade inesperada. Com ela, homens e mulheres sinalizam a disposição de renunciar a um pedaço da sua sagrada liberdade pessoal. Sugerem ao outro que precisam dele e o desejam próximo. Cedem o seu terreno, correm o risco. É uma forma moderna e eloquente de dizer “eu te amo”. E, assim como a outra, dispensa “eu também”. Oferece a chave quem está pronto, aceita a chave quem a deseja, reciproca, oferecendo a sua, quem sente que é o caso, verdadeiramente. Nada mais triste que uma chave falsa. Ela parece abrir uma esperança, mas abre somente uma ilusão.
    Adaptado de http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/ivan-martins/noticia/2015/04/chave.html
    Em relação ao texto 3, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 0b1b395a-e4
  • 0B16C85D-E4

    Português

    Coesão e coerência
    Centro universitário FAG · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2


        Vivemos uma geração em que “tomar um porre” é sinônimo de status. Vi, durante os três últimos anos, amigos que eram totalmente contrários ao exagero etílico tornarem-se verdadeiros bebuns. Uma pena. Eles acreditam que a bebida é a desculpa para se tornarem quem eles não têm coragem de ser sóbrios. Ficam mais “alegres”, sentem-se poderosos, sem limites, porém se esquecem de metade das coisas que ocorreram na noite anterior. Pergunto-me qual seria o grande trunfo de viver dessa maneira.
        Será que a influência vem da mídia? Comerciais mostram que consumir cerveja atrai mulheres lindas e momentos agradáveis. Somos manipulados por propagandas? Em parte. De certa forma, a ideia daquela felicidade que nos é vendida gera a ansiedade de conquistá-la por meio da bebida.
         Mas todos nós sabemos que felicidade não se compra. A impressão que tenho é a de um hábito intrínseco à passagem para a maturidade, como se a bebida fosse um passaporte à vida adulta. [...] A responsabilidade é o que diferencia as fases da vida, e ser independente é muito mais do que comprar uma garrafa de vodka sem precisar mostrar a identidade.
        Cada vez mais novos, somos postos em um mundo de loucura e repressão. As algemas atadas são falsamente libertadas quando o álcool passa a atuar na mente. É tudo mera ilusão. Os problemas continuam, a vida permanece a mesma. A diferença é que, por algumas horas, você é que se aliena. Você é que perde a percepção da realidade. Você é que deixa de vivenciar o que existe de fato para fantasiar.
        Vale a pena? Embriaguez, alienação, ou sobriedade... Você pode viver da maneira que quiser, é só uma questão de escolha. No entanto, não se esqueça de que para cada escolha haverá uma consequência, uma renúncia e talvez o arrependimento.
    SHIMABUKURO, Márcia. Disponível em: <http://blogdofolhateen.folha.blog.uol.com.br>  Acesso em 15 fev. 2015 [Adaptado]
    No trecho “Mas todos nós sabemos que felicidade não se compra.”, o termo sublinhado pode ser substituído, sem alteração de sentido do texto, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 0b16c85d-e4