Questões do ENEM 2015

Questões aplicadas na prova de 2015, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

1.148 questões encontradas. Mostrando a página 18 de 58.

  • 03281D7D-DE

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Lima Barreto e a sua obra estão inseridos na chamada literatura pré-modernistas. Crítico da sociedade do seu tempo e dos descaminhos que o projeto republicano foi tomando no Brasil, Lima Barreto também abordou em sua obra outros temas como:

    1) o racismo e a herança da escravidão.
    2) a herança armorial na cultura brasileira.
    3) o nacionalismo xenofóbico.
    4) a defesa da nobreza agrária.
    5) a vida intelectual carioca.

    Estão corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão 03281d7d-de
  • 03252276-DE

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Autor de nove romances, Machado de Assis é considerado não apenas o ponto mais alto da prosa literária dos oitocentos brasileiro, mas também o autor de personagens que estão entre os mais conhecidos e marcantes da nossa literatura. Dentre os nomes abaixo, quais personagens foram frutos da criação de Machado de Assis?
    Escolha uma alternativa para a questão 03252276-de
  • 03211A54-DE

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Uma significativa produção do Romantismo brasileiro — seja na prosa, seja na poesia — se inscreve na chamada vertente indianista. De Gonçalves Dias, passando por José de Alencar, Visconde de Taunay e Machado de Assis, o indianismo esteve presente em várias obras dos oitocentos. Dentre outras fontes, o indianismo vai beber os seus fundamentos literários em qual princípio filosófico?
    Escolha uma alternativa para a questão 03211a54-de
  • 031CF1BF-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 2

    Imagem da questão de Português, da prova de 2015
    A compreensão do Texto 2 exige que:
    Escolha uma alternativa para a questão 031cf1bf-de
  • 0319598B-DE

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considerando as normas do português contemporâneo, quanto à concordância e a regência verbal, a alternativa que se conforma à norma-padrão é:
    Escolha uma alternativa para a questão 0319598b-de
  • 0314DD85-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
        TEXTO 1


    Português, a língua mais difícil do mundo? 

    Conta outra! . Alguns mitos resistentes rondam como mosquitos chatos a língua portuguesa falada no Brasil. Diante deles, argumentações fundadas em fatos e um mínimo de racionalidade são tão inúteis quanto tapas desferidos às cegas no escuro do quarto em pernilongos zumbidores. Os tapas acertam o vazio, os zumbidos continuam lá.

    A lenda de que se fala no estado do Maranhão o português mais “correto” do Brasil é uma dessas balelas aceitas por aí como verdades reveladas – e nem os tristíssimos índices educacionais maranhenses podem fazer nada contra isso. Tapas no vazio.

    Outra bobagem de grande prestígio é aquela que sustenta ser o português “a língua mais difícil do mundo”. Baseada, talvez, na dor de cabeça real que acomete estrangeiros confrontados com a arquitetura barroca de nossos verbos, a afirmação é categórica o bastante para dispensar a necessidade de uma prova.

    O sujeito erra o gênero da palavra alface e pronto, lá vem a desculpa universal: “Ah, também, como é difícil a porcaria dessa língua! Ah, se tivéssemos sido colonizados pelos holandeses!” Não, claro que isso não quer dizer que o queixoso saiba falar holandês. É justamente na imensa parcela monoglota da população que a crença na dificuldade insuperável da língua portuguesa encontra solo mais fértil.

    Não é uma conclusão a que se chegue depois de estudar judiciosamente latim, alemão, húngaro, russo e japonês. Ninguém precisa ter encarado um idioma em que se use declinação – vespeiro do qual a gramática portuguesa nos poupou – para sair deplorando em altos brados o desafio invencível da crase. Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers.

    Temo, porém, que suas raízes sejam mais profundas. Percebe-se aí uma mistura tóxica de autocomplacência, autodepreciação, ufanismo, fuga da realidade e desculpa esfarrapada que pode ser ainda mais difícil de derrotar do que nosso vicejante semianalfabetismo.

    http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/cronica/portugues-a-lingua-mais-dificil-do-mundo-conta-outra/ 
    Ainda em consideração ao sentido de algumas palavras do Texto 1, assinale a alternativa em que o sentido de palavras ou expressões grifadas está indicado corretamente.
    Escolha uma alternativa para a questão 0314dd85-de
  • 03114D92-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
        TEXTO 1


    Português, a língua mais difícil do mundo? 

    Conta outra! . Alguns mitos resistentes rondam como mosquitos chatos a língua portuguesa falada no Brasil. Diante deles, argumentações fundadas em fatos e um mínimo de racionalidade são tão inúteis quanto tapas desferidos às cegas no escuro do quarto em pernilongos zumbidores. Os tapas acertam o vazio, os zumbidos continuam lá.

    A lenda de que se fala no estado do Maranhão o português mais “correto” do Brasil é uma dessas balelas aceitas por aí como verdades reveladas – e nem os tristíssimos índices educacionais maranhenses podem fazer nada contra isso. Tapas no vazio.

    Outra bobagem de grande prestígio é aquela que sustenta ser o português “a língua mais difícil do mundo”. Baseada, talvez, na dor de cabeça real que acomete estrangeiros confrontados com a arquitetura barroca de nossos verbos, a afirmação é categórica o bastante para dispensar a necessidade de uma prova.

    O sujeito erra o gênero da palavra alface e pronto, lá vem a desculpa universal: “Ah, também, como é difícil a porcaria dessa língua! Ah, se tivéssemos sido colonizados pelos holandeses!” Não, claro que isso não quer dizer que o queixoso saiba falar holandês. É justamente na imensa parcela monoglota da população que a crença na dificuldade insuperável da língua portuguesa encontra solo mais fértil.

    Não é uma conclusão a que se chegue depois de estudar judiciosamente latim, alemão, húngaro, russo e japonês. Ninguém precisa ter encarado um idioma em que se use declinação – vespeiro do qual a gramática portuguesa nos poupou – para sair deplorando em altos brados o desafio invencível da crase. Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers.

    Temo, porém, que suas raízes sejam mais profundas. Percebe-se aí uma mistura tóxica de autocomplacência, autodepreciação, ufanismo, fuga da realidade e desculpa esfarrapada que pode ser ainda mais difícil de derrotar do que nosso vicejante semianalfabetismo.

    http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/cronica/portugues-a-lingua-mais-dificil-do-mundo-conta-outra/ 
    Uma análise do vocabulário em uso no Texto 1 revela que foi frequente o recurso a analogias e comparações, como em: a “falência educacional brasileira” é como um “cupim que rói”; “o “semianalfabetismo” brasileiro é como uma planta “vicejante”; medidas improdutivas são como “tapas no vazio”; “autocomplacência, autodepreciação, ufanismo” é uma “mistura tóxica”; um “idioma que usa declinações” é um “vespeiro”. Na verdade, o recurso a essas analogias:

    1) torna as ideias mais próximas das realidades concretas e, assim, mais facilmente perceptíveis.
    2) aproxima o texto dos padrões próprios da oralidade menos formal.
    3) deixa o texto mais interativo, mais interessante e mais capaz de provocar a adesão do leitor.
    4) fere as especificidades de um comentário jornalístico, pois remete para a informalidade.
    5) é estranho, pois as metáforas devem se restringir à poesia e a outras produções literárias.

    Estão corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão 03114d92-de
  • 030DBF14-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
        TEXTO 1


    Português, a língua mais difícil do mundo? 

    Conta outra! . Alguns mitos resistentes rondam como mosquitos chatos a língua portuguesa falada no Brasil. Diante deles, argumentações fundadas em fatos e um mínimo de racionalidade são tão inúteis quanto tapas desferidos às cegas no escuro do quarto em pernilongos zumbidores. Os tapas acertam o vazio, os zumbidos continuam lá.

    A lenda de que se fala no estado do Maranhão o português mais “correto” do Brasil é uma dessas balelas aceitas por aí como verdades reveladas – e nem os tristíssimos índices educacionais maranhenses podem fazer nada contra isso. Tapas no vazio.

    Outra bobagem de grande prestígio é aquela que sustenta ser o português “a língua mais difícil do mundo”. Baseada, talvez, na dor de cabeça real que acomete estrangeiros confrontados com a arquitetura barroca de nossos verbos, a afirmação é categórica o bastante para dispensar a necessidade de uma prova.

    O sujeito erra o gênero da palavra alface e pronto, lá vem a desculpa universal: “Ah, também, como é difícil a porcaria dessa língua! Ah, se tivéssemos sido colonizados pelos holandeses!” Não, claro que isso não quer dizer que o queixoso saiba falar holandês. É justamente na imensa parcela monoglota da população que a crença na dificuldade insuperável da língua portuguesa encontra solo mais fértil.

    Não é uma conclusão a que se chegue depois de estudar judiciosamente latim, alemão, húngaro, russo e japonês. Ninguém precisa ter encarado um idioma em que se use declinação – vespeiro do qual a gramática portuguesa nos poupou – para sair deplorando em altos brados o desafio invencível da crase. Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers.

    Temo, porém, que suas raízes sejam mais profundas. Percebe-se aí uma mistura tóxica de autocomplacência, autodepreciação, ufanismo, fuga da realidade e desculpa esfarrapada que pode ser ainda mais difícil de derrotar do que nosso vicejante semianalfabetismo.

    http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/cronica/portugues-a-lingua-mais-dificil-do-mundo-conta-outra/ 
    Observe o seguinte trecho: “Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers”. Nesse trecho, o foco da observação principal cai sobre:
    Escolha uma alternativa para a questão 030dbf14-de
  • 030A2751-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
        TEXTO 1


    Português, a língua mais difícil do mundo? 

    Conta outra! . Alguns mitos resistentes rondam como mosquitos chatos a língua portuguesa falada no Brasil. Diante deles, argumentações fundadas em fatos e um mínimo de racionalidade são tão inúteis quanto tapas desferidos às cegas no escuro do quarto em pernilongos zumbidores. Os tapas acertam o vazio, os zumbidos continuam lá.

    A lenda de que se fala no estado do Maranhão o português mais “correto” do Brasil é uma dessas balelas aceitas por aí como verdades reveladas – e nem os tristíssimos índices educacionais maranhenses podem fazer nada contra isso. Tapas no vazio.

    Outra bobagem de grande prestígio é aquela que sustenta ser o português “a língua mais difícil do mundo”. Baseada, talvez, na dor de cabeça real que acomete estrangeiros confrontados com a arquitetura barroca de nossos verbos, a afirmação é categórica o bastante para dispensar a necessidade de uma prova.

    O sujeito erra o gênero da palavra alface e pronto, lá vem a desculpa universal: “Ah, também, como é difícil a porcaria dessa língua! Ah, se tivéssemos sido colonizados pelos holandeses!” Não, claro que isso não quer dizer que o queixoso saiba falar holandês. É justamente na imensa parcela monoglota da população que a crença na dificuldade insuperável da língua portuguesa encontra solo mais fértil.

    Não é uma conclusão a que se chegue depois de estudar judiciosamente latim, alemão, húngaro, russo e japonês. Ninguém precisa ter encarado um idioma em que se use declinação – vespeiro do qual a gramática portuguesa nos poupou – para sair deplorando em altos brados o desafio invencível da crase. Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers.

    Temo, porém, que suas raízes sejam mais profundas. Percebe-se aí uma mistura tóxica de autocomplacência, autodepreciação, ufanismo, fuga da realidade e desculpa esfarrapada que pode ser ainda mais difícil de derrotar do que nosso vicejante semianalfabetismo.

    http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/cronica/portugues-a-lingua-mais-dificil-do-mundo-conta-outra/ 
    Na verdade, o autor do Texto 1:
    Escolha uma alternativa para a questão 030a2751-de
  • 030609F4-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
        TEXTO 1


    Português, a língua mais difícil do mundo? 

    Conta outra! . Alguns mitos resistentes rondam como mosquitos chatos a língua portuguesa falada no Brasil. Diante deles, argumentações fundadas em fatos e um mínimo de racionalidade são tão inúteis quanto tapas desferidos às cegas no escuro do quarto em pernilongos zumbidores. Os tapas acertam o vazio, os zumbidos continuam lá.

    A lenda de que se fala no estado do Maranhão o português mais “correto” do Brasil é uma dessas balelas aceitas por aí como verdades reveladas – e nem os tristíssimos índices educacionais maranhenses podem fazer nada contra isso. Tapas no vazio.

    Outra bobagem de grande prestígio é aquela que sustenta ser o português “a língua mais difícil do mundo”. Baseada, talvez, na dor de cabeça real que acomete estrangeiros confrontados com a arquitetura barroca de nossos verbos, a afirmação é categórica o bastante para dispensar a necessidade de uma prova.

    O sujeito erra o gênero da palavra alface e pronto, lá vem a desculpa universal: “Ah, também, como é difícil a porcaria dessa língua! Ah, se tivéssemos sido colonizados pelos holandeses!” Não, claro que isso não quer dizer que o queixoso saiba falar holandês. É justamente na imensa parcela monoglota da população que a crença na dificuldade insuperável da língua portuguesa encontra solo mais fértil.

    Não é uma conclusão a que se chegue depois de estudar judiciosamente latim, alemão, húngaro, russo e japonês. Ninguém precisa ter encarado um idioma em que se use declinação – vespeiro do qual a gramática portuguesa nos poupou – para sair deplorando em altos brados o desafio invencível da crase. Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers.

    Temo, porém, que suas raízes sejam mais profundas. Percebe-se aí uma mistura tóxica de autocomplacência, autodepreciação, ufanismo, fuga da realidade e desculpa esfarrapada que pode ser ainda mais difícil de derrotar do que nosso vicejante semianalfabetismo.

    http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/cronica/portugues-a-lingua-mais-dificil-do-mundo-conta-outra/ 
    O Texto 1, em suas ideias centrais, pretende argumentar a favor:
    Escolha uma alternativa para a questão 030609f4-de
  • B246BA21-DD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    GLOBALISATION, HUMANISM, MODERNITY: IN SEARCH OF EQUILIBRIUM
    Monica Grigorescu*
    Our time has proved to be amazingly effective in gropingly building up a civilization which it has proved amazingly inept at putting in order. (André Maliaux)

        After so many crises which have followed each other in as many areas, we ought to admit that industrial and technological civilization is creating as many problems as it is capable of resolving. The myth of progress, one of the founding myths of our civilization, also appears to have collapsed as a myth. The development of modern society, spectacular as it is from an economist’s angle of vision, has not been able to society; stop a slide into human and moral underdevelopment. A deterioration of quality in relation to quantity makes only those things that can be actually measured appear to be real; unfortunately, things like poetry, suffering, or love are hardly quantifiable.

        Towards the end of his eventful life, Jean Monnet, a remarkable figure of the twentieth century, reasoned that, had he been able to start all over again, he would have begun with culture. A founding father of what was later to become the European Union, he expressed that belated belief in the pre-eminent role of culture as a part of greater civilization after he had tried for several decades to build a prosperous Europe in economic terms in the aftermath of a devastating war.

    *Director of the House of Latin America of the Ministry of Foreign Affair of Romania.
    Revista Direito Mackenzie
    Na sentença, “…he expressed that belated belief in the pre-eminent role of culture…” a palavra grifada pode ser substituída por
    Escolha uma alternativa para a questão b246ba21-dd
  • B2426B9E-DD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    GLOBALISATION, HUMANISM, MODERNITY: IN SEARCH OF EQUILIBRIUM
    Monica Grigorescu*
    Our time has proved to be amazingly effective in gropingly building up a civilization which it has proved amazingly inept at putting in order. (André Maliaux)

        After so many crises which have followed each other in as many areas, we ought to admit that industrial and technological civilization is creating as many problems as it is capable of resolving. The myth of progress, one of the founding myths of our civilization, also appears to have collapsed as a myth. The development of modern society, spectacular as it is from an economist’s angle of vision, has not been able to society; stop a slide into human and moral underdevelopment. A deterioration of quality in relation to quantity makes only those things that can be actually measured appear to be real; unfortunately, things like poetry, suffering, or love are hardly quantifiable.

        Towards the end of his eventful life, Jean Monnet, a remarkable figure of the twentieth century, reasoned that, had he been able to start all over again, he would have begun with culture. A founding father of what was later to become the European Union, he expressed that belated belief in the pre-eminent role of culture as a part of greater civilization after he had tried for several decades to build a prosperous Europe in economic terms in the aftermath of a devastating war.

    *Director of the House of Latin America of the Ministry of Foreign Affair of Romania.
    Revista Direito Mackenzie
    A alternativa que melhor expressa a idéia da frase “had he been able to start all over again, he would have begun with culture” é:
    Escolha uma alternativa para a questão b2426b9e-dd
  • B23E503F-DD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2015Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    GLOBALISATION, HUMANISM, MODERNITY: IN SEARCH OF EQUILIBRIUM
    Monica Grigorescu*
    Our time has proved to be amazingly effective in gropingly building up a civilization which it has proved amazingly inept at putting in order. (André Maliaux)

        After so many crises which have followed each other in as many areas, we ought to admit that industrial and technological civilization is creating as many problems as it is capable of resolving. The myth of progress, one of the founding myths of our civilization, also appears to have collapsed as a myth. The development of modern society, spectacular as it is from an economist’s angle of vision, has not been able to society; stop a slide into human and moral underdevelopment. A deterioration of quality in relation to quantity makes only those things that can be actually measured appear to be real; unfortunately, things like poetry, suffering, or love are hardly quantifiable.

        Towards the end of his eventful life, Jean Monnet, a remarkable figure of the twentieth century, reasoned that, had he been able to start all over again, he would have begun with culture. A founding father of what was later to become the European Union, he expressed that belated belief in the pre-eminent role of culture as a part of greater civilization after he had tried for several decades to build a prosperous Europe in economic terms in the aftermath of a devastating war.

    *Director of the House of Latin America of the Ministry of Foreign Affair of Romania.
    Revista Direito Mackenzie
    I. Jean Monnet founded the European Union at the end of his life.
    II. Today technology isn’t as beneficial as it used to be.
    III. Poetry and love have been disregarded lately.
    IV. Quantity isn’t as relevant as quality nowadays.
    V. Progress has also been threatened by the world crisis.

    De acordo com as afirmações a respeito do texto acima, podemos dizer que
    Escolha uma alternativa para a questão b23e503f-dd
  • B23A7A83-DD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2015

    SIESTA TIME
        Finally, vindication for power nappers. Far from being lazy louts, siesta-takers are actually doing their bit for the firm. According to Sara Mednick and her colleagues at Harvard, just 60 minutes of shut-eye in the middle of the day can make you perform like the fresh daisy you were first thing in the morning. But it has to be bona fide sleep; a mere rest, they found, has no effect.
        Dr. Mednick, whose results have just been published in Nature Neuroscience, wanted to know what effect power napping would have on people’s visual perception. She asked 30 student volunteers to come into her laboratory. Four times on the same day, at 9am, noon, 4pm and 7pm, they were required to stare at a computer screen for an hour. Their task was to pick out a vertical or horizontal bar from a striped background - an established test of visual perceptiveness. The more quickly they picked out the bar, the more acute their perception.
        All the volunteers had slept well in the days before the test, and had been warned off alcohol. During the test day, nicotine addicts were allowed to indulge their habits, but everyone had to remain uncaffeinated. Despite this cosseting, the performance of the ten volunteers who went straight through the day without a nap deteriorated rapidly. Their best scores were first thing in the morning, and it was downhill from there on. By the last session, they were taking 52% longer, on average, to identify the orientation of the bar than they had in the first.
    The Economist
    A alternativa que melhor expressa a idéia da frase All the volunteers had slept well in the days before the test, and had been warned off alcohol é:
    Escolha uma alternativa para a questão b23a7a83-dd
  • B2373FD6-DD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2015

    SIESTA TIME
        Finally, vindication for power nappers. Far from being lazy louts, siesta-takers are actually doing their bit for the firm. According to Sara Mednick and her colleagues at Harvard, just 60 minutes of shut-eye in the middle of the day can make you perform like the fresh daisy you were first thing in the morning. But it has to be bona fide sleep; a mere rest, they found, has no effect.
        Dr. Mednick, whose results have just been published in Nature Neuroscience, wanted to know what effect power napping would have on people’s visual perception. She asked 30 student volunteers to come into her laboratory. Four times on the same day, at 9am, noon, 4pm and 7pm, they were required to stare at a computer screen for an hour. Their task was to pick out a vertical or horizontal bar from a striped background - an established test of visual perceptiveness. The more quickly they picked out the bar, the more acute their perception.
        All the volunteers had slept well in the days before the test, and had been warned off alcohol. During the test day, nicotine addicts were allowed to indulge their habits, but everyone had to remain uncaffeinated. Despite this cosseting, the performance of the ten volunteers who went straight through the day without a nap deteriorated rapidly. Their best scores were first thing in the morning, and it was downhill from there on. By the last session, they were taking 52% longer, on average, to identify the orientation of the bar than they had in the first.
    The Economist
    According to the text, the wrong alternative is
    Escolha uma alternativa para a questão b2373fd6-dd
  • B2326A93-DD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2015

    SIESTA TIME
        Finally, vindication for power nappers. Far from being lazy louts, siesta-takers are actually doing their bit for the firm. According to Sara Mednick and her colleagues at Harvard, just 60 minutes of shut-eye in the middle of the day can make you perform like the fresh daisy you were first thing in the morning. But it has to be bona fide sleep; a mere rest, they found, has no effect.
        Dr. Mednick, whose results have just been published in Nature Neuroscience, wanted to know what effect power napping would have on people’s visual perception. She asked 30 student volunteers to come into her laboratory. Four times on the same day, at 9am, noon, 4pm and 7pm, they were required to stare at a computer screen for an hour. Their task was to pick out a vertical or horizontal bar from a striped background - an established test of visual perceptiveness. The more quickly they picked out the bar, the more acute their perception.
        All the volunteers had slept well in the days before the test, and had been warned off alcohol. During the test day, nicotine addicts were allowed to indulge their habits, but everyone had to remain uncaffeinated. Despite this cosseting, the performance of the ten volunteers who went straight through the day without a nap deteriorated rapidly. Their best scores were first thing in the morning, and it was downhill from there on. By the last session, they were taking 52% longer, on average, to identify the orientation of the bar than they had in the first.
    The Economist
    “Bona Fide” in the text is the same as
    Escolha uma alternativa para a questão b2326a93-dd
  • B22E214D-DD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2015

    SIESTA TIME
        Finally, vindication for power nappers. Far from being lazy louts, siesta-takers are actually doing their bit for the firm. According to Sara Mednick and her colleagues at Harvard, just 60 minutes of shut-eye in the middle of the day can make you perform like the fresh daisy you were first thing in the morning. But it has to be bona fide sleep; a mere rest, they found, has no effect.
        Dr. Mednick, whose results have just been published in Nature Neuroscience, wanted to know what effect power napping would have on people’s visual perception. She asked 30 student volunteers to come into her laboratory. Four times on the same day, at 9am, noon, 4pm and 7pm, they were required to stare at a computer screen for an hour. Their task was to pick out a vertical or horizontal bar from a striped background - an established test of visual perceptiveness. The more quickly they picked out the bar, the more acute their perception.
        All the volunteers had slept well in the days before the test, and had been warned off alcohol. During the test day, nicotine addicts were allowed to indulge their habits, but everyone had to remain uncaffeinated. Despite this cosseting, the performance of the ten volunteers who went straight through the day without a nap deteriorated rapidly. Their best scores were first thing in the morning, and it was downhill from there on. By the last session, they were taking 52% longer, on average, to identify the orientation of the bar than they had in the first.
    The Economist
    Researchers have found out that
    Escolha uma alternativa para a questão b22e214d-dd
  • B229A51F-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2015
    Imagem da questão de Português, da prova de 2015
    Monteiro Lobato, “Urupês”.

    Vocabulário:
    boré (linha 15): trombeta de bambu usada pelos índios.
    inambu (linha 16): ave desprovida completamente ou quase completamente de cauda.
    ocara (linha 14): choupana de índios do Brasil.
    sorna (linha 29): indolente, inerte.
    trochada (linha 15): cano de espingarda que foi torcido para tornar-se reforçado.
    Assinale a alternativa que não pode ser relacionada a Monteiro Lobato e sua obra:
    Escolha uma alternativa para a questão b229a51f-dd
  • B22657A9-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2015
    Imagem da questão de Português, da prova de 2015
    Monteiro Lobato, “Urupês”.

    Vocabulário:
    boré (linha 15): trombeta de bambu usada pelos índios.
    inambu (linha 16): ave desprovida completamente ou quase completamente de cauda.
    ocara (linha 14): choupana de índios do Brasil.
    sorna (linha 29): indolente, inerte.
    trochada (linha 15): cano de espingarda que foi torcido para tornar-se reforçado.
    Sobre o trecho Feia e sorna, nada a põe de pé. (linhas 28-29), é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão b22657a9-dd
  • B2222757-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2015
    Imagem da questão de Português, da prova de 2015
    Monteiro Lobato, “Urupês”.

    Vocabulário:
    boré (linha 15): trombeta de bambu usada pelos índios.
    inambu (linha 16): ave desprovida completamente ou quase completamente de cauda.
    ocara (linha 14): choupana de índios do Brasil.
    sorna (linha 29): indolente, inerte.
    trochada (linha 15): cano de espingarda que foi torcido para tornar-se reforçado.
    Tendo como base o recorte do conto “Urupês”, pode-se afirmar que é condizente com a personagem criada por Monteiro Lobato APENAS o fragmento a seguir:
    Escolha uma alternativa para a questão b2222757-dd