Questões do ENEM 2015

Questões aplicadas na prova de 2015, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

479 questões encontradas. Mostrando a página 20 de 24.

  • C199A1AC-9A

    Matemática

    Geometria Plana
    PUC-GO · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 5

          NA VIRADA DO SÉCULO, o biólogo Roosmarc conheceu o ápice da fama ao descobrir um novo gênero de primata: o sagui-anão-de-coroa-preta. Foi considerado pela revista Time o grande herói do planeta. Entre os mais de 500 primatas no mundo, Roosmarc descobrira o Callibella humilis, o macaquinho mais saltitante e alegre, anãozinho, com aquela coroa preta. Enquanto outros primatólogos matavam os animais para descrevê-los, dissecando-os em laboratórios, longe da Amazônia, ele criava macacos em sua casa. Esperava que morressem de forma natural e, aí sim, dissecava-os.

          O sagui-anão-de-coroa-preta foi a sensação mundial. Então, ele viveu o ápice da glória. As publicações científicas não se cansaram de elogiá-lo. Quase todos os dias, jornais e revistas estampavam: “Protetor dos animais”, “O bandeirantes da Amazônia”, “O último primatólogo”. De Manaus para o mundo. Os ribeirinhos o saudavam; os políticos o pajeavam; os estudantes de biologia o veneravam. Sim, Roosmarc era visto e considerado como herói do planeta.

          Vida simples, com suas vestes quase sempre largas cobrindo o corpo magro e alto, enfiado semanas na floresta, nunca quisera dinheiro, jamais almejara fortuna. O verdadeiro cientista, dizia, quer, antes de tudo, reconhecimento. Não havia prêmio maior do que isso. Sequer gastava o que ganhava. Aprendera com os bichos que, na vida, não se precisa de muitas coisas...

          Nascera no sul da Holanda e, aos 17 anos, mudou-se para Amsterdã. Queria estudar biologia. Nos fins do ano 60, a cidade fervilhava, era a capital da contestação. John Lennon e Yoko Ono haviam escolhido a cidade para protestar contra a Guerra do Vietnã. Os rebeldes desfilavam pelas ruas, enquanto John Lennon e Yoko Ono incitavam a quebra de valores deitados uma semana num hotel da cidade, consumindo droga e criando suas canções. O gosto pela contracultura crescia, agigantava-se. Rebelde, Roosmarc desfilava pelas ruas, gritando pela paz, também queimando maconha e outras ervas.

          Mas foi, nesta época, que ele se interessou pelos primatas. Depois que terminou a universidade, fez amizade com uma estudante, que também saboreava a contracultura, o desprezo a normas e procedimentos, e com ela, vivendo um romance apaixonado, deu volta ao mundo, como se fosse o famigerado navegante português Vasco da Gama. Estudante de artes plásticas, Marie tinha sede por aventuras: o novo lhe apetecia; o velho não era mais do que um mundo cinzento. A Europa, com seus prédios cinzentos e frios, uma população resignada, não lhe apetecia. Queria quebrar barreiras, outras fronteiras. Não queria apodrecer naquelas cidadezinhas holandesas, onde as mulheres envelheciam rapidamente e só cuidavam de casa. Não queria se transformar num símbolo de cama, fogão e igreja. Menosprezava o título “rainha do lar”, que os pastores tanto veneravam entre a população fiel. Tinha horror ao ver sua mãe de lenço na cabeça e avental cobrindo a gordura da barriga. Se ficasse numa daquelas cidadezinhas, em poucos anos estaria como a mãe – brigava constantemente com o seu pai, saía de casa aos domingos para assistir a mesmice do partor Simeão, e que, rapidamente, voltava para casa para preparar o almoço para os filhos. Que destino! A liberdade a chamava. Não era o que dizia a canção de John Lennon? Ao conhecer Roosmarc, o desejo por aventuras avivou como brasa viva. Quando convidada para segui-lo, e ela queria produzir desenhos e aquarelas jamais vistas no mundo, não titubeou, como se a oportunidade fosse um cavalo encilhado. E cavalo encilhado passa por nós somente uma vez ...

                         (GONÇALVES, David. Sangue verde. Joinville: Sucesso Pocket, 2014. p. 200-201.Adaptado.)

    O Texto 5 é fragmento do romance Sangue verde, de David Gonçalves, que tematiza a ocupação agrícola da Amazônia. Sobre esse tema, leia o texto a seguir:

          Desde 1988, o Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe) tem realizado um trabalho de monitoramento na Floresta Amazônica, que revela estimativas, em km2 , da área devastada nessa região. Entre 1994 e 1995, o número constatado foi de 29.059 km2 , o maior até hoje. E o levantamento efetuado entre 2003 e 2004 mostrou a segunda maior taxa até então: a área desmatada atingiu 26.130 km2 . [...] E, infelizmente, existem dados ainda mais assustadores: segundo cálculos do Inpe, até uma estimativa ainda dos tempos da ministra do Meio Ambiente Marina Silva, já haviam sido desmatados cerca de 680 mil km2 da Amazônia (18% do total da área da floresta). Os estados que continuavam tendo um crescimento considerável nesse índice eram Mato Grosso e Rondônia. A ministra citou como principal causa do desmatamento o crescimento econômico. Nesses dois estados, que sobrevivem principalmente da agricultura, a ministra lembrou da expansão do setor agrícola — especialmente da produção de soja —, que teria sido o grande responsável pela alta taxa.

     (Disponível em: http://www.educacional.com.br/reportagens/desmatamento/. Retirado em fev. 2015. Adaptado.)

    Comparando-se os dados do desmatamento entre 1994 e 1995 com os dados entre 2003 e 2004 é correto afirmar que (marque a resposta correta):


    Escolha uma alternativa para a questão c199a1ac-9a
  • C155F18E-9A

    Matemática

    Progressão Geométrica - PG
    PUC-GO · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 3

                                  A dor do mundo

          Eu não queria sair do meu brinquedo. Eu escrevia versos na areia na clara areia sob a paineira frondosa ou pensava mundos com a mão enquanto mexia com a terra. Eram formas de nada que acabavam compondo seres estranhos, animais de outro mundo, fantasmas, tudo o que a areia podia fornecer às minhas mãos de oito anos. Mas mãos de oito anos já suportam a alça de um balde com água, ou um feixe de gravetos para ajudar a fazer fogo no fogão a lenha. Mãos de oito anos já podem fazer coisas concretas, como tirar água da cisterna se o balde não for muito grande. Elas não servem apenas para criar mundos com terra molhada ou escrever poemas na areia seca. Não se pode dizer que é feio ser pobre, mas não há como negar que a pobreza dói. E essa dor sentida pelo adulto é intuída pela criança das mais variadas formas. Todas elas repousam na intrincada natureza do não. Era tão simples o meu modo de brincar. Do que vivenciei na infância, ficaram os mais puros fios de tristeza. As alegrias ficaram nas intenções de ser. As mais puras veias de dor. As sensações de não compreensão por estar ali, fazendo o quê? O que fazia ali, um menino com dor de ter de ficar ali, no canto do mundo, mirando e mirando as coisas em si? Todas elas ali, do mesmo jeito do monte de lenha, ou das galinhas no terreiro que aprendi desde cedo a entender sua forma enigmática de olhar o mundo. Elas olhavam ao ar como se vissem algo que pudesse anunciar um estranhamento qualquer com que se devesse ter cuidado. O universo das galinhas é uma espécie de síntese crucial da humanidade. Uma de minhas obrigações era colher os ovos nos ninhos esparramados pelo quintal. Eu gostava e não gostava de fazer esse trabalho. De procurar eu gostava. Os ninhos ficavam bem escondidos e arquitetonicamente perfeitos. Eram construídos em espaços difíceis. Ao construírem seus ninhos, as galinhas optam pelo difícil, como os bons poetas. Suas escolhas se apresentam desde a topologia do lugar onde constroem até o detalhamento, a perfeição na elaboração do ninho. Havia ninhos que ficavam suspensos em filetes secos, ramos complexos, espaços abertos. Havia ninhos que ficavam suspensos e presos por poucos ramos. Mas ficavam muito bem protegidos. Encontrá-los era uma emoção, era uma quase de felicidade. Sempre era nova a sensação. Se acontecesse da galinha estar no ninho, eu me afastava rapidamente e da maneira mais delicada possível. Ela poderia se assustar e aquele era um momento mágico. Eu só me aproximava do ninho, na ausência da galinha. Daí, ao ver aquilo, como se fosse a primeira vez que eu via um ninho e ainda mais precioso, como se fosse a primeira vez que eu visse um ninho de galinha com ovos, então eu ficava a contemplar por um tempo, sem saber o que fazer a não ser olhar pro ninho e olhar pros ovos e olhar pro ninho com ovos e ficar olhando. A forma de composição era tão perfeita e tão bonita que minhas mãos não conseguiam tocar os ovos. Era a profunda sensação do proibido que me invadia. Na verdade, era uma espécie de crime o que a gente cometia. Imaginemos como a galinha se sentia ao ver o seu belo ninho quase completamente esvaziado. Eu deixava só um, o endez, para ela não abandonar o ninho. Era bom, por outro lado, encher de ovos o cestinho de vime e ir correndo mostrar pra minha mãe o meu grande feito. Algumas vezes, e isso era raro, surgia entre os ovos, uns dois ou três azuis. Era muito bonito e a gente mostrava pra todo o mundo. Esse universo de aves e ninhos é muito rico e muito próximo do processo de composição artístico. Guimarães Rosa mostrou isso de forma maravilhosa na sua narrativa Uns inhos engenheiros, criando uma analogia entre o processo de criação do ninho do pássaro e o poema lírico. Para mim, a relação era totalmente lúdica.

                                           (GONÇALVES, Aguinaldo. Das estampas. São Paulo: Nankin, 2013. p. 64-65.)

    Duas pererecas estão no fundo de uma cisterna e iniciam, juntas, a tentativa de sair de lá, saltando, verticalmente, pelas paredes. Depois de uma hora de saltos, uma delas consegue subir quatro metros, ao passo que a outra sobe apenas um metro. Mas, a cada hora, a primeira consegue subir apenas a metade do que subira na hora anterior, e a segunda consegue dobrar a distância percorrida rumo à borda da cisterna. Considerando-se que elas saltem sempre no mesmo instante, em quantas horas as duas terão atingido a mesma altura?
    Escolha uma alternativa para a questão c155f18e-9a
  • C140F9B5-9A

    Matemática

    Cone
    PUC-GO · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 3

                                  A dor do mundo

          Eu não queria sair do meu brinquedo. Eu escrevia versos na areia na clara areia sob a paineira frondosa ou pensava mundos com a mão enquanto mexia com a terra. Eram formas de nada que acabavam compondo seres estranhos, animais de outro mundo, fantasmas, tudo o que a areia podia fornecer às minhas mãos de oito anos. Mas mãos de oito anos já suportam a alça de um balde com água, ou um feixe de gravetos para ajudar a fazer fogo no fogão a lenha. Mãos de oito anos já podem fazer coisas concretas, como tirar água da cisterna se o balde não for muito grande. Elas não servem apenas para criar mundos com terra molhada ou escrever poemas na areia seca. Não se pode dizer que é feio ser pobre, mas não há como negar que a pobreza dói. E essa dor sentida pelo adulto é intuída pela criança das mais variadas formas. Todas elas repousam na intrincada natureza do não. Era tão simples o meu modo de brincar. Do que vivenciei na infância, ficaram os mais puros fios de tristeza. As alegrias ficaram nas intenções de ser. As mais puras veias de dor. As sensações de não compreensão por estar ali, fazendo o quê? O que fazia ali, um menino com dor de ter de ficar ali, no canto do mundo, mirando e mirando as coisas em si? Todas elas ali, do mesmo jeito do monte de lenha, ou das galinhas no terreiro que aprendi desde cedo a entender sua forma enigmática de olhar o mundo. Elas olhavam ao ar como se vissem algo que pudesse anunciar um estranhamento qualquer com que se devesse ter cuidado. O universo das galinhas é uma espécie de síntese crucial da humanidade. Uma de minhas obrigações era colher os ovos nos ninhos esparramados pelo quintal. Eu gostava e não gostava de fazer esse trabalho. De procurar eu gostava. Os ninhos ficavam bem escondidos e arquitetonicamente perfeitos. Eram construídos em espaços difíceis. Ao construírem seus ninhos, as galinhas optam pelo difícil, como os bons poetas. Suas escolhas se apresentam desde a topologia do lugar onde constroem até o detalhamento, a perfeição na elaboração do ninho. Havia ninhos que ficavam suspensos em filetes secos, ramos complexos, espaços abertos. Havia ninhos que ficavam suspensos e presos por poucos ramos. Mas ficavam muito bem protegidos. Encontrá-los era uma emoção, era uma quase de felicidade. Sempre era nova a sensação. Se acontecesse da galinha estar no ninho, eu me afastava rapidamente e da maneira mais delicada possível. Ela poderia se assustar e aquele era um momento mágico. Eu só me aproximava do ninho, na ausência da galinha. Daí, ao ver aquilo, como se fosse a primeira vez que eu via um ninho e ainda mais precioso, como se fosse a primeira vez que eu visse um ninho de galinha com ovos, então eu ficava a contemplar por um tempo, sem saber o que fazer a não ser olhar pro ninho e olhar pros ovos e olhar pro ninho com ovos e ficar olhando. A forma de composição era tão perfeita e tão bonita que minhas mãos não conseguiam tocar os ovos. Era a profunda sensação do proibido que me invadia. Na verdade, era uma espécie de crime o que a gente cometia. Imaginemos como a galinha se sentia ao ver o seu belo ninho quase completamente esvaziado. Eu deixava só um, o endez, para ela não abandonar o ninho. Era bom, por outro lado, encher de ovos o cestinho de vime e ir correndo mostrar pra minha mãe o meu grande feito. Algumas vezes, e isso era raro, surgia entre os ovos, uns dois ou três azuis. Era muito bonito e a gente mostrava pra todo o mundo. Esse universo de aves e ninhos é muito rico e muito próximo do processo de composição artístico. Guimarães Rosa mostrou isso de forma maravilhosa na sua narrativa Uns inhos engenheiros, criando uma analogia entre o processo de criação do ninho do pássaro e o poema lírico. Para mim, a relação era totalmente lúdica.

                                           (GONÇALVES, Aguinaldo. Das estampas. São Paulo: Nankin, 2013. p. 64-65.)

    Um reservatório em forma de cilindro com raio de 1 metro e altura de 2 metros precisa ser preenchido com a água de uma cisterna. Usando-se um balde em forma de tronco de cone circular reto com raios de 40 centímetros e 20 centímetros, e altura de 30 centímetros, essa tarefa seria realizada com (marque a alternativa correta):
    Escolha uma alternativa para a questão c140f9b5-9a
  • C0F80EF0-9A

    Matemática

    Geometria Espacial
    PUC-GO · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 1

                                         O mundo do menino impossível

    Fim de tarde, boquinha da noite

    com as primeiras estrelas e os derradeiros sinos.

    Entre as estrelas e lá detrás da igreja,

    surge a lua cheia

    para chorar com os poetas.

    E vão dormir as duas coisas novas desse mundo:

    o sol e os meninos.

    Mas ainda vela

    o menino impossível,

    aí do lado,

    enquanto todas as crianças mansas

    dormem

               acalentadas

    por Mãe-negra da Noite.

    O menino impossível

    que destruiu

    os brinquedos perfeitos

    que os vovós lhe deram:

    o urso de Nurnberg,

    o velho barbado jugoslavo,

    as poupées de Paris aux

    cheveux crêpés,

    o carrinho português

    feito de folha de flandres a

    caixa de música checoslovaca,

    o polichinelo italiano

    made in England,

    o trem de ferro de U. S. A.

    e o macaco brasileiro

    de Buenos Aires,

    moviendo la cola y la cabeza.

     O menino impossível

    que destruiu até

    os soldados de chumbo de Moscou

    e furou os olhos de um Papá Noel,

    brinca com sabugos de milho,

    caixas vazias,

    tacos de pau,

    pedrinhas brancas do rio...

    “Faz de conta que os sabugos

    são bois...”

    “Faz de conta...”

    “Faz de conta...”

    [...]

    O menino pousa a testa

    e sonha dentro da noite quieta

    da lâmpada apagada,

    com o mundo maravilhoso

    que ele tirou do nada...

    [...] 

    (LIMA, Jorge de. Melhores poemas. São Paulo: Global, 2006. p. 27-30. Adaptado.)

    Em um trecho do Texto 1, há uma referência a um carrinho de folha de flandres. A carroceria de um desses carrinhos é uma caixa vazia, fechada, em forma de baú, como um paralelepípedo retângulo, construída com 88 cm2 de folha de flandres, de modo que suas dimensões sejam proporcionais a 1, 2 e 3. O volume da carroceria é (assinale a resposta correta):
    Escolha uma alternativa para a questão c0f80ef0-9a
  • 18DB53AC-98

    Matemática

    Matemática Financeira
    UERJ · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    Na compra de um fogão, os clientes podem optar por uma das seguintes formas de pagamento:

    • à vista, no valor de R$ 860,00;

    • em duas parcelas fixas de R$ 460,00, sendo a primeira paga no ato da compra e a segunda 30 dias depois.

    A taxa de juros mensal para pagamentos não efetuados no ato da compra é de:

    Escolha uma alternativa para a questão 18db53ac-98
  • 18D5EAA0-98

    Matemática

    Probabilidade
    UERJ · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    Os consumidores de uma loja podem concorrer a brindes ao fazerem compras acima de R$ 100,00. Para isso, recebem um cartão de raspar no qual estão registradas 23 letras do alfabeto em cinco linhas. Ao consumidor é informado que cada linha dispõe as seguintes letras, em qualquer ordem:

    linha 1 – {A, B, C, D, E};

    • linha 2 – {F, G, H, I, J};

    • linha 3 – {L, M, N, O, P};

    • linha 4 – {Q, R, S, T, U};

    • linha 5 – {V, X, Z}.

    Observe um exemplo desses cartões, com as letras ainda visíveis:

    Imagem da questão de Matemática, da prova de 2015

    Para que um consumidor ganhasse um secador, teria de raspar o cartão exatamente nas letras dessa palavra, como indicado abaixo:

    Imagem da questão de Matemática, da prova de 2015

    Considere um consumidor que receba um cartão para concorrer a um ventilador.

    Se ele raspar as letras corretas em cada linha para formar a palavra VENTILADOR, a probabilidade de que ele seja premiado corresponde a:

    Escolha uma alternativa para a questão 18d5eaa0-98
  • 18D0AEAD-98

    Matemática

    Aritmética e Problemas
    UERJ · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    No Brasil, o imposto de renda deve ser pago de acordo com o ganho mensal dos contribuintes, com base em uma tabela de descontos percentuais. Esses descontos incidem, progressivamente, sobre cada parcela do valor total do ganho, denominadas base de cálculo, de acordo com a tabela a seguir. 

                           Base de cálculo aproximada (R$)          Desconto (%)

                                          até 1.900,00                                  isento

                              de 1.900,01 até 2.800,00                            7,5

                              de 2.800,01 até 3.750,00                           15,0

                              de 3.750,01 até 4.665,00                           22,5

                                    acima de 4.665,00                               27,5

    Segundo a tabela, um ganho mensal de R$ 2.100,00 corresponde a R$ 15,00 de imposto. Admita um contribuinte cujo ganho total, em determinado mês, tenha sido de R$ 3.000,00. Para efeito do cálculo progressivo do imposto, deve-se considerar esse valor formado por três parcelas: R$ 1.900,00, R$ 900,00 e R$ 200,00.

    O imposto de renda, em reais, que deve ser pago nesse mês sobre o ganho total é aproximadamente igual a:


    Escolha uma alternativa para a questão 18d0aead-98
  • 18CBBD2D-98

    Matemática

    Aritmética e Problemas
    UERJ · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    No ano letivo de 2014, em uma turma de 40 alunos, 60% eram meninas. Nessa turma, ao final do ano, todas as meninas foram aprovadas e alguns meninos foram reprovados. Em 2015, nenhum aluno novo foi matriculado, e todos os aprovados confirmaram suas matrículas. Com essa nova composição, em 2015, a turma passou a ter 20% de meninos.

    O número de meninos aprovados em 2014 foi igual a:

    Escolha uma alternativa para a questão 18cbbd2d-98
  • 18C61260-98

    Matemática

    Raciocínio Lógico
    UERJ · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    Uma campanha de supermercado permite a troca de oito garrafas vazias, de qualquer volume, por uma garrafa de 1 litro cheia de guaraná. Considere uma pessoa que, tendo 96 garrafas vazias, fez todas as trocas possíveis. Após esvaziar todas as garrafas que ganhou, ela também as troca no mesmo supermercado.

    Se não são acrescentadas novas garrafas vazias, o total máximo de litros de guaraná recebidos por essa pessoa em todo o processo de troca equivale a:

    Escolha uma alternativa para a questão 18c61260-98
  • 18BFFC93-98

    Matemática

    Geometria Espacial
    UERJ · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    Um fabricante produz embalagens de volume igual a 8 litros no formato de um prisma reto com base quadrada de aresta a e altura h. Visando à redução de custos, a área superficial da embalagem é a menor possível. Nesse caso, o valor de a corresponde, em decímetros, à raiz real da seguinte equação:

    4a − 32/a2 = 0

    As medidas da embalagem, em decímetros, são:

    Escolha uma alternativa para a questão 18bffc93-98
  • 82D1D11B-97

    Matemática

    Função de 1º Grau ou Função Afim, Problemas com Equação e Inequações
    FGV · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considere a função f, cujo domínio é o conjunto dos números inteiros não nulos, definida por f(n) = 3n - 98 /n. Para alguns valores inteiros de n, o valor correspondente f(n) também é um número inteiro e, para outros, não. Por exemplo, para n −= 1, tem-se f(-1) = 3x(-1) -98/-1 = -101/-1= 101, mas, para n = 3 , tem-se f(3) = 3x3 -98/3 = -89/3 , que não é um número inteiro.O número de valores inteiros de n para os quais o valor de f(n) também é um número inteiro é



    Escolha uma alternativa para a questão 82d1d11b-97
  • 82C78A9A-97

    Matemática

    Física Matemática
    FGV · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Prudêncio dirige seu carro a 60 km/h quando não está chovendo e a 40 km/h quando está chovendo. Certo dia, Prudêncio dirigiu seu carro pela manhã, quando não estava chovendo, e no final da tarde, quando estava chovendo. No total ele percorreu 50 km em 65 minutos. O tempo, em minutos, que Prudêncio dirigiu na chuva foi
    Escolha uma alternativa para a questão 82c78a9a-97
  • 82C1A5E1-97

    Matemática

    Probabilidade
    FGV · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    Uma moeda desequilibrada é tal que a probabilidade de sair “cara" é menor do que a probabilidade de sair “coroa". Quando essa moeda é lançada duas vezes, a probabilidade de sair exatamente uma “cara" é 4/9.

    Quando essa moeda é lançada apenas uma vez, a probabilidade de sair “cara" é 

    Escolha uma alternativa para a questão 82c1a5e1-97
  • 82B6A31E-97

    Matemática

    Raciocínio Lógico
    FGV · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    De tempos em tempos, a mensagem a seguir circula pela internet, com as adaptações necessárias:  

                                      Imagem da questão de Matemática, da prova de 2015

    Não precisamos de grandes conhecimentos matemáticos para comprovar a falsidade desta mensagem, cujo objetivo é simplesmente congestionar a internet. Lembrando que de 2001 a 2099 os anos múltiplos de 4 são bissextos (366 dias), podemos concluir que o próximo ano em que ocorrerá o “fenômeno" citado, isto é, um mês de maio com 5 sextas-feiras, 5 sábados e 5 domingos é  


    Escolha uma alternativa para a questão 82b6a31e-97
  • 82B0FB79-97

    Matemática

    Raciocínio Lógico
    FGV · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Em um teatro, cada fila tem 50 poltronas. As poltronas de uma fila estão ocupadas de tal modo que a próxima pessoa a se sentar nessa fila ocupará obrigatoriamente um assento ao lado de alguma pessoa.

    O número mínimo de pessoas que podem estar sentadas nessa fila é

    Escolha uma alternativa para a questão 82b0fb79-97
  • 82ABF0A8-97

    Matemática

    Progressão Aritmética - PA
    FGV · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Os números nas seis faces de um cubo são seis múltiplos consecutivos de 3. Além disso, as somas dos números em faces opostas são todas iguais. A figura, a seguir, mostra três faces com os números 18, 24 e 27.  

                                                  Imagem da questão de Matemática, da prova de 2015

    A soma dos três números que estão nas faces ocultas do cubo é  


    Escolha uma alternativa para a questão 82abf0a8-97
  • 8292D3DC-97

    Matemática

    Aritmética e Problemas
    FGV · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Suponha que as medidas de tempo sejam convertidas para um sistema métrico decimal, de tal forma que um dia tenha 10 horas métricas e uma hora métrica tenha 100 minutos métricos. Um relógio digital, nesse sistema, marcaria, por exemplo, 9:99 um minuto métrico antes da meia-noite e 0:00 à meia noite.

    Ana acorda diariamente às 6 horas no sistema de medidas de tempo usual e acaba de comprar um despertador digital que marca as horas no sistema métrico citado.

    Para acordar no horário habitual, Ana deve ajustar seu novo despertador para  

    Escolha uma alternativa para a questão 8292d3dc-97
  • 828BAA2D-97

    Matemática

    Análise Combinatória em Matemática
    FGV · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Um grupo de oito alunos está sendo liderado em um passeio por dois professores e, em determinado momento, deve se dividir em dois subgrupos. Cada professor irá liderar um dos subgrupos e cada aluno deverá escolher um professor.

    A única restrição é que cada subgrupo deve ter no mínimo um aluno.

    O número de maneiras distintas de essa subdivisão ser feita é  

    Escolha uma alternativa para a questão 828baa2d-97