Questões do ENEM 2015

Questões aplicadas na prova de 2015, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

3.347 questões encontradas. Mostrando a página 33 de 168.

  • C48D543B-E3

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro universitário FAG · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Text 2


    Here is a response to a debate on patents and medicine:

    Mr. Przemek Kordasiewicz,
    I agree wholeheartedly with your recommendation of a ban on all patents on all life saving medical discoveries. Again, I would take it a step further. I think that the virtues of a purely capitalist system seem to have fallen apart at this point. In this literal life-anddeath issue, ethics take priority over everything else.
    Just as Congress stepped forward to place a ban on the patenting of surgical procedures, they need to step forward and place a similar ban on these new medical patents (drugs, procedures and human genome work) which are having the identical effect. Additionally, Congress need to heavily legislate in favor of patients worldwide to keep drug patents limited, short, and drug prices at an affordable level. Something in the system is wrong when drug companies are the most profitable of all publicly traded companies and huge populations across the world are living in pain and dying because they are unable to afford the sky-high drug prices, inflated by the patent holders’ monopoly. The government needs to look into the situation independently and take a stand for the well-being of the taxpayers and citizens they suppose to be representing. Thank you, Benjamin (Mako) Hill.
    (Intellectual Property in Cyberspace 2000, http://yukidoke.org)
    As regards capitalist policies for drug patents, the author, according text 2:
    Escolha uma alternativa para a questão c48d543b-e3
  • C47EB0C5-E3

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro universitário FAG · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    "A moça agitou então a fronte com uma vibração altiva: – Mas o senhor não me abandonou pelo amor de Adelaide e sim pelo seu dote, um mesquinho dote de trinta contos! [...] Desprezasse-me embora, mas não descesse da altura em que o havia colocado dentro da minha alma. Eu tinha um ídolo; o senhor abateu-o de seu pedestal, e atirou-o no pó. Essa degradação do homem a quem eu adorava, eis o seu crime." O excerto se refere à obra:
    Escolha uma alternativa para a questão c47eb0c5-e3
  • C47BAF6C-E3

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro universitário FAG · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Todas as afirmativas sobre o poema I-Juca Pirama de Gonçalves Dias, estão corretas, exceto:
    Escolha uma alternativa para a questão c47baf6c-e3
  • C477EF1A-E3

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro universitário FAG · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas do trecho abaixo.


    Em Terras do Sem-Fim, Jorge Amado narra as lutas que ocorreram ........ pelas terras da mata do Sequeiro Grande, fértil região próxima a ........: Horácio Silveira e seus seguidores disputaram, ........, com o clã Badaró.
    Escolha uma alternativa para a questão c477ef1a-e3
  • C4740479-E3

    Português

    Sintaxe
    Centro universitário FAG · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 3


    que da vida não se descreve...
    Eu me recordo daquele dia. O professor de redação me desafiou a descrever o sabor da laranja. Era dia de prova e o desafio valeria como avaliação final. Eu fiquei paralisado por um bom tempo, sem que nada fosse registrado no papel. Tudo o que eu sabia sobre o gosto da laranja não podia ser traduzido para o universo das palavras. Era um sabor sem saber, como se o aprimorado do gosto não pertencesse ao tortuoso discurso da epistemologia e suas definições tão exatas. Diante da página em branco eu visitava minhas lembranças felizes, quando na mais tenra infância eu via meu pai chegar em sua bicicleta Monark, trazendo na garupa um imenso saco de laranjas. A cena era tão concreta dentro de mim, que eu podia sentir a felicidade em seu odor cítrico e nuanças alaranjadas. A vida feliz, parte miúda de um tempo imenso; alegrias alojadas em gomos caudalosos, abraçados como se fossem grandes amigos, filhos gerados em movimento único de nascer. Tudo era meu; tudo já era sabido, porque já sentido. Mas como transpor esta distância entre o que sei, porque senti, para o que ainda não sei dizer do que já senti? Como falar do sabor da laranja, mas sem com ele ser injusto, tornando-o menor, esmagando-o, reduzindo-o ao bagaço de minha parca literatura?
    Não hesitei. Na imensa folha em branco registrei uma única frase. "Sobre o sabor eu não sei dizer. Eu só sei sentir!" Eu nunca mais pude esquecer aquele dia. A experiência foi reveladora. Eu gosto de laranja, mas até hoje ainda me sinto inapto para descrever o seu gosto. O que dele experimento pertence à ordem das coisas inatingíveis. Metafísica dos sabores? Pode ser...
    O interessante é que a laranja se desdobra em inúmeras realidades. Vez em quando, eu me pego diante da vida sofrendo a mesma angústia daquele dia. O que posso falar sobre o que sinto? Qual é a palavra que pode alcançar, de maneira eficaz, a natureza metafísica dos meus afetos? O que posso responder ao terapeuta, no momento em que me pede para descrever o que estou sentindo? Há palavras que possam alcançar as raízes de nossas angústias?
    Não sei. Prefiro permanecer no silêncio da contemplação. É sacral o que sinto, assim como também está revestido de sacralidade o sabor que experimento. Sabores e saberes são rimas preciosas, mas não são realidades que sobrevivem à superfície.
    Querer a profundidade das coisas é um jeito sábio de resolver os conflitos. Muitos sofrimentos nascem e são alimentados a partir de perguntas idiotas.
    Quero aprender a perguntar menos. Eu espero ansioso por este dia. Quero descobrir a graça de sorrir diante de tudo o que ainda não sei. Quero que a matriz de minhas alegrias seja o que da vida não se descreve...
    Extraído: http://pensador.uol.com.br/textos_reflexivos_para_o_professor/ 
    Como não se viam há algum tempo, logo que se encontraram no trânsito, os amigos ficaram felizes e puderam conversar um pouco.”

    Considerando as palavras sublinhadas no fragmento acima, indique a alternativa que contém a relação semântica, na sequência, de cada uma delas: 
    Escolha uma alternativa para a questão c4740479-e3
  • C4704D3C-E3

    Português

    Figuras de Linguagem
    Centro universitário FAG · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 3


    que da vida não se descreve...
    Eu me recordo daquele dia. O professor de redação me desafiou a descrever o sabor da laranja. Era dia de prova e o desafio valeria como avaliação final. Eu fiquei paralisado por um bom tempo, sem que nada fosse registrado no papel. Tudo o que eu sabia sobre o gosto da laranja não podia ser traduzido para o universo das palavras. Era um sabor sem saber, como se o aprimorado do gosto não pertencesse ao tortuoso discurso da epistemologia e suas definições tão exatas. Diante da página em branco eu visitava minhas lembranças felizes, quando na mais tenra infância eu via meu pai chegar em sua bicicleta Monark, trazendo na garupa um imenso saco de laranjas. A cena era tão concreta dentro de mim, que eu podia sentir a felicidade em seu odor cítrico e nuanças alaranjadas. A vida feliz, parte miúda de um tempo imenso; alegrias alojadas em gomos caudalosos, abraçados como se fossem grandes amigos, filhos gerados em movimento único de nascer. Tudo era meu; tudo já era sabido, porque já sentido. Mas como transpor esta distância entre o que sei, porque senti, para o que ainda não sei dizer do que já senti? Como falar do sabor da laranja, mas sem com ele ser injusto, tornando-o menor, esmagando-o, reduzindo-o ao bagaço de minha parca literatura?
    Não hesitei. Na imensa folha em branco registrei uma única frase. "Sobre o sabor eu não sei dizer. Eu só sei sentir!" Eu nunca mais pude esquecer aquele dia. A experiência foi reveladora. Eu gosto de laranja, mas até hoje ainda me sinto inapto para descrever o seu gosto. O que dele experimento pertence à ordem das coisas inatingíveis. Metafísica dos sabores? Pode ser...
    O interessante é que a laranja se desdobra em inúmeras realidades. Vez em quando, eu me pego diante da vida sofrendo a mesma angústia daquele dia. O que posso falar sobre o que sinto? Qual é a palavra que pode alcançar, de maneira eficaz, a natureza metafísica dos meus afetos? O que posso responder ao terapeuta, no momento em que me pede para descrever o que estou sentindo? Há palavras que possam alcançar as raízes de nossas angústias?
    Não sei. Prefiro permanecer no silêncio da contemplação. É sacral o que sinto, assim como também está revestido de sacralidade o sabor que experimento. Sabores e saberes são rimas preciosas, mas não são realidades que sobrevivem à superfície.
    Querer a profundidade das coisas é um jeito sábio de resolver os conflitos. Muitos sofrimentos nascem e são alimentados a partir de perguntas idiotas.
    Quero aprender a perguntar menos. Eu espero ansioso por este dia. Quero descobrir a graça de sorrir diante de tudo o que ainda não sei. Quero que a matriz de minhas alegrias seja o que da vida não se descreve...
    Extraído: http://pensador.uol.com.br/textos_reflexivos_para_o_professor/ 
    “O seu coração é uma casa de portas abertas, Amigo, você é o mais certo nas horas incertas.”
    (Roberto Carlos e Erasmo Carlos)

    Sobre o fragmento da letra da música acima, marque a alternativa que contém, na sequência, as duas figuras de linguagem presentes nele:
    Escolha uma alternativa para a questão c4704d3c-e3
  • C46CEDFF-E3

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 3


    que da vida não se descreve...
    Eu me recordo daquele dia. O professor de redação me desafiou a descrever o sabor da laranja. Era dia de prova e o desafio valeria como avaliação final. Eu fiquei paralisado por um bom tempo, sem que nada fosse registrado no papel. Tudo o que eu sabia sobre o gosto da laranja não podia ser traduzido para o universo das palavras. Era um sabor sem saber, como se o aprimorado do gosto não pertencesse ao tortuoso discurso da epistemologia e suas definições tão exatas. Diante da página em branco eu visitava minhas lembranças felizes, quando na mais tenra infância eu via meu pai chegar em sua bicicleta Monark, trazendo na garupa um imenso saco de laranjas. A cena era tão concreta dentro de mim, que eu podia sentir a felicidade em seu odor cítrico e nuanças alaranjadas. A vida feliz, parte miúda de um tempo imenso; alegrias alojadas em gomos caudalosos, abraçados como se fossem grandes amigos, filhos gerados em movimento único de nascer. Tudo era meu; tudo já era sabido, porque já sentido. Mas como transpor esta distância entre o que sei, porque senti, para o que ainda não sei dizer do que já senti? Como falar do sabor da laranja, mas sem com ele ser injusto, tornando-o menor, esmagando-o, reduzindo-o ao bagaço de minha parca literatura?
    Não hesitei. Na imensa folha em branco registrei uma única frase. "Sobre o sabor eu não sei dizer. Eu só sei sentir!" Eu nunca mais pude esquecer aquele dia. A experiência foi reveladora. Eu gosto de laranja, mas até hoje ainda me sinto inapto para descrever o seu gosto. O que dele experimento pertence à ordem das coisas inatingíveis. Metafísica dos sabores? Pode ser...
    O interessante é que a laranja se desdobra em inúmeras realidades. Vez em quando, eu me pego diante da vida sofrendo a mesma angústia daquele dia. O que posso falar sobre o que sinto? Qual é a palavra que pode alcançar, de maneira eficaz, a natureza metafísica dos meus afetos? O que posso responder ao terapeuta, no momento em que me pede para descrever o que estou sentindo? Há palavras que possam alcançar as raízes de nossas angústias?
    Não sei. Prefiro permanecer no silêncio da contemplação. É sacral o que sinto, assim como também está revestido de sacralidade o sabor que experimento. Sabores e saberes são rimas preciosas, mas não são realidades que sobrevivem à superfície.
    Querer a profundidade das coisas é um jeito sábio de resolver os conflitos. Muitos sofrimentos nascem e são alimentados a partir de perguntas idiotas.
    Quero aprender a perguntar menos. Eu espero ansioso por este dia. Quero descobrir a graça de sorrir diante de tudo o que ainda não sei. Quero que a matriz de minhas alegrias seja o que da vida não se descreve...
    Extraído: http://pensador.uol.com.br/textos_reflexivos_para_o_professor/ 
    Assinale a alternativa CORRETA sobre o texto 3.
    Escolha uma alternativa para a questão c46cedff-e3
  • C4688F84-E3

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 3


    que da vida não se descreve...
    Eu me recordo daquele dia. O professor de redação me desafiou a descrever o sabor da laranja. Era dia de prova e o desafio valeria como avaliação final. Eu fiquei paralisado por um bom tempo, sem que nada fosse registrado no papel. Tudo o que eu sabia sobre o gosto da laranja não podia ser traduzido para o universo das palavras. Era um sabor sem saber, como se o aprimorado do gosto não pertencesse ao tortuoso discurso da epistemologia e suas definições tão exatas. Diante da página em branco eu visitava minhas lembranças felizes, quando na mais tenra infância eu via meu pai chegar em sua bicicleta Monark, trazendo na garupa um imenso saco de laranjas. A cena era tão concreta dentro de mim, que eu podia sentir a felicidade em seu odor cítrico e nuanças alaranjadas. A vida feliz, parte miúda de um tempo imenso; alegrias alojadas em gomos caudalosos, abraçados como se fossem grandes amigos, filhos gerados em movimento único de nascer. Tudo era meu; tudo já era sabido, porque já sentido. Mas como transpor esta distância entre o que sei, porque senti, para o que ainda não sei dizer do que já senti? Como falar do sabor da laranja, mas sem com ele ser injusto, tornando-o menor, esmagando-o, reduzindo-o ao bagaço de minha parca literatura?
    Não hesitei. Na imensa folha em branco registrei uma única frase. "Sobre o sabor eu não sei dizer. Eu só sei sentir!" Eu nunca mais pude esquecer aquele dia. A experiência foi reveladora. Eu gosto de laranja, mas até hoje ainda me sinto inapto para descrever o seu gosto. O que dele experimento pertence à ordem das coisas inatingíveis. Metafísica dos sabores? Pode ser...
    O interessante é que a laranja se desdobra em inúmeras realidades. Vez em quando, eu me pego diante da vida sofrendo a mesma angústia daquele dia. O que posso falar sobre o que sinto? Qual é a palavra que pode alcançar, de maneira eficaz, a natureza metafísica dos meus afetos? O que posso responder ao terapeuta, no momento em que me pede para descrever o que estou sentindo? Há palavras que possam alcançar as raízes de nossas angústias?
    Não sei. Prefiro permanecer no silêncio da contemplação. É sacral o que sinto, assim como também está revestido de sacralidade o sabor que experimento. Sabores e saberes são rimas preciosas, mas não são realidades que sobrevivem à superfície.
    Querer a profundidade das coisas é um jeito sábio de resolver os conflitos. Muitos sofrimentos nascem e são alimentados a partir de perguntas idiotas.
    Quero aprender a perguntar menos. Eu espero ansioso por este dia. Quero descobrir a graça de sorrir diante de tudo o que ainda não sei. Quero que a matriz de minhas alegrias seja o que da vida não se descreve...
    Extraído: http://pensador.uol.com.br/textos_reflexivos_para_o_professor/ 
    A ideia central propagada no texto 3 é:
    Escolha uma alternativa para a questão c4688f84-e3
  • C4645219-E3

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2


    Um dos maiores mitos propagados por aí é o de que dois raios não caem no mesmo lugar. Mas não dê ouvidos a tudo o que lhe dizem. Em áreas de grande incidência, podem cair não somente dois, mas diversos raios. Prova disso é o Cristo Redentor, agraciado por seis raios por ano, em média, de acordo com o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). E o Empire State Building, em Nova York, que recebe 25 descargas, sendo que já aconteceu de o topo do prédio ser atingido oito vezes em apenas oito minutos.
    A chance de uma pessoa ser atingida diretamente por um raio é muito baixa, em termos estatísticos: é menor do que um para um milhão. O que não é motivo para baixar a guarda. Se você estiver em uma área descampada (como uma praia ou campo de futebol) durante uma tempestade forte, a probabilidade é bem maior: de um para mil. Isso porque o seu corpo acaba se transformando em para-raios nessas situações.
    Raios são descargas elétricas de grande intensidade que conectam as nuvens de tempestade e o solo. Ou seja: para que eles ocorram, é necessário haver uma nuvem carregada de partículas com carga negativa (geradas pelo choque das partículas de gelo) e um solo repleto de partículas com carga positiva. Como os campos elétricos costumam se acumular em extremidades, não é de se estranhar que arranha-céus, monumentos pontiagudos, copas de árvores e cabeças sejam mais vulneráveis.
    É bom lembrar que relâmpago é o nome genérico que se dá às descargas elétricas, mas os raios são só os que se conectam ao solo. E o trovão? É o som produzido pelo ar que se aquece e se expande rapidamente na região em que circula a corrente elétrica do raio.
    http://noticias.uol.com.br/ciencia/
    “É bom lembrar que relâmpago é o nome genérico que se dá às descargas elétricas, mas os raios são só os que se conectam ao solo. E o trovão? É o som produzido pelo ar que se aquece e se expande rapidamente na região em que circula a corrente elétrica do raio.” Este último parágrafo do texto 2 se preocupa em:
    Escolha uma alternativa para a questão c4645219-e3
  • C460E507-E3

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2


    Um dos maiores mitos propagados por aí é o de que dois raios não caem no mesmo lugar. Mas não dê ouvidos a tudo o que lhe dizem. Em áreas de grande incidência, podem cair não somente dois, mas diversos raios. Prova disso é o Cristo Redentor, agraciado por seis raios por ano, em média, de acordo com o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). E o Empire State Building, em Nova York, que recebe 25 descargas, sendo que já aconteceu de o topo do prédio ser atingido oito vezes em apenas oito minutos.
    A chance de uma pessoa ser atingida diretamente por um raio é muito baixa, em termos estatísticos: é menor do que um para um milhão. O que não é motivo para baixar a guarda. Se você estiver em uma área descampada (como uma praia ou campo de futebol) durante uma tempestade forte, a probabilidade é bem maior: de um para mil. Isso porque o seu corpo acaba se transformando em para-raios nessas situações.
    Raios são descargas elétricas de grande intensidade que conectam as nuvens de tempestade e o solo. Ou seja: para que eles ocorram, é necessário haver uma nuvem carregada de partículas com carga negativa (geradas pelo choque das partículas de gelo) e um solo repleto de partículas com carga positiva. Como os campos elétricos costumam se acumular em extremidades, não é de se estranhar que arranha-céus, monumentos pontiagudos, copas de árvores e cabeças sejam mais vulneráveis.
    É bom lembrar que relâmpago é o nome genérico que se dá às descargas elétricas, mas os raios são só os que se conectam ao solo. E o trovão? É o som produzido pelo ar que se aquece e se expande rapidamente na região em que circula a corrente elétrica do raio.
    http://noticias.uol.com.br/ciencia/
    O texto 2 que serve de base para esta prova é classificado como informativo; a característica que NÃO marca geralmente esse tipo de texto é:
    Escolha uma alternativa para a questão c460e507-e3
  • C458BF7A-E3

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1


    UM PÉ DE MILHO


    Os americanos, através do radar, entraram em contato com a Lua, o que não deixa de ser emocionante. Mas o fato mais importante da semana aconteceu com o meu pé de milho.
    Aconteceu que, no meu quintal, em um monte de terra trazida pelo jardineiro, nasceu alguma coisa que podia ser um pé de capim – mas descobri que era um pé de milho. Transplantei-o para o exíguo canteiro da casa. Secaram as pequenas folhas; pensei que fosse morrer. Mas ele reagiu. Quando estava do tamanho de um palmo, veio um amigo e declarou desdenhosamente que aquilo era capim. Quando estava com dois palmos, veio um outro amigo e afirmou que era cana.
    Sou um ignorante, um pobre homem da cidade. Mas eu tinha razão. Ele cresceu, está com dois metros, lança suas folhas além do muro e é um esplêndido pé de milho. Já viu o leitor um pé de milho? Eu nunca tinha visto. Tinha visto centenas de milharais – mas é diferente. Um pé de milho sozinho, em um canteiro espremido, junto do portão, numa esquina de rua – não é um número numa lavoura, é um ser vivo e independente. Suas raízes roxas se agarram no chão e suas folhas longas e verdes nunca estão imóveis. Detesto comparações surrealistas – mas na lógica de seu crescimento, tal como vi numa noite de luar, o pé de milho parecia um cavalo empinado, de crinas ao vento e em outra madrugada, parecia um galo cantando.
    Anteontem aconteceu o que era inevitável, mas que nos encantou como se fosse inesperado: meu pé de milho pendoou. Há muitas flores lindas no mundo, e a flor de milho não será a mais linda. Mas aquele pendão firme, vertical, beijado pelo vento do mar, veio enriquecer nosso canteirinho vulgar com uma força e uma alegria que me fazem bem. É alguma coisa que se afirma com ímpeto e certeza. Meu pé de milho é um belo gesto da terra. Eu não sou mais um medíocre homem que vive atrás de uma chata máquina de escrever: sou um rico lavrador da rua Júlio de Castilhos.
    Rubem Braga
    Entre os dois períodos do primeiro parágrafo do texto 1, a oposição mais importante para o próprio texto é:
    Escolha uma alternativa para a questão c458bf7a-e3
  • B5587625-E3

    Biologia

    Identidade dos seres vivos
    Faculdade Pernambucana de Saúde · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    A ilustração abaixo mostra as etapas do procedimento de inseminação artificial in vitro. Sobre esse procedimento, é correto afirmar:

    Imagem da questão de Biologia, da prova de 2015
    Fonte: adaptado de http://redes.moderna.com.br/tag/fertilizacao-invitro/
    Escolha uma alternativa para a questão b5587625-e3
  • B555303D-E3

    Biologia

    Principais doenças endêmicas no Brasil
    Faculdade Pernambucana de Saúde · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Dentre as doenças negligenciadas no Brasil, a Leishmaniose tegumentar pode provocar lesões na pele, que desfiguram as pessoas acometidas. Sobre esta enfermidade, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão b555303d-e3
  • B551616A-E3

    Biologia

    Identidade dos seres vivos
    Faculdade Pernambucana de Saúde · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Tendo em vista a realização das Olimpíadas no Brasil, em 2016, a preparação dos atletas inclui estratégias para aumentar a capacidade cárdio-respiratória. Considerando a hematose nos alvéolos pulmonares, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão b551616a-e3
  • B54DFC00-E3

    Biologia

    Estudo dos tecidos
    Faculdade Pernambucana de Saúde · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Queimaduras de 2º grau provocam danos à epiderme, com aparecimento de bolhas locais e desprendimento parcial da pele afetada. Sobre as características do tecido epitelial, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão b54dfc00-e3
  • B54A13C2-E3

    Biologia

    A herança dos grupos sanguíneos
    Faculdade Pernambucana de Saúde · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Mariana (fator Rh+), mãe de João (fator Rh-), descobre que está grávida do segundo filho. Considerando o risco de eritroblastose fetal, Mariana procura seu médico para tirar dúvidas e descobre que:
    Escolha uma alternativa para a questão b54a13c2-e3
  • B546B449-E3

    Biologia

    Identidade dos seres vivos
    Faculdade Pernambucana de Saúde · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    Os hormônios vegetais possuem papel vital na fisiologia de todas as espécies botânicas. Sobre este assunto, analise a tabela abaixo.

    Imagem da questão de Biologia, da prova de 2015

    Está(ão) correta(s):

    Escolha uma alternativa para a questão b546b449-e3
  • B543B1CD-E3

    Biologia

    Ecologia e ciências ambientais
    Faculdade Pernambucana de Saúde · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    Em uma fábula escrita por Jean de La Fontaine, um Leão poupa a vida de um ratinho. Considerando a amizade que surgiu entre os dois, o ratinho salva o Leão que caiu na armadilha de um caçador. Tendo em vista estes personagens, pode-se dizer que a relação ecológica que se estabeleceu entre o leão e o ratinho é:
    Escolha uma alternativa para a questão b543b1cd-e3
  • B53F9BA7-E3

    Biologia

    Evolução biológica
    Faculdade Pernambucana de Saúde · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    O conceito de seleção natural estabelece que:

    “Organismos mais adaptados ao ambiente sobrevivem, enquanto os menos aptos são extintos.”

    Tal conclusão foi tomada a partir de uma série de observações, por exemplo: 1) populações naturais de todas as espécies tendem a crescer vagarosamente, mesmo quando as condições são favoráveis.
    2) o tamanho das populações naturais de seres vivos mantém-se constante ao longo do tempo, apesar do alto potencial reprodutivo.
    3) indivíduos de uma população diferem quanto às características relacionadas, por exemplo, ao sucesso na exploração de recursos naturais.

    Está(ão) correta(s):

    Escolha uma alternativa para a questão b53f9ba7-e3