Questões do ENEM 2016
Questões aplicadas na prova de 2016, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.
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1.504 questões encontradas. Mostrando a página 39 de 76.
AB6A7899-B3 (...)Em lugares distantes, onde não há hospitalnem escolahomens que não sabem ler e morrem de fomeaos 27 anosplantaram e colheram a canaque viraria açúcar.Em usinas escuras,homens de vida amargae duraproduziram este açúcarbranco e purocom que adoço meu café esta manhã em Ipanema.Os recursos expressivos e o enfoque do tema emprestam ao texto um caráter:AB662132-B3 Português
Funções morfossintáticas da palavra QUEIF-PR · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosDeuses e Demônios.
A possessão constituía um fenômeno familiar no mundo grego. Gente de todas as camadas sociais consultava o oráculo de Apolo, em Delfos, onde a pitonisa, em transe, oferecia respostas – por vezes enigmáticas e ambíguas – às questões apresentadas. O domínio dos corpos pela divindade era habitual nos rituais sagrados, como o de Dionísio, (a)que deu origem ao teatro. Por sua vez, Platão chegou a afirmar (b)que muitos poetas criavam sob o domínio das Musas e de outras deidades, sem controle sobre as palavras proferidas.
Milênios depois, os principais estudiosos do psiquismo empreenderam o exame da possessão. Jung, por exemplo, abordou o fenômeno já na sua tese de doutoramento, focalizando o caso de uma adolescente (c)que dizia “receber” o espírito do avô já falecido. Mais tarde, o criador da psicologia analítica desenvolveria o conceito de arquétipos – representações inatas e específicas da humanidade (d)que são o correspondente psíquico dos instintos –, que se revelaria de enorme valor no estudo das mais diversas manifestações culturais. O culto a Dionísio, por exemplo, foi considerado um arquétipo da fertilidade humana. O pensador suíço também escreveu sobre o oráculo de Delfos, relacionando a obscuridade das respostas com as mensagens ambíguas do inconsciente.
O cenário da possessão esteve igualmente presente no desenvolvimento de outro conceito junguiano fundamental: os complexos, “ilhas de fantasia” psíquicas (e)que atuam sobre o eu e chegam a dominá-lo. Tornam-se nocivos quando ganham autonomia, sem se integrar à estrutura do psiquismo; Jung chegou a comparar o controle do eu pelos complexos autônomos com a noção medieval de possessão demoníaca (Mente, Cérebro e Filosofia, nº1, Duetto)
Entre as orações abaixo, assinaladas de (a) a (d) no texto, identifique a única em que a palavra “que” tem função diferente das demais:AB635103-B3 Português
Funções morfossintáticas da palavra QUEIF-PR · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosDeuses e Demônios.
A possessão constituía um fenômeno familiar no mundo grego. Gente de todas as camadas sociais consultava o oráculo de Apolo, em Delfos, onde a pitonisa, em transe, oferecia respostas – por vezes enigmáticas e ambíguas – às questões apresentadas. O domínio dos corpos pela divindade era habitual nos rituais sagrados, como o de Dionísio, (a)que deu origem ao teatro. Por sua vez, Platão chegou a afirmar (b)que muitos poetas criavam sob o domínio das Musas e de outras deidades, sem controle sobre as palavras proferidas.
Milênios depois, os principais estudiosos do psiquismo empreenderam o exame da possessão. Jung, por exemplo, abordou o fenômeno já na sua tese de doutoramento, focalizando o caso de uma adolescente (c)que dizia “receber” o espírito do avô já falecido. Mais tarde, o criador da psicologia analítica desenvolveria o conceito de arquétipos – representações inatas e específicas da humanidade (d)que são o correspondente psíquico dos instintos –, que se revelaria de enorme valor no estudo das mais diversas manifestações culturais. O culto a Dionísio, por exemplo, foi considerado um arquétipo da fertilidade humana. O pensador suíço também escreveu sobre o oráculo de Delfos, relacionando a obscuridade das respostas com as mensagens ambíguas do inconsciente.
O cenário da possessão esteve igualmente presente no desenvolvimento de outro conceito junguiano fundamental: os complexos, “ilhas de fantasia” psíquicas (e)que atuam sobre o eu e chegam a dominá-lo. Tornam-se nocivos quando ganham autonomia, sem se integrar à estrutura do psiquismo; Jung chegou a comparar o controle do eu pelos complexos autônomos com a noção medieval de possessão demoníaca (Mente, Cérebro e Filosofia, nº1, Duetto)
Assinale a alternativa em que a palavra “como” tem o mesmo valor que a da expressão “como o de Dionísio”, grifada no texto (1o parágrafo).AB603A66-B3 Português
Análise sintáticaIF-PR · 2016FácilEntre para guardar nos favoritosDeuses e Demônios.
A possessão constituía um fenômeno familiar no mundo grego. Gente de todas as camadas sociais consultava o oráculo de Apolo, em Delfos, onde a pitonisa, em transe, oferecia respostas – por vezes enigmáticas e ambíguas – às questões apresentadas. O domínio dos corpos pela divindade era habitual nos rituais sagrados, como o de Dionísio, (a)que deu origem ao teatro. Por sua vez, Platão chegou a afirmar (b)que muitos poetas criavam sob o domínio das Musas e de outras deidades, sem controle sobre as palavras proferidas.
Milênios depois, os principais estudiosos do psiquismo empreenderam o exame da possessão. Jung, por exemplo, abordou o fenômeno já na sua tese de doutoramento, focalizando o caso de uma adolescente (c)que dizia “receber” o espírito do avô já falecido. Mais tarde, o criador da psicologia analítica desenvolveria o conceito de arquétipos – representações inatas e específicas da humanidade (d)que são o correspondente psíquico dos instintos –, que se revelaria de enorme valor no estudo das mais diversas manifestações culturais. O culto a Dionísio, por exemplo, foi considerado um arquétipo da fertilidade humana. O pensador suíço também escreveu sobre o oráculo de Delfos, relacionando a obscuridade das respostas com as mensagens ambíguas do inconsciente.
O cenário da possessão esteve igualmente presente no desenvolvimento de outro conceito junguiano fundamental: os complexos, “ilhas de fantasia” psíquicas (e)que atuam sobre o eu e chegam a dominá-lo. Tornam-se nocivos quando ganham autonomia, sem se integrar à estrutura do psiquismo; Jung chegou a comparar o controle do eu pelos complexos autônomos com a noção medieval de possessão demoníaca (Mente, Cérebro e Filosofia, nº1, Duetto)
Em relação aos elementos negritados no texto, é possível afirmar que:AB5AA39B-B3 Português
Interpretação de TextosIF-PR · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosDeuses e Demônios.
A possessão constituía um fenômeno familiar no mundo grego. Gente de todas as camadas sociais consultava o oráculo de Apolo, em Delfos, onde a pitonisa, em transe, oferecia respostas – por vezes enigmáticas e ambíguas – às questões apresentadas. O domínio dos corpos pela divindade era habitual nos rituais sagrados, como o de Dionísio, (a)que deu origem ao teatro. Por sua vez, Platão chegou a afirmar (b)que muitos poetas criavam sob o domínio das Musas e de outras deidades, sem controle sobre as palavras proferidas.
Milênios depois, os principais estudiosos do psiquismo empreenderam o exame da possessão. Jung, por exemplo, abordou o fenômeno já na sua tese de doutoramento, focalizando o caso de uma adolescente (c)que dizia “receber” o espírito do avô já falecido. Mais tarde, o criador da psicologia analítica desenvolveria o conceito de arquétipos – representações inatas e específicas da humanidade (d)que são o correspondente psíquico dos instintos –, que se revelaria de enorme valor no estudo das mais diversas manifestações culturais. O culto a Dionísio, por exemplo, foi considerado um arquétipo da fertilidade humana. O pensador suíço também escreveu sobre o oráculo de Delfos, relacionando a obscuridade das respostas com as mensagens ambíguas do inconsciente.
O cenário da possessão esteve igualmente presente no desenvolvimento de outro conceito junguiano fundamental: os complexos, “ilhas de fantasia” psíquicas (e)que atuam sobre o eu e chegam a dominá-lo. Tornam-se nocivos quando ganham autonomia, sem se integrar à estrutura do psiquismo; Jung chegou a comparar o controle do eu pelos complexos autônomos com a noção medieval de possessão demoníaca (Mente, Cérebro e Filosofia, nº1, Duetto)
Da leitura do texto, pode-se inferir que:EA75926E-B3 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionIF-MT · 2016Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

A QUESTÃO REFERE-SE AO TEXTO.
Os termos destacados, no parágrafo abaixo, referem-se respectivamente, à/aos:
The American space agency, NASA, is to make all its research available free of charge. It is a move which will delight science enthusiasts and aspiring astronauts. Normally such material is hidden behind a paywall, meaning that it is often out of reach for the lay enthusiast.
EA7271A6-B3 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionIF-MT · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

A QUESTÃO REFERE-SE AO TEXTO.
As pesquisas financiadas pela NASA:EA6ED08F-B3 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionIF-MT · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

A QUESTÃO REFERE-SE AO TEXTO.
A mudança de postura da NASA iráEA60E928-B3 Inglês
Determinantes e quantificadores | Determiners and quantifiersIF-MT · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

A QUESTÃO REFERE-SE AO TEXTO I
Marque a opção que apresenta um Grupo Nominal:EA5D76F0-B3 Inglês
Sinônimos | SynonymsIF-MT · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

A QUESTÃO REFERE-SE AO TEXTO I
De acordo com o contexto, considere o significado das palavras nas opções abaixo:
I. “junk food” (L. 14) significa “comida sem valor nutritivo” .
II. “pupils” (L. 14) é sinômimo de “students”.
III. “ultimately” (L. 04) significa “ultimamente”.
IV. “committed” (L.14) significa “engajado”.
Estão corretas:
EA5A933B-B3 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionIF-MT · 2016Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

A QUESTÃO REFERE-SE AO TEXTO I
Parte do imposto que recairá sobre as bebidas adoçadas:EA571DD2-B3 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionIF-MT · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

A QUESTÃO REFERE-SE AO TEXTO I
De acordo com a leitura do texto, pode-se afirmar que o governo britânico:E997B321-B3 Português
Figuras de LinguagemIF-MT · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO III
Todos os homens são iguais perante Deus
E sem uma boa agência de propaganda,
todas as margarinas também.
(ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AGÊNCIAS DE PROPAGANDA 20º Anuário do Clube de Criação de São Paulo)
A relação que se estabelece entre os textos II e III, considerando o uso da referência bíblica, constitui umaE99029C9-B3 Português
Interpretação de TextosIF-MT · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
A QUESTÃO REFERE-SE AO TEXTO II.
A partir do enunciado verbal “Por favor, cumé mesmo aquela história de “Imagem e semelhança”? analise as afirmativas abaixo.
I. A pergunta feita pelo personagem mostra que ele se preocupa em aprofundar os seus conhecimentos bíblicos.
II. O morador de rua se considera imagem e semelhança do religioso. Isso se comprova pelas imagens verbal e não verbal.
III. O personagem, ironicamente, questiona o religioso que prega a crença de que todos os seres humanos são criaturas semelhantes a Deus. No contexto da charge, é difícil aceitar essa interpretação.
IV. Essa pergunta representa a diferença existente apenas no aspecto religioso
Está correto o que se afirma em
E98CB32B-B3 Português
Interpretação de TextosIF-MT · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
A QUESTÃO REFERE-SE AO TEXTO II.
A partir da leitura da charge, assinale a resposta INCORRETA.E989D184-B3 Literatura
BarrocoIF-MT · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos
A QUESTÃO REFERE-SE AO TEXTO I.
Manifestou na literatura das últimas três décadas do século XIX e caracterizou-se pela tentativa de alcançar a objetividade da linguagem, opondo-se ao sentimentalismo dos românticos. O traço principal desse movimento era a busca de modelos teóricos científicos que ajudassem a descrever e explicar o comportamento dos personagens e o funcionamento da sociedade, especialmente de seus aspectos mais grotescos e doentios.O texto refere-se ao movimento literário denominado:
E987044A-B3 Português
PontuaçãoIF-MT · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
A QUESTÃO REFERE-SE AO TEXTO I.
Sobre o uso da vírgula, leia as regras entre parênteses e assinale V para as alternativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) “Lembrou-se da mulher, mas repeliu logo esta ideia com escrupulosa repugnância” (O uso da vírgula se justifica, por se tratar de uma oração coordenada sindética adversativa).
( ) “Não teve ânimo de dar palavra, e retirou-se tristonho e murcho para o seu quarto de desquitado.” (A vírgula está inadequada, pois está sendo usada antes da conjunção aditiva e).
( ) “...o Miranda, que era homem de sangue esperto e orçava então pelos seus trinta e cinco anos, sentiu-se em insuportável estado de lubricidade. (O uso da vírgula se justifica, porque foi utilizada para separar oração subordinada adjetiva explicativa)
( ) “E deixou-se empolgar pelos rins, de olhos fechados, fingindo que continuava a dormir, sem a menor consciência de tudo aquilo. (As vírgulas foram usadas para separar orações intercaladas)
Assinale a alternativa correta
E984390B-B3 Português
Figuras de LinguagemIF-MT · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
A QUESTÃO REFERE-SE AO TEXTO I.
Nessa descrição, “Eram cinco horas da manhã e o cortiço acordava, abrindo, não os olhos, mas a sua infinidade de portas e janelas alinhadas”, o autor recorreuE98141C4-B3 Português
Coesão e coerênciaIF-MT · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
A QUESTÃO REFERE-SE AO TEXTO I.
Em “Cada qual sentia pelo outro um profundo desprezo, que pouco a pouco se foi transformando em repugnância completa,” (1º parágrafo) o termo sublinhado se remeteE97E77C8-B3 Português
AdvérbiosIF-MT · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
A QUESTÃO REFERE-SE AO TEXTO I.
Em relação aos aspectos linguísticos, assinale a alternativa correta.