Questões do ENEM 2017

Questões aplicadas na prova de 2017, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

1.793 questões encontradas. Mostrando a página 34 de 90.

  • F487505D-D9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto I para responder a questão

    Texto I

    THE "13 REASONS WHY" ACTORS HAD THERAPY DOGS TO HELP WITH EMOTIONAL SCENES By Hannah Orenstein - Apr 17, 2017 

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2017

        “13 Reasons Why” doesn't shy away from tackling heavy issues like bullying, rape, and suicide. But bringing such dark stories to life can take a toll on actors, which is why the cast had access to cute, cuddly therapy dogs while filming the show.
        "They had therapy dogs on set," Dylan Minnette, who played Clay, told PopSugar. "There was a puppy per hour. They really tried to help out. The puppies helped." According to the Alliance of Therapy Dogs, the pups are "on a mission of sharing smiles and joy."
        Dylan also acknowledged that Katherine Langford, who played Hannah, had the most intense experience of them all. "She had the brunt of the emotional stuff," he continued. "I mean, we all have very emotional parts, but this is about her character." In the same interview, Katherine acknowledged the intensity of her character's role and explained why it was so important to bring these tough scenes to life.
        "We always read a new script at a table read, and once we hit episode nine, there was silence," she said. "That's when we realized what we were doing was important. That's the moment that's kind of ingrained in my head as, 'This is really important.' We cover so many intense issues. I feel like so much of Hannah's life, especially the last five episodes, is so tragic that you just have to put that shock aside and get through it. It's only been after the show and after wrapping that I've gone, wow, we really did handle some really heavy stuff. I'm really proud of how we handle it, because as you said we don't shy away from them."

    Fonte: <http://www.seventeen.com/celebrity/movies-tv/news/ a46489/the-13-reasons-why-actors-had-therapy-dogs/> Acesso: 22/05/2017.
    O assunto principal do Texto I é:
    Escolha uma alternativa para a questão f487505d-d9
  • F484546A-D9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia os textos a seguir





    Texto V


    “Minha terra tem palmeiras,

    Onde canta o sabiá;

    As aves, que aqui gorjeiam,

    Não gorjeiam como lá.


    Nosso céu tem mais estrelas,

    Nossas várzeas têm mais flores,

    Nossos bosques têm mais vida,

    Nossa vida mais amores.”

    (DIAS, Gonçalves. Canção do exílio). 


    Texto VI


    “Não me convidaram pra essa festa pobre

    Que os homens armaram pra me convencer

    A pagar sem ver toda essa droga

    Que já vem malhada antes de eu nascer

    Não me escolheram a garota do fantástico

    Não me subornaram, será que é meu fim?

    Ver tv a cores na taba de um índio

    Programada pra só dizer sim


    Brasil mostra tua cara

    Quero ver quem paga pra gente ficar assim

    Brasil qual o teu negócio?

    O nome do teu sócio? Confia em mim.


    Grande pátria desimportante

    Em nenhum instante eu vou te trair”


    (CAZUZA, Brasil)


    Texto VII


    “ [...] como não havia ninguém no balcão, achei perigoso, alguém podia entrar, roubar qualquer coisa, a velha olhou pra mim, com raiva, disse, “Isso aqui não é o Brasil não, ó estúpido!”, e voltou a praguejar [...]”

    (RUFFATO, Luiz. Estive em Lisboa e lembrei de você).


    Fontes: DIAS, Gonçalves. Primeiros cantos. Domínio Público. CAZUZA. Ideologia. Rio de Janeiro: Philips, 1988. RUFFATO, Luiz. Estive em Lisboa e lembrei de você. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.



    A representação do Brasil é uma preocupação constante na história da literatura nacional. Ao longo dos mais variados movimentos estéticos, diversos artistas representaram das mais variadas formas o nosso país.

    Observe as representações extraídas de Canção do exílio, de Gonçalves Dias; Estive em Lisboa e lembrei de você, de Luís Ruffato e Brasil, de Cazuza.



    Sobre os textos, é INCORRETO afirmar que:

    Escolha uma alternativa para a questão f484546a-d9
  • F4810DB9-D9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir

    Texto IV

    I
    Aqui na floresta
    Dos ventos batida,
    Façanhas de bravos
    Não geram escravos,
    Que estimem a vida
    Sem guerra e lidar.
    - Ouvi-me, Guerreiros.
    - Ouvi meu cantar.

    II
    Valente na guerra
    Quem há, como eu sou?
    Quem vibra o tacape
    Com mais valentia?
    Quem golpes daria
    Fatais, como eu dou?
    - Guerreiros, ouvi-me;
    - Quem há, como eu sou?

    (...)

    IX
    E então se de novo
    Eu toco o Boré;
    Qual fonte que salta
    De rocha empinada,
    Que vai marulhosa,
    Fremente e queixosa,
    Que a raiva apagada
    De todo não é,
    Tal eles se escoam
    Aos sons do Boré.
    - Guerreiros, dizei-me,
    - Tão forte quem é?

    Fonte: DIAS, Gonçalves. Primeiros cantos. Domínio público.


    ASSINALE a alternativa CORRETA a respeito do eu-lírico do poema O canto do guerreiro.
    Escolha uma alternativa para a questão f4810db9-d9
  • F47DB1C9-D9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    O trecho a seguir foi retirado do livro Estive em Lisboa e lembrei de você

    “A questão das migrações tem suscitado intensos debates na contemporaneidade. Muitos são os motivos pelos quais as pessoas migram: busca de melhores condições econômicas, sociais, políticas, climáticas, etc”

    ASSINALE a alternativa que apresenta o(s) motivo(s) pelo(s) qual(quais) o mineiro Serginho viaja a Lisboa em Estive em Lisboa e lembrei de você, de Luiz Ruffato.
    Escolha uma alternativa para a questão f47db1c9-d9
  • F47983C8-D9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto III para resolver a questão

    Texto III

    A notícia a seguir foi publicada no site Sensacionalista.com em 07/05/2010.

    “Um dos maiores sites do mundo publica notícia do Sensacionalista como se fosse real

    Um dos maiores sites do mundo publica notícia do Sensacionalista como se fosse real. O Gizmodo, um dos maiores blogs do mundo, publicou a notícia da mulher que engravidou vendo um filme 3D, do Sensacionalista, como se fosse real. A nota entrou no ar hoje às 4h07 da manhã e pouco tempo depois, alertado por comentários de leitores, o Gizmodo publicou um adendo explicando que a notícia tinha sido publicada por este jornal de humor.
    Apesar de estapafúrdia, a notícia que foi publicada no Sensacionalista há três dias e já foi lida por cerca de 150 mil pessoas, acabou reproduzida por vários sites nacionais e estrangeiros como se fosse real. Um jornal português, I, também publicou a história. Horas depois, o I publicou uma errata em seu site afirmando que o Sensacionalista é “um jornal brasileiro que publica notícias falsas”. Não é. O Sensacionalista é um jornal de humor.
    O Sensacionalista é um site de humor e não tem a intenção de espalhar boatos na internet. Todas as páginas do site tem uma assinatura dizendo que as notícias são fictícias e que o objetivo é meramente humorístico. O próprio nome do site já indica que o seu conteúdo não é confiável. O Sensacionalista lamenta eventuais transtornos que possa ter causado a editores e repórteres.”

    Fonte: https://www.sensacionalista.com.br/2010/05/07/ umdosmaioressitesdomundopublicanoticiadosensacionalistacomosefossereal/ Acesso em: 27/04/2017
    A partir da leitura do texto, é CORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão f47983c8-d9
  • F475DA32-D9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2017Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto III para resolver a questão

    Texto III

    A notícia a seguir foi publicada no site Sensacionalista.com em 07/05/2010.

    “Um dos maiores sites do mundo publica notícia do Sensacionalista como se fosse real

    Um dos maiores sites do mundo publica notícia do Sensacionalista como se fosse real. O Gizmodo, um dos maiores blogs do mundo, publicou a notícia da mulher que engravidou vendo um filme 3D, do Sensacionalista, como se fosse real. A nota entrou no ar hoje às 4h07 da manhã e pouco tempo depois, alertado por comentários de leitores, o Gizmodo publicou um adendo explicando que a notícia tinha sido publicada por este jornal de humor.
    Apesar de estapafúrdia, a notícia que foi publicada no Sensacionalista há três dias e já foi lida por cerca de 150 mil pessoas, acabou reproduzida por vários sites nacionais e estrangeiros como se fosse real. Um jornal português, I, também publicou a história. Horas depois, o I publicou uma errata em seu site afirmando que o Sensacionalista é “um jornal brasileiro que publica notícias falsas”. Não é. O Sensacionalista é um jornal de humor.
    O Sensacionalista é um site de humor e não tem a intenção de espalhar boatos na internet. Todas as páginas do site tem uma assinatura dizendo que as notícias são fictícias e que o objetivo é meramente humorístico. O próprio nome do site já indica que o seu conteúdo não é confiável. O Sensacionalista lamenta eventuais transtornos que possa ter causado a editores e repórteres.”

    Fonte: https://www.sensacionalista.com.br/2010/05/07/ umdosmaioressitesdomundopublicanoticiadosensacionalistacomosefossereal/ Acesso em: 27/04/2017
    Marque a alternativa CORRETA em relação ao texto.
    Escolha uma alternativa para a questão f475da32-d9
  • F471B0C1-D9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto II para resolver a questão

    Texto II

    Em 27 de julho de 2016, circulou nas redes sociais uma foto na qual um médico do interior de São Paulo exibe um receituário com os seguintes dizeres: “Não existe peleumonia e nem raôxis”. Segundo reportagens da época, a imagem seria uma forma de médico debochar da forma não-padrão de falar de um paciente seu, que havia acabado de ser atendido. O caso gerou polêmica, levando posteriormente o médico a ser demitido de seu emprego por sua atitude – a qual ele teria classificado como “uma brincadeira de Facebook”. Em 29 de julho, a médica mineira Júlia Rocha também participou desse debate ao publicar em rede social uma resposta à foto original. A resposta da médica pode ser lida na imagem a seguir: 


    Imagem da questão de Português, da prova de 2017
    Fonte: http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2016/07/ medico-debocha-de-paciente-na-internet-nao-existe-peleumonia.html http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2016/07/ apos-foto-medico-pede-desculpas-e-diz-foi-uma-brincadeira-de-facebook.html http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/mundo/brasil/noticia/2016/08/01/ medica-e-alvo-de-ofensas-na-internet-apos-criticar-colega -de-profissao-que-debochou-de-paciente-246826.php Acesso em: 27/04/2017
    Em relação à forma de escrever escolhida pela médica mineira, é CORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão f471b0c1-d9
  • F46E591A-D9

    Português

    Ortografia
    Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2017Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto II para resolver a questão

    Texto II

    Em 27 de julho de 2016, circulou nas redes sociais uma foto na qual um médico do interior de São Paulo exibe um receituário com os seguintes dizeres: “Não existe peleumonia e nem raôxis”. Segundo reportagens da época, a imagem seria uma forma de médico debochar da forma não-padrão de falar de um paciente seu, que havia acabado de ser atendido. O caso gerou polêmica, levando posteriormente o médico a ser demitido de seu emprego por sua atitude – a qual ele teria classificado como “uma brincadeira de Facebook”. Em 29 de julho, a médica mineira Júlia Rocha também participou desse debate ao publicar em rede social uma resposta à foto original. A resposta da médica pode ser lida na imagem a seguir: 


    Imagem da questão de Português, da prova de 2017
    Fonte: http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2016/07/ medico-debocha-de-paciente-na-internet-nao-existe-peleumonia.html http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2016/07/ apos-foto-medico-pede-desculpas-e-diz-foi-uma-brincadeira-de-facebook.html http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/mundo/brasil/noticia/2016/08/01/ medica-e-alvo-de-ofensas-na-internet-apos-criticar-colega -de-profissao-que-debochou-de-paciente-246826.php Acesso em: 27/04/2017
    De acordo com a ortografia padrão, os termos "peleumonia" e "incrusive", presentes no texto, teriam de ser substituídos por:
    Escolha uma alternativa para a questão f46e591a-d9
  • F46B37B8-D9

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto II para resolver a questão

    Texto II

    Em 27 de julho de 2016, circulou nas redes sociais uma foto na qual um médico do interior de São Paulo exibe um receituário com os seguintes dizeres: “Não existe peleumonia e nem raôxis”. Segundo reportagens da época, a imagem seria uma forma de médico debochar da forma não-padrão de falar de um paciente seu, que havia acabado de ser atendido. O caso gerou polêmica, levando posteriormente o médico a ser demitido de seu emprego por sua atitude – a qual ele teria classificado como “uma brincadeira de Facebook”. Em 29 de julho, a médica mineira Júlia Rocha também participou desse debate ao publicar em rede social uma resposta à foto original. A resposta da médica pode ser lida na imagem a seguir: 


    Imagem da questão de Português, da prova de 2017
    Fonte: http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2016/07/ medico-debocha-de-paciente-na-internet-nao-existe-peleumonia.html http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2016/07/ apos-foto-medico-pede-desculpas-e-diz-foi-uma-brincadeira-de-facebook.html http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/mundo/brasil/noticia/2016/08/01/ medica-e-alvo-de-ofensas-na-internet-apos-criticar-colega -de-profissao-que-debochou-de-paciente-246826.php Acesso em: 27/04/2017
    ASSINALE a alternativa na qual há exemplos de um uso NÃO-PADRÃO de concordância nominal da Língua Portuguesa:
    Escolha uma alternativa para a questão f46b37b8-d9
  • F467F090-D9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto I para resolver a questão

    A tirinha é de autoria de André Dahmer e faz parte de uma série denominada “Quadrinhos dos anos 10”, a qual foi transformada em um livro de mesmo nome publicado em 2016.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017
    Fonte: DAHMER, André. http://www.scoopnest.com/pt/user/malvados/593101177157459969 Acessado em: 15/05/201
    A partir da leitura da tirinha e também das informações dadas a seu respeito, infere-se que:
    Escolha uma alternativa para a questão f467f090-d9
  • 4F20C31E-D8

    Português

    Coesão e coerência
    Ensino Einstein · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Conselho não cassa registro por quebra de sigilo médico

    Cláudia Colucci

    10 fev. 2017 – 2h00 de São Paulo


        Nos últimos quatro anos, nenhum médico teve seu registro profissional cassado no Estado de São Paulo por quebra de sigilo médico. 

        Segundo o Cremesp (conselho médico paulista), de 2012 a 2016, foram registrados 379 processos éticos por essa razão – 87 já julgados.

        Desses, 39 foram inocentados e 48, julgados culpados. A maioria (26) recebeu penas confidenciais e 22, públicas.

        As primeiras são advertências e censuras sigilosas (só o médico fica sabendo). Já as públicas envolvem publicação na imprensa oficial e a suspensão do exercício profissional por até 30 dias.

         No mesmo período, 26 médicos foram cassados em primeira instância pelo Cremesp por diferentes motivos. Cabe recurso das decisões no Conselho Federal de Medicina.

        Para Mauro Aranha, presidente do Cremesp, o fato de não ter havido nenhuma cassação por quebra de sigilo não significa que essa seja um infração menos grave.

        “É uma infração ética muito importante. Mas a pena depende de uma série de contextos, por exemplo, o dano provocado ao paciente, se o médico cometeu o ato de forma proposital ou se foi negligente e do seu histórico ético no conselho”, explica.

      Se a pessoa usar a quebra de sigilo para conseguir algum benefício (dinheiro, por exemplo), o ato é considerado gravíssimo.

        Aranha não comenta sobre as duas sindicâncias abertas para apurar o envolvimento de médicos na divulgação de dados de Marisa Letícia Lula da Silva e de mensagens de ódio em redes sociais (o processo é sigiloso).

        Mas conforme apurou a Folha com conselheiros, a tendência é que os médicos acusados recebam, no mínimo, uma censura pública.

        Na opinião de Aranha, é preciso que os médicos repensem seus papéis nas redes sociais. “Elas convidam a pessoa a responder de forma instantânea, intempestiva. O médico não tem que ser um santo, mas o ato médico exige prudência.”


    MÍDIAS SOCIAIS

        A violação do sigilo médico em mídias sociais não é uma prática incomum entre alunos de medicina, residentes e cirurgiões, aponta uma dissertação de mestrado apresentada nesta quarta (8), na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

        No estudo envolvendo 156 pessoas (52 alunos, 51 residentes e 53 docentes), o cirurgião Diego Adão Fanti Silva verificou que 53% dos alunos, 86% dos residentes e 62% dos docentes divulgam dados de pacientes nas mídias sociais. A maioria (entre 86,5% e 100%) relata que oculta a identidade dos pacientes no momento da divulgação.

        No trabalho, o autor diz que é ilegal e antiética a divulgação de imagens de pacientes mesmo com a autorização dos expostos e mesmo não identificando o doente.

        Só há permissão se a publicação tiver fins acadêmicos ou assistenciais – ainda assim, é necessário o consentimento do paciente.


    Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/ equilibrioesaude/2017/02/1857393-conselho-nao-cassa-registro-por- quebra-de-sigilo-medico.shtml. Acesso em: 8 out. 2017.

    Ainda na matéria Conselho não cassa registro por quebra de sigilo médico, tanto no início do terceiro parágrafo como no início do quarto, estão elípticas, respectivamente, as expressões
    Escolha uma alternativa para a questão 4f20c31e-d8
  • 4F1D48B0-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Ensino Einstein · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Conselho não cassa registro por quebra de sigilo médico

    Cláudia Colucci

    10 fev. 2017 – 2h00 de São Paulo


        Nos últimos quatro anos, nenhum médico teve seu registro profissional cassado no Estado de São Paulo por quebra de sigilo médico. 

        Segundo o Cremesp (conselho médico paulista), de 2012 a 2016, foram registrados 379 processos éticos por essa razão – 87 já julgados.

        Desses, 39 foram inocentados e 48, julgados culpados. A maioria (26) recebeu penas confidenciais e 22, públicas.

        As primeiras são advertências e censuras sigilosas (só o médico fica sabendo). Já as públicas envolvem publicação na imprensa oficial e a suspensão do exercício profissional por até 30 dias.

         No mesmo período, 26 médicos foram cassados em primeira instância pelo Cremesp por diferentes motivos. Cabe recurso das decisões no Conselho Federal de Medicina.

        Para Mauro Aranha, presidente do Cremesp, o fato de não ter havido nenhuma cassação por quebra de sigilo não significa que essa seja um infração menos grave.

        “É uma infração ética muito importante. Mas a pena depende de uma série de contextos, por exemplo, o dano provocado ao paciente, se o médico cometeu o ato de forma proposital ou se foi negligente e do seu histórico ético no conselho”, explica.

      Se a pessoa usar a quebra de sigilo para conseguir algum benefício (dinheiro, por exemplo), o ato é considerado gravíssimo.

        Aranha não comenta sobre as duas sindicâncias abertas para apurar o envolvimento de médicos na divulgação de dados de Marisa Letícia Lula da Silva e de mensagens de ódio em redes sociais (o processo é sigiloso).

        Mas conforme apurou a Folha com conselheiros, a tendência é que os médicos acusados recebam, no mínimo, uma censura pública.

        Na opinião de Aranha, é preciso que os médicos repensem seus papéis nas redes sociais. “Elas convidam a pessoa a responder de forma instantânea, intempestiva. O médico não tem que ser um santo, mas o ato médico exige prudência.”


    MÍDIAS SOCIAIS

        A violação do sigilo médico em mídias sociais não é uma prática incomum entre alunos de medicina, residentes e cirurgiões, aponta uma dissertação de mestrado apresentada nesta quarta (8), na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

        No estudo envolvendo 156 pessoas (52 alunos, 51 residentes e 53 docentes), o cirurgião Diego Adão Fanti Silva verificou que 53% dos alunos, 86% dos residentes e 62% dos docentes divulgam dados de pacientes nas mídias sociais. A maioria (entre 86,5% e 100%) relata que oculta a identidade dos pacientes no momento da divulgação.

        No trabalho, o autor diz que é ilegal e antiética a divulgação de imagens de pacientes mesmo com a autorização dos expostos e mesmo não identificando o doente.

        Só há permissão se a publicação tiver fins acadêmicos ou assistenciais – ainda assim, é necessário o consentimento do paciente.


    Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/ equilibrioesaude/2017/02/1857393-conselho-nao-cassa-registro-por- quebra-de-sigilo-medico.shtml. Acesso em: 8 out. 2017.

    No texto de Cláudia Colucci, o posicionamento do presidente do Cremesp e o do cirurgião em sua dissertação de mestrado
    Escolha uma alternativa para a questão 4f1d48b0-d8
  • 4F1A333B-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Ensino Einstein · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Era digital desafia exercício profissional


        ''A medicina não sobreviverá ao velho método do médico de família, mas terá que se adaptar”. A afirmação é do desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), Diaulas Costa Ribeiro, proferida durante a mesa redonda “Panorama atual das mídias sociais e aplicativos na medicina contemporânea”. Para ele, as novas tecnologias trazem desafios que precisam ser colocados em perspectiva para garantir a ética e o sigilo.

        “Possivelmente vamos chegar a uma medicina sem gosto, distanciada, mas que também funciona. Talvez este não seja o fi m, mas um recomeço”, ponderou Ribeiro. Segundo ele, antes de gerar um novo modelo de atendimento médico, o “dr. Google” – termo que utilizou para indicar as buscas por informações médicas na internet – gerou um novo tipo de paciente, que passou a conhecer mais sobre as doenças e, por isso, exige um novo relacionamento com seu médico.

        O desembargador ainda reforçou a necessidade de se rediscutir questões como o uso da internet nessa relação médico-paciente e a segurança do sigilo médico neste cenário. “Precisamos refletir sobre algumas questões importantes. Quem guardará o sigilo? Ou não haverá sigilo? O sigilo médico será mantido ou  valerá o direito público à informação? Os conflitos serão reinventados ou serão os mesmos? A solução para os problemas será a de sempre?”, indagou. Ética – Na perspectiva do médico legista e professor da Universidade de Brasília (UnB), Malthus Galvão, embora acredite que algumas mudanças serão inevitáveis e necessárias, é preciso defender os princípios fundamentais instituídos pelo Código de ética médica (CEM). 

        “As novas mídias devem ser entendidas como um sistema de interação social, de compartilhamento e criação colaborativa de informação nos mais diversos formatos e não podemos perder essa oportunidade”, destacou. Ele lembra, por exemplo, que desde a Resolução CFM 1.643/2002, que defi ne e disciplina a prestação de serviços através da telemedicina, alguns avanços colaborativos já foram possíveis.    

        Galvão apresentou ainda preceitos da Resolução CFM 1.974/2011 e também da Lei do Ato Médico (12.842/2013), chamando a atenção para alguns cuidados que o médico deve ter ao divulgar conteúdo de forma sensacionalista. “Segundo o CEM, é vedada a divulgação de informação sobre assunto médico de forma sensacionalista, promocional ou de conteúdo inverídico. A internet deve ser usada como um instrumento de promoção da saúde e orientação à população”, reforçou.

    Editorial do Jornal Medicina – Publicação oficial do Conselho

    Federal de Medicina (CFM). Brasília, jul. 2017, p. 7.

    Diaulas Costa Ribeiro, desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), refere-se ao “dr. Google” para explicar o tipo de paciente da atualidade, ou seja,
    Escolha uma alternativa para a questão 4f1a333b-d8
  • 4F16F633-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Ensino Einstein · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Era digital desafia exercício profissional


        ''A medicina não sobreviverá ao velho método do médico de família, mas terá que se adaptar”. A afirmação é do desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), Diaulas Costa Ribeiro, proferida durante a mesa redonda “Panorama atual das mídias sociais e aplicativos na medicina contemporânea”. Para ele, as novas tecnologias trazem desafios que precisam ser colocados em perspectiva para garantir a ética e o sigilo.

        “Possivelmente vamos chegar a uma medicina sem gosto, distanciada, mas que também funciona. Talvez este não seja o fi m, mas um recomeço”, ponderou Ribeiro. Segundo ele, antes de gerar um novo modelo de atendimento médico, o “dr. Google” – termo que utilizou para indicar as buscas por informações médicas na internet – gerou um novo tipo de paciente, que passou a conhecer mais sobre as doenças e, por isso, exige um novo relacionamento com seu médico.

        O desembargador ainda reforçou a necessidade de se rediscutir questões como o uso da internet nessa relação médico-paciente e a segurança do sigilo médico neste cenário. “Precisamos refletir sobre algumas questões importantes. Quem guardará o sigilo? Ou não haverá sigilo? O sigilo médico será mantido ou  valerá o direito público à informação? Os conflitos serão reinventados ou serão os mesmos? A solução para os problemas será a de sempre?”, indagou. Ética – Na perspectiva do médico legista e professor da Universidade de Brasília (UnB), Malthus Galvão, embora acredite que algumas mudanças serão inevitáveis e necessárias, é preciso defender os princípios fundamentais instituídos pelo Código de ética médica (CEM). 

        “As novas mídias devem ser entendidas como um sistema de interação social, de compartilhamento e criação colaborativa de informação nos mais diversos formatos e não podemos perder essa oportunidade”, destacou. Ele lembra, por exemplo, que desde a Resolução CFM 1.643/2002, que defi ne e disciplina a prestação de serviços através da telemedicina, alguns avanços colaborativos já foram possíveis.    

        Galvão apresentou ainda preceitos da Resolução CFM 1.974/2011 e também da Lei do Ato Médico (12.842/2013), chamando a atenção para alguns cuidados que o médico deve ter ao divulgar conteúdo de forma sensacionalista. “Segundo o CEM, é vedada a divulgação de informação sobre assunto médico de forma sensacionalista, promocional ou de conteúdo inverídico. A internet deve ser usada como um instrumento de promoção da saúde e orientação à população”, reforçou.

    Editorial do Jornal Medicina – Publicação oficial do Conselho

    Federal de Medicina (CFM). Brasília, jul. 2017, p. 7.

    Para defender seu ponto de vista, ainda na matéria do CFM, Malthus Galvão se sustenta em argumentos
    Escolha uma alternativa para a questão 4f16f633-d8
  • 4F13C3C2-D8

    Português

    Pontuação
    Ensino Einstein · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Era digital desafia exercício profissional


        ''A medicina não sobreviverá ao velho método do médico de família, mas terá que se adaptar”. A afirmação é do desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), Diaulas Costa Ribeiro, proferida durante a mesa redonda “Panorama atual das mídias sociais e aplicativos na medicina contemporânea”. Para ele, as novas tecnologias trazem desafios que precisam ser colocados em perspectiva para garantir a ética e o sigilo.

        “Possivelmente vamos chegar a uma medicina sem gosto, distanciada, mas que também funciona. Talvez este não seja o fi m, mas um recomeço”, ponderou Ribeiro. Segundo ele, antes de gerar um novo modelo de atendimento médico, o “dr. Google” – termo que utilizou para indicar as buscas por informações médicas na internet – gerou um novo tipo de paciente, que passou a conhecer mais sobre as doenças e, por isso, exige um novo relacionamento com seu médico.

        O desembargador ainda reforçou a necessidade de se rediscutir questões como o uso da internet nessa relação médico-paciente e a segurança do sigilo médico neste cenário. “Precisamos refletir sobre algumas questões importantes. Quem guardará o sigilo? Ou não haverá sigilo? O sigilo médico será mantido ou  valerá o direito público à informação? Os conflitos serão reinventados ou serão os mesmos? A solução para os problemas será a de sempre?”, indagou. Ética – Na perspectiva do médico legista e professor da Universidade de Brasília (UnB), Malthus Galvão, embora acredite que algumas mudanças serão inevitáveis e necessárias, é preciso defender os princípios fundamentais instituídos pelo Código de ética médica (CEM). 

        “As novas mídias devem ser entendidas como um sistema de interação social, de compartilhamento e criação colaborativa de informação nos mais diversos formatos e não podemos perder essa oportunidade”, destacou. Ele lembra, por exemplo, que desde a Resolução CFM 1.643/2002, que defi ne e disciplina a prestação de serviços através da telemedicina, alguns avanços colaborativos já foram possíveis.    

        Galvão apresentou ainda preceitos da Resolução CFM 1.974/2011 e também da Lei do Ato Médico (12.842/2013), chamando a atenção para alguns cuidados que o médico deve ter ao divulgar conteúdo de forma sensacionalista. “Segundo o CEM, é vedada a divulgação de informação sobre assunto médico de forma sensacionalista, promocional ou de conteúdo inverídico. A internet deve ser usada como um instrumento de promoção da saúde e orientação à população”, reforçou.

    Editorial do Jornal Medicina – Publicação oficial do Conselho

    Federal de Medicina (CFM). Brasília, jul. 2017, p. 7.

    No primeiro parágrafo do editorial do CFM, as aspas são empregadas, respectivamente, para demarcar
    Escolha uma alternativa para a questão 4f13c3c2-d8
  • 4F10D017-D8

    Literatura

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    Ensino Einstein · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Mas ... Houve um pequeno engano, um

    contratempo de última hora, que veio

    pôr dois bons sujeitos, pacatíssimos e

    pacíficos, num jogo dos demônios, numa

    comprida complicação.



    O trecho acima faz parte do conto “Duelo”, uma das narrativas de Sagarana, de João Guimarães Rosa. Essa narrativa, como um todo, apresenta

    Escolha uma alternativa para a questão 4f10d017-d8
  • 4F0D9214-D8

    Literatura

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    Ensino Einstein · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Jacinto, personagem de A Cidade e as Serras, deixa Paris e vai para Tormes, em Portugal. Lá vive em contato com o campo, em uma quinta herdada de seus ancestrais. Sua presença desperta curiosidade e suas ações contribuem para
    Escolha uma alternativa para a questão 4f0d9214-d8
  • 4F0A958B-D8

    Literatura

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    Ensino Einstein · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    O pior é que era coxa. Uns olhos tão lúcidos, uma boca tão fresca, uma compostura tão senhoril; e coxa! Esse contraste faria suspeitar que a natureza é às vezes um imenso escárnio. Por que bonita, se coxa? Por que coxa, se bonita? Tal era a pergunta que eu vinha fazendo a mim mesmo ao voltar para casa, de noite, sem atinar com a solução do enigma. O melhor que há, quando se não resolve um enigma, é sacudi-lo pela janela fora; foi o que eu fiz; lancei mão de uma toalha e enxotei essa outra borboleta preta, que me adejava no cérebro.


    O trecho acima integra o romance Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis. Dele, e compreendendo a obra como um todo, pode-se afirmar que alude à personagem

    Escolha uma alternativa para a questão 4f0a958b-d8
  • 4F078BB3-D8

    Literatura

    Escolas Literárias
    Ensino Einstein · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    A alegria ainda morou na cabana, todo o tempo que as espigas de milho levaram para amarelecer. Uma alvorada, caminhava o cristão pela borda do mar. Sua alma estava cansada. O colibri sacia-se de mel e perfume; depois adormece em seu branco ninho de cotão, até que volta no outro ano a lua das flores. Como o colibri, a alma do guerreiro também satura-se de felicidade, e carece de sono e repouso. A caça e as excursões pelas montanhas em companhia do amigo, as carícias da terna esposa que o esperavam na volta, e o doce carbeto no copiar da cabana, já não acordavam nele as emoções de outrora. Seu coração ressonava.

    Quando Iracema brincava pela praia, os olhos do guerreiro retiravam-se dela para se estenderem pela imensidade dos mares.

    Viram umas asas brancas, que adejavam pelos campos azuis. Conheceu o cristão que era uma grande igara de muitas velas, como construíam seus irmãos; e a saudade da pátria apertou-lhe no seio. 



    O trecho acima integra o romance Iracema, de José de Alencar. Dele não se pode afirmar que

    Escolha uma alternativa para a questão 4f078bb3-d8
  • 4F048A9B-D8

    Literatura

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    Ensino Einstein · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    A MÁQUINA DO MUNDO


    E como eu palmilhasse vagamente

    uma estrada de Minas, pedregosa,

    e no fecho da tarde um sino rouco


    se misturasse ao som de meus sapatos

    que era pausado e seco; e aves pairassem

    no céu de chumbo, e suas formas pretas


    lentamente se fossem diluindo

    na escuridão maior, vinda dos montes

    e de meu próprio ser desenganado,


    a máquina do mundo se entreabriu

    para quem de a romper já se esquivava

    e só de o ter pensado se carpia.

    ( ... )


    O trecho ao lado integra um poema maior da obra Claro Enigma, de Carlos Drummond de Andrade. Considerando o poema como um todo, NÃO É CORRETO afirmar que

    Escolha uma alternativa para a questão 4f048a9b-d8