Questões do ENEM 2017

Questões aplicadas na prova de 2017, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

1.793 questões encontradas. Mostrando a página 48 de 90.

  • 3C6AF2C3-B5

    Inglês

    Aspectos linguísticos | Linguistic aspects
    IF Sul - MG · 2017Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, IF Sul - MG 2017, Aspectos linguísticos | Linguistic aspects

    Com relação às expressões abaixo, assinale a alternativa correta.

    written word, movable type, mass publication
    Escolha uma alternativa para a questão 3c6af2c3-b5
  • 3C6803DC-B5

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    IF Sul - MG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, IF Sul - MG 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

    A evolução da comunicação é retratada com ironia no cartum. Com relação à figura e ao texto, é INCORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c6803dc-b5
  • 3C646179-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    IF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre o romance “Capitães da Areia”, de Jorge Amado, é INCORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c646179-b5
  • 3C61085C-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    IF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa INCORRETA sobre a obra “Dois Irmãos” de Miltom Hatoum.
    Escolha uma alternativa para a questão 3c61085c-b5
  • 3C5DECB3-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    IF Sul - MG · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Sobre a obra “Dois Irmãos” de Milton Hatoum, considere as seguintes afirmativas:

    I – O título faz referência a dois irmãos que, supostamente, têm pais diferentes, nascendo daí uma rivalidade que destrói vidas e famílias.
    II – O cenário principal da obra é a cidade de Manaus, valorizando o porto, as ruas do centro, as praças e os bairros mais antigos.
    III – Rânia casou-se com o primeiro pretendente que apareceu para tentar esquecer o amor que sentia por Omar.
    IV – Omar envolveu-se seriamente com duas mulheres: Dália e Pau-Mulato; porém nos dois casos a mãe dele interveio, provocando a separação.
    V – Antes de morrer, Yaqub confessou que era o pai de Nael.

    Assinale a alternativa que contém as afirmativas CORRETAS:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c5decb3-b5
  • 3C5AEDBF-B5

    Português

    Denotação e Conotação
    IF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    O texto abaixo é poético. Leia-o com atenção e resolva as questões.

    “A lua,
    tal qual a dona de um bordel,
    pedia a cada estrela fria
    um brilho de aluguel.
    E nuvens,
    lá no mata-borrão do céu
    chupavam manchas torturadas
    – que sufoco!”

    (João Bosco e Aldir Blanc, “O bêbado e a equilibrista”)

    I – No fragmento há predomínio da linguagem denotativa, característica máxima do texto literário.
    II – A função referencial, presente no texto, transmite dados da realidade de forma subjetiva.
    III – Nos textos literários, o autor explora determinadas construções com a intenção deliberada de reforçar a mensagem.
    IV – No fragmento a figura de linguagem evidente é a prosopopeia.

    Assinale a alternativa correta após análise completa.
    Escolha uma alternativa para a questão 3c5aedbf-b5
  • 3C57A1B0-B5

    Literatura

    Arcadismo
    IF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa INCORRETA a respeito dos movimentos literários brasileiros abaixo.
    Escolha uma alternativa para a questão 3c57a1b0-b5
  • 3C52B4C2-B5

    Português

    Análise sintática
    IF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Nós, os brasileiros

    Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da Floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.

    Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade. Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – eu fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos. – A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!

    Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos: – Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas! Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo: – Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras? A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”. 

    Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico. 

    Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e mato. E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, senti-me tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso. E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, fazem-me menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.

    (Luft, Lya. Pensar e transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005, pág. 49 – 51) 
    Analise as passagens extraídas do texto e as afirmações feitas sobre cada uma delas e, em seguida, assinale a alternativa que contém a afirmação INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 3c52b4c2-b5
  • 3C4F2FE9-B5

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    IF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Nós, os brasileiros

    Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da Floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.

    Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade. Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – eu fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos. – A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!

    Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos: – Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas! Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo: – Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras? A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”. 

    Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico. 

    Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e mato. E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, senti-me tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso. E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, fazem-me menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.

    (Luft, Lya. Pensar e transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005, pág. 49 – 51) 
    O emprego dos tempos e modos verbais desempenha um papel fundamental na construção da coerência textual. Partindo dessa constatação, é CORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c4f2fe9-b5
  • 3C4BFDAE-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    IF Sul - MG · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Nós, os brasileiros

    Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da Floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.

    Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade. Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – eu fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos. – A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!

    Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos: – Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas! Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo: – Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras? A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”. 

    Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico. 

    Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e mato. E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, senti-me tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso. E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, fazem-me menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.

    (Luft, Lya. Pensar e transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005, pág. 49 – 51) 
    (...) porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas (...)

    Os articuladores destacados podem ser substituídos, sem prejuízo do significado original no texto, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c4bfdae-b5
  • 3C4938A3-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    IF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Nós, os brasileiros

    Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da Floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.

    Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade. Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – eu fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos. – A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!

    Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos: – Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas! Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo: – Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras? A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”. 

    Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico. 

    Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e mato. E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, senti-me tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso. E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, fazem-me menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.

    (Luft, Lya. Pensar e transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005, pág. 49 – 51) 
    Assinale a alternativa em que o significado da palavra em destaque está INCORRETAMENTE interpretado.
    Escolha uma alternativa para a questão 3c4938a3-b5
  • 3C461657-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    IF Sul - MG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Nós, os brasileiros

    Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da Floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.

    Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade. Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – eu fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos. – A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!

    Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos: – Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas! Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo: – Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras? A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”. 

    Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico. 

    Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e mato. E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, senti-me tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso. E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, fazem-me menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.

    (Luft, Lya. Pensar e transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005, pág. 49 – 51) 
    “Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.” Assinale a alternativa que confirma essa afirmação da autora.
    Escolha uma alternativa para a questão 3c461657-b5
  • 1019EE9F-B4

    Inglês

    Aspectos linguísticos | Linguistic aspects
    IF-MT · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO I 

    HOW TO TRICK YOUR BRAIN INTO HEALTHY EATING

    Charles Spence and Jozef Youssef

    Imagem da questão de Inglês, IF-MT 2017, Aspectos linguísticos | Linguistic aspects

    Quanto aos referentes do texto, analise as frases e os referentes em destaque para assinalar a opção correta:
    Escolha uma alternativa para a questão 1019ee9f-b4
  • 1010C7EC-B4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    IF-MT · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO I 

    HOW TO TRICK YOUR BRAIN INTO HEALTHY EATING

    Charles Spence and Jozef Youssef

    Imagem da questão de Inglês, IF-MT 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Em: In fact, many people don’t even use their dining space at home, [...] (L. 27 - 28), a palavra de ligação “In fact”, confere ao texto uma ideia de:
    Escolha uma alternativa para a questão 1010c7ec-b4
  • 100C8E3E-B4

    Inglês

    Aspectos linguísticos | Linguistic aspects
    IF-MT · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO I 

    HOW TO TRICK YOUR BRAIN INTO HEALTHY EATING

    Charles Spence and Jozef Youssef

    Imagem da questão de Inglês, IF-MT 2017, Aspectos linguísticos | Linguistic aspects

    Marque a opção em que o item sublinhado é um grupo nominal:
    Escolha uma alternativa para a questão 100c8e3e-b4
  • 1007DE7C-B4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    IF-MT · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO I 

    HOW TO TRICK YOUR BRAIN INTO HEALTHY EATING

    Charles Spence and Jozef Youssef

    Imagem da questão de Inglês, IF-MT 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

    No que diz respeito aos resultados das pesquisas, analise as assertivas abaixo:
    I. As pesquisas provaram que os alimentos orgânicos colocados em louças maiores não enganam o nosso estômago.
    II. Colocar alimentos em louças menores tende a enganar o nosso cérebro para acreditar que estamos comendo mais.
    III. Servir comida calórica em diferentes vasilhames mais pesados pode nos dar a sensação de volume e profundidade.
    IV. As pesquisas mostram que comer com a mão não dominante, geralmente leva a um consumo menor de alimentos.
    Está CORRETO o que se afirma em:
    Escolha uma alternativa para a questão 1007de7c-b4
  • 1003F864-B4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    IF-MT · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO I 

    HOW TO TRICK YOUR BRAIN INTO HEALTHY EATING

    Charles Spence and Jozef Youssef

    Imagem da questão de Inglês, IF-MT 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

    De acordo com os autores do texto, as pessoas:
    Escolha uma alternativa para a questão 1003f864-b4
  • 0FFF7350-B4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    IF-MT · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO I 

    HOW TO TRICK YOUR BRAIN INTO HEALTHY EATING

    Charles Spence and Jozef Youssef

    Imagem da questão de Inglês, IF-MT 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

    É INCORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 0fff7350-b4
  • 0FF9B95E-B4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    IF-MT · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO I 

    HOW TO TRICK YOUR BRAIN INTO HEALTHY EATING

    Charles Spence and Jozef Youssef

    Imagem da questão de Inglês, IF-MT 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Da leitura do texto, pode-se inferir que o cérebro:
    Escolha uma alternativa para a questão 0ff9b95e-b4