Questões do ENEM 2017
Questões aplicadas na prova de 2017, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.
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5.454 questões encontradas. Mostrando a página 161 de 273.
11E351E3-B3 A moeda de um real que entrou em circulação em 1º de julho de 1994 possuía um diâmetro de 24,0 mm. Devido a alguns fatores foi lançada uma nova moeda de um real em 1º de Julho de 1998, com 27,0 mm de diâmetro, a qual usamos até hoje. O aumento do raio da moeda foi de:11E0783D-B3 Matemática
ProbabilidadeInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosA National Basketball Association (NBA) – Associação Nacional de Basquetebol – é a principal liga de basquetebol profissional da América do Norte. Na temporada 2016/2017 irão disputar o título a equipe do CLEVELAND CAVALIERS e a equipe do GOLDEN STATE WARRIONS em uma série “melhor-de-sete”, o time que vencer quatro partidas entre sete fica com o título. Caso um time vença as quatro primeiras partidas, não haverá a necessidade da quinta partida, e assim por diante. Especialistas do esporte consideram que o GOLDEN STATE WARRIONS tem 60% de chance de vencer uma partida. Considerando essa porcentagem, a chance do GOLDEN STATE WARRIONS vencer as quatro primeiras partidas e ficar com o título é de:11DD9CFE-B3 Matemática
Progressão Geométrica - PGInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosO terceiro termo de uma Progressão Geométrica (PG) finita e oscilante é -3/2, e o sétimo termo é -3/32. O segundo termo da PG é:11DA7849-B3 Matemática
PotênciaInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosSeja a equação:2 (2x-1) + 5.2(x+3) = 1792O valor de x que satisfaz a igualdade acima é:11D1FCBF-B3 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
Charges são produzidas com o intuito de satirizar comportamentos humanos e assim oportunizarem a reflexão sobre nossos próprios comportamentos e atitudes. Nessa charge, a linguagem utilizada pelas personagens em uma conversa em inglês evidencia:
I - a confusão mental do pai ao visitar o filho na cadeia e confundi-lo com outro presidiário.
II - o diálogo entre dois presidiários e um carcereiro a respeito do sistema carcerário no Brasil.
III - a ausência de comunicação no sistema carcerário.
IV - a distração do pai ao visitar o sobrinho preso na cadeia e confundi-lo com outro presidiário.
V - a ausência de comunicação entre pais e filhos.
Assinale a alternativa correta.
11CE8CAE-B3 Inglês
Presente perfeito | Present perfectInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosHow English evolved into a global language
As the British Library charts the evolution of English in a new major exhibition, author Michael Rosen gives a brief history of a language that has grown to world domination with phrases such as "cool" and "go to it".
The need for an international language has always existed. In the past it was about religion and intellectual debate. With the technologies of today, it's about communicating with others anywhere in the world in a matter of moments.
Two events, separated by nearly 400 years, show how this need has always been present.
Firstly, sitting in front of me I have a copy of the celebrated book Utopia, by Sir Thomas More. This particular edition is published in 1629 in Amsterdam, not in English, not in Dutch, but in Latin.
The second event was a talk I recently had with a German scientist. He said that he knew of scientific conferences taking place in Germany, where all the people attending were German and yet the conference was conducted in English.
Source: <http://www.bbc.com/news/magazine-12017753>
From the text extracts below, the only one in the Present Perfect is:11CBD315-B3 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosHow English evolved into a global language
As the British Library charts the evolution of English in a new major exhibition, author Michael Rosen gives a brief history of a language that has grown to world domination with phrases such as "cool" and "go to it".
The need for an international language has always existed. In the past it was about religion and intellectual debate. With the technologies of today, it's about communicating with others anywhere in the world in a matter of moments.
Two events, separated by nearly 400 years, show how this need has always been present.
Firstly, sitting in front of me I have a copy of the celebrated book Utopia, by Sir Thomas More. This particular edition is published in 1629 in Amsterdam, not in English, not in Dutch, but in Latin.
The second event was a talk I recently had with a German scientist. He said that he knew of scientific conferences taking place in Germany, where all the people attending were German and yet the conference was conducted in English.
Source: <http://www.bbc.com/news/magazine-12017753>
De acordo com a abordagem do texto, podemos inferir que a alternativa que contém a melhor interpretação para o título (How English evolved into a global language) é:11C8B236-B3 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
Observe o anúncio e marque V (verdadeiro) ou F (falso) nos itens a seguir. Logo após, assinale a alternativa correta.( ) O anúncio faz a divulgação de vagas de estágio.( ) O anúncio não exige conhecimento para o preenchimento das vagas.( ) Para todas as vagas é exigida somente a formação em nível médio.( ) As vagas de emprego são para uma estação de metrô.( ) O anúncio informa que são mais de 34.400 lojas em todo o mundo.
11C60143-B3 Português
Interpretação de TextosInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
Os Retirantes, de Candido Portinari. Obra inspirada no livro “Vidas Secas”.Fonte:<http://zip.net/bctKDn>
Leia o fragmento do texto “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos:“Olhou a catinga amarela, que o poente avermelhava. Se a seca chegasse, não ficaria planta verde. Arrepiou-se. Chegaria, naturalmente. Sempre tinha sido assim, desde que ele se entendera. E antes de se entender, antes de nascer, sucedera o mesmo – anos bons misturados com anos ruins. A desgraça estava em caminho, talvez andasse perto. Nem valia a pena trabalhar.”Disponível em:<http://www.lettere.uniroma1.it/sites/default/files/528/GRACILIANO-RAMOSVidas-secas-livro-completo.pdf>Considerando o romance “Vidas Secas”, julgue os itens e marque a alternativa correta.I - Vidas Secas apresenta o cenário da seca, que impõe a uma mísera família do sertão o sofrido destino de vagar tristemente à procura de um lugar para sobreviver.II - O romance aborda a estrutura histórica, social e econômica brasileira daquele decênio, fazendo com que os aspectos documentais estejam presentes no contexto narrativo.III - O mundo de injustiça e opressão retratado no romance é decorrente do minifúndio nordestino, responsável pela desigualdade social.
11C271BA-B3 Português
Colocação PronominalInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosTexto 4Eu te amo(Geraldo Carneiro)Sempre me perguntei quando é que a expressão eu te amo começou a ser usada aqui no Brasil. Não me lembro de ter lido a frase nos clássicos portugueses, nem em Machado de Assis, nem nos modernistas paulistanos. Repeti a pergunta a minha querida Nélida Piñon, e ela, com sua autoridade literária, confirmou que o eu te amo é uma expressão recente entre nós.Sem dúvida houve a influência do cinema americano. Noel Rosa já reclamava disso nos anos 30: “Amor lá no morro é amor pra chuchu / A gíria do samba não tem I love you.”Na minha infância, nos anos 50, nunca ouvi meu pai dizendo eu te amo à minha mãe, nem minha mãe dizendo eu te amo a meu pai, nem a nós, seus filhos. Talvez naquele tempo o amor fosse mais recatado. Embora grande, o amor era sagrado, secreto, subjacente, não precisava que a gente se declarasse o tempo todo.Me lembro, por exemplo, da música A Noite do meu bem, de Dolores Duran. Eu ainda não sabia o que era o amor, mas essa canção me deixava comovidocomo o diabo, como dizia o Drummond. Aliás, “meu bem” rolava muito lá em casa.O principal responsável pela introdução do eu te amo no Brasil talvez tenha sido o poeta Vinicius de Moraes. Ele escreveu:Amo-te tanto, meu amor... não canteO humano coração com mais verdade...Amo-te como amigo e como amanteNuma sempre diversa realidadeAmo-te afim, de um calmo amor prestante,E te amo além, presente na saudade.Amo-te, enfim, com grande liberdadeDentro da eternidade e a cada instante.Amo-te como um bicho, simplesmente,De um amor sem mistério e sem virtudeCom um desejo maciço e permanente.E de te amar assim muito e amiúde,É que um dia em teu corpo de repenteHei de morrer de amar mais do que pude.Eu sei que “amo-te” não é igual a “eu te amo”. A maneira de falar, a sintaxe ainda é meio lusitana. Mas na canção “Por toda a minha vida”, com música de Tom Jobim, Vinicius escreveu: “Eu te amo e te proclamo / o meu amor, o meu amor.”Agora, para aclarar as minhas trevas, saiu pela Companhia das Letras uma coletânea de textos de Vinicius, “Todo amor”, organizada por Eucanaã Ferraz. Uma reunião de algumas das mais belas palavras de amor no Brasil do século XX. Porque foi Vinicius quem mais praticou e falou sobre a arte de amar por aqui.Às folhas tantas deste livro me deparo com uma carta do poeta para Beatriz de Moraes, com quem ele havia acabado de se casar pelo correio, por procuração. A carta é de 1938, quando o poeta estava em Oxford, usufruindo de uma bolsa de estudos. E depois de declarar a sua amada que “tu és minha vida, meu tudo (...) Eu sou teu escravo, teu criado, tua cria e tu és a minha namorada ilícita e esposa amantíssima (...)”,Vinicius arremata: “E te amo tanto que às vezes fico com vontade de dar urros de amor.”É o primeiro te amo por escrito que eu conheço.Dirá você que, no século XXI, as palavras de amor perderam muito prestígio. Serei forçado a concordar. Hoje todo o mundo diz que ama todo o mundo. Mas as pessoas, felizmente, continuam se amando. E basta que se leia a poesia de Vinicius para que as palavras ganhem de novo seu frescor original. A poesia sempre renasce. Haverá sempre um novo Romeu da Ilha do Governador que dirá, como se fosse a primeira vez, ao pé da janela de sua Julieta pós-moderna: eu te amo.Disponível em: <http://www.academia.org.br/artigos/eu-te-amo>.
No decorrer do texto, pode-se perceber construções como “sempre me perguntei”, “não me lembro”, “essa canção me deixava”, em que o pronome oblíquo átono é posicionado antes do verbo. Sobre a sintaxe da Língua Portuguesa brasileira, analise os itens e, em seguida, marque a alternativa correta.I - A norma padrão escrita brasileira admite o uso do pronome oblíquo átono antes do verbo.II - A norma padrão escrita brasileira condena o uso do pronome oblíquo átono em início de frases.III - A norma padrão escrita brasileira condena o uso do pronome oblíquo átono antes do verbo.11BE7C9D-B3 Português
Interpretação de TextosInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosTexto 4Eu te amo(Geraldo Carneiro)Sempre me perguntei quando é que a expressão eu te amo começou a ser usada aqui no Brasil. Não me lembro de ter lido a frase nos clássicos portugueses, nem em Machado de Assis, nem nos modernistas paulistanos. Repeti a pergunta a minha querida Nélida Piñon, e ela, com sua autoridade literária, confirmou que o eu te amo é uma expressão recente entre nós.Sem dúvida houve a influência do cinema americano. Noel Rosa já reclamava disso nos anos 30: “Amor lá no morro é amor pra chuchu / A gíria do samba não tem I love you.”Na minha infância, nos anos 50, nunca ouvi meu pai dizendo eu te amo à minha mãe, nem minha mãe dizendo eu te amo a meu pai, nem a nós, seus filhos. Talvez naquele tempo o amor fosse mais recatado. Embora grande, o amor era sagrado, secreto, subjacente, não precisava que a gente se declarasse o tempo todo.Me lembro, por exemplo, da música A Noite do meu bem, de Dolores Duran. Eu ainda não sabia o que era o amor, mas essa canção me deixava comovidocomo o diabo, como dizia o Drummond. Aliás, “meu bem” rolava muito lá em casa.O principal responsável pela introdução do eu te amo no Brasil talvez tenha sido o poeta Vinicius de Moraes. Ele escreveu:De acordo com a opinião do autor do Texto 4, marque a única informação falsa:Amo-te tanto, meu amor... não canteO humano coração com mais verdade...Amo-te como amigo e como amanteNuma sempre diversa realidadeAmo-te afim, de um calmo amor prestante,E te amo além, presente na saudade.Amo-te, enfim, com grande liberdadeDentro da eternidade e a cada instante.Amo-te como um bicho, simplesmente,De um amor sem mistério e sem virtudeCom um desejo maciço e permanente.E de te amar assim muito e amiúde,É que um dia em teu corpo de repenteHei de morrer de amar mais do que pude.Eu sei que “amo-te” não é igual a “eu te amo”. A maneira de falar, a sintaxe ainda é meio lusitana. Mas na canção “Por toda a minha vida”, com música de Tom Jobim, Vinicius escreveu: “Eu te amo e te proclamo / o meu amor, o meu amor.”Agora, para aclarar as minhas trevas, saiu pela Companhia das Letras uma coletânea de textos de Vinicius, “Todo amor”, organizada por Eucanaã Ferraz. Uma reunião de algumas das mais belas palavras de amor no Brasil do século XX. Porque foi Vinicius quem mais praticou e falou sobre a arte de amar por aqui.Às folhas tantas deste livro me deparo com uma carta do poeta para Beatriz de Moraes, com quem ele havia acabado de se casar pelo correio, por procuração. A carta é de 1938, quando o poeta estava em Oxford, usufruindo de uma bolsa de estudos. E depois de declarar a sua amada que “tu és minha vida, meu tudo (...) Eu sou teu escravo, teu criado, tua cria e tu és a minha namorada ilícita e esposa amantíssima (...)”,Vinicius arremata: “E te amo tanto que às vezes fico com vontade de dar urros de amor.”É o primeiro te amo por escrito que eu conheço.Dirá você que, no século XXI, as palavras de amor perderam muito prestígio. Serei forçado a concordar. Hoje todo o mundo diz que ama todo o mundo. Mas as pessoas, felizmente, continuam se amando. E basta que se leia a poesia de Vinicius para que as palavras ganhem de novo seu frescor original. A poesia sempre renasce. Haverá sempre um novo Romeu da Ilha do Governador que dirá, como se fosse a primeira vez, ao pé da janela de sua Julieta pós-moderna: eu te amo.Disponível em: <http://www.academia.org.br/artigos/eu-te-amo>.
11BAF773-B3 Português
Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosTexto 3Os versos a seguir são da letra da música Vatapá, de Dorival Caymmi:Quem quiser vatapá, ôQue procure fazerPrimeiro o fubáDepois o dendêProcure uma nêga baiana, ôQue saiba mexerQue saiba mexerQue saiba mexerBota castanha de cajuUm bocadinho maisPimenta malaguetaUm bocadinho maisAmendoim, camarão, rala um cocoNa hora de machucarSal com gengibre e cebola, iaiáNa hora de temperarNão pare de mexer, ôQue é pra não embolarPanela no fogoNão deixe queimarCom qualquer dez mil réis e uma nêga ôSe faz um vatapáSe faz um vatapáQue bom vatapáDorival Caymmi (com adaptações)Com relação ao emprego do imperativo nos versos, marque a opção correta.
11B72730-B3 Português
Análise sintáticaInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosObserve a tira a seguir e marque a alternativa incorreta.

11B3E247-B3 Português
Concordância verbal, Concordância nominalInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosTexto 1Leia a notícia abaixo e responda à questão que se segue:Brasil é o país mais perigoso do mundo paraambientalistasPaís aparece no topo de ranking internacional peloquinto ano consecutivo (Revista Caros Amigos, 13/7/2017)Nunca tantas pessoas foram assassinadas no mundo em defesa do meio ambiente como em 2016. A liderança do ranking que mapeia esse tipo de violência, mais uma vez, é do Brasil: foram 49 mortes no ano passado, divulgou a organização Global Witness nesta quinta-feira 13."Não foi uma surpresa. O Brasil é o país mais perigoso do mundo para quem luta pelos direitos ligados à terra e à proteção do meio ambiente", afirma Billy Kyte, da organização inglesa. Em todo o mundo, 200 assassinatos de ativistas ambientais foram mapeados pela organização."Isso é só a ponta do iceberg. Acreditamos que o número de mortes seja maior, mas nem sempre elas chegam ao conhecimento público, ou suas reais causas são relatadas", comenta Kyte.A Global Witness reúne as informações desde 2002, e há cinco anos o Brasil apareceu pela primeira vez no topo da lista. Desde então, o país nunca mais perdeu a posição de "liderança".Amazônia: território violentoRondônia, Maranhão e Pará – todos parte da Amazônia Legal – foram os estados mais violentos em 2016. Para a Comissão Pastoral da Terra (CPT), criada em 1975 e inicialmente ligada à Igreja Católica, o avanço da fronteira agrícola está por trás desse cenário."A causa está na expansão do agronegócio, construção de grandes obras de infraestrutura como barragens e hidrelétricas, ferrovias", diz Thiago Valentin, da secretaria nacional da CPT. "É um problema histórico: a exploração de quem vem de fora sobre as pessoas que moram na região", acrescenta.Assim como a Global Winess, a CPT contabiliza assassinatos de lideranças comunitárias, indígenas, sem-terras, posseiros, trabalhadores rurais e quilombolas. Em 2016, o órgão contabilizou ainda mais mortes que a ONG: 61 vítimas."Essas pessoas são muito muito mais que defensores ambientais. Estão lutando por direitos, por território, por terra, por água. Vai muito além da questão ambiental", reforça Valentin.Lobby do agronegócioO pesquisador Carlos Alberto Feliciano, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), publicou uma série de artigos sobre a violência no campo. Ele calcula que, desde o ano 2000, cerca de 1 milhão de famílias já sofreram ameaças em decorrência de conflitos. "Vão desde despejo, destruição da colheita e da casa e ameaças físicas", detalha Feliciano.A tendência é negativa, alerta o pesquisador. "O agronegócio precisa, até 2026, segundo dados divulgados pelo próprio setor, de 15 milhões de hectares. Para se expandir assim, haverá avanço sobre as terras de alguém. Então, a tendência é que essa violência aumente.""O lobby do agronegócio no Brasil é muito forte. E agora vemos um governo que está voltando atrás na proteção de leis ambientais, o que provoca mais mortes", critica Kyte.Como frear a violênciaEm todo o mundo, a luta pelos direitos da terra e pelos recursos naturais motivaram os 200 assassinatos registrados em 2016. "A imposição de projetos de mineração, hidrelétricas, exploração de madeira e agropecuária sobre o território ocupado por comunidades tradicionais, e sem o consentimento delas, impulsionam as mortes", avalia a Global Witness.Na Colômbia, onde o processo de paz foi negociado, o ano passado foi o mais letal da história para ativistas. Áreas até então ocupadas pelo movimento armado estão, agora, na mira de empresas extrativistas. E as comunidades que retornam para seus antigos territórios têm sido vítimas de ataques, segundo a organização.A Global Witness responsabiliza governos, empresas, investidores e parcerias bilaterais pelo cenário que leva às mortes. "Eles precisam atacar as causas do aumento da violência, não autorizar ou participar dos projetos. E mais: os assassinos precisam ser responsabilizados e presos", argumenta Kyte.No Brasil, o Programa de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos, criado em 2004, atende sete estados do país, mas não cobre os três com maior número de mortes em 2016 – Maranhão, Pará e Rondônia.A respeito dos aspectos relativos à concordância verbal presentes no Texto 1, assinale a alternativa correta.
11B0D3B0-B3 Português
Análise sintáticaInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosTexto 1Leia a notícia abaixo e responda à questão que se segue:Brasil é o país mais perigoso do mundo paraambientalistasPaís aparece no topo de ranking internacional peloquinto ano consecutivo (Revista Caros Amigos, 13/7/2017)Nunca tantas pessoas foram assassinadas no mundo em defesa do meio ambiente como em 2016. A liderança do ranking que mapeia esse tipo de violência, mais uma vez, é do Brasil: foram 49 mortes no ano passado, divulgou a organização Global Witness nesta quinta-feira 13."Não foi uma surpresa. O Brasil é o país mais perigoso do mundo para quem luta pelos direitos ligados à terra e à proteção do meio ambiente", afirma Billy Kyte, da organização inglesa. Em todo o mundo, 200 assassinatos de ativistas ambientais foram mapeados pela organização."Isso é só a ponta do iceberg. Acreditamos que o número de mortes seja maior, mas nem sempre elas chegam ao conhecimento público, ou suas reais causas são relatadas", comenta Kyte.A Global Witness reúne as informações desde 2002, e há cinco anos o Brasil apareceu pela primeira vez no topo da lista. Desde então, o país nunca mais perdeu a posição de "liderança".Amazônia: território violentoRondônia, Maranhão e Pará – todos parte da Amazônia Legal – foram os estados mais violentos em 2016. Para a Comissão Pastoral da Terra (CPT), criada em 1975 e inicialmente ligada à Igreja Católica, o avanço da fronteira agrícola está por trás desse cenário."A causa está na expansão do agronegócio, construção de grandes obras de infraestrutura como barragens e hidrelétricas, ferrovias", diz Thiago Valentin, da secretaria nacional da CPT. "É um problema histórico: a exploração de quem vem de fora sobre as pessoas que moram na região", acrescenta.Assim como a Global Winess, a CPT contabiliza assassinatos de lideranças comunitárias, indígenas, sem-terras, posseiros, trabalhadores rurais e quilombolas. Em 2016, o órgão contabilizou ainda mais mortes que a ONG: 61 vítimas."Essas pessoas são muito muito mais que defensores ambientais. Estão lutando por direitos, por território, por terra, por água. Vai muito além da questão ambiental", reforça Valentin.Lobby do agronegócioO pesquisador Carlos Alberto Feliciano, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), publicou uma série de artigos sobre a violência no campo. Ele calcula que, desde o ano 2000, cerca de 1 milhão de famílias já sofreram ameaças em decorrência de conflitos. "Vão desde despejo, destruição da colheita e da casa e ameaças físicas", detalha Feliciano.A tendência é negativa, alerta o pesquisador. "O agronegócio precisa, até 2026, segundo dados divulgados pelo próprio setor, de 15 milhões de hectares. Para se expandir assim, haverá avanço sobre as terras de alguém. Então, a tendência é que essa violência aumente.""O lobby do agronegócio no Brasil é muito forte. E agora vemos um governo que está voltando atrás na proteção de leis ambientais, o que provoca mais mortes", critica Kyte.Como frear a violênciaEm todo o mundo, a luta pelos direitos da terra e pelos recursos naturais motivaram os 200 assassinatos registrados em 2016. "A imposição de projetos de mineração, hidrelétricas, exploração de madeira e agropecuária sobre o território ocupado por comunidades tradicionais, e sem o consentimento delas, impulsionam as mortes", avalia a Global Witness.Na Colômbia, onde o processo de paz foi negociado, o ano passado foi o mais letal da história para ativistas. Áreas até então ocupadas pelo movimento armado estão, agora, na mira de empresas extrativistas. E as comunidades que retornam para seus antigos territórios têm sido vítimas de ataques, segundo a organização.A Global Witness responsabiliza governos, empresas, investidores e parcerias bilaterais pelo cenário que leva às mortes. "Eles precisam atacar as causas do aumento da violência, não autorizar ou participar dos projetos. E mais: os assassinos precisam ser responsabilizados e presos", argumenta Kyte.No Brasil, o Programa de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos, criado em 2004, atende sete estados do país, mas não cobre os três com maior número de mortes em 2016 – Maranhão, Pará e Rondônia.Em todas as alternativas a seguir, a classificação morfossintática das palavras destacadas está correta, exceto em:
11AD3524-B3 Português
Denotação e ConotaçãoInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosTexto 1Leia a notícia abaixo e responda à questão que se segue:Brasil é o país mais perigoso do mundo paraambientalistasPaís aparece no topo de ranking internacional peloquinto ano consecutivo (Revista Caros Amigos, 13/7/2017)Nunca tantas pessoas foram assassinadas no mundo em defesa do meio ambiente como em 2016. A liderança do ranking que mapeia esse tipo de violência, mais uma vez, é do Brasil: foram 49 mortes no ano passado, divulgou a organização Global Witness nesta quinta-feira 13."Não foi uma surpresa. O Brasil é o país mais perigoso do mundo para quem luta pelos direitos ligados à terra e à proteção do meio ambiente", afirma Billy Kyte, da organização inglesa. Em todo o mundo, 200 assassinatos de ativistas ambientais foram mapeados pela organização."Isso é só a ponta do iceberg. Acreditamos que o número de mortes seja maior, mas nem sempre elas chegam ao conhecimento público, ou suas reais causas são relatadas", comenta Kyte.A Global Witness reúne as informações desde 2002, e há cinco anos o Brasil apareceu pela primeira vez no topo da lista. Desde então, o país nunca mais perdeu a posição de "liderança".Amazônia: território violentoRondônia, Maranhão e Pará – todos parte da Amazônia Legal – foram os estados mais violentos em 2016. Para a Comissão Pastoral da Terra (CPT), criada em 1975 e inicialmente ligada à Igreja Católica, o avanço da fronteira agrícola está por trás desse cenário."A causa está na expansão do agronegócio, construção de grandes obras de infraestrutura como barragens e hidrelétricas, ferrovias", diz Thiago Valentin, da secretaria nacional da CPT. "É um problema histórico: a exploração de quem vem de fora sobre as pessoas que moram na região", acrescenta.Assim como a Global Winess, a CPT contabiliza assassinatos de lideranças comunitárias, indígenas, sem-terras, posseiros, trabalhadores rurais e quilombolas. Em 2016, o órgão contabilizou ainda mais mortes que a ONG: 61 vítimas."Essas pessoas são muito muito mais que defensores ambientais. Estão lutando por direitos, por território, por terra, por água. Vai muito além da questão ambiental", reforça Valentin.Lobby do agronegócioO pesquisador Carlos Alberto Feliciano, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), publicou uma série de artigos sobre a violência no campo. Ele calcula que, desde o ano 2000, cerca de 1 milhão de famílias já sofreram ameaças em decorrência de conflitos. "Vão desde despejo, destruição da colheita e da casa e ameaças físicas", detalha Feliciano.A tendência é negativa, alerta o pesquisador. "O agronegócio precisa, até 2026, segundo dados divulgados pelo próprio setor, de 15 milhões de hectares. Para se expandir assim, haverá avanço sobre as terras de alguém. Então, a tendência é que essa violência aumente.""O lobby do agronegócio no Brasil é muito forte. E agora vemos um governo que está voltando atrás na proteção de leis ambientais, o que provoca mais mortes", critica Kyte.Como frear a violênciaEm todo o mundo, a luta pelos direitos da terra e pelos recursos naturais motivaram os 200 assassinatos registrados em 2016. "A imposição de projetos de mineração, hidrelétricas, exploração de madeira e agropecuária sobre o território ocupado por comunidades tradicionais, e sem o consentimento delas, impulsionam as mortes", avalia a Global Witness.Na Colômbia, onde o processo de paz foi negociado, o ano passado foi o mais letal da história para ativistas. Áreas até então ocupadas pelo movimento armado estão, agora, na mira de empresas extrativistas. E as comunidades que retornam para seus antigos territórios têm sido vítimas de ataques, segundo a organização.A Global Witness responsabiliza governos, empresas, investidores e parcerias bilaterais pelo cenário que leva às mortes. "Eles precisam atacar as causas do aumento da violência, não autorizar ou participar dos projetos. E mais: os assassinos precisam ser responsabilizados e presos", argumenta Kyte.No Brasil, o Programa de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos, criado em 2004, atende sete estados do país, mas não cobre os três com maior número de mortes em 2016 – Maranhão, Pará e Rondônia.Assinale a alternativa cujo trecho destacado exemplifica uma recorrência da linguagem denotativa.
F75D8CE2-B2 Geografia
ClimaIF-PE · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosTEXTO 22
Os condicionantes ambientais de uma área influenciam decisivamente na característica climática desse lugar. Para isso, é preciso analisar a dinâmica de vários fatores, embora algum possa se destacar mais que os demais. É o caso da ilustração a seguir, que apresenta um gradiente térmico com amplitude de 4,6º, resultado, principalmente, de um único fator.

LUCCI, E. A., et. al Território e Sociedade, 3. ed., São Paulo: Editora Saraiva, 2017.p 119.
A diferença de temperatura vista nesse gradiente térmico pode ser justificada pela intensa influência de que elemento climático?F75943F6-B2 Geografia
PopulaçãoIF-PE · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosTEXTO 21
A característica da população brasileira está mudando
Analisando a estrutura etária do nosso país, é possível verificar que, nessa última década, tivemos uma profunda transformação na idade dos brasileiros. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Pnad apresentou, em seu relatório de 2016, a característica de idade do nosso povo. Há uma perceptível mudança na distribuição média da idade, mesmo a população crescendo 1% ao ano entre 2005 e 2015.
Nesse período, a faixa etária de zero a 14 anos passou de 26,5% para 21%; a faixa etária de 15 a 29 anos, de 27,4% para 23,6%; já o grupo constituído dos 30 aos 59 anos, que era de 36,2%, agora é de 41%, e, finalmente, o grupo formado por pessoas com mais de 60 anos, que era de 9,8% e passou para 14,3%.
Revista Eletrônica Valor Econômico, de 02/12/2016. Disponível em:<http://www.valor.com.br/brasil/4794347/envelhecimento-da-populacao-do-brasil-deve-seacelerar-aponta-ibge> . Acesso em: 05 out 2017 (adaptado).
Considerando os dados apresentados no TEXTO 21, podemos compreender queF7560738-B2 Geografia
Geografia FísicaIF-PE · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosTEXTO 20
OS GRANDES DOMÍNIOS PAISAGÍSTICOS BRASILEIROS
O território brasileiro apresenta grande variedade de paisagem, o que Aziz Ab’Sáber chamou de um verdadeiro mostruário das principais paisagens e ecologia do Mundo Tropical. Podemos encontrar domínios como o Amazônico, com suas imensas árvores adaptadas ao regime pluviométrico intenso; ao mesmo modo que encontramos, no sul, o domínio das Pradarias composto por espécies herbáceas sujeitas a uma estiagem de fim de ano.
A diversidade pode, ainda, ser constatada a partir da comparação entre o domínio da Caatinga, que apresenta regime pluviométrico baixo e presença de depressões interplanálticas, com ocorrência de vegetação xerófila; e o domínio dos mares de morros que apresentam variação pluviométrica entre 1.100 a 1.500 mm e com vastas florestas úmidas recobrindo esses níveis de morros costeiros.
AB’SÁBER, Aziz. Os domínios de Natureza do Brasil, potencialidades paisagísticas. 7ª Ed. São Paulo: Ateliê Editorial, 2012, pág. 10 - 23 (adaptado).

Considerando o mapa desenvolvido pelo autor, é possível verificar a distribuição dos domínios morfoclimáticos em nosso país, bem como a localização dos domínios citados no TEXTO 20. No mapa, também vemos a ocorrência do domínio declarado como faixa de transição, sendo essa área correspondente a
F7533BF0-B2 Geografia
GeologiaIF-PE · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosPernambuco apresenta formas de relevo variadas, inclusive uma que corresponde à característica descrita por Antônio Teixeira Guerra, no Dicionário Geológico e Geomorfológico, como planalto sedimentar, cuja característica se apresenta com topo aplainado e encostas escarpadas. A qual formação de nosso estado essa descrição se refere?