Questões do ENEM 2019

Questões aplicadas na prova de 2019, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

1.980 questões encontradas. Mostrando a página 5 de 99.

  • 3002ABAC-FD

    Português

    Morfologia - Verbos
    INSPER · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.


    Tudo o que você queria saber sobre gastronomia japonesa 


    Imagem da questão de Português, da prova de 2019


        O Google Arts & Culture lançou nessa semana a mostra “Meshiagare! Sabores do Japão”, uma coleção com mais de 130 exposições virtuais sobre o assunto. Trata-se da segunda maior coleção sobre cultura japonesa on-line — a primeira chama-se “Made in Japan” e destaca o artesanato. O lançamento aconteceu no mesmo dia em que a mostra foi apresentada no Japão.

        Ela é dividida em três temas: a cultura, os pratos e os ingredientes. E o conteúdo é bastante variado. Dos fatos desde o Período Edo até os mangás que tratam do tema e contam histórias como a do pai que cozinhava para a família e a da garota que sonhava em produzir o melhor saquê do Japão.

        Mas há tanto conteúdo que se perder faz parte da diversão. Na seção sobre a arte do chá japonês há detalhes desde a fermentação até os tipos de cerimonial, disponíveis em vídeo. O saquê também merece uma atenção especial: da mais antiga fábrica da bebida em Kyoto até o método de produção.

        Enfim, um passeio virtual prazeroso pela cultura gastronômica do Japão. E de graça. Vem!

    (Marcelo Katsuki. https://marcelokatsuki.blogfolha.uol.com.br,

    14.09.2019. Adaptado.) 

    Nas passagens do terceiro parágrafo “Mas tanto conteúdo” e “ detalhes”, o verbo sublinhado não flexiona, ainda que acompanhado de termo no plural, porque é impessoal. Isso também ocorre no par de frases:  
    Escolha uma alternativa para a questão 3002abac-fd
  • 3000038D-FD

    Português

    Pontuação
    INSPER · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.


    Tudo o que você queria saber sobre gastronomia japonesa 


    Imagem da questão de Português, da prova de 2019


        O Google Arts & Culture lançou nessa semana a mostra “Meshiagare! Sabores do Japão”, uma coleção com mais de 130 exposições virtuais sobre o assunto. Trata-se da segunda maior coleção sobre cultura japonesa on-line — a primeira chama-se “Made in Japan” e destaca o artesanato. O lançamento aconteceu no mesmo dia em que a mostra foi apresentada no Japão.

        Ela é dividida em três temas: a cultura, os pratos e os ingredientes. E o conteúdo é bastante variado. Dos fatos desde o Período Edo até os mangás que tratam do tema e contam histórias como a do pai que cozinhava para a família e a da garota que sonhava em produzir o melhor saquê do Japão.

        Mas há tanto conteúdo que se perder faz parte da diversão. Na seção sobre a arte do chá japonês há detalhes desde a fermentação até os tipos de cerimonial, disponíveis em vídeo. O saquê também merece uma atenção especial: da mais antiga fábrica da bebida em Kyoto até o método de produção.

        Enfim, um passeio virtual prazeroso pela cultura gastronômica do Japão. E de graça. Vem!

    (Marcelo Katsuki. https://marcelokatsuki.blogfolha.uol.com.br,

    14.09.2019. Adaptado.) 

    Em “Ela é dividida em três temas: a cultura, os pratos e os ingredientes” (2º parágrafo), o sinal de dois-pontos é empregado para indicar que haverá pormenorização da expressão “três temas”. Tal emprego dos dois-pontos poderia ocorrer em:  
    Escolha uma alternativa para a questão 3000038d-fd
  • 2FFD1715-FD

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.


    Tudo o que você queria saber sobre gastronomia japonesa 


    Imagem da questão de Português, da prova de 2019


        O Google Arts & Culture lançou nessa semana a mostra “Meshiagare! Sabores do Japão”, uma coleção com mais de 130 exposições virtuais sobre o assunto. Trata-se da segunda maior coleção sobre cultura japonesa on-line — a primeira chama-se “Made in Japan” e destaca o artesanato. O lançamento aconteceu no mesmo dia em que a mostra foi apresentada no Japão.

        Ela é dividida em três temas: a cultura, os pratos e os ingredientes. E o conteúdo é bastante variado. Dos fatos desde o Período Edo até os mangás que tratam do tema e contam histórias como a do pai que cozinhava para a família e a da garota que sonhava em produzir o melhor saquê do Japão.

        Mas há tanto conteúdo que se perder faz parte da diversão. Na seção sobre a arte do chá japonês há detalhes desde a fermentação até os tipos de cerimonial, disponíveis em vídeo. O saquê também merece uma atenção especial: da mais antiga fábrica da bebida em Kyoto até o método de produção.

        Enfim, um passeio virtual prazeroso pela cultura gastronômica do Japão. E de graça. Vem!

    (Marcelo Katsuki. https://marcelokatsuki.blogfolha.uol.com.br,

    14.09.2019. Adaptado.) 

    O objetivo do texto é 
    Escolha uma alternativa para a questão 2ffd1715-fd
  • 2FFA5048-FD

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2019Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.


        Na quinta-feira, os três [Jorge, Sebastião e Julião], que se tinham encontrado na casa Havanesa, eram introduzidos por uma rapariguita vesga, suja como um esfregão, na sala do Conselheiro. Um vasto canapé1 de damasco amarelo ocupava a parede do fundo, tendo aos pés um tapete onde um chileno roxo caçava ao laço um búfalo cor de chocolate; por cima uma pintura tratada a tons cor de carne, e cheia de corpos nus cobertos de capacetes, representava o valente Aquiles arrastando Heitor em torno dos muros de Troia. Um piano de cauda, mudo e triste sob a sua capa de baeta2 verde, enchia o intervalo das duas janelas. Sobre uma mesa de jogo, entre dois castiçais de prata, uma galguinha3 de vidro transparente galopava; e o objeto em que se sentia mais o calor do uso era uma caixa de música de dezoito peças!

    (Eça de Queirós. O primo Basílio, 1993.)


    1 canapé: espécie de sofá com encosto e braços.

    2 baeta: tecido de lã ou algodão, de textura felpuda, com pelo em ambas as faces.

    3 galguinha: referente à raça de cães altos, esguios e de pelagem curta. 

    As descrições nas passagens “suja como um esfregão” e “o objeto em que se sentia mais o calor do uso” indicam, respectivamente, que: 
    Escolha uma alternativa para a questão 2ffa5048-fd
  • 2FF64FDD-FD

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.


        Na quinta-feira, os três [Jorge, Sebastião e Julião], que se tinham encontrado na casa Havanesa, eram introduzidos por uma rapariguita vesga, suja como um esfregão, na sala do Conselheiro. Um vasto canapé1 de damasco amarelo ocupava a parede do fundo, tendo aos pés um tapete onde um chileno roxo caçava ao laço um búfalo cor de chocolate; por cima uma pintura tratada a tons cor de carne, e cheia de corpos nus cobertos de capacetes, representava o valente Aquiles arrastando Heitor em torno dos muros de Troia. Um piano de cauda, mudo e triste sob a sua capa de baeta2 verde, enchia o intervalo das duas janelas. Sobre uma mesa de jogo, entre dois castiçais de prata, uma galguinha3 de vidro transparente galopava; e o objeto em que se sentia mais o calor do uso era uma caixa de música de dezoito peças!

    (Eça de Queirós. O primo Basílio, 1993.)


    1 canapé: espécie de sofá com encosto e braços.

    2 baeta: tecido de lã ou algodão, de textura felpuda, com pelo em ambas as faces.

    3 galguinha: referente à raça de cães altos, esguios e de pelagem curta. 

    No romance O primo Basílio, Eça de Queirós tece críticas à sociedade de Lisboa. No trecho, isso fica evidente com a descrição feita da sala do Conselheiro, a qual sugere
    Escolha uma alternativa para a questão 2ff64fdd-fd
  • 2FF07187-FD

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho inicial de um poema de Charles Baudelaire para responder à questão.


    Bênção


            Quando, por uma lei das supremas potências,

            O Poeta se apresenta à plateia entediada,      

             Sua mãe, estarrecida e prenhe de insolências,

              Pragueja com Deus, que dela então se apieda:


            “Ah! tivesse eu gerado um ninho de serpentes,

              Em vez de amamentar esse aleijão sem graça!

            Maldita a noite dos prazeres mais ardentes    

               Em que meu ventre concebeu minha desgraça!


            Pois que entre todas neste mundo fui eleita  

            Para ser o desgosto de meu triste esposo,   

                E ao fogo arremessar não posso, qual se deita

               Uma carta de amor, esse monstro asqueroso,


            Eu farei recair teu ódio que me afronta       

            Sobre o instrumento vil de tuas maldições,

                      E este mau ramo hei de torcer de ponta a ponta,

                     Para que aí não vingue um só de seus botões!”

    (As flores do mal, 2012.)  

    No contexto em que se inserem, os trechos “por uma lei das supremas potências” (1ª estrofe), “Pois que entre todas neste mundo fui eleita” (3ª estrofe) e “Para ser o desgosto de meu triste esposo” (3ª estrofe) expressam, respectivamente, sentido de 
    Escolha uma alternativa para a questão 2ff07187-fd
  • 2FECBABF-FD

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho inicial de um poema de Charles Baudelaire para responder à questão.


    Bênção


            Quando, por uma lei das supremas potências,

            O Poeta se apresenta à plateia entediada,      

             Sua mãe, estarrecida e prenhe de insolências,

              Pragueja com Deus, que dela então se apieda:


            “Ah! tivesse eu gerado um ninho de serpentes,

              Em vez de amamentar esse aleijão sem graça!

            Maldita a noite dos prazeres mais ardentes    

               Em que meu ventre concebeu minha desgraça!


            Pois que entre todas neste mundo fui eleita  

            Para ser o desgosto de meu triste esposo,   

                E ao fogo arremessar não posso, qual se deita

               Uma carta de amor, esse monstro asqueroso,


            Eu farei recair teu ódio que me afronta       

            Sobre o instrumento vil de tuas maldições,

                      E este mau ramo hei de torcer de ponta a ponta,

                     Para que aí não vingue um só de seus botões!”

    (As flores do mal, 2012.)  

    Assinale a alternativa em que a reescrita do verso mantém o seu sentido original.  
    Escolha uma alternativa para a questão 2fecbabf-fd
  • 2FEA0706-FD

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho inicial de um poema de Charles Baudelaire para responder à questão.


    Bênção


            Quando, por uma lei das supremas potências,

            O Poeta se apresenta à plateia entediada,      

             Sua mãe, estarrecida e prenhe de insolências,

              Pragueja com Deus, que dela então se apieda:


            “Ah! tivesse eu gerado um ninho de serpentes,

              Em vez de amamentar esse aleijão sem graça!

            Maldita a noite dos prazeres mais ardentes    

               Em que meu ventre concebeu minha desgraça!


            Pois que entre todas neste mundo fui eleita  

            Para ser o desgosto de meu triste esposo,   

                E ao fogo arremessar não posso, qual se deita

               Uma carta de amor, esse monstro asqueroso,


            Eu farei recair teu ódio que me afronta       

            Sobre o instrumento vil de tuas maldições,

                      E este mau ramo hei de torcer de ponta a ponta,

                     Para que aí não vingue um só de seus botões!”

    (As flores do mal, 2012.)  

    Na terceira estrofe, a expressão “monstro asqueroso” refere-se 
    Escolha uma alternativa para a questão 2fea0706-fd
  • 2FE723CD-FD

    Português

    Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    INSPER · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia a charge de Duke para responder à questão.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2019

    1Podcast: arquivo digital de áudio transmitido através da internet, cujo conteúdo pode ser variado, normalmente com o propósito de transmitir informações. Qualquer usuário na internet pode criar um podcast.  

    Na charge, a função da linguagem predominante é a 
    Escolha uma alternativa para a questão 2fe723cd-fd
  • 2FE30364-FD

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia a charge de Duke para responder à questão.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2019

    1Podcast: arquivo digital de áudio transmitido através da internet, cujo conteúdo pode ser variado, normalmente com o propósito de transmitir informações. Qualquer usuário na internet pode criar um podcast.  

    As informações da charge mostram que o avanço dos recursos tecnológicos 
    Escolha uma alternativa para a questão 2fe30364-fd
  • 2FE034C9-FD

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2019Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia os textos para responder à questão.


    Os pais dos burros


        Uma das coisas de que mais sinto falta nesta era de computadores é abrir o pesado dicionário em papel para procurar um termo e, no laborioso processo de localização pela ordem alfabética, ir descobrindo palavras novas. A busca por digitação é objetiva demais. Esse misto de pensamento com reminiscência me ocorreu durante a leitura de Word by Word (palavra a palavra), de Kory Stamper, um delicioso e obsessivamente bem-escrito livro sobre dicionários.

        Stamper, que é lexicógrafa profissional e durante vários anos atuou como editora-associada da Merriam-Webster, uma das principais casas de publicação de dicionários dos EUA, conta a história da corrente de protestos de religiosos que ela e seus colegas tiveram de enfrentar quando, numa das reedições, modificaram um dos sentidos da palavra “casamento” para comportar a união entre pessoas do mesmo sexo.

        Entre várias boas histórias, Word by Word dá bem a ideia do trabalho insano que é produzir um dicionário, descrevendo todas as fases do processo, da coleção de averbações à fixação da(s) pronúncia(s), passando pela elaboração da definição e pela etimologia.

        Word by Word, além de entreter, nos educa, contribuindo, ainda que apenas marginalmente, para que nos tornemos consulentes de dicionários um pouco mais conscientes.

    (Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 02.06.2019. Adaptado.)


    Pai de muitos


        Do ponto de vista da descrição lexicográfica, que é a descrição do léxico da língua, o dicionário fornece um conjunto de informações sobre cada uma das palavras que registra e sua utilidade vai muito além daquele tira-teima sobre a ortografia e/ou significado de uma palavra.

        Ao indicar os diferentes domínios de conhecimentos a que uma determinada palavra está relacionada, ele não apenas amplia o conhecimento semântico dessa palavra, mas também desvenda as relações de forma e conteúdo que ela estabelece com outros vocábulos.

        Para além das funções gramaticais, há um mundo de valores sociais e afetivos relacionados à palavra que o dicionário pode revelar a partir da análise de estilo e linguagem presentes no enunciado.

        Portanto, quanto mais ampla for a seleção vocabular feita por um dicionário, maior será a sua eficácia em desvendar a trajetória de uma palavra na língua.

    (Avram Ascot. Língua portuguesa e literatura, edição 76.) 

    Observe as passagens:


    • “Stamper, que é lexicógrafa profissional e durante vários anos atuou como editora-associada da Merriam-Webster, uma das principais casas de publicação de dicionários dos EUA.” (Os pais dos burros)

    • “Do ponto de vista da descrição lexicográfica, que é a descrição do léxico da língua, o dicionário fornece um conjunto de informações.” (Pai de muitos)


    Na tessitura textual, as informações sublinhadas têm a função de 

    Escolha uma alternativa para a questão 2fe034c9-fd
  • 2FDCF65A-FD

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia os textos para responder à questão.


    Os pais dos burros


        Uma das coisas de que mais sinto falta nesta era de computadores é abrir o pesado dicionário em papel para procurar um termo e, no laborioso processo de localização pela ordem alfabética, ir descobrindo palavras novas. A busca por digitação é objetiva demais. Esse misto de pensamento com reminiscência me ocorreu durante a leitura de Word by Word (palavra a palavra), de Kory Stamper, um delicioso e obsessivamente bem-escrito livro sobre dicionários.

        Stamper, que é lexicógrafa profissional e durante vários anos atuou como editora-associada da Merriam-Webster, uma das principais casas de publicação de dicionários dos EUA, conta a história da corrente de protestos de religiosos que ela e seus colegas tiveram de enfrentar quando, numa das reedições, modificaram um dos sentidos da palavra “casamento” para comportar a união entre pessoas do mesmo sexo.

        Entre várias boas histórias, Word by Word dá bem a ideia do trabalho insano que é produzir um dicionário, descrevendo todas as fases do processo, da coleção de averbações à fixação da(s) pronúncia(s), passando pela elaboração da definição e pela etimologia.

        Word by Word, além de entreter, nos educa, contribuindo, ainda que apenas marginalmente, para que nos tornemos consulentes de dicionários um pouco mais conscientes.

    (Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 02.06.2019. Adaptado.)


    Pai de muitos


        Do ponto de vista da descrição lexicográfica, que é a descrição do léxico da língua, o dicionário fornece um conjunto de informações sobre cada uma das palavras que registra e sua utilidade vai muito além daquele tira-teima sobre a ortografia e/ou significado de uma palavra.

        Ao indicar os diferentes domínios de conhecimentos a que uma determinada palavra está relacionada, ele não apenas amplia o conhecimento semântico dessa palavra, mas também desvenda as relações de forma e conteúdo que ela estabelece com outros vocábulos.

        Para além das funções gramaticais, há um mundo de valores sociais e afetivos relacionados à palavra que o dicionário pode revelar a partir da análise de estilo e linguagem presentes no enunciado.

        Portanto, quanto mais ampla for a seleção vocabular feita por um dicionário, maior será a sua eficácia em desvendar a trajetória de uma palavra na língua.

    (Avram Ascot. Língua portuguesa e literatura, edição 76.) 

    Analisando o título que cada autor atribui a seu texto, fica evidente que 
    Escolha uma alternativa para a questão 2fdcf65a-fd
  • 2FDA23A8-FD

    Português

    Gêneros Textuais
    INSPER · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia os textos para responder à questão.


    Os pais dos burros


        Uma das coisas de que mais sinto falta nesta era de computadores é abrir o pesado dicionário em papel para procurar um termo e, no laborioso processo de localização pela ordem alfabética, ir descobrindo palavras novas. A busca por digitação é objetiva demais. Esse misto de pensamento com reminiscência me ocorreu durante a leitura de Word by Word (palavra a palavra), de Kory Stamper, um delicioso e obsessivamente bem-escrito livro sobre dicionários.

        Stamper, que é lexicógrafa profissional e durante vários anos atuou como editora-associada da Merriam-Webster, uma das principais casas de publicação de dicionários dos EUA, conta a história da corrente de protestos de religiosos que ela e seus colegas tiveram de enfrentar quando, numa das reedições, modificaram um dos sentidos da palavra “casamento” para comportar a união entre pessoas do mesmo sexo.

        Entre várias boas histórias, Word by Word dá bem a ideia do trabalho insano que é produzir um dicionário, descrevendo todas as fases do processo, da coleção de averbações à fixação da(s) pronúncia(s), passando pela elaboração da definição e pela etimologia.

        Word by Word, além de entreter, nos educa, contribuindo, ainda que apenas marginalmente, para que nos tornemos consulentes de dicionários um pouco mais conscientes.

    (Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 02.06.2019. Adaptado.)


    Pai de muitos


        Do ponto de vista da descrição lexicográfica, que é a descrição do léxico da língua, o dicionário fornece um conjunto de informações sobre cada uma das palavras que registra e sua utilidade vai muito além daquele tira-teima sobre a ortografia e/ou significado de uma palavra.

        Ao indicar os diferentes domínios de conhecimentos a que uma determinada palavra está relacionada, ele não apenas amplia o conhecimento semântico dessa palavra, mas também desvenda as relações de forma e conteúdo que ela estabelece com outros vocábulos.

        Para além das funções gramaticais, há um mundo de valores sociais e afetivos relacionados à palavra que o dicionário pode revelar a partir da análise de estilo e linguagem presentes no enunciado.

        Portanto, quanto mais ampla for a seleção vocabular feita por um dicionário, maior será a sua eficácia em desvendar a trajetória de uma palavra na língua.

    (Avram Ascot. Língua portuguesa e literatura, edição 76.) 

    Embora tenham um fio temático comum, os dois textos correspondem a diferentes gêneros discursivos, considerando-se suas funções comunicativas, já que têm como objetivos principais, respectivamente,  
    Escolha uma alternativa para a questão 2fda23a8-fd
  • B3C344B6-06

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro Universitário São Camilo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia a tirinha e o quadrinho para responder à questão. 


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2019

    (http://leadership-learning-with-dilbert.blogspot.com)



    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2019

    (www.glasbergen.com. Adaptado.)
    Na última fala da tira “I hate him, but I also love him”, os termos sublinhados referem-se
    Escolha uma alternativa para a questão b3c344b6-06
  • B3BFEC8D-06

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro Universitário São Camilo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia a tirinha e o quadrinho para responder à questão. 


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2019

    (http://leadership-learning-with-dilbert.blogspot.com)



    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2019

    (www.glasbergen.com. Adaptado.)
    Uma interpretação tanto da tira quanto do quadrinho pode ser expressa pelo seguinte ditado popular:
    Escolha uma alternativa para a questão b3bfec8d-06
  • B3BC668C-06

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro Universitário São Camilo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

    Worshiping the false idols of wellness

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2019


         Before we go further, I’d like to clear something up: wellness is not the same as medicine. Medicine is the science of reducing death and disease, and increasing long and healthy lives. Wellness used to mean a blend of health and happiness. Something that made you feel good or brought joy and was not medically harmful — perhaps a massage or a walk along the beach. But it has become a false antidote to the fear of modern life and death.
        The wellness industry takes medical terminology, such as “inflammation” or “free radicals,” and polishes it to the point of incomprehension. The resulting product is a “Do It Yourself” medicine for longevity that comes with a confidence that science can only aspire to achieve.
         Let’s take the trend of adding a pinch of activated charcoal to your food or drink. While the black color is strikingly unexpected and alluring, it’s sold as a supposed “detox.” Guess what? It has the same efficacy as a spell from the local witch. Maybe it’s a matter of aesthetics. Wellness potions in beautiful jars with untested ingredients of unknown purity are practically packaged for Instagram.
         Medicine and religion have long been deeply intertwined, and it’s only relatively recently that they have separated. The wellness-industrial complex seeks to resurrect that connection. It’s like a medical throwback, as if the idyllic days of health were 5,000 years ago. Ancient cleansing rituals with a modern twist — supplements, useless products and scientifically unsupported tests.
         The dietary supplements that are the backbone of wellness make up a $30 billion a year business despite studies showing they have no value for longevity (only a few vitamins have proven medical benefits, like folic acid before and during pregnancy and vitamin D for older people at risk of falling). Modern medicine wants you to get your micronutrients from your diet, which is inarguably the most natural source.
         Yet the wellness-industrial complex has managed to pervert that narrative and make supplements a necessary tool for nonsensical practices, such as boosting the immune system or fighting the war on inflammation. The resulting fluorescent yellow urine from multivitamins may provide a false sense of efficacy, but it’s a fool’s gold (and the consequence of excessive B2 that couldn’t possibly be absorbed). So what’s the harm of spending money on charcoal for non-existent toxins or vitamins for expensive urine? Here’s what: the placebo effect or “trying something natural” can lead people with serious illnesses to postpone effective medical care. However, I admit that doctors can learn something from wellness. It’s clear that some people are looking for healers, so we must find ways to serve that need that are medically ethical.

    (Jen Gunter. www.nytimes.com, 01.08.2018. Adaptado.)
    De acordo com o último parágrafo, as práticas promovidas pela indústria do bem-estar
    Escolha uma alternativa para a questão b3bc668c-06
  • B3B9585A-06

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro Universitário São Camilo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

    Worshiping the false idols of wellness

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2019


         Before we go further, I’d like to clear something up: wellness is not the same as medicine. Medicine is the science of reducing death and disease, and increasing long and healthy lives. Wellness used to mean a blend of health and happiness. Something that made you feel good or brought joy and was not medically harmful — perhaps a massage or a walk along the beach. But it has become a false antidote to the fear of modern life and death.
        The wellness industry takes medical terminology, such as “inflammation” or “free radicals,” and polishes it to the point of incomprehension. The resulting product is a “Do It Yourself” medicine for longevity that comes with a confidence that science can only aspire to achieve.
         Let’s take the trend of adding a pinch of activated charcoal to your food or drink. While the black color is strikingly unexpected and alluring, it’s sold as a supposed “detox.” Guess what? It has the same efficacy as a spell from the local witch. Maybe it’s a matter of aesthetics. Wellness potions in beautiful jars with untested ingredients of unknown purity are practically packaged for Instagram.
         Medicine and religion have long been deeply intertwined, and it’s only relatively recently that they have separated. The wellness-industrial complex seeks to resurrect that connection. It’s like a medical throwback, as if the idyllic days of health were 5,000 years ago. Ancient cleansing rituals with a modern twist — supplements, useless products and scientifically unsupported tests.
         The dietary supplements that are the backbone of wellness make up a $30 billion a year business despite studies showing they have no value for longevity (only a few vitamins have proven medical benefits, like folic acid before and during pregnancy and vitamin D for older people at risk of falling). Modern medicine wants you to get your micronutrients from your diet, which is inarguably the most natural source.
         Yet the wellness-industrial complex has managed to pervert that narrative and make supplements a necessary tool for nonsensical practices, such as boosting the immune system or fighting the war on inflammation. The resulting fluorescent yellow urine from multivitamins may provide a false sense of efficacy, but it’s a fool’s gold (and the consequence of excessive B2 that couldn’t possibly be absorbed). So what’s the harm of spending money on charcoal for non-existent toxins or vitamins for expensive urine? Here’s what: the placebo effect or “trying something natural” can lead people with serious illnesses to postpone effective medical care. However, I admit that doctors can learn something from wellness. It’s clear that some people are looking for healers, so we must find ways to serve that need that are medically ethical.

    (Jen Gunter. www.nytimes.com, 01.08.2018. Adaptado.)
    In the fifth paragraph, the text in brackets
    Escolha uma alternativa para a questão b3b9585a-06
  • B3B59B17-06

    Inglês

    Vocabulário | Vocabulary
    Centro Universitário São Camilo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

    Worshiping the false idols of wellness

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2019


         Before we go further, I’d like to clear something up: wellness is not the same as medicine. Medicine is the science of reducing death and disease, and increasing long and healthy lives. Wellness used to mean a blend of health and happiness. Something that made you feel good or brought joy and was not medically harmful — perhaps a massage or a walk along the beach. But it has become a false antidote to the fear of modern life and death.
        The wellness industry takes medical terminology, such as “inflammation” or “free radicals,” and polishes it to the point of incomprehension. The resulting product is a “Do It Yourself” medicine for longevity that comes with a confidence that science can only aspire to achieve.
         Let’s take the trend of adding a pinch of activated charcoal to your food or drink. While the black color is strikingly unexpected and alluring, it’s sold as a supposed “detox.” Guess what? It has the same efficacy as a spell from the local witch. Maybe it’s a matter of aesthetics. Wellness potions in beautiful jars with untested ingredients of unknown purity are practically packaged for Instagram.
         Medicine and religion have long been deeply intertwined, and it’s only relatively recently that they have separated. The wellness-industrial complex seeks to resurrect that connection. It’s like a medical throwback, as if the idyllic days of health were 5,000 years ago. Ancient cleansing rituals with a modern twist — supplements, useless products and scientifically unsupported tests.
         The dietary supplements that are the backbone of wellness make up a $30 billion a year business despite studies showing they have no value for longevity (only a few vitamins have proven medical benefits, like folic acid before and during pregnancy and vitamin D for older people at risk of falling). Modern medicine wants you to get your micronutrients from your diet, which is inarguably the most natural source.
         Yet the wellness-industrial complex has managed to pervert that narrative and make supplements a necessary tool for nonsensical practices, such as boosting the immune system or fighting the war on inflammation. The resulting fluorescent yellow urine from multivitamins may provide a false sense of efficacy, but it’s a fool’s gold (and the consequence of excessive B2 that couldn’t possibly be absorbed). So what’s the harm of spending money on charcoal for non-existent toxins or vitamins for expensive urine? Here’s what: the placebo effect or “trying something natural” can lead people with serious illnesses to postpone effective medical care. However, I admit that doctors can learn something from wellness. It’s clear that some people are looking for healers, so we must find ways to serve that need that are medically ethical.

    (Jen Gunter. www.nytimes.com, 01.08.2018. Adaptado.)
    No trecho do quinto parágrafo “despite studies showing they have no value for longevity”, o termo sublinhado indica
    Escolha uma alternativa para a questão b3b59b17-06