Questões do ENEM 2019
Questões aplicadas na prova de 2019, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.
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6.587 questões encontradas. Mostrando a página 284 de 330.
C8BB4B44-B2 Os cientistas que realizam pesquisas históricas com base nos anéis de crescimento das árvores organizam amostras de madeiras de plantas vivas e mortas para determinar as condições climáticas do passado em regiões específicas. Isso é possível porque, em certas espécies, principalmente em regiões de clima temperado, o número de anéis de crescimento corresponde exatamente ao número de anos de existência da árvore, sendo que, durante cada inverno, a atividade do câmbio é interrompida e, posteriormente, retomada na primavera. Além disso, a espessura do caule varia de acordo com diversos fatores ambientais, tais como luminosidade, temperatura, regime de chuvas, água disponível no solo e duração do período de crescimento. Quando as condições são favoráveis, os anéis são largos; em condições desfavoráveis, eles são mais estreitos.(Amabis, José Mariano; Martho, Gilberto Rodrigues. Biologia dos Organismos. – 3ª. ed. – São Paulo: Moderna, 2009. Adaptado.)Sobre os anéis de crescimento de certas espécies de árvores, é correto afirmar que são formados
C8B64F62-B2 Geografia
Geografia EconômicaFATEC · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos“O livre mercado é um termo conciso para designar um arranjo de trocas que ocorrem na sociedade. Cada troca acontece como um acordo voluntário entre duas pessoas ou entre grupos de pessoas representados por agentes. Esses indivíduos, ou seus agentes, trocam dois bens econômicos, tanto commodities tangíveis quanto serviços não-tangíveis.”<https://tinyurl.com/yywpe8lx> Acesso em: 10.10.2019. Adaptado.
A expressão “livre mercado”, presente no texto, é típica de uma sociedade
C8B27282-B2 Conhecimentos Gerais
Guerras, Conflitos e TerrorismoFATEC · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos“No Oriente Médio, nos anos 1950, à medida que o velho Império Britânico retirava-se e se reduzia a seu arquipélago inicial, os Estados Unidos substituíam-no. Para isso, colocou à frente dos países dessa região seus “homens”, sobretudo na Arábia Saudita e no Irã, principais produtores de petróleo do mundo – junto com a Venezuela, na época já sob controle estadunidense.”<https://tinyurl.com/y5jobeuu> Acesso em: 10.10.2019. Adaptado.Desde 1953, o Irã foi um grande aliado dos Estados Unidos no Oriente Médio. Porém, essa aliança se rompeu e as relações entre os dois países foram cortadas em 1980.O fato que levou a esse rompimento aconteceu, entre 1978 e 1979, em decorrência da
C8ADB822-B2 Geografia
CartografiaFATEC · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosA distância real entre a cidade A e a cidade B é de 1 500 quilômetros. Em um determinado mapa, essa distância é de 50 centímetros.Portanto, a escala numérica desse mapa éC8A9DBF1-B2 Geografia
GeologiaFATEC · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos“A América do Sul ficou como um continente isolado no oceano durante milhões de anos. A região amazônica era um ambiente de sedimentação e os rios equatoriais corriam no sentido oposto ao atual, desaguando no Pacífico, na atual região do golfo de Guayaquil, no Equador”.MIRANDA, Evaristo Eduardo de. Quando o Amazonas corria para o Pacífico: uma história desconhecida da Amazônia. Petrópolis, RJ. 2 ed.: VOZES, 2007.
A inversão do sentido dos rios amazônicos, mencionada no texto, ocorreu em consequência
C8A567F0-B2 Conhecimentos Gerais
SaúdeFATEC · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosO Brasil é reconhecido internacionalmente por seu amplo programa de imunização, que disponibiliza vacinas gratuitamente à população por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Criado em 1973, o Programa Nacional de Imunização (PNI) teve início com 4 tipos de vacinas e, hoje, oferece 27 à população sem qualquer custo. Nem mesmo a crise econômica afeta o bilionário orçamento da iniciativa, o qual foi de R$ 3,9 bilhões em 2017.No entanto, a cobertura vacinal no Brasil está em queda. Números do PNI analisados pela BBC Brasil, em 2017, mostram que o governo tem tido cada vez mais dificuldades em bater a meta de vacinar a maior parte da população. Um exemplo é a poliomielite: a doença, responsável pela paralisia infantil, está erradicada no País desde 1990.Para o governo, é cedo para dizer se há tendência de queda real ou se são oscilações por mudanças em curso no sistema de notificação; porém, os números já preocupam. “Ainda é muito precoce para dizer se há oscilação real, mas estamos preocupados, sim. O sinal amarelo acendeu,” afirma a coordenadora do PNI.O que o governo mais teme é que a redução de pessoas vacinadas crie bolsões de indivíduos suscetíveis a doenças antigas e controladas no País.<https://tinyurl.com/y8ur2re7> Acesso em: 10.10.2019. Adaptado.
Uma consequência do problema abordado é
C89E7C73-B2 Física
CalorimetriaFATEC · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosRecentemente, uma empresa britânica apresentou um protótipo de um motor a jato hipersônico que permitirá às aeronaves comerciais voarem a uma velocidade muito acima da velocidade do som, fazendo com que uma viagem de São Paulo à Austrália dure, aproximadamente, 4 horas (atualmente essa viagem dura cerca de 24 horas).Isso só é possível devido ao fato de o motor ser alimentado por uma mistura de hidrogênio e oxigênio. Esse motor “suga” o ar à sua frente fazendo com que os gases, antes de entrarem no combustor, sejam resfriados por um sistema denominado pre-cooler. Esse dispositivo consegue resfriar os gases variando a temperatura 1 000 K em cerca de 50 ms. Assim, ele aumenta a eficiência de combustível.Com base nessas informações, podemos afirmar que a taxa de variação de resfriamento térmico, em °C/s, éC89A7269-B2 Física
Física ModernaFATEC · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosNa Teoria da Relatividade Restrita de Einstein, dois conceitos estudados referem-se ao fato de que, ao considerar um objeto propagando-se à velocidade da luz, podemos verificarC896DCFD-B2 Física
Física ModernaFATEC · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosEm 2019 comemora-se, em todo o mundo, o centenário das observações astronômicas realizadas na cidade de Sobral (CE), durante o eclipse solar de 29 de maio de 1919. As medidas da deflexão da luz decorrentes das estrelas na borda do Sol constituíram uma prova fundamental para a confirmação da Teoria da Relatividade Geral do físico Albert Einstein.<http;//. Acesso em: 10.10.2019. Adaptado.
Sobre o eclipse referido, é correto afirmar que
C892F37F-B2 Física
DinâmicaFATEC · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosO tether consiste em dois objetos fixos nas duas extremidades de um cabo. A pesquisadora brasileira Alessandra F. S. Ferreira, da Unesp de Guaratinguetá (SP), foi agraciada com o prêmio Mario Grossi no evento internacional Tether in Space 2019 (em Madrid). Em seu estudo, ela propôs a aplicação de um cabo fino e rígido de 100 km de comprimento com uma ponta ancorada na superfície de um corpo celeste, como um asteroide por exemplo. A outra ponta estará ancorada em um veículo espacial, conforme apresentado na figura. Assim, a técnica poderá ser utilizada para economizar energia e aumentar o impulso em viagens espaciais mais longas.
Obs.: Imagem fora de escala.Uma espaçonave de 100 toneladas, navegando a uma velocidade tangencial aproximada de 28,8 mil km/h, acopla-se ao cabo citado de 100 km de extensão ancorado em um asteroide (considerado aqui como um ponto material em repouso).Assumindo que a massa do cabo seja desprezível em relação ao sistema, podemos afirmar, corretamente, que a força centrípeta aplicada na extremidade do cabo ligada ao veículo espacial, em newtons, éLembre-se de que ac = V2 / R
C88E77F1-B2 Física
CinemáticaFATEC · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosConsidere o gráfico de velocidade vertical por tempo

Considerando-se um sistema de referência ideal orientado de cima para baixo, podemos associar o gráfico ao movimento aproximado de
C88A9727-B2 Matemática
Geometria PlanaFATEC · 2019FácilEntre para guardar nos favoritosNa figura temos um mapa onde se localiza a Praça Tales de Mileto. A prefeitura pretende cobri-la completamente com grama.
Considere retilíneos esses trechos de ruas e avenidas

Admita que a medida do ângulo agudo formado entre a Rua Fibonacci e a Avenida Descartes é igual a 60º, e que a Avenida Bhaskara é paralela à Avenida Descartes.
Nessas condições, o total da área a ser gramada é, em metros quadrados, igual a
C8853418-B2 Matemática
ProbabilidadeFATEC · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosUm aprendiz de feiticeiro, numa experiência investigativa, tem a sua disposição cinco substâncias distintas entre as quais deverá escolher três distintas para fazer uma poção. No entanto, duas dessas cinco substâncias, quando misturadas, anulam qualquer efeito reativo.A probabilidade do aprendiz obter uma poção sem efeito reativo éC8803609-B2 Matemática
Aritmética e ProblemasFATEC · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosUm tanque de combustível contém 50 litros de uma mistura de gasolina e álcool na razão 2:3, nessa ordem. Deseja-se acrescentar à mistura N litros de álcool para que a razão de gasolina e álcool, nessa ordem, passe a ser 1:3.Assim, o valor N éC87B5133-B2 Matemática
ProblemasFATEC · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosUma empresa trabalha com fretamento de ônibus para o litoral. O valor cobrado por passageiro, no caso dos 50 lugares disponíveis serem todos ocupados, é de R$ 40,00. No caso de não ocorrer a lotação máxima, cada passageiro deverá pagar R$ 2,00 a mais por assento vazio.O valor máximo arrecadado por essa empresa, numa dessas viagens, éC871155B-B2 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFATEC · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder a questão.
Minority ethnic Britons face ‘shocking’ job discrimination
Haroon Siddique
Thu 17 Jan 2019 17.00 GMT Last modified on Fri 18 Jan 2019 00.50 GMT
A study by experts based at the Centre for Social Investigation at Nuffield College, University of Oxford, found applicants from minority ethnic backgrounds had to send 80% more applications to get a positive response from an employer than a white person of British origin.
A linked study by the same researchers, comparing their results with similar field experiments dating back to 1969, found discrimination against black Britons and those of south Asian origin – particularly Pakistanis – unchanged over almost 50 years.
The research, part of a larger cross-national project funded by the European Union and shared exclusively with the Guardian before its official launch, prompted concerns that race relations legislation had failed.
It echoes findings published as part of the Guardian’s Bias in Britain series that people from minority ethnic backgrounds face discrimination when seeking a room to rent. In a snapshot survey of online flatshare ads the Guardian found that an applicant called Muhammad was significantly less likely to receive a positive response than an applicant called David.
Prof Anthony Heath, co-author and emeritus fellow of Nuffield College, said: “The absence of any real decline in discrimination against black British and people of Pakistani background is a disturbing finding, which calls into question the effectiveness of previous policies. Ethnic inequality remains a burning injustice and there needs to be a radical rethink about how to tackle it.”
Dr Zubaida Haque, the deputy director of the race equality thinktank Runnymede, described the findings as shocking. They demonstrated that “it’s not just covert racism or unconscious bias that we need to worry about; it’s overt and conscious racism, where applicants are getting shortlisted on the basis of their ethnicity and/or name”, she said.
“It’s clear that race relations legislation is not sufficient to hold employers to account. There are no real consequences for employers of racially discriminating in subtle ways, but for BME* applicants or employees it means higher unemployment, lower wages, poorer conditions and less security in work and life.”
<https://tinyurl.com/y9nohdte> Acesso em: 07.10.2019. Adaptado.
*BME – Black and Minority Ethnicity
A diretora do grupo Runnymede acredita que o panorama descritoC869A5E6-B2 Inglês
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Minority ethnic Britons face ‘shocking’ job discrimination
Haroon Siddique
Thu 17 Jan 2019 17.00 GMT Last modified on Fri 18 Jan 2019 00.50 GMT
A study by experts based at the Centre for Social Investigation at Nuffield College, University of Oxford, found applicants from minority ethnic backgrounds had to send 80% more applications to get a positive response from an employer than a white person of British origin.
A linked study by the same researchers, comparing their results with similar field experiments dating back to 1969, found discrimination against black Britons and those of south Asian origin – particularly Pakistanis – unchanged over almost 50 years.
The research, part of a larger cross-national project funded by the European Union and shared exclusively with the Guardian before its official launch, prompted concerns that race relations legislation had failed.
It echoes findings published as part of the Guardian’s Bias in Britain series that people from minority ethnic backgrounds face discrimination when seeking a room to rent. In a snapshot survey of online flatshare ads the Guardian found that an applicant called Muhammad was significantly less likely to receive a positive response than an applicant called David.
Prof Anthony Heath, co-author and emeritus fellow of Nuffield College, said: “The absence of any real decline in discrimination against black British and people of Pakistani background is a disturbing finding, which calls into question the effectiveness of previous policies. Ethnic inequality remains a burning injustice and there needs to be a radical rethink about how to tackle it.”
Dr Zubaida Haque, the deputy director of the race equality thinktank Runnymede, described the findings as shocking. They demonstrated that “it’s not just covert racism or unconscious bias that we need to worry about; it’s overt and conscious racism, where applicants are getting shortlisted on the basis of their ethnicity and/or name”, she said.
“It’s clear that race relations legislation is not sufficient to hold employers to account. There are no real consequences for employers of racially discriminating in subtle ways, but for BME* applicants or employees it means higher unemployment, lower wages, poorer conditions and less security in work and life.”
<https://tinyurl.com/y9nohdte> Acesso em: 07.10.2019. Adaptado.
*BME – Black and Minority Ethnicity
Segundo a fala da Dra. Zubaida Haque, o mais preocupante éC8636B74-B2 Inglês
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Minority ethnic Britons face ‘shocking’ job discrimination
Haroon Siddique
Thu 17 Jan 2019 17.00 GMT Last modified on Fri 18 Jan 2019 00.50 GMT
A study by experts based at the Centre for Social Investigation at Nuffield College, University of Oxford, found applicants from minority ethnic backgrounds had to send 80% more applications to get a positive response from an employer than a white person of British origin.
A linked study by the same researchers, comparing their results with similar field experiments dating back to 1969, found discrimination against black Britons and those of south Asian origin – particularly Pakistanis – unchanged over almost 50 years.
The research, part of a larger cross-national project funded by the European Union and shared exclusively with the Guardian before its official launch, prompted concerns that race relations legislation had failed.
It echoes findings published as part of the Guardian’s Bias in Britain series that people from minority ethnic backgrounds face discrimination when seeking a room to rent. In a snapshot survey of online flatshare ads the Guardian found that an applicant called Muhammad was significantly less likely to receive a positive response than an applicant called David.
Prof Anthony Heath, co-author and emeritus fellow of Nuffield College, said: “The absence of any real decline in discrimination against black British and people of Pakistani background is a disturbing finding, which calls into question the effectiveness of previous policies. Ethnic inequality remains a burning injustice and there needs to be a radical rethink about how to tackle it.”
Dr Zubaida Haque, the deputy director of the race equality thinktank Runnymede, described the findings as shocking. They demonstrated that “it’s not just covert racism or unconscious bias that we need to worry about; it’s overt and conscious racism, where applicants are getting shortlisted on the basis of their ethnicity and/or name”, she said.
“It’s clear that race relations legislation is not sufficient to hold employers to account. There are no real consequences for employers of racially discriminating in subtle ways, but for BME* applicants or employees it means higher unemployment, lower wages, poorer conditions and less security in work and life.”
<https://tinyurl.com/y9nohdte> Acesso em: 07.10.2019. Adaptado.
*BME – Black and Minority Ethnicity
De acordo com o Professor Anthony Heath, o que causa surpresa em relação à pesquisa apresentada é queC85FD46D-B2 Inglês
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Minority ethnic Britons face ‘shocking’ job discrimination
Haroon Siddique
Thu 17 Jan 2019 17.00 GMT Last modified on Fri 18 Jan 2019 00.50 GMT
A study by experts based at the Centre for Social Investigation at Nuffield College, University of Oxford, found applicants from minority ethnic backgrounds had to send 80% more applications to get a positive response from an employer than a white person of British origin.
A linked study by the same researchers, comparing their results with similar field experiments dating back to 1969, found discrimination against black Britons and those of south Asian origin – particularly Pakistanis – unchanged over almost 50 years.
The research, part of a larger cross-national project funded by the European Union and shared exclusively with the Guardian before its official launch, prompted concerns that race relations legislation had failed.
It echoes findings published as part of the Guardian’s Bias in Britain series that people from minority ethnic backgrounds face discrimination when seeking a room to rent. In a snapshot survey of online flatshare ads the Guardian found that an applicant called Muhammad was significantly less likely to receive a positive response than an applicant called David.
Prof Anthony Heath, co-author and emeritus fellow of Nuffield College, said: “The absence of any real decline in discrimination against black British and people of Pakistani background is a disturbing finding, which calls into question the effectiveness of previous policies. Ethnic inequality remains a burning injustice and there needs to be a radical rethink about how to tackle it.”
Dr Zubaida Haque, the deputy director of the race equality thinktank Runnymede, described the findings as shocking. They demonstrated that “it’s not just covert racism or unconscious bias that we need to worry about; it’s overt and conscious racism, where applicants are getting shortlisted on the basis of their ethnicity and/or name”, she said.
“It’s clear that race relations legislation is not sufficient to hold employers to account. There are no real consequences for employers of racially discriminating in subtle ways, but for BME* applicants or employees it means higher unemployment, lower wages, poorer conditions and less security in work and life.”
<https://tinyurl.com/y9nohdte> Acesso em: 07.10.2019. Adaptado.
*BME – Black and Minority Ethnicity
Segundo o texto, estudos indicam que a discriminação está presente tanto na busca por emprego, quantoC85B427E-B2 Inglês
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Minority ethnic Britons face ‘shocking’ job discrimination
Haroon Siddique
Thu 17 Jan 2019 17.00 GMT Last modified on Fri 18 Jan 2019 00.50 GMT
A study by experts based at the Centre for Social Investigation at Nuffield College, University of Oxford, found applicants from minority ethnic backgrounds had to send 80% more applications to get a positive response from an employer than a white person of British origin.
A linked study by the same researchers, comparing their results with similar field experiments dating back to 1969, found discrimination against black Britons and those of south Asian origin – particularly Pakistanis – unchanged over almost 50 years.
The research, part of a larger cross-national project funded by the European Union and shared exclusively with the Guardian before its official launch, prompted concerns that race relations legislation had failed.
It echoes findings published as part of the Guardian’s Bias in Britain series that people from minority ethnic backgrounds face discrimination when seeking a room to rent. In a snapshot survey of online flatshare ads the Guardian found that an applicant called Muhammad was significantly less likely to receive a positive response than an applicant called David.
Prof Anthony Heath, co-author and emeritus fellow of Nuffield College, said: “The absence of any real decline in discrimination against black British and people of Pakistani background is a disturbing finding, which calls into question the effectiveness of previous policies. Ethnic inequality remains a burning injustice and there needs to be a radical rethink about how to tackle it.”
Dr Zubaida Haque, the deputy director of the race equality thinktank Runnymede, described the findings as shocking. They demonstrated that “it’s not just covert racism or unconscious bias that we need to worry about; it’s overt and conscious racism, where applicants are getting shortlisted on the basis of their ethnicity and/or name”, she said.
“It’s clear that race relations legislation is not sufficient to hold employers to account. There are no real consequences for employers of racially discriminating in subtle ways, but for BME* applicants or employees it means higher unemployment, lower wages, poorer conditions and less security in work and life.”
<https://tinyurl.com/y9nohdte> Acesso em: 07.10.2019. Adaptado.
*BME – Black and Minority Ethnicity
O estudo mencionado no texto aponta para a discriminação racial de