Questões do ENEM 2020
Questões aplicadas na prova de 2020, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.
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272 questões encontradas. Mostrando a página 6 de 14.
6264C494-8E NÃO SE COME DINHEIROAilton KrenakQuando falo de humanidade não estou falando só Homo sapiens, me refiro a uma imensidão de seres que nós excluímos desde sempre: caçamos a baleia, tiramos barbatanas de tubarão, matamos leão e o penduramos na parede para mostrar que somos mais bravos que ele. Além da matança de todos os outros humanos que nós achamos que não tinham nada, que estavam aí só para nos suprir com roupa, comida, abrigo. Somos a praga do planeta, uma espécie de ameba gigante. Ao longo da história, os humanos, aliás, esse clube exclusivo da humanidade - que está na declaração universal dos direitos humanos e nos protocolos das instituições -, foram devastando tudo ao seu redor. É como se tivessem elegido uma casta, a humanidade, e todos que estão fora dela são as sub-humanidades. Não são só os caiçaras, quilombolas e os povos indígenas, mas toda vida que deliberadamente largamos à margem do caminho. E o caminho é o progresso: essa ideia prospectiva de que estamos indo para algum lugar. Há um horizonte, estamos indo para lá, e vamos largando no percurso tudo o que não interessa; o que sobra, a sub-humanidade - alguns de nós fazemos parte dela.É incrível que esse vírus que está aí agora esteja atingindo só as pessoas. Foi uma manobra fantástica do organismo da Terra (...) dizer: "Respirem agora, eu quero ver.” [...] Estamos sendo lembrados de que somos tão vulneráveis que, se cortarem nosso ar poralguns minutos, nós morremos. Não é preciso nenhum sistema bélico complexo para apagar essa tal humanidade: se extingue com a mesma facilidade que os mosquitos de uma sala depois de aplicado um aerossol. Nós não estamos com nada: essa é a declaração da Terra.E, se nós não estamos com nada, deveríamos ter contato com a experiência de estar vivos para além dos aparatos tecnológicos que podemos inventar. A ideia da economia, por exemplo, essa coisa invisível a não ser por aquele emblema de cifrão. Pode ser uma ficção afirmar que se a economia não estiver funcionando plenamente nós morremos. Nós poderíamos colocar todos os dirigentes do banco central em um cofre gigante e deixá-los vivendo lá, qual economia deles. Ninguém come dinheiro.Hoje de manhã eu vi um indígena norte-americano do conselho dos anciãos do povo lakota falar sobre o coronavírus. É um homem de uns setenta e poucos anos, chamado Wakya Um Manee, também conhecido como Vernon Foster.(Vernon, que é um típico nome americano, pois quando os colonos chegaram na América, além de proibirem as línguas nativas, mudavam os nomes das pessoas.) Pois, repetindo as palavras de um ancestral, ele dizia: "quando o último peixe estiver nas águas e a última árvore for removida da Terra, só então o homem perceberá que ele não é capaz de comer seu dinheiro”.KRENAK, Ailton. Não se come dinheiro. In: Avida não é útil.SP: Companhia das Letras, 2020. Adaptado.
"Quando falo de humanidade não estou falando só Homo sapiens, me refiro a uma imensidão de seres que nós excluímos desde sempre: caçamos baleia, tiramos barbatanas de tubarão, matamos leão e o penduramos na parede para mostrar que somos mais bravos que ele.”As expressões introduzidas pelos dois-pontos estabelecem com o trecho anterior uma relação de:625EFF02-8E Português
Interpretação de TextosCEDERJ · 2020FácilEntre para guardar nos favoritosNÃO SE COME DINHEIROAilton KrenakQuando falo de humanidade não estou falando só Homo sapiens, me refiro a uma imensidão de seres que nós excluímos desde sempre: caçamos a baleia, tiramos barbatanas de tubarão, matamos leão e o penduramos na parede para mostrar que somos mais bravos que ele. Além da matança de todos os outros humanos que nós achamos que não tinham nada, que estavam aí só para nos suprir com roupa, comida, abrigo. Somos a praga do planeta, uma espécie de ameba gigante. Ao longo da história, os humanos, aliás, esse clube exclusivo da humanidade - que está na declaração universal dos direitos humanos e nos protocolos das instituições -, foram devastando tudo ao seu redor. É como se tivessem elegido uma casta, a humanidade, e todos que estão fora dela são as sub-humanidades. Não são só os caiçaras, quilombolas e os povos indígenas, mas toda vida que deliberadamente largamos à margem do caminho. E o caminho é o progresso: essa ideia prospectiva de que estamos indo para algum lugar. Há um horizonte, estamos indo para lá, e vamos largando no percurso tudo o que não interessa; o que sobra, a sub-humanidade - alguns de nós fazemos parte dela.É incrível que esse vírus que está aí agora esteja atingindo só as pessoas. Foi uma manobra fantástica do organismo da Terra (...) dizer: "Respirem agora, eu quero ver.” [...] Estamos sendo lembrados de que somos tão vulneráveis que, se cortarem nosso ar poralguns minutos, nós morremos. Não é preciso nenhum sistema bélico complexo para apagar essa tal humanidade: se extingue com a mesma facilidade que os mosquitos de uma sala depois de aplicado um aerossol. Nós não estamos com nada: essa é a declaração da Terra.E, se nós não estamos com nada, deveríamos ter contato com a experiência de estar vivos para além dos aparatos tecnológicos que podemos inventar. A ideia da economia, por exemplo, essa coisa invisível a não ser por aquele emblema de cifrão. Pode ser uma ficção afirmar que se a economia não estiver funcionando plenamente nós morremos. Nós poderíamos colocar todos os dirigentes do banco central em um cofre gigante e deixá-los vivendo lá, qual economia deles. Ninguém come dinheiro.Hoje de manhã eu vi um indígena norte-americano do conselho dos anciãos do povo lakota falar sobre o coronavírus. É um homem de uns setenta e poucos anos, chamado Wakya Um Manee, também conhecido como Vernon Foster.(Vernon, que é um típico nome americano, pois quando os colonos chegaram na América, além de proibirem as línguas nativas, mudavam os nomes das pessoas.) Pois, repetindo as palavras de um ancestral, ele dizia: "quando o último peixe estiver nas águas e a última árvore for removida da Terra, só então o homem perceberá que ele não é capaz de comer seu dinheiro”.KRENAK, Ailton. Não se come dinheiro. In: Avida não é útil.SP: Companhia das Letras, 2020. Adaptado.
O título do texto I, "Não se come dinheiro”, sintetiza a seguinte discussão presente no texto:4CB1C661-8C Português
Interpretação de TextosUNICAMP · 2020DifícilEntre para guardar nos favoritos“Segundo Michiko Kakutani, em seu livro A morte da verdade, a direita populista contemporânea se apropriou dos argumentos pós-modernistas e seu repúdio filosófico da objetividade. A rejeição dos ideais do Esclarecimento pela Nova Esquerda, como razão e progresso, passou, ironicamente, a ser compartilhada pelas novas expressões populistas. Negacionistas de todas as estirpes – revisionistas do Holocausto, do golpe civil-militar de 1964 no Brasil, por exemplo – exploram o argumento de que não existem verdades e que todas aquelas que são proferidas carregam uma parcialidade e/ou são arbitrárias.”(Rodrigo Caldeira, “A pandemia do anti-intelectualismo”. Estado da Arte. 25/03/2020. Disponível em https://estadodaarte.estadao.com.br/ a-pandemia-do-anti-intelectualismo/. Acessado em 11/10/2020.)Assinale a alternativa correta a partir da leitura do fragmento.
4CABC3B2-8C Português
Interpretação de TextosUNICAMP · 2020FácilEntre para guardar nos favoritos“A América está ameaçada não só pelo autoritarismo, mas pelo fascismo que opera como um culto explicitamente antidemocrático, centrado em torno de uma liderança que promete restauração nacional ante uma humilhação supostamente causada por minorias, liberais e marxistas. Como o fascismo glorifica a violência e a militarização da política, devemos ficar alertas ao fato de Trump ter se recusado a assumir compromisso com uma transferência pacífica do poder. (...)Ao normalizar discurso e ideologia antidemocráticos, Trump está cada vez mais normalizando também um governo autoritário. A estratégia de Trump de enfraquecer as regras democráticas e a legitimidade da eleição está cada vez mais, e de modo assombroso, lembrando a destruição das democracias latino-americanas nas décadas de 60 e 70, quando ditadores criaram um clima em que atos anteriormente considerados ilegais, de uma hora para outra, se tornaram o novo padrão.”(Jason Stanley, Federico Finchelstein e Pablo Piccato, “O fascismo vai ganhar a eleição nos EUA?”. Project Sindicate. Disponível em https://www.project-syndicate.org/commentary/trumpian-threat-of-fasci st-authoritarianism-after-election-by-federico-finchelstein-et-al-2020-10 /portuguese. Acessado em 09/11/2020.)A partir do texto, é correto afirmar que os autores
4CA86FDC-8C Português
Interpretação de TextosUNICAMP · 2020FácilEntre para guardar nos favoritosOs letramentos são, em si mesmos, tecnologias e nos dão as chaves para usar tecnologias mais amplas. Eles também produzem uma chave entre o eu e a sociedade: o meio através do qual agimos, participamos e nos tornamos moldados por sistemas e redes “ecossociais” mais amplos. De forma crescente, membros das nossas comunidades on-line virão de histórias culturais não europeias ou estadunidenses. Precisaremos aprender a nos comunicar efetivamente com eles e a aprender efetivamente a partir deles. Nosso sucesso econômico, nossas oportunidades intelectuais e a causa da paz e harmonia mundiais talvez dependam do nosso sucesso nisto. Por termos estado no topo por tanto tempo, será mais difícil para muitos estadunidenses e europeus de classe média e alta aprender a ouvir através das diferenças culturais.(Adaptado de Jay Lemke, “Letramento metamidiático: transformando significados e mídias. Trabalhos em Linguística Aplicada, 49 (2). Campinas: IEL/Unicamp, 2010. Disponível em https://www.scielo.br/ scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-18132010000200009&lang= pt. Acessado em 09/11/2020.)A partir do excerto acima, é correto afirmar:
0C437E67-88 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionCEDERJ · 2020MédioEntre para guardar nos favoritosSocial Distancing, Without the PoliceLetting members of the community enforce social distancing is the better way.Of the 125 people arrested over offenses that law enforcement officials described as related to the coronavirus pandemic, 113 were black or Hispanic. Of the 374 summonses from March 16 to May 5, a vast majority — 300 — were given to black and Hispanic New Yorkers.Videos of some of the arrests are hard to watch. In one posted to Facebook last week, a group of some six police officers are seen tackling a black woman in a subway station as heryoung child looks on. “She's got a baby with her!” a bystander shouts. Police officials told The Daily News the woman had refused to comply when officers directed her to put the mask she was wearing over her nose and mouth.Contrast that with photographs across social media showing crowds of sun-seekers packed into parks in wealthy, whiter areas of the city, lounging undisturbed as police officers hand out masks.So it is obvious that the city needs a different approach to enforcing public health measures during the pandemic. Mayor Bill de Blasio seems to understand this, and he has promised to hire 2,300 people to serve as social distancing “ambassadors.”Hopefully, the mayor will think bigger.One promising idea , promoted by City Councilman Brad Lander and others, is to build quickly a kind of “public health corps" to enforce social-distancing measures.In this approach, specially trained civilians could fan out across the neighborhoods and parks, helping with pedestrian traffic control and politely encouraging New Yorkers entering parks to protect one another by wearing masks and keeping their distance. Police Department school safety agents, who are not armed, could help. Such a program could also provide muchneeded employment for young people, especially with New York's summer jobs program, which serves people 14 to 24, threatened by budget cuts.Another method to help social-distancing efforts may be the community-based groups that have been effective in reducing gun violence in some of the city's toughest neighborhoods.The Police Department would play only a minimal role in this approach, stepping in to help with crowd control, for example, something it does extremely well.Without a significant course correction, the department's role in the pandemic may look more and more like stop-and-frisk, the policing tactic that led to the harassment of hundreds of thousands of innocent people, most of them black and Hispanic, while rarely touching white New Yorkers. Mr. de Blasio has scoffed at the comparison, though it's not clear why.Aggressive police enforcement of socialdistancing measures is nearly certain to harm the health and dignity of the city's black and Hispanic residents.It could also diminish respect for the Police Department. Which is why it makes sense that the city's largest police union has said that its members want little to do with social-distancing enforcement. “The N.Y.P.D. needs to get cops out of the socialdistancing-enforcement business altogether,” Patrick Lynch, president of the Police Benevolent Association, said in a statement on May 4. On this issue, Mr. Lynch gets it.New York is facing a public health crisis, not a spike in crime. Black and Hispanic New Yorkers are already suffering disproportionately from the coronavirus. They don't need more policing. They need more help.Available at https://www.nytimes.com/2020/05/18/opinion/nypdcoronavirus-arrests-nyc.html. Accessed May 18,2020.One of the main objectives of the text is to discuss:
0C40B228-88 Inglês
Vocabulário | VocabularyCEDERJ · 2020FácilEntre para guardar nos favoritosSocial Distancing, Without the PoliceLetting members of the community enforce social distancing is the better way.Of the 125 people arrested over offenses that law enforcement officials described as related to the coronavirus pandemic, 113 were black or Hispanic. Of the 374 summonses from March 16 to May 5, a vast majority — 300 — were given to black and Hispanic New Yorkers.Videos of some of the arrests are hard to watch. In one posted to Facebook last week, a group of some six police officers are seen tackling a black woman in a subway station as heryoung child looks on. “She's got a baby with her!” a bystander shouts. Police officials told The Daily News the woman had refused to comply when officers directed her to put the mask she was wearing over her nose and mouth.Contrast that with photographs across social media showing crowds of sun-seekers packed into parks in wealthy, whiter areas of the city, lounging undisturbed as police officers hand out masks.So it is obvious that the city needs a different approach to enforcing public health measures during the pandemic. Mayor Bill de Blasio seems to understand this, and he has promised to hire 2,300 people to serve as social distancing “ambassadors.”Hopefully, the mayor will think bigger.One promising idea , promoted by City Councilman Brad Lander and others, is to build quickly a kind of “public health corps" to enforce social-distancing measures.In this approach, specially trained civilians could fan out across the neighborhoods and parks, helping with pedestrian traffic control and politely encouraging New Yorkers entering parks to protect one another by wearing masks and keeping their distance. Police Department school safety agents, who are not armed, could help. Such a program could also provide muchneeded employment for young people, especially with New York's summer jobs program, which serves people 14 to 24, threatened by budget cuts.Another method to help social-distancing efforts may be the community-based groups that have been effective in reducing gun violence in some of the city's toughest neighborhoods.The Police Department would play only a minimal role in this approach, stepping in to help with crowd control, for example, something it does extremely well.Without a significant course correction, the department's role in the pandemic may look more and more like stop-and-frisk, the policing tactic that led to the harassment of hundreds of thousands of innocent people, most of them black and Hispanic, while rarely touching white New Yorkers. Mr. de Blasio has scoffed at the comparison, though it's not clear why.Aggressive police enforcement of socialdistancing measures is nearly certain to harm the health and dignity of the city's black and Hispanic residents.It could also diminish respect for the Police Department. Which is why it makes sense that the city's largest police union has said that its members want little to do with social-distancing enforcement. “The N.Y.P.D. needs to get cops out of the socialdistancing-enforcement business altogether,” Patrick Lynch, president of the Police Benevolent Association, said in a statement on May 4. On this issue, Mr. Lynch gets it.New York is facing a public health crisis, not a spike in crime. Black and Hispanic New Yorkers are already suffering disproportionately from the coronavirus. They don't need more policing. They need more help.Available at https://www.nytimes.com/2020/05/18/opinion/nypdcoronavirus-arrests-nyc.html. Accessed May 18,2020.
The adverb that best conveys the of the underlined word in the sentence "Hopefully, the mayor will think bigger" (paragraph 5) is:0C3D4FBA-88 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionCEDERJ · 2020FácilEntre para guardar nos favoritosSocial Distancing, Without the PoliceLetting members of the community enforce social distancing is the better way.Of the 125 people arrested over offenses that law enforcement officials described as related to the coronavirus pandemic, 113 were black or Hispanic. Of the 374 summonses from March 16 to May 5, a vast majority — 300 — were given to black and Hispanic New Yorkers.Videos of some of the arrests are hard to watch. In one posted to Facebook last week, a group of some six police officers are seen tackling a black woman in a subway station as heryoung child looks on. “She's got a baby with her!” a bystander shouts. Police officials told The Daily News the woman had refused to comply when officers directed her to put the mask she was wearing over her nose and mouth.Contrast that with photographs across social media showing crowds of sun-seekers packed into parks in wealthy, whiter areas of the city, lounging undisturbed as police officers hand out masks.So it is obvious that the city needs a different approach to enforcing public health measures during the pandemic. Mayor Bill de Blasio seems to understand this, and he has promised to hire 2,300 people to serve as social distancing “ambassadors.”Hopefully, the mayor will think bigger.One promising idea , promoted by City Councilman Brad Lander and others, is to build quickly a kind of “public health corps" to enforce social-distancing measures.In this approach, specially trained civilians could fan out across the neighborhoods and parks, helping with pedestrian traffic control and politely encouraging New Yorkers entering parks to protect one another by wearing masks and keeping their distance. Police Department school safety agents, who are not armed, could help. Such a program could also provide muchneeded employment for young people, especially with New York's summer jobs program, which serves people 14 to 24, threatened by budget cuts.Another method to help social-distancing efforts may be the community-based groups that have been effective in reducing gun violence in some of the city's toughest neighborhoods.The Police Department would play only a minimal role in this approach, stepping in to help with crowd control, for example, something it does extremely well.Without a significant course correction, the department's role in the pandemic may look more and more like stop-and-frisk, the policing tactic that led to the harassment of hundreds of thousands of innocent people, most of them black and Hispanic, while rarely touching white New Yorkers. Mr. de Blasio has scoffed at the comparison, though it's not clear why.Aggressive police enforcement of socialdistancing measures is nearly certain to harm the health and dignity of the city's black and Hispanic residents.It could also diminish respect for the Police Department. Which is why it makes sense that the city's largest police union has said that its members want little to do with social-distancing enforcement. “The N.Y.P.D. needs to get cops out of the socialdistancing-enforcement business altogether,” Patrick Lynch, president of the Police Benevolent Association, said in a statement on May 4. On this issue, Mr. Lynch gets it.New York is facing a public health crisis, not a spike in crime. Black and Hispanic New Yorkers are already suffering disproportionately from the coronavirus. They don't need more policing. They need more help.Available at https://www.nytimes.com/2020/05/18/opinion/nypdcoronavirus-arrests-nyc.html. Accessed May 18,2020.The sum of “113” (paragraph 1) refers to:
0C3ABCA7-88 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionCEDERJ · 2020MédioEntre para guardar nos favoritosSocial Distancing, Without the PoliceLetting members of the community enforce social distancing is the better way.Of the 125 people arrested over offenses that law enforcement officials described as related to the coronavirus pandemic, 113 were black or Hispanic. Of the 374 summonses from March 16 to May 5, a vast majority — 300 — were given to black and Hispanic New Yorkers.Videos of some of the arrests are hard to watch. In one posted to Facebook last week, a group of some six police officers are seen tackling a black woman in a subway station as heryoung child looks on. “She's got a baby with her!” a bystander shouts. Police officials told The Daily News the woman had refused to comply when officers directed her to put the mask she was wearing over her nose and mouth.Contrast that with photographs across social media showing crowds of sun-seekers packed into parks in wealthy, whiter areas of the city, lounging undisturbed as police officers hand out masks.So it is obvious that the city needs a different approach to enforcing public health measures during the pandemic. Mayor Bill de Blasio seems to understand this, and he has promised to hire 2,300 people to serve as social distancing “ambassadors.”Hopefully, the mayor will think bigger.One promising idea , promoted by City Councilman Brad Lander and others, is to build quickly a kind of “public health corps" to enforce social-distancing measures.In this approach, specially trained civilians could fan out across the neighborhoods and parks, helping with pedestrian traffic control and politely encouraging New Yorkers entering parks to protect one another by wearing masks and keeping their distance. Police Department school safety agents, who are not armed, could help. Such a program could also provide muchneeded employment for young people, especially with New York's summer jobs program, which serves people 14 to 24, threatened by budget cuts.Another method to help social-distancing efforts may be the community-based groups that have been effective in reducing gun violence in some of the city's toughest neighborhoods.The Police Department would play only a minimal role in this approach, stepping in to help with crowd control, for example, something it does extremely well.Without a significant course correction, the department's role in the pandemic may look more and more like stop-and-frisk, the policing tactic that led to the harassment of hundreds of thousands of innocent people, most of them black and Hispanic, while rarely touching white New Yorkers. Mr. de Blasio has scoffed at the comparison, though it's not clear why.Aggressive police enforcement of socialdistancing measures is nearly certain to harm the health and dignity of the city's black and Hispanic residents.It could also diminish respect for the Police Department. Which is why it makes sense that the city's largest police union has said that its members want little to do with social-distancing enforcement. “The N.Y.P.D. needs to get cops out of the socialdistancing-enforcement business altogether,” Patrick Lynch, president of the Police Benevolent Association, said in a statement on May 4. On this issue, Mr. Lynch gets it.New York is facing a public health crisis, not a spike in crime. Black and Hispanic New Yorkers are already suffering disproportionately from the coronavirus. They don't need more policing. They need more help.Available at https://www.nytimes.com/2020/05/18/opinion/nypdcoronavirus-arrests-nyc.html. Accessed May 18,2020.According to the text it is true that:
0C377C99-88 Português
Interpretação de TextosCEDERJ · 2020FácilEntre para guardar nos favoritosTEXTOE existe um povo que a bandeira emprestaP’ra cobrir tanta infâmia e cobardia!...E deixa-a transformar-se nessa festaEm manto impuro de bacante fria!...Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta,Que impudente1 na gávea tripudia?Silêncio. Musa... chora, e chora tantoQue o pavilhão se lave no teu pranto!...Auriverde pendão de minha terra,Que a brisa do Brasil beija e balança,Estandarte que a luz do sol encerraE as promessas divinas da esperança...Tu que, da liberdade após a guerra,Foste hasteado dos heróis na lançaAntes te houvessem roto na batalha,Que servires a um povo de mortalha!...Fatalidade atroz que a mente esmaga!Extingue nesta hora o brigue imundoO trilho que Colombo2 abriu na vaga,Como um íris no pélago3 profundo!Mas é infâmia de mais!... Da etérea plaga4Levantai-vos, heróis do Novo Mundo!Andrada5! arranca esse pendão dos ares!Colombo! fecha a porta dos teus mares!ALVES, Castro. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1986. p. 283-284.Glossário1. que não tem pudor2. Cristóvão de Colombo (1451-1506), navegador e explorador italiano, responsável por liderar a frota que alcançou o continente americano em 14923. abismo4. região, lugar, país5. José Bonifácio de Andrada e Silva (1763-1838), o patriarca da Independência do Brasil
O poema de Castro Alves não só constrói uma crítica contundente ao tráfico de africanos escravizados, como também realiza uma crítica ao sentimento nacionalista romântico, uma vez que associa a imagem da bandeira do país à:
0C34D2AA-88 Português
Interpretação de TextosCEDERJ · 2020FácilEntre para guardar nos favoritosTEXTOE existe um povo que a bandeira emprestaP’ra cobrir tanta infâmia e cobardia!...E deixa-a transformar-se nessa festaEm manto impuro de bacante fria!...Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta,Que impudente1 na gávea tripudia?Silêncio. Musa... chora, e chora tantoQue o pavilhão se lave no teu pranto!...Auriverde pendão de minha terra,Que a brisa do Brasil beija e balança,Estandarte que a luz do sol encerraE as promessas divinas da esperança...Tu que, da liberdade após a guerra,Foste hasteado dos heróis na lançaAntes te houvessem roto na batalha,Que servires a um povo de mortalha!...Fatalidade atroz que a mente esmaga!Extingue nesta hora o brigue imundoO trilho que Colombo2 abriu na vaga,Como um íris no pélago3 profundo!Mas é infâmia de mais!... Da etérea plaga4Levantai-vos, heróis do Novo Mundo!Andrada5! arranca esse pendão dos ares!Colombo! fecha a porta dos teus mares!ALVES, Castro. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1986. p. 283-284.Glossário1. que não tem pudor2. Cristóvão de Colombo (1451-1506), navegador e explorador italiano, responsável por liderar a frota que alcançou o continente americano em 14923. abismo4. região, lugar, país5. José Bonifácio de Andrada e Silva (1763-1838), o patriarca da Independência do Brasil
O poema Navio negreiro, de Castro Alves, é uma obra decisiva dentro do projeto abolicionista na literatura brasileira. O trecho apresentado é re p re se n ta tivo dessa im p o rtâ n cia , devido à expressão, pelo eu lírico, de um:0C324AB0-88 Português
Interpretação de TextosCEDERJ · 2020FácilEntre para guardar nos favoritosTEXTO
Saraivada de balas, de instantes em instantes, retumbam no interior da casa, ameaçando a diversão da mãe de Bica e de Idago. Dona Esterlina levanta irritada e muda de canal de televisão. Lá fora, balas e balas, independente do desejo da mulher, executam continuadamente a mesma e seca sonata. Uma programação mais amena vai entorpecendo os sentidos da mulher.
O que mais gosto na televisão é de novela. Acho a maior bobeira futebol, política, carnaval e show. Bobagem também reportagem, campanha contra a fome, contra o verde, contra a vida, contra-contra. Contra e não. Contra-mão. Ando sentindo dores nas pernas. Também! “Lata d'água na cabeça, lá vai Maria”. Sobe o morro, desce o morro e não se cansa dessa dança.
EVARISTO, Conceição. Olhos D’ Água. Rio de Janeiro: Palias, 2016, p. 101 (Fragmento)
A passagem do primeiro para o segundo parágrafo é responsável por uma alteração brusca da atenção do narrador sobre diferentes informações da realidade, representadas respectivamente por:0C2EFF32-88 Português
Interpretação de TextosCEDERJ · 2020FácilEntre para guardar nos favoritosTEXTO
Saraivada de balas, de instantes em instantes, retumbam no interior da casa, ameaçando a diversão da mãe de Bica e de Idago. Dona Esterlina levanta irritada e muda de canal de televisão. Lá fora, balas e balas, independente do desejo da mulher, executam continuadamente a mesma e seca sonata. Uma programação mais amena vai entorpecendo os sentidos da mulher.
O que mais gosto na televisão é de novela. Acho a maior bobeira futebol, política, carnaval e show. Bobagem também reportagem, campanha contra a fome, contra o verde, contra a vida, contra-contra. Contra e não. Contra-mão. Ando sentindo dores nas pernas. Também! “Lata d'água na cabeça, lá vai Maria”. Sobe o morro, desce o morro e não se cansa dessa dança.
EVARISTO, Conceição. Olhos D’ Água. Rio de Janeiro: Palias, 2016, p. 101 (Fragmento)
Conceição Evaristo, escritora contemporânea brasileira, é conhecida por sua habilidade com o foco narrativo. Um procedimento adotado no texto que evidencia essa habilidade é:0C2B87ED-88 Português
Concordância verbal, Concordância nominalCEDERJ · 2020MédioEntre para guardar nos favoritosA Covid-19 e a desigualdadeConforme o coronavírus se espalha, vemos mais diferenças ressaltadas. Em grande parte dos EUA, outro grupo de risco surgiu. Morrem proporcionalmente bem mais negros e latinos. O que não parece ser obra do vírus, mas sim das pessoas. Alguns índices de saúde dos EUA sempre foram os piores dos países de primeiro mundo, como a maior mortalidade infantil de filhos de mães jovens. Isso é uma média entre famílias brancas com números próximos dos outros países mais desenvolvidos e famílias negras e latinas que ficam próximas de países bem mais pobres.Além disso, negros e latinos exercem mais trabalhos essenciais, têm menos condições financeiras de ficar em casa, vivem em densidades maiores, têm mais diabetes, hipertensão, obesidade e outros complicadores da Covid-19.O mesmo deve acontecer no Brasil. Pesquisadores do grupo M ave, da Fiocruz, calcularam o índice de vulnerabilidade de brasileiros considerando acesso à saúde, esgoto tratado, eletricidade, IDH e outros indicadores de qualidade de vida. Todos são fatores necessários para as medidas mais importantes para barrar a pandemia e promover o distanciamento e higiene constante.Difícil ficar em casa quando é preciso andar quilômetros para ter água para lavar as mãos. E as regiões onde já vemos os sinais vermelhos, como partes do Amazonas e do Ceará, em que o sistema de saúde já está entrando em colapso, estão entre as regiões mais vulneráveis que observaram.Atila lamarino (Trecho extraído e adaptado de: Folha de São Paulo, 19/04/2020)
Em “estão entre as regiões mais vulneráveis que observaram” (4° parágrafo), o verbo observaram encontra-se no plural por concordar com a seguinte expressão mencionada no texto:0C281A00-88 Português
Funções morfossintáticas da palavra QUECEDERJ · 2020FácilEntre para guardar nos favoritosA Covid-19 e a desigualdadeConforme o coronavírus se espalha, vemos mais diferenças ressaltadas. Em grande parte dos EUA, outro grupo de risco surgiu. Morrem proporcionalmente bem mais negros e latinos. O que não parece ser obra do vírus, mas sim das pessoas. Alguns índices de saúde dos EUA sempre foram os piores dos países de primeiro mundo, como a maior mortalidade infantil de filhos de mães jovens. Isso é uma média entre famílias brancas com números próximos dos outros países mais desenvolvidos e famílias negras e latinas que ficam próximas de países bem mais pobres.Além disso, negros e latinos exercem mais trabalhos essenciais, têm menos condições financeiras de ficar em casa, vivem em densidades maiores, têm mais diabetes, hipertensão, obesidade e outros complicadores da Covid-19.O mesmo deve acontecer no Brasil. Pesquisadores do grupo M ave, da Fiocruz, calcularam o índice de vulnerabilidade de brasileiros considerando acesso à saúde, esgoto tratado, eletricidade, IDH e outros indicadores de qualidade de vida. Todos são fatores necessários para as medidas mais importantes para barrar a pandemia e promover o distanciamento e higiene constante.Difícil ficar em casa quando é preciso andar quilômetros para ter água para lavar as mãos. E as regiões onde já vemos os sinais vermelhos, como partes do Amazonas e do Ceará, em que o sistema de saúde já está entrando em colapso, estão entre as regiões mais vulneráveis que observaram.Atila lamarino (Trecho extraído e adaptado de: Folha de São Paulo, 19/04/2020)
“E as regiões onde já vemos os sinais vermelhos, como partes do Amazonas e do Ceará”Nessa frase, a palavra como introduz expressão com função de:0C251FF5-88 Português
Coesão e coerênciaCEDERJ · 2020FácilEntre para guardar nos favoritosA Covid-19 e a desigualdadeConforme o coronavírus se espalha, vemos mais diferenças ressaltadas. Em grande parte dos EUA, outro grupo de risco surgiu. Morrem proporcionalmente bem mais negros e latinos. O que não parece ser obra do vírus, mas sim das pessoas. Alguns índices de saúde dos EUA sempre foram os piores dos países de primeiro mundo, como a maior mortalidade infantil de filhos de mães jovens. Isso é uma média entre famílias brancas com números próximos dos outros países mais desenvolvidos e famílias negras e latinas que ficam próximas de países bem mais pobres.Além disso, negros e latinos exercem mais trabalhos essenciais, têm menos condições financeiras de ficar em casa, vivem em densidades maiores, têm mais diabetes, hipertensão, obesidade e outros complicadores da Covid-19.O mesmo deve acontecer no Brasil. Pesquisadores do grupo M ave, da Fiocruz, calcularam o índice de vulnerabilidade de brasileiros considerando acesso à saúde, esgoto tratado, eletricidade, IDH e outros indicadores de qualidade de vida. Todos são fatores necessários para as medidas mais importantes para barrar a pandemia e promover o distanciamento e higiene constante.Difícil ficar em casa quando é preciso andar quilômetros para ter água para lavar as mãos. E as regiões onde já vemos os sinais vermelhos, como partes do Amazonas e do Ceará, em que o sistema de saúde já está entrando em colapso, estão entre as regiões mais vulneráveis que observaram.Atila lamarino (Trecho extraído e adaptado de: Folha de São Paulo, 19/04/2020)
“Isso é uma média entre famílias brancas com números próximos dos outros países mais desenvolvidos e famílias negras e latinas que ficam próximas de países bem mais pobres” (1° parágrafo).A palavra isso retoma a seguinte ideia:0C219A9E-88 Português
Interpretação de TextosCEDERJ · 2020FácilEntre para guardar nos favoritosA Covid-19 e a desigualdadeConforme o coronavírus se espalha, vemos mais diferenças ressaltadas. Em grande parte dos EUA, outro grupo de risco surgiu. Morrem proporcionalmente bem mais negros e latinos. O que não parece ser obra do vírus, mas sim das pessoas. Alguns índices de saúde dos EUA sempre foram os piores dos países de primeiro mundo, como a maior mortalidade infantil de filhos de mães jovens. Isso é uma média entre famílias brancas com números próximos dos outros países mais desenvolvidos e famílias negras e latinas que ficam próximas de países bem mais pobres.Além disso, negros e latinos exercem mais trabalhos essenciais, têm menos condições financeiras de ficar em casa, vivem em densidades maiores, têm mais diabetes, hipertensão, obesidade e outros complicadores da Covid-19.O mesmo deve acontecer no Brasil. Pesquisadores do grupo M ave, da Fiocruz, calcularam o índice de vulnerabilidade de brasileiros considerando acesso à saúde, esgoto tratado, eletricidade, IDH e outros indicadores de qualidade de vida. Todos são fatores necessários para as medidas mais importantes para barrar a pandemia e promover o distanciamento e higiene constante.Difícil ficar em casa quando é preciso andar quilômetros para ter água para lavar as mãos. E as regiões onde já vemos os sinais vermelhos, como partes do Amazonas e do Ceará, em que o sistema de saúde já está entrando em colapso, estão entre as regiões mais vulneráveis que observaram.Atila lamarino (Trecho extraído e adaptado de: Folha de São Paulo, 19/04/2020)A discussão central do texto está baseada na relação entre:
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Interpretação de texto | Reading comprehensionUNICAMP · 2020MédioEntre para guardar nos favoritosRobot priests can bless you, advise you, and even perform your funeral
By Sigal Samuel Updated Jan 13, 2020, 11:25am EST
A new priest named Mindar is holding forth at Kodaiji, a 400-year-old Buddhist temple in Kyoto, Japan. Like other clergy members, this priest can deliver sermons and move around to interface with worshippers. Mindar is a robot, designed to look like Kannon, the Buddhist deity of mercy, and cost $1 million.
As more religious communities begin to incorporate robotics — in some cases, AI-powered — questions arise about how technology could change our religious experiences. Traditionally, those experiences are valuable in part because they leave room for the spontaneous and surprising, the emotional and even the mystical. That could be lost if we mechanize them.
Another risk has to do with how an AI priest would handle ethical queries. Robots whose algorithms learn from previous data may nudge us toward decisions based on what people have done in the past, incrementally homogenizing answers and narrowing the scope of our spiritual imagination. One could argue, however, that risk also exists with human clergy, since the clergy is bounded too — there’s already a built-in nudging or limiting factor.
AI systems can be particularly problematic in that they often function as black boxes. We typically don’t know what sorts of biases are coded into them or what sorts of human nuance and context they’re failing to understand. A human priest who knows your broader context as a whole person may gather this and give you the right recommendation.
Human clergy members serve as the anchor for a community, bringing people together. They provide human contact, which is in danger of becoming a luxury good as we create robots to more cheaply do the work of people. Robots, notwithstanding, might be able to transcend some social divides, such as race and gender, to enhance community in a way that’s more liberating.
Ultimately, in religion as in other domains, robots and humans are perhaps best understood not as competitors but as collaborators. Each offers something the other lacks.
(S. Samuel, Robot priests can bless you, advise you, and even perform your funeral. Vox, 9/9/2019. Disponível em https://www.vox.com/ future-perfect/2019/9/9/20851753/ai-religionrobot-priest-mindar-budd hism-christianity. Acessado em 05/08/2020.)Qual das afirmações abaixo sintetiza corretamente a discussão sobre os riscos do uso de robôs na função de clérigos, tal como exposta no texto?56BE2B7C-81 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUNICAMP · 2020MédioEntre para guardar nos favoritos
Injured ape
Nisha Gaind (Bureau chief, Europe). This X-ray shows a baby Sumatran orangutan (Pongo abelii) with a fractured arm. Conservation workers rescued the animal, named Brenda, from a village on the Indonesian island where she had reportedly been kept illegally as a pet. As editors, we see lots of photographs of conservation, but this image struck me for many reasons: the ‘humanness’ of Brenda’s shape, her innocence and the dedication of the conservation centre, which flew in a surgeon to operate on the animal.
(N. Gaind e E. Callaway. The best science images of the year: 2019 in pictures. Nature, v. 576, n. 7787, p. 354–359, 16/12/2019.)
Sobre o texto “The best science images of the year: 2019 in pictures”, considerando a imagem radiográfica que ele traz, é correto dizer:
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Interpretação de texto | Reading comprehensionUNICAMP · 2020FácilEntre para guardar nos favoritos
(Adaptado de The Burnout Society 1st edition - Customer reviews. Disponível em https://www.amazon.com/Burnout-Society-Byung-ChulHan. Acessado em 05/08/2020.)Sobre as resenhas acima, publicadas por leitores do livro The Burnout Society, de Byung-Chul Han, é correto afirmar que: