Questões do ENEM 2022
Questões aplicadas na prova de 2022, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.
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510 questões encontradas. Mostrando a página 6 de 26.
9367AE9A-74 Leia o texto para responder à questão.Daters are astonished by the high prices of wining and dining a romantic interest with inflation at its highest rate in over 40 years. The consumer price index category for food away from home rose 7.7% in June 2022 from a year earlier, while full-service restaurants climbed 8.9%. For those testing the waters with a cocktail or two, prices for alcoholic beverages rose by 4%.Those searching for love say they’re feeling the pain. Among 3,000 users on the popular dating app Hinge, almost 41% said they were more concerned with the cost of dates now versus a year ago, with Generation Z respondents more likely to feel the pressure. Emily Derby, a 27-year-old in Tulsa, Oklahoma, said her dating costs have doubled from $200 to $400 a month.As costs escalate, some singles are scaling back and being more selective about the dates they’re going on, while others are pausing their search for “the one” entirely. On dating site OKCupid, 34% of 70,000 users reported that inflation was impacting their love life.“In the fall of 2020, I was going on dates left and right not really thinking about the costs,” said Seth Rosenberg, a 25-year-old in Philadelphia. “Now, it’s harder to be excited because if a date goes bad, you’re out anywhere from $50 to $100.”Those still in the dating game have both love and money on the mind. New York City-based dating coach Amy Nobile said even her wealthy clients, many of whom pay $15,000 for a four-month program, are trying to cut their dating costs in half. Clients who would typically spend as much as $150 on a date are seeing if they can get away with $75 or less.“People are feeling rising prices,” she said. “For those in the long game to find a partner, they feel like they really need to monitor their money flow in the dating world.” As a result, people are on the hunt for less expensive options, said Logan Ury, director of relationship science at Hinge.(Paulina Cachero. www.bloomberg.com, 21.07.2022. Adaptado.)No trecho do segundo parágrafo “with Generation Z respondents more likely to feel the pressure”, o termo sublinhado equivale, em português, a9364D6A2-74 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2022Entre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.Daters are astonished by the high prices of wining and dining a romantic interest with inflation at its highest rate in over 40 years. The consumer price index category for food away from home rose 7.7% in June 2022 from a year earlier, while full-service restaurants climbed 8.9%. For those testing the waters with a cocktail or two, prices for alcoholic beverages rose by 4%.Those searching for love say they’re feeling the pain. Among 3,000 users on the popular dating app Hinge, almost 41% said they were more concerned with the cost of dates now versus a year ago, with Generation Z respondents more likely to feel the pressure. Emily Derby, a 27-year-old in Tulsa, Oklahoma, said her dating costs have doubled from $200 to $400 a month.As costs escalate, some singles are scaling back and being more selective about the dates they’re going on, while others are pausing their search for “the one” entirely. On dating site OKCupid, 34% of 70,000 users reported that inflation was impacting their love life.“In the fall of 2020, I was going on dates left and right not really thinking about the costs,” said Seth Rosenberg, a 25-year-old in Philadelphia. “Now, it’s harder to be excited because if a date goes bad, you’re out anywhere from $50 to $100.”Those still in the dating game have both love and money on the mind. New York City-based dating coach Amy Nobile said even her wealthy clients, many of whom pay $15,000 for a four-month program, are trying to cut their dating costs in half. Clients who would typically spend as much as $150 on a date are seeing if they can get away with $75 or less.“People are feeling rising prices,” she said. “For those in the long game to find a partner, they feel like they really need to monitor their money flow in the dating world.” As a result, people are on the hunt for less expensive options, said Logan Ury, director of relationship science at Hinge.(Paulina Cachero. www.bloomberg.com, 21.07.2022. Adaptado.)The main purpose of the text is to reveal why93623C14-74 Português
SintaxeFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2022Entre para guardar nos favoritosLeia a crônica “José de Nanuque”, de Carlos Drummond de Andrade, para responder à questãoComo se não bastasse o excesso de população deste mundo, os homens estão detectando a existência de outros mundos habitados, no espaço sideral, e suspiram, emocionados: “Não estamos sós”. E quem disse que estamos sós, se andamos tão acotovelados pelas avenidas da Terra? Pois, como se tudo isso não fosse suficiente, correm às matas de Nanuque e de lá retiram à força José Pedro dos Santos, último promeneur solitaire1 de que havia notícia, o homem que vivia com uma fogueira acesa, espantando onça e, sobretudo, gente.— Venha, rapaz! Queremos que participe das maravilhas da civilização!— Vocês me arranjam casa pra morar?— Bem, isso atualmente está difícil, José.— Emprego?— Só se você for concursado, e houver vaga.— E comida?— Depois nós conversamos. Venha depressa, estão nos chamando de outras galáxias!José recalcitra: estava tão bem ali! Não paga aluguel, não preenche o formulário do imposto de renda, não faz fila para nada, não tem horário nem patrão, come carne variada, segunda-feira paca, terça peixe, quarta aves, quinta raízes e tubérculos, sexta frutas, sábado...— Mais uma razão para vir. Está desfrutando privilégios, e todos são iguais perante a lei!Outra razão forte: os fazendeiros de Nanuque reclamavam contra esse homem estranho, embrenhado no mato, fazendo Deus sabe lá o quê. Em vão José alega que os ajuda, espantando onça com seu facho noturno. As onças não devem ser espantadas, sustentam a beleza selvagem da região. Esse homem não trabalha na lavoura, como os outros; não produz, não rende, e, embora não pese a ninguém, pesa globalmente no espírito de todos, com seu mistério. O fato de não produzir não é o mais grave; tolera-se cá fora, à luz do dia, honradamente: mas no interior da mata? Que ideia faz esse sujeito do contrato social? Nenhuma. Está se ninando para o contrato social. Não é possível. Tragam José para perto de nós, ele tem de aprender ou reaprender a vida apertada que levamos.José tem medo. Os homens, as cidades, os códigos, até os prazeres intervalares dos civilizados lhe dão medo. O motor de sua volta ao estado natural foi menos o amor à natureza do que o pânico. Em cada homem vê um perigo, em cada situação uma ameaça, em cada palavra uma condenação. Com as árvores e os bichos ele se entende. Nu e experimentado, conhece e domina o ambiente em que vive sem maiores riscos. Na cidade não praticara ação criminosa, e foi isso precisamente que o fez embrenhar-se na mata. Inocente, faltavam-lhe as provas negativas de sua inocência; se cometesse qualquer malfeito, poderia mentir e salvar-se, mas, estando puro e desarmado diante do sistema, como mentir, senão confessando a falta imaginária, e, portanto, condenando-se? A solução era virar bicho. Virou, com êxito.Agora trazem José para a capital, incorporam-no ao estranho maquinismo, ao estatuto sombrio, inexplicável; ele é condenado a viver como os outros, no grau inferior. José está salvo ou perdido? O certo é que nunca mais brilhará, na mata de Nanuque, aquele foguinho solitário.Todos são iguais perante a lei.Não estamos sós.(Carlos Drummond de Andrade. Caminhos de João Brandão, 2016.)1promeneur solitaire: caminhante solitário.Em “— Mais uma razão para vir. Está desfrutando privilégios, e todos são iguais perante a lei!” (10o parágrafo), a palavra sublinhada expressa ideia de935FC607-74 Português
PontuaçãoFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2022Entre para guardar nos favoritosLeia a crônica “José de Nanuque”, de Carlos Drummond de Andrade, para responder à questãoComo se não bastasse o excesso de população deste mundo, os homens estão detectando a existência de outros mundos habitados, no espaço sideral, e suspiram, emocionados: “Não estamos sós”. E quem disse que estamos sós, se andamos tão acotovelados pelas avenidas da Terra? Pois, como se tudo isso não fosse suficiente, correm às matas de Nanuque e de lá retiram à força José Pedro dos Santos, último promeneur solitaire1 de que havia notícia, o homem que vivia com uma fogueira acesa, espantando onça e, sobretudo, gente.— Venha, rapaz! Queremos que participe das maravilhas da civilização!— Vocês me arranjam casa pra morar?— Bem, isso atualmente está difícil, José.— Emprego?— Só se você for concursado, e houver vaga.— E comida?— Depois nós conversamos. Venha depressa, estão nos chamando de outras galáxias!José recalcitra: estava tão bem ali! Não paga aluguel, não preenche o formulário do imposto de renda, não faz fila para nada, não tem horário nem patrão, come carne variada, segunda-feira paca, terça peixe, quarta aves, quinta raízes e tubérculos, sexta frutas, sábado...— Mais uma razão para vir. Está desfrutando privilégios, e todos são iguais perante a lei!Outra razão forte: os fazendeiros de Nanuque reclamavam contra esse homem estranho, embrenhado no mato, fazendo Deus sabe lá o quê. Em vão José alega que os ajuda, espantando onça com seu facho noturno. As onças não devem ser espantadas, sustentam a beleza selvagem da região. Esse homem não trabalha na lavoura, como os outros; não produz, não rende, e, embora não pese a ninguém, pesa globalmente no espírito de todos, com seu mistério. O fato de não produzir não é o mais grave; tolera-se cá fora, à luz do dia, honradamente: mas no interior da mata? Que ideia faz esse sujeito do contrato social? Nenhuma. Está se ninando para o contrato social. Não é possível. Tragam José para perto de nós, ele tem de aprender ou reaprender a vida apertada que levamos.José tem medo. Os homens, as cidades, os códigos, até os prazeres intervalares dos civilizados lhe dão medo. O motor de sua volta ao estado natural foi menos o amor à natureza do que o pânico. Em cada homem vê um perigo, em cada situação uma ameaça, em cada palavra uma condenação. Com as árvores e os bichos ele se entende. Nu e experimentado, conhece e domina o ambiente em que vive sem maiores riscos. Na cidade não praticara ação criminosa, e foi isso precisamente que o fez embrenhar-se na mata. Inocente, faltavam-lhe as provas negativas de sua inocência; se cometesse qualquer malfeito, poderia mentir e salvar-se, mas, estando puro e desarmado diante do sistema, como mentir, senão confessando a falta imaginária, e, portanto, condenando-se? A solução era virar bicho. Virou, com êxito.Agora trazem José para a capital, incorporam-no ao estranho maquinismo, ao estatuto sombrio, inexplicável; ele é condenado a viver como os outros, no grau inferior. José está salvo ou perdido? O certo é que nunca mais brilhará, na mata de Nanuque, aquele foguinho solitário.Todos são iguais perante a lei.Não estamos sós.(Carlos Drummond de Andrade. Caminhos de João Brandão, 2016.)1promeneur solitaire: caminhante solitário.Verifica-se o emprego de vírgula para separar um vocativo no seguinte trecho:935CB2B3-74 Português
Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2022Entre para guardar nos favoritosLeia a crônica “José de Nanuque”, de Carlos Drummond de Andrade, para responder à questãoComo se não bastasse o excesso de população deste mundo, os homens estão detectando a existência de outros mundos habitados, no espaço sideral, e suspiram, emocionados: “Não estamos sós”. E quem disse que estamos sós, se andamos tão acotovelados pelas avenidas da Terra? Pois, como se tudo isso não fosse suficiente, correm às matas de Nanuque e de lá retiram à força José Pedro dos Santos, último promeneur solitaire1 de que havia notícia, o homem que vivia com uma fogueira acesa, espantando onça e, sobretudo, gente.— Venha, rapaz! Queremos que participe das maravilhas da civilização!— Vocês me arranjam casa pra morar?— Bem, isso atualmente está difícil, José.— Emprego?— Só se você for concursado, e houver vaga.— E comida?— Depois nós conversamos. Venha depressa, estão nos chamando de outras galáxias!José recalcitra: estava tão bem ali! Não paga aluguel, não preenche o formulário do imposto de renda, não faz fila para nada, não tem horário nem patrão, come carne variada, segunda-feira paca, terça peixe, quarta aves, quinta raízes e tubérculos, sexta frutas, sábado...— Mais uma razão para vir. Está desfrutando privilégios, e todos são iguais perante a lei!Outra razão forte: os fazendeiros de Nanuque reclamavam contra esse homem estranho, embrenhado no mato, fazendo Deus sabe lá o quê. Em vão José alega que os ajuda, espantando onça com seu facho noturno. As onças não devem ser espantadas, sustentam a beleza selvagem da região. Esse homem não trabalha na lavoura, como os outros; não produz, não rende, e, embora não pese a ninguém, pesa globalmente no espírito de todos, com seu mistério. O fato de não produzir não é o mais grave; tolera-se cá fora, à luz do dia, honradamente: mas no interior da mata? Que ideia faz esse sujeito do contrato social? Nenhuma. Está se ninando para o contrato social. Não é possível. Tragam José para perto de nós, ele tem de aprender ou reaprender a vida apertada que levamos.José tem medo. Os homens, as cidades, os códigos, até os prazeres intervalares dos civilizados lhe dão medo. O motor de sua volta ao estado natural foi menos o amor à natureza do que o pânico. Em cada homem vê um perigo, em cada situação uma ameaça, em cada palavra uma condenação. Com as árvores e os bichos ele se entende. Nu e experimentado, conhece e domina o ambiente em que vive sem maiores riscos. Na cidade não praticara ação criminosa, e foi isso precisamente que o fez embrenhar-se na mata. Inocente, faltavam-lhe as provas negativas de sua inocência; se cometesse qualquer malfeito, poderia mentir e salvar-se, mas, estando puro e desarmado diante do sistema, como mentir, senão confessando a falta imaginária, e, portanto, condenando-se? A solução era virar bicho. Virou, com êxito.Agora trazem José para a capital, incorporam-no ao estranho maquinismo, ao estatuto sombrio, inexplicável; ele é condenado a viver como os outros, no grau inferior. José está salvo ou perdido? O certo é que nunca mais brilhará, na mata de Nanuque, aquele foguinho solitário.Todos são iguais perante a lei.Não estamos sós.(Carlos Drummond de Andrade. Caminhos de João Brandão, 2016.)1promeneur solitaire: caminhante solitário.O cronista inclui o leitor em sua narrativa no seguinte trecho:935A40EA-74 Português
Interpretação de TextosFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2022Entre para guardar nos favoritosLeia a crônica “José de Nanuque”, de Carlos Drummond de Andrade, para responder à questãoComo se não bastasse o excesso de população deste mundo, os homens estão detectando a existência de outros mundos habitados, no espaço sideral, e suspiram, emocionados: “Não estamos sós”. E quem disse que estamos sós, se andamos tão acotovelados pelas avenidas da Terra? Pois, como se tudo isso não fosse suficiente, correm às matas de Nanuque e de lá retiram à força José Pedro dos Santos, último promeneur solitaire1 de que havia notícia, o homem que vivia com uma fogueira acesa, espantando onça e, sobretudo, gente.— Venha, rapaz! Queremos que participe das maravilhas da civilização!— Vocês me arranjam casa pra morar?— Bem, isso atualmente está difícil, José.— Emprego?— Só se você for concursado, e houver vaga.— E comida?— Depois nós conversamos. Venha depressa, estão nos chamando de outras galáxias!José recalcitra: estava tão bem ali! Não paga aluguel, não preenche o formulário do imposto de renda, não faz fila para nada, não tem horário nem patrão, come carne variada, segunda-feira paca, terça peixe, quarta aves, quinta raízes e tubérculos, sexta frutas, sábado...— Mais uma razão para vir. Está desfrutando privilégios, e todos são iguais perante a lei!Outra razão forte: os fazendeiros de Nanuque reclamavam contra esse homem estranho, embrenhado no mato, fazendo Deus sabe lá o quê. Em vão José alega que os ajuda, espantando onça com seu facho noturno. As onças não devem ser espantadas, sustentam a beleza selvagem da região. Esse homem não trabalha na lavoura, como os outros; não produz, não rende, e, embora não pese a ninguém, pesa globalmente no espírito de todos, com seu mistério. O fato de não produzir não é o mais grave; tolera-se cá fora, à luz do dia, honradamente: mas no interior da mata? Que ideia faz esse sujeito do contrato social? Nenhuma. Está se ninando para o contrato social. Não é possível. Tragam José para perto de nós, ele tem de aprender ou reaprender a vida apertada que levamos.José tem medo. Os homens, as cidades, os códigos, até os prazeres intervalares dos civilizados lhe dão medo. O motor de sua volta ao estado natural foi menos o amor à natureza do que o pânico. Em cada homem vê um perigo, em cada situação uma ameaça, em cada palavra uma condenação. Com as árvores e os bichos ele se entende. Nu e experimentado, conhece e domina o ambiente em que vive sem maiores riscos. Na cidade não praticara ação criminosa, e foi isso precisamente que o fez embrenhar-se na mata. Inocente, faltavam-lhe as provas negativas de sua inocência; se cometesse qualquer malfeito, poderia mentir e salvar-se, mas, estando puro e desarmado diante do sistema, como mentir, senão confessando a falta imaginária, e, portanto, condenando-se? A solução era virar bicho. Virou, com êxito.Agora trazem José para a capital, incorporam-no ao estranho maquinismo, ao estatuto sombrio, inexplicável; ele é condenado a viver como os outros, no grau inferior. José está salvo ou perdido? O certo é que nunca mais brilhará, na mata de Nanuque, aquele foguinho solitário.Todos são iguais perante a lei.Não estamos sós.(Carlos Drummond de Andrade. Caminhos de João Brandão, 2016.)1promeneur solitaire: caminhante solitário.“Esse homem não trabalha na lavoura, como os outros; não produz, não rende, e, embora não pese a ninguém, pesa globalmente no espírito de todos, com seu mistério. O fato de não produzir não é o mais grave; tolera-se cá fora, à luz do dia, honradamente: mas no interior da mata?” (11o parágrafo)Nesse trecho, o cronista ressalta o incômodo dos fazendeiros93578772-74 Português
Interpretação de TextosFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2022Entre para guardar nos favoritosLeia a crônica “José de Nanuque”, de Carlos Drummond de Andrade, para responder à questãoComo se não bastasse o excesso de população deste mundo, os homens estão detectando a existência de outros mundos habitados, no espaço sideral, e suspiram, emocionados: “Não estamos sós”. E quem disse que estamos sós, se andamos tão acotovelados pelas avenidas da Terra? Pois, como se tudo isso não fosse suficiente, correm às matas de Nanuque e de lá retiram à força José Pedro dos Santos, último promeneur solitaire1 de que havia notícia, o homem que vivia com uma fogueira acesa, espantando onça e, sobretudo, gente.— Venha, rapaz! Queremos que participe das maravilhas da civilização!— Vocês me arranjam casa pra morar?— Bem, isso atualmente está difícil, José.— Emprego?— Só se você for concursado, e houver vaga.— E comida?— Depois nós conversamos. Venha depressa, estão nos chamando de outras galáxias!José recalcitra: estava tão bem ali! Não paga aluguel, não preenche o formulário do imposto de renda, não faz fila para nada, não tem horário nem patrão, come carne variada, segunda-feira paca, terça peixe, quarta aves, quinta raízes e tubérculos, sexta frutas, sábado...— Mais uma razão para vir. Está desfrutando privilégios, e todos são iguais perante a lei!Outra razão forte: os fazendeiros de Nanuque reclamavam contra esse homem estranho, embrenhado no mato, fazendo Deus sabe lá o quê. Em vão José alega que os ajuda, espantando onça com seu facho noturno. As onças não devem ser espantadas, sustentam a beleza selvagem da região. Esse homem não trabalha na lavoura, como os outros; não produz, não rende, e, embora não pese a ninguém, pesa globalmente no espírito de todos, com seu mistério. O fato de não produzir não é o mais grave; tolera-se cá fora, à luz do dia, honradamente: mas no interior da mata? Que ideia faz esse sujeito do contrato social? Nenhuma. Está se ninando para o contrato social. Não é possível. Tragam José para perto de nós, ele tem de aprender ou reaprender a vida apertada que levamos.José tem medo. Os homens, as cidades, os códigos, até os prazeres intervalares dos civilizados lhe dão medo. O motor de sua volta ao estado natural foi menos o amor à natureza do que o pânico. Em cada homem vê um perigo, em cada situação uma ameaça, em cada palavra uma condenação. Com as árvores e os bichos ele se entende. Nu e experimentado, conhece e domina o ambiente em que vive sem maiores riscos. Na cidade não praticara ação criminosa, e foi isso precisamente que o fez embrenhar-se na mata. Inocente, faltavam-lhe as provas negativas de sua inocência; se cometesse qualquer malfeito, poderia mentir e salvar-se, mas, estando puro e desarmado diante do sistema, como mentir, senão confessando a falta imaginária, e, portanto, condenando-se? A solução era virar bicho. Virou, com êxito.Agora trazem José para a capital, incorporam-no ao estranho maquinismo, ao estatuto sombrio, inexplicável; ele é condenado a viver como os outros, no grau inferior. José está salvo ou perdido? O certo é que nunca mais brilhará, na mata de Nanuque, aquele foguinho solitário.Todos são iguais perante a lei.Não estamos sós.(Carlos Drummond de Andrade. Caminhos de João Brandão, 2016.)1promeneur solitaire: caminhante solitário.De acordo com o cronista, a razão de José de Nanuque ter se afastado da civilização foi, sobretudo,9354E704-74 Literatura
EstilísticaFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2022Entre para guardar nos favoritosLeia o soneto de Leonor de Almeida Portugal Lorena e Lencastre, também conhecida como Marquesa de Alorna, para responder à questão.
(Sonetos, 2007.)1herdade: propriedade rural de dimensões consideráveis; fazenda.Verifica-se rima entre palavras de classes gramaticais diferentes em9352427E-74 Português
Interpretação de TextosFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2022Entre para guardar nos favoritosLeia o soneto de Leonor de Almeida Portugal Lorena e Lencastre, também conhecida como Marquesa de Alorna, para responder à questão.
(Sonetos, 2007.)1herdade: propriedade rural de dimensões consideráveis; fazenda.O termo sublinhado na primeira estrofe refere-se a934F702E-74 Literatura
ArcadismoFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2022Entre para guardar nos favoritosLeia o soneto de Leonor de Almeida Portugal Lorena e Lencastre, também conhecida como Marquesa de Alorna, para responder à questão.
(Sonetos, 2007.)1herdade: propriedade rural de dimensões consideráveis; fazenda.Uma característica da estética árcade presente no soneto é934CAD7F-74 Português
Interpretação de TextosFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2022Entre para guardar nos favoritosLeia o soneto de Leonor de Almeida Portugal Lorena e Lencastre, também conhecida como Marquesa de Alorna, para responder à questão.
(Sonetos, 2007.)1herdade: propriedade rural de dimensões consideráveis; fazenda.No soneto, está implícita uma crítica à93492EBE-74 Português
Figuras de LinguagemFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2022Entre para guardar nos favoritosExamine a tirinha de Dik Browne, publicada na conta do Instagram “Hagar, o Horrível”, em 01.04.2022.

Para produzir o seu efeito de humor, a tirinha mobiliza o seguinte recurso expressivo:
FA8D5C94-73 Inglês
Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctionsFaculdade Evangélica Mackenzie do Paraná · 2022Entre para guardar nos favoritosRead the following text and answer the question.The “Modern Physician” needs to embrace technologyFebruary 12, 2021Veronica Diaz, MD
Even before the COVID-19 pandemic forced health systems and private practices to implement technology solutions such as telehealth, the evolution toward a more tech-savvy healthcare experience was firmly underway. The days of carting paper charts and hard film x-rays has been broadly supplanted with cloudbased electronic health records and digital Picture Archiving Communications Systems (PACS). The pandemic has made those previously reticent to adopt technology wake up to its necessity.Practicing medicine today requires a higher degree of technical literacy than ever before, and the challenges of the pandemic have only reinforced and accelerated that trend. We have reached an inflection point in the industry where clinical expertise is not the only prerequisite for a successful career. Physicians who familiarize, vet, and incorporate new technology into their practices will likely be in the best position to deliver optimal care.From: https://www.physicianspractice.com/view/ the-modern-physician-needs-to-embrace-technology“Likely” in “Physicians […] will likely be in the best position to deliver optimal care” (2nd paragraph) introduces aFA8AC7CE-73 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade Evangélica Mackenzie do Paraná · 2022Entre para guardar nos favoritosRead the following text and answer the question.The “Modern Physician” needs to embrace technologyFebruary 12, 2021Veronica Diaz, MD
Even before the COVID-19 pandemic forced health systems and private practices to implement technology solutions such as telehealth, the evolution toward a more tech-savvy healthcare experience was firmly underway. The days of carting paper charts and hard film x-rays has been broadly supplanted with cloudbased electronic health records and digital Picture Archiving Communications Systems (PACS). The pandemic has made those previously reticent to adopt technology wake up to its necessity.Practicing medicine today requires a higher degree of technical literacy than ever before, and the challenges of the pandemic have only reinforced and accelerated that trend. We have reached an inflection point in the industry where clinical expertise is not the only prerequisite for a successful career. Physicians who familiarize, vet, and incorporate new technology into their practices will likely be in the best position to deliver optimal care.From: https://www.physicianspractice.com/view/ the-modern-physician-needs-to-embrace-technologyIn the first sentence, the author makes clear that technology in healthcare had been evolvingFA87D536-73 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade Evangélica Mackenzie do Paraná · 2022Entre para guardar nos favoritosRead the following text and answer the question.The “Modern Physician” needs to embrace technologyFebruary 12, 2021Veronica Diaz, MD
Even before the COVID-19 pandemic forced health systems and private practices to implement technology solutions such as telehealth, the evolution toward a more tech-savvy healthcare experience was firmly underway. The days of carting paper charts and hard film x-rays has been broadly supplanted with cloudbased electronic health records and digital Picture Archiving Communications Systems (PACS). The pandemic has made those previously reticent to adopt technology wake up to its necessity.Practicing medicine today requires a higher degree of technical literacy than ever before, and the challenges of the pandemic have only reinforced and accelerated that trend. We have reached an inflection point in the industry where clinical expertise is not the only prerequisite for a successful career. Physicians who familiarize, vet, and incorporate new technology into their practices will likely be in the best position to deliver optimal care.From: https://www.physicianspractice.com/view/ the-modern-physician-needs-to-embrace-technologyThe text implies that, in today’s medicine, technology should beFA853D95-73 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade Evangélica Mackenzie do Paraná · 2022Entre para guardar nos favoritos
Source: https://www.brainyquote.com/quotes/mark_twain_102859
The phrase “the world owes you nothing” means that the world
FA827A0B-73 Inglês
Advérbios de: lugar, modo, tempo e freqüência | Adverbs of: place, manner, time and frequencyFaculdade Evangélica Mackenzie do Paraná · 2022Entre para guardar nos favoritosRead the text below and answer the question.
Advancing gender equity in medicine
[…]
The problem of gender inequity in medical leadership is not the result of too few candidates who are not men with the appropriate experience and training to fulfill leadership roles, nor can it be explained by merely suggesting that different genders do not have the same aspirations as men. Gender inequity is largely underpinned by socially constructed gender norms, roles and relations. For example, gender roles explain why female clinicians with children spend 100.2 minutes more per day on household activities and child care than their male counterparts. This makes it more challenging for female clinicians with children to get ahead. Gender norms explain why more men are given leadership opportunities and have stronger letters of reference than other genders. Furthermore, gender relations explain why men have fewer consequences for uncivil behaviour or for harassment in the workplace compared with other genders. A recent observational study of operating room culture evaluated the prevalence and predictors of exposure to disruptive behaviour in the operating room. Disruptive behaviour was described as a range of unacceptable workplace behaviours, including incivility, bullying and harassment. A further definition provided is “interpersonal behaviour (i.e., directed toward others or occurring in the presence of others) that results in a perceived threat to victims and/or witnesses and violates a reasonable person’s standard of respectful behaviour.” The study found that clinicians who are women report more exposure to disruptive behaviour and are substantially less confident or empowered to take action to address incivility in their hospital and university settings. Gender and sexual harassment may be associated with environments that exhibit gender inequity in pay, opportunity and promotion. Disruptive behaviour and overt harassment likely endure within our medical institutions because the offenders are often considered invaluable to the organization for their stature, leadership, productivity or reputation, and are largely not held unaccountable for their actions, which further amplifies gender inequities.
Ensuring gender equity in medicine is an issue of justice and rights. Having more physicians who are women and more women in health policy leadership also appears to enhance the provision of high-quality patient care. Large, well-conducted observational studies have shown that patients of female clinicians experience better quality of care for diabetes, and significantly lower rates of mortality, hospital readmissions and emergency department visits than those treated by male clinicians. One study considered that reasons for this may include that women spend more time with their patients, are more patient-centred in their approach and provide more evidence-based care. Two recent opinion pieces discuss research showing that female representation on corporate boards, such as hospital boards, results in more socially thoughtful decisions and less corruption. Without gender equity, we risk extinguishing creative solutions to complex health problems and, most importantly, limiting patient access to the best care.
From: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC8034331/ CMAJ. 2021 Feb 16; 193(7): E244–E250.
The opposite of “often” in “the offenders are often considered invaluable” (1st paragraph) isFA7FECD4-73 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade Evangélica Mackenzie do Paraná · 2022Entre para guardar nos favoritosRead the text below and answer the question.
Advancing gender equity in medicine
[…]
The problem of gender inequity in medical leadership is not the result of too few candidates who are not men with the appropriate experience and training to fulfill leadership roles, nor can it be explained by merely suggesting that different genders do not have the same aspirations as men. Gender inequity is largely underpinned by socially constructed gender norms, roles and relations. For example, gender roles explain why female clinicians with children spend 100.2 minutes more per day on household activities and child care than their male counterparts. This makes it more challenging for female clinicians with children to get ahead. Gender norms explain why more men are given leadership opportunities and have stronger letters of reference than other genders. Furthermore, gender relations explain why men have fewer consequences for uncivil behaviour or for harassment in the workplace compared with other genders. A recent observational study of operating room culture evaluated the prevalence and predictors of exposure to disruptive behaviour in the operating room. Disruptive behaviour was described as a range of unacceptable workplace behaviours, including incivility, bullying and harassment. A further definition provided is “interpersonal behaviour (i.e., directed toward others or occurring in the presence of others) that results in a perceived threat to victims and/or witnesses and violates a reasonable person’s standard of respectful behaviour.” The study found that clinicians who are women report more exposure to disruptive behaviour and are substantially less confident or empowered to take action to address incivility in their hospital and university settings. Gender and sexual harassment may be associated with environments that exhibit gender inequity in pay, opportunity and promotion. Disruptive behaviour and overt harassment likely endure within our medical institutions because the offenders are often considered invaluable to the organization for their stature, leadership, productivity or reputation, and are largely not held unaccountable for their actions, which further amplifies gender inequities.
Ensuring gender equity in medicine is an issue of justice and rights. Having more physicians who are women and more women in health policy leadership also appears to enhance the provision of high-quality patient care. Large, well-conducted observational studies have shown that patients of female clinicians experience better quality of care for diabetes, and significantly lower rates of mortality, hospital readmissions and emergency department visits than those treated by male clinicians. One study considered that reasons for this may include that women spend more time with their patients, are more patient-centred in their approach and provide more evidence-based care. Two recent opinion pieces discuss research showing that female representation on corporate boards, such as hospital boards, results in more socially thoughtful decisions and less corruption. Without gender equity, we risk extinguishing creative solutions to complex health problems and, most importantly, limiting patient access to the best care.
From: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC8034331/ CMAJ. 2021 Feb 16; 193(7): E244–E250.
The excerpt that contains a comparison is:FA7D5A23-73 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade Evangélica Mackenzie do Paraná · 2022Entre para guardar nos favoritosRead the text below and answer the question.
Advancing gender equity in medicine
[…]
The problem of gender inequity in medical leadership is not the result of too few candidates who are not men with the appropriate experience and training to fulfill leadership roles, nor can it be explained by merely suggesting that different genders do not have the same aspirations as men. Gender inequity is largely underpinned by socially constructed gender norms, roles and relations. For example, gender roles explain why female clinicians with children spend 100.2 minutes more per day on household activities and child care than their male counterparts. This makes it more challenging for female clinicians with children to get ahead. Gender norms explain why more men are given leadership opportunities and have stronger letters of reference than other genders. Furthermore, gender relations explain why men have fewer consequences for uncivil behaviour or for harassment in the workplace compared with other genders. A recent observational study of operating room culture evaluated the prevalence and predictors of exposure to disruptive behaviour in the operating room. Disruptive behaviour was described as a range of unacceptable workplace behaviours, including incivility, bullying and harassment. A further definition provided is “interpersonal behaviour (i.e., directed toward others or occurring in the presence of others) that results in a perceived threat to victims and/or witnesses and violates a reasonable person’s standard of respectful behaviour.” The study found that clinicians who are women report more exposure to disruptive behaviour and are substantially less confident or empowered to take action to address incivility in their hospital and university settings. Gender and sexual harassment may be associated with environments that exhibit gender inequity in pay, opportunity and promotion. Disruptive behaviour and overt harassment likely endure within our medical institutions because the offenders are often considered invaluable to the organization for their stature, leadership, productivity or reputation, and are largely not held unaccountable for their actions, which further amplifies gender inequities.
Ensuring gender equity in medicine is an issue of justice and rights. Having more physicians who are women and more women in health policy leadership also appears to enhance the provision of high-quality patient care. Large, well-conducted observational studies have shown that patients of female clinicians experience better quality of care for diabetes, and significantly lower rates of mortality, hospital readmissions and emergency department visits than those treated by male clinicians. One study considered that reasons for this may include that women spend more time with their patients, are more patient-centred in their approach and provide more evidence-based care. Two recent opinion pieces discuss research showing that female representation on corporate boards, such as hospital boards, results in more socially thoughtful decisions and less corruption. Without gender equity, we risk extinguishing creative solutions to complex health problems and, most importantly, limiting patient access to the best care.
From: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC8034331/ CMAJ. 2021 Feb 16; 193(7): E244–E250.
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Advancing gender equity in medicine
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The problem of gender inequity in medical leadership is not the result of too few candidates who are not men with the appropriate experience and training to fulfill leadership roles, nor can it be explained by merely suggesting that different genders do not have the same aspirations as men. Gender inequity is largely underpinned by socially constructed gender norms, roles and relations. For example, gender roles explain why female clinicians with children spend 100.2 minutes more per day on household activities and child care than their male counterparts. This makes it more challenging for female clinicians with children to get ahead. Gender norms explain why more men are given leadership opportunities and have stronger letters of reference than other genders. Furthermore, gender relations explain why men have fewer consequences for uncivil behaviour or for harassment in the workplace compared with other genders. A recent observational study of operating room culture evaluated the prevalence and predictors of exposure to disruptive behaviour in the operating room. Disruptive behaviour was described as a range of unacceptable workplace behaviours, including incivility, bullying and harassment. A further definition provided is “interpersonal behaviour (i.e., directed toward others or occurring in the presence of others) that results in a perceived threat to victims and/or witnesses and violates a reasonable person’s standard of respectful behaviour.” The study found that clinicians who are women report more exposure to disruptive behaviour and are substantially less confident or empowered to take action to address incivility in their hospital and university settings. Gender and sexual harassment may be associated with environments that exhibit gender inequity in pay, opportunity and promotion. Disruptive behaviour and overt harassment likely endure within our medical institutions because the offenders are often considered invaluable to the organization for their stature, leadership, productivity or reputation, and are largely not held unaccountable for their actions, which further amplifies gender inequities.
Ensuring gender equity in medicine is an issue of justice and rights. Having more physicians who are women and more women in health policy leadership also appears to enhance the provision of high-quality patient care. Large, well-conducted observational studies have shown that patients of female clinicians experience better quality of care for diabetes, and significantly lower rates of mortality, hospital readmissions and emergency department visits than those treated by male clinicians. One study considered that reasons for this may include that women spend more time with their patients, are more patient-centred in their approach and provide more evidence-based care. Two recent opinion pieces discuss research showing that female representation on corporate boards, such as hospital boards, results in more socially thoughtful decisions and less corruption. Without gender equity, we risk extinguishing creative solutions to complex health problems and, most importantly, limiting patient access to the best care.
From: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC8034331/ CMAJ. 2021 Feb 16; 193(7): E244–E250.
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