Questões do ENEM 2023

Questões aplicadas na prova de 2023, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

1.976 questões encontradas. Mostrando a página 37 de 99.

  • D1F787CA-C4

    Geografia

    População
    Universidade Estadual do Maranhão · 2023FácilEntre para guardar nos favoritos
    Analise os gráficos:

    27.png (690×602)

    O censo demográfico brasileiro é realizado de forma sistemática desde 1872. Desde então, é possível saber, entre outras características, a quantidade de habitantes do país. Ao comparar os gráficos 1 e 2, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão d1f787ca-c4
  • D1F4CA83-C4

    Geografia

    Geografia Política
    Universidade Estadual do Maranhão · 2023FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho publicado em revista de grande circulação.

    [...] a imprensa estatal do Vietnã anunciou que o filme Barbie, de Greta Gerwig, não será exibido no país. O motivo para o veto é uma cena que mostra um mapa com a chamada “linha dos nove traços”, reivindicação territorial da China no Mar do Sul da China contestada pelos vietnamitas. [...] Surgida em 1947, a linha em questão demarca boa parte do Mar do Sul daquele país como território chinês (tanto da China comunista como de Taiwan), sob a justificativa de “direito histórico” sobre a região. A área, no entanto, abriga uma série de ilhas e tem partes também reivindicadas por países como Vietnã e Filipinas.

    https://veja.abril.com.br/coluna/em-cartaz/a-disputa-geopolitica-que-barrou-exibicao-de-barbie-no-vietna. Adaptado.


    O conflito utilizado como argumento para o veto do referido filme evidencia uma questão geopolítica relacionada
    Escolha uma alternativa para a questão d1f4ca83-c4
  • D1F22F3C-C4

    História

    História do Brasil
    Universidade Estadual do Maranhão · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos
    O poeta maranhense Gonçalves Dias, da geração do romantismo brasileiro, no século XIX, é o símbolo máximo do Indianismo pela centralidade da temática indígena em suas poesias, a exemplo de O Canto do Piaga, poema no qual idealiza o indígena como representante da identidade nacional.

    Veja o indígena nas palavras de Gonçalves Dias.


    O primeiro tópico de que havemos de tratar na história do Brasil é o dos Índios. [...] Eles são instrumento do quanto aqui se praticou de útil ou de glorioso; são o princípio de todas as nossas cousas; são os que deram a base para o nosso caráter nacional; ainda mal desenvolvido, e será a coroa da nossa prosperidade o dia da sua inteira reabilitação (sic) (Gonçalves Dias, 1850, p. 28-29).


    A idealização do poeta não escondia a situação vivida pelas populações indígenas no Pós-Independência, ao longo da construção do Estado nacional brasileiro, caracterizada por
    Escolha uma alternativa para a questão d1f22f3c-c4
  • D1EF9022-C4

    História

    História do Brasil
    Universidade Estadual do Maranhão · 2023DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Veja em imagem e no cordel uma figura poderosa maranhense.

    24.png (308×280) 
     
    Cordel

    Todo mundo quer saber
    Quando vem ao Maranhão
    A história de Ana Jansen
    E a sua maldição
    Vou contar neste livrinho
    Que o prezado tem na mão

    Mas adianto ao leitor
    Pra tomar certo cuidado
    Se o sujeito é medroso
    Com tudo fica alterado
    É melhor ler Walt Disney Pra não sair borrado

    MARQUES, Wilson. A verdadeira história de Ana Jansen e sua carruagem encantada. São Luís, Casa do autor maranhense, s/d.
     
    Ana Jansen, a “Rainha do Maranhão”, é uma personagem histórica da sociedade maranhense do século XIX, retratada como uma mulher autoritária, maquiavélica e cruel, com sua imagem sendo mais temida do que respeitada, tendo, por isso, se tornado enredo de uma lenda de assombração. Esse imaginário sobre Ana Jansen se deve a sua
    Escolha uma alternativa para a questão d1ef9022-c4
  • D1ECFBF0-C4

    História

    Descolonização Afro-asiática : novos Estados, nova arena internacional
    Universidade Estadual do Maranhão · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto sobre a participação feminina na luta de independência de Moçambique, ocorrida em 1975. Analise, também, a imagem da famosa guerrilheira Josina Machel.

    23.png (250×365)

    A combatente Maconde se identificou como moradora de Namaua, do distrito de Mueda em Cabo Delgado e pertencente a uma família de sete irmãos. Em seu depoimento fez a seguinte consideração: “Quando nós mulheres começamos a trabalhar, houve forte oposição à nossa participação porque isso era contrário à nossa tradição. Iniciamos então uma grande campanha, explicando por que razão nós também devíamos combater, [...] que nós mulheres éramos mesmo mais oprimidas que os homens, que tínhamos os mesmos direitos e a mesma determinação de combater. Insistimos para que nos fosse dado treino militar e armas (Voz da Revolução, mar. 1979, p. 28).

    Josina Machel ocupou cargos importantes na FRELIMO (Frente de Libertação de Moçambique) e participou da luta armada. Acreditava que as mulheres deveriam lutar ao lado dos homens para a libertação de Moçambique da dominação colonial. Em 1968, estimulou a criação de centros de saúde para soldados feridos e traumatizados e de escolas e creches para as crianças e órfãos. Considerava a educação de meninos e de meninas importante para a construção da nação. [...]Em 1972, o dia de sua morte foi declarado como o Dia Nacional das Mulheres Moçambicanas. Ela até hoje é lembrada como heroína da Luta de Libertação Nacional, sendo homenageada em monumentos, logradouros e estabelecimentos públicos.

    Para o presidente Samora Machel, a emancipação feminina não consistia em igualar homens e mulheres e criticava o feminismo, acusando de ser um grupo de mulheres liberais que confundiam os propósitos de libertação e apontava os riscos de uma emancipação espelhada nos países capitalistas [...].
     
    https://www.mozambiquehistory.net/people/josina/images/josina_marching.jpg


    As mulheres moçambicanas participaram ativamente da luta armada pela libertação de Moçambique, na África, contra a dominação colonial portuguesa. Sobre a situação das mulheres na sociedade moçambicana do pós- independência, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão d1ecfbf0-c4
  • D1EA440F-C4

    História

    História da América Latina
    Universidade Estadual do Maranhão · 2023Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Analise as imagens e leia os trechos abaixo sobre o período ditatorial na Argentina (1976-1983) e no Brasil (1964-1985).

    22.png (791×497)


    A Associação das Avós (e Mães) da Praça de Maio foi criada em 1977, quando mulheres argentinas passaram a ocupar a Praça de Maio, no centro de Buenos Aires, exigindo descobrir o paradeiro dos seus filhos e netos. Cada caso solucionado recebe um número - como o 132 de José Morales (filho de pais mortos na ditadura) - e se calcula que ainda existam centenas deles a serem finalizados.

    No Brasil, a Lei da Anistia foi aprovada em 1979, no governo do general Figueiredo. Seu lema era “ampla, geral e irrestrita”, cunhado pelo jurista Aloysio Picanço.

    O relatório da Comissão da Verdade no Brasil foi divulgado em 10 de dezembro de 2014, no Palácio do Planalto. Esta comissão foi criada para apurar as violações contra os direitos humanos, especialmente durante a ditadura civil-militar (1964-1985) no Brasil.

    https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/comissao-da-verdade-criada-para-apurar-crimes-da-ditadura-militar-faz-10-anos/  (Adaptado)


    Em relação às ações tomadas, após o fim da ditadura civil-militar na Argentina e no Brasil, pode-se afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão d1ea440f-c4
  • D1E7932C-C4

    História

    História Geral
    Universidade Estadual do Maranhão · 2023DifícilEntre para guardar nos favoritos
    As imagens a seguir ilustram o período medieval nos séculos XI-XV.


    21.png (408×487)

    Atividades Femininas na Idade Média

    https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Women_activities_in_middle_ages.JPG


    Leia o trecho para responder à questão.

    “Nas sociedades europeias da Idade Média, a situação das mulheres não foi única. Ela era diferente no campo e na cidade, em cada reino, e mudou de acordo com a época. Além disso, a vida, os costumes e as funções desempenhadas pelas mulheres dependiam do grupo social a que pertenciam”.

    VAZ, Maria Luisa; PANAZZO, Sílvia. Jornadas.hist. São Paulo: Saraiva, 2015.


    No período medieval, as mulheres tinham várias ocupações, de acordo com a sua camada social. Caracterizam- se como funções femininas nos âmbitos
    Escolha uma alternativa para a questão d1e7932c-c4
  • D1E4C5F7-C4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Estadual do Maranhão · 2023FácilEntre para guardar nos favoritos
    This text refers to question.


    P U R E Z A

    TEXTO20.png (177×152)

    Mrs. Pureza’s son, Abel, left Maranhão with great plans, but ended up as a victim of modern slavery inside a farm in the southeast of Pará. Similar stories are shared by many workers coming from different Brazilian states, mostly in the Northeast of the country, such as Maranhão, Piauí, Ceará and Bahia. The protagonists of many of these stories end up becoming numbers, or not even that, they simply “disappeared into the world”.

    With the lack of news from her son, Pureza did not observe this situation inertly, but instead waged a colossal struggle, probably much greater and more complex than she could have imagined when she started the three-year journey in search of her son.

    Clues led Pureza to a farm where she was able to unmask a major modern slavery scheme. With immense courage, she was able to change not only the life of her son but also lives connected to several other families and friends, bringing into focus the violation of human rights happening openly in Pará. A region that has been made invisible on the national scene and even more ignored on an international scale.

    LIMA, Ana Rosa de. Extract taken from Recommendation: Pureza (movie) – Meli (meli-bees.org). Accessed on June 6th. Text slightly modified
    Based on the reading of this extract as well as the other two triggered texts in this English Test, one can affirm that the main common linking-points among them is that they
    Escolha uma alternativa para a questão d1e4c5f7-c4
  • D1E1FE7B-C4

    Inglês

    Adjetivos | Adjectives
    Universidade Estadual do Maranhão · 2023FácilEntre para guardar nos favoritos
    This text refers to question.


    Wangari Maathai

    TEXTO_18-19.png (176×233)

            Wangari Maathai, in full Wangari Muta Maathai, (born April 1, 1940, Nyeri, Kenya—died September 25, 2011, Nairobi), Kenyan politician and environmental activist who was awarded the 2004 Nobel Prize for Peace, becoming the first Black African woman to win a Nobel Prize.

            Maathai was educated in the United States at Mount St. Scholastica College (1964) and at the University of Pittsburgh (M.S., 1966). In 1971 she received a Ph.D. at the University of Nairobi, effectively becoming the first woman in either East or Central Africa to earn a doctorate.

            Maathai developed the idea that village women could improve the environment by planting trees to provide a fuel source and to slow the processes of deforestation and desertification. The Green Belt Movement, an organization she founded in 1977, had by the early 21st century planted some 30 million trees. Leaders of the Green Belt Movement established the Pan African Green Belt Network in 1986 in order to educate world leaders about conservation and environmental improvement.

            In addition to her conservation work, Maathai was elected to Kenya’s National Assembly in 2002 with 98 percent of the vote, and in 2003 she was appointed assistant minister of environment, natural resources, and wildlife. When she won the Nobel Prize in 2004, the committee commended her “holistic approach to sustainable development that embraces democracy, human rights, and women’s rights in particular.” She published an autobiography, Unbowed, in 2007. Another volume, The Challenge for Africa (2009), criticized Africa’s leadership as ineffectual and urged Africans to try to solve their problems without Western assistance. Maathai was a frequent contributor to international publications such as the Los Angeles Times and the Guardian.

    Wangari Maathai | Extract taken from Biography, Nobel Peace Prize, Books, Green Belt Movement, & Facts | Britannica
    The underlined words environmental (3rd par.), National (4th par.), and natural (4th par.), according to the english morphology, are respectively
    Escolha uma alternativa para a questão d1e1fe7b-c4
  • D1DF499B-C4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Estadual do Maranhão · 2023DifícilEntre para guardar nos favoritos
    This text refers to question.


    Wangari Maathai

    TEXTO_18-19.png (176×233)

            Wangari Maathai, in full Wangari Muta Maathai, (born April 1, 1940, Nyeri, Kenya—died September 25, 2011, Nairobi), Kenyan politician and environmental activist who was awarded the 2004 Nobel Prize for Peace, becoming the first Black African woman to win a Nobel Prize.

            Maathai was educated in the United States at Mount St. Scholastica College (1964) and at the University of Pittsburgh (M.S., 1966). In 1971 she received a Ph.D. at the University of Nairobi, effectively becoming the first woman in either East or Central Africa to earn a doctorate.

            Maathai developed the idea that village women could improve the environment by planting trees to provide a fuel source and to slow the processes of deforestation and desertification. The Green Belt Movement, an organization she founded in 1977, had by the early 21st century planted some 30 million trees. Leaders of the Green Belt Movement established the Pan African Green Belt Network in 1986 in order to educate world leaders about conservation and environmental improvement.

            In addition to her conservation work, Maathai was elected to Kenya’s National Assembly in 2002 with 98 percent of the vote, and in 2003 she was appointed assistant minister of environment, natural resources, and wildlife. When she won the Nobel Prize in 2004, the committee commended her “holistic approach to sustainable development that embraces democracy, human rights, and women’s rights in particular.” She published an autobiography, Unbowed, in 2007. Another volume, The Challenge for Africa (2009), criticized Africa’s leadership as ineffectual and urged Africans to try to solve their problems without Western assistance. Maathai was a frequent contributor to international publications such as the Los Angeles Times and the Guardian.

    Wangari Maathai | Extract taken from Biography, Nobel Peace Prize, Books, Green Belt Movement, & Facts | Britannica
    Wangari Maathai developed a project to improve the environment. If they fail the main goal of this project, one would have, as a consequence
    Escolha uma alternativa para a questão d1df499b-c4
  • D1DC8EF2-C4

    Inglês

    Caso genitivo | Genitive case
    Universidade Estadual do Maranhão · 2023FácilEntre para guardar nos favoritos

    This text refers to question.


    Sprowston mother in stand-off with school over bullying

                                         By David HannantDHannant87Specialist reporter: health and education



    A Sprowston mother is locked in a stand-off with her daughter's school after keeping her at home for the past six weeks to avoid what she describes as "brutal" bullying.


    Rebecca Everson says the treatment her 12-year-old daughter Phoebe suffers has become so severe that the youngster has been left "a shell of a girl".


    She says the Year 8 Sprowston Community Academy pupil is subjected to cruel messages on social media platforms like Whatsapp, Instagram and Snapchat and has abuse hurled at her by classmates regularly.


    After raising her concerns with school leaders, Ms. Everson said her daughter's issues only got worse so for the past six weeks she has refused to send her in. However, she now claims the school is threatening her with fines over Phoebe's attendance record.


    She said: "The bullying Phoebe has suffered has been awful. They send her messages calling her every name under the sun. It is brutal.


    "I have rung the school and told them she does not feel safe at school and requested work to be sent home for her, but they have done nothing."


    Ms. Everson the issue started in October last year, which she reported to Phoebe's teachers.


    She said: "The school said they would talk to the girls involved, but when they did it just aggravated the situation.


    "Some of the girls involved in the cyberbullying attend other schools nearby too, so moving schools is just not viable.


    "Phoebe is a shell of the girl she was before this all began. She has done nothing to deserve this but now she's terrified to even go to school.


    "I just feel like I'm going around and around in circles trying to get something done - it's terribly awful."


    Sprowston Community Academy was approached for comment but said the school was unable to comment on individual cases.



    Sprowston mother in stand-off with school over bullying | Extract taken from Eastern Daily Press (edp24.co.uk) and slightly modified.

    The English grammar has been established by the usage of strict rules along the time. The following group of options has been used under the same core grammar fundament EXCEPT one. It is the option in letter
    Escolha uma alternativa para a questão d1dc8ef2-c4
  • D1DA0EE4-C4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Estadual do Maranhão · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos

    This text refers to question.


    Sprowston mother in stand-off with school over bullying

                                         By David HannantDHannant87Specialist reporter: health and education



    A Sprowston mother is locked in a stand-off with her daughter's school after keeping her at home for the past six weeks to avoid what she describes as "brutal" bullying.


    Rebecca Everson says the treatment her 12-year-old daughter Phoebe suffers has become so severe that the youngster has been left "a shell of a girl".


    She says the Year 8 Sprowston Community Academy pupil is subjected to cruel messages on social media platforms like Whatsapp, Instagram and Snapchat and has abuse hurled at her by classmates regularly.


    After raising her concerns with school leaders, Ms. Everson said her daughter's issues only got worse so for the past six weeks she has refused to send her in. However, she now claims the school is threatening her with fines over Phoebe's attendance record.


    She said: "The bullying Phoebe has suffered has been awful. They send her messages calling her every name under the sun. It is brutal.


    "I have rung the school and told them she does not feel safe at school and requested work to be sent home for her, but they have done nothing."


    Ms. Everson the issue started in October last year, which she reported to Phoebe's teachers.


    She said: "The school said they would talk to the girls involved, but when they did it just aggravated the situation.


    "Some of the girls involved in the cyberbullying attend other schools nearby too, so moving schools is just not viable.


    "Phoebe is a shell of the girl she was before this all began. She has done nothing to deserve this but now she's terrified to even go to school.


    "I just feel like I'm going around and around in circles trying to get something done - it's terribly awful."


    Sprowston Community Academy was approached for comment but said the school was unable to comment on individual cases.



    Sprowston mother in stand-off with school over bullying | Extract taken from Eastern Daily Press (edp24.co.uk) and slightly modified.

    Based on Phoebe’s mother complaining about her suffering bullying daughter, one can say that, after such a negative experience, Phoebe
    Escolha uma alternativa para a questão d1da0ee4-c4
  • D1D78BD1-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2023DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO_13-15.png (846×572)

    Há relação semântica adequada nas ideias expressas entre os seguintes trechos:
    Escolha uma alternativa para a questão d1d78bd1-c4
  • D1D511FA-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2023Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO_13-15.png (846×572)

    Entre as diferentes estratégias de argumentação utilizadas na construção do artigo de opinião, destaca-se, de forma proeminente, a
    Escolha uma alternativa para a questão d1d511fa-c4
  • D1D27D2D-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2023DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO_13-15.png (846×572)

    A tese defendida pela articulista pode ser atestada na seguinte premissa:
    Escolha uma alternativa para a questão d1d27d2d-c4
  • D1CFE63B-C4

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Estadual do Maranhão · 2023DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Em Mar morto, ambiente predominantemente masculino, as personagens femininas adquirem vida própria. Considerando as características de bravura e de persistência, destaca-se a seguinte personagem:
    Escolha uma alternativa para a questão d1cfe63b-c4
  • D1CD6B52-C4

    Literatura

    Teoria Literária
    Universidade Estadual do Maranhão · 2023DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Jorge Amado de Faria, autor de vasta obra literária, adotou como temas principais a miséria, as relações sociais e humanas do povo da Bahia. Dentre suas obras cita-se Mar morto, incluído nas crônicas de costumes.

    Mar morto, de Jorge Amado, difere do Mar morto, localizado no Oriente Médio, caracterizado por sua alta salinidade, o que impede quase toda a forma de vida naquele lago. Em contrapartida, no romance, os impedimentos existentes são de ordem social e enigmática. Nessa obra, o autor enfoca
    Escolha uma alternativa para a questão d1cd6b52-c4
  • D1CADCA3-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2023DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO10.png (846×255)

    Sobre a charge da venezuelana Suprani, analise as seguintes assertivas e julgue aquelas que são verdadeiras.


    I) A expressão fisionômica da noiva, imagem à direita, é de surpresa em relação à imagem refletida no espelho, à esquerda.

    II) A imagem da noiva e seu reflexo descrevem, de forma precisa, as relações humanas em tempos globalizados.

    III) A charge apresenta uma crítica social contundente ao papel da mulher na sociedade.

    IV) A imagem, ao fazer uma crítica social, celebra as posições invertidas da mulher na sociedade.

    V) A charge desnuda, de forma crítica, o sonho do casamento e a realidade de estar casada.


    Estão corretas, apenas, as seguintes assertivas:
    Escolha uma alternativa para a questão d1cadca3-c4
  • D1C86795-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos
    Conceição Evaristo nasceu numa favela da zona sul de Belo Horizonte. Trabalhava como empregada doméstica, até concluir o Curso Normal, já então com 25 anos. Mudou-se para o Rio de Janeiro, tendo estudado Letras em uma universidade pública, a UFRJ. Suas obras abordam temas como discriminação racial, de gênero e de classe. A pobreza e a vulnerabilidade da população afro-brasileira, envolvendo mulheres e homens, é a tônica da autora em Olhos D’Água.

    O conto Maria serve de base para responder à questão.


    MARIA

        Maria estava parada há mais de meia hora no ponto do ônibus. Estava cansada de esperar. Se a distância fosse menor, teria ido a pé. Era preciso mesmo ir se acostumando com a caminhada. O preço da passagem estava aumentando tanto! Além do cansaço, a sacola estava pesada. No dia anterior, no domingo, havia tido festa na casa da patroa. Ela levava para casa os restos.
    [...]
     
        Quando o ônibus apontou lá na esquina, Maria abaixou o corpo, pegando a sacola que estava no chão entre as suas pernas. O ônibus não estava cheio, havia lugares. Ela poderia descansar um pouco, cochilar até a hora da descida. Ao entrar, um homem levantou lá de trás, do último banco, fazendo um sinal para o trocador. Passou em silêncio, pagando a passagem dele e de Maria. Ela reconheceu o homem. Quanto tempo, que saudades! Como era difícil continuar a vida sem ele. Maria sentou-se na frente. O homem sentou-se a seu lado. Ela se lembrou do passado. Do homem deitado com ela. Da vida dos dois no barraco. Dos primeiros enjoos. Da barriga enorme que todos diziam de gêmeos, e da alegria dele. Que bom! Nasceu! Era um menino! E haveria de se tornar um homem. Maria viu, sem olhar, que era o pai de seu filho. Ele continuava o mesmo. Bonito, grande, o olhar assustado não se fixando em nada e em ninguém. Sentiu uma mágoa imensa. Por que não podia ser de uma outra forma? Por que não podiam ser felizes? E o menino, Maria? Como vai o menino? cochichou o homem. Sabe que sinto falta de vocês? Tenho um buraco no peito, tamanha a saudade! Tou sozinho! Não arrumei, não quis mais ninguém. Você já teve outros... outros filhos? A mulher baixou os olhos como que pedindo perdão. É. Ela teve mais dois filhos, mas não tinha ninguém também.
    [...]

        O homem falava, mas continuava estático, preso, fixo no banco. Cochichava com Maria as palavras, sem, entretanto, virar para o lado dela. Ela sabia o que o homem dizia. Ele estava dizendo de dor, de prazer, de alegria, de filho, de vida, de morte, de despedida. Do buraco-saudade no peito dele... Desta vez ele cochichou um pouquinho mais alto. Ela, ainda sem ouvir direito, adivinhou a fala dele: um abraço, um beijo, um carinho no filho. E, logo após, levantou rápido sacando a arma. Outro lá atrás gritou que era um assalto. Maria estava com muito medo. Não dos assaltantes. Não da morte. Sim da vida. Tinha três filhos. O mais velho, com onze anos, era filho daquele homem que estava ali na frente com uma arma na mão. O de lá de trás vinha recolhendo tudo. O motorista seguia a viagem. Havia o silêncio de todos no ônibus. Apenas a voz do outro se ouvia pedindo aos passageiros que entregassem tudo rapidamente. O medo da vida em Maria ia aumentando. Meu Deus, como seria a vida dos seus filhos?
    [...]

        Os assaltantes desceram rápido. (...). Ela não conhecia assaltante algum. Conhecia o pai de seu primeiro filho. Conhecia o homem que tinha sido dela e que ela ainda amava tanto. Ouviu uma voz: Negra safada, vai ver que estava de coleio com os dois. Outra voz vinda lá do fundo do ônibus acrescentou: Calma, gente! Se ela estivesse junto com eles, teria descido também. Alguém argumentou que ela não tinha descido só para disfarçar. Estava mesmo com os ladrões. Foi a única a não ser assaltada. Mentira, eu não fui e não sei por quê. Maria olhou na direção de onde vinha a voz e viu um rapazinho negro e magro, com feições de menino e que relembravam vagamente o seu filho. A primeira voz, a que acordou a coragem de todos, tornou-se um grito: Aquela puta, aquela negra safada estava com os ladrões! O dono da voz levantou e se encaminhou em direção à Maria. A mulher teve medo e raiva. Que merda! Não conhecia assaltante algum. Não devia satisfação a ninguém. Olha só, a negra ainda é atrevida, disse o homem, lascando um tapa no rosto da mulher. Alguém gritou: Lincha! Lincha! Lincha!... Uns passageiros desceram e outros voaram em direção à Maria. O motorista tinha parado o ônibus para defender a passageira:

    — Calma pessoal! Que loucura é esta? Eu conheço esta mulher de vista. Todos os dias, mais ou menos neste horário, ela toma o ônibus comigo. Está vindo do trabalho, da luta para sustentar os filhos...

        Lincha! Lincha! Lincha! Maria punha sangue pela boca, pelo nariz e pelos ouvidos. A sacola havia arrebentado e as frutas rolavam pelo chão. Será que os meninos iriam gostar de melão?

        Tudo foi tão rápido, tão breve, Maria tinha saudades de seu ex-homem. Por que estavam fazendo isto com ela? O homem havia segredado um abraço, um beijo, um carinho no filho. Ela precisava chegar em casa para transmitir o recado. Estavam todos armados com facas a laser que cortam até a vida. Quando o ônibus esvaziou, quando chegou a polícia, o corpo da mulher estava todo dilacerado, todo pisoteado.

    Maria queria tanto dizer ao filho que o pai havia mandado um abraço, um beijo, um carinho.


    EVARISTO, Conceição. Olhos D’Água. Rio de Janeiro: Pallas: Fundação Biblioteca Nacional, 2016.
    A linguagem tem funções que levam em consideração a intencionalidade do emissor, o que pode ser exemplificado na cena final do conto que, apesar de retratar uma situação que se poderia tornar manchete de jornal, portanto referencial, leva o leitor a observar
    Escolha uma alternativa para a questão d1c86795-c4
  • D1C5DC68-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos
    Conceição Evaristo nasceu numa favela da zona sul de Belo Horizonte. Trabalhava como empregada doméstica, até concluir o Curso Normal, já então com 25 anos. Mudou-se para o Rio de Janeiro, tendo estudado Letras em uma universidade pública, a UFRJ. Suas obras abordam temas como discriminação racial, de gênero e de classe. A pobreza e a vulnerabilidade da população afro-brasileira, envolvendo mulheres e homens, é a tônica da autora em Olhos D’Água.

    O conto Maria serve de base para responder à questão.


    MARIA

        Maria estava parada há mais de meia hora no ponto do ônibus. Estava cansada de esperar. Se a distância fosse menor, teria ido a pé. Era preciso mesmo ir se acostumando com a caminhada. O preço da passagem estava aumentando tanto! Além do cansaço, a sacola estava pesada. No dia anterior, no domingo, havia tido festa na casa da patroa. Ela levava para casa os restos.
    [...]
     
        Quando o ônibus apontou lá na esquina, Maria abaixou o corpo, pegando a sacola que estava no chão entre as suas pernas. O ônibus não estava cheio, havia lugares. Ela poderia descansar um pouco, cochilar até a hora da descida. Ao entrar, um homem levantou lá de trás, do último banco, fazendo um sinal para o trocador. Passou em silêncio, pagando a passagem dele e de Maria. Ela reconheceu o homem. Quanto tempo, que saudades! Como era difícil continuar a vida sem ele. Maria sentou-se na frente. O homem sentou-se a seu lado. Ela se lembrou do passado. Do homem deitado com ela. Da vida dos dois no barraco. Dos primeiros enjoos. Da barriga enorme que todos diziam de gêmeos, e da alegria dele. Que bom! Nasceu! Era um menino! E haveria de se tornar um homem. Maria viu, sem olhar, que era o pai de seu filho. Ele continuava o mesmo. Bonito, grande, o olhar assustado não se fixando em nada e em ninguém. Sentiu uma mágoa imensa. Por que não podia ser de uma outra forma? Por que não podiam ser felizes? E o menino, Maria? Como vai o menino? cochichou o homem. Sabe que sinto falta de vocês? Tenho um buraco no peito, tamanha a saudade! Tou sozinho! Não arrumei, não quis mais ninguém. Você já teve outros... outros filhos? A mulher baixou os olhos como que pedindo perdão. É. Ela teve mais dois filhos, mas não tinha ninguém também.
    [...]

        O homem falava, mas continuava estático, preso, fixo no banco. Cochichava com Maria as palavras, sem, entretanto, virar para o lado dela. Ela sabia o que o homem dizia. Ele estava dizendo de dor, de prazer, de alegria, de filho, de vida, de morte, de despedida. Do buraco-saudade no peito dele... Desta vez ele cochichou um pouquinho mais alto. Ela, ainda sem ouvir direito, adivinhou a fala dele: um abraço, um beijo, um carinho no filho. E, logo após, levantou rápido sacando a arma. Outro lá atrás gritou que era um assalto. Maria estava com muito medo. Não dos assaltantes. Não da morte. Sim da vida. Tinha três filhos. O mais velho, com onze anos, era filho daquele homem que estava ali na frente com uma arma na mão. O de lá de trás vinha recolhendo tudo. O motorista seguia a viagem. Havia o silêncio de todos no ônibus. Apenas a voz do outro se ouvia pedindo aos passageiros que entregassem tudo rapidamente. O medo da vida em Maria ia aumentando. Meu Deus, como seria a vida dos seus filhos?
    [...]

        Os assaltantes desceram rápido. (...). Ela não conhecia assaltante algum. Conhecia o pai de seu primeiro filho. Conhecia o homem que tinha sido dela e que ela ainda amava tanto. Ouviu uma voz: Negra safada, vai ver que estava de coleio com os dois. Outra voz vinda lá do fundo do ônibus acrescentou: Calma, gente! Se ela estivesse junto com eles, teria descido também. Alguém argumentou que ela não tinha descido só para disfarçar. Estava mesmo com os ladrões. Foi a única a não ser assaltada. Mentira, eu não fui e não sei por quê. Maria olhou na direção de onde vinha a voz e viu um rapazinho negro e magro, com feições de menino e que relembravam vagamente o seu filho. A primeira voz, a que acordou a coragem de todos, tornou-se um grito: Aquela puta, aquela negra safada estava com os ladrões! O dono da voz levantou e se encaminhou em direção à Maria. A mulher teve medo e raiva. Que merda! Não conhecia assaltante algum. Não devia satisfação a ninguém. Olha só, a negra ainda é atrevida, disse o homem, lascando um tapa no rosto da mulher. Alguém gritou: Lincha! Lincha! Lincha!... Uns passageiros desceram e outros voaram em direção à Maria. O motorista tinha parado o ônibus para defender a passageira:

    — Calma pessoal! Que loucura é esta? Eu conheço esta mulher de vista. Todos os dias, mais ou menos neste horário, ela toma o ônibus comigo. Está vindo do trabalho, da luta para sustentar os filhos...

        Lincha! Lincha! Lincha! Maria punha sangue pela boca, pelo nariz e pelos ouvidos. A sacola havia arrebentado e as frutas rolavam pelo chão. Será que os meninos iriam gostar de melão?

        Tudo foi tão rápido, tão breve, Maria tinha saudades de seu ex-homem. Por que estavam fazendo isto com ela? O homem havia segredado um abraço, um beijo, um carinho no filho. Ela precisava chegar em casa para transmitir o recado. Estavam todos armados com facas a laser que cortam até a vida. Quando o ônibus esvaziou, quando chegou a polícia, o corpo da mulher estava todo dilacerado, todo pisoteado.

    Maria queria tanto dizer ao filho que o pai havia mandado um abraço, um beijo, um carinho.


    EVARISTO, Conceição. Olhos D’Água. Rio de Janeiro: Pallas: Fundação Biblioteca Nacional, 2016.
    As palavras denotativas, modernamente, são consideradas marcadores discursivos, que contribuem para a coesão, a ligação entre as partes do texto.

    No trecho “Olha só, a negra ainda é atrevida, disse o homem, lascando um tapa no rosto da mulher.”, a função semântica do termo sublinhado é
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