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Questões de Linguagens do ENEM

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  • 18.995 questões
  • 4 disciplinas
  • 219 assuntos

Resultados: 18.995 questões

Página 251 de 950

  • Linguagens

    Literatura

    O Barroco se configura como um movimento literário marcado, entre outros, pelas ideias difundidas especialmente pela Contra Reforma. Assim, percebe-se uma forte presença da temática religiosa em diversos textos produzidos nesse período no Brasil, entre os quais se destacam os poemas lírico-religiosos de Gregório de Matos. A partir da leitura do poema abaixo, assinale a opção correta.

    Ofendi-vos, meu Deus, é bem verdade;

    verdade é, meu Senhor, que hei delinquido,

    delinquido vos tenho, e ofendido;

    ofendido vos tem minha maldade.

    Maldade encaminhada a uma vaidade;

    vaidade, que de todo me há vencido;

    vencido quero ver-me, e arrependido;

    arrependido em tanta enormidade.

    Arrependido estou de coração;

    de coração vós busco, dai-me abraços;

    abraços que mereçam vossa Luz.

    Luz, que clara me mostre a Salvação,

    a Salvação que pretendo com tais braços:

    Piedade, meu Senhor, Jesus, Jesus.


    MATOS, Gregório de. In: HOLLANDA, Sérgio Buarque de. Antologia dos poetas brasileiros

    da fase colonial. São Paulo: Perspectiva, 1979, p. 57-58.


    Escolha uma alternativa para a questão 5f4fbbbc-64
  • Linguagens

    Português

    Um dos pontos marcantes na obra – dessa autora – é o diálogo entre a realização do amor e o processo de criação artística. Seja na poesia ou na prosa, a autora tece uma linguagem metalinguística para exprimir seu duelo com a escrita literária, utilizando para isso um jogo entre palavras e sentimentos. Essa luta pela realização é vista tanto do ponto de vista da relação amorosa como do fazer poético. O texto permite essas duas leituras, como se pode observar em "Maria Flor". (Simone Cavalcante – Literatura em Alagoas – adaptação).

    O texto acima se refere à autora alagoana de Marechal Deodoro, que, dentre tantas obras, escreveu também: Eu, em versos e prosa; Recados; Dos destroços, o regate; Farpa, Fantasia e avesso e Grande baú – a infância.
    Escolha uma alternativa para a questão 60b0e30c-64
  • Linguagens

    Português

    Sobre o poema “Remissão”, transcrito abaixo, publicado no livro Fazendeiro do ar, do poeta modernista Carlos Drummond de Andrade,

    Remissão

    Tua memória, pasto de poesia,

    tua poesia, pasto dos vulgares,

    vão se engastando numa coisa fria

    a que tu chamas: vida e seus pesares.

    Mas pesares de quê? perguntaria,

    se esse travo de angústia nos cantares,

    se o que dorme na base da elegia

    vai correndo e secando pelos ares,

    e nada resta, mesmo, do que escreves

    e te forçou ao exílio das palavras,

    senão contentamento de escrever,

    enquanto o tempo, em suas formas breves

    ou longas, que sutil interpretavas,

    se evapora no fundo de teu ser?


    ANDRADE, Carlos Drummond de. Poesia completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar,

    2002.



    é correto dizer:
    Escolha uma alternativa para a questão 62107344-64
  • Linguagens

    Literatura

    “Podemos até, antecipando-nos à leitura do soneto, anunciar o princípio de construção de que se serviu "o autor" no texto que vamos estudar: a extensão sintagmática das frases do poema, o léxico escolhido, o tom e sonoridades têm a medida – exata! – da profundidade da emoção experimentada pelo eu-lírico, numa estreita e regular correspondência (perdoem-nos mais uma vez o uso da palavra suspeita). Esse é, não percamos de vista, o fundamento que subjaz à organização do poema” (Roberto Sarmento Lima – O círculo e a palavra constantes do poema lírico).


    Soneto IV de Via-Láctea

    Como a floresta secular, sombria,

    Virgem do passo humano e do machado,

    Onde apenas, horrendo, ecoa o brado

    Do tigre, cuja agreste ramaria.

    Não atravessa nunca a luz do dia,

    Assim também, da luz do amor privado,

    Tinhas o coração ermo e fechado,

    Como a floresta secular, sombria...

    Hoje, entre os ramos, a canção sonora

    Soltam festivamente os passarinhos.

    Tinge o cimo das árvores a aurora...

    Palpitam flores, estremecem ninhos...

    E o sol do amor, que não entrava outrora,

    Entra dourando a areia dos caminhos.



    Pelas características apresentadas no texto e pelas encontradas no poema acima (rimas raras, preferência pelo rigor formal do soneto, medição das ideias, dentre outras), podemos afirmar que Roberto Sarmento Lima refere-se ao poeta ____________, ligado ao movimento denominado _______________, respectivamente.
    Escolha uma alternativa para a questão 63749ba1-64
  • Linguagens

    Literatura

    Pelas características descritas no texto abaixo de Abdala Junior, o poema "A Carolina", abaixo transcrito, deve ser atribuído a que poeta e a que movimento literário?

    A Carolina

    Querida, ao pé do leito derradeiro

    Em que descansas dessa longa vida,

    Aqui venho e virei, pobre querida,

    Trazer-te o coração do companheiro.

    Pulsa-lhe aquele afeto verdadeiro

    Que, a despeito de toda a humana lida,

    Fez a nossa existência apetecida

    E num recanto pôs um mundo inteiro.

    Trago-te flores, - restos arrancados

    Da terra que nos viu passar unidos

    E ora mortos nos deixa e separados.

    Que eu, se tenho nos olhos malferidos

    Pensamentos de vida formulados,

    São pensamentos idos e vividos.


    (Dedicatória de Relíquias da casa velha).



    “Quem inicia o estudo da poética brasileira das últimas décadas do século XIX vê-se diante da pretensa ‘impassibilidade’ do Parnasianismo. Para o registro da realidade, o poeta não poderia ser subjetivo, evidenciando seus sentimentos. Ele deveria limitar- se a descrever situações "neutramente", sem se envolver com elas. Essa pretensa "impassibilidade", entretanto, não existiu. Nem seria possível, pois o poeta só pode construir o poema selecionando situações, palavras imagens, a partir de sua própria perspectiva. A subjetividade é inerente às ações humanas. [...] As transformações técnicas e os movimentos sociais do século XIX não poderiam conformar-se ao exaurido sentimentalismo ultrarromântico. Castro Alves e outros românticos deram os primeiros passos na direção da objetividade, trajetória a ser continuada pelos poetas [...] que defendiam uma poesia ‘científica’, que associasse o lirismo do poeta ao realismo da representação objetiva”. (Benjamim Abdla Junior – Luz realista, forma parnasiana, estética decadentista adaptação).
    Escolha uma alternativa para a questão 6643e1ba-64
  • Linguagens

    Português

    Os versos abaixo

    “Este é o meu lugar, entranhado em meu sangue
    como a lama no fundo da noite lacustre.
    E por mais que me afaste, estarei sempre aqui
    e serei este vento e a luz do farol,
    e minha morte vive na cioba encurralada” (Ledo Ivo)

    Escolha uma alternativa para a questão f5dc2b03-64
  • Linguagens

    Português

    Observe a figura abaixo.
    Imagem da questão de Português, UNEAL 2013, Interpretação de Textos
    Dos elementos expressivos presentes na figura, conclui-se que

    Escolha uma alternativa para a questão f74432a2-64
  • Linguagens

    Português

    Observe o texto abaixo.

    “Nacib olhava pela janela do bar: não poderiam existir mundos distantes que o tirassem do olhar de Gabriela.
    Pensava” (Jorge Amado).

    A parte sublinhada do trecho pode também ser reescrita da seguinte forma:

    Escolha uma alternativa para a questão f8ac80d3-64
  • Linguagens

    Português

    Analisando a charge abaixo,

    Imagem da questão de Português, UNEAL 2013, Interpretação de Textos


    Escolha uma alternativa para a questão fa461f22-64
  • Linguagens

    Português

    As vírgulas utilizadas no texto da figura abaixo

    Imagem da questão de Português, UNEAL 2013, Pontuação


    Escolha uma alternativa para a questão fbb176cf-64
  • Linguagens

    Português

    Nos versos abaixo, o espaço pontilhado pode ser preenchido com a seguinte forma verbal:

    “Bebe enquanto puderes; quando tu e os teus já ................... partido, uma outra gente possa te redimir da terra que te abraça” (Lord Byron).

    Escolha uma alternativa para a questão fd1588e0-64
  • Linguagens

    Português

    O texto a seguir é referência para as questões.

              O texto a seguir é referência para as questões de 7 a 9.
    [...]
    Os outros admiravam-se da serenidade de Rodrigo, que
    encarava Bento a sorrir. E quando falou, dirigiu-se aos que o
    cercavam:
      – Vosmecês estão vendo. Esse moço está me
    provocando...
    Insolente, Bento Amaral botou as mãos na cintura e disse:
      – Pois ainda não tinha compreendido?
      Bibiana sentiu que alguém lhe pegava do braço e arrastava
    para longe dos dois rivais, abrindo caminho por entre os
    convivas. Não ergueu os olhos, mas sentiu que esse alguém era
    seu pai.
            – Vamos lá pra dentro resolver isso como cavalheiros... –
    sugeriu Joca Rodrigues, batendo timidamente no ombro de
    Bento.
            – Não vejo nenhum cavalheiro na minha frente – retrucou
    este, mais moderado do que pronunciando as palavras. – Vejo é
    um patife!
            O sangue subiu à cabeça de Rodrigo, que teve de fazer um
    esforço desesperado para não saltar sobre o outro.
    [...]

    VERÍSSIMO, Érico. Um certo capitão Rodrigo.
    São Paulo: Globo, 1991. p. 93 (Fragmento)
    .
    Considerando as frases abaixo, retiradas da narrativa, identifique a opção em que há um pronome demonstrativo que funciona como antecedente de um pronome relativo.

    Escolha uma alternativa para a questão ffda02b2-64
  • Linguagens

    Português

    O texto a seguir é referência para as questões.

              O texto a seguir é referência para as questões de 7 a 9.
    [...]
    Os outros admiravam-se da serenidade de Rodrigo, que
    encarava Bento a sorrir. E quando falou, dirigiu-se aos que o
    cercavam:
      – Vosmecês estão vendo. Esse moço está me
    provocando...
    Insolente, Bento Amaral botou as mãos na cintura e disse:
      – Pois ainda não tinha compreendido?
      Bibiana sentiu que alguém lhe pegava do braço e arrastava
    para longe dos dois rivais, abrindo caminho por entre os
    convivas. Não ergueu os olhos, mas sentiu que esse alguém era
    seu pai.
            – Vamos lá pra dentro resolver isso como cavalheiros... –
    sugeriu Joca Rodrigues, batendo timidamente no ombro de
    Bento.
            – Não vejo nenhum cavalheiro na minha frente – retrucou
    este, mais moderado do que pronunciando as palavras. – Vejo é
    um patife!
            O sangue subiu à cabeça de Rodrigo, que teve de fazer um
    esforço desesperado para não saltar sobre o outro.
    [...]

    VERÍSSIMO, Érico. Um certo capitão Rodrigo.
    São Paulo: Globo, 1991. p. 93 (Fragmento)
    .
    Veja como o dicionário Aurélio apresenta o vocábulo pegar. PEGAR. [Do latim picare, ‘untar de pez’.] V. t. d. 1. Fazer aderir; colar, grudar... 2. Agarrar, prender, segurar... 3. Adquirir (enfermidade) por contágio, por debilidade orgânica, etc.

    Quanto ao uso desse vocábulo no excerto “Bibiana sentiu que alguém lhe pegava do braço”, é incorreto afirmar:

    Escolha uma alternativa para a questão 013680b8-64
  • Linguagens

    Português

    Observe o texto abaixo.

    “E para dar um efeito de cor à pele, já há protetores que vêm com tonalizante, outros que contêm estimulante natural de bronzeado e os que têm partículas iluminadoras na fórmula” (Contigo, nov. 2012).

    Considerando os aspectos estruturais e significativos da língua, é correto afirmar:

    Escolha uma alternativa para a questão 0297c2f8-64
  • Linguagens

    Português

    O “se”, sublinhado nos versos abaixo, de Fernando Pessoa, inicia, em cada período, oração

    “Não sei se a vida é pouco ou demais para mim.
    Não sei se sinto de mais ou de menos, não sei
    Se me falta crepúsculo espiritual, ponto de apoio na inteligência”

    Escolha uma alternativa para a questão 03f171d7-64
  • Linguagens

    Português

    O texto a seguir é referência para as questões.

                           O Brasil nunca sofrerá um grande terremoto?

                Não dá para descartar uma megatragédia desse tipo, mas
    a possibilidade é muito pequena. Pelo menos enquanto a gente
    estiver vivo. “Já devem ter ocorridos grandes terremotos no
    Brasil há centenas de milhões de anos. Mas, nos dados
    sismológicos coletados desde o século 18, não há registro de
    tremor forte em nosso território”, afirma o geólogo João Carlos
    Dourado, especialista em sismologia da UNESP de Rio Claro (SP).
    A certeza de que o Brasil era uma terra abençoada por Deus e
    imune de terremotos, porém, foi abalada no início de
    dezembro, quando um tremor de 4,9 graus na escala Richter no
    vilarejo de Caraíbas (MG) causou a primeira morte no país. De
    fato, o Brasil tem pelo menos 48 falhas pequenas sob sua crosta
    – uma delas teria causado o chacoalhão fatal.
                Mas a imagem de um país remendado não é para assustar.
    Primeiro, porque o Brasil fica no meio de uma placa tectônica, a
    Sul-Americana, longe das instáveis regiões de contato entre
    placas. Segundo, porque as fraturas daqui geram no máximo
    terremotos médios como o de Caraíbas. Mesmo que um abalo
    atinja uma cidade grande, provavelmente os efeitos não serão
    devastadores. “As casas do vilarejo desabaram por serem
    construções muito simples, sem suporte estrutural. Em áreas
    urbanas, as estruturas são reforçadas e mais resistentes a
    tremores dessa intensidade”, diz João Carlos.

    RATIER, Rodrigo. Superinteressante,
    São Paulo, n. 248, p. 42, jan. 2008 (Fragmento
    ).
    Tendo em vista o texto, dadas as seguintes afirmativas,

    I. Grandes cataclismos como terremotos dificilmente serão vistos no Brasil pelo fato de esse território estar situado no centro de uma grande placa tectônica.

    II. Um caso inédito teria, na época, motivado a publicação desse texto: uma pessoa morreu após um abalo sísmico ocorrido no interior de Minas Gerais.

    III. O geólogo citado no texto consegue minimizar a preocupação dos leitores, afirmando que, se houver terremotos no Brasil, as consequências não serão graves, pois eles ocorrerão em escalas menores.

    IV. O geólogo não minimiza a preocupação dos leitores e ratifica que, se houver terremotos em áreas urbanas, provavelmente os efeitos serão devastadores, uma vez que as fraturas daqui geram máximos tremores, por ser na junção entre placas, em que elas se movimentam.

    verifica-se que somente

    Escolha uma alternativa para a questão 05519cbd-64
  • Linguagens

    Português

    O texto a seguir é referência para as questões.

                           O Brasil nunca sofrerá um grande terremoto?

                Não dá para descartar uma megatragédia desse tipo, mas
    a possibilidade é muito pequena. Pelo menos enquanto a gente
    estiver vivo. “Já devem ter ocorridos grandes terremotos no
    Brasil há centenas de milhões de anos. Mas, nos dados
    sismológicos coletados desde o século 18, não há registro de
    tremor forte em nosso território”, afirma o geólogo João Carlos
    Dourado, especialista em sismologia da UNESP de Rio Claro (SP).
    A certeza de que o Brasil era uma terra abençoada por Deus e
    imune de terremotos, porém, foi abalada no início de
    dezembro, quando um tremor de 4,9 graus na escala Richter no
    vilarejo de Caraíbas (MG) causou a primeira morte no país. De
    fato, o Brasil tem pelo menos 48 falhas pequenas sob sua crosta
    – uma delas teria causado o chacoalhão fatal.
                Mas a imagem de um país remendado não é para assustar.
    Primeiro, porque o Brasil fica no meio de uma placa tectônica, a
    Sul-Americana, longe das instáveis regiões de contato entre
    placas. Segundo, porque as fraturas daqui geram no máximo
    terremotos médios como o de Caraíbas. Mesmo que um abalo
    atinja uma cidade grande, provavelmente os efeitos não serão
    devastadores. “As casas do vilarejo desabaram por serem
    construções muito simples, sem suporte estrutural. Em áreas
    urbanas, as estruturas são reforçadas e mais resistentes a
    tremores dessa intensidade”, diz João Carlos.

    RATIER, Rodrigo. Superinteressante,
    São Paulo, n. 248, p. 42, jan. 2008 (Fragmento
    ).
    No trecho “Segundo, porque as fraturas daqui geram no máximo terremotos médios como o de Caraíbas. Mesmo que um abalo atinja uma cidade grande, provavelmente os efeitos não serão devastadores”, foram destacadas conjunções.
    Considerando-se o valor semântico representado por elas, bem como a classificação das orações que encabeçam, em qual opção abaixo há um erro de análise?

    Escolha uma alternativa para a questão 06b54c9e-64
  • Linguagens

    Português

    O texto a seguir é referência para as questões.

                           O Brasil nunca sofrerá um grande terremoto?

                Não dá para descartar uma megatragédia desse tipo, mas
    a possibilidade é muito pequena. Pelo menos enquanto a gente
    estiver vivo. “Já devem ter ocorridos grandes terremotos no
    Brasil há centenas de milhões de anos. Mas, nos dados
    sismológicos coletados desde o século 18, não há registro de
    tremor forte em nosso território”, afirma o geólogo João Carlos
    Dourado, especialista em sismologia da UNESP de Rio Claro (SP).
    A certeza de que o Brasil era uma terra abençoada por Deus e
    imune de terremotos, porém, foi abalada no início de
    dezembro, quando um tremor de 4,9 graus na escala Richter no
    vilarejo de Caraíbas (MG) causou a primeira morte no país. De
    fato, o Brasil tem pelo menos 48 falhas pequenas sob sua crosta
    – uma delas teria causado o chacoalhão fatal.
                Mas a imagem de um país remendado não é para assustar.
    Primeiro, porque o Brasil fica no meio de uma placa tectônica, a
    Sul-Americana, longe das instáveis regiões de contato entre
    placas. Segundo, porque as fraturas daqui geram no máximo
    terremotos médios como o de Caraíbas. Mesmo que um abalo
    atinja uma cidade grande, provavelmente os efeitos não serão
    devastadores. “As casas do vilarejo desabaram por serem
    construções muito simples, sem suporte estrutural. Em áreas
    urbanas, as estruturas são reforçadas e mais resistentes a
    tremores dessa intensidade”, diz João Carlos.

    RATIER, Rodrigo. Superinteressante,
    São Paulo, n. 248, p. 42, jan. 2008 (Fragmento
    ).
    Nas opções abaixo, somente há uma análise correta acerca da concordância verbal das orações retiradas do texto.

    Assinale-a.

    Escolha uma alternativa para a questão 081e2d9d-64
  • Linguagens

    Português

    O texto a seguir é referência para as questões.

    XI
    Aquela senhora tem um piano
    Que é agradável, mas não é o correr dos rios
    Nem o murmúrio que as árvores fazem...
    Para que é preciso ter um piano?
    O melhor é ter ouvidos
    E amar a Natureza.

    PESSOA, Fernando. O guardador de rebanhos. Poemas completos de Alberto Caeiro.
    In:GALHOZ, Maria Aliete. Fernando Pessoa: obra poética. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1999. p. 213 (Fragmento).

    Nos versos acima, o poeta Fernando Pessoa explora vários recursos da língua portuguesa a fim de dar maior organicidade ao pensamento, dentre eles a utilização do vocábulo “que”. Há, na primeira estrofe, duas ocorrências desse vocábulo. Sobre isso, é correto dizer que

    Escolha uma alternativa para a questão 0ae53826-64
  • Linguagens

    Português

    O texto a seguir é referência para as questões.

    XI
    Aquela senhora tem um piano
    Que é agradável, mas não é o correr dos rios
    Nem o murmúrio que as árvores fazem...
    Para que é preciso ter um piano?
    O melhor é ter ouvidos
    E amar a Natureza.

    PESSOA, Fernando. O guardador de rebanhos. Poemas completos de Alberto Caeiro.
    In:GALHOZ, Maria Aliete. Fernando Pessoa: obra poética. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1999. p. 213 (Fragmento).

    Entre as análises abaixo, acerca do texto,

    I. Caso trocássemos o verbo “fazer” (3º verso, 1ª estrofe) para o pretérito perfeito do indicativo composto (Nem o murmúrio que as árvores têm feito), haveria mudança de sentido, uma vez que expressa uma ação habitual, que se repete.

    II. A forma nominal que aparece no 2º verso da 1ª estrofe (“o correr”) é infinitivo impessoal, equivale a um substantivo (corrida).

    III. Há, no poema, três formas nominais no infinitivo (correr, ter e amar); entretanto, duas delas equivalem a substantivo.

    IV. No verso “Aquela senhora tem um piano”, o verbo “ter” ficaria no futuro do pretérito do indicativo, se o fato fosse uma suposição ou hipótese (Aquela mulher teria um piano).

    V. No 2º verso (1ª estrofe), aparecem dois conectores, os quais servem de elementos articuladores entre as orações. Um deles, expressa ideia de adversidade, oposição.

    estão corretos os itens

    Escolha uma alternativa para a questão 0c4b5c7f-64