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Questões de Linguagens do ENEM

Todas as questões de Linguagens do banco, com gabarito em cada página. Combine com ano, disciplina e dificuldade para montar sua lista de estudo.

  • 18.995 questões
  • 4 disciplinas
  • 219 assuntos

Resultados: 18.995 questões

Página 234 de 950

  • Linguagens

    Inglês

    Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo. 

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, UFRGS 2019, Análise sintática | Syntax Parsing
    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, UFRGS 2019, Análise sintática | Syntax Parsing
    Adaptado de
    < https:/ /www.3quarksdaily.com/3quarks
    daily / 2019 / 06/ dressed-by-shahidha-bari-and
    the-pocket-two-books-on-thesecret-life-of
    clothes.html>.
    Acesso em: 19 jul. 2019.
    Assinale a alternativa que contém o verbo usado na mesma estrutura gramatical e função sintática de Designed (l. 24).
    Escolha uma alternativa para a questão 3f32631b-f9
  • Linguagens

    Inglês

    Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo. 

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, UFRGS 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, UFRGS 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Adaptado de
    < https:/ /www.3quarksdaily.com/3quarks
    daily / 2019 / 06/ dressed-by-shahidha-bari-and
    the-pocket-two-books-on-thesecret-life-of
    clothes.html>.
    Acesso em: 19 jul. 2019.
    Considere as seguintes afirmações sobre o texto.

    I - Roupas novas nos dão satisfação e nos fazem sentir inteligentes desde o momento em que as compramos.
    II - A expressão waltlng for f/esh and blood (l. 46-47) denota a expectativa por parte das mulheres de que a roupa se ajuste ao corpo.
    III - O vestido é apresentado como uma peça de vestuário associada a diferentes situações da vida da mulher e a aspectos de sua identidade.

    Quais estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão 3f35f972-f9
  • Linguagens

    Literatura

    “É a partir do Realismo, principalmente, que começa a ter maior presença na literatura a figura do herói problemático, o tipo de herói que predomina na literatura atual. Diferente do herói romanesco – aquele cuja força e coragem superam as das pessoas comuns –, o herói problemático normalmente é o ser humano na sua pequenez, cheio de fraquezas, manias e incertezas diante de um mundo no qual se sente deslocado” (CEREJA & COCHAR, 2003, p. 254). A partir desse apontamento em torno do herói problemático, analise os comentários que seguem:

    I. Em “[...] Abraçados, como um casal de noivos em plena luxúria da primeira coabitação... Ao pensar nisso, Bom-Crioulo sentia uma febre extraordinária de erotismo, um delírio invencível de gozo pederasta... Agora compreendia nitidamente que só no homem, no próprio homem, ele podia encontrar aquilo que debalde procurara nas mulheres” (Bom-Crioulo, capítulo IV), é possível dizer que, além de uma identidade não totalmente formada, mas em processo, esse herói problemático, Amaro, sofre também a intolerância social porque “nunca se apercebera de semelhante anomalia”.

    II. A anomalia de que fala o narrador da ficção, referindo-se ao comportamento homoafetivo de Amaro por Aleixo, restringe a prática ou o exercício cultural da sexualidade a apenas um modelo ou experiência da relação a dois: o heterossexual, valor que corrobora o universo da ficção naturalista, expositora dos “modelos” e dos “desvios” ou “transgressões” das “normas”.

    III. Amaro não pode ser considerado um herói problemático porque ele supera os preconceitos com os quais convive, relacionando-se afetivamente com o seu companheiro, Aleixo, vencendo todas as batalhas culturais que poderiam interpretá-lo como menor, inferior, doente, anormal, como sugere o discurso presente nesta ficção ou conforme era interpretado o gay na sociedade do século XIX.

    Está(ão) correta(s) a(s) proposição(ões)
    Escolha uma alternativa para a questão 3f378975-70
  • Linguagens

    Inglês

    Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.  

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, UFRGS 2019, Palavras conectivas | Connective words
    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, UFRGS 2019, Palavras conectivas | Connective words
    Adapted from: SONTAG, Susan. Agaínst
    lnterpretatlon and Other Essays. Penguin Modern
    Classics, Straus and Giroux, 2009. p. 3-4.
    Select the alternative that contains the words that fill in the gaps in lines 07, 11, 20 and 24, respectively.
    Escolha uma alternativa para a questão 3f391101-f9
  • Linguagens

    Inglês

    Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.  

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, UFRGS 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, UFRGS 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Adapted from: SONTAG, Susan. Agaínst
    lnterpretatlon and Other Essays. Penguin Modern
    Classics, Straus and Giroux, 2009. p. 3-4.
    Which alternative contains a correct statement about the text?
    Escolha uma alternativa para a questão 3f3d89f3-f9
  • Linguagens

    Espanhol

    Figura 1 de 2 da questão de Espanhol, UECE 2010, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    Figura 2 de 2 da questão de Espanhol, UECE 2010, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    De acuerdo con el texto, la banda de Los Iraníes
    Escolha uma alternativa para a questão 3f3fbb89-a6
  • Linguagens

    Inglês

    Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.  

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, UFRGS 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, UFRGS 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Adapted from: SONTAG, Susan. Agaínst
    lnterpretatlon and Other Essays. Penguin Modern
    Classics, Straus and Giroux, 2009. p. 3-4.
    Mark the statements below with T (true) or F (false), according to the text.

    ( ) Plato's theory suggests that the value of art is questionable.
    ( ) Art has been expected to justify itself since people had their earliest experience with it.
    ( ) Rather than seen as a representation of reality, art is nowadays regarded as a subjective expression by most artists.
    ( ) The dichotomy between form and content does not prevail, regardless of the contemporary view of art as subjective expression.

    The sequence should read, from top to bottom,
    Escolha uma alternativa para a questão 3f40d80e-f9
  • Linguagens

    Inglês

    Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.  

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, UFRGS 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, UFRGS 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Adapted from: SONTAG, Susan. Agaínst
    lnterpretatlon and Other Essays. Penguin Modern
    Classics, Straus and Giroux, 2009. p. 3-4.
    Consider the staternents about the uses of the word that in the following segments retrieved frorn the text.

    I - ln must have been that it was incantatory(I. 01-02), it belongs to the sarne word class as in that of the Greek philosophers (I. 04).
    II - ln that of the Greek phi/osophers (I. 04), it belongs to the sarne word class as in proposed that art was mlmesls, lmitation of reality (I. 04-05).
    III- ln must have been that lt was incantatory (I. 01-02), it belongs to the sarne word class as in proposed that art was mlmesls, lmitation of reality (I. 04-05).

    Which ones are correct? 
    Escolha uma alternativa para a questão 3f445d3c-f9
  • Linguagens

    Português

    Marque a alternativa que traz as afirmações corretas acerca das narrativas “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão, e “Ele e suas ideias”, de Lima Barreto”, ambas contidas no livro Contos brasileiros I (Para gostar de ler – vol. 8).

    I) Nas duas narrativas, percebe-se que a função do narrador é meramente de contar a história, não interferindo e nem tampouco julgando os personagens.

    II) Ambos os personagens conseguem progredir na vida por causa das suas grandes ideias.

    III) Quanto ao personagem de “O homem que espalhou o deserto”, verifica-se que seu isolamento e o protecionismo da mãe são fatores que corroboram para suas ações.

    IV) Em relação ao personagem central do conto “Ele e suas ideias”, observa-se que, apesar de ele ter ideias altruístas, era desacreditado por muitas pessoas.

    Está(ão) correta(s):
    Escolha uma alternativa para a questão 3f47199c-c3
  • Linguagens

    Inglês

    Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.  

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, UFRGS 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, UFRGS 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Adapted from: SONTAG, Susan. Agaínst
    lnterpretatlon and Other Essays. Penguin Modern
    Classics, Straus and Giroux, 2009. p. 3-4.
    Select the alternative in which the word even has the sarne rneaning and grarnrnatical class as in the fragrnent even the best palnting of a bed would be only an "imitatlon of an lmitation. `` (L. 14-15).
    Escolha uma alternativa para a questão 3f47706b-f9
  • Linguagens

    Português

    Texto I
    Empatia, o sentimento que pode mudar a sociedade

          Sem empatia, sobra intolerância, bullying, violência. Sem gastar um segundo imaginando como o outro se sente, de onde vem, em qual contexto foi criado, ao que foi exposto, sem se lembrar que cada um tem sua história e sem tentar entender como é estar na pele do outro, surgem os crimes de ódio, as discussões acaloradas nas redes sociais, o fim de amizades de uma vida toda. É preciso ter empatia para aprender que não existe verdade absoluta, que tudo depende do ponto de vista.
          Segundo uma pesquisa da Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, o Brasil não é dos países mais empáticos do mundo. Sim, somos conhecidos pela alegria e pela hospitalidade, mas quando falamos em se colocar no lugar do outro e tentar entender o que ele sente, ainda estamos muito longe do ideal. [...] Mas o problema do egocentrismo e da falta de amor ao próximo não é exclusivo dos brasileiros. É uma preocupação mundial.

    Afinal, o que é empatia?
          A empatia é, em termos simples, a habilidade de se colocar no lugar do outro. Por exemplo, se você, leitor, escuta uma história sobre uma criança que teve muitos problemas de saúde, que vem de uma família muito pobre, e se comove, é possível ter dois tipos de emoção: o dó, que é a simpatia; ou se colocar no lugar daquela criança, imaginar o que ela passou e tentar entender o que ela sentia, enxergar o panorama a partir dos olhos dela. “É ser sensível a ponto de compreender emoções e sentimentos de outras pessoas”, explica Rodrigo Scaranari, presidente da Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional. E é uma característica que pode, sim, ser aprendida ou, pelo menos, treinada. Para Rodrigo, o exercício passa pelo autoconhecimento: para compreender a emoção do outro, é preciso conhecer e entender o que se passa dentro da própria cabeça. [...]
          Mas por que nos colocamos no lugar do outro? Para o psicólogo, psicanalista e professor João Ângelo Fantini, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a empatia seria “uma forma de restabelecer um contato com um objeto de amor perdido, uma parte incompreendida do sujeito”. Enxergamos no outro uma humanidade compartilhada, sentimentos que também temos e que são aplicados em situações completamente diferentes. Por reconhecermos nós mesmos no próximo, temos empatia. [...]

    Um caminho desde a infância

          Para reverter o cenário de crianças que crescem cada vez mais centradas em si mesmas e nos próprios problemas como reflexo da sociedade atual, a ONG (Organização Não Governamental) americana Roots of Empathy (Raízes da Empatia) atua em escolas tentando ensinar os pequenos a se colocar no lugar do outro. Uma vez por mês, durante nove meses, uma sala de aula recebe um bebê e sua família, além de um instrutor, para que as crianças acompanhem o crescimento da confiança e dos laços emocionais de outras pessoas. Frequentemente, eles começam a enxergar nos colegas emoções que aprenderam com os instrutores.
           Os resultados desse experimento são crianças menos agressivas, que combatem o bullying por entender como o outro se sente, e que têm inteligência emocional mais apurada, entendendo as próprias emoções. O programa é internacional, mas o ensino da empatia pode ser feito de diversas outras maneiras.
           A servidora pública Clara Fagundes, 32 anos, por exemplo, considera importante estimular a filha, Helena, 3 anos, a conviver harmonicamente com os outros e com o meio ambiente. Fez questão de escolher para a pequena uma escola que seguisse os mesmos valores apreciados por ela. “Minha mãe já era muito adepta ao diálogo comigo nos anos 1980, mas, hoje em dia, há tantas outras questões que não são discutidas, como a do desperdício”, cita Clara.
            A festa de aniversário de Helena foi na escola. Não produziram lixo, não foram usados enfeites descartáveis. As crianças ajudaram na organização e em toda a decoração: até as mais velhas, que não a conheciam, ajudaram. Além disso, em vez de receber um presente de cada colega, a aniversariante ganhou apenas um presente coletivo, feito pelos próprios colegas: uma casinha de papelão. Sem egoísmo, todos brincaram com o presente e, no fim, Helena levou à sua casa.
    [...]
    Fonte: SCARANARI, Rodrigo. Disponível em:
    <http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/ciencia-esaude/2017/01/04/internas_cienciaesaude,682928/empatia-o-sentimento-quepode-mudar-a-sociedade.shtml> Acesso em: 06 fev. 2019 (adaptado).
    Sobre a interpretação do texto I, assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 3f4a56c0-fc
  • Linguagens

    Inglês

    Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.  

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, UFRGS 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, UFRGS 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Adapted from: SONTAG, Susan. Agaínst
    lnterpretatlon and Other Essays. Penguin Modern
    Classics, Straus and Giroux, 2009. p. 3-4.
    Consider the following statements.

    I -The word it(I. 22) refers to art(I. 21)
    II -The word lt (I. 39) refers to the defense of art (I. 39)
    III- The word its (I. 56) refers to art (I. 57)

    Which ones are correct?
    Escolha uma alternativa para a questão 3f4ad633-f9
  • Linguagens

    Português

                                        Imagem da questão de Português, IF-SP 2013, Coesão e coerência 

    É possível verificar uma série de comparações ao longo da canção. Assinale a alternativa em que a comparação efetuada sugere uma crítica. Mantenha coerência com as informações apresentadas no texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 3f4d4beb-26
  • Linguagens

    Inglês

    Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.  

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, UFRGS 2019, Sinônimos | Synonyms
    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, UFRGS 2019, Sinônimos | Synonyms
    Adapted from: SONTAG, Susan. Agaínst
    lnterpretatlon and Other Essays. Penguin Modern
    Classics, Straus and Giroux, 2009. p. 3-4.
    The words advocates (I. 28), scrapped (I. 32) and accessory (I. 45) can be replaced, without change in meaning, by
    Escolha uma alternativa para a questão 3f4ed0fc-f9
  • Linguagens

    Português

    Texto I
    Empatia, o sentimento que pode mudar a sociedade

          Sem empatia, sobra intolerância, bullying, violência. Sem gastar um segundo imaginando como o outro se sente, de onde vem, em qual contexto foi criado, ao que foi exposto, sem se lembrar que cada um tem sua história e sem tentar entender como é estar na pele do outro, surgem os crimes de ódio, as discussões acaloradas nas redes sociais, o fim de amizades de uma vida toda. É preciso ter empatia para aprender que não existe verdade absoluta, que tudo depende do ponto de vista.
          Segundo uma pesquisa da Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, o Brasil não é dos países mais empáticos do mundo. Sim, somos conhecidos pela alegria e pela hospitalidade, mas quando falamos em se colocar no lugar do outro e tentar entender o que ele sente, ainda estamos muito longe do ideal. [...] Mas o problema do egocentrismo e da falta de amor ao próximo não é exclusivo dos brasileiros. É uma preocupação mundial.

    Afinal, o que é empatia?
          A empatia é, em termos simples, a habilidade de se colocar no lugar do outro. Por exemplo, se você, leitor, escuta uma história sobre uma criança que teve muitos problemas de saúde, que vem de uma família muito pobre, e se comove, é possível ter dois tipos de emoção: o dó, que é a simpatia; ou se colocar no lugar daquela criança, imaginar o que ela passou e tentar entender o que ela sentia, enxergar o panorama a partir dos olhos dela. “É ser sensível a ponto de compreender emoções e sentimentos de outras pessoas”, explica Rodrigo Scaranari, presidente da Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional. E é uma característica que pode, sim, ser aprendida ou, pelo menos, treinada. Para Rodrigo, o exercício passa pelo autoconhecimento: para compreender a emoção do outro, é preciso conhecer e entender o que se passa dentro da própria cabeça. [...]
          Mas por que nos colocamos no lugar do outro? Para o psicólogo, psicanalista e professor João Ângelo Fantini, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a empatia seria “uma forma de restabelecer um contato com um objeto de amor perdido, uma parte incompreendida do sujeito”. Enxergamos no outro uma humanidade compartilhada, sentimentos que também temos e que são aplicados em situações completamente diferentes. Por reconhecermos nós mesmos no próximo, temos empatia. [...]

    Um caminho desde a infância

          Para reverter o cenário de crianças que crescem cada vez mais centradas em si mesmas e nos próprios problemas como reflexo da sociedade atual, a ONG (Organização Não Governamental) americana Roots of Empathy (Raízes da Empatia) atua em escolas tentando ensinar os pequenos a se colocar no lugar do outro. Uma vez por mês, durante nove meses, uma sala de aula recebe um bebê e sua família, além de um instrutor, para que as crianças acompanhem o crescimento da confiança e dos laços emocionais de outras pessoas. Frequentemente, eles começam a enxergar nos colegas emoções que aprenderam com os instrutores.
           Os resultados desse experimento são crianças menos agressivas, que combatem o bullying por entender como o outro se sente, e que têm inteligência emocional mais apurada, entendendo as próprias emoções. O programa é internacional, mas o ensino da empatia pode ser feito de diversas outras maneiras.
           A servidora pública Clara Fagundes, 32 anos, por exemplo, considera importante estimular a filha, Helena, 3 anos, a conviver harmonicamente com os outros e com o meio ambiente. Fez questão de escolher para a pequena uma escola que seguisse os mesmos valores apreciados por ela. “Minha mãe já era muito adepta ao diálogo comigo nos anos 1980, mas, hoje em dia, há tantas outras questões que não são discutidas, como a do desperdício”, cita Clara.
            A festa de aniversário de Helena foi na escola. Não produziram lixo, não foram usados enfeites descartáveis. As crianças ajudaram na organização e em toda a decoração: até as mais velhas, que não a conheciam, ajudaram. Além disso, em vez de receber um presente de cada colega, a aniversariante ganhou apenas um presente coletivo, feito pelos próprios colegas: uma casinha de papelão. Sem egoísmo, todos brincaram com o presente e, no fim, Helena levou à sua casa.
    [...]
    Fonte: SCARANARI, Rodrigo. Disponível em:
    <http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/ciencia-esaude/2017/01/04/internas_cienciaesaude,682928/empatia-o-sentimento-quepode-mudar-a-sociedade.shtml> Acesso em: 06 fev. 2019 (adaptado).
    Sobre empatia (texto I), analise as afirmativas.


    I. Empatia é a habilidade do indivíduo de compreender o sentimento ou a emoção de outra pessoa, colocando-se no lugar dela.

    II. Empatia é um sentimento inato que pode ser aprendido e transmitido de geração a geração, independentemente de estímulos externos.

    III. Empatia pode ser aprendida ou, ao menos, treinada.

    IV. Empatia pode ser desenvolvida por meio do autoconhecimento, pois o indivíduo precisa reconhecer nele os mesmos sentimentos do próximo.


    Assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 3f504ea4-fc
  • Linguagens

    Inglês

    Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.  

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, UFRGS 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, UFRGS 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Adapted from: SONTAG, Susan. Agaínst
    lnterpretatlon and Other Essays. Penguin Modern
    Classics, Straus and Giroux, 2009. p. 3-4.
    Consider the following propositions for rephrasing the sentence Whether we conceive of the work of art on the model of a picture or on the model of a statement, content still comes first (I. 50-53).

    I - Content still comes first regardless of whether we conceive of the work of an art on the model of a picture or on the model of a statement.
    II - Content, whether conceived on the model of a picture ar on the model of a statement, still comes first.
    III - Whether being conceived the work of art on the model of a picture or on the model of a statement, content still comes first.

    If applied to the text, which ones would be correct and keep the literal meaning?
    Escolha uma alternativa para a questão 3f53747c-f9
  • Linguagens

    Português

    Texto I
    Empatia, o sentimento que pode mudar a sociedade

          Sem empatia, sobra intolerância, bullying, violência. Sem gastar um segundo imaginando como o outro se sente, de onde vem, em qual contexto foi criado, ao que foi exposto, sem se lembrar que cada um tem sua história e sem tentar entender como é estar na pele do outro, surgem os crimes de ódio, as discussões acaloradas nas redes sociais, o fim de amizades de uma vida toda. É preciso ter empatia para aprender que não existe verdade absoluta, que tudo depende do ponto de vista.
          Segundo uma pesquisa da Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, o Brasil não é dos países mais empáticos do mundo. Sim, somos conhecidos pela alegria e pela hospitalidade, mas quando falamos em se colocar no lugar do outro e tentar entender o que ele sente, ainda estamos muito longe do ideal. [...] Mas o problema do egocentrismo e da falta de amor ao próximo não é exclusivo dos brasileiros. É uma preocupação mundial.

    Afinal, o que é empatia?
          A empatia é, em termos simples, a habilidade de se colocar no lugar do outro. Por exemplo, se você, leitor, escuta uma história sobre uma criança que teve muitos problemas de saúde, que vem de uma família muito pobre, e se comove, é possível ter dois tipos de emoção: o dó, que é a simpatia; ou se colocar no lugar daquela criança, imaginar o que ela passou e tentar entender o que ela sentia, enxergar o panorama a partir dos olhos dela. “É ser sensível a ponto de compreender emoções e sentimentos de outras pessoas”, explica Rodrigo Scaranari, presidente da Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional. E é uma característica que pode, sim, ser aprendida ou, pelo menos, treinada. Para Rodrigo, o exercício passa pelo autoconhecimento: para compreender a emoção do outro, é preciso conhecer e entender o que se passa dentro da própria cabeça. [...]
          Mas por que nos colocamos no lugar do outro? Para o psicólogo, psicanalista e professor João Ângelo Fantini, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a empatia seria “uma forma de restabelecer um contato com um objeto de amor perdido, uma parte incompreendida do sujeito”. Enxergamos no outro uma humanidade compartilhada, sentimentos que também temos e que são aplicados em situações completamente diferentes. Por reconhecermos nós mesmos no próximo, temos empatia. [...]

    Um caminho desde a infância

          Para reverter o cenário de crianças que crescem cada vez mais centradas em si mesmas e nos próprios problemas como reflexo da sociedade atual, a ONG (Organização Não Governamental) americana Roots of Empathy (Raízes da Empatia) atua em escolas tentando ensinar os pequenos a se colocar no lugar do outro. Uma vez por mês, durante nove meses, uma sala de aula recebe um bebê e sua família, além de um instrutor, para que as crianças acompanhem o crescimento da confiança e dos laços emocionais de outras pessoas. Frequentemente, eles começam a enxergar nos colegas emoções que aprenderam com os instrutores.
           Os resultados desse experimento são crianças menos agressivas, que combatem o bullying por entender como o outro se sente, e que têm inteligência emocional mais apurada, entendendo as próprias emoções. O programa é internacional, mas o ensino da empatia pode ser feito de diversas outras maneiras.
           A servidora pública Clara Fagundes, 32 anos, por exemplo, considera importante estimular a filha, Helena, 3 anos, a conviver harmonicamente com os outros e com o meio ambiente. Fez questão de escolher para a pequena uma escola que seguisse os mesmos valores apreciados por ela. “Minha mãe já era muito adepta ao diálogo comigo nos anos 1980, mas, hoje em dia, há tantas outras questões que não são discutidas, como a do desperdício”, cita Clara.
            A festa de aniversário de Helena foi na escola. Não produziram lixo, não foram usados enfeites descartáveis. As crianças ajudaram na organização e em toda a decoração: até as mais velhas, que não a conheciam, ajudaram. Além disso, em vez de receber um presente de cada colega, a aniversariante ganhou apenas um presente coletivo, feito pelos próprios colegas: uma casinha de papelão. Sem egoísmo, todos brincaram com o presente e, no fim, Helena levou à sua casa.
    [...]
    Fonte: SCARANARI, Rodrigo. Disponível em:
    <http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/ciencia-esaude/2017/01/04/internas_cienciaesaude,682928/empatia-o-sentimento-quepode-mudar-a-sociedade.shtml> Acesso em: 06 fev. 2019 (adaptado).
    Ainda sobre a interpretação do texto I, assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 3f54250f-fc
  • Linguagens

    Inglês

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Interpretação de texto | Reading comprehensionFigura 2 de 2 da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Available at: . Retrieved on: 3 May 2018. Adapted. * Automated teller machines

    The communicative intention of the article is to
    Escolha uma alternativa para a questão 3f566888-f7
  • Linguagens

    Inglês

    Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.  

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, UFRGS 2019, Verbos modais | Modal verbs
    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, UFRGS 2019, Verbos modais | Modal verbs
    Adapted from: SONTAG, Susan. Agaínst
    lnterpretatlon and Other Essays. Penguin Modern
    Classics, Straus and Giroux, 2009. p. 3-4.
    Consider the use of the modal verb in the following sentence.

    The earliest experience of art must have been incantatory, magical.

    Select the alternative that best presents its negative form.
    Escolha uma alternativa para a questão 3f5675f6-f9
  • Linguagens

    Português

    Texto I
    Empatia, o sentimento que pode mudar a sociedade

          Sem empatia, sobra intolerância, bullying, violência. Sem gastar um segundo imaginando como o outro se sente, de onde vem, em qual contexto foi criado, ao que foi exposto, sem se lembrar que cada um tem sua história e sem tentar entender como é estar na pele do outro, surgem os crimes de ódio, as discussões acaloradas nas redes sociais, o fim de amizades de uma vida toda. É preciso ter empatia para aprender que não existe verdade absoluta, que tudo depende do ponto de vista.
          Segundo uma pesquisa da Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, o Brasil não é dos países mais empáticos do mundo. Sim, somos conhecidos pela alegria e pela hospitalidade, mas quando falamos em se colocar no lugar do outro e tentar entender o que ele sente, ainda estamos muito longe do ideal. [...] Mas o problema do egocentrismo e da falta de amor ao próximo não é exclusivo dos brasileiros. É uma preocupação mundial.

    Afinal, o que é empatia?
          A empatia é, em termos simples, a habilidade de se colocar no lugar do outro. Por exemplo, se você, leitor, escuta uma história sobre uma criança que teve muitos problemas de saúde, que vem de uma família muito pobre, e se comove, é possível ter dois tipos de emoção: o dó, que é a simpatia; ou se colocar no lugar daquela criança, imaginar o que ela passou e tentar entender o que ela sentia, enxergar o panorama a partir dos olhos dela. “É ser sensível a ponto de compreender emoções e sentimentos de outras pessoas”, explica Rodrigo Scaranari, presidente da Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional. E é uma característica que pode, sim, ser aprendida ou, pelo menos, treinada. Para Rodrigo, o exercício passa pelo autoconhecimento: para compreender a emoção do outro, é preciso conhecer e entender o que se passa dentro da própria cabeça. [...]
          Mas por que nos colocamos no lugar do outro? Para o psicólogo, psicanalista e professor João Ângelo Fantini, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a empatia seria “uma forma de restabelecer um contato com um objeto de amor perdido, uma parte incompreendida do sujeito”. Enxergamos no outro uma humanidade compartilhada, sentimentos que também temos e que são aplicados em situações completamente diferentes. Por reconhecermos nós mesmos no próximo, temos empatia. [...]

    Um caminho desde a infância

          Para reverter o cenário de crianças que crescem cada vez mais centradas em si mesmas e nos próprios problemas como reflexo da sociedade atual, a ONG (Organização Não Governamental) americana Roots of Empathy (Raízes da Empatia) atua em escolas tentando ensinar os pequenos a se colocar no lugar do outro. Uma vez por mês, durante nove meses, uma sala de aula recebe um bebê e sua família, além de um instrutor, para que as crianças acompanhem o crescimento da confiança e dos laços emocionais de outras pessoas. Frequentemente, eles começam a enxergar nos colegas emoções que aprenderam com os instrutores.
           Os resultados desse experimento são crianças menos agressivas, que combatem o bullying por entender como o outro se sente, e que têm inteligência emocional mais apurada, entendendo as próprias emoções. O programa é internacional, mas o ensino da empatia pode ser feito de diversas outras maneiras.
           A servidora pública Clara Fagundes, 32 anos, por exemplo, considera importante estimular a filha, Helena, 3 anos, a conviver harmonicamente com os outros e com o meio ambiente. Fez questão de escolher para a pequena uma escola que seguisse os mesmos valores apreciados por ela. “Minha mãe já era muito adepta ao diálogo comigo nos anos 1980, mas, hoje em dia, há tantas outras questões que não são discutidas, como a do desperdício”, cita Clara.
            A festa de aniversário de Helena foi na escola. Não produziram lixo, não foram usados enfeites descartáveis. As crianças ajudaram na organização e em toda a decoração: até as mais velhas, que não a conheciam, ajudaram. Além disso, em vez de receber um presente de cada colega, a aniversariante ganhou apenas um presente coletivo, feito pelos próprios colegas: uma casinha de papelão. Sem egoísmo, todos brincaram com o presente e, no fim, Helena levou à sua casa.
    [...]
    Fonte: SCARANARI, Rodrigo. Disponível em:
    <http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/ciencia-esaude/2017/01/04/internas_cienciaesaude,682928/empatia-o-sentimento-quepode-mudar-a-sociedade.shtml> Acesso em: 06 fev. 2019 (adaptado).
    Sobre as situações e os projetos apresentados no texto I para se trabalhar a empatia, assinale a alternativa INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 3f5735a2-fc