Literatura
- Escolas Literárias
- Prova de 2010
- Universidade Luterana do Brasil
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: CD576496-EB
Área do conhecimento
Todas as questões de Linguagens do banco, com gabarito em cada página. Combine com ano, disciplina e dificuldade para montar sua lista de estudo.



CAMPANERUT, Camila. Obras de Monteiro Lobato entram
para domínio público. Brasília: Ministério da Cidadania,
2019. Disponível em: http://cultura.gov.br/obras-de-
monteiro-lobato-entram-para-dominio-publico/. Acesso em:
30/08/2019.


CAMPANERUT, Camila. Obras de Monteiro Lobato entram
para domínio público. Brasília: Ministério da Cidadania,
2019. Disponível em: http://cultura.gov.br/obras-de-
monteiro-lobato-entram-para-dominio-publico/. Acesso em:
30/08/2019.


CAMPANERUT, Camila. Obras de Monteiro Lobato entram
para domínio público. Brasília: Ministério da Cidadania,
2019. Disponível em: http://cultura.gov.br/obras-de-
monteiro-lobato-entram-para-dominio-publico/. Acesso em:
30/08/2019.


CAMPANERUT, Camila. Obras de Monteiro Lobato entram
para domínio público. Brasília: Ministério da Cidadania,
2019. Disponível em: http://cultura.gov.br/obras-de-
monteiro-lobato-entram-para-dominio-publico/. Acesso em:
30/08/2019.


CAMPANERUT, Camila. Obras de Monteiro Lobato entram
para domínio público. Brasília: Ministério da Cidadania,
2019. Disponível em: http://cultura.gov.br/obras-de-
monteiro-lobato-entram-para-dominio-publico/. Acesso em:
30/08/2019.


CAMPANERUT, Camila. Obras de Monteiro Lobato entram
para domínio público. Brasília: Ministério da Cidadania,
2019. Disponível em: http://cultura.gov.br/obras-de-
monteiro-lobato-entram-para-dominio-publico/. Acesso em:
30/08/2019.

ANTUNES, Arnaldo; BROWN, Carlinhos; MONTE, Marisa.
Diáspora. In: Tribalistas. Rio de Janeiro: Phonomotor
Records Universal Music, 2017. Disponível em: https://www.letras.mus.br/tribalistas/diaspora/.
Acesso em: 08 de set. de 2019.

ANTUNES, Arnaldo; BROWN, Carlinhos; MONTE, Marisa.
Diáspora. In: Tribalistas. Rio de Janeiro: Phonomotor
Records Universal Music, 2017. Disponível em: https://www.letras.mus.br/tribalistas/diaspora/.
Acesso em: 08 de set. de 2019.


ANTUNES, Arnaldo; BROWN, Carlinhos; MONTE, Marisa.
Diáspora. In: Tribalistas. Rio de Janeiro: Phonomotor
Records Universal Music, 2017. Disponível em: https://www.letras.mus.br/tribalistas/diaspora/.
Acesso em: 08 de set. de 2019.

ANTUNES, Arnaldo; BROWN, Carlinhos; MONTE, Marisa.
Diáspora. In: Tribalistas. Rio de Janeiro: Phonomotor
Records Universal Music, 2017. Disponível em: https://www.letras.mus.br/tribalistas/diaspora/.
Acesso em: 08 de set. de 2019.

ANTUNES, Arnaldo; BROWN, Carlinhos; MONTE, Marisa.
Diáspora. In: Tribalistas. Rio de Janeiro: Phonomotor
Records Universal Music, 2017. Disponível em: https://www.letras.mus.br/tribalistas/diaspora/.
Acesso em: 08 de set. de 2019.

ANTUNES, Arnaldo; BROWN, Carlinhos; MONTE, Marisa.
Diáspora. In: Tribalistas. Rio de Janeiro: Phonomotor
Records Universal Music, 2017. Disponível em: https://www.letras.mus.br/tribalistas/diaspora/.
Acesso em: 08 de set. de 2019.

LISPECTOR, Clarice. In: SANTOS, Joaquim Ferreira dos. Organização e introdução. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. p. 186-187.


LISPECTOR, Clarice. In: SANTOS, Joaquim Ferreira dos. Organização e introdução. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. p. 186-187.
Atente ao que se diz sobre o texto.
I. Pode-se dividir o texto em duas partes: a primeira, da linha 1 à linha 25; a segunda, da linha 26 à linha 44. Essa delimitação, no nível do texto, corresponde a uma divisão no nível das ideias.
II. O conectivo “mas” (linha 26) pressupõe um embate entre duas vozes: uma que afirma algo, e outra que se opõe a esse algo ou o restringe. Na crônica de Lispector, essas vozes derivam de personagens diferentes.
III. O conectivo “mas” (linha 26) evidencia a oposição básica do texto, que nomeamos aqui de milagre 1 e milagre 2.
Está correto o que se diz apenas em

LISPECTOR, Clarice. In: SANTOS, Joaquim Ferreira dos. Organização e introdução. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. p. 186-187.
O texto diz que