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Questões de Linguagens do ENEM

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Resultados: 18.995 questões

Página 107 de 950

  • Linguagens

    Português

    Texto para responder às questão

    A saúde em pedaços: os determinantes sociais da saúde (DSS)

        A redução da saúde à sua dimensão biológica se constitui em um dos maiores dilemas da área. Isso porque essa visão estreita fundamenta práticas de pouco alcance quando se trata de saúde coletiva, porquanto prioriza a assistência individual e curativa, constituindo-se em uma espiral em torno das doenças e que, exatamente por isso, ajuda a reproduzi-las. Porém, essa concepção, embora hegemônica, não existe sem ser tensionada.

        A Organização Mundial da Saúde (OMS), ainda na primeira metade do século XX, tentou destacar que saúde não é só a ausência de doença. Todavia, pouco explica o porquê disso, uma vez que, como diria Ana Lúcia Magela de Rezende, na sua “Dialética da Saúde”, cai na tautologia de definir a saúde como sendo o completo bem-estar físico, psíquico e social. Ora, dizer que saúde é bem-estar é o mesmo que dizer que seis é meia dúzia. O que é o bem-estar?

        Na formulação da OMS essa questão permanece vaga. O uso do termo completo junto a bem-estar torna o conceito ainda mais problemático, tendo em vista seu caráter absolutista e, logo, inalcançável nestes termos.

        Foi o campo da Saúde do Trabalhador e, posteriormente, com maior precisão, a Saúde Coletiva (com origens na Medicina Social Latino-Americana) que superaram as dicotomias entre saúde e doença, social e biológico, e individual e coletivo ao formularem a concepção de saúde enquanto processo. Considerando tal processualidade, nem estamos absolutamente doentes nem absolutamente sãos, mas em contínuo movimento entre essas condições. Saúde e doença são dois momentos de um mesmo processo, coexistem, uma explicando a existência da outra.

        O predomínio de uma ou de outra depende do recorte e/ou ângulo de análise em cada momento e contexto. Essa forma de entender a saúde rompe com o pragmatismo biologicista, mas sem negar que a dimensão biológica é parte relevante do processo saúde-doença.

        Possui o mérito (com autores como Berlinguer, Donnangelo, Laurell, Arouca, Tambellini, Breilh, Nogueira, entre outros) de demonstrar que, embora a saúde se manifeste individual e biologicamente, ela é fruto de um processo de determinação social. Processo esse que é histórico e dinâmico, uno mas heterogêneo. Na verdade, só pode ser processo por causa dessas características. Ele nem pode ser considerado estaticamente ou como algo imutável ou imune às transformações sociais, nem pode ser considerado como um conjunto de fragmentos ou fatores quase que autônomos uns dos outros ou, muito menos, como uma massa homogênea e amorfa.

    (Diego de Oliveira Souza. Doutor em Serviço Social/UERJ. Professor do PPGSSUFAL/Maceió e da graduação em Enfermagem/UFAL/Arapiraca. Disponível em:https://docs.wixstatic.com/ugd/15557d_eae93514d26e4 aecb5e50ab81243343f.pdf. Acesso em agosto de 2019. Adaptado.)
    Pode-se considerar que os fragmentos a seguir são constituídos por termo(s) e/ou expressão(ões) que denotam efeito de sentido temporal, com EXCEÇÃO de:
    Escolha uma alternativa para a questão 4e89e5ff-e6
  • Linguagens

    Português

    Texto para responder às questão

    A saúde em pedaços: os determinantes sociais da saúde (DSS)

        A redução da saúde à sua dimensão biológica se constitui em um dos maiores dilemas da área. Isso porque essa visão estreita fundamenta práticas de pouco alcance quando se trata de saúde coletiva, porquanto prioriza a assistência individual e curativa, constituindo-se em uma espiral em torno das doenças e que, exatamente por isso, ajuda a reproduzi-las. Porém, essa concepção, embora hegemônica, não existe sem ser tensionada.

        A Organização Mundial da Saúde (OMS), ainda na primeira metade do século XX, tentou destacar que saúde não é só a ausência de doença. Todavia, pouco explica o porquê disso, uma vez que, como diria Ana Lúcia Magela de Rezende, na sua “Dialética da Saúde”, cai na tautologia de definir a saúde como sendo o completo bem-estar físico, psíquico e social. Ora, dizer que saúde é bem-estar é o mesmo que dizer que seis é meia dúzia. O que é o bem-estar?

        Na formulação da OMS essa questão permanece vaga. O uso do termo completo junto a bem-estar torna o conceito ainda mais problemático, tendo em vista seu caráter absolutista e, logo, inalcançável nestes termos.

        Foi o campo da Saúde do Trabalhador e, posteriormente, com maior precisão, a Saúde Coletiva (com origens na Medicina Social Latino-Americana) que superaram as dicotomias entre saúde e doença, social e biológico, e individual e coletivo ao formularem a concepção de saúde enquanto processo. Considerando tal processualidade, nem estamos absolutamente doentes nem absolutamente sãos, mas em contínuo movimento entre essas condições. Saúde e doença são dois momentos de um mesmo processo, coexistem, uma explicando a existência da outra.

        O predomínio de uma ou de outra depende do recorte e/ou ângulo de análise em cada momento e contexto. Essa forma de entender a saúde rompe com o pragmatismo biologicista, mas sem negar que a dimensão biológica é parte relevante do processo saúde-doença.

        Possui o mérito (com autores como Berlinguer, Donnangelo, Laurell, Arouca, Tambellini, Breilh, Nogueira, entre outros) de demonstrar que, embora a saúde se manifeste individual e biologicamente, ela é fruto de um processo de determinação social. Processo esse que é histórico e dinâmico, uno mas heterogêneo. Na verdade, só pode ser processo por causa dessas características. Ele nem pode ser considerado estaticamente ou como algo imutável ou imune às transformações sociais, nem pode ser considerado como um conjunto de fragmentos ou fatores quase que autônomos uns dos outros ou, muito menos, como uma massa homogênea e amorfa.

    (Diego de Oliveira Souza. Doutor em Serviço Social/UERJ. Professor do PPGSSUFAL/Maceió e da graduação em Enfermagem/UFAL/Arapiraca. Disponível em:https://docs.wixstatic.com/ugd/15557d_eae93514d26e4 aecb5e50ab81243343f.pdf. Acesso em agosto de 2019. Adaptado.)
    O trecho “constituindo-se em uma espiral em torno das doenças e que, exatamente por isso, ajuda a reproduzi-las.” (1º§) tem sua correção — linguística e semântica — mantida em:
    Escolha uma alternativa para a questão 4e85b269-e6
  • Linguagens

    Português

    Texto para responder às questão

    A saúde em pedaços: os determinantes sociais da saúde (DSS)

        A redução da saúde à sua dimensão biológica se constitui em um dos maiores dilemas da área. Isso porque essa visão estreita fundamenta práticas de pouco alcance quando se trata de saúde coletiva, porquanto prioriza a assistência individual e curativa, constituindo-se em uma espiral em torno das doenças e que, exatamente por isso, ajuda a reproduzi-las. Porém, essa concepção, embora hegemônica, não existe sem ser tensionada.

        A Organização Mundial da Saúde (OMS), ainda na primeira metade do século XX, tentou destacar que saúde não é só a ausência de doença. Todavia, pouco explica o porquê disso, uma vez que, como diria Ana Lúcia Magela de Rezende, na sua “Dialética da Saúde”, cai na tautologia de definir a saúde como sendo o completo bem-estar físico, psíquico e social. Ora, dizer que saúde é bem-estar é o mesmo que dizer que seis é meia dúzia. O que é o bem-estar?

        Na formulação da OMS essa questão permanece vaga. O uso do termo completo junto a bem-estar torna o conceito ainda mais problemático, tendo em vista seu caráter absolutista e, logo, inalcançável nestes termos.

        Foi o campo da Saúde do Trabalhador e, posteriormente, com maior precisão, a Saúde Coletiva (com origens na Medicina Social Latino-Americana) que superaram as dicotomias entre saúde e doença, social e biológico, e individual e coletivo ao formularem a concepção de saúde enquanto processo. Considerando tal processualidade, nem estamos absolutamente doentes nem absolutamente sãos, mas em contínuo movimento entre essas condições. Saúde e doença são dois momentos de um mesmo processo, coexistem, uma explicando a existência da outra.

        O predomínio de uma ou de outra depende do recorte e/ou ângulo de análise em cada momento e contexto. Essa forma de entender a saúde rompe com o pragmatismo biologicista, mas sem negar que a dimensão biológica é parte relevante do processo saúde-doença.

        Possui o mérito (com autores como Berlinguer, Donnangelo, Laurell, Arouca, Tambellini, Breilh, Nogueira, entre outros) de demonstrar que, embora a saúde se manifeste individual e biologicamente, ela é fruto de um processo de determinação social. Processo esse que é histórico e dinâmico, uno mas heterogêneo. Na verdade, só pode ser processo por causa dessas características. Ele nem pode ser considerado estaticamente ou como algo imutável ou imune às transformações sociais, nem pode ser considerado como um conjunto de fragmentos ou fatores quase que autônomos uns dos outros ou, muito menos, como uma massa homogênea e amorfa.

    (Diego de Oliveira Souza. Doutor em Serviço Social/UERJ. Professor do PPGSSUFAL/Maceió e da graduação em Enfermagem/UFAL/Arapiraca. Disponível em:https://docs.wixstatic.com/ugd/15557d_eae93514d26e4 aecb5e50ab81243343f.pdf. Acesso em agosto de 2019. Adaptado.)
    Ainda em relação à frase “Ora, dizer que saúde é bem-estar é o mesmo que dizer que seis é meia dúzia.” (2º§), pode-se afirmar quanto à produção de sentido que:
    Escolha uma alternativa para a questão 4e81d61e-e6
  • Linguagens

    Português

    Texto para responder às questão

    A saúde em pedaços: os determinantes sociais da saúde (DSS)

        A redução da saúde à sua dimensão biológica se constitui em um dos maiores dilemas da área. Isso porque essa visão estreita fundamenta práticas de pouco alcance quando se trata de saúde coletiva, porquanto prioriza a assistência individual e curativa, constituindo-se em uma espiral em torno das doenças e que, exatamente por isso, ajuda a reproduzi-las. Porém, essa concepção, embora hegemônica, não existe sem ser tensionada.

        A Organização Mundial da Saúde (OMS), ainda na primeira metade do século XX, tentou destacar que saúde não é só a ausência de doença. Todavia, pouco explica o porquê disso, uma vez que, como diria Ana Lúcia Magela de Rezende, na sua “Dialética da Saúde”, cai na tautologia de definir a saúde como sendo o completo bem-estar físico, psíquico e social. Ora, dizer que saúde é bem-estar é o mesmo que dizer que seis é meia dúzia. O que é o bem-estar?

        Na formulação da OMS essa questão permanece vaga. O uso do termo completo junto a bem-estar torna o conceito ainda mais problemático, tendo em vista seu caráter absolutista e, logo, inalcançável nestes termos.

        Foi o campo da Saúde do Trabalhador e, posteriormente, com maior precisão, a Saúde Coletiva (com origens na Medicina Social Latino-Americana) que superaram as dicotomias entre saúde e doença, social e biológico, e individual e coletivo ao formularem a concepção de saúde enquanto processo. Considerando tal processualidade, nem estamos absolutamente doentes nem absolutamente sãos, mas em contínuo movimento entre essas condições. Saúde e doença são dois momentos de um mesmo processo, coexistem, uma explicando a existência da outra.

        O predomínio de uma ou de outra depende do recorte e/ou ângulo de análise em cada momento e contexto. Essa forma de entender a saúde rompe com o pragmatismo biologicista, mas sem negar que a dimensão biológica é parte relevante do processo saúde-doença.

        Possui o mérito (com autores como Berlinguer, Donnangelo, Laurell, Arouca, Tambellini, Breilh, Nogueira, entre outros) de demonstrar que, embora a saúde se manifeste individual e biologicamente, ela é fruto de um processo de determinação social. Processo esse que é histórico e dinâmico, uno mas heterogêneo. Na verdade, só pode ser processo por causa dessas características. Ele nem pode ser considerado estaticamente ou como algo imutável ou imune às transformações sociais, nem pode ser considerado como um conjunto de fragmentos ou fatores quase que autônomos uns dos outros ou, muito menos, como uma massa homogênea e amorfa.

    (Diego de Oliveira Souza. Doutor em Serviço Social/UERJ. Professor do PPGSSUFAL/Maceió e da graduação em Enfermagem/UFAL/Arapiraca. Disponível em:https://docs.wixstatic.com/ugd/15557d_eae93514d26e4 aecb5e50ab81243343f.pdf. Acesso em agosto de 2019. Adaptado.)
    Depreende-se corretamente do texto, a partir dasinformações e ideias apresentadas, que:
    Escolha uma alternativa para a questão 4e7b3f75-e6
  • Linguagens

    Português

    Texto para responder às questão

    A saúde em pedaços: os determinantes sociais da saúde (DSS)

        A redução da saúde à sua dimensão biológica se constitui em um dos maiores dilemas da área. Isso porque essa visão estreita fundamenta práticas de pouco alcance quando se trata de saúde coletiva, porquanto prioriza a assistência individual e curativa, constituindo-se em uma espiral em torno das doenças e que, exatamente por isso, ajuda a reproduzi-las. Porém, essa concepção, embora hegemônica, não existe sem ser tensionada.

        A Organização Mundial da Saúde (OMS), ainda na primeira metade do século XX, tentou destacar que saúde não é só a ausência de doença. Todavia, pouco explica o porquê disso, uma vez que, como diria Ana Lúcia Magela de Rezende, na sua “Dialética da Saúde”, cai na tautologia de definir a saúde como sendo o completo bem-estar físico, psíquico e social. Ora, dizer que saúde é bem-estar é o mesmo que dizer que seis é meia dúzia. O que é o bem-estar?

        Na formulação da OMS essa questão permanece vaga. O uso do termo completo junto a bem-estar torna o conceito ainda mais problemático, tendo em vista seu caráter absolutista e, logo, inalcançável nestes termos.

        Foi o campo da Saúde do Trabalhador e, posteriormente, com maior precisão, a Saúde Coletiva (com origens na Medicina Social Latino-Americana) que superaram as dicotomias entre saúde e doença, social e biológico, e individual e coletivo ao formularem a concepção de saúde enquanto processo. Considerando tal processualidade, nem estamos absolutamente doentes nem absolutamente sãos, mas em contínuo movimento entre essas condições. Saúde e doença são dois momentos de um mesmo processo, coexistem, uma explicando a existência da outra.

        O predomínio de uma ou de outra depende do recorte e/ou ângulo de análise em cada momento e contexto. Essa forma de entender a saúde rompe com o pragmatismo biologicista, mas sem negar que a dimensão biológica é parte relevante do processo saúde-doença.

        Possui o mérito (com autores como Berlinguer, Donnangelo, Laurell, Arouca, Tambellini, Breilh, Nogueira, entre outros) de demonstrar que, embora a saúde se manifeste individual e biologicamente, ela é fruto de um processo de determinação social. Processo esse que é histórico e dinâmico, uno mas heterogêneo. Na verdade, só pode ser processo por causa dessas características. Ele nem pode ser considerado estaticamente ou como algo imutável ou imune às transformações sociais, nem pode ser considerado como um conjunto de fragmentos ou fatores quase que autônomos uns dos outros ou, muito menos, como uma massa homogênea e amorfa.

    (Diego de Oliveira Souza. Doutor em Serviço Social/UERJ. Professor do PPGSSUFAL/Maceió e da graduação em Enfermagem/UFAL/Arapiraca. Disponível em:https://docs.wixstatic.com/ugd/15557d_eae93514d26e4 aecb5e50ab81243343f.pdf. Acesso em agosto de 2019. Adaptado.)
    Pode-se afirmar que na frase “Porém, essa concepção, embora hegemônica, não existe sem ser tensionada.” (1º§) observa-se corretamente
    Escolha uma alternativa para a questão 4e7378c5-e6
  • Linguagens

    Português

    Texto para responder às questão

    A saúde em pedaços: os determinantes sociais da saúde (DSS)

        A redução da saúde à sua dimensão biológica se constitui em um dos maiores dilemas da área. Isso porque essa visão estreita fundamenta práticas de pouco alcance quando se trata de saúde coletiva, porquanto prioriza a assistência individual e curativa, constituindo-se em uma espiral em torno das doenças e que, exatamente por isso, ajuda a reproduzi-las. Porém, essa concepção, embora hegemônica, não existe sem ser tensionada.

        A Organização Mundial da Saúde (OMS), ainda na primeira metade do século XX, tentou destacar que saúde não é só a ausência de doença. Todavia, pouco explica o porquê disso, uma vez que, como diria Ana Lúcia Magela de Rezende, na sua “Dialética da Saúde”, cai na tautologia de definir a saúde como sendo o completo bem-estar físico, psíquico e social. Ora, dizer que saúde é bem-estar é o mesmo que dizer que seis é meia dúzia. O que é o bem-estar?

        Na formulação da OMS essa questão permanece vaga. O uso do termo completo junto a bem-estar torna o conceito ainda mais problemático, tendo em vista seu caráter absolutista e, logo, inalcançável nestes termos.

        Foi o campo da Saúde do Trabalhador e, posteriormente, com maior precisão, a Saúde Coletiva (com origens na Medicina Social Latino-Americana) que superaram as dicotomias entre saúde e doença, social e biológico, e individual e coletivo ao formularem a concepção de saúde enquanto processo. Considerando tal processualidade, nem estamos absolutamente doentes nem absolutamente sãos, mas em contínuo movimento entre essas condições. Saúde e doença são dois momentos de um mesmo processo, coexistem, uma explicando a existência da outra.

        O predomínio de uma ou de outra depende do recorte e/ou ângulo de análise em cada momento e contexto. Essa forma de entender a saúde rompe com o pragmatismo biologicista, mas sem negar que a dimensão biológica é parte relevante do processo saúde-doença.

        Possui o mérito (com autores como Berlinguer, Donnangelo, Laurell, Arouca, Tambellini, Breilh, Nogueira, entre outros) de demonstrar que, embora a saúde se manifeste individual e biologicamente, ela é fruto de um processo de determinação social. Processo esse que é histórico e dinâmico, uno mas heterogêneo. Na verdade, só pode ser processo por causa dessas características. Ele nem pode ser considerado estaticamente ou como algo imutável ou imune às transformações sociais, nem pode ser considerado como um conjunto de fragmentos ou fatores quase que autônomos uns dos outros ou, muito menos, como uma massa homogênea e amorfa.

    (Diego de Oliveira Souza. Doutor em Serviço Social/UERJ. Professor do PPGSSUFAL/Maceió e da graduação em Enfermagem/UFAL/Arapiraca. Disponível em:https://docs.wixstatic.com/ugd/15557d_eae93514d26e4 aecb5e50ab81243343f.pdf. Acesso em agosto de 2019. Adaptado.)
    Tendo em vista o contexto apresentado, é correto afirmar que a expressão “visão estreita” em “A redução da saúde à sua dimensão biológica se constitui em um dos maiores dilemas da área. Isso porque essa visão estreita [...]” (1º§) indica:
    Escolha uma alternativa para a questão 4e6d7a72-e6
  • Linguagens

    Inglês

    THE STORY OF ELLIS ISLAND

    Mass migrations have marked the history of the human race ever since people began to dream of a better life 

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Estadual de Montes Claros - MG 2019, Artigos | Articles

    Disponível em: <https://linguapress.com/advanced/ellis-island.htm>. Acesso em: 7 out. 2019. Adaptado.

    Os termos destacados no trecho “But a century ago, the USA welcomed immigrants, most of them people from Europe who were migrating in mass, looking for a better life in the USA.” (linhas 2-4) classificam-se, respectivamente, em: 
    Escolha uma alternativa para a questão 29af9874-e6
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Montes Claros - MG 2019, Interpretação de Textos

    As escolhas linguístico-lexicais feitas pelo autor possibilitam a esse texto
    Escolha uma alternativa para a questão 298c018e-e6
  • Linguagens

    Português

    Crianças, crueldade e Justiça 
    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Montes Claros - MG 2019, Coesão e coerência

    “A internet amplia seus efeitos.” (linha 8)

    Em destaque nesse trecho, o pronome, de acordo com os encadeamentos das ideias no texto, reporta-se a

    Escolha uma alternativa para a questão 297d06a7-e6
  • Linguagens

    Português

    Crianças, crueldade e Justiça 
    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Montes Claros - MG 2019, Interpretação de Textos
    No título do texto, a palavra “crueldade” aponta para 
    Escolha uma alternativa para a questão 2976a483-e6
  • Linguagens

    Português

    Crianças, crueldade e Justiça 
    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Montes Claros - MG 2019, Interpretação de Textos
    No bullying, a vítima é afetada pelo(a) 
    Escolha uma alternativa para a questão 2971004f-e6
  • Linguagens

    Português

    Text 1


    Put Working Memory to Work in Learning


        Working memory involves the conscious processing and managing of information required to carry out complex cognitive tasks such as learning, reasoning, and comprehension. It has been described as the brain's conductor. Memory has long been viewed as a key aspect of learning, but as the emphasis in educational standards has shifted away from rote memorization and toward the knowledge and skills needed to process new information, working memory is increasingly taking center stage.
        There is an explosion of research today with the aim of understanding how this important function works and how to enhance it. However, the term working memory was first used more than 50 years ago to describe the role of recall in planning and carrying out behavior. In the 1970s and '80s, British psychologist Alan Baddeley and colleagues developed a model of working memory that brings together how the brain accepts sensory input, processes both visual-spatial and verbal data, and accesses long-term memory; and how all of that input is processed by a function they referred to as central executive.
        Working Memory in the Brain Central executive monitors and coordinates input and decides which information we will focus our attention on. As with other cognitive processes that power executive function, the home base of working memory is in the prefrontal cortex. Researchers have detected increased activation in this area at the front of the brain when people are involved in thinking and problem solving that engages working memory. Other areas of the brain that support working memory are the hippocampus, which is involved in long-term memory storage and spatial orientation, and Broca's area, located on the left side of the frontal lobes and involved in language processing and verbal fluency.
        Working memory is involved in a variety of learning and daily living tasks, such as reading, problem solving, and navigation. As such, it is sometimes referred to as the "brain's workhorse." In fact, Tracy and Ross Alloway, in their book The Working Memory: Train Your Brain to Function Stronger, Smarter, Faster, contend that working memory is a better predictor than IQ of how well students will perform academically: "IQ is what you know. Working memory is what you can do with what you know"
        Thus, working memory is a key cognitive skill for students and their teachers. As an educator, you know well how you must be able to maintain the mental skillfulness and agility to process many variables in everyday teaching practice, such as students' pri or knowledge, the primary purpose and goal of a lesson, sequence of learning activities, time constraints, interruptions throughout the school day, and on and on.
        Students activate their working memory as they figure out the meaning of new words they encounter while reading, and as they decide which mathematical functions they will need to apply to a problem that their teacher has just jotted on the whiteboard.
    Fonte: Disponível em: <http://www.edutopia.org/blog/put-working-memory-to-work-donna-wilson-marcus-conyers>.
    Para o autor do texto 1 , no Brasil, a(s) causa(s) do envelhecimento da população é/são:
    Escolha uma alternativa para a questão 17fdeccd-e6
  • Linguagens

    Português

                                                                Come, meu filho

                                            Figura 1 de 2 da questão de Português, faculdade independente do Nordeste 2019, Coesão e coerência

                                                Figura 2 de 2 da questão de Português, faculdade independente do Nordeste 2019, Coesão e coerência

    Dos períodos retirados do texto, o que apresenta construção que satisfaz a gramática normativa em relação à língua escrita é
    Escolha uma alternativa para a questão 24c26c4b-e6
  • Linguagens

    Inglês

    How alcohol damages stem cell DNA and increases cancer risk.


    Imagem da questão de Inglês, Instituto Nacional de Telecomunicações 2019, Adjetivos | Adjectives


    LONDON (Reuters) - Drinking alcohol produces a harmful chemical in the body which can lead to permanent genetic damage in the DNA of stem cells, increasing the risk of cancer developing, according to research published on Wednesday.

    Working with mice in a laboratory, British scientists used chromosome analysis and DNA sequencing to examine the genetic damage caused by acetaldehyde, a harmful chemical produced when the body processes alcohol.

    Their findings offered more detail about how alcohol increases the risk of developing 7 types of cancer, including common forms such as breast and bowel cancer. It also showed how the body seeks to defend against the damage alcohol can do.“Some cancers develop due to DNA damage in stem cells. While some damage occurs by chance, our findings suggest that drinking alcohol can increase the risk of this damage,” said Ketan Patel, a professor at the Medical Research Council Laboratory of Molecular Biology, who co-led the study. The World Health Organization’s International Agency for Research on Cancer classifies alcohol as a Group 1 carcinogen, citing “convincing evidence” it causes cancer in humans.

    In Wednesday’s study, published in the journal Nature, Patel’s team gave diluted alcohol to mice and then analyzed the effect on the animals’ DNA. They found that acetaldehyde can break and damage DNA within blood stem cells, permanently altering the DNA sequences within these cells.

    This is important, Patel said, because when healthy stem cells become faulty, they can give rise to cancerous cells.

    Source: www.reuters.com/article/us-health-cancer-alcohol/how alcohol-damages-stem-celldna-and-increases-cancer-risk-idUSKB1ES1N2 
    Pate said: “When healthy stem cells become faulty, they can rise to cancerous cells.” (Opposite)
    Escolha uma alternativa para a questão 011aba07-e6
  • Linguagens

    Inglês

    First ever black hole image released.

    Astronomers have taken the first ever image of a black hole, which is located in a distant galaxy. It measures 40 billion km across - three million times the size of the Earth - and has been described by scientists as "a monster".

    The black hole is 500 million trillion km away and was photographed by a network of eight telescopes across the world It was captured by the Event Horizon Telescope (EHT), a network of eight linked telescopes. 

    Prof Heino Falcke, of Radboud University in the Netherlands, who proposed the experiment, told BBC News that the black hole was found in a galaxy called M87.

    "What we see is larger than the size of our entire Solar System," he said.

    "It has a mass 6.5 billion times that of the Sun. And it is one of the heaviest black holes that we think exists. It is an absolute monster, the heavyweight champion of black holes in the Universe."

    The image shows an intensely bright "ring of fire", as Prof Falcke describes it, surrounding a perfectly circular dark hole. The bright halo is caused by superheated gas falling into the hole. The light is brighter than all the billions of other stars in the galaxy combined - which is why it can be seen at such distance from Earth.

    The edge of the dark circle at the centre is the point at which the gas enters the black hole, which is an object that has such a large gravitational pull, not even light can escape.

    The image matches what theoretical physicists and indeed, Hollywood directors, imagined black holes would look like, according to Dr Ziri Younsi, of University College London - who is part of the EHT collaboration.

    "Although they are relatively simple objects, black holes raise some of the most complex questions about the nature of space and time, and ultimately of our existence," he said.

    "It is remarkable that the image we observe is so similar to that which we obtain from our theoretical calculations. So far, it looks like Einstein is correct once again."

    But having the first image will enable researchers to learn more about these mysterious objects. They will be keen to look out for ways in which the black hole departs from what's expected in physics. No-one really knows how the bright ring around the hole is created. Even more intriguing is the question of what happens when an object falls into a black hole.

    Source: www.bbc.com/news/science-environment-47873592
    “The image matches what theoretical physicists and indeed, Hollywood directors, imagined black holes would look like, according to Dr.Ziri Younsi” […] (Verb Synonym)
    Escolha uma alternativa para a questão 0109d593-e6
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    Inglês

    First ever black hole image released.

    Astronomers have taken the first ever image of a black hole, which is located in a distant galaxy. It measures 40 billion km across - three million times the size of the Earth - and has been described by scientists as "a monster".

    The black hole is 500 million trillion km away and was photographed by a network of eight telescopes across the world It was captured by the Event Horizon Telescope (EHT), a network of eight linked telescopes. 

    Prof Heino Falcke, of Radboud University in the Netherlands, who proposed the experiment, told BBC News that the black hole was found in a galaxy called M87.

    "What we see is larger than the size of our entire Solar System," he said.

    "It has a mass 6.5 billion times that of the Sun. And it is one of the heaviest black holes that we think exists. It is an absolute monster, the heavyweight champion of black holes in the Universe."

    The image shows an intensely bright "ring of fire", as Prof Falcke describes it, surrounding a perfectly circular dark hole. The bright halo is caused by superheated gas falling into the hole. The light is brighter than all the billions of other stars in the galaxy combined - which is why it can be seen at such distance from Earth.

    The edge of the dark circle at the centre is the point at which the gas enters the black hole, which is an object that has such a large gravitational pull, not even light can escape.

    The image matches what theoretical physicists and indeed, Hollywood directors, imagined black holes would look like, according to Dr Ziri Younsi, of University College London - who is part of the EHT collaboration.

    "Although they are relatively simple objects, black holes raise some of the most complex questions about the nature of space and time, and ultimately of our existence," he said.

    "It is remarkable that the image we observe is so similar to that which we obtain from our theoretical calculations. So far, it looks like Einstein is correct once again."

    But having the first image will enable researchers to learn more about these mysterious objects. They will be keen to look out for ways in which the black hole departs from what's expected in physics. No-one really knows how the bright ring around the hole is created. Even more intriguing is the question of what happens when an object falls into a black hole.

    Source: www.bbc.com/news/science-environment-47873592
    Which statement is considered incorrect or false in the text above. (Text Comprehension)
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  • Linguagens

    Inglês

    Mozambique Cyclone: “Almost everything is destroyed.”


    Imagem da questão de Inglês, Instituto Nacional de Telecomunicações 2019, Sinônimos | Synonyms

    People carry their personal effects through a flooded section of Praia Nova in Beira after the cyclone. Tropical Cyclone Idai destroyed and damaged homes and knocked out electricity and communications.


    Cyclone Idai hit the city of Beira hard and the scale of damage is massive, say Red Cross and Red Crescent aid workers who reached the Mozambican city a few days ago. The scale of devastation is enormous. It seems that 90 per cent of the area is completely destroyed.”

    The Red Cross and Red Crescent team was among the first to arrive in Beira since Cyclone Idai made landfall March 14-15. With Beira’s airport closed and roads cut off due to flooding, the team drove from Maputo, the capital city, before taking a helicopter for the last leg of the journey. “Almost everything is destroyed. Communication lines have been completely cut and roads have

    been destroyed. Some affected communities are not accessible,” said LeSueur. “Beira has been severely battered. But we are also hearing that the situation outside the city could be even worse. Yesterday, a large dam burst and cut off the last road to the city.”

    While the physical impact of Idai is beginning to emerge, the human impact is still unclear. Authorities in the country are warning that the death toll may climb beyond 1,000 people.

    Heavy rain will continue in the coming days which may only exacerbate the dire situation and cause already saturated rivers to overflow.

    Following its landfall in Mozambique, the cyclone continued west to Zimbabwe as a tropical storm, wreaking havoc in the eastern part of the country, with Manicaland Province being the hardest-hit. At least 31 deaths have been reported and over 100 people are missing in Zimbabwe.

    Source: www.redcross.org/about-us/news-and -events/news/2019/mozambique-cyclone.html 

    “The scale of devastation is enormous. (Synonym)
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  • Linguagens

    Literatura

    Vista de cima, a imensa estrada parece uma cicatriz na floresta.  

    Apesar de seu teatro ter sido desenvolvido no ambiente da corte, era antes de tudo rudimentar, popular e primitivo. Era usado, basicamente, como entretenimento. O autor em questão é:
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