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Questões de Linguagens do ENEM

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  • 219 assuntos

Resultados: 18.995 questões

Página 882 de 950

  • Linguagens

    Português

    Observe o parágrafo abaixo:


    “Dia após dia, nestas últimas semanas, o público vem se admirando com exibições de amor entre gente que deveria se odiar. Por que estariam aos abraços, fazendo elogios radicais uns aos outros, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o expresidente Fernando Collor e o atual presidente do Senado José Sarney? Lula, numa declaração inesquecível, disse que Sarney era ‘o grande ladrão da Nova República’; contra Collor, ele e o seu partido se jogaram numa guerra de extermínio desde o primeiro dia de seu governo e só sossegaram quase três anos depois, quando o inimigo foi posto para fora da presidência. Collor, por sua vez, disse que Sarney era ‘um batedor de carteira’ – carteira ‘da história’, em suas palavras, o que não é tão ruim quanto uma carteira de verdade, mas assim mesmo é coisa pra lá de pesada. Também afirmou, na sua disputa presidencial contra Lula, que o adversário iria expropriar as casas e apartamentos das pessoas se fosse eleito – isso para não falar da humilhação pública que lhe impôs ao levar para a televisão uma ex-companheira do atual presidente, que o acusou de racismo e de pressão para abortar a filha que acabariam tendo. Sarney se queixa até hoje das 1200 greves, a maioria comandada pelo PT, que teve ao longo de seu governo, e já descreveu Collor como ‘um homem profundamente transtornado.’” (GUZZO, J.R. Do mesmo lado. Veja, São Paulo, 19 ago. 2009. Seções, p. 142)


    O autor do artigo diz que Collor havia chamado Sarney de “o batedor de carteira”, mas a “carteira da história”, o que amenizaria, num certo sentido, o insulto, mas que não deixaria de ter o seu peso de desagravo. Por outro lado, poderíamos compreender esse último aspecto como:
    Escolha uma alternativa para a questão c734e962-de
  • Linguagens

    Português

    Observe o parágrafo abaixo:


    “Dia após dia, nestas últimas semanas, o público vem se admirando com exibições de amor entre gente que deveria se odiar. Por que estariam aos abraços, fazendo elogios radicais uns aos outros, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o expresidente Fernando Collor e o atual presidente do Senado José Sarney? Lula, numa declaração inesquecível, disse que Sarney era ‘o grande ladrão da Nova República’; contra Collor, ele e o seu partido se jogaram numa guerra de extermínio desde o primeiro dia de seu governo e só sossegaram quase três anos depois, quando o inimigo foi posto para fora da presidência. Collor, por sua vez, disse que Sarney era ‘um batedor de carteira’ – carteira ‘da história’, em suas palavras, o que não é tão ruim quanto uma carteira de verdade, mas assim mesmo é coisa pra lá de pesada. Também afirmou, na sua disputa presidencial contra Lula, que o adversário iria expropriar as casas e apartamentos das pessoas se fosse eleito – isso para não falar da humilhação pública que lhe impôs ao levar para a televisão uma ex-companheira do atual presidente, que o acusou de racismo e de pressão para abortar a filha que acabariam tendo. Sarney se queixa até hoje das 1200 greves, a maioria comandada pelo PT, que teve ao longo de seu governo, e já descreveu Collor como ‘um homem profundamente transtornado.’” (GUZZO, J.R. Do mesmo lado. Veja, São Paulo, 19 ago. 2009. Seções, p. 142)


    O autor do artigo trata das relações convenientes no alto escalão da nossa república, mas faz isso de uma maneira bastante peculiar, utilizando alguns recursos que acabam ratificando um determinado efeito. Poderíamos dizer que em boa parte deste parágrafo ele:

    Escolha uma alternativa para a questão c731f43b-de
  • Linguagens

    Português

    Observe o parágrafo abaixo:

    “Duas décadas sem papel higiênico ajudaram os cubanos a encontrar uma utilidade, digamos, escatológica para o jornal oficial do Partido Comunista, o Granma, e para o recém-lançado Dicionário de pensamentos de Fidel Castro, um livrão de mais de 300 páginas muito apreciado por suas folhas finas e macias. O uso sanitário das publicações do governo é tão difundido que já deu origem a uma versão bizarra da lei da oferta e da procura: no mercado paralelo, o jornal da semana passada é vendido pelo mesmo preço que o da edição do dia. Na verdade, não importa a data da publicação se a finalidade for substituir o papel higiênico. Favorito para o asseio dos cubanos, o Granma tem oito páginas (dezesseis às sextasfeiras) e 400 mil exemplares diários. Seus artigos, pura ladainha comunista, são uma enorme chatice. As notícias, distorcidas pela propaganda oficial, não têm credibilidade. Mas o diário é bastante valorizado pela qualidade absorvente do papel em que é impresso e também pelas cores firmes, que não mancham o traseiro de seus, por assim dizer, leitores.” (TEIXEIRA, D. Até que enfim serviram para algo. Veja, São Paulo, 9 set. 2009. Ideologia, p. 98)

    A reportagem acima, ressalta, em boa parte do texto, o aspecto irônico ao tratar de uma questão que deveria ser, em primeiro lugar, meramente informativa. Ao utilizar esse recurso de forma geral ele proporciona:
    Escolha uma alternativa para a questão c72e323a-de
  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, UEPB 2009, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    Lee las frases abajo:


    I - ¿Por qué no te va a hacer las compras en el supermercado?

    II - La verdad es que mi perrito se perdió.

    III - A nosotros nos gustan más ir de compras en verano.

    IV - A mi perro y a mí nos gusta mucho caminar bajo la lluvia.


    ¿Cuál(es) de las frases arriba está(n) escrita(s) correctamente en español?
    Escolha uma alternativa para a questão d3e6b838-de
  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, UEPB 2009, Flexão do Nome | Flexíon de las Palabras
    Señala la alternativa que trae la forma correcta del plural de la siguiente frase: ¡Se perdió mi perrito!
    Escolha uma alternativa para a questão d3e3aa1e-de
  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, UEPB 2009, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    ¿Qué quiso comunicar el personaje cuando dijo: “Apuremonos en comprar porque parece que va a llover”?
    Escolha uma alternativa para a questão d3e096a2-de
  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, UEPB 2009, Flexão do Nome | Flexíon de las Palabras
    Lee la frase: “Washington, acompáñame al supermercado a hacer unas compras.” Señala la alternativa correcta respecto al término subrayado.
    Escolha uma alternativa para a questão d3dd4806-de
  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, UEPB 2009, Modo Verbal (Indicativo, Subjuntivo e Imperativo) | Modo Verbal (Indicativo, Subjuntivo e Imperativo)

    Lee las frases a continuación:


    I - “Comience por la naturaleza más insólita…”

    II - “Recorra los pasos de los exploradores españoles…”

    III - “Descubra mundos de fantasía…”

    IV - “…visítenos en el internet…”



    ¿Cuál de las frases arriba presenta un tiempo verbal distinto al utilizado en el término subrayado en la frase: “Venga a sentir el calor de nuestra Florida”?

    Escolha uma alternativa para a questão d3da0e3e-de
  • Linguagens

    Espanhol

    Texto I


    Un abuelo coraje de Las Vegas, informático y con un nieto autista, se dio cuenta de que Internet podría ser una buena herramienta para la rehabilitación de su nieto de seis años. Sin embargo, lo único que consiguió fue el desánimo tras constatar que para el pequeño Zac la gran cantidad de colores, los banners y los contenidos estridentes de la Red no lo ayudaban en nada. Con sus dotes de programador, John LeSieur diseñó un navegador web específico para niños autistas, que simplifica la búsqueda de contenidos y elimina los elementos que afectan a la mente de quienes sufren esta enfermedad.

    John LeSieur, programador informático afincado en Las Vegas, se dio cuenta de que él mismo podría facilitar la vida a su nieto si creaba un navegador más sencillo. Aprovechando su pequeña empresa de software llamada People CD Inc., se dio a la tarea de proyectar el navegador. LeSieur sólo buscaba ayudar a su nieto Zackary Villeneuve, que vive en Saint Remi, Quebec (Canadá), pero una vez que publicó en Internet su proyecto, muchos padres quisieron probar el “Navegador Zac para niños autistas”.

    Preguntando a pedagogos y rehabilitadores de autismo, el abuelo de Zac incorporó numerosas prestaciones a su navegador, como el bloqueo de algunas teclas y funciones del ordenador para que el niño no se distraiga con elementos secundarios, como el botón derecho del ratón o la tecla “Imprimir pantalla”. “Algunas partes de la Red tienen mucho material extraño que puede estar distrayendo y para un niño que se comunica de forma no verbal, no habría ninguna  posibilidad para que utilice esta información”, señaló un investigador de la Brown University de Rhode Island Stephen Sheinkopf.

    Otros elementos del navegador, como los iconos simplificados y su gran tamaño, ayudan al pequeño a acceder de forma directa a juegos, cuentos o ejercicios mentales. “Estamos tratando de evitar aquellos sitios web que sean oscuros, agresivos visualmente o muy complicados, porque todo esto tiene qué ver con su propia autoestima. Si ellos no sienten que tienen el control, se frustrarán fácilmente”, asegura John LeSieur.

    El País
    OTR/PRESS – Las Vegas – 05/06/200
    “Algunas partes de la Red [...]” traduce la idea de
    Escolha uma alternativa para a questão d3b84e04-de
  • Linguagens

    Inglês

    TEXT D

    PARAGRAPH 1: The payment of fees by students is widely seen as a novelty. In fact this ‘innovation’ marks a return to the medieval origins of universities. At that time student money meant student power on a huge scale. Medieval student power was focused on the University of Bologna. […] This power was based on their economic grip over their teachers.[…] Most university lecturers depended for their academic incomes on teaching fees collected from their students. […] The power which students derived from paying fees at Bologna led to extensive control over the lecturing system. […]

    PARAGRAPH 2: For what was a lecturer punished? He was fined if he started the lectures a minute late or if he went beyond the approved time. […] The lecturer was also fined if he failed to cover the syllabus according to an agreed timetable. […]

    PARAGRAPH 3: All students were encouraged to denounce lecturers who were absent without leave or who contravened the statutes in any other way. In addition, there was also an organized system of secret denunciations. Four students were elected in secret to spy on the lecturers. […]

    PARAGRAPH 4: Student power at Bologna lasted a little over one hundred years […] As __ its rise, its demise is linked directly __ the subject __ student fees. By 1350 almost all the lecturers were appointed and paid __ the local commune. With changes in the payment of lecturers, control of the university passed __ the students to the commune and there it would remain.

    PARAGRAPH 5: What does the situation in medieval Bologna have to say to us? Hopefully the return of student fees will not be accompanied by the return of student spies, secret denunciations and fines on lecturers. But, as ever greater emphasis is placed on research, the Bolognese case may be a timely reminder of the demands of students and of the importance of high quality teaching.

    UOW Magazine, ISSUE 9 
    According to TEXT D, payment of fees allowed the students to:
    Escolha uma alternativa para a questão 17727c4d-de
  • Linguagens

    Inglês

    TEXT C

    You Can Blame the Bugs


    The West epitomizes individualistic, do-your-own-thing cultures, ones where the rights of the individual equal and often trump those of the group and where differences are valued. East Asian societies exalt the larger society; behavior is constrained by social roles, conformity is prized, outsiders shunned. […] But the reason a society falls where it does on the individualism-collectivism spectrum has been pretty much a mystery. Now a team of researchers has come up with a surprising explanation: disease-causing microbes. Societies that evolved in places with an abundance of pathogens, they argue, had to adopt behaviors that add up to collectivism, for reasons of sheer preservation. Societies that arose in places with fewer pathogens had the luxury of individualism, which is less effective at limiting the spread of disease but brings with it other social benefits, such as innovation. […]

        How might pathogen-fighting customs and attitudes arise, or fail to? Maybe people make conscious efforts to act in ways that inhibit the spread of pathogens, such as by shunning strangers and demanding conformity. Or maybe there are genes for behaviors that, at the level of a whole society, manifest themselves as collectivism or individualism, and genes for individualism get wiped out in diseaseplagued regions. But when East Asians move to the West or Westerners go East, […] they begin to see, think and behave like people in their adopted society. That would be hard to do if they were in the grip of collectivist or individualistic genes. The presence of pathogens also predicts cross-cultural differences in personality traits, not just shared cultural values. […] The physical world has shaped skin color and other superficial features. The next frontier is fathoming how it might have shaped our very thoughts and values. 

    Sharon Begley, Newsweek, April 14th, 2008
    According to TEXT C the difference between the East and West is due to:
    Escolha uma alternativa para a questão 17633184-de
  • Linguagens

    Inglês

    TEXT C

    You Can Blame the Bugs


    The West epitomizes individualistic, do-your-own-thing cultures, ones where the rights of the individual equal and often trump those of the group and where differences are valued. East Asian societies exalt the larger society; behavior is constrained by social roles, conformity is prized, outsiders shunned. […] But the reason a society falls where it does on the individualism-collectivism spectrum has been pretty much a mystery. Now a team of researchers has come up with a surprising explanation: disease-causing microbes. Societies that evolved in places with an abundance of pathogens, they argue, had to adopt behaviors that add up to collectivism, for reasons of sheer preservation. Societies that arose in places with fewer pathogens had the luxury of individualism, which is less effective at limiting the spread of disease but brings with it other social benefits, such as innovation. […]

        How might pathogen-fighting customs and attitudes arise, or fail to? Maybe people make conscious efforts to act in ways that inhibit the spread of pathogens, such as by shunning strangers and demanding conformity. Or maybe there are genes for behaviors that, at the level of a whole society, manifest themselves as collectivism or individualism, and genes for individualism get wiped out in diseaseplagued regions. But when East Asians move to the West or Westerners go East, […] they begin to see, think and behave like people in their adopted society. That would be hard to do if they were in the grip of collectivist or individualistic genes. The presence of pathogens also predicts cross-cultural differences in personality traits, not just shared cultural values. […] The physical world has shaped skin color and other superficial features. The next frontier is fathoming how it might have shaped our very thoughts and values. 

    Sharon Begley, Newsweek, April 14th, 2008
    The function of TEXT C is to
    Escolha uma alternativa para a questão 175fda45-de
  • Linguagens

    Português

    Em “Os olhos da mulher, súplica e esperança, o meio sorriso, ferida aberta no meio da cara [...] Mas ela nada diz de sua boca, impõe com as mãos febris, com as pernas magras, com o corpo esquálido de bicho fêmea que ele lhe entregue seu corpo duro de bicho macho [...] Ela vê volume nos bolsos dele, mete as mãos e as traz cheias de brita que atira pela janela, o dinheiro, cadê o dinheiro?” (p.16-17) e em “Irene [...] provado devagarinho, por primeira vez, quem sabe?, o sabor que pode ter tocar-se o corpo de um homem por nada, só por carinho” (p. 57), é possível afirmar

    I - que o fio de esperança por dias melhores, alimentado por Irene, depois de conhecer Rosálio, opera uma mudança na sua forma de ver e de sentir o outro.

    II - que, embora lutando por sobreviver e alimentar um “guri e uma velha”, Irene encontra momentos para pensar em si, cuidar de si, ao mesmo tempo em que cuida do outro (Rosálio);

    III - que não há alusão a uma possível mudança na forma de Irene sentir a si e ao outro: ela apenas quis agradá-lo (como mostra o fragmento), depois retoma a dura vida de prostituta, uma vez que a sobrevivência é um imperativo maior que “o prazer de ler”;


    Está(ão) correta(s) apenas a(s) proposição(ões)
    Escolha uma alternativa para a questão 173a84c3-de
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir, e coloque V para proposição verdadeira e F para falsa.


    Imagem da questão de Português, UEPB 2009, Funções morfossintáticas da palavra QUE
    Revista ISTO É, São Paulo: Editora Três, ano 31, 02 de julho, 2008, p. 60.

    ( ) Os dados revelam decisões políticas para o avanço da inclusão digital na sociedade brasileira.

    ( ) A expressão “Neste prazo” remete ao quantitativo de professores que serão capacitados em informática.

    ( ) O termo “até” funciona no texto como indicação circunstancial que expressa um ponto de chegada da banda larga nas escolas.


    Marque a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 17063d68-de
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UEPB 2009, Interpretação de Textos

    ANGELI, Folha de São Paulo, 11 jun. 2003.


    Na charge acima, a temática do texto é revelada pelos traços da linguagem não-verbal e todo o contexto discursivo. Nesse sentido, pode-se depreender que:


    I - A fala do personagem estabelece uma contradição entre o real e o imaginário.

    II - Os procedimentos de construção subjetiva do autor contribuem para referendar as condições de exclusão social.

    III - O discurso do personagem coloca em cena um enunciador que assume uma posição absurda, gerando um distanciamento marcado pelo contexto.

    IV - A fala irônica do enunciador revela o conflito instaurado pela posição social que o personagem ocupa.


    Analise as proposições acima, e marque a alternativa que corresponde às verdadeiras.

    Escolha uma alternativa para a questão 16fb1a98-de
  • Linguagens

    Espanhol

    Carta de presentación 

    Figura 1 de 2 da questão de Espanhol, Universidade do Estado do Amapá 2009, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Un amigo mío, el dibujante Quino (se llama así pero cuando firma cheques pone Joaquín Lavado), me dijo que tenías mucho interés en contratarnos a mí y a mis amiguitos, Susanita, Felipito, Manolito y Miguelito, para que juntos trabajemos todas las semanas en tu revista. Aceptamos con mucho gusto (…).


    Como me parece que vos y los lectores de la revista querrán conocerme un poco mejor antes de firmar el contrato te envío mi currículum (¿así se escribe?) más o menos completo por que de algunas cosas ya no me acuerdo. ¡Ah!, también te mando algunas fotos de mi álbum de familia que me sacó mi papá, ¡pero devolvémelas!.


    En la vida real yo nací el 15 de marzo de 1962. Mi papá es corredor de seguros, y en casa se entretiene cuidando plantas. Mi mamá es ama de casa. Se conocieron cuando estudiaban juntos en la Facultad, pero después ella abandonó para cuidarme mejor, dice.


    (…)El 22 de septiembre de 1964, Quino me consiguió una recomendación para trabajar en la revista Primera Plana, y en marzo del 65 me llevaron al diario El Mundo.


    Vas a ver que mis amiguitos te van a gustar tanto como a mí. Miguelito es el último que ingresó a la barra. Todos lo queremos mucho y nos hace reír porque piensa siempre las cosas más fantásticas. Claro que es muy chico todavía. Va a un grado menos que nosotros.


    En estos días recibí muchas cartas y llamadas telefónicas preguntándome por mi hermanito. (…) Otros me preguntaron cómo siendo yo tan pesimista en un problema tan grave como el de la paz, creo todavía en los Reyes Magos. Melchor, Gaspar y Baltasar existen porque me lo dijo mi papa, y yo le creo; en cambio sobre la paz tengo todos los días pruebas de que, por ahora, es un cuento. Aprovecho la publicación de esta cartita para enviar un saludo a U-Thant y a los Beatles, a quienes admiro mucho. El pobre secretario, de la ONU tiene muy buenas intenciones, y sería macanudo que le hicieran caso, pero... Pensando en él, comprendo mejor a papá y a mamá. Después de todo, ellos no tienen la culpa de cómo son y cómo viven…


    (…) Me gusta leer, escuchar los noticiosos, mirar la TV (menos las series), jugar al ajedrez, al bowling y a las hamacas. (…)


    Entre las cosas que me no gustan están: primero, la sopa, después, que me pregunten si quiero más a mi papá o a mi mamá, el calor y la violencia. Por eso, cuando sea grande, voy a ser traductora de la ONU. Pero cuando los embajadores se peleen voy a traducir todo lo contrario, para que se entiendan mejor y haya paz de una buena vez.


    Hasta la semana que viene.


    Figura 2 de 2 da questão de Espanhol, Universidade do Estado do Amapá 2009, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Texto fragmentado. Fonte:http://www.clubcultura.com/clubhumor/mafalda/presentacion/carta.htm



    Nota: Mafalda es el nombre de una tira de prensa argentina, desarrollada por el historietista y dibujador Quino(su apodo),desde 1964 a 1973, la cual está protagonizada por la niña homónima, "espejo de la clase media latinoamericana y de la juventud progresista” que se muestra preocupada por la humanidad y la paz mundial, y se rebela contra el mundo legado por sus mayores. Mafalda es muy popular en Latinoamérica en general, España, Italia, Grecia y Francia Ha sido traducida a más de treinta idiomas. (Adaptación de texto de http://es.wikipedia.org/wiki/Mafalda) 

    A frase ‘Claro que es muy chico todavia.’ ( 5º parágrafo), pode ser passada para o português, sem perda de sentido, em:
    Escolha uma alternativa para a questão b9c53b79-db
  • Linguagens

    Espanhol

    Carta de presentación 

    Figura 1 de 2 da questão de Espanhol, Universidade do Estado do Amapá 2009, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Un amigo mío, el dibujante Quino (se llama así pero cuando firma cheques pone Joaquín Lavado), me dijo que tenías mucho interés en contratarnos a mí y a mis amiguitos, Susanita, Felipito, Manolito y Miguelito, para que juntos trabajemos todas las semanas en tu revista. Aceptamos con mucho gusto (…).


    Como me parece que vos y los lectores de la revista querrán conocerme un poco mejor antes de firmar el contrato te envío mi currículum (¿así se escribe?) más o menos completo por que de algunas cosas ya no me acuerdo. ¡Ah!, también te mando algunas fotos de mi álbum de familia que me sacó mi papá, ¡pero devolvémelas!.


    En la vida real yo nací el 15 de marzo de 1962. Mi papá es corredor de seguros, y en casa se entretiene cuidando plantas. Mi mamá es ama de casa. Se conocieron cuando estudiaban juntos en la Facultad, pero después ella abandonó para cuidarme mejor, dice.


    (…)El 22 de septiembre de 1964, Quino me consiguió una recomendación para trabajar en la revista Primera Plana, y en marzo del 65 me llevaron al diario El Mundo.


    Vas a ver que mis amiguitos te van a gustar tanto como a mí. Miguelito es el último que ingresó a la barra. Todos lo queremos mucho y nos hace reír porque piensa siempre las cosas más fantásticas. Claro que es muy chico todavía. Va a un grado menos que nosotros.


    En estos días recibí muchas cartas y llamadas telefónicas preguntándome por mi hermanito. (…) Otros me preguntaron cómo siendo yo tan pesimista en un problema tan grave como el de la paz, creo todavía en los Reyes Magos. Melchor, Gaspar y Baltasar existen porque me lo dijo mi papa, y yo le creo; en cambio sobre la paz tengo todos los días pruebas de que, por ahora, es un cuento. Aprovecho la publicación de esta cartita para enviar un saludo a U-Thant y a los Beatles, a quienes admiro mucho. El pobre secretario, de la ONU tiene muy buenas intenciones, y sería macanudo que le hicieran caso, pero... Pensando en él, comprendo mejor a papá y a mamá. Después de todo, ellos no tienen la culpa de cómo son y cómo viven…


    (…) Me gusta leer, escuchar los noticiosos, mirar la TV (menos las series), jugar al ajedrez, al bowling y a las hamacas. (…)


    Entre las cosas que me no gustan están: primero, la sopa, después, que me pregunten si quiero más a mi papá o a mi mamá, el calor y la violencia. Por eso, cuando sea grande, voy a ser traductora de la ONU. Pero cuando los embajadores se peleen voy a traducir todo lo contrario, para que se entiendan mejor y haya paz de una buena vez.


    Hasta la semana que viene.


    Figura 2 de 2 da questão de Espanhol, Universidade do Estado do Amapá 2009, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Texto fragmentado. Fonte:http://www.clubcultura.com/clubhumor/mafalda/presentacion/carta.htm



    Nota: Mafalda es el nombre de una tira de prensa argentina, desarrollada por el historietista y dibujador Quino(su apodo),desde 1964 a 1973, la cual está protagonizada por la niña homónima, "espejo de la clase media latinoamericana y de la juventud progresista” que se muestra preocupada por la humanidad y la paz mundial, y se rebela contra el mundo legado por sus mayores. Mafalda es muy popular en Latinoamérica en general, España, Italia, Grecia y Francia Ha sido traducida a más de treinta idiomas. (Adaptación de texto de http://es.wikipedia.org/wiki/Mafalda) 

    No fragmento “... para que juntos trabajemos todas las semanas en tu revista.”, 1º parágrafo da Carta de Apresentação de Mafalda, TU se refere:
    Escolha uma alternativa para a questão b9c15450-db
  • Linguagens

    Literatura

    Considere as seguintes afirmações sobre o livro Retrato do artista quando coisa, de Manoel de Barros e, posteriormente assinale a alternativa correta.

    I- Seus poemas manifestam um caráter social bastante acentuado ao falar dos desvalidos, dos peões do Pantanal, comparando-os, metaforicamente, a pedras e insetos.

    II- Sua linguagem apresenta regionalismos e neologismos, evocando, de forma subjetiva, a natureza e o homem como parte dela.

    III- Sua poesia aproxima-se do surrealismo ao retirar as coisas de sua utilidade habitual e ao dar às palavras uso diferente do correntemente atribuído a elas, como no verso "uma brisa me garça".

    IV- Enfoca pequenos seres e objetos inúteis aos olhos do homem urbano – baratas albinas, aranhas dependuradas em gotas de orvalho, dálias secas – resgatando-lhes o valor e alçando-os à condição de matéria poética.
    Escolha uma alternativa para a questão b91b40c0-db
  • Linguagens

    Literatura

    Sobre o livro Relato de um certo oriente, de Miltom Hatoum, é incorreto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão b90c1bf1-db
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado do Amapá 2009, Interpretação de Textos
    Tomando por base o sentido do texto, julgue as proposições abaixo e assinale a alternativa que contém a opção correta.

    I- Há, no texto, dois pontos de vista antagônicos. Um que afirma ser a inveja um sentimento negativo e, como tal, gerador de competitividade e cobiça. Outro que alega ser a inveja um sentimento positivo, desde que não prejudique ninguém e que sirva para o crescimento pessoal. Patrícia Affonso, com base em Cida Medeiros e Priscila Araújo, defende o primeiro em detrimento do segundo.

    II- A autora do texto afirma que a inveja é parte inerente de todo ser humano. Sendo assim, podemos inferir, a partir de considerações da própria autora, que a “inveja boa” deve ser desenvolvida, ao passo que a “inveja má” tem de ser repelida.

    III- Segundo o texto, é uma unanimidade acreditar que, se soubermos dosar, a inveja pode vir a se tornar uma ferramenta para o crescimento, uma vez que ela é estímulo para se buscar aquilo que desejamos ter ou ser.

    IV- Inveja boa e inveja criativa, no texto, são expressões sinônimas. Assim, a inveja boa (ou inveja criativa) serve para dar início a uma série de atitudes benéficas. Ela é como o combustível que nos faz ir atrás de nossos objetivos, desde que não prejudique outras pessoas.
    Escolha uma alternativa para a questão b8fdc290-db