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Questões de Linguagens do ENEM

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Resultados

18.995 questões encontradas. Mostrando a página 782 de 950.

  • 7FB03F19-27

    Espanhol

    Significação Contextual de Palavras e Expressões | Significacción Contextual de Palabras y Expresiones
    PUC - RS · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Espanhol, PUC - RS 2011, Significação Contextual de Palavras e Expressões | Significacción Contextual de Palabras y Expresiones De acuerdo con el texto, las palabras “ocio” ( línea 05); “acudir” ( línea 05) y “oficinas” ( línea 10), pueden ser traducidas al portugués, respectivamente, por

    Escolha uma alternativa para a questão 7fb03f19-27
  • 7DE842A3-27

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    PUC - RS · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Espanhol, PUC - RS 2011, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura INSTRUCCIÓN: Responder a la cuestión 05 con base en las ideas presentes en el texto.

    1. En el medio empresarial suele requerirse el conocimiento de idiomas.

    2. El estilo de vida de ciertos países acarrea éxitos profesionales.

    3. La convivencia con otras culturas redunda en favor de la tolerancia.

    4. La movilidad también se da en el ambiente empresarial.

    5. Las instituciones educativas de países extranjeros ofrecen posibilidades de empleo.

    Están correctas solamente las afirmativas

    Escolha uma alternativa para a questão 7de842a3-27
  • 2A17CDB5-27

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    PUC - RS · 2011Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, PUC - RS 2011, Interpretação de texto | Reading comprehension From the character’s explanation, the most probable answer to the question in lines 18-19 is

    Escolha uma alternativa para a questão 2a17cdb5-27
  • 284D10A3-27

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    PUC - RS · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, PUC - RS 2011, Interpretação de texto | Reading comprehension The dictionary definition for the term “stock” ( line 04) that best fits its use in the text is

    Escolha uma alternativa para a questão 284d10a3-27
  • 2682EC65-27

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    PUC - RS · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, PUC - RS 2011, Interpretação de texto | Reading comprehension Text 2

    Escolha uma alternativa para a questão 2682ec65-27
  • 24BAA923-27

    Inglês

    Adjetivos | Adjectives
    PUC - RS · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, PUC - RS 2011, Adjetivos | Adjectives De acordo com seu uso no texto, pertencem à mesma categoria gramatical os termos da alternativa

    Escolha uma alternativa para a questão 24baa923-27
  • 22F0C463-27

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    PUC - RS · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, PUC - RS 2011, Interpretação de texto | Reading comprehension According to the second paragraph, exercising power can be
    Escolha uma alternativa para a questão 22f0c463-27
  • 220E9A96-27

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    PUC - RS · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, PUC - RS 2011, Interpretação de texto | Reading comprehension According to the text,
    Escolha uma alternativa para a questão 220e9a96-27
  • 1838BD7A-27

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: Para responder à questão 40, leia o excerto do poema denominado “Graciliano Ramos”, de João Cabral de Melo Neto.

    Falo somente com o que falo:
    com as mesmas vinte palavras
    girando ao redor do sol
    que as limpa do que não é faca:
    de toda uma crosta viscosa,
    resto de janta abaianada,
    que fica na lâmina e cega
    seu gosto da cicatriz clara.
    Falo somente do que falo:
    do seco e de suas paisagens,
    Nordestes, debaixo de um sol
    ali do mais quente vinagre:
    que reduz tudo ao espinhaço,
    cresta o simplesmente folhagem,
    folha prolixa, folharada,
    onde possa esconder- se na fraude.
    Falo somente por quem falo:
    por quem existe nesses climas
    condicionados pelo sol,
    pelo gavião e outras rapinas:
    e onde estão os solos inertes
    de tantas condições caatinga
    em que só cabe cultivar
    o que é sinônimo da míngua.
    Falo somente para quem falo:
    quem padece sono de morto
    e precisa um despertador
    acre, como o sol sobre o olho:
    que é quando o sol é estridente,
    a contrapelo, imperioso,
    e bate nas pálpebras como
    se bate numa porta a socos.

    I. O poema de João Cabral dialoga com o imaginário acre e violento presente no livro Vidas Secas, de Graciliano Ramos.

    II. O poema se dirige aos que sofrem com as radicais condições da caatinga nordestina, onde o sol é estridente, atingindo as pálpebras como se bate numa porta a socos.

    III. Apesar de todas as adversidades sertanejas, a natureza local possibilita um momento para cultivar uma multiplicidade de alimentos.

    A(s) afirmativa(s) correta(s) é/são:

    Escolha uma alternativa para a questão 1838bd7a-27
  • 1751E3E8-27

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: Para responder à questão 39, leia o fragmento do conto “A Hora e a Vez de Augusto Matraga”, de João Guimarães Rosa.

    O cavalo de Nhô Augusto obedeceu para diante; as ferraduras tinham e deram fogo no lajeado; e o cavaleiro, em pé nos estribos, trouxe a taca no ar, querendo a figura do velho. Mas o Major piscou, apenas, e encolheu a cabeça, porque mais não era preciso, e os capangas pulavam de cada beirada, e eram só pernas e braços. – Frecha, povo! Desmancha! Já os porretes caíam em cima do cavaleiro, que nem pinotes de matrinxãs na rede. Pauladas na cabeça, nos ombros, nas coxas. Nhô Augusto desceu o corpo e caiu. Ainda se ajoelhou em terra, querendo firmar- se nas mãos, mas isso só lhe serviu para poder ver as caras horríveis dos seus próprios bate- paus, e, no, meio deles, o capiauzinho mongo que amava a mulher- a toa Sariema. E Nhô Augusto fechou os olhos, de gastura, porque ele sabia que capiau de testa peluda, com o cabelo quase nos olhos, é uma raça de homem capaz de guardar o passado em casa, em lugar fresco perto do pote, e ir buscar na rua outras raivas pequenas, tudo para ajuntar à massa- mãe do ódio grande, até chegar o dia de tirar vingança. (...) Puxaram e arrastaram Nhô Augusto, pelo atalho do rancho do Barranco, que ficou sendo um caminho de pragas e judiação. E quando chegaram ao rancho do Barranco, ao fim da légua, o Nhô Augusto já vinha quase que só carregado, meio nu, todo picado de faca, quebrado de pancadas e enlameado grosso, poeira com sangue. Empurraram- no para o chão, e ele nem se moveu. (...) E, aí, quando tudo esteve a ponto, abrasaram o ferro com a marca do gado do Major – que soía ser um triângulo inscrito numa circunferência –, e imprimiram-na, com chiado, chamusco e fumaça, na polpa glútea direita de Nhô Augusto. Mas recuaram todos, num susto, porque Nhô Augusto viveu- se, com um berro e um salto, medonhos.

    Considerando o fragmento acima, todas as afirmativas são corretas, EXCETO:
    Escolha uma alternativa para a questão 1751e3e8-27
  • 166DC5E4-27

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: Para responder à questão 38, ler o excerto do conto “Mineirinho”, de Clarice Lispector, e preencher os parênteses com V (verdadeiro) ou F (falso).

    “É, suponho que é em mim, como um dos representantes de nós, que devo procurar por que está doendo a morte de um facínora. E por que é que mais me adianta contar os treze tiros que mataram Mineirinho do que os seus crimes. Perguntei a minha cozinheira o que pensava sobre o assunto. Vi no seu rosto a pequena convulsão de um conflito, o mal-estar de não entender o que se sente, o de precisar trair sensações contraditórias por não saber como harmonizá- las. Fatos irredutíveis, mas revolta irredutível também, a violenta compaixão da revolta. Sentir- se dividido na própria perplexidade diante de não poder esquecer que Mineirinho era perigoso e já matara demais; e no entanto nós o queríamos vivo. (...) No entanto a primeira lei, a que protege corpo e vida insubstituíveis, é a de que não matarás. Ela é a minha maior garantia: assim não me matam, porque eu não quero morrer, e assim não me deixam matar, porque ter matado será a escuridão para mim. Esta é a lei. Mas há alguma coisa que, se me fez ouvir o primeiro tiro com um alívio de segurança, no terceiro me deixa alerta, no quarto desassossegada, o quinto e o sexto me cobrem de vergonha, o sétimo e o oitavo eu ouço com o coração batendo de horror, no nono e no décimo minha boca está trêmula, no décimo primeiro digo em espanto o nome de Deus, no décimo segundo chamo meu irmão. O décimo terceiro tiro me assassina – porque eu sou o outro. Porque eu quero ser o outro.”

    ( ) O narrador não compreende plenamente por que está sensibilizado com a morte de um facínora que matou muitas pessoas.

    ( ) A cozinheira apresenta- se bastante confortável em discutir a morte do Mineirinho.

    ( ) Ao longo da contagem dos tiros que abateram o criminoso, o narrador vai se apiedando progressivamente, culminando no décimo terceiro tiro, momento em que se coloca no lugar do próprio facínora.

    ( ) A certa altura do conto, o narrador, movido pela lei da sobrevivência, chega a aceitar o extermínio de facínoras como o Mineirinho.

    A sequência correta, de cima para baixo, é

    Escolha uma alternativa para a questão 166dc5e4-27
  • 1585EB63-27

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: Para responder à questão 37, ler o fragmento do poema “A morte do leiteiro”, de Carlos Drummond de Andrade.

    Há pouco leite no país
    é preciso entregá- lo cedo.
    Há muita sede no país,
    é preciso entregá- lo cedo.
    Há no país uma legenda,
    que ladrão se mata com tiro.
    Então o moço que é leiteiro
    de madrugada com sua lata
    sai correndo e distribuindo
    leite bom para gente ruim.
    (...)
    E como a porta dos fundos
    também escondesse gente
    que aspira ao pouco de leite
    disponível em nosso tempo,
    avancemos por esse beco,
    peguemos o corredor,
    depositemos o litro...
    Sem fazer barulho, é claro,
    que barulho nada resolve.
    Meu leiteiro tão sutil
    de passo maneiro e leve,
    antes desliza que marcha.
    É certo que algum rumor
    sempre se faz: passo errado,
    vaso de flor no caminho,
    cão latindo por princípio,
    ou um gato quizilento.
    E há sempre um senhor que acorda,
    resmunga e torna a dormir.

    Mas este entrou em pânico
    (ladrões infestam o bairro),
    não quis saber de mais nada.
    O revólver da gaveta
    saltou para sua mão.
    Ladrão? se pega com tiro.
    Os tiros na madrugada
    liquidaram meu leiteiro.
    Se era noivo, se era virgem,
    se era alegre, se era bom,
    não sei,
    é tarde para saber.
    (...)


    Da garrafa estilhaçada.
    no ladrilho já sereno
    escorre uma coisa espessa
    que é leite, sangue... não sei
    Por entre objetos confusos,
    mal redimidos da noite,
    duas cores se procuram,
    suavemente se tocam,
    amorosamente se enlaçam,
    formando um terceiro tom
    a que chamamos aurora.

    De acordo com o texto, afirma-se:

    I. Em plena madrugada, o leiteiro cumpre um papel fundamental na distribuição de um leite bom que alimenta inclusive gente ruim.

    II. Na sua ríspida e barulhenta marcha, o leiteiro acorda todos que dormem nas casas nas quais o leite é entregue.

    III. De forma premeditada, o morador mata o raivoso leiteiro que se aproxima também para assaltá- lo.

    IV. Devido a um trágico engano, um cidadão inocente é morto no exercício da profissão.

    As afirmativas corretas são, apenas,

    Escolha uma alternativa para a questão 1585eb63-27
  • 14A099D8-27

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - RS · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    O personagem Paulo Honório, presente no romance __________, apresenta- se tomado pelo ódio e pensa em matar a sua própria esposa, Madalena. Este magnífico romance de __________, além de tematizar a violência, também discute o contexto econômico e social da Revolução de 30.

    Escolha uma alternativa para a questão 14a099d8-27
  • 13BC032C-27

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: Para responder à questão 35, leia os textos e as afirmativas que seguem.

    Texto 1

    Era um sonho dantesco... o tombadilho
    Que das luzernas avermelha o brilho
    Em sangue a se banhar.
    Tinir de ferros... estalar do açoite...
    Legiões de homens negros como a noite
    Horrendos a dançar.

    (...)

    E ri- se a orquestra irônica, estridente...
    E da ronda fantástica a serpente
    Faz doudas espirais ...
    Se o velho arqueja, se no chão resvala,
    Ouvem- se gritos... o chicote estala.
    E voam mais e mais...

    Presa nos elos de uma só cadeia,
    A multidão faminta cambaleia
    E chora e dança ali!
    Um de raiva delira, outro enlouquece,
    Outro, que de martírios embrutece,
    Cantando geme e ri!

    No entanto o capitão manda a manobra
    E após, fitando o céu que se desdobra,
    Tão puro sobre o mar,
    Diz, do fumo entre os densos nevoeiros:
    “Vibrai rijo o chicote, marinheiros!
    Fazei- os mais dançar!...”

    (Excertos da quarta parte do poema “O Navio Negreiro”, de Castro Alves)


    Texto 2

    Tudo começou quando a gente conversava
    Naquela esquina ali
    De frente àquela praça
    Veio os homens
    E nos pararam
    Documento por favor
    Então a gente apresentou
    Mas eles não paravam
    Qual é negão? Qual é negão?
    O que que tá pegando?
    Qual é negão? Qual é negão?


    É mole de ver
    Que em qualquer dura
    O tempo passa mais lento pro negão
    Quem segurava com força a chibata
    Agora usa farda
    Engatilha a macaca Escolhe sempre o primeiro
    Negro pra passar na revista
    Pra passar na revista


    Todo camburão tem um pouco de navio negreiro
    Todo camburão tem um pouco de navio negreiro


    (...)

    (Todo camburão tem um pouco de navio negreiro, composição de Marcelo Yuka, do grupo O Rappa, em disco lançado em 1994)

    Com base nos textos, afirma-se:

    I. Já no primeiro verso do texto 1, o eu lírico anteci- pa o teor violento desse trecho do poema ao utilizar a expressão “sonho dantesco”, referência às imagens perturbadoras do Inferno, primeira parte da obra Divina Comédia, de Dante Alighieri.

    II. A canção do grupo O Rappa relaciona a imagem do açoitador do passado com a do policial dos dias de hoje.

    III. Por aclimação, entende-se o esforço do homem tencionando um processo de adaptação, mesmo em circunstâncias desfavoráveis. Ao construir imagens contrastantes (a multidão que, mesmo chorando, dança; o escravo que concomitante- mente geme e ri), Castro Alves, no texto 1, reduz seu grito de denúncia e antevê essa ação de ajustamento dos negros à realidade da escravatura.

    IV. Nos dois textos, há referência ou comparação entre animais e instrumentos que funcionam como armas de opressão frente ao negro.

    As afirmativas corretas são, apenas


    Escolha uma alternativa para a questão 13bc032c-27
  • 12D4667B-27

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: Para responder à questão 34, leia os textos que seguem.

    Texto 1

    (…)

    É bem possível que eu um dia cegue.
    No ardor desta letal tórrida zona,
    A cor do sangue é a cor que me impressiona
    E a que mais neste mundo me persegue!

    Essa obsessão cromática me abate.
    Não sei por que me vêm sempre à lembrança
    O estômago esfaqueado de uma criança
    E um pedaço de víscera escarlate.

    (…)

    Na ascensão barométrica da calma,
    Eu bem sabia, ansiado e contrafeito,
    Que uma população doente do peito
    Tossia sem remédio na minh’alma!

    E o cuspo que essa hereditária tosse
    Golfava, à guisa de ácido resíduo,
    Não era o cuspo só de um indivíduo
    Minado pela tísica precoce.

    (…)

    Imagem da questão de Português, PUC - RS 2011, Interpretação de Textos

    Os versos do excerto e o texto crítico de Alfredo Bosi referem- se a

    Escolha uma alternativa para a questão 12d4667b-27