Questões de Interpretação de Textos com gabarito
9.018 questões de Interpretação de Textos, em Português, da área de Linguagens. Cada questão tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito.
- Filtrando por
- Interpretação de TextosRemover este filtro
Resultados
9.018 questões encontradas. Mostrando a página 307 de 451.
EC67AC06-B9 Tem gerado grande polêmica a simplificação da linguagem de obras de Machado de Assis e de José de Alencar feita pela autora de textos infanto-juvenis Patrícia E. Secco. O pretexto, segundo a escritora, é “levar boa leitura a quem não lê, a jovens e adultos já alfabetizados que não têm acesso ao livro”. Como exemplo dessa simplificação, tem-se a palavra “sagacidade”, empregada por Machado de Assis no conto “O Alienista”, que foi substituída por “esperteza”. Alguns estudiosos argumentam que ambas as palavras não possuem a mesma conotação, pois “sagacidade” remete à perspicácia, à sensatez, enquanto “esperteza” tem, em muitos casos, conotação pejorativa, referindo-se à habilidade maliciosa (“o jeitinho brasileiro”). Baseando-se no exposto acima, assinale a alternativa cuja palavra destacada representa a melhor correspondência sinonímica com a palavra que está entre parênteses.6B65FAF9-B9 Português
Interpretação de TextosUECE · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
Uma das marcas da escrita de João Ubaldo Ribeiro é a estrutura parentética. Assim denominamos um estilo que usa muitas intercalações. Essas intercalações vêm, geralmente, com a marcação gráfica (parênteses ou travessões). Dos exemplos a seguir, assinale aquele que, embora tenha uma marcação gráfica de parágrafo, NÃO é exemplo de estilo parentético.
6B5FDBC8-B9 Português
Figuras de LinguagemUECE · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
No texto há um tom de ironia que se revela em muitos trechos. Abaixo, você verá alguns excertos. Assinale a opção que traz uma expressão NÃO IRÔNICA.
6B59A827-B9 Português
Interpretação de TextosUECE · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
A crônica de João Ubaldo tem uma estrutura curiosa. Escreva V para o que for verdadeiro e F, para o que for falso sobre essa estrutura.
( ) O primeiro enunciado da crônica, que é também o primeiro da introdução (linha 49), expressa a ideia central do texto.
( ) A introdução é interrompida já na linha 49.
( ) Da linha 50 até a linha 58, quando retoma o enunciado introdutório, o enunciador faz uma digressão ou divagação, afastando-se do tema principal do texto.
( ) A introdução de pequenos fatos narrados levanos a entender que o texto, na realidade, não é uma crônica. Ele configura um novo tipo de texto que poderíamos denominar de gênero misto.
( ) A conclusão da crônica começa na linha 147, com o vocábulo “vestibular”. A partir dessa linha, poderíamos ter um novo parágrafo.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
6B551BE8-B9 Português
Interpretação de TextosUECE · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
Quando um torturador diz “Que Deus que nada, porque Deus aqui é nós mesmo” (linhas 38- 39), só NÃO se deve entender ou concluir que
6B52290D-B9 Português
Interpretação de TextosUECE · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
No final do texto, há a sugestão de que
I. no torturado arma-se um embate entre o corpo e a mente.
II. o torturado, no início da tortura, luta para não morrer fisicamente e, no final, anseia por essa morte, que lhe dará alívio.
III. só há duas maneiras de o torturado ver-se livre do sofrimento: morrer fisicamente ou prestar as informações que o torturador deseja.
Estão corretas as complementações contidas em
6B4E9EB2-B9 Português
Interpretação de TextosUECE · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
O dicionário Houaiss eletrônico dá para o vocábulo “suplício” acepções variadas quase todas relacionadas ao sofrimento físico. Já para o substantivo “opróbrio”, as acepções são ligadas ao sofrimento moral e psicológico. Diante do exposto sobre a significação desses dois vocábulos, assinale a assertiva verdadeira.
6B44CB63-B9 Português
Interpretação de TextosUECE · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
Assinale a opção que NÃO expressa com clareza a funcionalidade da tortura.
6B4155D7-B9 Português
Interpretação de TextosUECE · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
O primeiro parágrafo contém elementos que dão ao leitor condição de, partindo da perspectiva do torturador, tirar conclusões acerca da lógica do sistema que tortura e, consequentemente, dos torturadores. Marque V para o que for verdadeiro e F para o que for falso.
( ) Se o preso fala e diz o que o torturador quer saber, não há por que condenar a tortura.
( ) Na relação torturador/torturado, só interessa ao primeiro a confissão do segundo.
( ) A lógica da teoria da funcionalidade da tortura está resumida em uma frase atribuída a Maquiavel: Os fins justificam os meios.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
E22136EA-B8 Português
Figuras de LinguagemUECE · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritosJorge de Lima (*1893, em União-AL †1953, no Rio de Janeiro), poeta, mas também médico e pintor, compôs seus primeiros poemas sob a égide passadista. Em 1925, no entanto, adere ao Modernismo, publicando um folheto intitulado O mundo do menino impossível, onde reúne alguns de seus poemas livres. O ano de 1928 foi o de Essa negra Fulô, talvez sua obra mais lida. O ano de 1935 é marcado por sua conversão ao Catolicismo. Passa, a partir de então, a construir uma obra marcada por uma temática cristã de sentido bíblico e apocalíptico. Em 1952, lança Invenção de Orfeu, um longo poema hermético dividido em 10 partes ou cantos, como Os Lusíadas, de Camões, por meio do qual o poeta, segundo suas palavras, queria modernizar a epopeia clássica. São ainda palavras de Jorge de Lima: “A ideia central desse poema [Invenção de Orfeu] é a epopeia do poeta olhado como herói diante das vicissitudes do mundo através do tempo e do espaço. O que atravessa o poema de ponta a ponta é o drama da Queda. Sem a Queda não haveria história, não haveria Epopeia. O poeta é o seu herói”. O texto 3 que vem a seguir foi extraído desse grande poema intitulado Invenção de Orfeu.(Observação: Orfeu, personagem da mitologia grega, é considerado o músico por excelência, o músico e o poeta. Tocava lira e cítara, da qual teria sido o inventor.)
(LIMA, Jorge de. In: Invenção de Orfeu. Rio deJaneiro: Edições de Ouro, 1967. p. 57-58.)
Assinale a opção que traz um comentário INCORRETO sobre o texto 3.E21E5770-B8 Português
Interpretação de TextosUECE · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritosJorge de Lima (*1893, em União-AL †1953, no Rio de Janeiro), poeta, mas também médico e pintor, compôs seus primeiros poemas sob a égide passadista. Em 1925, no entanto, adere ao Modernismo, publicando um folheto intitulado O mundo do menino impossível, onde reúne alguns de seus poemas livres. O ano de 1928 foi o de Essa negra Fulô, talvez sua obra mais lida. O ano de 1935 é marcado por sua conversão ao Catolicismo. Passa, a partir de então, a construir uma obra marcada por uma temática cristã de sentido bíblico e apocalíptico. Em 1952, lança Invenção de Orfeu, um longo poema hermético dividido em 10 partes ou cantos, como Os Lusíadas, de Camões, por meio do qual o poeta, segundo suas palavras, queria modernizar a epopeia clássica. São ainda palavras de Jorge de Lima: “A ideia central desse poema [Invenção de Orfeu] é a epopeia do poeta olhado como herói diante das vicissitudes do mundo através do tempo e do espaço. O que atravessa o poema de ponta a ponta é o drama da Queda. Sem a Queda não haveria história, não haveria Epopeia. O poeta é o seu herói”. O texto 3 que vem a seguir foi extraído desse grande poema intitulado Invenção de Orfeu.(Observação: Orfeu, personagem da mitologia grega, é considerado o músico por excelência, o músico e o poeta. Tocava lira e cítara, da qual teria sido o inventor.)
(LIMA, Jorge de. In: Invenção de Orfeu. Rio deJaneiro: Edições de Ouro, 1967. p. 57-58.)
Entre os versos 1 e 2, infere-se uma relação semântica deE21B64EA-B8 Português
Interpretação de TextosUECE · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosJorge de Lima (*1893, em União-AL †1953, no Rio de Janeiro), poeta, mas também médico e pintor, compôs seus primeiros poemas sob a égide passadista. Em 1925, no entanto, adere ao Modernismo, publicando um folheto intitulado O mundo do menino impossível, onde reúne alguns de seus poemas livres. O ano de 1928 foi o de Essa negra Fulô, talvez sua obra mais lida. O ano de 1935 é marcado por sua conversão ao Catolicismo. Passa, a partir de então, a construir uma obra marcada por uma temática cristã de sentido bíblico e apocalíptico. Em 1952, lança Invenção de Orfeu, um longo poema hermético dividido em 10 partes ou cantos, como Os Lusíadas, de Camões, por meio do qual o poeta, segundo suas palavras, queria modernizar a epopeia clássica. São ainda palavras de Jorge de Lima: “A ideia central desse poema [Invenção de Orfeu] é a epopeia do poeta olhado como herói diante das vicissitudes do mundo através do tempo e do espaço. O que atravessa o poema de ponta a ponta é o drama da Queda. Sem a Queda não haveria história, não haveria Epopeia. O poeta é o seu herói”. O texto 3 que vem a seguir foi extraído desse grande poema intitulado Invenção de Orfeu.(Observação: Orfeu, personagem da mitologia grega, é considerado o músico por excelência, o músico e o poeta. Tocava lira e cítara, da qual teria sido o inventor.)
(LIMA, Jorge de. In: Invenção de Orfeu. Rio deJaneiro: Edições de Ouro, 1967. p. 57-58.)
Nas duas primeiras estrofes, o eu poéticoE21860DB-B8 Português
Interpretação de TextosUECE · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritosJorge de Lima (*1893, em União-AL †1953, no Rio de Janeiro), poeta, mas também médico e pintor, compôs seus primeiros poemas sob a égide passadista. Em 1925, no entanto, adere ao Modernismo, publicando um folheto intitulado O mundo do menino impossível, onde reúne alguns de seus poemas livres. O ano de 1928 foi o de Essa negra Fulô, talvez sua obra mais lida. O ano de 1935 é marcado por sua conversão ao Catolicismo. Passa, a partir de então, a construir uma obra marcada por uma temática cristã de sentido bíblico e apocalíptico. Em 1952, lança Invenção de Orfeu, um longo poema hermético dividido em 10 partes ou cantos, como Os Lusíadas, de Camões, por meio do qual o poeta, segundo suas palavras, queria modernizar a epopeia clássica. São ainda palavras de Jorge de Lima: “A ideia central desse poema [Invenção de Orfeu] é a epopeia do poeta olhado como herói diante das vicissitudes do mundo através do tempo e do espaço. O que atravessa o poema de ponta a ponta é o drama da Queda. Sem a Queda não haveria história, não haveria Epopeia. O poeta é o seu herói”. O texto 3 que vem a seguir foi extraído desse grande poema intitulado Invenção de Orfeu.(Observação: Orfeu, personagem da mitologia grega, é considerado o músico por excelência, o músico e o poeta. Tocava lira e cítara, da qual teria sido o inventor.)
(LIMA, Jorge de. In: Invenção de Orfeu. Rio deJaneiro: Edições de Ouro, 1967. p. 57-58.)
Compare os dois poemas e atente ao que se diz.I. O poema de Jorge de Lima é direcionado para o plano do espírito, enquanto o de Guilherme de Almeida é direcionado para o plano dos sentimentos.II. O poema de Jorge de Lima tem uma dicção universal, enquanto o de Guilherme de Almeida desenvolve-se em uma linha particular, intimista.III. O poema de Jorge de Lima traz uma mensagem de aceitação e fé; o de Guilherme de Almeida, uma mensagem de ceticismo e desânimo.Está correto o que se diz emE215B57A-B8 Português
Interpretação de TextosUECE · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosJorge de Lima (*1893, em União-AL †1953, no Rio de Janeiro), poeta, mas também médico e pintor, compôs seus primeiros poemas sob a égide passadista. Em 1925, no entanto, adere ao Modernismo, publicando um folheto intitulado O mundo do menino impossível, onde reúne alguns de seus poemas livres. O ano de 1928 foi o de Essa negra Fulô, talvez sua obra mais lida. O ano de 1935 é marcado por sua conversão ao Catolicismo. Passa, a partir de então, a construir uma obra marcada por uma temática cristã de sentido bíblico e apocalíptico. Em 1952, lança Invenção de Orfeu, um longo poema hermético dividido em 10 partes ou cantos, como Os Lusíadas, de Camões, por meio do qual o poeta, segundo suas palavras, queria modernizar a epopeia clássica. São ainda palavras de Jorge de Lima: “A ideia central desse poema [Invenção de Orfeu] é a epopeia do poeta olhado como herói diante das vicissitudes do mundo através do tempo e do espaço. O que atravessa o poema de ponta a ponta é o drama da Queda. Sem a Queda não haveria história, não haveria Epopeia. O poeta é o seu herói”. O texto 3 que vem a seguir foi extraído desse grande poema intitulado Invenção de Orfeu.(Observação: Orfeu, personagem da mitologia grega, é considerado o músico por excelência, o músico e o poeta. Tocava lira e cítara, da qual teria sido o inventor.)
(LIMA, Jorge de. In: Invenção de Orfeu. Rio deJaneiro: Edições de Ouro, 1967. p. 57-58.)
Assinale a opção que traz corretamente a ideia geral do poema, representada em uma oposição básica.E2131A85-B8 Português
Coesão e coerênciaUECE · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
(Guilherme de Almeida. In Acaso.)
Os termos que compõem a primeira estrofe do texto 2 (quatro versos que formam um único período) foram deslocados. Assinale a única alteração que muda o sentido original dos versos.E21069F0-B8 Português
Colocação PronominalUECE · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
(Guilherme de Almeida. In Acaso.)
Atente aos dois versos finais do poema e ao que se diz sobre eles.I. O verbo ir, no pretérito perfeito (foram), foi usado no interior do verso 13 (linha 89) e no início do verso 14 (linha 90), constituindo uma figura de linguagem que tem função textual: reforçar o sentido do verbo ir, sugerindo que os ideais do eu poético se foram de vez, sem possibilidade de retorno.II. O verbo ir (foram) vem acompanhado do pronome se, primeiro, em posição proclítica, depois, em posição enclítica. Esse pronome não tem função sintática, mas função textual. O pronome repetido é mais um recurso que reforça o desengano do sujeito lírico.III. Os dois diminutivos do texto – pequenino e barquinhos – indicam apenas dimensão. De fato, os braços de uma criança são realmente pequenos.Está correto o que se diz somente emE20DD3CB-B8 Português
Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)UECE · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
(Guilherme de Almeida. In Acaso.)
Geralmente o binarismo do plano do conteúdo é revelado no plano da expressão. Assinale a opção em que o binarismo do conteúdo do poema NÃO se reflete no nível da forma.E20902C9-B8 Português
Figuras de LinguagemUECE · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
(Guilherme de Almeida. In Acaso.)
Em relação às ideias do poema, escreva V para o que for verdadeiro e F para o que for falso.( ) Nas duas primeiras estrofes do poema, a voz que se ouve é a do menino. Nas duas últimas, a voz do adulto.( ) Na primeira estrofe, o vocábulo “chuva” deve ser lido como uma metáfora para pranto.( ) Nos dois primeiros versos, o poeta trabalhou as percepções tátil, visual, olfativa e auditiva.( ) No sintagma “vento fino”, há uma combinação inusitada entre o substantivo “vento” e o adjetivo “fino”. Essa combinação substitui o clichê “vento frio”. As duas expressões se misturam em nossa mente, levando-nos a sentir com mais intensidade o que diz o texto.Está correta, de cima para baixo, a sequência seguinte:E2062B74-B8 Português
Interpretação de TextosUECE · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
(Guilherme de Almeida. In Acaso.)
O poema de Guilherme de Almeida, “Barcos de Papel”, estrutura-se binariamente. Assinale a opção cujo dualismo NÃO se encontra no poema.E200EE05-B8 Português
Coesão e coerênciaUECE · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

Ficha técnica do texto “Comunicação e
alteridade”:
Associação Imagem Comunitária
Concepção: Beatriz Bretas, Samuel Andrade e
Victor Guimarães
Redação: Victor Guimarães
Na coluna 1, encontram-se palavras ou expressões que, no texto, são retomadas pelas palavras e expressões que estão na coluna 2. Numere a coluna 2 de acordo com a 1.Coluna 1 Coluna 21. “alteridade” (linha 9) ( ) (perceber) “as relações de alteridade [...]”2. “as relações de ( ) “um processo semelhante”alteridade” (linha 14)
3. “um processo contínuo ( ) “a palavra alteridade”de diferenciação” (linhas39-40)4. “um processo [que é ( ) “O processo de produção daspermeado...]” (linhas identidades e das diferenças”56-57)
5. “muitos conflitos” (linha 74)
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência: