Questões de Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto com gabarito

5.815 questões de Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto, em Português, da área de Linguagens. Cada questão tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito.

Resultados

5.815 questões encontradas. Mostrando a página 232 de 291.

  • 02D73945-DB

    Português

    Figuras de Linguagem
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão

    Imagem da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2012, Figuras de Linguagem
    Machado de Assis, A mão e a luva
    Considere os seguintes traços de estilo:

    I. Evidência de metáforas na composição do discurso descritivo.
    II. Marca linguística que denuncia a presença do interlocutor no texto.
    III. Sinais explícitos de reflexão metalinguística, ou seja, discurso que tematiza o próprio fazer literário.

    No texto,
    Escolha uma alternativa para a questão 02d73945-db
  • 02D3DA1C-DB

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão

    Imagem da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2012, Interpretação de Textos
    Machado de Assis, A mão e a luva
    Considerado o contexto, todas as alternativas explicam adequadamente a expressão extraída do fragmento, EXCETO:
    Escolha uma alternativa para a questão 02d3da1c-db
  • 02CFB6C8-DB

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão

    Imagem da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2012, Interpretação de Textos
    Machado de Assis, A mão e a luva
    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 02cfb6c8-db
  • 02B9794E-DB

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão

    Imagem da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2012, Interpretação de Textos
    Adaptado de Chega de saudade, de Ruy Castro
    Considere as seguintes afirmações:

    I. O texto faz implicitamente uma crítica ao Carnaval dos nossos tempos, concentrados no luxo televisivo e espetacular das dispendiosas escolas de samba.
    II. O narrador observa, nostalgicamente, velhos tempos carnavalescos da cidade carioca, quando imperava a alegria das marchinhas e do Carnaval de rua.
    III. A leveza das letras e ritmo das marchinhas são contrapostos a um ritmo pesado e nada leve dos sambas-enredo atuais.

    Assinale:
    Escolha uma alternativa para a questão 02b9794e-db
  • 02AFE737-DB

    Português

    Artigos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão

    Imagem da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2012, Artigos
    Adaptado de Chega de saudade, de Ruy Castro
    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 02afe737-db
  • 02A7E9CE-DB

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão

    Imagem da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2012, Coesão e coerência
    Adaptado de Chega de saudade, de Ruy Castro
    Assinale a alternativa INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 02a7e9ce-db
  • 9C8B1E76-BA

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos

    Sobre a origem da poesia


    Imagem da questão de Português, UERJ 2012, Interpretação de Textos

    Mais perto do senso comum, (l. 25)


    A expressão que inicia o trecho transcrito acima introduz uma comparação em relação ao comentário anterior, feito por Décio Pignatari.

    O emprego da expressão comparativa revela que o autor considera o exemplo dos filmes de cowboy como algo que teria a seguinte caracterização:
    Escolha uma alternativa para a questão 9c8b1e76-ba
  • 9C8704E8-BA

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos

    Sobre a origem da poesia


    Imagem da questão de Português, UERJ 2012, Interpretação de Textos

    Pode ser que essas suposições tenham algo de utópico, (l. 17)


    Neste fragmento, a expressão em destaque é empregada para formar um conhecido recurso da argumentação.

    Esse recurso pode ser definido como:
    Escolha uma alternativa para a questão 9c8704e8-ba
  • 9C802C56-BA

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2012, Interpretação de Textos

    O quadro produz um estranhamento em relação ao que se poderia esperar de um pintor que observa um modelo para sua obra.

    Esse estranhamento contribui para a reflexão principalmente sobre o seguinte aspecto da criação artística:
    Escolha uma alternativa para a questão 9c802c56-ba
  • B04015AB-B7

    Português

    Coesão e coerência
    UECE · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 

    O conto que vem a seguir é classificado como fantástico. O conto fantástico se constitui de uma narrativa em que se chocam o plano do natural e o plano do sobrenatural (vocábulo que indica somente o que não é natural, não tem conotação religiosa). Nesse conflito, o âmbito do sobrenatural invade o âmbito do natural, geralmente desestruturando-o. O desfecho de uma narrativa fantástica não deve proporcionar, ao contrário do desfecho da narrativa de mistério, um esclarecimento, no texto, para o fato sobrenatural.

    A LUA
    Seja aquela uma noite solitária, e não digna de louvor.” (Jó, III, 7)

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2012, Coesão e coerência
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2012, Coesão e coerência
    Murilo Rubião. Contos reunidos. p. 133-135.
    Atente ao que se diz sobre “O invisível andava pelas minhas mãos” (linha 87-88).

    I. Há, no enunciado em destaque, um desvio no nível textual quando se atribui ao “invisível” a faculdade de andar.
    II. Construiu-se em “O invisível andava pelas minhas mãos” uma metáfora de grande alcance sensorial.
    III. Com o processo descrito anteriormente, ocorreu uma intensificação da sensação tátil. Mas, como é o “invisível” que se torna palpável, há uma ênfase na dificuldade de, no meio da escuridão, a personagem narradora visualizar Cris, apesar de ela sentir que ele deve estar por perto.

    Está correto o que se diz em
    Escolha uma alternativa para a questão b04015ab-b7
  • B03AEADD-B7

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 

    O conto que vem a seguir é classificado como fantástico. O conto fantástico se constitui de uma narrativa em que se chocam o plano do natural e o plano do sobrenatural (vocábulo que indica somente o que não é natural, não tem conotação religiosa). Nesse conflito, o âmbito do sobrenatural invade o âmbito do natural, geralmente desestruturando-o. O desfecho de uma narrativa fantástica não deve proporcionar, ao contrário do desfecho da narrativa de mistério, um esclarecimento, no texto, para o fato sobrenatural.

    A LUA
    Seja aquela uma noite solitária, e não digna de louvor.” (Jó, III, 7)

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2012, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2012, Interpretação de Textos
    Murilo Rubião. Contos reunidos. p. 133-135.
    O texto literário possibilita mais de uma leitura: uma no plano superficial e outra ou outras no plano mais profundo. Apliquemos esta teoria no texto em estudo. Quando o narrador-personagem mata Cris, sai do corpo do morto a lua. Atente ao que se diz sobre o fenômeno.

    I. Uma leitura mais superficial do texto indicaria que o surgimento da lua nas mãos de Cris supriria a falta de luz naquela rua.
    II. Uma leitura mais profunda do texto seria no campo simbólico: a lua representaria a transformação, o crescimento, a passagem da vida à morte.

    Sobre as declarações acima, pode-se afirmar corretamente que
    Escolha uma alternativa para a questão b03aeadd-b7
  • B0377C12-B7

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 

    O conto que vem a seguir é classificado como fantástico. O conto fantástico se constitui de uma narrativa em que se chocam o plano do natural e o plano do sobrenatural (vocábulo que indica somente o que não é natural, não tem conotação religiosa). Nesse conflito, o âmbito do sobrenatural invade o âmbito do natural, geralmente desestruturando-o. O desfecho de uma narrativa fantástica não deve proporcionar, ao contrário do desfecho da narrativa de mistério, um esclarecimento, no texto, para o fato sobrenatural.

    A LUA
    Seja aquela uma noite solitária, e não digna de louvor.” (Jó, III, 7)

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2012, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2012, Interpretação de Textos
    Murilo Rubião. Contos reunidos. p. 133-135.
    Alguns dos motivos mais explorados no conto fantástico estão relacionados abaixo. Assinale o que foi explorado no conto em pauta.
    Escolha uma alternativa para a questão b0377c12-b7
  • B0326F18-B7

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 

    O conto que vem a seguir é classificado como fantástico. O conto fantástico se constitui de uma narrativa em que se chocam o plano do natural e o plano do sobrenatural (vocábulo que indica somente o que não é natural, não tem conotação religiosa). Nesse conflito, o âmbito do sobrenatural invade o âmbito do natural, geralmente desestruturando-o. O desfecho de uma narrativa fantástica não deve proporcionar, ao contrário do desfecho da narrativa de mistério, um esclarecimento, no texto, para o fato sobrenatural.

    A LUA
    Seja aquela uma noite solitária, e não digna de louvor.” (Jó, III, 7)

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2012, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2012, Interpretação de Textos
    Murilo Rubião. Contos reunidos. p. 133-135.
    O andar firme e em linha reta em certa noite; a chegada à rua do meretrício; as paradas diante dos portões e as espiadelas pelas janelas são ações que permitem afirmar que Cris
    Escolha uma alternativa para a questão b0326f18-b7
  • B02EABAD-B7

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 

    O conto que vem a seguir é classificado como fantástico. O conto fantástico se constitui de uma narrativa em que se chocam o plano do natural e o plano do sobrenatural (vocábulo que indica somente o que não é natural, não tem conotação religiosa). Nesse conflito, o âmbito do sobrenatural invade o âmbito do natural, geralmente desestruturando-o. O desfecho de uma narrativa fantástica não deve proporcionar, ao contrário do desfecho da narrativa de mistério, um esclarecimento, no texto, para o fato sobrenatural.

    A LUA
    Seja aquela uma noite solitária, e não digna de louvor.” (Jó, III, 7)

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2012, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2012, Interpretação de Textos
    Murilo Rubião. Contos reunidos. p. 133-135.
    Observe as referências a Cris: “nunca se inquietava com o que poderia estar se passando em torno dele.” (linhas 75-76); “Cris, sereno e desembaraçado, locomovia-se facilmente.” (linhas 88-89); “Tinha a impressão de que os olhava com ternura antes de livrar-se deles.” (linhas 98-100); “Do seu corpo magro saiu a lua.” (linhas 138-139).

    Essas referências caracterizam Cris como
    Escolha uma alternativa para a questão b02eabad-b7
  • B029A239-B7

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 

    O conto que vem a seguir é classificado como fantástico. O conto fantástico se constitui de uma narrativa em que se chocam o plano do natural e o plano do sobrenatural (vocábulo que indica somente o que não é natural, não tem conotação religiosa). Nesse conflito, o âmbito do sobrenatural invade o âmbito do natural, geralmente desestruturando-o. O desfecho de uma narrativa fantástica não deve proporcionar, ao contrário do desfecho da narrativa de mistério, um esclarecimento, no texto, para o fato sobrenatural.

    A LUA
    Seja aquela uma noite solitária, e não digna de louvor.” (Jó, III, 7)

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2012, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2012, Interpretação de Textos
    Murilo Rubião. Contos reunidos. p. 133-135.
    O conto apresenta uma série de indefinições: não se sabe quem é a personagem narradora nem o Cris; também não se sabe o motivo de o narrador segui-lo e, por fim, matá-lo. Com essas lacunas o locutor tem a intenção de obscurecer os limites entre o real e o sobrenatural, e

    I. atingir o leitor que será levado a confundir ficção com mentira.
    II. dar oportunidade ao leitor de preencher as lacunas e, assim, fazê-lo assumir a função de coenunciador.
    III. aumentar o suspense e dar força ao fantástico.

    Completa corretamente a afirmação o que se diz em
    Escolha uma alternativa para a questão b029a239-b7
  • B0259186-B7

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 

    O conto que vem a seguir é classificado como fantástico. O conto fantástico se constitui de uma narrativa em que se chocam o plano do natural e o plano do sobrenatural (vocábulo que indica somente o que não é natural, não tem conotação religiosa). Nesse conflito, o âmbito do sobrenatural invade o âmbito do natural, geralmente desestruturando-o. O desfecho de uma narrativa fantástica não deve proporcionar, ao contrário do desfecho da narrativa de mistério, um esclarecimento, no texto, para o fato sobrenatural.

    A LUA
    Seja aquela uma noite solitária, e não digna de louvor.” (Jó, III, 7)

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2012, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2012, Interpretação de Textos
    Murilo Rubião. Contos reunidos. p. 133-135.
    Observe o que se diz sobre a técnica da narrativa em foco.

    I. A narrativa é feita em primeira pessoa, por um narrador que, sendo também personagem, narra somente de sua perspectiva. A narrativa em primeira pessoa é apropriada ao conto fantástico porque quem narra é a mesma pessoa que viveu o episódio narrado. Não o ouviu de terceiros.
    II. A narrativa é feita por um narrador personagem onisciente, que penetra no interior das outras personagens e consegue ler seus pensamentos. Essa técnica narrativa não é apropriada ao conto fantástico, uma vez que o narrador, sendo consciente de tudo, sabe qual o mistério que dá sustentação ao sobrenatural.
    III. A narração é feita da perspectiva da personagem não-narradora. Essa personagem, participando dos acontecimentos, segue as outras personagens e pode narrar tudo o que elas fazem e até prever o que estão escondendo e guardando para ser revelado somente no final, o que aumenta a sensação do mistério.

    Está correto o que se diz somente em
    Escolha uma alternativa para a questão b0259186-b7
  • B0218B90-B7

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 

    O conto que vem a seguir é classificado como fantástico. O conto fantástico se constitui de uma narrativa em que se chocam o plano do natural e o plano do sobrenatural (vocábulo que indica somente o que não é natural, não tem conotação religiosa). Nesse conflito, o âmbito do sobrenatural invade o âmbito do natural, geralmente desestruturando-o. O desfecho de uma narrativa fantástica não deve proporcionar, ao contrário do desfecho da narrativa de mistério, um esclarecimento, no texto, para o fato sobrenatural.

    A LUA
    Seja aquela uma noite solitária, e não digna de louvor.” (Jó, III, 7)

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2012, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2012, Interpretação de Textos
    Murilo Rubião. Contos reunidos. p. 133-135.
    Faz parte da teoria do conto a ideia de que esse tipo de narrativa não permite os excessos; se aparecer um detalhe aparentemente sem importância, ele terá uma função em algum momento do texto. Por exemplo: se uma espingarda aparecer encostada a um canto, pode-se ter certeza de que ela vai disparar. No conto em pauta, essa teoria se confirma por meio do aparecimento do(a,s)
    Escolha uma alternativa para a questão b0218b90-b7
  • B01DBFD4-B7

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 

    O conto que vem a seguir é classificado como fantástico. O conto fantástico se constitui de uma narrativa em que se chocam o plano do natural e o plano do sobrenatural (vocábulo que indica somente o que não é natural, não tem conotação religiosa). Nesse conflito, o âmbito do sobrenatural invade o âmbito do natural, geralmente desestruturando-o. O desfecho de uma narrativa fantástica não deve proporcionar, ao contrário do desfecho da narrativa de mistério, um esclarecimento, no texto, para o fato sobrenatural.

    A LUA
    Seja aquela uma noite solitária, e não digna de louvor.” (Jó, III, 7)

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2012, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2012, Interpretação de Textos
    Murilo Rubião. Contos reunidos. p. 133-135.
    O conto fantástico, mais do que o conto realista, precisa de uma ambientação adequada que dê sustentação ao mistério. Marque a única opção que NÃO traz elementos que entraram na construção do cenário fantástico do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão b01dbfd4-b7
  • B0193E0D-B7

    Português

    Coesão e coerência
    UECE · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto

    CINEMA

    Figura 1 de 3 da questão de Português, UECE 2012, Coesão e coerência
    Figura 2 de 3 da questão de Português, UECE 2012, Coesão e coerênciaFigura 3 de 3 da questão de Português, UECE 2012, Coesão e coerência
    Nélson Werneck Sodré. Síntese de História da Cultura Brasileira. Extraído da 15ª edição, de 1988. p. 79-80; 91-92. Texto adaptado.
    Observe que, no último parágrafo, o enunciador repete a expressão “Por longos e longos decênios”. Emprega-a três vezes no início de períodos seguidos e uma quarta vez no meio de outro período. Essa insistente repetição só NÃO pode ser considerada um recurso para enfatizar
    Escolha uma alternativa para a questão b0193e0d-b7
  • B013E741-B7

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto

    CINEMA

    Figura 1 de 3 da questão de Português, UECE 2012, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 3 da questão de Português, UECE 2012, Interpretação de TextosFigura 3 de 3 da questão de Português, UECE 2012, Interpretação de Textos
    Nélson Werneck Sodré. Síntese de História da Cultura Brasileira. Extraído da 15ª edição, de 1988. p. 79-80; 91-92. Texto adaptado.
    Nas linhas 12 e 13, o locutor emprega dois modalizadores: “pode (ser)” e “deve (ser)”. Atente ao que se diz sobre esse uso.

    I. Com o uso do “pode (ser)”, o locutor expressa possibilidade; com o uso do “deve (ser)”, indica obrigatoriedade.
    II. O emprego dessas duas expressões modalizadoras, do modo como aparecem no texto, é um recurso linguístico para valorizar a segunda: “deve (ser)”.
    III. Expressões como a primeira atenuam a responsabilidade do locutor; expressões como a segunda maximizam a responsabilidade do locutor.

    Está correto o que se diz em
    Escolha uma alternativa para a questão b013e741-b7