Português
Interpretação de TextosUECE · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

5.815 questões de Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto, em Português, da área de Linguagens. Cada questão tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito.
5.815 questões encontradas. Mostrando a página 233 de 291.








Texto 3
O meu guri



Texto 3
O meu guri



Texto 3
O meu guri



Texto 3
O meu guri



Texto 2
(O texto 2 foi extraído da obra Capitães da areia, de Jorge Amado, que conta a triste história de um grupo de crianças e adolescentes que vivem na rua, conhecidos como “capitães da areia”. À noite, recolhem-se para dormir num velho trapiche abandonado. O grupo pratica pequenos furtos para sobreviver, e seus membros se unem para defender-se da perseguição da polícia. Quando presos, são encaminhados para reformatórios, onde sofrem toda sorte de abusos.
O grupo, formado somente de meninos, recebeu, um dia, uma menina chamada Dora, de treze para catorze anos, cuja mãe morrera. Com o irmão, Zé Fuinha, ela foi para a rua, onde conheceu a turma dos Capitães da Areia e nela se integrou. Dora, uma menina loura e bonita, disposta para o trabalho, acabou conquistando todos: era mãe para os pequenos, e amiga e irmã para os mais velhos, alguns dos quais se apaixonaram por ela. Mas ela amava mesmo era o chefe dos Capitães, o valente Pedro Bala. Presa e recolhida a um orfanato, até que o namorado a resgatasse e a levasse para o velho trapiche, adoeceu e morreu. Horas antes de morrer, pediu a Pedro Bala que a fizesse mulher. Ele hesitou porque a via muito doente, mas, por fim, atendeu ao seu pedido. Na manhã seguinte, ela estava morta.
O capítulo que você vai ler narra a reação desesperada de Pedro Bala logo depois que levam o corpo de sua amada para alto mar, onde finalmente repousará.)


Texto 2
(O texto 2 foi extraído da obra Capitães da areia, de Jorge Amado, que conta a triste história de um grupo de crianças e adolescentes que vivem na rua, conhecidos como “capitães da areia”. À noite, recolhem-se para dormir num velho trapiche abandonado. O grupo pratica pequenos furtos para sobreviver, e seus membros se unem para defender-se da perseguição da polícia. Quando presos, são encaminhados para reformatórios, onde sofrem toda sorte de abusos.
O grupo, formado somente de meninos, recebeu, um dia, uma menina chamada Dora, de treze para catorze anos, cuja mãe morrera. Com o irmão, Zé Fuinha, ela foi para a rua, onde conheceu a turma dos Capitães da Areia e nela se integrou. Dora, uma menina loura e bonita, disposta para o trabalho, acabou conquistando todos: era mãe para os pequenos, e amiga e irmã para os mais velhos, alguns dos quais se apaixonaram por ela. Mas ela amava mesmo era o chefe dos Capitães, o valente Pedro Bala. Presa e recolhida a um orfanato, até que o namorado a resgatasse e a levasse para o velho trapiche, adoeceu e morreu. Horas antes de morrer, pediu a Pedro Bala que a fizesse mulher. Ele hesitou porque a via muito doente, mas, por fim, atendeu ao seu pedido. Na manhã seguinte, ela estava morta.
O capítulo que você vai ler narra a reação desesperada de Pedro Bala logo depois que levam o corpo de sua amada para alto mar, onde finalmente repousará.)


Marque V ou F conforme seja verdadeiro ou falso o que se diz sobre o texto.
( ) O primeiro parágrafo (linhas 87-95) é independente em relação ao restante do texto, no entanto os outros parágrafos retomam direta ou indiretamente as informações por ele passadas.
( ) O primeiro parágrafo é importante na medida em que oferece elementos que indiretamente irão valorizar Dora.
( ) A narrativa é feita em terceira pessoa, mas, entre as linhas 106 e 120, encontra-se o discurso indireto livre — uma forma de valorizar a posição da personagem e dar mais credibilidade à palavra que revela o interior dela.
( ) Dora teve o direito de virar estrela apenas porque muito amou Pedro Bala, que era para ela um herói. Era como se ela ocupasse o lugar dele.
( ) Pedro Bala estava determinado a buscar a morte, mas não teve coragem de ir até o fim.
Está correta, de cima para baixo, a sequência seguinte:
Texto 1
Cem anos de Jorge Amado, o contador de histórias
Por Rachel Bertol, no Valor Econômico


Texto 1
Cem anos de Jorge Amado, o contador de histórias
Por Rachel Bertol, no Valor Econômico


Atente aos comentários feitos entre as linhas 58 e 63, e ao que se pode concluir deles.
I. O cinema é uma arte menor.
II. Foi perniciosa a influência do cinema sobre a literatura.
III. O cinema enfatiza a história.
Está correto o que se diz em
Texto 1
Cem anos de Jorge Amado, o contador de histórias
Por Rachel Bertol, no Valor Econômico


Considerando-se a abordagem do texto sobre os problemas enfrentados pela crítica literária, estabelecem-se as seguintes conclusões:
I. Determinar as consequências da centralização da literatura na história.
II. Mensurar a influência do partido comunista sobre o sucesso dos escritores a ele filiados.
III. Demarcar os limites entre a boa literatura que traz ingredientes populares e a literatura que peca pelo apelo ao popular.
Está correto o que se diz apenas em
Texto 1
Cem anos de Jorge Amado, o contador de histórias
Por Rachel Bertol, no Valor Econômico


O texto trabalha com algumas bipolaridades. Escreva V ou F conforme a polaridade esteja ou não no texto.
( ) literatura realista vs. literatura não realista
( ) paixão vs. frieza dos leitores
( ) criação de personagens marcantes vs. não criação de personagens marcantes
( ) literatura popular vs. literatura não popular
( ) gosto popular vs. opinião da crítica
Está correta, de cima para baixo, a seguinte
sequência:
Contextualização para o texto III
(Ronald de Carvalho foi um dos escritores brasileiros que tiveram participação ativa na famigerada Semana de Arte Moderna, na qual pronunciou a conferência intitulada “A pintura e escultura moderna no Brasil”. Era um poeta de tendência conservadora, “indeciso entre o Simbolismo e o Parnasianismo”, conforme diz Agripino Grieco e como denunciam suas duas primeiras obras — Luz Gloriosa e Poemas e sonetos. Em 1922, porém, publica Epigramas Irônicos e Sentimentais, onde se pode encontrar uma teoria do verso moderno. Segundo Júlio de Carvalho, Ronald de Carvalho mostra, nessa obra, haver adquirido “consciência de que o poeta rompe em cada poema com uma série de códigos: o da língua, o da arte poética, etc.”.)Ronald de Carvalho foi um dos escritores brasileiros que tiveram participação ativa na famigerada Semana de Arte Moderna, na qual pronunciou a conferência intitulada “A pintura e escultura moderna no Brasil”. Era um poeta de tendência conservadora, “indeciso entre o Simbolismo e o Parnasianismo”, conforme diz Agripino Grieco e como denunciam suas duas primeiras obras — Luz Gloriosa e Poemas e sonetos. Em 1922, porém, publica Epigramas Irônicos e Sentimentais, onde se pode encontrar uma teoria do verso moderno. Segundo Júlio de Carvalho, Ronald de Carvalho mostra, nessa obra, haver adquirido “consciência de que o poeta rompe em cada poema com uma série de códigos: o da língua, o da arte poética, etc.”.)
TEXTO III
Contextualização para o texto III
(Ronald de Carvalho foi um dos escritores brasileiros que tiveram participação ativa na famigerada Semana de Arte Moderna, na qual pronunciou a conferência intitulada “A pintura e escultura moderna no Brasil”. Era um poeta de tendência conservadora, “indeciso entre o Simbolismo e o Parnasianismo”, conforme diz Agripino Grieco e como denunciam suas duas primeiras obras — Luz Gloriosa e Poemas e sonetos. Em 1922, porém, publica Epigramas Irônicos e Sentimentais, onde se pode encontrar uma teoria do verso moderno. Segundo Júlio de Carvalho, Ronald de Carvalho mostra, nessa obra, haver adquirido “consciência de que o poeta rompe em cada poema com uma série de códigos: o da língua, o da arte poética, etc.”.)Ronald de Carvalho foi um dos escritores brasileiros que tiveram participação ativa na famigerada Semana de Arte Moderna, na qual pronunciou a conferência intitulada “A pintura e escultura moderna no Brasil”. Era um poeta de tendência conservadora, “indeciso entre o Simbolismo e o Parnasianismo”, conforme diz Agripino Grieco e como denunciam suas duas primeiras obras — Luz Gloriosa e Poemas e sonetos. Em 1922, porém, publica Epigramas Irônicos e Sentimentais, onde se pode encontrar uma teoria do verso moderno. Segundo Júlio de Carvalho, Ronald de Carvalho mostra, nessa obra, haver adquirido “consciência de que o poeta rompe em cada poema com uma série de códigos: o da língua, o da arte poética, etc.”.)
TEXTO III
TEXTO II

Leia o que se diz sobre alguns elementos do texto.
I. O pronome eles (Linha 159) refere-se à expressão essa gente (Linhas 157-158), por meio de uma relação ideológica.
II. O pronome isso (Linha 167) refere-se ao vocábulo justo (Linha 167).
III. Na expressão maldades moças (Linha 170), moças funciona como determinante de maldades.
Está correto o que se afirma em
TEXTO II

TEXTO II

TEXTO II
