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Disciplina · Linguagens

Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 10.965 questões
  • 95 assuntos

Resultados: 10.965 questões

Página 116 de 549

  • Linguagens

    Português

    Assinale a alternativa em que a palavra sublinhada tem a mesma função sintática do termo destacado em: Há folhas no meu coração (verso 13).
    Escolha uma alternativa para a questão 35241de6-fc
  • Linguagens

    Português

    Assinale a alternativa em que a função sintática do termo sublinhado equivale ao valor da oração destacada no período: É preciso se desconectar da realidade.
    Escolha uma alternativa para a questão 3529914b-fc
  • Linguagens

    Português

    A oração destacada em: O que me interessa aqui é uma oração __________ cujo termo introdutório tem como função sintática __________.
    Escolha uma alternativa para a questão 352cfe62-fc
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: As questões de 16 a 22 devem ser respondidas com base no texto abaixo. Leia atentamente todo o texto antes de responder a elas.

    Figura 1 de 3 da questão de Português, UFMG 2006, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 3 da questão de Português, UFMG 2006, Interpretação de Textos
    Figura 3 de 3 da questão de Português, UFMG 2006, Interpretação de Textos

    Assinale a alternativa em que a passagem transcrita NÃO exemplifica a submissão da sociedade neoliberal ao mercado.
    Escolha uma alternativa para a questão 352f2940-63
  • Linguagens

    Português

    No período: Tenho uma convicção crescente de que os anos não acabam mais, a oração destacada é uma subordinada substantiva:
    Escolha uma alternativa para a questão 35301e47-fc
  • Linguagens

    Português

    Este é um trecho do conto A terceira margem do rio, de João Guimarães Rosa. Neste trecho, o narrador descreve o momento em que o pai, de posse de sua canoa, se despede da família.

    Imagem da questão de Português, UEMG 2011, Interpretação de Textos

    A variação linguística negritada nesse trecho do conto é responsável por
    Escolha uma alternativa para a questão 353a0dd4-0e
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UFRN 2012, Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)

    Leia o trecho a seguir. 


    "Não mais atracaram na sua ponte os veleiros que iam partir carregados. Não mais trabalharam ali os negros musculosos que vieram da escravatura. Não mais cantou na velha ponte uma canção um marinheiro nostálgico." 


    Em relação aos tempos verbais presentes no fragmento, o narrador emprega

    Escolha uma alternativa para a questão 3544f412-5c
  • Linguagens

    Português

    Nova geração

    Ivan Angelo


          O rapaz chegou para a entrevista. O executivo de vendas on-line da grande empresa levantou-se para apertar sua mão (...) e aproveitou para dar uma geral no rapaz.

          Arrumado, mas nada formal, de sapato novo, jeans, camisa de manga comprida enrolada até a metade do antebraço. O detalhe que o incomodou um pouco foi um brinquinho prateado de argola mínima na orelha esquerda. “Nisso dá-se um jeito depois, se valer a pena”, pensou o executivo.

          Ele sabia que não estava fácil atrair novos talentos e reter os melhores. Empresas aparelhavam-se para o crescimento projetado do país, contratavam jovens promissores, mesmo os muito jovens, como era o caso do rapaz à sua frente, 21 anos. (...)

          Havia mais de duas horas que o rapaz estava em avaliação na empresa. Passara pela entrevista inicial com o chefe do setor, resolvera os probleminhas técnicos de internet e programação visual que lhe apresentaram, com rapidez e certa superioridade irônica, lera os princípios, valores e perfil da empresa (...). Alguns itens, como “comprometimento”, foram apresentados como pré-requisitos. Afinal o encaminharam para o diretor da área de e-comerce, vendas pela internet. O executivo tinha em mãos a avaliação do candidato: excelente.

          Descreveu o trabalho de que a empresa necessitava: desenvolvimento de um site interativo no qual o cliente internauta pudesse fazer simulações de medidas, cores, ajustes, acessórios, preços, formas de pagamento e programação de entrega de cerca de 200 produtos. Durante sua fala, o rapaz mexeu as pernas, levantou um pé, depois o outro, incomodado. O executivo perguntou se ele se sentia apto.

          — Dá para fazer — respondeu o rapaz, movendo a perna, como se buscasse alívio. 

          — Posso te ajudar em alguma coisa?

          — Vou te falar a verdade. Eu comprei este sapato para vir aqui e ele está me apertando e incomodando. Eu só uso tênis.

          O executivo sorriu e pensou: “Esses meninos...”.

          — Quem falou para eu vir fazer esta entrevista, e vir de sapato, foi minha namorada. Porque eu não vinha. Ela falou para eu comprar sapato, e o sapato está me apertando aqui, me atrapalhando.

          Nos últimos anos, o executivo vinha percebendo que os desafios pessoais para a novíssima geração eram diferentes, e que havia limites para o que eles estavam dispostos a ceder antes de se comprometer com um trabalho formal.

          — Não tem problema. Pode vir de tênis. O emprego é seu. 

          — Não, obrigado. Eu não quero emprego.

          O executivo parou estupefato. O menino continuou:

          — Todo mundo foi muito gentil, mas não vai dar. Esta camisa é do meu pai, eu tenho tatuagem, trabalho ouvindo música.

          — Então por que se candidatou, se não queria trabalhar?

          — Desculpe, eu não falei que não queria trabalhar.

          Novo espanto do executivo. Sentia nas falas dele e do rapaz uma dissintonia curiosa. Como ficou calado, esperando, o rapaz prosseguiu:

          — É muito arrumado aqui. E eu não quero ficar ouvindo falar de identidade corporativa, marco regulatório, desenvolvimento organizacional, demanda de mercado, sinergia, estratégia, parâmetros, metas, foco, valores... Desculpe, eu não sabia que era assim. Achava que era só fazer o trabalho direito e ver funcionar legal.

          O executivo ficou olhando a figura, contando até dez, olhos fixados naquele brinco. O garoto queria ter a liberdade dele, a camiseta colorida dele, o tênis furado dele, ouvir a música dele nos fones de ouvido, talvez trabalhar de madrugada e dormir de manhã. Não queria aquele mundo em que ele mesmo estava metido havia vinte anos. Conferiu de novo as qualificações do rapaz, aquele “excelente”. Ousou:

          — Trabalhar em casa você aceita?

          — Aceito.

          Queria o trabalho, não o emprego. Acertaram os detalhes. Assim caminha a humanidade.

    <http://tinyurl.com/n66pnvs>Acesso em: 15.03.2015. Adaptado.

    Assinale a alternativa que traz uma afirmação correta sobre o texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 3549603c-b2
  • Linguagens

    Português

    Nova geração

    Ivan Angelo


          O rapaz chegou para a entrevista. O executivo de vendas on-line da grande empresa levantou-se para apertar sua mão (...) e aproveitou para dar uma geral no rapaz.

          Arrumado, mas nada formal, de sapato novo, jeans, camisa de manga comprida enrolada até a metade do antebraço. O detalhe que o incomodou um pouco foi um brinquinho prateado de argola mínima na orelha esquerda. “Nisso dá-se um jeito depois, se valer a pena”, pensou o executivo.

          Ele sabia que não estava fácil atrair novos talentos e reter os melhores. Empresas aparelhavam-se para o crescimento projetado do país, contratavam jovens promissores, mesmo os muito jovens, como era o caso do rapaz à sua frente, 21 anos. (...)

          Havia mais de duas horas que o rapaz estava em avaliação na empresa. Passara pela entrevista inicial com o chefe do setor, resolvera os probleminhas técnicos de internet e programação visual que lhe apresentaram, com rapidez e certa superioridade irônica, lera os princípios, valores e perfil da empresa (...). Alguns itens, como “comprometimento”, foram apresentados como pré-requisitos. Afinal o encaminharam para o diretor da área de e-comerce, vendas pela internet. O executivo tinha em mãos a avaliação do candidato: excelente.

          Descreveu o trabalho de que a empresa necessitava: desenvolvimento de um site interativo no qual o cliente internauta pudesse fazer simulações de medidas, cores, ajustes, acessórios, preços, formas de pagamento e programação de entrega de cerca de 200 produtos. Durante sua fala, o rapaz mexeu as pernas, levantou um pé, depois o outro, incomodado. O executivo perguntou se ele se sentia apto.

          — Dá para fazer — respondeu o rapaz, movendo a perna, como se buscasse alívio. 

          — Posso te ajudar em alguma coisa?

          — Vou te falar a verdade. Eu comprei este sapato para vir aqui e ele está me apertando e incomodando. Eu só uso tênis.

          O executivo sorriu e pensou: “Esses meninos...”.

          — Quem falou para eu vir fazer esta entrevista, e vir de sapato, foi minha namorada. Porque eu não vinha. Ela falou para eu comprar sapato, e o sapato está me apertando aqui, me atrapalhando.

          Nos últimos anos, o executivo vinha percebendo que os desafios pessoais para a novíssima geração eram diferentes, e que havia limites para o que eles estavam dispostos a ceder antes de se comprometer com um trabalho formal.

          — Não tem problema. Pode vir de tênis. O emprego é seu. 

          — Não, obrigado. Eu não quero emprego.

          O executivo parou estupefato. O menino continuou:

          — Todo mundo foi muito gentil, mas não vai dar. Esta camisa é do meu pai, eu tenho tatuagem, trabalho ouvindo música.

          — Então por que se candidatou, se não queria trabalhar?

          — Desculpe, eu não falei que não queria trabalhar.

          Novo espanto do executivo. Sentia nas falas dele e do rapaz uma dissintonia curiosa. Como ficou calado, esperando, o rapaz prosseguiu:

          — É muito arrumado aqui. E eu não quero ficar ouvindo falar de identidade corporativa, marco regulatório, desenvolvimento organizacional, demanda de mercado, sinergia, estratégia, parâmetros, metas, foco, valores... Desculpe, eu não sabia que era assim. Achava que era só fazer o trabalho direito e ver funcionar legal.

          O executivo ficou olhando a figura, contando até dez, olhos fixados naquele brinco. O garoto queria ter a liberdade dele, a camiseta colorida dele, o tênis furado dele, ouvir a música dele nos fones de ouvido, talvez trabalhar de madrugada e dormir de manhã. Não queria aquele mundo em que ele mesmo estava metido havia vinte anos. Conferiu de novo as qualificações do rapaz, aquele “excelente”. Ousou:

          — Trabalhar em casa você aceita?

          — Aceito.

          Queria o trabalho, não o emprego. Acertaram os detalhes. Assim caminha a humanidade.

    <http://tinyurl.com/n66pnvs>Acesso em: 15.03.2015. Adaptado.

    “E eu não quero ficar ouvindo falar de identidade corporativa, marco regulatório, desenvolvimento organizacional, demanda de mercado, sinergia, estratégia, parâmetros, metas, foco, valores...”


    A organização sintática, na construção desse período, foi possível porque as vírgulas empregadas separam

    Escolha uma alternativa para a questão 355424ca-b2
  • Linguagens

    Português

    O fragmento a seguir pertence à obra “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis.


    E vejam agora com que destreza; com que arte faço eu a maior transição deste livro. Vejam: o meu delírio começou em presença de Virgília; Virgília foi o meu grão pecado da juventude; não há juventude sem meninice; meninice supõe nascimento; e eis aqui como chegamos nós, sem esforço, ao dia 20 de outubro de 1805, em que nasci. Viram? Nenhuma juntura aparente, nada que divirta a atenção pausada do leitor: nada. De modo que o livro fica assim com todas as vantagens do método, sem a rigidez do método.

    <http://tinyurl.com/lnpaee9>Acesso em: 09.04.2015. Adaptado.


    Sobre esse escritor é correto afirmar que se trata de um autor
    Escolha uma alternativa para a questão 35584935-b2
  • Linguagens

    Português

      Por que o senhor não escreve coisas poéticas, soltas, gostosas? As crônicas, antigamente, nos deixavam mais leves, de bem com a vida e o mundo. Agora, tudo o que a gente lê nos leva para baixo. Está difícil de suportar. Escrevo na manhã de um domingo. Sete horas. Aquele sol que nos tem castigado, começava a dar sinais de ardência profunda. Olhei pela porta de vidro do terraço e descobri, maravilhado e feliz, que a pitangueira plantada em vaso, que chegou há dois anos, estava repleta de frutos vermelhos, reluzentes, envernizados. Os primeiros. Fiquei admirado. Os pássaros não tinham descoberto? Aquelas frutinhas tinham se salvado? Chupei uma, duas três, queria todas, mas precisava guardar para a família, afinal, eram as primeiras. Pitanga, coisa de infância, do interior. Uma das frutas mais sofisticadas do Brasil, a meu ver. Antigamente, quando viajávamos pela Varig, ao sair do Recife, recebíamos um copo de suco fresco de pitanga, perfumado. Dia desses, Maria Eduarda, amiga pernambucana, me disse: “Você está chegando aqui, sabemos que gosta de vinhos. Que vinho prefere?”. E eu: “Nenhum! Quero suco de pitanga”. Maria Eduarda: “Pois vai tomar das pitangas do pomar de meu pai, Cornélio”. Foi uma celebração! 

      Esta é a pitada de poesia que encontrei neste momento. Mas ficaram em minha mente essas perguntas cotidianas que todos estão fazendo. Ouço no dia a dia, pela manhã ao comprar o pão e o leite, no supermercado, no bar, numa escola, na livraria, ao entrar no cinema. Ouvi agora, ao percorrer cinco cidades do litoral (...). Jovens e mais velhos, acreditando que o escritor tem as respostas, me olhavam: “O senhor acha que a gente sai dessa?”. Só consegui dizer: “Não sei e acho que ninguém sabe”. 

    Ignácio de Loyola Brandão, O Estado de S. Paulo, 02/10/2015. 

    Na frase “Aquele sol que nos tem castigado”, o pronome “que” exerce função de sujeito, da mesma forma que em:
    Escolha uma alternativa para a questão 35a1fa47-c0
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão 38, considere o fragmento a seguir e as obras de Simões Lopes Neto.


    “Vancê sabe como é que se joga o osso?
    Ansim:
    Escolhe-se um chão parelho, nem duro, que faz saltar, nem mole, que acama, nem areento, que enterra o osso.”

    Sobre a obra de Simões Lopes Neto, NÃO é correto afrmar que esse autor

    Escolha uma alternativa para a questão 35a6808b-3f
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2009, Interpretação de Textos Em certo momento do texto, percebe-se a introdução da fala das personagens mesclada à fala do narrador. A presença do diálogo nesta narrativa tem como principal efeito:
    Escolha uma alternativa para a questão 35c2a504-be
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UEPB 2007, Interpretação de Textos

    A expressão “Todos esses fatores” ( L. 5) funciona como um organizador textual que
    Escolha uma alternativa para a questão 35e2b14b-70
  • Linguagens

    Português

    Instrução: Leia o texto, para responder às questões de números 03 a 06.

    Imagem da questão de Português, UNIFESP 2009, Interpretação de Textos

    Nas duas ocorrências, as aspas indicam que as expressões incorporadas ao texto
    Escolha uma alternativa para a questão 35e871fa-49
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UEG 2007, Interpretação de Textos A idéia central da primeira resposta do entrevistado é

    Escolha uma alternativa para a questão 35ea1bd2-67
  • Linguagens

    Português

    Leia a charge.

    Imagem da questão de Português, INSPER 2017, Interpretação de Textos


    A charge mistura diversas linguagens na construção de um discurso capaz de

    Escolha uma alternativa para a questão 35ebdca0-6e
  • Linguagens

    Português

                                                      Texto 1


          O jornal britânico The Guardian publicou nesta quarta-feira [19.07.2017] um longo artigo sobre a situação econômica do Brasil.

          O texto começa contando a história de Miriam Gomes, que às 5 da manhã se dirigia a um projeto social que ela coordena em Cidade Nova, no Rio de Janeiro, onde a fila para receber uma cesta básica semanal já tem mais de cem metros de comprimento. Alguns haviam dormido na rua – aqueles do crescente exército de pessoas sem-teto do Rio, ou que viviam muito longe para chegar lá às 6:30 da manhã, quando poderiam começar a pegar uma bolsa de vegetais, frutas, arroz, feijão, macarrão, leite e biscoitos, e um pouco de chocolate.

          Estas são algumas das vítimas de um problema que só piora em um país, uma vez louvado pela redução da pobreza, mas onde o número de pobres está subindo novamente, destaca o Guardian. O Brasil caiu em sua pior recessão por décadas, com 14 milhões de pessoas desempregadas, acrescenta.

                                                    (http://www.jb.com.br. 19.07.2017. Adaptado)


                                                   Texto 2


          No mês passado, 20 instituições da sociedade civil apresentaram o relatório Luz da Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável. O documento analisa o desempenho do Brasil para o cumprimento dos 17 objetivos de desenvolvimento sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU), mas trouxe alerta sobre o risco de o país voltar a constar no próximo Mapa da Fome. Esse levantamento – feito pela instituição da ONU que lida com a agricultura e a alimentação, a FAO – indica em quais nações mais de 5% da população ingerem diariamente menos calorias que o recomendado.

          Só em 2014, o Brasil desapareceu do Mapa da Fome. Pela primeira vez, 3% dos brasileiros tinham que lidar com a falta de condições para satisfazer a necessidade vital por comida, e, assim, o mapa do país deixou de ganhar, no levantamento da FAO, a cor avermelhada.

                           (http://www.correiobraziliense.com.br. 09.08.2017. Adaptado)

    A leitura comparativa dos textos permite concluir que os dois tratam do tema
    Escolha uma alternativa para a questão 35ef827f-6e
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    Português

                                                      Texto 1


          O jornal britânico The Guardian publicou nesta quarta-feira [19.07.2017] um longo artigo sobre a situação econômica do Brasil.

          O texto começa contando a história de Miriam Gomes, que às 5 da manhã se dirigia a um projeto social que ela coordena em Cidade Nova, no Rio de Janeiro, onde a fila para receber uma cesta básica semanal já tem mais de cem metros de comprimento. Alguns haviam dormido na rua – aqueles do crescente exército de pessoas sem-teto do Rio, ou que viviam muito longe para chegar lá às 6:30 da manhã, quando poderiam começar a pegar uma bolsa de vegetais, frutas, arroz, feijão, macarrão, leite e biscoitos, e um pouco de chocolate.

          Estas são algumas das vítimas de um problema que só piora em um país, uma vez louvado pela redução da pobreza, mas onde o número de pobres está subindo novamente, destaca o Guardian. O Brasil caiu em sua pior recessão por décadas, com 14 milhões de pessoas desempregadas, acrescenta.

                                                    (http://www.jb.com.br. 19.07.2017. Adaptado)


                                                   Texto 2


          No mês passado, 20 instituições da sociedade civil apresentaram o relatório Luz da Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável. O documento analisa o desempenho do Brasil para o cumprimento dos 17 objetivos de desenvolvimento sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU), mas trouxe alerta sobre o risco de o país voltar a constar no próximo Mapa da Fome. Esse levantamento – feito pela instituição da ONU que lida com a agricultura e a alimentação, a FAO – indica em quais nações mais de 5% da população ingerem diariamente menos calorias que o recomendado.

          Só em 2014, o Brasil desapareceu do Mapa da Fome. Pela primeira vez, 3% dos brasileiros tinham que lidar com a falta de condições para satisfazer a necessidade vital por comida, e, assim, o mapa do país deixou de ganhar, no levantamento da FAO, a cor avermelhada.

                           (http://www.correiobraziliense.com.br. 09.08.2017. Adaptado)

    Observe as expressões em destaque:


    – O jornal britânico [...] publicou nesta quarta-feira [...] um longo artigo sobre a situação econômica do Brasil. (Texto 1);

    – ... aqueles do crescente exército de pessoas sem-teto do Rio... (Texto 1);

    – Estas são algumas das vítimas de um problema... (Texto 1);

    – ... mas trouxe alerta sobre o risco de o país voltar a constar no próximo Mapa da Fome. (Texto 2).


    Na constituição dos discursos, os termos em destaque sinalizam que

    Escolha uma alternativa para a questão 35f2db87-6e
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    Português

    Leia o poema.


    É PROIBIDO PISAR NA GRAMA

    O jeito é deitar e rolar

    (Chacal, Belvedere, 2007)


    A leitura do poema de Chacal permite afirmar que

    Escolha uma alternativa para a questão 35f6831b-6e