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Disciplina · Linguagens

Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 10.965 questões
  • 95 assuntos

Resultados: 10.965 questões

Página 35 de 549

  • Linguagens

    Português

    Leia o poema a seguir para responder à questão.


    MÃOS DADAS

    Não serei o poeta de um mundo caduco.
    Também não cantarei o mundo futuro.
    Estou preso à vida e olho os meus companheiros.
    Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
    Entre eles, considero a enorme realidade.
    O presente é tão grande, não nos afastemos.
    Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.

    Não serei o cantor de uma mulher, de uma história,
    não direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista da janela,
    não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida,
    não fugirei para as ilhas nem serei raptado por serafins.
    O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes,
    a vida presente.

    Carlos Drummond de Andrade

    ANDRADE, Carlos Drummond de. Nova reunião: 23 livros de poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 75.
    Ao tomar a elaboração poética como elemento temático, o eu lírico constrói o poema a partir de um procedimento
    Escolha uma alternativa para a questão 438120da-68
  • Linguagens

    Português

    Texto I


    Entendo que poesia é negócio de grande responsabilidade, e não considero honesto rotular-se poeta quem apenas verseje por dor de cotovelo, falta de dinheiro ou momentânea tomada de contato com as forças líricas do mundo, sem se entregar aos trabalhos cotidianos e secretos da técnica, da leitura, da contemplação e mesmo da ação. Até os poetas se armam, e um poeta desarmado é, mesmo, um ser à mercê das inspirações fáceis, dócil às modas e compromissos.


    ANDRADE, Carlos Drummond de. Prosa seleta. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2003.



    Texto II

    POESIA


    Gastei uma hora pensando um verso

    que a pena não quer escrever.

    No entanto ele está cá dentro

    inquieto, vivo.

    Ele está cá dentro

    e não quer sair.

    Mas a poesia deste momento

    inunda minha vida inteira.


    ANDRADE, Carlos Drummond de. Nova reunião: 23 livros de poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 24.



    Texto III

     O LUTADOR

     

    Lutar com palavras

    é a luta mais vã.

    Entanto lutamos

    mal rompe a manhã.

    São muitas, eu pouco.

    [...]

     

    Mas lúcido e frio,

    apareço e tento

    apanhar algumas

    para meu sustento

    num dia de vida.

    Deixam-se enlaçar,

    tontas à carícia

    e súbito fogem

    [...].

     

    Insisto, solerte.

    Busco persuadi-las.

    [...]

     

    Sem me ouvir deslizam,

    perpassam levíssimas

    e viram-me o rosto.

     

    Lutar com palavras

    parece sem fruto.

    Não têm carne e sangue…

    Entretanto, luto.

    Palavra, palavra

    (digo exasperado),

    se me desafias,

    aceito o combate.

    [...]

     

    Luto corpo a corpo,

    luto todo o tempo,

    sem maior proveito

    que o da caça ao vento.

    [...]

     

    Iludo-me às vezes,

    pressinto que a entrega

    se consumará.

    Já vejo palavras

    em coro submisso,

    esta me ofertando

    seu velho calor,

    aquela sua glória

    feita de mistério,

    outra seu desdém,

    outra seu ciúme,

    e um sapiente amor

    me ensina a fruir

    de cada palavra

    a essência captada,

    o sutil queixume.

    [...].

     

    O ciclo do dia

    ora se conclui

    e o inútil duelo

    jamais se resolve.

    O teu rosto belo,

    ó palavra, esplende

    na curva da noite

    que toda me envolve.

    Tamanha paixão

    e nenhum pecúlio.

    Cerradas as portas,

    a luta prossegue

    nas ruas do sono.

     

    Andrade, Carlos Drummond de. Nova reunião: 23 livros de poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 104-105.



    Texto IV

    PROCURA DA POESIA


    Não faças versos sobre acontecimentos.

    Não há criação nem morte perante a poesia.

    Diante dela, a vida é um sol estático,

    não aquece nem ilumina.

    As afinidades, os aniversários, os incidentes pessoais não

    contam.

    Não faças poesia com o corpo,

    esse excelente, completo e confortável corpo, tão infenso à

    efusão lírica.

    Tua gota de bile, tua careta de gozo ou dor no escuro

    são indiferentes.

    Não me reveles teus sentimentos,

    que se prevalecem de equívoco e tentam a longa viagem.

    O que pensas e sentes, isso ainda não é poesia.


    Não cantes tua cidade, deixa-a em paz.

    O canto não é o movimento das máquinas nem o segredo

    das casas.

    Não é música ouvida de passagem, rumor do mar nas ruas

    junto à linha de espuma.

    O canto não é a natureza

    nem os homens em sociedade.

    Para ele, chuva e noite, fadiga e esperança nada

    significam.

    A poesia (não tires poesia das coisas)

    elide sujeito e objeto.


    Não dramatizes, não invoques,

    não indagues. Não percas tempo em mentir.

    Não te aborreças.

    Teu iate de marfim, teu sapato de diamante,

    vossas mazurcas e abusões, vossos esqueletos de família

    desaparecem na curva do tempo, é algo imprestável.


    Não recomponhas

    tua sepultada e merencória infância.

    Não osciles entre o espelho e a

    memória em dissipação.

    Que se dissipou, não era poesia.

    Que se partiu, cristal não era.


    Penetra surdamente no reino das palavras.

    Lá estão os poemas que esperam ser escritos.

    Estão paralisados, mas não há desespero,

    há calma e frescura na superfície intata.

    Ei-los sós e mudos, em estado de dicionário.

    Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.

    Tem paciência, se obscuros. Calma, se te provocam.

    Espera que cada um se realize e consume

    com seu poder de palavra

    e seu poder de silêncio.

    Não forces o poema a desprender-se do limbo.

    Não colhas no chão o poema que se perdeu.

    Não adules o poema. Aceita-o

    como ele aceitará sua forma definitiva e concentrada

    no espaço.


    Chega mais perto e contempla as palavras.

    Cada uma

    tem mil faces secretas sob a face neutra

    e te pergunta, sem interesse pela resposta,

    pobre ou terrível que lhe deres:

    Trouxeste a chave?


    Repara:

    ermas de melodia e conceito

    elas se refugiaram na noite, as palavras.

    Ainda úmidas e impregnadas de sono,

    rolam num rio difícil e se transformam em despreza.


    ANDRADE, Carlos Drummond de. Nova reunião: 23 livros de poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 104-105.

    Qual tese expressa o tema abordado no Texto I e nos poemas Poesia (Texto II), O lutador (Texto III) e Procura da poesia (Texto IV)? 
    Escolha uma alternativa para a questão a000071c-67
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão


    Imagem da questão de Português, UEG 2025, Interpretação de Textos

    No texto “O vicioso círculo do espelho no celular”, a frase “O aparelho banaliza a imagem por sua instantaneidade, de maneira irresistível para a maioria, jovens em especial” – que, na linguagem jornalística, é convencionalmente chamada de subtítulo – cumpre a seguinte função na textualidade: 
    Escolha uma alternativa para a questão 9ffad2a4-67
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão


    Imagem da questão de Português, UEG 2025, Interpretação de Textos

    O parágrafo do texto, que se estende da linha 08 a 12, é desenvolvido a partir da seguinte estratégia:
    Escolha uma alternativa para a questão 9ff82d8c-67
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão


    Imagem da questão de Português, UEG 2025, Pontuação

    No trecho “Olho vivo, pais e educadores”, o uso da vírgula depois de “Olho vivo” serve para demarcar
    Escolha uma alternativa para a questão 9ff58b6a-67
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão


    Imagem da questão de Português, UEG 2025, Interpretação de Textos

    Defende-se, no texto, a seguinte ideia:
    Escolha uma alternativa para a questão 9ff32a78-67
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão


    Imagem da questão de Português, UEG 2025, Interpretação de Textos

    No trecho “Nas subalternas, a carência é consolada pela retórica da prosperidade, que não aponta para trabalho produtivo, e sim para o imaginário da riqueza aleatória” (linhas 26 e 27), os elementos destacados (“e sim”) exprimem o sentido de
    Escolha uma alternativa para a questão 9fee105a-67
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    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão


    Imagem da questão de Português, UEG 2025, Interpretação de Textos

    É ideia defendida no texto:
    Escolha uma alternativa para a questão 9febba95-67
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão


    Imagem da questão de Português, UEG 2025, Coesão e coerência

    No trecho “Aposta-se em tudo: na sobrevivência pessoal, no templo e agora nas bets,” (linha 28), o pronome “tudo” realiza uma coesão referencial 
    Escolha uma alternativa para a questão 9fe938d3-67
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho do romance Os ratos, de Dyonelio Machado, para responder à questão.



    1     Havia momentos a conversa tinha esfriado. Alcides, à sua frente, olha, longe, a rua. Naziazeno acompanha, meio furtivamente, os gestos do Carvalho, que se prepara para sair. Já tirou o porte-monnaie1 do bolso de trás das calças, torcendo- -se um pouco; tornou a colocá-lo onde estava, depois de o examinar com o olho bem metido dentro dele, e puxou uma cédula dum dos bolsos do lado da calça, torcendo-se ainda mais. O garçom, a seu lado, sereno, mas com um certo grau de impaciência latente, faz rapidamente o troco, mal lhe cai o dinheiro nas mãos. Vai tirando as moedas de vários bolsos e depondo-as no mármore da mesa. Carvalho, a cabeça baixa, confere, separando-as com um dedo, como uma cozinheira “escolhendo” feijão na tábua da mesa. Destaca uma moedinha, que põe de parte, com dedo moroso. Recolhe o resto. Pega da bengala e dos jornais que colocara numa cadeira ao lado e levanta-se, relanceando um olhar pelo café, olhar que vem “ferir” o rosto de Naziazeno, que estremece, como se um jato de holofote subitamente o iluminasse. Desvia precipitadamente a cara; põe-se a olhar para o Alcides. A figura porém do Carvalho avança pouco a pouco na franja do seu campo visual; é apenas um vulto negro e alto, avançando cadenciadamente. Seus passos soam já... Naziazeno mantém o pescoço duro... Qualquer relaxamento de músculos põe-no cara a cara com o outro... Está começando a sentir um calor no rosto... Os passos são mais sonoros... Alcides volta-se lentamente para trás, na direção deles...

    2      — Bom dia.

    3      — Bom dia!

    4     — Bom dia, Carvalho!...

    5     ... E os passos agora cada vez ressoam menos... menos... extinguem-se...

    6     A onda de calor foge progressivamente do seu rosto. Naziazeno tem a impressão de haver mergulhado a face na água fria. Acha-se um pouco trêmulo.

    7     Alcides ali à sua frente, ele não se sente tão só. A cara deslavada e ausente do outro bem podia passar por ingênua. Ele curvava um pouco o tórax para diante, olhava em frente, as feições iguais, como de quem dorme. Quando tirava o olhar dum foco para colocá-lo num outro, fechava habitualmente os olhos, como quem faz um “entreato” entre as duas visadas. Isto repetido várias vezes dava-lhe um ar de sono, que o tornava mais ausente e ingênuo.


        (Os ratos, 2022.)


    1 porte-monnaie: porta-moedas.

    Uma palavra formada com um prefixo que expressa negação ocorre em:
    Escolha uma alternativa para a questão 7294ffb9-4a
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho do romance Os ratos, de Dyonelio Machado, para responder à questão.



    1     Havia momentos a conversa tinha esfriado. Alcides, à sua frente, olha, longe, a rua. Naziazeno acompanha, meio furtivamente, os gestos do Carvalho, que se prepara para sair. Já tirou o porte-monnaie1 do bolso de trás das calças, torcendo- -se um pouco; tornou a colocá-lo onde estava, depois de o examinar com o olho bem metido dentro dele, e puxou uma cédula dum dos bolsos do lado da calça, torcendo-se ainda mais. O garçom, a seu lado, sereno, mas com um certo grau de impaciência latente, faz rapidamente o troco, mal lhe cai o dinheiro nas mãos. Vai tirando as moedas de vários bolsos e depondo-as no mármore da mesa. Carvalho, a cabeça baixa, confere, separando-as com um dedo, como uma cozinheira “escolhendo” feijão na tábua da mesa. Destaca uma moedinha, que põe de parte, com dedo moroso. Recolhe o resto. Pega da bengala e dos jornais que colocara numa cadeira ao lado e levanta-se, relanceando um olhar pelo café, olhar que vem “ferir” o rosto de Naziazeno, que estremece, como se um jato de holofote subitamente o iluminasse. Desvia precipitadamente a cara; põe-se a olhar para o Alcides. A figura porém do Carvalho avança pouco a pouco na franja do seu campo visual; é apenas um vulto negro e alto, avançando cadenciadamente. Seus passos soam já... Naziazeno mantém o pescoço duro... Qualquer relaxamento de músculos põe-no cara a cara com o outro... Está começando a sentir um calor no rosto... Os passos são mais sonoros... Alcides volta-se lentamente para trás, na direção deles...

    2      — Bom dia.

    3      — Bom dia!

    4     — Bom dia, Carvalho!...

    5     ... E os passos agora cada vez ressoam menos... menos... extinguem-se...

    6     A onda de calor foge progressivamente do seu rosto. Naziazeno tem a impressão de haver mergulhado a face na água fria. Acha-se um pouco trêmulo.

    7     Alcides ali à sua frente, ele não se sente tão só. A cara deslavada e ausente do outro bem podia passar por ingênua. Ele curvava um pouco o tórax para diante, olhava em frente, as feições iguais, como de quem dorme. Quando tirava o olhar dum foco para colocá-lo num outro, fechava habitualmente os olhos, como quem faz um “entreato” entre as duas visadas. Isto repetido várias vezes dava-lhe um ar de sono, que o tornava mais ausente e ingênuo.


        (Os ratos, 2022.)


    1 porte-monnaie: porta-moedas.

    “O garçom, a seu lado, sereno, mas com um certo grau de impaciência latente, faz rapidamente o troco, mal lhe cai o dinheiro nas mãos.” (1º parágrafo)


    Em relação à oração que a precede, a oração sublinhada expressa uma circunstância de

    Escolha uma alternativa para a questão 728f5110-4a
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho do romance Os ratos, de Dyonelio Machado, para responder à questão.



    1     Havia momentos a conversa tinha esfriado. Alcides, à sua frente, olha, longe, a rua. Naziazeno acompanha, meio furtivamente, os gestos do Carvalho, que se prepara para sair. Já tirou o porte-monnaie1 do bolso de trás das calças, torcendo- -se um pouco; tornou a colocá-lo onde estava, depois de o examinar com o olho bem metido dentro dele, e puxou uma cédula dum dos bolsos do lado da calça, torcendo-se ainda mais. O garçom, a seu lado, sereno, mas com um certo grau de impaciência latente, faz rapidamente o troco, mal lhe cai o dinheiro nas mãos. Vai tirando as moedas de vários bolsos e depondo-as no mármore da mesa. Carvalho, a cabeça baixa, confere, separando-as com um dedo, como uma cozinheira “escolhendo” feijão na tábua da mesa. Destaca uma moedinha, que põe de parte, com dedo moroso. Recolhe o resto. Pega da bengala e dos jornais que colocara numa cadeira ao lado e levanta-se, relanceando um olhar pelo café, olhar que vem “ferir” o rosto de Naziazeno, que estremece, como se um jato de holofote subitamente o iluminasse. Desvia precipitadamente a cara; põe-se a olhar para o Alcides. A figura porém do Carvalho avança pouco a pouco na franja do seu campo visual; é apenas um vulto negro e alto, avançando cadenciadamente. Seus passos soam já... Naziazeno mantém o pescoço duro... Qualquer relaxamento de músculos põe-no cara a cara com o outro... Está começando a sentir um calor no rosto... Os passos são mais sonoros... Alcides volta-se lentamente para trás, na direção deles...

    2      — Bom dia.

    3      — Bom dia!

    4     — Bom dia, Carvalho!...

    5     ... E os passos agora cada vez ressoam menos... menos... extinguem-se...

    6     A onda de calor foge progressivamente do seu rosto. Naziazeno tem a impressão de haver mergulhado a face na água fria. Acha-se um pouco trêmulo.

    7     Alcides ali à sua frente, ele não se sente tão só. A cara deslavada e ausente do outro bem podia passar por ingênua. Ele curvava um pouco o tórax para diante, olhava em frente, as feições iguais, como de quem dorme. Quando tirava o olhar dum foco para colocá-lo num outro, fechava habitualmente os olhos, como quem faz um “entreato” entre as duas visadas. Isto repetido várias vezes dava-lhe um ar de sono, que o tornava mais ausente e ingênuo.


        (Os ratos, 2022.)


    1 porte-monnaie: porta-moedas.

    Na cena, a presença de Carvalho
    Escolha uma alternativa para a questão 728c3699-4a
  • Linguagens

    Português

    Examine a tirinha de Rafa Figueiredo, publicada em 27.01.2023, para responder à questão.



    Imagem da questão de Português, Ensino Einstein 2025, Interpretação de Textos


    (www.defeitodefabrica.com)

    O humor da tirinha decorre do recurso expressivo denominado
    Escolha uma alternativa para a questão 72827bc6-4a
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, FAME 2025, Sintaxe

    Disponível em: https://blogdoaftm.com.br/chargemudancas-climaticas-6/. Acesso em: 25 fev. 2025.


    Na fala do personagem, a segunda oração é classificada como coordenada
    Escolha uma alternativa para a questão 5178b57b-47
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.



    Imagem da questão de Português, FAME 2025, Morfologia


    BECK, Alexandre. Armandinho. Disponível em: https://tirasarmandinho.tumblr.com/post/163405308014/tirinha-original. Acesso em: 25 fev. 2025.

    Releia o trecho a seguir:



    “A gente procura por boas notícias...” 



    Assinale a alternativa em que a palavra em destaque tem, no contexto apresentado, a mesma classificação morfológica daquela em destaque no trecho acima.

    Escolha uma alternativa para a questão 517381fc-47
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.



    ‘A Geração Ansiosa’ e a nova caverna de Platão



    Vício da geração Z, internet e as redes sociais são catalisadores para uma infância cada vez mais ansiosa, solitária e fragilizada



    Onde brincam as crianças? [“Where do the children play?”] perguntava‑se Cat Stevens, no rescaldo da contracultura, numa canção belíssima de crítica ao desenvolvimento técnico e ao crescimento econômico desenfreado. Entre muitas outras coisas, os versos de Stevens aludiam ao fuzuê urbano e à falta de espaço nas cidades. O tempo respondeu à pergunta de Stevens de maneira inusitada: elas brincam em seus celulares.



    [...]


    LEITE, J. G. P. ‘A Geração Ansiosa’ e a nova caverna de Platão. Carta Capital. Disponível em: https://www.cartacapital. com.br/opiniao/a-geracao-ansiosa-e-a-nova-caverna-de-platao/. Acesso em: 20 fev. 2025. [Fragmento]

    A construção argumentativa no fragmento é reforçada pela
    Escolha uma alternativa para a questão 516e4665-47
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UFU-MG 2025, Interpretação de Textos


    Disponível em:://www.camarauberlandia.mg.gov.br/imprensa/noticias/campanha-antirrabica-vai-ate-dia-10-de-agosto. Acesso em: 07 fev. 2025.


    Nesse cartaz, o qual faz parte de uma Campanha de Vacinação Antirrábica, observa-se a predominância da função de linguagem 
    Escolha uma alternativa para a questão 275e4721-32
  • Linguagens

    Português

        Millôr Fernandes define democracia da seguinte forma.


        Democracia é um (I) político burro montado num (II) burro político. Os dois pensam (?) completamente diferente, mas acabam indo pro mesmo lugar: o preferido do burro. E não me pergunte qual deles.

    FERNADES, M. Millôr definitivo: a bíblia do caos. Porto Alegre: L e PM, 2002. p. 146.


        Percebe-se que a definição ocorre por meio de um jogo de palavras que estão destacadas em negrito. É INCORRETO considerar que  
    Escolha uma alternativa para a questão 27525bcc-32
  • Linguagens

    Português

    Texto1


    Amor é fogo que arde sem se ver,

    é ferida que dói, e não se sente;

    é um contentamento descontente,

    é dor que desatina sem doer.


    É um não querer mais que bem querer;

    é um andar solitário entre a gente;

    é nunca contentar-se de contente;

    é um cuidar que ganha em se perder.


    É querer estar preso por vontade;

    é servir a quem vence, o vencedor;

    é ter com quem nos mata, lealdade.


    Mas como causar pode seu favor

    nos corações humanos amizade,

    se tão contrário a si é o mesmo amor

    Disponível em: https://sme.goiania.go.gov.br/conexaoescola/ensino_fun damental/lingua-porguesa-estudo-do-texto-poeticointroducao-ao-soneto/. Acesso em: 07 fev. 2025.


    Texto 2


    O amor é o fogo que arde sem se ver

    É ferida que dói e não se sente

    É um contentamento descontente

    É dor que desatina sem doer


    Ainda que eu falasse a língua dos homens

    E falasse a língua dos anjos

    Sem amor eu nada seria


    É um não querer mais que bem querer

    É solitário andar por entre a gente

    É um não contentar-se de contente

    É cuidar que se ganha em se perder


    É um estar-se preso por vontade

    É servir a quem vence, o vencedor

    É um ter com quem nos mata a lealdade

    Tão contrário a si é o mesmo amor 

    Disponível em: http://letras.mus.br/legiao-urbana/22490/. Acesso em: 07 fev. 2025. (Fragmento)


    O Texto 1 é um famoso soneto de Luís Vaz de Camões. O Texto 2, por sua vez, é um fragmento da letra da música “Monte Castelo”, composta por Renato Russo, na qual se evidencia a presença de
    Escolha uma alternativa para a questão 27478267-32
  • Linguagens

    Português

        Ocorreu-me compor umas certas regras para uso dos que frequentam bondes. O desenvolvimento que tem tido entre nós esse meio de locomoção, essencialmente democrático, exige que ele não seja deixado ao puro capricho dos passageiros. Não posso dar aqui mais do que alguns extratos do meu trabalho; basta saber que tem nada menos de setenta artigos. Vão apenas dez. ART. I Dos encatarroados

    Os encatarroados podem entrar nos bondes com a condição de não tossirem mais de três vezes dentro de uma hora, e no caso de pigarro, quatro. Quando a tosse for tão teimosa, que não permita esta limitação, os encatarroados têm dois alvitres: ou irem a pé, que é bom exercício, ou meterem-se na cama. Também podem ir tossir para o diabo que os carregue.


    Disponível em: https://www.escrevendoofuturo.org.br/caderno_virtual/texto/regra-para-uso-dos-bondes/index.html. Acesso em: 07 fev. 2025. (Fragmento)


    O autor, no primeiro parágrafo, afirma que compôs setenta regras para uso dos bondes. Infere-se, pelo texto, que o objetivo dele foi 
    Escolha uma alternativa para a questão 273c33df-32