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Disciplina · Linguagens

Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 10.965 questões
  • 95 assuntos

Resultados: 10.965 questões

Página 542 de 549

  • Linguagens

    Português

    “Bom piloto é aquele que tem um número igual de decolagens e aterrissagens.”

    Assinale a opção que apresenta a qualidade que se destaca no “bom piloto”. 
    Escolha uma alternativa para a questão 82db5015-73
  • Linguagens

    Português

    As opções a seguir mostram uma mesma palavra repetida. Assinale a opção em que a palavra repetida tem o mesmo significado.
    Escolha uma alternativa para a questão 82d8dce7-73
  • Linguagens

    Português

    A expressão é que, muitas vezes, é empregada com valor enfático, de realce. Assinale a frase em que isso ocorre. 
    Escolha uma alternativa para a questão 82d66037-73
  • Linguagens

    Português

    Na leitura das frases apresentadas a seguir, o deslocamento do vocábulo só provoca duplicidade de sentido.

    Assinale a frase que mostra a possibilidade de um só sentido. 
    Escolha uma alternativa para a questão 82d3e482-73
  • Linguagens

    Português

    Assinale a frase que não mostra nenhuma tomada de posição ou opinião do enunciador.
    Escolha uma alternativa para a questão 82d17899-73
  • Linguagens

    Português

    Numa descrição, nunca são registrados todos os dados da realidade descrita, mas somente aqueles que mostram algum interesse textual. Veja, por exemplo, o seguinte caso:

    O chefe de uma empresa, vira-se para o secretário e diz: – Por favor, dê um pulo ao meu carro, no estacionamento, e pegue o livro que esqueci no banco de trás; é um carro alemão, importado e novo, cinza, com a capota preta.

    Assinale a opção que identifica o maior interesse textual dos adjetivos sublinhados nesse pequeno texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 82cf235d-73
  • Linguagens

    Português

    Assinale a opção que indica a frase em que o substantivo sublinhado não sofre nenhum tipo de adjetivação.
    Escolha uma alternativa para a questão 82cc6b52-73
  • Linguagens

    Português

    Leia com atenção a fábula de Esopo, a seguir.

    “A cigarra passou o verão cantando, enquanto a formiga juntava seus grãos. Quando chegou o inverno, a cigarra veio à casa da formiga para pedir que lhe desse o que comer.
    A formiga então perguntou a ela:
    — E o que é que você fez durante todo o verão?
    — Durante o verão eu cantei — disse a cigarra.
    E a formiga respondeu: — Muito bem, pois agora dance!”

    Assinale a opção que apresenta, nessa pequena narrativa, o acontecimento desequilibrador do estado inicial.
    Escolha uma alternativa para a questão 82c9f821-73
  • Linguagens

    Português

    Analise o texto a seguir, retirado de um livro dedicado ao ensino da redação.

    “As palavras são os utensílios, a ferramenta do escritor. E como em todo ofício ou profissão é imprescindível o conhecimento – o manejo – dos utensílios de trabalho, assim também na arte de escrever. Nossa base, pois, é o conhecimento do vocabulário. O emprego da palavra exata, própria e adequada, é uma das regras fundamentais do estilo. Como o pintor, por exemplo, deve conhecer as cores, assim o escritor deve conhecer os vocábulos.”
    VIVALDI, Martin. Curso de Redação

    Assinale a opção que apresenta a mensagem mais importante desse texto, considerando o livro em que está inserido.
    Escolha uma alternativa para a questão 82c764cf-73
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir, retirado de um dicionário de curiosidades sobre o Rio de Janeiro.

    “ABERTURA DOS PORTOS – Monumento erigido na Praia do Russel, em comemoração ao Decreto de D. João VI, em 28/01/1808, determinando a abertura dos portos, medida que acarretou a integração do Brasil no comércio exterior. Este monumento, de bronze, é constituído por duas imagens de mulher, simbolizando o ‘Comércio’ e a ‘Navegação’. O referido monumento, foi obra de Eugène Benet, escultor francês.”

    Assinale a opção em que a exemplificação do conteúdo do texto está inadequada. 
    Escolha uma alternativa para a questão 82c4ff06-73
  • Linguagens

    Português

    Observe a placa de sinalização de trânsito a seguir, que indica a proibição de ultrapassagem.


    Imagem da questão de Português, Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná 2023, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.


    Nesse caso, a placa é uma forma abreviada de

    Escolha uma alternativa para a questão 82c2657c-73
  • Linguagens

    Português

    As opções a seguir apresentam frases que mostram formas abreviadas de palavras, à exceção de uma. Assinale-a. 
    Escolha uma alternativa para a questão 82bf66b2-73
  • Linguagens

    Português

    Em todas as frases a seguir ocorrem processos utilizados para evitar-se a repetição de palavras idênticas, um dos problemas na língua escrita.

    Assinale a opção que apresenta a frase em que a repetição do termo sublinhado foi evitada por elipse.
    Escolha uma alternativa para a questão 82bceec2-73
  • Linguagens

    Português

    A sabedoria amadurece por meio do sofrimento. (Ésquilo).

    Sobre a estruturação desse pensamento, assinale a afirmativa correta. 
    Escolha uma alternativa para a questão 82ba4ff5-73
  • Linguagens

    Português

    Um livro de frases célebres traz, em sua contracapa, o seguinte texto, de autoria de Luís Fernando Veríssimo:

    “Que sacada!” é a frase que você mais dirá, folheando este livro. E não é um livro de arquitetura!

    O humor desse pequeno texto é formado a partir de uma característica da linguagem. Assinale a opção que a apresenta. 
    Escolha uma alternativa para a questão 82b6a770-73
  • Linguagens

    Português

    Para responder à questão, leia o trecho de um ensaio de Michel de Montaigne (1533-1592).


        Há alguma razão em fazer o julgamento de um homem pelos aspectos mais comuns de sua vida; mas, tendo em vista a natural instabilidade de nossos costumes e opiniões, muitas vezes me pareceu que mesmo os bons autores estão errados em se obstinarem em formar de nós uma ideia constante e sólida. Escolhem um caráter universal e, seguindo essa imagem, vão arrumando e interpretando todas as ações de um personagem, e, se não conseguem torcê-las o suficiente, atribuem-nas à dissimulação. Creio mais dificilmente na constância dos homens do que em qualquer outra coisa, e em nada mais facilmente do que na inconstância. Quem os julgasse nos pormenores e separadamente, peça por peça, teria mais ocasiões de dizer a verdade.

        Em toda a Antiguidade é difícil escolher uma dúzia de homens que tenham ordenado sua vida num projeto definido e seguro, que é o principal objetivo da sabedoria. Pois para resumi-la por inteiro numa só palavra e abranger em uma só todas as regras de nossa vida, “a sabedoria”, diz um antigo, “é sempre querer a mesma coisa, é sempre não querer a mesma coisa”, “eu não me dignaria”, diz ele, “a acrescentar ‘contanto que a tua vontade esteja certa’, pois se não está certa, é impossível que sempre seja uma só e a mesma.” Na verdade, aprendi outrora que o vício é apenas o desregramento e a falta de moderação; e, por conseguinte, é impossível o imaginarmos constante. É uma frase de Demóstenes, dizem, que “o começo de toda virtude são a reflexão e a deliberação, e seu fim e sua perfeição, a constância”. Se, guiados pela reflexão, pegássemos certa via, pegaríamos a mais bela, mas ninguém pensa antes de agir: “O que ele pediu, desdenha; exige o que acaba de abandonar; agita-se e sua vida não se dobra a nenhuma ordem.”


    (Michel de Montaigne. Os ensaios: uma seleção, 2010. Adaptado.)
    “o começo de toda virtude são a reflexão e a deliberação, e seu fim e sua perfeição, a constância” (2° parágrafo)


    Nesse trecho, a segunda vírgula é empregada com a finalidade de
    Escolha uma alternativa para a questão dbd53e17-8b
  • Linguagens

    Português

    Para responder à questão, leia o trecho de um ensaio de Michel de Montaigne (1533-1592).


        Há alguma razão em fazer o julgamento de um homem pelos aspectos mais comuns de sua vida; mas, tendo em vista a natural instabilidade de nossos costumes e opiniões, muitas vezes me pareceu que mesmo os bons autores estão errados em se obstinarem em formar de nós uma ideia constante e sólida. Escolhem um caráter universal e, seguindo essa imagem, vão arrumando e interpretando todas as ações de um personagem, e, se não conseguem torcê-las o suficiente, atribuem-nas à dissimulação. Creio mais dificilmente na constância dos homens do que em qualquer outra coisa, e em nada mais facilmente do que na inconstância. Quem os julgasse nos pormenores e separadamente, peça por peça, teria mais ocasiões de dizer a verdade.

        Em toda a Antiguidade é difícil escolher uma dúzia de homens que tenham ordenado sua vida num projeto definido e seguro, que é o principal objetivo da sabedoria. Pois para resumi-la por inteiro numa só palavra e abranger em uma só todas as regras de nossa vida, “a sabedoria”, diz um antigo, “é sempre querer a mesma coisa, é sempre não querer a mesma coisa”, “eu não me dignaria”, diz ele, “a acrescentar ‘contanto que a tua vontade esteja certa’, pois se não está certa, é impossível que sempre seja uma só e a mesma.” Na verdade, aprendi outrora que o vício é apenas o desregramento e a falta de moderação; e, por conseguinte, é impossível o imaginarmos constante. É uma frase de Demóstenes, dizem, que “o começo de toda virtude são a reflexão e a deliberação, e seu fim e sua perfeição, a constância”. Se, guiados pela reflexão, pegássemos certa via, pegaríamos a mais bela, mas ninguém pensa antes de agir: “O que ele pediu, desdenha; exige o que acaba de abandonar; agita-se e sua vida não se dobra a nenhuma ordem.”


    (Michel de Montaigne. Os ensaios: uma seleção, 2010. Adaptado.)
    Em “eu não me dignaria [...] a acrescentar ‘contanto que a tua vontade esteja certa’, pois se não está certa, é impossível que sempre seja uma só e a mesma.” (2° parágrafo), a locução sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo para o sentido do texto, por:
    Escolha uma alternativa para a questão dbd31ec9-8b
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    Português

    Para responder à questão, leia o trecho de um ensaio de Michel de Montaigne (1533-1592).


        Há alguma razão em fazer o julgamento de um homem pelos aspectos mais comuns de sua vida; mas, tendo em vista a natural instabilidade de nossos costumes e opiniões, muitas vezes me pareceu que mesmo os bons autores estão errados em se obstinarem em formar de nós uma ideia constante e sólida. Escolhem um caráter universal e, seguindo essa imagem, vão arrumando e interpretando todas as ações de um personagem, e, se não conseguem torcê-las o suficiente, atribuem-nas à dissimulação. Creio mais dificilmente na constância dos homens do que em qualquer outra coisa, e em nada mais facilmente do que na inconstância. Quem os julgasse nos pormenores e separadamente, peça por peça, teria mais ocasiões de dizer a verdade.

        Em toda a Antiguidade é difícil escolher uma dúzia de homens que tenham ordenado sua vida num projeto definido e seguro, que é o principal objetivo da sabedoria. Pois para resumi-la por inteiro numa só palavra e abranger em uma só todas as regras de nossa vida, “a sabedoria”, diz um antigo, “é sempre querer a mesma coisa, é sempre não querer a mesma coisa”, “eu não me dignaria”, diz ele, “a acrescentar ‘contanto que a tua vontade esteja certa’, pois se não está certa, é impossível que sempre seja uma só e a mesma.” Na verdade, aprendi outrora que o vício é apenas o desregramento e a falta de moderação; e, por conseguinte, é impossível o imaginarmos constante. É uma frase de Demóstenes, dizem, que “o começo de toda virtude são a reflexão e a deliberação, e seu fim e sua perfeição, a constância”. Se, guiados pela reflexão, pegássemos certa via, pegaríamos a mais bela, mas ninguém pensa antes de agir: “O que ele pediu, desdenha; exige o que acaba de abandonar; agita-se e sua vida não se dobra a nenhuma ordem.”


    (Michel de Montaigne. Os ensaios: uma seleção, 2010. Adaptado.)
    No segundo parágrafo, depreende-se das reflexões de Montaigne a íntima relação entre
    Escolha uma alternativa para a questão dbd1067e-8b
  • Linguagens

    Português

    Para responder à questão, leia o trecho de um ensaio de Michel de Montaigne (1533-1592).


        Há alguma razão em fazer o julgamento de um homem pelos aspectos mais comuns de sua vida; mas, tendo em vista a natural instabilidade de nossos costumes e opiniões, muitas vezes me pareceu que mesmo os bons autores estão errados em se obstinarem em formar de nós uma ideia constante e sólida. Escolhem um caráter universal e, seguindo essa imagem, vão arrumando e interpretando todas as ações de um personagem, e, se não conseguem torcê-las o suficiente, atribuem-nas à dissimulação. Creio mais dificilmente na constância dos homens do que em qualquer outra coisa, e em nada mais facilmente do que na inconstância. Quem os julgasse nos pormenores e separadamente, peça por peça, teria mais ocasiões de dizer a verdade.

        Em toda a Antiguidade é difícil escolher uma dúzia de homens que tenham ordenado sua vida num projeto definido e seguro, que é o principal objetivo da sabedoria. Pois para resumi-la por inteiro numa só palavra e abranger em uma só todas as regras de nossa vida, “a sabedoria”, diz um antigo, “é sempre querer a mesma coisa, é sempre não querer a mesma coisa”, “eu não me dignaria”, diz ele, “a acrescentar ‘contanto que a tua vontade esteja certa’, pois se não está certa, é impossível que sempre seja uma só e a mesma.” Na verdade, aprendi outrora que o vício é apenas o desregramento e a falta de moderação; e, por conseguinte, é impossível o imaginarmos constante. É uma frase de Demóstenes, dizem, que “o começo de toda virtude são a reflexão e a deliberação, e seu fim e sua perfeição, a constância”. Se, guiados pela reflexão, pegássemos certa via, pegaríamos a mais bela, mas ninguém pensa antes de agir: “O que ele pediu, desdenha; exige o que acaba de abandonar; agita-se e sua vida não se dobra a nenhuma ordem.”


    (Michel de Montaigne. Os ensaios: uma seleção, 2010. Adaptado.)
    No primeiro parágrafo, Montaigne ressalta que mesmo os bons autores tendem a
    Escolha uma alternativa para a questão dbcefe25-8b
  • Linguagens

    Português

    Para responder à questão, leia o trecho de um ensaio de Michel de Montaigne (1533-1592).


        Há alguma razão em fazer o julgamento de um homem pelos aspectos mais comuns de sua vida; mas, tendo em vista a natural instabilidade de nossos costumes e opiniões, muitas vezes me pareceu que mesmo os bons autores estão errados em se obstinarem em formar de nós uma ideia constante e sólida. Escolhem um caráter universal e, seguindo essa imagem, vão arrumando e interpretando todas as ações de um personagem, e, se não conseguem torcê-las o suficiente, atribuem-nas à dissimulação. Creio mais dificilmente na constância dos homens do que em qualquer outra coisa, e em nada mais facilmente do que na inconstância. Quem os julgasse nos pormenores e separadamente, peça por peça, teria mais ocasiões de dizer a verdade.

        Em toda a Antiguidade é difícil escolher uma dúzia de homens que tenham ordenado sua vida num projeto definido e seguro, que é o principal objetivo da sabedoria. Pois para resumi-la por inteiro numa só palavra e abranger em uma só todas as regras de nossa vida, “a sabedoria”, diz um antigo, “é sempre querer a mesma coisa, é sempre não querer a mesma coisa”, “eu não me dignaria”, diz ele, “a acrescentar ‘contanto que a tua vontade esteja certa’, pois se não está certa, é impossível que sempre seja uma só e a mesma.” Na verdade, aprendi outrora que o vício é apenas o desregramento e a falta de moderação; e, por conseguinte, é impossível o imaginarmos constante. É uma frase de Demóstenes, dizem, que “o começo de toda virtude são a reflexão e a deliberação, e seu fim e sua perfeição, a constância”. Se, guiados pela reflexão, pegássemos certa via, pegaríamos a mais bela, mas ninguém pensa antes de agir: “O que ele pediu, desdenha; exige o que acaba de abandonar; agita-se e sua vida não se dobra a nenhuma ordem.”


    (Michel de Montaigne. Os ensaios: uma seleção, 2010. Adaptado.)
    Do ponto de vista temático, o texto de Montaigne dialoga especialmente com a seguinte citação:
    Escolha uma alternativa para a questão dbccecc8-8b