Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

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10.965 questões encontradas. Mostrando a página 521 de 549.

  • C747EFF7-DE

    Português

    Figuras de Linguagem
    UFAC · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Observe o trecho abaixo:

    “Então Macunaíma enxergou numa lapa bem no meio do rio uma cova cheia d’água. E a cova era que nem marca dum pé gigante. Abicaram. O herói depois de muitos gritos por causa do frio da água entrou na cova e se lavou inteirinho. Mas a água era encantada porque aquele buraco na lapa era marca do pezão de Sumé, do tempo em que andava pregando o evangelho de Jesus pra indiada brasileira. Quando o herói saiu do banho estava louro e de olhos azuizinhos, água lavara o pretume dele. E ninguém não seria capaz mais de indicar nele um filho da tribo retinta dos Tapanhumas.” (ANDRADE, M. Macunaíma: o herói sem nenhum caráter. 22.ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1986. p. 29- 30)

    Na passagem acima, Mário de Andrade retoma uma tradição de contar histórias, onde Macunaíma, o herói da nossa gente, representa uma espécie de símbolo de afirmação da nossa mestiçagem que até então, antes do modernismo, era vista como sinal de inferioridade. Ao sair da água encantada, porém, ele consegue ficar branco, enquanto seus dois irmãos, mais adiante, continuam com os traços indígenas e negroides. Essa metáfora compõe, junto com a forma de contar histórias:
    Escolha uma alternativa para a questão c747eff7-de
  • C744351A-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    UFAC · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Observe o parágrafo abaixo:

    “Começo arrepender-me deste livro. Não que ele me canse; eu não tenho que fazer; e, realmente, expedir alguns magros capítulos para esse mundo sempre é tarefa que distrai um pouco da eternidade. Mas o livro é enfadonho, cheira a sepulcro, traz certa contração cadavérica; vício grave, e aliás íntimo, porque o maior defeito deste livro és tu, leitor. Tu tens pressa de envelhecer, e o livro anda devagar; tu amas a narração direta e nutrida, o estilo regular e fluente, e este livro e o meu estilo são como ébrios, guinam à direita e à esquerda, andam e param, resmungam, urram, gargalham, ameaçam o céu, escorregam e caem...” (ASSIS, J.M.M. Memórias póstumas de Brás Cubas. Rio de Janeiro, Tecnoprint, s.d. p. 126)

    Ao final do parágrafo, o narrador trabalha com elementos polares (pressa de envelhecer versus o livro que anda devagar; estilo regular versus estilo ébrio) e termina com uma gradação às avessas, pois o seu estilo e o livro “caem”, por fim. Essa qualidade crítica que ele dá à sua obra corresponde:
    Escolha uma alternativa para a questão c744351a-de
  • C740F912-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    UFAC · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Observe o parágrafo abaixo:

    “Começo arrepender-me deste livro. Não que ele me canse; eu não tenho que fazer; e, realmente, expedir alguns magros capítulos para esse mundo sempre é tarefa que distrai um pouco da eternidade. Mas o livro é enfadonho, cheira a sepulcro, traz certa contração cadavérica; vício grave, e aliás íntimo, porque o maior defeito deste livro és tu, leitor. Tu tens pressa de envelhecer, e o livro anda devagar; tu amas a narração direta e nutrida, o estilo regular e fluente, e este livro e o meu estilo são como ébrios, guinam à direita e à esquerda, andam e param, resmungam, urram, gargalham, ameaçam o céu, escorregam e caem...” (ASSIS, J.M.M. Memórias póstumas de Brás Cubas. Rio de Janeiro, Tecnoprint, s.d. p. 126)

    Na passagem acima, o narrador de Machado de Assis se apresenta, de maneira desiludida, quanto aos caminhos da sua narração, e dá ao seu livro um caráter demeritório e responsabiliza o leitor por isso. Nesse caso, esta obra, que é um verdadeiro divisor de águas na ficção brasileira, no século 19, pretende-se por meio do domínio irônico:
    Escolha uma alternativa para a questão c740f912-de
  • C73D509F-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    UFAC · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Observe o parágrafo abaixo:


    “Em 2006, foi condenado pelo crime em júri popular. No mesmo ano, teve a sentença confirmada pelo Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo e, dois anos mais tarde, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Como explicar o fato de que continua livre? A resposta está, sobretudo, numa mudança ideológica que começou a tomar corpo no Supremo Tribunal Federal (STF) no início dos anos 2000. Até a década de 90, o STF era composto de uma maioria de ministros ditos conservadores – termo que – em direito penal, indica aqueles que têm uma interpretação rigorosa da lei, em oposição, por exemplo, aos ‘garantistas’, mais preocupados em assegurar os direitos fundamentais do réu. Grossíssimo modo, conservadores seriam aqueles que mandam prender e garantistas, ou liberais, aqueles que mandam soltar. A partir de 2003, o colegiado de onze magistrados do STF sofreu sete substituições. O fato de quase todos os novos ministros serem liberais levou a que uma tese passasse a prevalecer nas decisões do tribunal: o princípio da presunção da inocência, segundo o qual ninguém será considerado culpado antes que todos os recursos da defesa sejam julgados. No tempo da supremacia conservadora no STF, entendia-se que uma condenação em segunda instância era suficiente para que o réu pudesse ser preso. Agora, com a hegemonia garantista, desde que ele tenha dinheiro para pagar bons advogados e entrar com sucessivos recursos na Justiça, poderá ficar solto até a palavra final do STF, ainda que isso leve quase uma década – como no caso de Pimenta Neves.” (DINIS, L. Quase uma década de impunidade. Veja, São Paulo, 23 set. 2009. Brasil, p. 74)


    Em qual das expressões abaixo, a jornalista dá entrada para uma mudança de expectativa no processo de compreensão dos termos jurídicos em foco, de forma mais clara:

    Escolha uma alternativa para a questão c73d509f-de
  • C739288F-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    UFAC · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos

    Observe o parágrafo abaixo:


    “Em 2006, foi condenado pelo crime em júri popular. No mesmo ano, teve a sentença confirmada pelo Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo e, dois anos mais tarde, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Como explicar o fato de que continua livre? A resposta está, sobretudo, numa mudança ideológica que começou a tomar corpo no Supremo Tribunal Federal (STF) no início dos anos 2000. Até a década de 90, o STF era composto de uma maioria de ministros ditos conservadores – termo que – em direito penal, indica aqueles que têm uma interpretação rigorosa da lei, em oposição, por exemplo, aos ‘garantistas’, mais preocupados em assegurar os direitos fundamentais do réu. Grossíssimo modo, conservadores seriam aqueles que mandam prender e garantistas, ou liberais, aqueles que mandam soltar. A partir de 2003, o colegiado de onze magistrados do STF sofreu sete substituições. O fato de quase todos os novos ministros serem liberais levou a que uma tese passasse a prevalecer nas decisões do tribunal: o princípio da presunção da inocência, segundo o qual ninguém será considerado culpado antes que todos os recursos da defesa sejam julgados. No tempo da supremacia conservadora no STF, entendia-se que uma condenação em segunda instância era suficiente para que o réu pudesse ser preso. Agora, com a hegemonia garantista, desde que ele tenha dinheiro para pagar bons advogados e entrar com sucessivos recursos na Justiça, poderá ficar solto até a palavra final do STF, ainda que isso leve quase uma década – como no caso de Pimenta Neves.” (DINIS, L. Quase uma década de impunidade. Veja, São Paulo, 23 set. 2009. Brasil, p. 74)


    No trecho da reportagem acima, a jornalista procura mostrar os mecanismos de funcionamento da justiça brasileira, a partir de um crime bárbaro e que, quase uma década depois, continua impune. A maneira como ela desenvolve a sua argumentação leva em conta algumas minúcias, por meio de termos, que procuram driblar um pouco o peso da linguagem técnica para entender a nossa atual cultura jurídica da impunidade. Isso acontece porque:

    Escolha uma alternativa para a questão c739288f-de
  • C734E962-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    UFAC · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Observe o parágrafo abaixo:


    “Dia após dia, nestas últimas semanas, o público vem se admirando com exibições de amor entre gente que deveria se odiar. Por que estariam aos abraços, fazendo elogios radicais uns aos outros, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o expresidente Fernando Collor e o atual presidente do Senado José Sarney? Lula, numa declaração inesquecível, disse que Sarney era ‘o grande ladrão da Nova República’; contra Collor, ele e o seu partido se jogaram numa guerra de extermínio desde o primeiro dia de seu governo e só sossegaram quase três anos depois, quando o inimigo foi posto para fora da presidência. Collor, por sua vez, disse que Sarney era ‘um batedor de carteira’ – carteira ‘da história’, em suas palavras, o que não é tão ruim quanto uma carteira de verdade, mas assim mesmo é coisa pra lá de pesada. Também afirmou, na sua disputa presidencial contra Lula, que o adversário iria expropriar as casas e apartamentos das pessoas se fosse eleito – isso para não falar da humilhação pública que lhe impôs ao levar para a televisão uma ex-companheira do atual presidente, que o acusou de racismo e de pressão para abortar a filha que acabariam tendo. Sarney se queixa até hoje das 1200 greves, a maioria comandada pelo PT, que teve ao longo de seu governo, e já descreveu Collor como ‘um homem profundamente transtornado.’” (GUZZO, J.R. Do mesmo lado. Veja, São Paulo, 19 ago. 2009. Seções, p. 142)


    O autor do artigo diz que Collor havia chamado Sarney de “o batedor de carteira”, mas a “carteira da história”, o que amenizaria, num certo sentido, o insulto, mas que não deixaria de ter o seu peso de desagravo. Por outro lado, poderíamos compreender esse último aspecto como:
    Escolha uma alternativa para a questão c734e962-de
  • C731F43B-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    UFAC · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Observe o parágrafo abaixo:


    “Dia após dia, nestas últimas semanas, o público vem se admirando com exibições de amor entre gente que deveria se odiar. Por que estariam aos abraços, fazendo elogios radicais uns aos outros, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o expresidente Fernando Collor e o atual presidente do Senado José Sarney? Lula, numa declaração inesquecível, disse que Sarney era ‘o grande ladrão da Nova República’; contra Collor, ele e o seu partido se jogaram numa guerra de extermínio desde o primeiro dia de seu governo e só sossegaram quase três anos depois, quando o inimigo foi posto para fora da presidência. Collor, por sua vez, disse que Sarney era ‘um batedor de carteira’ – carteira ‘da história’, em suas palavras, o que não é tão ruim quanto uma carteira de verdade, mas assim mesmo é coisa pra lá de pesada. Também afirmou, na sua disputa presidencial contra Lula, que o adversário iria expropriar as casas e apartamentos das pessoas se fosse eleito – isso para não falar da humilhação pública que lhe impôs ao levar para a televisão uma ex-companheira do atual presidente, que o acusou de racismo e de pressão para abortar a filha que acabariam tendo. Sarney se queixa até hoje das 1200 greves, a maioria comandada pelo PT, que teve ao longo de seu governo, e já descreveu Collor como ‘um homem profundamente transtornado.’” (GUZZO, J.R. Do mesmo lado. Veja, São Paulo, 19 ago. 2009. Seções, p. 142)


    O autor do artigo trata das relações convenientes no alto escalão da nossa república, mas faz isso de uma maneira bastante peculiar, utilizando alguns recursos que acabam ratificando um determinado efeito. Poderíamos dizer que em boa parte deste parágrafo ele:

    Escolha uma alternativa para a questão c731f43b-de
  • C72E323A-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    UFAC · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Observe o parágrafo abaixo:

    “Duas décadas sem papel higiênico ajudaram os cubanos a encontrar uma utilidade, digamos, escatológica para o jornal oficial do Partido Comunista, o Granma, e para o recém-lançado Dicionário de pensamentos de Fidel Castro, um livrão de mais de 300 páginas muito apreciado por suas folhas finas e macias. O uso sanitário das publicações do governo é tão difundido que já deu origem a uma versão bizarra da lei da oferta e da procura: no mercado paralelo, o jornal da semana passada é vendido pelo mesmo preço que o da edição do dia. Na verdade, não importa a data da publicação se a finalidade for substituir o papel higiênico. Favorito para o asseio dos cubanos, o Granma tem oito páginas (dezesseis às sextasfeiras) e 400 mil exemplares diários. Seus artigos, pura ladainha comunista, são uma enorme chatice. As notícias, distorcidas pela propaganda oficial, não têm credibilidade. Mas o diário é bastante valorizado pela qualidade absorvente do papel em que é impresso e também pelas cores firmes, que não mancham o traseiro de seus, por assim dizer, leitores.” (TEIXEIRA, D. Até que enfim serviram para algo. Veja, São Paulo, 9 set. 2009. Ideologia, p. 98)

    A reportagem acima, ressalta, em boa parte do texto, o aspecto irônico ao tratar de uma questão que deveria ser, em primeiro lugar, meramente informativa. Ao utilizar esse recurso de forma geral ele proporciona:
    Escolha uma alternativa para a questão c72e323a-de
  • C72A1464-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    UFAC · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Observe o trecho abaixo:

        “Você é um sundae polvilhado com Ovomaltine. Pelo menos do ponto de vista dos micróbios. Existem mais bactérias pastando pela sua pele do que gente vivendo no planeta. Para elas, seu corpo é o paraíso, um lugar cheio de oásis onde água e comida jorram o tempo todo, na forma de água, sais minerais e gordura e proteínas. Cada um dos seus poros é como um restaurante onde tudo isso sai de graça. Em troca, elas deixam seu corpo fedendo. As axilas são mais problemáticas porque são as praças de alimentação mais concorridas, com glândulas que produzem mais óleos e proteínas de que elas gostam. E isso porque a pele nem tem tantas bactérias assim, comparado com a parte de dentro. A realidade assusta. Nosso corpo é feito de 10 trilhões de células. E abriga 100 trilhões de bactérias. Da próxima vez que se olhar no espelho, lembre-se: 90% do que está ali não é você, mas uma megacivilização de micro-organismos.”
    (VERSIGNASSI, A., AXT, B. Donos do mundo. Superinteressante, São Paulo, ago. 2009. Capa, p. 54) 

    Na passagem “Cada um dos seus poros é como um restaurante onde tudo isso sai de graça. Em troca, elas deixam seu corpo fedendo.” Existe uma comparação quase hiperbólica de início e, a seguir, o aspecto realçado procura:

    Escolha uma alternativa para a questão c72a1464-de
  • C7257131-DE

    Português

    Figuras de Linguagem
    UFAC · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Observe o trecho abaixo:

        “Você é um sundae polvilhado com Ovomaltine. Pelo menos do ponto de vista dos micróbios. Existem mais bactérias pastando pela sua pele do que gente vivendo no planeta. Para elas, seu corpo é o paraíso, um lugar cheio de oásis onde água e comida jorram o tempo todo, na forma de água, sais minerais e gordura e proteínas. Cada um dos seus poros é como um restaurante onde tudo isso sai de graça. Em troca, elas deixam seu corpo fedendo. As axilas são mais problemáticas porque são as praças de alimentação mais concorridas, com glândulas que produzem mais óleos e proteínas de que elas gostam. E isso porque a pele nem tem tantas bactérias assim, comparado com a parte de dentro. A realidade assusta. Nosso corpo é feito de 10 trilhões de células. E abriga 100 trilhões de bactérias. Da próxima vez que se olhar no espelho, lembre-se: 90% do que está ali não é você, mas uma megacivilização de micro-organismos.”
    (VERSIGNASSI, A., AXT, B. Donos do mundo. Superinteressante, São Paulo, ago. 2009. Capa, p. 54) 
    Os autores da reportagem utilizam, logo no início desse parágrafo, uma metáfora para definir o ser humano enquanto organismo (“Você é um sundae polvilhado de Ovomaltine”). Logo adiante, explicam que é do ponto de vista das bactérias. Ao final, eles nos lembram que, ao nos olharmos no espelho, boa parte do que vemos não somos nós. Esses recursos da linguagem interessam para indicar:
    Escolha uma alternativa para a questão c7257131-de
  • 173A84C3-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    UEPB · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Em “Os olhos da mulher, súplica e esperança, o meio sorriso, ferida aberta no meio da cara [...] Mas ela nada diz de sua boca, impõe com as mãos febris, com as pernas magras, com o corpo esquálido de bicho fêmea que ele lhe entregue seu corpo duro de bicho macho [...] Ela vê volume nos bolsos dele, mete as mãos e as traz cheias de brita que atira pela janela, o dinheiro, cadê o dinheiro?” (p.16-17) e em “Irene [...] provado devagarinho, por primeira vez, quem sabe?, o sabor que pode ter tocar-se o corpo de um homem por nada, só por carinho” (p. 57), é possível afirmar

    I - que o fio de esperança por dias melhores, alimentado por Irene, depois de conhecer Rosálio, opera uma mudança na sua forma de ver e de sentir o outro.

    II - que, embora lutando por sobreviver e alimentar um “guri e uma velha”, Irene encontra momentos para pensar em si, cuidar de si, ao mesmo tempo em que cuida do outro (Rosálio);

    III - que não há alusão a uma possível mudança na forma de Irene sentir a si e ao outro: ela apenas quis agradá-lo (como mostra o fragmento), depois retoma a dura vida de prostituta, uma vez que a sobrevivência é um imperativo maior que “o prazer de ler”;


    Está(ão) correta(s) apenas a(s) proposição(ões)
    Escolha uma alternativa para a questão 173a84c3-de
  • 17328D6E-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    UEPB · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Em O vôo da guará vermelha, Irene conta (e ouve) histórias de “fazer durar” ou estender o tempo, atitude similar a de Sherazade, que, para evitar a sua morte pelo sultão, seu esposo, cumpre a tarefa de, à noite, contar-lhe um “conto”, deixando a história em suspenso para que ele tome gosto e queira ouvir a continuação na noite seguinte. No que diz respeito a O vôo da guará vermelha, pode-se afirma
    Escolha uma alternativa para a questão 17328d6e-de
  • 17063D68-DE

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    UEPB · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir, e coloque V para proposição verdadeira e F para falsa.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    Revista ISTO É, São Paulo: Editora Três, ano 31, 02 de julho, 2008, p. 60.

    ( ) Os dados revelam decisões políticas para o avanço da inclusão digital na sociedade brasileira.

    ( ) A expressão “Neste prazo” remete ao quantitativo de professores que serão capacitados em informática.

    ( ) O termo “até” funciona no texto como indicação circunstancial que expressa um ponto de chegada da banda larga nas escolas.


    Marque a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 17063d68-de
  • 16FB1A98-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    UEPB · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    ANGELI, Folha de São Paulo, 11 jun. 2003.


    Na charge acima, a temática do texto é revelada pelos traços da linguagem não-verbal e todo o contexto discursivo. Nesse sentido, pode-se depreender que:


    I - A fala do personagem estabelece uma contradição entre o real e o imaginário.

    II - Os procedimentos de construção subjetiva do autor contribuem para referendar as condições de exclusão social.

    III - O discurso do personagem coloca em cena um enunciador que assume uma posição absurda, gerando um distanciamento marcado pelo contexto.

    IV - A fala irônica do enunciador revela o conflito instaurado pela posição social que o personagem ocupa.


    Analise as proposições acima, e marque a alternativa que corresponde às verdadeiras.

    Escolha uma alternativa para a questão 16fb1a98-de
  • 16EEC81D-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    UEPB · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    Maurício de Souza. Navegar é preciso. In: Almanaque do Cebolinha, 2004, p. 79.


    Entre as expressões “bancos de dados” (linha 16) do texto 01 e “banco de dados” do segundo quadrinho da história “Navegar é preciso”, pode-se inferir que:


    ( ) A articulação intertextual promovida pela interação entre tema e figura compõe um todo significativo.

    ( ) A coerência discursiva ocasionada pela ruptura aparentemente existente entre figura e tema se justifica por conta do humor criado pelo autor.

    ( ) A relação de incongruência entre as expressões “bancos de dados” e “banco de dados” se estabelece pela contradição das figuras em relação ao tema, ocasionando uma ambigüidade.

    ( ) O uso de “banco de dados” no segundo quadrinho estabelece uma relação dialógica entre os enunciados, produzindo o efeito de sentido.


    Analise as proposições acima, coloque V para a verdadeira e F para a falsa a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão 16eec81d-de
  • B8FDC290-DB

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado do Amapá · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    Tomando por base o sentido do texto, julgue as proposições abaixo e assinale a alternativa que contém a opção correta.

    I- Há, no texto, dois pontos de vista antagônicos. Um que afirma ser a inveja um sentimento negativo e, como tal, gerador de competitividade e cobiça. Outro que alega ser a inveja um sentimento positivo, desde que não prejudique ninguém e que sirva para o crescimento pessoal. Patrícia Affonso, com base em Cida Medeiros e Priscila Araújo, defende o primeiro em detrimento do segundo.

    II- A autora do texto afirma que a inveja é parte inerente de todo ser humano. Sendo assim, podemos inferir, a partir de considerações da própria autora, que a “inveja boa” deve ser desenvolvida, ao passo que a “inveja má” tem de ser repelida.

    III- Segundo o texto, é uma unanimidade acreditar que, se soubermos dosar, a inveja pode vir a se tornar uma ferramenta para o crescimento, uma vez que ela é estímulo para se buscar aquilo que desejamos ter ou ser.

    IV- Inveja boa e inveja criativa, no texto, são expressões sinônimas. Assim, a inveja boa (ou inveja criativa) serve para dar início a uma série de atitudes benéficas. Ela é como o combustível que nos faz ir atrás de nossos objetivos, desde que não prejudique outras pessoas.
    Escolha uma alternativa para a questão b8fdc290-db
  • B8F45402-DB

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    Universidade do Estado do Amapá · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    Das afirmativas abaixo, assinale a única que apresenta o que como pronome relativo.
    Escolha uma alternativa para a questão b8f45402-db
  • B8EF8644-DB

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado do Amapá · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    Assinale a única alternativa que traz uma informação incorreta de acordo com o texto.
    Escolha uma alternativa para a questão b8ef8644-db
  • B8EAED5D-DB

    Português

    Flexão de voz (ativa, passiva, reflexiva)
    Universidade do Estado do Amapá · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    I- Em ...um sentimento conhecido por todos nós: a inveja. (L.13/14) e No início a coisa é branda: a gente reconhece... (L.32) os dois pontos podem ser substituídos pela expressão que é.

    II- As orações Existem casos... (L.33) e ...explica Priscila Araújo... (L.40) são marcadas por um sujeito posposto.

    III- O período ...é possível livrar a inveja do estigma de vilã... (L.37) pode ser reescrito, sem prejuízo de sentido, por ...é possível que se livre a inveja do estigma de vilã.

    IV- O uso predominante das aspas, no texto, serve para destacar o posicionamento de especialistas no assunto em discussão.
    Escolha uma alternativa para a questão b8eaed5d-db
  • B8E71412-DB

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado do Amapá · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    I- O o que aparece em ...o que fazia a serpente... (L.10) tem o valor de um pronome demonstrativo.

    II- Por anteceder a um verbo, o vocábulo a apresenta equivalência morfológica nas três situações seguintes: a evitem (L.18), a competirem (L.26), a cobiçar (L.31).

    III- Em ...pinta aquele incômodo persistente...(L.30/31), o vocábulo em destaque é marca predominante da linguagem informal.

    IV- Em Essa simples história retrata com clareza um sentimento conhecido por todos nós: a inveja. (L.13/14), os termos em negrito designam uma expressão que faz menção à palavra história.
    Escolha uma alternativa para a questão b8e71412-db