Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

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10.965 questões encontradas. Mostrando a página 520 de 549.

  • EDAD5401-DF

    Português

    Figuras de Linguagem
    UFRN · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Os fragmentos textuais abaixo foram extraídos de crônicas de Luis Fernando Veríssimo (2001). Aquele em que o termo sublinhado constitui uma onomatopéia é:
    Escolha uma alternativa para a questão edad5401-df
  • EDA97011-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRN · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o fragmento a seguir, extraído da crônica “Vivendo e...”, de Luis Fernando Veríssimo. Na verdade, deve-se revisar aquela antiga frase. É vivendo e desaprendendo. Não falo daquelas coisas que deixamos de fazer porque não temos mais as condições físicas e a coragem de antigamente, como subir em bonde andando – mesmo porque não há mais bondes andando. Falo da sabedoria desperdiçada, das artes que nos abandonaram.

    VERÍSSIMO, Luis Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva. 2001, p. 46.

    A alteração que o autor faz no ditado popular “Vivendo e aprendendo” evidencia certo sentimento de
    Escolha uma alternativa para a questão eda97011-df
  • EDA26FB2-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRN · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos
    O prefácio do livro Eles não usam black-tie reproduz um artigo escrito, em 1960, pelo jornalista Paulo Francis, sobre Gianfrancesco Guarnieri. Afirma Paulo Francis nesse artigo (p. 13): “Ele é um dramaturgo que transmite a urgência dessa tomada de posição, que a justapõe às acomodações de ordem individual, pedindo ao público que escolha entre as duas atitudes. E o faz carregando consigo a metrópole para o palco, indo ao centro do conflito. Marca o despertar da geração de hoje”.
    As duas atitudes a que se refere o trecho citado são a adesão à greve pelos trabalhadores e a traição de Tião, o qual prefere não participar do movimento. A opinião do jornalista sobre o dramaturgo se justifica pelo fato de a peça tratar da
    Escolha uma alternativa para a questão eda26fb2-df
  • ED9EF32A-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRN · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o fragmento abaixo, extraído de um conto do livro Negrinha, de Monteiro Lobato:

    Sempre que [...] se anunciava no jornal, dando um número de telefone, aquele diálogo se repetia. Seduzidas pelos termos do anúncio, as donas de casa telefonavam-lhe para “tratar” – e vinha inevitavelmente a pergunta sobre a idade, com a também inevitável resposta dos 36 anos. Isso desde antes da Grande Guerra. Veio o 1914 – ela continuou nos 36. Veio a batalha do Marne; veio o armistício – ela firme nos 36. Tratado de Versalhes – 36. Começos de Hitler e Mussolini – 36. Convenção de Munique – 36...

    Essa personagem “sem ânimo de abandonar a casa dos 36 anos” é
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  • ED9752C1-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRN · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A questão têm como referência o seguinte trecho do primeiro capítulo de Vidas Secas (publicado em 1938), de Graciliano Ramos: 

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    Nesse capítulo do romance, intensifica-se o sofrimento dos “infelizes”, e Fabiano imagina, para aquela situação trágica, uma solução extrema, que está expressa no trecho:
    Escolha uma alternativa para a questão ed9752c1-df
  • ED91E9AC-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRN · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A questão têm como referência o seguinte trecho do primeiro capítulo de Vidas Secas (publicado em 1938), de Graciliano Ramos: 

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    No trecho em destaque, os juazeiros indicam
    Escolha uma alternativa para a questão ed91e9ac-df
  • ED8E254C-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRN · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos

    A questão têm como referência o seguinte poema do livro Horto (publicado em 1900), de Auta de Souza: 


    Imagem da questão de Português, da prova de 2009


    No poema, a natureza é representada em um ambiente regional, como se percebe em:
    Escolha uma alternativa para a questão ed8e254c-df
  • ED8A7029-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRN · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos

    A questão têm como referência o seguinte poema do livro Horto (publicado em 1900), de Auta de Souza: 


    Imagem da questão de Português, da prova de 2009


    Em contraposição à solidão, ao desespero e à dor que o “eu-lírico” projeta no poema, o segundo quarteto acentua
    Escolha uma alternativa para a questão ed8a7029-df
  • ED85C852-DF

    Português

    Crase
    UFRN · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    Assim como nas três situações que o fragmento apresenta (linhas 4, 6 e 7), o acento grave também está usado adequadamente na opção:
    Escolha uma alternativa para a questão ed85c852-df
  • ED81C7C2-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRN · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    Tanto na linha 1 como na linha 5, os colchetes são empregados
    Escolha uma alternativa para a questão ed81c7c2-df
  • ED7888CC-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRN · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    Admitindo-se que se pode dividir esse fragmento textual em dois momentos, é correto afirmar que, no segundo, o narrador se detém em informar o leitor sobre a
    Escolha uma alternativa para a questão ed7888cc-df
  • ED74B16C-DF

    Português

    Análise sintática
    UFRN · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    Corresponde a uma forma desenvolvida da oração reduzida “Atravessando-o certa tarde [...]” (linha 5):
    Escolha uma alternativa para a questão ed74b16c-df
  • ED70D362-DF

    Português

    Sintaxe
    UFRN · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    Leia o período abaixo.


    Mal se congestiona o tráfego [...], o fagócito move-se [...].”


    Nesse período, o conector Mal exprime noção de

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  • ED6D1150-DF

    Português

    Coesão e coerência
    UFRN · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    “[...] vi formar-se ali um bolo de gente [...]” (linha 5)

    O segmento textual em destaque está reescrito corretamente, mantendo-se a informação original, na opção:

    Escolha uma alternativa para a questão ed6d1150-df
  • ED697DF1-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRN · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    Conotativamente, o narrador estabelece um paralelo entre funções da célula denominada fagócito e funções do soldado, tendo em vista que é tarefa de um policial
    Escolha uma alternativa para a questão ed697df1-df
  • ED65F543-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRN · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    Pode-se subentender da fala do interrogado:
    Escolha uma alternativa para a questão ed65f543-df
  • ED613A9D-DF

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRN · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    Na situação retratada pelo quadrinho, a resposta do interrogado
    Escolha uma alternativa para a questão ed613a9d-df
  • C7583FD2-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    UFAC · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos

    *Endogamia: os casamentos e relações se dão no mesmo grupo.


    Observe o parágrafo abaixo:


    “Mas que sensibilidade! Agora não apenas por causa do quadro de uvas e peras e peixe morto brilhando nas escamas. Sua sensibilidade incomodava sem ser dolorosa, como uma unha quebrada. E se quisesse podia permitir-se o luxo de se tornar ainda mais sensível, ainda podia ir mais adiante: porque era protegida por uma situação, protegida como toda a gente que atingiu uma posição na vida. Como uma pessoa a quem lhe impedem de ter a sua desgraça. Ai que infeliz que sou, minha mãe. Se quisesse podia deitar ainda mais vinho no copo e, protegida pela posição que alcançara na vida, emborrachar-se ainda mais, contanto que não perdesse o brio. E assim, mais emborrachada ainda, percorria os olhos pelo restaurante, e que desprezo pelas pessoas secas do restaurante, nenhum homem que fosse homem a valer, que fosse triste. Que desprezo pelas pessoas secas do restaurante, enquanto ela estava grossa e pesada, generosa a mais não poder. E tudo no restaurante tão distante um do outro como se jamais um pudesse falar com o outro. Cada um por si, e lá Deus por toda a gente.” (LISPECTOR, C. Devaneio e embriaguez de uma rapariga. Laços de família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. p. 14-5)


    Clarice Lispector se caracterizou por uma escrita bastante sensível e precisa, em busca de uma revelação maior do sujeito, na sua inglória afirmação de ser. Sua capacidade de percepção do mínimo dava a ela uma condição bastante elegante na hora de tecer elementos capazes de propor uma leitura da condição humana em luta consigo mesma. No conto, Clarice se esmerou na capacidade de atingir o alvo com mais brevidade e ambição econômica de espaço. No parágrafo do conto acima, o personagem é descrito tentando juntar duas pontas, a dele e a dos outros à sua volta, no restaurante, mas, enquanto se embriaga, não deixa de cavar um imenso abismo entre ele e o próprio mundo. Isso significa que:

    Escolha uma alternativa para a questão c7583fd2-de
  • C7519AC7-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    UFAC · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Observe o trecho do poema abaixo:


    “ASSISTE AO ENTERRO DE UM TRABALHADOR DE EITO E OUVE O QUE DIZEM DO MORTO OS AMIGOS QUE O LEVARAM AO CEMITÉRIO

    – Essa cova em que estás,

    com palmos medida

    é a conta menor

    que tiraste em vida.

    – É de bom tamanho,

    nem largo nem fundo

    é a parte que te cabe

    deste latifúndio.

    – Não é cova grande,

    é cova medida,

    é a terra que querias

    ver dividida.

    – É uma cova grande

    para teu pouco defunto

    mas estarás mais ancho

    que estavas no mundo.

    – É uma cova grande

    para teu defunto parco,

    porém mais que no mundo

    te sentirás largo.

    – É uma cova grande

    para tua carne pouca,

    mas a terra dada

    não se abre a boca.”

    (MELO NETO, J.C. Morte e vida severina: auto de natal pernambucano. Serial e antes. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997. p. 159-160)


    Em “Morte e vida severina”, João Cabral de Melo Neto recupera uma tradição medieval para traçar o percurso de mais um nordestino tangido pela seca. Por meio dele temos o duro testemunho de um personagem anônimo que percorre o agreste até o Capibaribe, mostrando-nos uma geografia de escassez e desolação que, ao final, é atenuada com um nascimento que representa a esperança cristã na vida. O trecho acima dramatiza o funeral de um lavrador e as vozes declamando representam:

    Escolha uma alternativa para a questão c7519ac7-de