Química
- Polímeros - Plásticos e Borrachas
- Prova de 2011
- Universidade Estadual de Feira de Santana
- Dificuldade: Difícil
- Com imagem
- Código da questão: A1E2E67F-E8

Disciplina · Ciências da Natureza
Questões de Química, da área de Ciências da Natureza, com gabarito em cada página.


A partir dos dados analisados, é correto afirmar que:Determinou-se experimentalmente as concentrações de íons H+ e de íons OH- na água pura, no vinagre e em uma solução de limpeza com amônia, todos a 25˚C, obtendo-se os seguintes dados:

Assinale a alternativa correta.
O calcário encontrado na natureza é o carbonato de cálcio impuro e constitui importante matéria-prima para obtenção de cal viva. Ao determinar a massa de carbonato de cálcio presente em uma amostra de calcário, verificou-se que o grau de pureza da amostra de calcário era de 80% de carbonato de cálcio
Ao submeter a amostra de calcário à decomposição por aquecimento, constatou-se a produção de 40,0 L de gás carbônico, medido nas condições normais de temperatura e pressão (CNTP).
Calcule a massa de calcário utilizada na amostra e assinale a alternativa correta.
Dados: massa molar de Ca CO3 = 100 g/mol. Reação de decomposição do CaCO3 por aquecimento:
CaCO3 (s) → CaO(s) + CO2(g)
Analise as afirmativas.
I. Toda molécula biatômica possui arranjo geométrico linear.
II. Toda molécula biatômica possui ligação covalente apolar.
III. Uma ligação covalente será polar sempre que os dois átomos que se unem por ligação covalente possuírem eletronegatividades diferentes.
IV. A polarização de uma ligação apresenta uma direção, um sentido e uma intensidade e, portanto, podem ser representados por um vetor.
Assinale a alternativa correta.
“No verão de 1774, Joseph Priestley, na Inglaterra, descobriu que quando se aquecia cal de mercúrio (óxido de mercúrio) ao rubro, dela desprendia um “ar” que, surpreendentemente, parecia ainda mais forte ou mais puro do que o ar comum. [...] Fascinado, Priestley investigou mais a fundo, descobrindo que camundongos podiam viver naquele ar ar por um tempo quatro vezes maior do que o ar comum. E assim, convencido de que aquele “novo” ar era benigno, ele próprio o experimentou.”
SACHS, Oliver. Tio Tungstênio. São Paulo: Companhia das Letras, 2002. P. 114.
