Questões de Literatura do ENEM
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E3938821-DE Segundo Alfredo Bosi, em “História concisa da literatura brasileira”, “o realismo de Graciliano não é orgânico nem espontâneo. É crítico. O ‘herói’ é sempre um problema: não aceita o mundo, nem os outros, nem a si mesmo” (BOSI, 1982, p. 454). Entre as passagens do livro “São Bernardo” abaixo descritas, aponte aquela que NÃO corrobora a afirmação do referido estudioso:E3900C8D-DE Literatura
Escolas LiteráriasUniversidade Estadual de Montes Claros - MG · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosAnalisando os personagens centrais dos romances “Dom Casmurro”, de Machado de Assis, e “São Bernardo”, de Graciliano Ramos, é CORRETO afirmar que:E38CFBA5-DE Literatura
Escolas LiteráriasUniversidade Estadual de Montes Claros - MG · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosLeia os fragmentos abaixo para responder à questão.
“Foi então que os bustos pintados nas paredes entraram a falar-me e a dizer-me que, uma vez que eles não alcançavam reconstituir-me os tempos idos, pegasse da pena e contasse alguns. Talvez a narração me desse a ilusão, e as sombras viessem perpassar ligeiras, como ao poeta, não o do trem, mas o do Fausto: Aí vindes outra vez, inquietas sombras?... Fiquei tão alegre com esta idéia, que ainda agora me treme a pena na mão. Sim, Nero, Augusto, Massinissa, e tu, grande César, que me incitas a fazer os meus comentários, agradeço-vos o conselho, e vou deitar ao papel as reminiscências que me vierem vindo.” Fonte: ASSIS, Machado de. Dom Casmurro, p. 2.
“Tenciono contar a minha história. Difícil. [...] As pessoas que me lerem terão, pois, a bondade de traduzir isto em linguagem literária, se quiserem. Se não quiserem, pouco se perde. Não pretendo bancar o escritor. [...] – Então para que escreve? – Sei lá! O pior é que já estraguei diversas folhas e ainda não principiei.” Fonte: RAMOS, Graciliano. São Bernardo, p. 11-13.
Analise as afirmativas abaixo.
I - A escrita literária surge, nos dois romances, como tentativa de acerto de contas com o passado.
II - Os protagonistas masculinos das duas narrativas optam por lançar ao papel suas reminiscências. Ambos os narradores buscam montar um conjunto de evidências que comprovaria o adultério de suas respectivas esposas.
III - Apesar de se propor a escrever um livro, Paulo Honório não sabe bem a motivação. Entretanto, com o desenrolar da narrativa, é possível depreender que o personagem busca uma explicação para o desmoronamento de sua vida e do seu casamento.Estão INCORRETAS as afirmativas:
E389FEBF-DE Literatura
Escolas LiteráriasUniversidade Estadual de Montes Claros - MG · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: Observe a pintura “Arrufos”, de Belmiro de Almeida, e depois leia o excerto do romance “Dom Casmurro”, de Machado de Assis, para responder à questão 12.
Disponível em:<https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/0/09/Belmiro_de_Almeida_-_Arrufos%2C_188> . Acesso em: 11 nov. 2019.“– Confiei a Deus todas as minhas amarguras, disse-me Capitu ao voltar da igreja; ouvi dentro de mim que a nossa separação é indispensável, e estou às suas ordens. Os olhos com que me disse isto eram embuçados, como espreitando um gesto de recusa ou de espera. Contava com a minha debilidade ou com a própria incerteza em que eu podia estar da paternidade do outro, mas falhou tudo. Acaso haveria em mim um homem novo, um que aparecia agora, desde que impressões novas e fortes o descobriam? Nesse caso era um homem apenas encoberto. Respondi-lhe que ia pensar, e faríamos o que eu pensasse. Em verdade vos digo que tudo estava pensado e feito.”
Fonte: ASSIS, Machado de. Dom Casmurro, p. 100.
Após comparar a pintura de Belmiro de Almeida e a passagem do livro “Dom Casmurro”, de Machado de Assis, é correto afirmar, EXCETO:
E38636A5-DE Literatura
Escolas LiteráriasUniversidade Estadual de Montes Claros - MG · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: Leia o fragmento abaixo de Álvares de Azevedo, considerado o mais importante poeta da chamada geração ultrarromântica brasileira, para responder à questão 11.NAMORO A CAVALOEu moro em Catumbi: mas a desgraça,
Que rege minha vida maldada,
Pôs lá no fim da rua do Catete
A minha Dulcinéia namorada.Alugo (três mil réis) por uma tarde
Um cavalo de trote (que esparrela!)
Só para erguer meus olhos suspirando
A minha namorada na janela...
[...]
O cavalo ignorante de namoro,
Entre dentes tomou a bofetada,
Arrepia-se, pula e dá-me um tombo
Com pernas para o ar, sobre a calçada...Dei ao diabo os namoros. Escovado
Meu chapéu que sofrera no pagode...
Dei de pernas corrido e cabisbaixo
E berrando de raiva como um bode.Circunstância agravante. A calça inglesa
Rasgou-se no cair de meio a meio,
O sangue pelas ventas me corria
Em paga do amoroso devaneio!...Fonte: AZEVEDO, Álvares de. Lira dos vinte anos. p. 120. Disponível em: . Acesso em: 11 nov. 2019.Analise as afirmativas abaixo.
I - Encontramos, nesse fragmento, uma vertente satírica da poética de Álvares de Azevedo, em que o eu lírico critica os exageros do sentimentalismo romântico.
II - O poema em questão não pode ser enquadrado dentro da estética romântica, devido à abordagem irônica ao sentimentalismo daquela escola literária.
III - Apesar do aspecto sarcástico do poema, há a representação de um amor não realizado, platônico, característica recorrente na obra de Álvares de Azevedo.Estão CORRETAS as afirmativas:
B3C8C66B-DE Literatura
Escolas LiteráriasFaculdade de Medicina de Olinda · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosEm 29 de janeiro de 1922, publicou-se no Estado de São Paulo: “Por iniciativa do festejado escritor, sr. Graça Aranha, da Academia Brasileira de Letras, haverá em S. Paulo uma ‘Semana de Arte Moderna’, em que tomarão parte os artistas que, em nosso meio, representam as mais modernas correntes artísticas”. Em relação ao evento mencionado anteriormente, pode-se afirmar queDC113760-DC Literatura
Escolas LiteráriasUniversidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosA dinâmica das artes nacionais no século XX passa diretamente pela importância do movimento modernista de 1922. Diversos movimentos artísticos subsequentes, como a Tropicália – na canção popular – ou o Cinema Novo – no cinema – tiveram relações diretas com as propostas estéticas de autores como Oswald de Andrade e Mário de Andrade. Um dos principais expoentes do Cinema Novo, o cineasta Cacá Diegues, não foge a essa relação.A característica do Modernismo que não está presente no longa-metragem Xica da Silva (1976) é:DC0CB93C-DC Literatura
Gênero DramáticoUniversidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosUma das características mais marcantes do teatro de Nelson Rodrigues está na revelação de desejos reprimidos nos seus personagens. Tal característica pode ser analisada como uma patologia social, fator central para a explicação dos casos de violência desencadeados. Nesse sentido, muitos personagens de O beijo no asfalto (1960) carregam desejos que procuram reprimir ou esconder.Associe os personagens a seus desejos reprimidos.1 – Aprígio2 – Dália3 – Cunha( ) Possui ciúmes do casamento da irmã( ) Ama Arandir( ) Possui prazer em agir com violênciaASSINALE a alternativa que contém a associação correta.45DCF14C-D8 Literatura
Escolas LiteráriasUEA · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho de Galvez, Imperador do Acre, de Márcio Souza, para responder à questão:Juno e Flora e outras divindades mitológicasO cabaré não primava pela decoração, mas o ambiente era simples e acolhedor. Era bem conceituado pelos anos de serviços prestados. Uma sala pequena cheia de sofás, algumas mesas redondas de mármore encardido. Meia penumbra. Fomos sentar numa mesa perto da orquestra. A casa começava a esvaziar e estavam apenas os clientes mais renitentes. Duas meninas dançavam um can-can desajeitado e deviam ser paraenses. As duas meninas suavam sem parar. Fomos atendidos por Dona Flora, gorda e oxigenada proprietária que bem poderia ser a deusa Juno. Recebemos as vênias de sempre e Trucco pediu uísque. A música já estava com o andamento de fim de festa e o garçom veio servir nossas bebidas. Trucco perguntou se Lili ainda iria apresentar-se e o garçom respondeu que o número dela era sempre à meia-noite. Havia um ar de familiaridade, e duas polacas vieram sentar em nossa mesa. Afastei a cadeira para elas sentarem e notei que eram bem velhas e machucadas. Decidi dar uma observada no ambiente enquanto Trucco trocava gentilezas com as duas cocottes1 .(Galvez, Imperador do Acre, 1977.)1cocotte: mulher jovem e atraente.O romance Galvez, Imperador do Acre
45C56F6E-D8 Literatura
Escolas LiteráriasUEA · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho do romance A moreninha, de Joaquim Manuel de Macedo, para responder à questão.Chegou o sábado. O nosso Augusto, depois de muitos rodeios e cerimônias, pediu finalmente licença para ir passar o dia de domingo na ilha de… e obteve em resposta um não redondo; jurou que tinha dado sua palavra de honra de lá se achar nesse dia e o pai, para que o filho não cumprisse a palavra, nem faltasse à honra, julgou muito conveniente trancá-lo em seu quarto. Mania antiga é essa de querer triunfar das paixões com fortes meios; erro palmar, principalmente no caso em que se acha o nosso estudante; amor é um menino doidinho e malcriado que, quando alguém intenta refreá-lo, chora, escarapela, esperneia, escabuja, morde, belisca e incomoda mais que solto e livre; prudente é facilitar-lhe o que deseja, para que ele disso se desgoste; soltá-lo no prado, para que não corra; limpar-lhe o caminho, para que não passe; acabar com as dificuldades e oposições, para que ele durma e muitas vezes morra. O amor é um anzol que, quando se engole, agadanha-se logo no coração da gente, donde, se não é com jeito, o maldito rasga, esburaca e se aprofunda.(A moreninha, 1997.)No romance A moreninha, o personagem Augusto é um jovem457EF269-D8 Literatura
BarrocoUEA · 2019FácilEntre para guardar nos favoritosOs projetos da vila Maser, uma das mais belas da Itália no século XVI, são de Palladio, e os afrescos, de Veronese. A vila realiza, em todo o seu esplendor, a ideia de ordem segundo o grande arquiteto humanista, Palladio, para quem “a beleza resulta da forma e da correspondência entre o todo e as partes, e entre as partes entre si, e entre as partes e o todo, de forma que o edifício deve aparecer como um corpo inteiro e bem definido no qual cada membro convém aos outros e onde todos os membros são necessários às suas funções”.(Lucette Valensi. Venise et la Sublime Porte, 1987. Adaptado.)Palladio e Veronese são artistas do Renascimento italiano do século XVI. A arquitetura de Palladio confere forma51B5DC66-D8 Literatura
BarrocoInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano - Goiás · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
TEXTO 1MariaMaria estava parada há mais de meia hora no ponto do ônibus. Estava cansada de esperar. Se a distância fosse menor, teria ido a pé. Era preciso mesmo ir se acostumando com a caminhada. O preço da passagem estava aumentando tanto! Além do cansaço, a sacola estava pesada. No dia anterior, no domingo, havia tido festa na casa da patroa. Ela levava para casa os restos. (...)O ônibus não estava cheio, havia lugares. (...) Ao entrar, um homem levantou lá de trás, do último banco, fazendo um sinal para o trocador. Passou em silêncio, pagando a passagem dele e de Maria. Ela reconheceu o homem. Quanto tempo, que saudades! Como era difícil continuar a vida sem ele. (...) Por que não podia ser de uma outra forma? Por que não podiam ser felizes? E o menino, Maria? Como vai o menino? cochichou o homem. Sabe que sinto falta de vocês? (...)Ela, ainda sem ouvir direito, adivinhou a fala dele: um abraço, um beijo, um carinho no filho. E, logo após, levantou rápido sacando a arma. Outro lá atrás gritou que era um assalto. Maria estava com muito medo. Não dos assaltantes. Não da morte. Sim da vida. Tinha três filhos. O mais velho, com onze anos, era filho daquele homem que estava ali na frente com uma arma na mão. (...)Os assaltantes desceram rápido. Maria olhou saudosa e desesperada para o primeiro. Foi quando uma voz acordou a coragem dos demais. Alguém gritou que aquela puta safada lá da frente conhecia os assaltantes. Maria se assustou. Ela não conhecia assaltante algum. Conhecia o pai de seu primeiro filho. Conhecia o homem que tinha sido dela e que ela ainda amava tanto. Ouviu uma voz: Negra safada, vai ver que estava de coleio com os dois. (...)— Calma pessoal! Que loucura é esta? Eu conheço esta mulher de vista. Todos os dias, mais ou menos neste horário, ela toma o ônibus comigo. Está vindo do trabalho, da luta para sustentar os filhos...Lincha! Lincha! Lincha! Maria punha sangue pela boca, pelo nariz e pelos ouvidos. (...)Tudo foi tão rápido, tão breve, Maria tinha saudades de seu ex-homem. (...) Quando o ônibus esvaziou, quando chegou a polícia, o corpo da mulher estava todo dilacerado, todo pisoteado.Maria queria tanto dizer ao filho que o pai havia mandado um abraço, um beijo, um carinho.EVARISTO, Conceição. Maria. In: Olhos D’Água. Rio de Janeiro: Pallas e Fundação Biblioteca Nacional. 2016. p. 39-42. [Adaptado].
Ao se apropriar do jogo de luzes e sombras, a fotografia de Sebastião Salgado (Imagem 2) aproxima-se visualmente do51B2D33D-D8 Literatura
Escolas LiteráriasInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano - Goiás · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
TEXTO 1MariaMaria estava parada há mais de meia hora no ponto do ônibus. Estava cansada de esperar. Se a distância fosse menor, teria ido a pé. Era preciso mesmo ir se acostumando com a caminhada. O preço da passagem estava aumentando tanto! Além do cansaço, a sacola estava pesada. No dia anterior, no domingo, havia tido festa na casa da patroa. Ela levava para casa os restos. (...)O ônibus não estava cheio, havia lugares. (...) Ao entrar, um homem levantou lá de trás, do último banco, fazendo um sinal para o trocador. Passou em silêncio, pagando a passagem dele e de Maria. Ela reconheceu o homem. Quanto tempo, que saudades! Como era difícil continuar a vida sem ele. (...) Por que não podia ser de uma outra forma? Por que não podiam ser felizes? E o menino, Maria? Como vai o menino? cochichou o homem. Sabe que sinto falta de vocês? (...)Ela, ainda sem ouvir direito, adivinhou a fala dele: um abraço, um beijo, um carinho no filho. E, logo após, levantou rápido sacando a arma. Outro lá atrás gritou que era um assalto. Maria estava com muito medo. Não dos assaltantes. Não da morte. Sim da vida. Tinha três filhos. O mais velho, com onze anos, era filho daquele homem que estava ali na frente com uma arma na mão. (...)Os assaltantes desceram rápido. Maria olhou saudosa e desesperada para o primeiro. Foi quando uma voz acordou a coragem dos demais. Alguém gritou que aquela puta safada lá da frente conhecia os assaltantes. Maria se assustou. Ela não conhecia assaltante algum. Conhecia o pai de seu primeiro filho. Conhecia o homem que tinha sido dela e que ela ainda amava tanto. Ouviu uma voz: Negra safada, vai ver que estava de coleio com os dois. (...)— Calma pessoal! Que loucura é esta? Eu conheço esta mulher de vista. Todos os dias, mais ou menos neste horário, ela toma o ônibus comigo. Está vindo do trabalho, da luta para sustentar os filhos...Lincha! Lincha! Lincha! Maria punha sangue pela boca, pelo nariz e pelos ouvidos. (...)Tudo foi tão rápido, tão breve, Maria tinha saudades de seu ex-homem. (...) Quando o ônibus esvaziou, quando chegou a polícia, o corpo da mulher estava todo dilacerado, todo pisoteado.Maria queria tanto dizer ao filho que o pai havia mandado um abraço, um beijo, um carinho.EVARISTO, Conceição. Maria. In: Olhos D’Água. Rio de Janeiro: Pallas e Fundação Biblioteca Nacional. 2016. p. 39-42. [Adaptado].
A partir da década de 1930, o movimento modernista brasileiro reforçou o debate sobre as questões sociais. Nesse contexto, a pintura de Cândido Portinari (Imagem 1) é representativa desse movimento porBE9328FB-D8 Literatura
Escolas LiteráriasEnsino Einstein · 2019FácilEntre para guardar nos favoritosDe acordo com esse movimento, a arte deve valer-se dos métodos científicos de observação e experimentação no tratamento dos fatos e dos personagens. Tal movimento substitui o estudo do homem abstrato e metafísico pelo do homem sujeito a leis físico-químicas e determinado pela influência do meio.
(Afrânio Coutinho. Introdução à literatura no Brasil, 1976. Adaptado.
O excerto trata do movimento
73ECC4F1-D8 Literatura
Classificação dos Gêneros LiteráriosFaculdade Governador Ozanam Coelho · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosConsidere as afirmativas a seguir sobre os gêneros literários e assinale a INCORRETA.73E79E72-D8 Literatura
Gêneros LiteráriosFaculdade Governador Ozanam Coelho · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosConsidere o texto a seguir:
“A gente espera que a seca acabe. A gente chegou a passar fome, eu mesmo até desmaiei”, conta, sobre os efeitos dos anos sem chuva regular no semiárido nordestino. A aposentadoria que recebe desde 2014, um salário mínimo, chegou a ser a única fonte de sustento para até 20 familiares.Para que o milho cresça, a chuva precisa cair de dez em dez dias, explica José. Essa regularidade também ajuda a trazer água para o açude próximo, Poço da Cruz, onde a esposa dele, Maria Conceição, sempre pescou. “Os peixes morreram, ou ficaram tão magrinhos que a gente fica até com dó de pegar”, lamenta Maria.(Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/sociedade/as-marcas-da-seca-no-nordeste. 08/03/2018.)Sabendo-se que o texto anterior faz oposição ao texto literário, dentre as características a seguir, assinale apenas aquela que NÃO lhe diz respeito.73E27DB4-D8 Literatura
Escolas LiteráriasFaculdade Governador Ozanam Coelho · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosOswald de Andrade foi um dos grandes nomes do Modernismo no Brasil, uma das expressões a ele vinculadas é “antropofagia literária”. Tal expressão representa73DE6374-D8 Literatura
Escolas LiteráriasFaculdade Governador Ozanam Coelho · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosA descrição detalhada do cenário sertanejo que se apresentava ao jornalista recém-chegado de uma realidade oposta.
(Em Floresta, Pernambuco, água potável só chega com os caminhões-pipa. 08/03/2018. Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/sociedade/as-marcas-da-seca-no-nordeste.)Dentre os principais autores que abordaram a referida temática estão:73D9F739-D8 Literatura
Escolas LiteráriasFaculdade Governador Ozanam Coelho · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia, a seguir, um trecho retirado de “Os sertões” de Euclides da Cunha.“[...] É um solavanco único, assombroso, atirando, de pancada, por diante, revoltos, misturando-os embolados, em vertiginosos disparos, aqueles maciços corpos tão normalmente tardos e morosos.E lá se vão: não há mais contê-los ou alcançá-los. Acamam-se as caatingas, árvores dobradas, partidas, estalando em lascas e gravetos; desbordam de repente as baixadas num marulho de chifres; estrepitam, britando e esfarelando as pedras, torrentes de cascos pelos tombadores; rola surdamente pelos tabuleiros ruído soturno e longo de trovão longínquo...”CUNHA, Euclides da. Os sertões: campanha de Canudos. 2.ed. São Paulo: Ateliê Editorial/Imprensa Oficial do Estado, Arquivo do Estado, 2001.Sabendo-se que a obra “Os sertões” retrata a campanha do Exército brasileiro contra o arraial de Canudos, ou seja, a “Guerra de Canudos”; o que a torna – a princípio de caráter documental – uma obra literária?73D5CA79-D8 Literatura
Escolas LiteráriasFaculdade Governador Ozanam Coelho · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosO pré-modernismo foi um período na Literatura marcado pela transição, ou seja, trata-se de um período que reflete claramente como se dá a evolução dos movimentos literários. A partir desta informação, assinale a afirmativa que corretamente expressa características de tal período.