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Disciplina · Linguagens

Questões de Literatura do ENEM

Questões de Literatura, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 1.323 questões
  • 24 assuntos

Resultados: 1.323 questões

Página 6 de 67

  • Linguagens

    Literatura

    Leia o fragmento para responder a QUESTÃO .

    3 DE MAIO... Fui na feira da Rua Carlos de Campos, catar qualquer coisa. Ganhei bastante verdura. Mas ficou sem efeito, porque eu não tenho gordura. Os meninos estão nervosos por não ter o que comer.

    6 DE MAIO [...] ...O que eu aviso aos pretendentes a politica, é que o povo não tolera a fome. É preciso conhecer a fome para saber descrevê-la.

    9 DE MAIO... Eu cato papel, mas não gosto. Então eu penso: Faz de conta que eu estou sonhando.

    10 DE MAIO... [...] O tenente interessou-se pela educação dos meus filhos. Disse-me que a favela é um ambiente propenso, que as pessoas tem mais possibilidades de delinquir do que tornar-se util a patria e ao país. Pensei: Se ele sabe disto, porque não faz um relatorio e envia para os politicos? O senhor Janio Quadros, o Kubstchek e o Dr. Adhemar de Barros? Agora falar para mim, que sou uma pobre lixeira. Não posso resolver nem as minhas dificuldades. ... O Brasil precisa ser dirigido por uma pessoa que já passou fome. A fome também é professora. Quem passa fome aprende a pensar no proximo, e nas crianças.

    16 DE MAIO Eu amanheci nervosa. Porque eu queria ficar em casa, mas eu não tinha nada para comer.
    ... Eu não ia comer porque o pão era pouco. Será que é só eu que levo esta vida? O que posso esperar do futuro? Um leito em Campos do Jordão. Eu quando estou com fome quero matar o Janio, quero enforcar o Adhemar e queimar o Juscelino. As dificuldades corta o afeto do povo pelos politicos.

    Fonte: JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo: diário de uma favelada. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1983, p. 25-29. (fragmento).
    Assinale a alternativa CORRETA. No fragmento de Quarto de despejo, Carolina Maria de Jesus apresenta um olhar
    Escolha uma alternativa para a questão 6493c6e1-fd
  • Linguagens

    Literatura

    Leia o fragmento para responder a QUESTÃO .

           Corpo meu corpo corpo
    que tem um nariz assim uma boca
    dois olhos
    e um certo jeito de sorrir
    de falar
    que minha mãe identifica como sendo de seu filho
    que meu filho identifica
    como sendo de seu pai

    corpo que se para de funcionar provoca
    um grave acontecimento na família:
    sem ele não há José Ribamar Ferreira
    não há Ferreira Gullar

    e muitas pequenas coisas acontecidas no planeta
    estarão esquecidas para sempre

    corpo-facho corpo-fátuo corpo-fato
    [...]
    meu corpo nascido numa porta-e-janela da Rua dos Prazeres
    ao lado de uma padaria
    sob o signo de Virgo
    sob as balas do 24º BC
    na revolução de 30
    e que desde então segue pulsando como um relógio
    num tic tac que não se ouve
    (senão quando se cola o ouvido à altura do meu coração)
    tic tac tic tac

    Fonte: GULLAR, Ferreira. Poema Sujo. São Paulo: Círculo do Livro, 1980, p. 11-
    13. (fragmento). 
    Sobre o fragmento do Poema Sujo, de Ferreira Gullar, assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 6491123c-fd
  • Linguagens

    Literatura

    Leia um trecho de um poema de Olavo Bilac.

    Profissão de fé

    “Torce, aprimora, alteia, lima
    A frase; e enfim,
    No verso de ouro engasta a rima,
    Como um rubim.
    Quero que a estrofe cristalina
    Dobrada ao jeito
    Do ourives, saia da oficina
    Sem um defeito”. 

    Olavo Bilac

    Os versos de Olavo Bilac, transcritos acima, representam o ideal literário do: 
    Escolha uma alternativa para a questão a695dc92-f4
  • Linguagens

    Literatura

    Imagem da questão de Literatura, UEG 2019, Escolas Literárias

    VERMEER, Johannes. La Latière vers (1660). In. Beaux Arts & hors - série Vermeer et les maîtres de la peinture hollandaise. Paris, 2017. p. 43. Acesso em: 12 mar. 2019. 




    Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna, e mais longos que seu talhe de palmeira.
    O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque seu hálito perfumado.
    Mais rápida que a ema selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu, onde campeava sua guerreira tribo, da grande nação tabajara. O pé grácil e nu, mal roçando, alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas. 

    ALENCAR, José de. Iracema. São Paulo: Saraiva, 2006. p. 15.
    A construção das imagens femininas, tanto na pintura de Vermeer quanto no fragmento de Alencar, indicam respectivamente
    Escolha uma alternativa para a questão dfa8f5ee-f4
  • Linguagens

    Literatura

    Imagem da questão de Literatura, UEG 2019, Escolas Literárias

    MUNCH, Edvard. Kneeling Female Nude Crying, (1919).Disponível em:<https://br.pinterest.com/pin/256494141249676234/?lp=true>. Acesso em: 12 mar. 2019.




    Soneto da separação


    De repente do riso fez-se o pranto
    Silencioso e branco como a bruma
    E das bocas unidas fez-se a espuma
    E das mãos espalmadas fez-se o espanto.


    De repente da calma fez-se o vento
    Que dos olhos desfez a última chama
    E da paixão fez-se o pressentimento
    E do momento imóvel fez-se o drama.


    De repente, não mais que de repente
    Fez-se de triste o que se fez amante
    E de sozinho o que se fez contente.


    Fez-se do amigo próximo o distante
    Fez-se da vida uma aventura errante
    De repente, não mais que de repente.


    MORAES, Vinícius de. Soneto da separação. In: Antologia poética.
    São Paulo: Companhia das Letras, 2009. p.177.

    O soneto, embora modernista, é modulado por um tom romântico, ao passo que a pintura é
    Escolha uma alternativa para a questão dfa20655-f4
  • Linguagens

    Literatura

    Fabiano, ao refletir sobre suas condições de trabalho, compara-se a um negro que trabalha e nunca recebe carta de alforria. A comparação é baseada na:
    Escolha uma alternativa para a questão ff685b55-f0
  • Linguagens

    Literatura

    Leia os fragmentos textuais a seguir, para resolução da questão

    [...] Ergui a gola do sobretudo, desci a aba do chapéu até perto dos olhos e troquei as dependências do hotel pelas da cerração. Satolep estava apropriadamente decorada para minha festa solitária. As coisas geometrizadas pelo frio mostravam-se voláteis. Linhas rigorosas à luz do dia eram agora ausência de contornos. Fazer trinta anos era perder-me no nevoeiro tendo em vista a concretude da cidade ou o contrário? Um cão flutuava atrás de uma charrete que passava. O granito do meio-fio corria a meu lado, às vezes reluzente em sua umidade, às vezes dissipado em vapor luminoso; um outro cão, de pedra e de nuvem, cão de alguma mitologia, condenado a nascer e morrer indefinidamente. Nascer pedra e morrer nuvem? Nascer nuvem e morrer pedra? Trinta anos. Soprei velinhas imaginárias, e minha alma revoluteou diante de mim. (RAMIL, 2008, p.08)

    Nasce o Sol, e não dura mais que um dia,
    Depois da Luz se segue a noite escura,
    Em tristes sombras morre a formosura,
    Em contínuas tristezas a alegria.

    Porém, se acaba o Sol, porque nascia?
    Se formosa a Luz é, por que não dura?
    Como a beleza assim se transfigura?
    Como o gosto da pena assim se fia?

    Mas no Sol, e na Luz, falte a firmeza,
    Na formosura não se crê constância,
    E na alegria sinta-se tristeza.


    Começa o mundo enfim pela ignorância,
    E tem qualquer dos bens por natureza
    A firmeza somente na inconstância.

    (Gregório de Matos 1636 – 1695)

    Os excerto lidos anteriormente pertencem a diferentes épocas e gêneros literários, entretanto apresentam algumas proximidades temáticas. Considerando os excertos e suas respectivas significações literárias, é correto afirmar que os textos

    Escolha uma alternativa para a questão 2c80d096-ea
  • Linguagens

    Literatura

    Vista de cima, a imensa estrada parece uma cicatriz na floresta.  

    Apesar de seu teatro ter sido desenvolvido no ambiente da corte, era antes de tudo rudimentar, popular e primitivo. Era usado, basicamente, como entretenimento. O autor em questão é:
    Escolha uma alternativa para a questão 00e3a7d1-e6
  • Linguagens

    Literatura

    Os projetos da vila Maser, uma das mais belas da Itália no século XVI, são de Palladio, e os afrescos, de Veronese. A vila realiza, em todo o seu esplendor, a ideia de ordem segundo o grande arquiteto humanista, Palladio, para quem “a beleza resulta da forma e da correspondência entre o todo e as partes, e entre as partes entre si, e entre as partes e o todo, de forma que o edifício deve aparecer como um corpo inteiro e bem definido no qual cada membro convém aos outros e onde todos os membros são necessários às suas funções”.

    (Lucette Valensi. Venise et la Sublime Porte, 1987. Adaptado.)

    Palladio e Veronese são artistas do Renascimento italiano do século XVI. A arquitetura de Palladio confere forma
    Escolha uma alternativa para a questão 457ef269-d8
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    Literatura

    Imagem da questão de Literatura, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano - Goiás 2019, Barroco

    TEXTO 1
    Maria

        Maria estava parada há mais de meia hora no ponto do ônibus. Estava cansada de esperar. Se a distância fosse menor, teria ido a pé. Era preciso mesmo ir se acostumando com a caminhada. O preço da passagem estava aumentando tanto! Além do cansaço, a sacola estava pesada. No dia anterior, no domingo, havia tido festa na casa da patroa. Ela levava para casa os restos. (...)
        O ônibus não estava cheio, havia lugares. (...) Ao entrar, um homem levantou lá de trás, do último banco, fazendo um sinal para o trocador. Passou em silêncio, pagando a passagem dele e de Maria. Ela reconheceu o homem. Quanto tempo, que saudades! Como era difícil continuar a vida sem ele. (...) Por que não podia ser de uma outra forma? Por que não podiam ser felizes? E o menino, Maria? Como vai o menino? cochichou o homem. Sabe que sinto falta de vocês? (...)
        Ela, ainda sem ouvir direito, adivinhou a fala dele: um abraço, um beijo, um carinho no filho. E, logo após, levantou rápido sacando a arma. Outro lá atrás gritou que era um assalto. Maria estava com muito medo. Não dos assaltantes. Não da morte. Sim da vida. Tinha três filhos. O mais velho, com onze anos, era filho daquele homem que estava ali na frente com uma arma na mão. (...)
        Os assaltantes desceram rápido. Maria olhou saudosa e desesperada para o primeiro. Foi quando uma voz acordou a coragem dos demais. Alguém gritou que aquela puta safada lá da frente conhecia os assaltantes. Maria se assustou. Ela não conhecia assaltante algum. Conhecia o pai de seu primeiro filho. Conhecia o homem que tinha sido dela e que ela ainda amava tanto. Ouviu uma voz: Negra safada, vai ver que estava de coleio com os dois. (...)
        — Calma pessoal! Que loucura é esta? Eu conheço esta mulher de vista. Todos os dias, mais ou menos neste horário, ela toma o ônibus comigo. Está vindo do trabalho, da luta para sustentar os filhos...
         Lincha! Lincha! Lincha! Maria punha sangue pela boca, pelo nariz e pelos ouvidos. (...)
        Tudo foi tão rápido, tão breve, Maria tinha saudades de seu ex-homem. (...) Quando o ônibus esvaziou, quando chegou a polícia, o corpo da mulher estava todo dilacerado, todo pisoteado.
        Maria queria tanto dizer ao filho que o pai havia mandado um abraço, um beijo, um carinho.

    EVARISTO, Conceição. Maria. In: Olhos D’Água. Rio de Janeiro: Pallas e Fundação Biblioteca Nacional. 2016. p. 39-42. [Adaptado].
    Ao se apropriar do jogo de luzes e sombras, a fotografia de Sebastião Salgado (Imagem 2) aproxima-se visualmente do
    Escolha uma alternativa para a questão 51b5dc66-d8
  • Linguagens

    Literatura

    Imagem da questão de Literatura, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano - Goiás 2019, Escolas Literárias

    TEXTO 1
    Maria

        Maria estava parada há mais de meia hora no ponto do ônibus. Estava cansada de esperar. Se a distância fosse menor, teria ido a pé. Era preciso mesmo ir se acostumando com a caminhada. O preço da passagem estava aumentando tanto! Além do cansaço, a sacola estava pesada. No dia anterior, no domingo, havia tido festa na casa da patroa. Ela levava para casa os restos. (...)
        O ônibus não estava cheio, havia lugares. (...) Ao entrar, um homem levantou lá de trás, do último banco, fazendo um sinal para o trocador. Passou em silêncio, pagando a passagem dele e de Maria. Ela reconheceu o homem. Quanto tempo, que saudades! Como era difícil continuar a vida sem ele. (...) Por que não podia ser de uma outra forma? Por que não podiam ser felizes? E o menino, Maria? Como vai o menino? cochichou o homem. Sabe que sinto falta de vocês? (...)
        Ela, ainda sem ouvir direito, adivinhou a fala dele: um abraço, um beijo, um carinho no filho. E, logo após, levantou rápido sacando a arma. Outro lá atrás gritou que era um assalto. Maria estava com muito medo. Não dos assaltantes. Não da morte. Sim da vida. Tinha três filhos. O mais velho, com onze anos, era filho daquele homem que estava ali na frente com uma arma na mão. (...)
        Os assaltantes desceram rápido. Maria olhou saudosa e desesperada para o primeiro. Foi quando uma voz acordou a coragem dos demais. Alguém gritou que aquela puta safada lá da frente conhecia os assaltantes. Maria se assustou. Ela não conhecia assaltante algum. Conhecia o pai de seu primeiro filho. Conhecia o homem que tinha sido dela e que ela ainda amava tanto. Ouviu uma voz: Negra safada, vai ver que estava de coleio com os dois. (...)
        — Calma pessoal! Que loucura é esta? Eu conheço esta mulher de vista. Todos os dias, mais ou menos neste horário, ela toma o ônibus comigo. Está vindo do trabalho, da luta para sustentar os filhos...
         Lincha! Lincha! Lincha! Maria punha sangue pela boca, pelo nariz e pelos ouvidos. (...)
        Tudo foi tão rápido, tão breve, Maria tinha saudades de seu ex-homem. (...) Quando o ônibus esvaziou, quando chegou a polícia, o corpo da mulher estava todo dilacerado, todo pisoteado.
        Maria queria tanto dizer ao filho que o pai havia mandado um abraço, um beijo, um carinho.

    EVARISTO, Conceição. Maria. In: Olhos D’Água. Rio de Janeiro: Pallas e Fundação Biblioteca Nacional. 2016. p. 39-42. [Adaptado].
    A partir da década de 1930, o movimento modernista brasileiro reforçou o debate sobre as questões sociais. Nesse contexto, a pintura de Cândido Portinari (Imagem 1) é representativa desse movimento por
    Escolha uma alternativa para a questão 51b2d33d-d8
  • Linguagens

    Literatura

    De acordo com esse movimento, a arte deve valer-se dos métodos científicos de observação e experimentação no tratamento dos fatos e dos personagens. Tal movimento substitui o estudo do homem abstrato e metafísico pelo do homem sujeito a leis físico-químicas e determinado pela influência do meio.

    (Afrânio Coutinho. Introdução à literatura no Brasil, 1976. Adaptado.

    O excerto trata do movimento

    Escolha uma alternativa para a questão be9328fb-d8
  • Linguagens

    Literatura

    É uma tendência substancialmente poética, situada na segunda metade do século XIX. Embora seja simultaneamente contemporânea do Realismo e do Naturalismo, não compartilha dos ideais desses movimentos literários, pois não pretende fazer da arte um mecanismo de interpretação objetiva. Pretende, isso sim, um esteticismo ancorado no princípio da “arte pela arte”, suprimindo da obra de arte qualquer dimensão utilitarista.

    O culto à forma, a sofisticação de seus meios de expressão e a rejeição de assuntos corriqueiros e triviais são as marcas mais evidentes de seu projeto de ‘arte poética’.
    O texto acima define características de um período literário conhecido como:
    Escolha uma alternativa para a questão eac7f1f1-d5
  • Linguagens

    Literatura

    Observe a imagem e leia o fragmento a seguir para responder à questão.

    Imagem da questão de Literatura, UEG 2019, Arcadismo
    AMOEDO, Rodolfo. O último Tamoio (1883), Óleo sobre tela. Disponível em: https://www.enciclopedia.itaucultural.org.br/obra1230 /o-ultimo-tamoio. Acesso em: 25 jun. 2019.

    Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema.
    Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna, e mais longos que seu talhe de palmeira.
    O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado.
    Mais rápida que a ema selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu, onde campeava sua guerreira tribo, da grande nação tabajara. O pé grácil e nu, mal roçando, alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas.
    ALENCAR, José de. Iracema. São Paulo: Saraiva, 2006. p. 15.
    Em termos de periodização estético-literária, tanto a pintura quanto o fragmento apresentados constituem obras pertencentes ao
    Escolha uma alternativa para a questão b60fd8a2-c4
  • Linguagens

    Literatura

    Observe a imagem e leia o poema a seguir para responder à questão.

    Imagem da questão de Literatura, UEG 2019, Escolas Literárias
    AMARAL, Tarsila do. Abaporu (1928), Óleo sobre tela. Disponível em: https://www.historiadasartes.com/salados-professores/abaporu-de-tarsila-do-amaral/. Acesso em: 25 jun. 2019.

    Aristocracia
    O conde de Lautréamont
    era tão conde quanto eu
    que sendo o nobre Drummond
    valho menos que um plebeu.
    ANDRADE, Carlos Drummond de. Farewell. 6. ed. Rio de Janeiro: Record, 1998. p. 28. 
    Em termos artísticos, a pintora Tarsila do Amaral e o poeta Carlos Drummond de Andrade têm em comum sua participação
    Escolha uma alternativa para a questão b607e9d8-c4
  • Linguagens

    Literatura

    1. Nós queremos cantar o amor ao perigo, o hábito da energia e da temeridade.

    2. A coragem, a audácia, a rebelião serão elementos essenciais de nossa poesia.

    3. A literatura exaltou até hoje a imobilidade pensativa, o êxtase, o sono. Nós queremos exaltar o movimento agressivo, a insônia febril, o passo de corrida, o salto mortal, o bofetão e o soco.

    4. Nós afirmamos que a magnificência do mundo enriqueceu-se de uma beleza nova: a beleza da velocidade. Um automóvel de corrida com seu cofre enfeitado com tubos grossos, semelhantes a serpentes de hálito explosivo... um automóvel rugidor, que parece correr sobre a metralha, é mais bonito que a Vitória de Samotrácia.

    5. Nós queremos entoar hinos ao homem que segura o volante, cuja haste ideal atravessa a Terra, lançada também numa corrida sobre o circuito da sua órbita.

    6. É preciso que o poeta prodigalize com ardor, fausto e munificiência, para aumentar o entusiástico fervor dos elementos primordiais.

    MARINETTI, F. T. Manifesto futurista. In: TELES, G. M. Vanguardas europeias e Modernismo brasileiro. Petrópolis: Vozes, 1985.


    O documento de Marinetti, de 1909, propõe os referenciais estéticos do Futurismo, que valorizam a

    Escolha uma alternativa para a questão 49fc8af7-0a
  • Linguagens

    Literatura

    Instrução: A questão refere-se aos poemas de Florbela Espanca. 
    Assinale a alternativa correta sobre o poema “Ser poeta”.
    Escolha uma alternativa para a questão 1d6b7f80-b9
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    Literatura

    TEXTO 7


    Imagem da questão de Literatura, PUC - RS 2018, Classificação dos Gêneros Literários
    A obra a que pertence o texto 7
    Escolha uma alternativa para a questão 407853c3-32
  • Linguagens

    Literatura

    TEXTO 7


    Imagem da questão de Literatura, PUC - RS 2018, Classificação dos Gêneros Literários
    No texto 7, o narrador de Grande sertão: veredas dirige-se ao seu interlocutor, _________, a quem narra os episódios vividos por/pelo _________, num fluxo contínuo, marcado pela oralidade da fala do sertão de _________.
    Escolha uma alternativa para a questão 4075430a-32