Questões de Literatura do ENEM

Questões de Literatura, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

Resultados

1.323 questões encontradas. Mostrando a página 48 de 67.

  • CF2E757B-36

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - RS · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão , leia o excerto do romance Viva o povo brasileiro, de João Ubaldo Ribeiro.


    – O senhor sabe quem foi Dadinha, meu avô?

    – Então não sei? Não foi nada, não foi coisa nenhuma, foi uma velha gorda, corró, mentirosa, safadosa...

    – Não foi minha bisavó? Mãe de Turíbio Cafubá?

    – Mãe de... Quem é que está te contando essas coisas? Isso é negócio daquele velho broco Zé Pinto, eu vou pegar um cacete e tacar umas porretadas na cabeça dele, para ele deixar de ser abelhudo e enxerido, quem é que tá te contando essas coisas?

    – Por que o senhor não me conta também? O nome de minha mãe, o nome verdadeiro, era Naê? Quem foi o caboco Capiroba?

    – Caboco capiroba? E nunca teve nenhuns cabocos Capirobas, menina, nunca teve nada disso, isso é tudo lenda! Mas será possível que eu te mando para a escola com pensionato, te boto com a melhor professora, [...] e tu agora resolve crescer com rabo de cavalo, desaprender, se prepara pra ser uma nega preta veia, em vez de gente?


    Com base no texto e na obra de João Ubaldo Ribeiro, analise as afirmativas.


    I. A neta tem alguma consciência de suas raízes e procura conhecer sua genealogia.


    II. O avô recusa-se a falar dos antepassados da neta, pois considera o assunto vergonhoso.


    III. No seu romance Sargento Getúlio, João Ubaldo Ribeiro propõe um longo monólogo de um Sargento da Polícia Militar, aproximando-se esteticamente de uma variante caboclo-sertaneja, também presente em Guimarães Rosa.


    Está/Estão correta(s) a(s) afirmativa(s)

    Escolha uma alternativa para a questão cf2e757b-36
  • CF29C226-36

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - RS · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão , leia o excerto do texto dramático O auto da Compadecida, de Ariano Suassuna.


    MANUEL – Sim, é Manuel, o Leão de Judá, o Filho de Davi. Levantem-se todos pois vão ser julgados.

    JOÃO GRILO – Apesar de ser um sertanejo pobre e amarelo, sinto que estou diante de uma grande figura. Não quero faltar com o respeito a uma pessoa tão importante, mas, se não me engano, aquele sujeito acaba de chamar o senhor de Manuel.

    MANUEL – Foi isso mesmo, João. Esse é um dos meus nomes, mas você pode me chamar também de Jesus, de Senhor, de Deus... Ele gosta de me chamar de Manuel ou Emanuel, porque assim quer se persuadir de que sou somente homem. Mas você, se quiser, pode me chamar de Jesus.

    JOÃO GRILO – Jesus?

    MANUEL – Sim.

    JOÃO GRILO – Mas espere, o senhor é que é Jesus?

    MANUEL – Sou.

    JOÃO GRILO – Aquele a quem chamavam Cristo?

    JESUS – A quem chamavam, não, que era Cristo. Sou, por quê?

    JOÃO GRILO – Porque... não é lhe faltando com o respeito não, mas eu pensava que o senhor era muito menos queimado. [...] A cor pode não ser das melhores, mas o senhor fala bem que faz gosto. [...]

    MANUEL – Muito obrigado, João, mas agora é sua vez. Você é cheio de preconceito de raça. Vim hoje assim de propósito, porque sabia que ia despertar comentários. Que vergonha! Eu, Jesus, nasci branco e quis nascer judeu, como podia ter nascido preto. Para mim tanto faz um branco ou um preto. Você pensa que sou americano para ter preconceito de raça?


    Com base no diálogo e na obra literária de Ariano Suassuna, analise as afirmativas.


    I. João Grilo mostra-se desrespeitoso diante de um Jesus negro, que não corresponde às suas expectativas.


    II. Na sua fala, Manuel demostra que o valor das pessoas independe da cor da pele.


    III. O companheiro inseparável de João Grilo, Chicó, é um contador de estórias que se caracteriza como uma espécie de mentiroso ingênuo.


    IV. A obra dramática de Ariano Suassuna mostra-se alinhada a uma tradição literária ibérica que apresenta obras fundacionais, como o Auto da barca do Inferno, de Gil Vicente.


    Estão corretas as afirmativas

    Escolha uma alternativa para a questão cf29c226-36
  • CF17A259-36

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - RS · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão , leia o trecho de O cortiço, de Aluísio de Azevedo, e preencha as lacunas.


    Bertoleza é que continuava na cepa torta, sempre a mesma crioula suja, sempre atrapalhada de serviço, sem domingo nem dia santo: essa, em nada, em nada absolutamente, participava das novas regalias do amigo: pelo contrário, à medida que ele galgava posição social, a desgraçada fazia-se mais e mais escrava e rasteira.


    A personagem Bertoleza em O cortiço, de Aluísio de Azevedo, representa o fatalismo_________ que se presentifica em muitas obras _________, pautadas pela forte influência de escritores franceses como _________.

    Escolha uma alternativa para a questão cf17a259-36
  • F5C13BF1-08

    Literatura

    Arcadismo
    UniCEUB · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa que contém apenas assertivas verdadeiras a respeito das escolas literárias brasileiras.
    I - A poesia romântica brasileira pode ser dividida em três gerações: 1ª geração: Nacionalista; 2ª geração: Ultrarromântica; 3ª geração: Condoreira.
    II - As características do Realismo são semelhantes às do Romantismo, pois em ambos os movimentos havia a idealização da mulher e o sentimentalismo exagerado.
    III - Algumas das principais características do Arcadismo são a busca por uma vida simples e a valorização da natureza. Thomas Antonio Gonzaga e Cláudio Manoel da Costa estão entre seus principais expoentes.
    Escolha uma alternativa para a questão f5c13bf1-08
  • F4CE2631-08

    Literatura

    Escolas Literárias
    UniCEUB · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Relacione as obras abaixo às respectivas escolas literárias e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

    ( ) CASA DE PENSÃO


        O quarto respirava todo um ar triste de desmazelo e boêmia. Fazia má impressão estar ali: o vômito de Amâncio secava-se no chão, azedando a ambiente; a louça, que servira ao último jantar, ainda coberta de gordura coalhada, aparecia dentro de uma lata abominável, cheia de contusões e comida de ferrugem. Uma banquinha, encostada à parede, dizia com o seu frio aspecto desarranjado que alguém estivera aí a trabalhar durante a noite, até que se extinguira a vela, cujas últimas gotas de estearina se derramavam melancolicamente pelas bordas de um frasco vazio de xarope Larose, que lhe fizera às vezes de castiçal. Num dos cantos amontoava-se roupa suja; em outro repousava uma máquina de fazer café, ao lado de uma garrafa de espírito de vinho. Nas cabeceiras das três camas e ao comprido das paredes, sobre jornais velhos e desbotados, dependuravam-se calças e fraques de casimira: em uma das ombreiras da janela havia umas lunetas de ouro, cuidadosamente suspensas de um prego. Por aqui e por ali pontas esmagadas de cigarro e cuspilhadas ressequidas. No meio do soalho, com o gargalo decepado, luzia uma garrafa.

    ( ) MEU ANJO

    Meu anjo tem o encanto, a maravilha
    Da espontânea canção dos passarinhos;
    Tem os seios tão alvos, tão macios
    Como o pelo sedoso dos arminhos.

    ...

    ( ) BEBA COCA COLA

    beba coca cola
    babe       cola
    beba coca
    babe cola caco
    caco
    cola

                c l o a c a
    1 - Romantismo
    2 - Naturalismo
    3 - Concretismo



    Escolha uma alternativa para a questão f4ce2631-08
  • F1EDF45A-08

    Literatura

    Escolas Literárias
    UniCEUB · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto para responder a questão.

                     Pronominais

    Dê-me um cigarro
    Diz a gramática
    Do professor e do aluno
    E do mulato sabido
    Mas o bom negro e o bom branco
    Da Nação Brasileira
    Dizem todos os dias
    Deixa disso camarada
    Me dá um cigarro

                                           Oswald de Andrade Sobre o Movimento Modernista, que teve em Oswald de Andrade um de seus principais representantes, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão f1edf45a-08
  • 76361793-06

    Literatura

    Escolas Literárias
    UniCEUB · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Relacione as obras abaixo às respectivas escolas literárias. A seguir, assinale a alternativa que as apresenta na sequência correta.

    ( ) VASO CHINÊS

    Estranho mimo aquele vaso! Vi-o,
    Casualmente, uma vez, de um perfumado
    Contador sobre o mármore luzidio,
    Entre um leque e o começo de um bordado
    .
    ..."

    ( ) ODE AO BURGUÊS

    “Eu insulto o burguês! O burguês-níquel,
    o burguês-burguês!
    A digestão bem-feita de São Paulo!
    O homem-curva! O homem-nádegas!
    O homem que sendo francês, brasileiro, italiano,
    é sempre um cauteloso pouco-a-pouco!
    ..."


    ( ) SE EU MORRESSE AMANHÃ

    “Se eu morresse amanhã, viria ao menos
    Fechar meus olhos minha triste irmã;
    Minha mãe de saudades morreria
    Se eu morresse amanhã!
    ..."

    1 - Romantismo
    2 - Modernismo
    3 - Parnasianismo
    Escolha uma alternativa para a questão 76361793-06
  • 753C7FC3-06

    Literatura

    Escolas Literárias
    UniCEUB · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre o Modernismo brasileiro, assinale a alternativa incorreta.
    Escolha uma alternativa para a questão 753c7fc3-06
  • AE3E94AB-FE

    Literatura

    Escolas Literárias
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Caracteriza o Romantismo, na literatura brasileira,

    I o desejo de exprimir sentimentos como orgulho patriótico, considerado, então, algo de primordial importância;
    II a intenção de criar uma literatura independente, diversa, de identidade bem marcada;
    III a percepção da atividade literária como parte indispensável da tarefa patriótica de construção nacional.

    Está correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão ae3e94ab-fe
  • 6E7FAD8B-D5

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNICAMP · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Para a questão, considere os versos abaixo dos poemas “Sentimento do mundo” e “Noturno à janela do apartamento”, de Carlos Drummond de Andrade, ambos publicados no livro Sentimento do mundo.

    esse amanhecer
    mais noite que a noite.

    (Carlos Drummond de Andrade. Sentimento do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2012, p.12.)

    Silencioso cubo de treva:
    um salto, e seria a morte.
    Mas é apenas, sob o vento,
    a integração na noite.

    Nenhum pensamento de infância,
    nem saudade nem vão propósito.
    Somente a contemplação
    de um mundo enorme e parado.

    A soma da vida é nula.
    Mas a vida tem tal poder:
    na escuridão absoluta,
    como líquido, circula.

    Suicídio, riqueza, ciência...
    A alma severa se interroga
    e logo se cala. E não sabe
    se é noite, mar ou distância.

    Triste farol da Ilha Rasa.
    (Idem, p. 71.)

    A visão de mundo do eu lírico em Drummond é marcada pela ironia e pela dúvida constante, cujo saldo final é negativo e melancólico (“Triste farol da Ilha Rasa”). Tal perspectiva assemelha-se à do
    Escolha uma alternativa para a questão 6e7fad8b-d5
  • 6CA3DB56-D5

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNICAMP · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Sobre A Cidade e as Serras, de Eça de Queirós, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 6ca3db56-d5
  • 6BB7A858-D5

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNICAMP · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Para a questão, considere o fragmento abaixo, extraído de Vidas secas, de Graciliano Ramos.

    O pequeno sentou-se, acomodou-se nas pernas a cabeça da cachorra, pôs-se a contar-lhe baixinho uma história. Tinha um vocabulário quase tão minguado como o do papagaio que morrera no tempo da seca. Valia-se, pois, de exclamações e de gestos, e Baleia respondia com o rabo, com a língua, com movimentos fáceis de entender.
                                                                                  (Graciliano Ramos. Vidas secas. Rio de Janeiro: Record, 2012, p. 57.)

    No romance Vidas secas, a alteridade é construída ficcionalmente. Isso porque o narrador
    Escolha uma alternativa para a questão 6bb7a858-d5
  • 6ACE6ABA-D5

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNICAMP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para a questão, considere o fragmento abaixo, extraído de Vidas secas, de Graciliano Ramos.

    O pequeno sentou-se, acomodou-se nas pernas a cabeça da cachorra, pôs-se a contar-lhe baixinho uma história. Tinha um vocabulário quase tão minguado como o do papagaio que morrera no tempo da seca. Valia-se, pois, de exclamações e de gestos, e Baleia respondia com o rabo, com a língua, com movimentos fáceis de entender.

                                                                                  (Graciliano Ramos. Vidas secas. Rio de Janeiro: Record, 2012, p. 57.)

    Uma definição possível de alteridade é “a capacidade de se colocar no lugar do outro”. No excerto, o menino mais velho, após ter recebido um cocorote de sinhá Vitória, ao lhe ter feito uma pergunta sobre a palavra “inferno”, conta uma história para Baleia. Da leitura desse trecho, podemos concluir que
    Escolha uma alternativa para a questão 6ace6aba-d5
  • 69E1ED0A-D5

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNICAMP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o seguinte excerto de Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis:

    Deixa lá dizer Pascal que o homem é um caniço pensante. Não; é uma errata pensante, isso sim. Cada estação da vida é uma edição, que corrige a anterior, e que será corrigida também, até a edição definitiva, que o editor dá de graça aos vermes.
                                                           (Machado de Assis, Memórias póstumas de Brás Cubas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2001, p.120.)

    Na passagem citada, a substituição da máxima pascalina de que o homem é um caniço pensante pelo enunciado “o homem é uma errata pensante” significa
    Escolha uma alternativa para a questão 69e1ed0a-d5
  • 59753959-AC

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC-MINAS · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    A questão deve ser respondida com base na leitura dos trechos a seguir.

    TEXTO 1

    Tanto de meu estado me acho incerto,
    Que, em vivo ardor, tremendo estou de frio
    Sem causa, juntamente choro e rio,
    O mundo todo abarco, e nada aperto.

    (CAMÕES, Luís Vaz de. In: Sonetos para amar o amor. FARACO, Sergio [Org.]. Porto Alegre: L&PM, 2007, p. 15.)

    TEXTO 2

    Este inferno de amar – como eu amo! –
    Quem mo pôs aqui n'alma... quem foi?
    Esta chama que alenta e consome,
    Que é a vida – e que a vida destrói –
    Como é que se veio a atear,
    Quando – ai quando se há-de ela apagar?

    (GARRET, Almeida. “Este inferno de amar”. In: MOISÉS, Massaud. A literatura portuguesa através dos textos. São Paulo: Cultrix, 2004, p. 252.)

    Almeida Garret é um dos principais nomes do Romantismo em Portugal. No Texto 2, de sua autoria, constitui uma importante característica da estética romântica:
    Escolha uma alternativa para a questão 59753959-ac
  • 6A9C5436-AB

    Literatura

    Barroco
    UEA · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema de Gregório de Matos para responder à questão.

    Discreta, e formosíssima Maria,
    Enquanto estamos vendo a qualquer hora
    Em tuas faces a rosada Aurora,
    Em teus olhos, e boca o Sol, e o dia:

    Enquanto com gentil descortesia
    O ar, que fresco Adônis te namora,
    Te espalha a rica trança voadora,
    Quando vem passear-te pela fria:

    Goza, goza da flor da mocidade,
    Que o tempo trota a toda ligeireza,
    E imprime em toda a flor sua pisada

    Oh não aguardes, que a madura idade
    Te converta em flor, essa beleza
    Em terra, em cinza, em pó, em sombra, em nada.

                                (www.itaucultural.org.br)

    Esse poema exemplifica uma característica marcante da estética barroca:
    Escolha uma alternativa para a questão 6a9c5436-ab
  • AA2D6178-7C

    Literatura

    Escolas Literárias
    ENEM · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Psicologia de um vencido

    Eu, filho do carbono e do amoníaco,
    Monstro de escuridão e rutilância,
    Sofro, desde a epigênesis da infância,
    A influência má dos signos do zodíaco.

    Profundíssimamente hipocondríaco,
    Este ambiente me causa repugnância...
    Sobe-me à boca uma ânsia análoga à ânsia
    Que se escapa da boca de um cardíaco.

    Já o verme — este operário das ruínas —
    Que o sangue podre das carnificinas
    Come, e à vida em geral declara guerra,

    Anda a espreitar meus olhos para roê-los,
    E há de deixar-me apenas os cabelos,
    Na frialdade inorgânica da terra!


    ANJOS, A. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994.

    A poesia de Augusto dos Anjos revela aspectos de uma literatura de transição designada como pré-modernista. Com relação à poética e à abordagem temática presentes no soneto, identificam-se marcas dessa literatura de transição, como
    Escolha uma alternativa para a questão aa2d6178-7c
  • A477B09F-7C

    Literatura

    Barroco
    ENEM · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Quando Deus redimiu da tirania
    Da mão do Faraó endurecido
    O Povo Hebreu amado, e esclarecido,
    Páscoa ficou da redenção o dia.

    Páscoa de flores, dia de alegria
    Àquele Povo foi tão afligido
    O dia, em que por Deus foi redimido;
    Ergo sois vós, Senhor, Deus da Bahia.

    Pois mandado pela alta Majestade
    Nos remiu de tão triste cativeiro,
    Nos livrou de tão vil calamidade.

    Quem pode ser senão um verdadeiro
    Deus, que veio estirpar desta cidade
    O Faraó do povo brasileiro.

    DAMASCENO, D.(Org.). Melhores poemas: Gregório de Matos. São Paulo: Globo, 2006.

    Com uma elaboração de linguagem e uma visão de mundo que apresentam princípios barrocos, o soneto de Gregório de Matos apresenta temática expressa por
    Escolha uma alternativa para a questão a477b09f-7c
  • 662CC7A6-2A

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - RS · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: O ano de 1922 trouxe muito barulho ao cenário das letras brasileiras. Para responder à questão , preencha as lacunas do texto relacionado a dois dos mais representativos articuladores desta época.

    Mario de Andrade e __________ são considerados os principais nomes do __________ brasileiro, movimento que, entre outras características, apresentava __________ e __________.

    A alternativa que completa o excerto adequadamente é:
    Escolha uma alternativa para a questão 662cc7a6-2a
  • 644672FF-2A

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - RS · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: Para responder à questão , considere o poema Inefável em seu contexto, e leia as afirmativas que seguem.

    Nada há que me domine e que me vença
    Quando a minh’alma mudamente acorda...
    Ela rebenta em for, ela transborda
    Nos alvoroços da emoção imensa.

    Sou como um Réu de celestial sentença,
    Condenado do Amor, que se recorda
    Do Amor e sempre no Silêncio borda
    De estrelas todo o céu em que erra e pensa.

    Claros, meus olhos tornam-se mais claros
    E tudo vejo dos encantos raros
    E de outras mais serenas madrugadas!

    Todas as vozes que procuro e chamo
    Ouço-as dentro de mim porque eu as amo
    Na minha alma volteando arrebatadas

    I. A subjetividade, a sugestão no conteúdo e um cultivo à técnica formal revelam características da obra de um dos poetas mais importantes da escola simbolista.
    II. Substantivos comuns grifados com maiúsculas, a obsessão pelo claro, pela cor branca, são marcas do poeta Cruz e Souza.
    III. As aliterações são também um traço típico da obra deste poeta, perceptíveis no poema “Inefável”.
    IV. Característica típica do simbolismo, o eu lírico neste poema sofre fisicamente por um amor não vivido.

    As afirmativas corretas são, apenas,
    Escolha uma alternativa para a questão 644672ff-2a