Pular para o conteúdo

Disciplina · Linguagens

Questões de Literatura do ENEM

Questões de Literatura, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 1.323 questões
  • 24 assuntos

Resultados: 1.323 questões

Página 8 de 67

  • Linguagens

    Literatura

    Imagem da questão de Literatura, PUC - RS 2012, Escolas Literárias
    Considerando os textos 1 e 2 e o contexto do Romantismo, afirma-se:

    ( ) Nos dois textos, é a partir do silêncio noturno que surge o sentimento de solidão. No poema de Casimiro de Abreu, essa solidão do eu lírico se potencializa com elementos da natureza que também trazem uma certa melancolia: a quietude das ondas do mar, a lua que reflete na água.

    ( ) A noite tem função simbólica distinta nos dois textos: no primeiro ela provoca um leve meditar, sem sofrimento; no segundo traz dor e sensação de abandono.

    ( ) O subjetivismo, o sentimento nostálgico e a tristeza são alguns dos traços da poesia do romântico Casimiro de Abreu, evidenciados em “Saudades”.

    ( ) O autor de “Saudades”, assim como o poeta Gonçalves Dias, pertence à segunda geração romântica, conhecida como a do ‘Mal do Século’.

    ( ) Em seu célebre prefácio à obra Cromwell, o es- critor romântico francês Victor Hugo desdenhava da necessidade de rigidez nas estruturas de composição no Romantismo, postulando uma espontaneidade de criação. Esse pensamento pode ser comprovado com o texto 1, que apresenta um poema com versos livres e brancos.

    A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
    Escolha uma alternativa para a questão 20a73e2a-3f
  • Linguagens

    Literatura

    Leia o texto extraído do segundo ato de O demônio familiar e responda à questão

    EDUARDO (Rindo-se) -– Eis um corretor de casamentos, que seria um achado precioso para certos indivíduos do meu conhecimento! Vou tratar de vender-te a algum deles para que possas aproveitar teu gênio industrioso.
    PEDRO -– Oh! Não! Pedro quer servir a meu senhor! Vosmecê perdoa; foi para ver senhor rico!
    EDUARDO -– E o que lucras tu com isto?! Sou tão pobre que te falte com aquilo de que precisas? Não te trato mais como um amigo do que como um escravo?
    PEDRO — Oh! Trata muito bem, mas Pedro queria que o senhor tivesse muito dinheiro e comprasse carro bem bonito para... EDUARDO -– Para... Dize!
    PEDRO -– Para Pedro ser cocheiro de senhor!
    EDUARDO -– Então a razão única de tudo isto é o desejo que tens de ser cocheiro?
    PEDRO — Sim, senhor!
    EDUARDO — (Rindo-se) -– Muito bem! Assim, pouco te importava que eu ficasse mal com a pessoa que estimava; que me casasse com uma velha ridícula, que vivesse maçado e aborrecido, contanto que governasses dois cavalos em um carro! Tens razão!... E eu ainda devo dar-me por muito feliz, que fosse esse motivo frívolo, mas inocente, que te obrigasse a trair a minha confiança. (Eduardo sai.)

    ALENCAR, José de. O demônio familiar. 4. ed. São Paulo: Martin Claret, 2013. p. 54-55. 
    A fala de Eduardo a respeito de ser pobre em O demônio familiar levanta a questão da representação dos pobres em textos literários. Assinale a alternativa que contém a correta correlação entre a obra referida e a temática da pobreza.
    Escolha uma alternativa para a questão 211db66b-32
  • Linguagens

    Literatura

    Sobre o Modernismo no Brasil, é correto considerar que
    Escolha uma alternativa para a questão 211deae6-00
  • Linguagens

    Literatura

    Leia o texto extraído do segundo ato de O demônio familiar e responda à questão

    EDUARDO (Rindo-se) -– Eis um corretor de casamentos, que seria um achado precioso para certos indivíduos do meu conhecimento! Vou tratar de vender-te a algum deles para que possas aproveitar teu gênio industrioso.
    PEDRO -– Oh! Não! Pedro quer servir a meu senhor! Vosmecê perdoa; foi para ver senhor rico!
    EDUARDO -– E o que lucras tu com isto?! Sou tão pobre que te falte com aquilo de que precisas? Não te trato mais como um amigo do que como um escravo?
    PEDRO — Oh! Trata muito bem, mas Pedro queria que o senhor tivesse muito dinheiro e comprasse carro bem bonito para... EDUARDO -– Para... Dize!
    PEDRO -– Para Pedro ser cocheiro de senhor!
    EDUARDO -– Então a razão única de tudo isto é o desejo que tens de ser cocheiro?
    PEDRO — Sim, senhor!
    EDUARDO — (Rindo-se) -– Muito bem! Assim, pouco te importava que eu ficasse mal com a pessoa que estimava; que me casasse com uma velha ridícula, que vivesse maçado e aborrecido, contanto que governasses dois cavalos em um carro! Tens razão!... E eu ainda devo dar-me por muito feliz, que fosse esse motivo frívolo, mas inocente, que te obrigasse a trair a minha confiança. (Eduardo sai.)

    ALENCAR, José de. O demônio familiar. 4. ed. São Paulo: Martin Claret, 2013. p. 54-55. 
    Sobre as relações entre O demônio familiar e o Romantismo, considere as afirmativas a seguir.

    I. O vínculo da peça com o Romantismo decorre do franco abolicionismo, apesar da negação da concessão de alforria a Pedro.
    II. A comicidade da peça realça a tonalidade romântica, pois expõe a fragilidade da nobreza de caráter como marca central do estilo de época.
    III. A defesa da família e o discurso moralista predominam como forma de exaltação de valores românticos.
    IV. A relevância dos relacionamentos amorosos como tópicos centrais da peça contribui para acentuar as conexões com o Romantismo.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 212112ce-32
  • Linguagens

    Literatura

    Texto 3

    O problema da norma culta 


    O problema da norma culta – de que tanto se fala hoje no discurso da escola e da mídia – não se resolve pela insistência em corrigir pontualmente os erros de português. 
    A norma culta, na função moderna que lhe atribui a sociedade urbanizada, massificada e alfabetizada, está diretamente correlacionada com a escolarização, com o letramento, com a superação do analfabetismo funcional. 

    Nosso problema linguístico não é a regência desse ou daquele verbo; não é esta ou aquela concordância verbal; não são as regras de colocação dos pronomes oblíquos. 

    Nosso problema linguístico são 5 milhões de jovens entre 15 e 17 anos que estão fora da escola. Nosso problema são os elevados índices de evasão escolar. Nosso problema é termos ainda algo em torno de 12% de analfabetos na população adulta. Nosso problema é o tamanho do analfabetismo funcional, isto é, a quantidade daqueles que, embora frequentem ou tenham frequentado a escola, não conseguem ler e entender um texto medianamente complexo. 

    Os estudos sugerem que apenas 25% da população adulta brasileira, perto de 30 milhões de pessoas, conseguem ler e entender um texto medianamente complexo.


    FARACO, Carlos Alberto. Norma culta brasileira.
    São Paulo: Parábola, 2008.p. 71-72. 
    As obras artísticas são marcadas por seu tempo histórico e mostram, assim, os valores humanos, estéticos e estilísticos da arte de cada época. Tais características, entretanto, dificilmente serão inteiramente novas ou originais, ou por causa da interação (entre tempos e entre artistas) ou por reação ao novo, quando o artista revisita o passado para se opor ao presente. Acerca das relações entre estilos de época e entre autores e suas obras na literatura brasileira, analise as afirmativas a seguir.

    1) O Romantismo de Castro Alves, distante dos ideais libertários, retoma a retórica jesuítica, de feição barroca, dos sermões de Pe. Antônio Vieira.
    2) O Parnasianismo pretendeu combater os temas próprios do Romantismo, calcado em referências clássicas e buscando a perfeição formal.
    3) Os valores defendidos pelo Arcadismo foram retomados na linguagem fluida, mística e subjetiva do Simbolismo de Cruz e Sousa.
    4) O modernista Graciliano Ramos buscou no Romantismo de José de Alencar as temáticas voltadas para o homem em sua relação com o meio.
    5) Com “Macunaíma”, o modernista Mário de Andrade contrapõe-se ao herói indígena de Alencar, um modo de posicionar-se criticamente frente ao nacionalismo ufanista do Romantismo.

    Estão corretas, apenas:
    Escolha uma alternativa para a questão 213a8d0e-e3
  • Linguagens

    Literatura

    Texto 4

    Evocação do Recife 


    Recife
    Não a Veneza americana
    Não a Mauritssatd dos armadores das Índias Ocidentais
    Não o Recife dos Mascates
    Nem mesmo o Recife que aprendi a amar depois ─
    Recife das revoluções libertárias
    Mas o Recife sem história nem literatura
    Recife sem mais nada Recife da minha infância
    (...)
    Foi há muito tempo... 


    A vida não me chegava pelos jornais nem pelos livros
    Vinha da boca do povo na língua errada do povo
    Língua certa do povo
    Porque ele é que fala gostoso o português do Brasil
    Ao passo que nós
    O que fazemos
    É macaquear
    A sintaxe lusíada

    Manoel Bandeira. Evocação do Recife. (Excerto)
    In: Libertinagem. Estrela da vida inteira. 20. ed.
     Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993. p.133-136. 

    O pernambucano Manoel Bandeira é um dos mais representativos poetas brasileiros quando se trata de mostrar os princípios e temas defendidos pelo Modernismo. Em “Evocação do Recife”, constata-se o seguinte tema ou princípio modernista:
    Escolha uma alternativa para a questão 213df08b-e3
  • Linguagens

    Literatura

    Texto 4

    Evocação do Recife 


    Recife
    Não a Veneza americana
    Não a Mauritssatd dos armadores das Índias Ocidentais
    Não o Recife dos Mascates
    Nem mesmo o Recife que aprendi a amar depois ─
    Recife das revoluções libertárias
    Mas o Recife sem história nem literatura
    Recife sem mais nada Recife da minha infância
    (...)
    Foi há muito tempo... 


    A vida não me chegava pelos jornais nem pelos livros
    Vinha da boca do povo na língua errada do povo
    Língua certa do povo
    Porque ele é que fala gostoso o português do Brasil
    Ao passo que nós
    O que fazemos
    É macaquear
    A sintaxe lusíada

    Manoel Bandeira. Evocação do Recife. (Excerto)
    In: Libertinagem. Estrela da vida inteira. 20. ed.
     Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993. p.133-136. 

    O ciclo literário que ficou conhecido como “Romance de 30” surgiu em um momento de grande renovação na literatura brasileira e ficou marcado:
    Escolha uma alternativa para a questão 2140ee3a-e3
  • Linguagens

    Literatura

    Texto 5  


    Mostrai, Senhor, a grandeza
    de tão imenso poder,
    unindo este baixo ser
    a tão suprema beleza:
    uni, Senhor, com firmeza
    a este barro nada fino,
    o vosso ser tão divino,
    ligai-vos comigo amante,
    convosco em laço constante
    uni meu sujeito indigno.


    Gregório de Matos. In: MALARD, Letícia. Poemas
    de Gregório de Matos. Belo Horizonte: Autêntica,
    1998. p. 35. (excerto)  

    Acerca do poema de Gregório de Matos, analise as afirmativas a seguir.

    1) Desejoso de sair da condição em que se encontra, o homem, de certa forma, lança um desafio a Deus ao argumentar: “Mostrai, Senhor, a grandeza/ de tão imenso poder,/ unindo este baixo ser/ a tão suprema beleza”.
    2) Destaca-se no poema o contraste entre a miséria humana e a supremacia divina, perspectiva que põe em relevo o conflito humano entre o mundo material e o mundo espiritual, um dos principais temas do Barroco.
    3) Sobressaem-se, ainda, no poema, uma seleção vocabular apropriada para valorizar a figura divina (grandeza, imenso poder, suprema beleza) e o emprego de figuras de linguagem, como a antítese “baixo ser/ ser divino”.
    4) O poema revela a premissa barroca da profunda identidade entre o divino e o humano, evidente no modo altivo e sem cerimônia como o eu lírico dirige-se a Deus (Senhor), exigindo: “ligai-vos comigo amante,/ convosco em laço constante”.

    Estão corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão 21444713-e3
  • Linguagens

    Literatura

    Não serei o poeta de um mundo caduco.
    Também não catarei o mundo futuro.
    Estou preso à vida e olho meus companheiros.
    Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
    Entre eles, considero a enorme realidade.
    O presente é tão grande, não nos afastemos.
    Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.

    Não serei o cantor de uma mulher, de uma história,
    Não direi os suspiros ao anoitecer (...),
    não fugirei para as ilhas, nem serei raptado por serafins.
    O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes, a vida presente.

    (Carlos Drummond de Andrade)

    No fragmento do poema transcrito acima, podemos identificar algumas características do Modernismo brasileiro, tais como:
    Escolha uma alternativa para a questão 2161977b-d5
  • Linguagens

    Literatura

    Imagem da questão de Literatura, UNESP 2021, Arcadismo


    A obra Prisão de Tiradentes (datada de 1914), do pintor brasileiro Antônio Parreiras (1860-1937), remete a evento histórico relacionado ao seguinte movimento literário brasileiro:

    Escolha uma alternativa para a questão 218fc8de-65
  • Linguagens

    Literatura

    Sobre Capitães de Areia, de Jorge Amado, é correto o que se afirma em:
    Escolha uma alternativa para a questão 21c100aa-fd
  • Linguagens

    Literatura

    Em relação à primeira fase do Modernismo na literatura brasileira, correspondente ao período de 1922 a 1930, é correto afirmar, exceto:
    Escolha uma alternativa para a questão 21c442cf-fd
  • Linguagens

    Literatura

    Assinale a alternativa cujo texto resume parte da obra Beijo no Asfalto, de Nélson Rodrigues.
    Escolha uma alternativa para a questão 21c7ccc7-fd
  • Linguagens

    Literatura

    O tópico clássico do locus amoenus está bem exemplificado nos seguintes versos do poeta Manuel Maria Barbosa du Bocage:
    Escolha uma alternativa para a questão 21db1d31-8b
  • Linguagens

    Literatura

    Para responder à questão, leia a cena inicial da comédia O noviço, de Martins Pena.


        AMBRÓSIO: No mundo a fortuna é para quem sabe adquiri-la. Pintam-na cega... Que simplicidade! Cego é aquele que não tem inteligência para vê-la e a alcançar. Todo homem pode ser rico, se atinar com o verdadeiro caminho da fortuna. Vontade forte, perseverança e pertinácia são poderosos auxiliares. Qual o homem que, resolvido a empregar todos os meios, não consegue enriquecer-se? Em mim se vê o exemplo. Há oito anos, era eu pobre e miserável, e hoje sou rico, e mais ainda serei. O como não importa; no bom resultado está o mérito... Mas um dia pode tudo mudar. Oh, que temo eu? Se em algum tempo tiver de responder pelos meus atos, o ouro justificar-me-á e serei limpo de culpa. As leis criminais fizeram-se para os pobres...


    (Martins Pena. Comédias (1844-1845), 2007.)
    A fala de Ambrósio contém um elogio
    Escolha uma alternativa para a questão 21dfacfc-8b
  • Linguagens

    Literatura

        Tal movimento deriva quase todos os seus critérios de probabilidade do empirismo das ciências naturais. Baseia seu conceito de verdade psicológica no princípio de causalidade, o desenvolvimento apropriado da trama na eliminação do acaso e dos milagres, sua descrição do ambiente na ideia de que todo e qualquer fenômeno natural tem lugar numa interminável cadeia de condições e motivos, sua utilização de detalhes característicos no método de observação científica – que não despreza circunstância alguma, por mais insignificante e trivial que seja.


    (Arnold Hauser. História social da arte e da literatura, 1994. Adaptado.)


    O texto refere-se ao movimento
    Escolha uma alternativa para a questão 21e6b0b8-8b
  • Linguagens

    Literatura

    A regra de proporção é um princípio da pintura cujo equivalente, na literatura, estaria no cuidado do escritor em manter os aspectos naturais das pessoas e coisas que descreve com fidedignidade. Essa é uma das preocupações de um autor como
    Escolha uma alternativa para a questão 2272b4bf-30
  • Linguagens

    Literatura

    Consolo na praia


    Vamos, não chores.

    A infância está perdida.

    A mocidade está perdida.

    Mas a vida não se perdeu.

    O primeiro amor passou.

    O segundo amor passou.

    O terceiro amor passou.

    Mas o coração continua.

    Perdeste o melhor amigo.

    Não tentaste qualquer viagem.

    Não possuis carro, navio, terra.

    Mas tens um cão.

    Algumas palavras duras,

    em voz mansa, te golpearam.

    Nunca, nunca cicatrizam.

    Mas, e o humour

    A injustiça não se resolve.

    A sombra do mundo errado

    murmuraste um protesto tímido.

    Mas virão outros.

    Tudo somado, devias

    precipitar-te, de vez, nas águas.

    Estás nu na areia, no vento…

    Dorme, meu filho.


    ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia poética. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. p. 43.


    Levando em conta as características próprias da poesia de Carlos Drummond de Andrade, a relação de pertença de sua obra ao movimento modernista estabelecida pela crítica e considerando o poema apresentado, é possível afirmar:

    Escolha uma alternativa para a questão 227862f3-84
  • Linguagens

    Literatura

    Com base nos conhecimentos acerca da produção indianista de José de Alencar, é possível afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 227ae877-84
  • Linguagens

    Literatura

    A Nosso Senhor Jesus Christo com actos de

    arrependimento e suspiros de amor


    Ofendi-vos, Meu Deus, bem é verdade,

    É verdade, meu Deus, que hei delinquido,

    Delinquido vos tenho, e ofendido,

    Ofendido vos tem minha maldade.


    Maldade, que encaminha à vaidade,

    Vaidade, que todo me há vencido;

    Vencido quero ver-me, e arrependido,

    Arrependido a tanta enormidade.


    Arrependido estou de coração,

    De coração vos busco, dai-me os braços,

    Abraços, que me rendem vossa luz.


    Luz, que claro me mostra a salvação,

    A salvação pretendo em tais abraços,

    Misericórdia, Amor, Jesus, Jesus.

    Disponível em: <http://pt.wikisource.org/wiki/Ofendi-vos,_Meu_Deus,_bem_%C3%A9_verdade> . Acesso em: 16 jun. 2014.


    Da leitura do poema acima, de autoria de Gregório de Matos, é possível afirmar:

    Escolha uma alternativa para a questão 227d7a4a-84