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Disciplina · Linguagens

Questões de Literatura do ENEM

Questões de Literatura, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 1.323 questões
  • 24 assuntos

Resultados: 1.323 questões

Página 60 de 67

  • Linguagens

    Literatura

    Instrução: Leia o texto para responder às questões de números 18 e 19.

     Crescia naturalmente
    Fazendo estripulia,
    Malino e muito arguto,
    Gostava de zombaria.
    A cabeça duma escrava
    Quase arrebentei um dia.
    E tudo isso porque
    Um doce me havia negado,
    De cinza no tacho cheio
    Inda joguei um punhado,
    Daí porque a alcunha
    De “Menino Endiabrado”.
    Prudêncio era um menino
    Da casa, que agora falo.
    Botava suas mãos no chão
    Pra poder depois montá-lo:
    Com um chicote na mão
    Fazia dele um cavalo.
    (Varneci Nascimento. Memórias póstumas de Brás Cubas em cordel.)

    Considere as seguintes afirmações:

    I. Os versos do poema possuem sete sílabas poéticas.

    II. O poema é composto por três sextilhas.

    III. As três estrofes obedecem ao esquema de rimas ABCBDB.

    Está correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão 084c8a62-46
  • Linguagens

    Literatura

    Instrução: As questões de números 13 e 14 tomam por base o texto.

      Amaro lia até tarde, um pouco perturbado por aqueles períodos sonoros, túmidos de desejo; e no silêncio, por vezes, sentia em cima ranger o leito de Amélia; o livro escorregava-lhe das mãos, encostava a cabeça às costas da poltrona, cerrava os olhos, e parecia-lhe vê-la em colete diante do toucador desfazendo as tranças; ou, curvada, desapertando as ligas, e o decote da sua camisa entreaberta descobria os dois seios muito brancos.
      Erguia-se, cerrando os dentes, com uma decisão brutal de a possuir.
    Começara então a recomendar-lhe a leitura dos Cânticos a Jesus.
    – Verá, é muito bonito, de muita devoção! Disse ele, deixando-lhe o livrinho uma noite no cesto da costura.
    Ao outro dia, ao almoço, Amélia estava pálida, com as olheiras até o meio da face. Queixou-se de insônia, de palpitações.
    – E então, gostou dos Cânticos?
    – Muito. Orações lindas! respondeu.
     Durante todo esse dia não ergueu os olhos para Amaro. Parecia triste – e sem razão, às vezes, o rosto abrasava-se-lhe de sangue.
    (Eça de Queirós. O crime do padre Amaro.)

    O trecho em que a ação de uma personagem se demonstra impregnada de determinismo biológico e permite associar o romance de Eça de Queirós ao movimento estético denominado Naturalismo é:
    Escolha uma alternativa para a questão fda8d84e-46
  • Linguagens

    Literatura

    Imagem da questão de Literatura, ENEM 2010, Escolas Literárias

    O núcleo temático do soneto citado é típico da segunda geração romântica, porém configura um lirismo que o projeta para além desse momento específico. O fundamento desse lirismo é
    Escolha uma alternativa para a questão 68516d2c-bb
  • Linguagens

    Literatura

    Considere as seguintes afirmações sobre o livro Retrato do artista quando coisa, de Manoel de Barros e, posteriormente assinale a alternativa correta.

    I- Seus poemas manifestam um caráter social bastante acentuado ao falar dos desvalidos, dos peões do Pantanal, comparando-os, metaforicamente, a pedras e insetos.

    II- Sua linguagem apresenta regionalismos e neologismos, evocando, de forma subjetiva, a natureza e o homem como parte dela.

    III- Sua poesia aproxima-se do surrealismo ao retirar as coisas de sua utilidade habitual e ao dar às palavras uso diferente do correntemente atribuído a elas, como no verso "uma brisa me garça".

    IV- Enfoca pequenos seres e objetos inúteis aos olhos do homem urbano – baratas albinas, aranhas dependuradas em gotas de orvalho, dálias secas – resgatando-lhes o valor e alçando-os à condição de matéria poética.
    Escolha uma alternativa para a questão b91b40c0-db
  • Linguagens

    Literatura

    Sobre o livro Relato de um certo oriente, de Miltom Hatoum, é incorreto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão b90c1bf1-db
  • Linguagens

    Literatura

    Leia a estrofe e responda à questão


    Estranho mimo, aquele vaso! Vi-o

    Casualmente, uma vez, de um perfumado

    Contador sobre o marmor luzidio

    Entre um leque e o começo de um bordado. 

    Em relação aos aspectos formais do segundo verso do quarteto, Casualmente, uma vez, de um perfumado, assinale a afirmativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 80abfdfe-df
  • Linguagens

    Literatura

    Assinale a opção de resposta em que a parte destacada na recente manchete de jornal faz referência a uma das questões tratadas por Carlos Eduardo Novaes, há mais de trinta anos, na crônica “Aeroporto de Congonhas, uma, duas, várias vergonhas” (Para Gostar de Ler, 7).
    Escolha uma alternativa para a questão fca584f4-e8
  • Linguagens

    Literatura

    Para o teste seguinte, analise as afirmativas.

    I Vinícius de Moraes, em suas poesias, inclina-se para uma temática comprometida exclusivamente com os dramas sociais, desenha-os objetivamente e sem inspirações românticas.
    II Carlos Drummond de Andrade direciona sua obra para a idealização da mulher, identificando-a com um demônio familiar.
    III Guimarães Rosa abordou o sentimento de honra e a valentia do índio.
    IV João Simões Lopes Neto, além da linguagem renovadora e áspera, evidencia um grande domínio das questões metafísicas.
    Escolha uma alternativa para a questão de617184-e1
  • Linguagens

    Literatura

    “É a partir do Realismo, principalmente, que começa a ter maior presença na literatura a figura do herói problemático, o tipo de herói que predomina na literatura atual. Diferente do herói romanesco – aquele cuja força e coragem superam as das pessoas comuns –, o herói problemático normalmente é o ser humano na sua pequenez, cheio de fraquezas, manias e incertezas diante de um mundo no qual se sente deslocado” (CEREJA & COCHAR, 2003, p. 254). A partir desse apontamento em torno do herói problemático, analise os comentários que seguem:

    I. Em “[...] Abraçados, como um casal de noivos em plena luxúria da primeira coabitação... Ao pensar nisso, Bom-Crioulo sentia uma febre extraordinária de erotismo, um delírio invencível de gozo pederasta... Agora compreendia nitidamente que só no homem, no próprio homem, ele podia encontrar aquilo que debalde procurara nas mulheres” (Bom-Crioulo, capítulo IV), é possível dizer que, além de uma identidade não totalmente formada, mas em processo, esse herói problemático, Amaro, sofre também a intolerância social porque “nunca se apercebera de semelhante anomalia”.

    II. A anomalia de que fala o narrador da ficção, referindo-se ao comportamento homoafetivo de Amaro por Aleixo, restringe a prática ou o exercício cultural da sexualidade a apenas um modelo ou experiência da relação a dois: o heterossexual, valor que corrobora o universo da ficção naturalista, expositora dos “modelos” e dos “desvios” ou “transgressões” das “normas”.

    III. Amaro não pode ser considerado um herói problemático porque ele supera os preconceitos com os quais convive, relacionando-se afetivamente com o seu companheiro, Aleixo, vencendo todas as batalhas culturais que poderiam interpretá-lo como menor, inferior, doente, anormal, como sugere o discurso presente nesta ficção ou conforme era interpretado o gay na sociedade do século XIX.

    Está(ão) correta(s) a(s) proposição(ões)
    Escolha uma alternativa para a questão 3f378975-70
  • Linguagens

    Literatura

    Leia os trechos da obra Grande sertão: veredas, publicada há 50 anos, do escritor mineiro Guimarães Rosa – geração de 45 –

    Eu ouvi aquilo demais. O pacto! Se diz – o senhor sabe. Bobéia. Ao que a pessoa vai, em meia-noite, a uma encruzilhada, e chama fortemente o Cujo – e espera. Se sendo, há-de que vem um pé-de-vento, sem razão, e arre se comparece uma porca com ninhada de pintos, se não for uma galinha puxando barrigada de leitões. Tudo errado, remedante, sem completação... O senhor imaginalmente percebe? O crespo – a gente se retém – então dá um cheiro de breu queimado. E o dito – o Coxo – toma espécie, se forma! Carece de se conservar coragem. Se assina o pacto. Se assina com o sangue de pessoa. O pagar é alma. Muito mais depois. O senhor vê, superstição parva? Estornadas!... Provei. Introduzi. (p.45)

    O demo, tive raiva dele? Pensei nele? Em vezes. O que era em mim valentia, não pensava; e o que pensava produzia era dúvidas de me-enleios. Repensava, no esfriar do dia. A quando é o do sol entrar, que então até é o dia mesmo, por seu remorso. Ou então, ainda melhor, no madrugal, logo no instante em que eu acordava e ainda não abria os olhos: eram só os minutos, e, ali durante, em minha rede, eu preluzia tudo claro e explicado. Assim: – Tu vigia, Riobaldo, não deixa o diabo te pôr sela... – isto eu divulgava. Aí eu queria fazer um projeto: como havia de escapulir dele, do Temba, que eu tinha mal chamado. Ele rondava por me governar? (p.458)

    (ROSA, João Guimarães. Grande sertão: veredas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986.) 
    Sobre a renovação da linguagem empreendida por Rosa, assinale a afirmativa INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 71de07d4-df
  • Linguagens

    Literatura

    Leia os trechos da obra Grande sertão: veredas, publicada há 50 anos, do escritor mineiro Guimarães Rosa – geração de 45 –

    Eu ouvi aquilo demais. O pacto! Se diz – o senhor sabe. Bobéia. Ao que a pessoa vai, em meia-noite, a uma encruzilhada, e chama fortemente o Cujo – e espera. Se sendo, há-de que vem um pé-de-vento, sem razão, e arre se comparece uma porca com ninhada de pintos, se não for uma galinha puxando barrigada de leitões. Tudo errado, remedante, sem completação... O senhor imaginalmente percebe? O crespo – a gente se retém – então dá um cheiro de breu queimado. E o dito – o Coxo – toma espécie, se forma! Carece de se conservar coragem. Se assina o pacto. Se assina com o sangue de pessoa. O pagar é alma. Muito mais depois. O senhor vê, superstição parva? Estornadas!... Provei. Introduzi. (p.45)

    O demo, tive raiva dele? Pensei nele? Em vezes. O que era em mim valentia, não pensava; e o que pensava produzia era dúvidas de me-enleios. Repensava, no esfriar do dia. A quando é o do sol entrar, que então até é o dia mesmo, por seu remorso. Ou então, ainda melhor, no madrugal, logo no instante em que eu acordava e ainda não abria os olhos: eram só os minutos, e, ali durante, em minha rede, eu preluzia tudo claro e explicado. Assim: – Tu vigia, Riobaldo, não deixa o diabo te pôr sela... – isto eu divulgava. Aí eu queria fazer um projeto: como havia de escapulir dele, do Temba, que eu tinha mal chamado. Ele rondava por me governar? (p.458)

    (ROSA, João Guimarães. Grande sertão: veredas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986.) 
    A leitura dos dois excertos revela um dos temas que permeia a ação do romance. Qual é ele?
    Escolha uma alternativa para a questão 71d5d6b5-df
  • Linguagens

    Literatura

    INSTRUÇÃO: As questões de 23 a 30 devem ser respondidas com base em
    informações contidas nas obras indicadas para leitura prévia.

    Assinale a alternativa que apresenta um trecho de manifesto, prefácio ou poema modernista explicitamente programático com que a poesia de Viagem tem afinidades.
    Escolha uma alternativa para a questão 4506e76e-63
  • Linguagens

    Literatura

    INSTRUÇÃO: As questões de 23 a 30 devem ser respondidas com base em
    informações contidas nas obras indicadas para leitura prévia.

    “O vestido de Aurélia encheu a carruagem e submergiu o marido; o que lhe aparecia do semblante e do busto ficava inteiramente ofuscado [...]. Ninguém o via...”
    ALENCAR, José de. Senhora. São Paulo: DCL, 2005. p. 96. (Grandes Nomes da Literatura)

    Considerando-se o personagem referido – Fernando, o marido de Aurélia –, é CORRETO afirmar que a passagem transcrita contém a imagem
    Escolha uma alternativa para a questão 3d5092cf-63
  • Linguagens

    Literatura

    Sobre a obra Machadiana só NÃO é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão bc68d2c6-e1
  • Linguagens

    Literatura

    A respeito do conhecido escritor pelotense, João Simões Lopes Neto, só NÃO é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão bc629bdb-e1
  • Linguagens

    Literatura

    E grita a piranha cor de palha, irritadíssima:


    – Tenho dentes de navalha, e com um pulo de ida e volta resolvo a questão!...


    – Exagero... – diz a arraia – eu durmo na areia de ferrão a prumo, e sempre há um descuidoso que vem se espetar.


    – Pois amigas, – murmura o gimnoto, mole, carregando a bateria – não quero pensar no assunto: se eu soltar três pensamentos elétricos, bate-poço, poço em volta, até vocês duas boiarão mortas…


    (Conversa a dois metros de profundidade).


    ROSA, João Guimarães. Sagarana. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001. p. 175.

    Considerando o conto Duelo, do livro Sagarana, de João Guimarães Rosa, representado nessa epígrafe, assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão 346f2c3b-0f
  • Linguagens

    Literatura

    LENTZ — Até agora não vejo probabilidade da raça negra atingir a civilização dos brancos. Jamais a África ...


    MILKAU — O tempo da África chegará. As raças civilizam-se pela fusão; é no encontro das raças adiantadas com as raças virgens, selvagens, que está o repouso conservador, o milagre do rejuvenescimento da civilização. O papel dos povos superiores é o instintivo impulso do desdobramento da cultura, transfundindo de corpo a corpo o produto dessa fusão que, passada a treva da gestação, leva mais longe o capital acumulado nas infinitas gerações. Foi assim que a Gália se tornou França e a Germânia, Alemanha.


    LENTZ — Não acredito que da fusão com espécies radicalmente incapazes resulte uma raça sobre que se possa desenvolver a civilização. Será sempre uma cultura inferior, civilização de mulatos, eternos escravos em revoltas e quedas. Enquanto não se eliminar a raça que é o produto de tal fusão, a civilização será sempre um misterioso artifício, todos os minutos rotos pelo sensualismo, pela bestialidade e pelo servilismo inato do negro. O problema social para o progresso de uma região como o Brasil está na substituição de uma raça híbrida, como a dos mulatos, por europeus. A imigração não é simplesmente para o futuro da região do País um caso de simples estética, é antes de tudo uma questão complexa, que interessa o futuro humano.


    ARANHA, G. (1868-1931). Canaã. 3 ed. São Paulo: Martins Claret, 2013.

    O pré-modernismo não é considerado um estilo de época, pois apresenta uma multiplicidade de temáticas. É entendido como um período literário brasileiro que faz a transição entre o simbolismo e o modernismo. Por isso, é possível encontrar, nas obras dessa época, características de estilos passados, como parnasianismo, realismo, naturalismo e simbolismo. 

    O fragmento de Canaã em que há predomínio de traços característicos do movimento simbolista é  
    Escolha uma alternativa para a questão 645156a6-b0
  • Linguagens

    Literatura

    Leia o texto extraído do segundo ato de O demônio familiar e responda à questão

    EDUARDO (Rindo-se) -– Eis um corretor de casamentos, que seria um achado precioso para certos indivíduos do meu conhecimento! Vou tratar de vender-te a algum deles para que possas aproveitar teu gênio industrioso.
    PEDRO -– Oh! Não! Pedro quer servir a meu senhor! Vosmecê perdoa; foi para ver senhor rico!
    EDUARDO -– E o que lucras tu com isto?! Sou tão pobre que te falte com aquilo de que precisas? Não te trato mais como um amigo do que como um escravo?
    PEDRO — Oh! Trata muito bem, mas Pedro queria que o senhor tivesse muito dinheiro e comprasse carro bem bonito para... EDUARDO -– Para... Dize!
    PEDRO -– Para Pedro ser cocheiro de senhor!
    EDUARDO -– Então a razão única de tudo isto é o desejo que tens de ser cocheiro?
    PEDRO — Sim, senhor!
    EDUARDO — (Rindo-se) -– Muito bem! Assim, pouco te importava que eu ficasse mal com a pessoa que estimava; que me casasse com uma velha ridícula, que vivesse maçado e aborrecido, contanto que governasses dois cavalos em um carro! Tens razão!... E eu ainda devo dar-me por muito feliz, que fosse esse motivo frívolo, mas inocente, que te obrigasse a trair a minha confiança. (Eduardo sai.)

    ALENCAR, José de. O demônio familiar. 4. ed. São Paulo: Martin Claret, 2013. p. 54-55. 
    A fala de Eduardo a respeito de ser pobre em O demônio familiar levanta a questão da representação dos pobres em textos literários. Assinale a alternativa que contém a correta correlação entre a obra referida e a temática da pobreza.
    Escolha uma alternativa para a questão 211db66b-32
  • Linguagens

    Literatura

    A obra Nossos Ossos, de Marcelino Freire, é classificada como literatura contemporânea, uma vez que traz problematizações do nosso momento, sobretudo os embates do meio urbano. Da mesma forma,Capão Pecado, de Ferréz, traz um retrato contemporâneo do espaço urbano, a partir de uma trama narrativa que tem como cenário a favela Capão Redondo.
    Leia as considerações que se seguem.
    I. A obra Nossos Ossos centraliza a narrativa na personagem protagonista Heleno, um dramaturgo. A forma como os fatos são narrados não são lineares, surgem como quadros de cenas de um teatro, reclamando um leitor que se desdobra em espectador e coautor, uma vez que lhe cabe ordenar a narrativa.
    II. Em Nossos Ossos, São Paulo se afigura como uma cidade marcada pela dureza, para a qual as personagens principais do livro, oriundas do nordeste brasileiro, se direcionam em busca de oportunidades. Nesse aspecto, o autor do livro empresta esse elemento autobiográfico à narrativa.
    III. A obra Nossos Ossos explora elementos do macabro, assassinato, suicídio, prostituição e pornografia, de modo que problematiza a relação vida e morte; esta seria equivalente ao ―baixar as cortinas de um teatro‖ e aquela corresponde ao curso da encenação.
    IV. Em Capão Pecado, Ferréz apresenta os desafios da cidade grande e denuncia a injusta distribuição de rendas e ainda a ineficácia do Estado que não consegue promover justiça social, sobretudo para aqueles que vivem nas favelas.

    Marque a opção correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 72dcb2aa-b5
  • Linguagens

    Literatura

    Machado de Assis (1839-1908) escreveu ao longo da sua vida nove romances. Obras que se caracterizam pelo aprofundamento psicológico dos personagens, por retratar os costumes das elites brasileiras e, principalmente, por se valer da ironia enquanto forma. Dentre os títulos abaixo, quais foram escritos pelo escritor carioca?
    Escolha uma alternativa para a questão 19f83e00-d5