História
Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831Universidade do Estado do Amapá · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
Questões de História, da área de Ciências Humanas, com gabarito em cada página.
187 questões encontradas. Mostrando a página 3 de 10.


“Era 1936. A Olimpíada. Os jogos de Hitler.
Jesse Owens acabara de completar o revezamento 4 X 100 e conquistou sua quarta medalha de ouro. A história de que ele era subumano, por ser negro, e da recusa de Hitler a lhe apertar a mão foi alardeada pelo mundo afora. Até os alemães mais racistas ficaram admirados com os esforços de Owens, e a notícia de sua proeza vazou pelas brechas”.
(ZUSAK, Markus. A menina que roubava livros. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2008, p. 41)
É correto afirmar que o fragmento textual acima, do escritor Marcus Zusak, representa:
Analise a imagem e o texto abaixo:
“Não há como compreender o Breve Século XX sem ela. Ele foi marcado pela guerra. Viveu e pensou em termos de guerra mundial, mesmo quando os canhões se calavam e as bombas não explodiam. (...) ‘Paz’ significava ‘antes de 1914’: depois disso veio algo que não mais merecia esse nome. (...) Locais, regionais ou globais, as guerras do século XX iriam dar-se numa escala muito mais vasta do que qualquer coisa experimentada antes. (...) Em suma, 1914 inaugurou a era do massacre.”
(HOBSBAWM, Eric. Era dos extremos. O breve século XX. 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 30-32.)
A partir da leitura da imagem, do fragmento textual e
dos seus conhecimentos sobre as guerras no século XX, é
INCORRETO afirmar que:
Eixo temático: os significados atribuídos à felicidade no medievo: poder, tensão e promessas cristãs
“Desde a época romântica, continuada pela literatura e pelo cinema fantásticos até a história em quadrinhos contemporânea, os fantasmas fazem parte do cenário obrigatório da Idade Média tal como gostamos de imaginá-la. Uma Idade Média de castelos mal-assombrados, de dragões, de fantasmas ou mesmo de vampiros. Nem tudo é falso nessa imagem não obstante fácil demais: em uma cultura eminentemente religiosa (no sentido em que cada um admitia a existência e o poder de seres sobrenaturais, geralmente invisíveis, mas muito próximos) e familiar à morte e aos mortos, a ‘crença nos fantasmas’ era admitida por todos.”
(SCHMITT, Jean-Claude. Os vivos e os mortos na sociedade medieval. São Paulo: Companhia das Letras, 1999, p. 16.)
Sobre as atribuições dos vivos em relação aos mortos na Europa Medieval, é correto afirmar que:
I) A força da mística cristã conseguiu apagar as marcas de tradições pagãs greco-romanas e “bárbaras” referentes a modos singulares de culto aos mortos, apaziguando a crença nos castelos mal-assombrados e nos vampiros.
II) A crença no mundo sobrenatural era experimentada pelos medievais, favorecendo o crescimento de relatos sobre fantasmas que, após o ano 1000, passaram a ser difundidos pelo clero católico, interessado em preservar a memória dos mortos.
III) A lembrança acerca dos mortos era uma forma de administrar a dor da perda, na medida em que aplacava as consciências e reforçava a separação entre o mundo dos vivos e o dos mortos.
IV) A criação do purgatório pela Igreja Católica, no século XII, implicou no enfraquecimento das práticas de culto aos mortos, o que só seria retomado a partir das Reformas religiosas.
Estão corretas:
Eixo temático: As leituras do saber histórico sobre as relações de poder na formação do Mundo Antigo
Durante a Roma Imperial, os cidadãos que moravam na cidade de Roma viviam em condições urbano-sanitárias bastante precárias. Todavia, morar na cidade era um dos primeiros requisitos para demonstrar a sua civitas (sua condição de cidadão). Era o primeiro passo para ser considerado cidadão ou encontrar uma forma de adquirir a tão sonhada liberdade.
Sobre a vida cotidiana durante o período imperial romano é INCORRETO afirmar que:
Eixo Temático: As representações do saber histórico: significados sobre as experiências humanas
Leia e analise os textos abaixo:
O mundo em que vivemos é o resultado de processos que se desenvolveram no passado, testemunhados pelas marcas produzidas pelos agentes naturais e humanos e pelas interações que deram dinâmica aos processos: objetos, edifícios, imagens, escritos, sítios, estruturas, paisagens, tradições, sons. Essas marcas estão e se distribuem nos territórios e revelam a sua estratificação e as suas transformações.
(Adaptado de: MATTOZZI, Ivo. Currículo de História e educação para o patrimônio. Educ. Rev., Belo Horizonte, n. 47, jun. 2008.)

Em relação ao patrimônio histórico material e imaterial, na sua relação com práticas de cidadania, é INCORRETO afirmar
que:
A eclosão de movimentos sociais rurais ocorridos durante a República Velha decorreu, dentre outros fatores, do quadro de injustiça social e violência a que estavam submetidas as camadas populares.
A Guerra de Canudos foi representativa desse contexto, pois