História
- História Geral
- Prova de 2019
- UFRGS
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: CEC306E0-FA
Disciplina · Ciências Humanas
Questões de História, da área de Ciências Humanas, com gabarito em cada página.
Observe o cartum abaixo.

Alex Solnik e Chico Caruso. "Bar Brasil. Não ria de mim, Argentina". Revista Senhor, n. 138, 09/11/1983,p.78. Disponível em: <https:/ /bndigital.bn.gov.br/wpcontent/uploads/2016/12/senhor002.jpg>. Acesso em: 23 jul. 2019.
A charge retrata o presidente João Batista
Figueiredo e o deputado federal Ulisses
Guimarães em 1983, e faz referência
Observe a imagem.

As comemorações do 1º de maio foram usadas pelo
governo Vargas para, dentre outros fatos, enaltecer a
figura de Getúlio Vargas. No cartaz, o homenageado deixa
de ser o trabalhador e passa a ser o próprio presidente.
Sobre o “1º de maio” no Brasil, é correto afirmar que:
O quadro acima, “Os fuzilamentos de 3 de maio de 1808”, de Francisco
Goya, retrata um episódio da violenta repressão francesa à resistência popular
espanhola, durante a invasão napoleônica no país, entre 1807-1808. Assinale
qual afirmativa abaixo relaciona corretamente esse fato com o processo de
independência na América espanhola.
“A lei Adolfo Gordo era uma constante ameaça a todos, meio de intimidação e vingança, um cutelo suspenso na cabeça do irreverente ou inconformado. O fazendeiro ameaçava o colono. O industrial ameaçava o operário. Ou se submetiam a qualquer iniquidade, a aceitar condições vexatórias e prejudiciais, ou eram denunciados como elementos perigosos à tranquilidade pública. Para tal, não eram precisas provas: a informação policial era suficiente!”
(DIAS, Everardo. História das Lutas Sociais no Brasil. São Paulo: Alfa-Ômega, 1977; p.56)
Sobre a lei citada no trecho acima e seu contexto histórico, é correto afirmar que

O presidente Fernando Collor de Mello venceu as eleições de 1989, após 29
anos em que os brasileiros puderam, finalmente, voltar a eleger diretamente
o presidente da República. Um fator importante para a vitória de Collor foi o
intenso uso do marketing político junto à mídia, decisivo em sua campanha,
como ironiza a charge acima. Tal estratégia foi significativa, pois

A foto acima tirada em uma das comemorações ao Dia do Trabalho, durante o
Estado Novo (1937-45), evidencia o apoio das classes trabalhadoras ao governo
de Getúlio Vargas. A simpatia a esse governante deve-se
“(...) A poesia fugiu dos livros, agora está nos jornais.
Os telegramas de Moscou repetem Homero.
Mas Homero é velho. Os telegramas cantam um mundo novo
que nós, na escuridão, ignorávamos.
Fomos encontrá-lo em ti, cidade destruída,
na paz de tuas ruas mortas, mas não conformadas,
no teu arquejo de vida mais forte que o estouro das bombas,
na tua fria vontade de resistir.”
(Carlos Drummond de Andrade. Carta a Stalingrado do livro Rosa do Povo”. Em Poesia e Prosa. Rio de janeiro, Editora Nova Aguilar, 1983)
O trecho acima relata, poeticamente, uma das maiores batalhas da Segunda
Guerra Mundial, a batalha de Stalingrado, em 1943, na União Soviética.
Stalingrado tornou-se sinônimo mundial do heroísmo e da luta pela pátria. A
respeito desse episódio histórico e suas consequências é correto assinalar que
“Os humanistas, num gesto ousado, tendiam a considerar como mais perfeita e mais expressiva a cultura que havia surgido e se desenvolvido no seio do paganismo, antes do advento de Cristo. A Igreja, portanto, para quem a história humana só atingira a culminância na Era Cristã, não poderia ver com bons olhos essa atitude.”
(SEVCENKO, Nicolau. O Renascimento. São Paulo: Unicamp, 1988. p.14)
Quanto aos humanistas, podemos dizer que