História
- História Geral
- Prova de 2013
- UNESP
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 921DC412-AF
Disciplina · Ciências Humanas
Questões de História, da área de Ciências Humanas, com gabarito em cada página.
Eu acho que a anistia foi a solução, mas ela não foi completa. Quer dizer, não podiam ser anistiados aqueles que mataram torturando, porque esse é um crime inafiançável. Quem mata calmamente, friamente, tem de sofrer um processo e tem de sofrer também as consequências do seu ato. Isso nunca foi executado no Brasil como foi executado na Argentina com todos os generais. O Brasil fez uma anistia pela metade, mas nós ficamos contentes porque não houve derramamento de sangue.
(D. Paulo Evaristo Arns. Cult, março de 2004.)
Segundo a declaração de D. Paulo Evaristo Arns, Arcebispo de
São Paulo entre 1970 e 1998, a Lei da Anistia no Brasil, de 1979,

Em dezembro de 1815, Dom João elevou o Brasil à condição de Reino Unido de Portugal e Algarves. Atente para o que é dito sobre esse assunto.
I. Tal medida deveu-se à transferência da família real portuguesa para o Brasil, posto que acabara de desembarcar e precisava oficializar a nova sede do governo português.
II. O Brasil deixou de ser colônia e, tornando-se a sede da monarquia portuguesa, equiparava-se politicamente à metrópole.
III. A medida facilitou as relações comerciais, e possibilitou maior autonomia à antiga colônia.
Está correto o que se afirma em
Leia atentamente o texto a seguir.
“Em 1887, o Marechal Hermes da Fonseca, um dos principais líderes do exército brasileiro, enviou um documento à Princesa Isabel, filha de Dom Pedro II, comunicando que os militares se recusariam, dali em diante, a perseguir escravos. Finalmente, em 13 de maio de 1888, a Princesa Isabel, Regente do Império na ausência do pai que se encontrava na Europa, assinou a Lei Áurea, libertando os escravos no Brasil.”
MOTA, Myriam Becho e BRAICK, Patrícia Ramos. História: das cavernas ao terceiro milênio. São Paulo: Editora Moderna, 2005.
Sobre a vida dos ex-escravos após a abolição, assinale com V a afirmação verdadeira e com F, a falsa.
( ) Após a abolição, a vida dos negros sofreu
muitas alterações, uma vez que houve
planejamento para inseri-los na
sociedade.
( ) Alguns ex-escravos plantavam pequenas roças de subsistência e tentavam sobreviver dessa atividade.
( ) Como o mercado de trabalho não conseguiu absorver o contingente de libertos, foi grande o número de desempregados e subempregados.
( ) As elites da época consideravam os recém-libertos preguiçosos, malandros e vadios, juízos de valor ainda hoje transmitidos aos seus descendentes, em certa medida.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte
sequência:

Disponível em: http://ebid.s3.amazonaws.com/upload_big/1/9/9/1324849575-18372-74.jpg Acesso em: 28. Jan. 2013
A imagem é a reprodução de um cartaz francês, de 1895, sobre a iluminação elétrica, símbolo da modernidade. Entre meados do século XIX até início do século XX, houve um grande desenvolvimento técnico e científico, que ficou conhecido como Segunda Revolução Industrial. Sobre esse período afirma-se que:
I. Os maiores destaques, ao contrário da Primeira Revolução Industrial, estavam relacionados aos inventos e às descobertas. Na Segunda Revolução Industrial, o que deu impulso técnico foi a utilização do petróleo, do motor a combustão e do aço;
II. O conjunto de novidades técnicas favoreceu uma flexibilização produtiva na atividade industrial e dinamizou a economia capitalista, incorporando também novos países, sobretudo os Estados Unidos e o Japão;
III. A Segunda Revolução Industrial caracterizou-se pela produção em indústrias de grande porte (siderúrgicas, metalúrgicas, químicas, transporte ferroviário e naval). Essa etapa da industrialização também provocou transformações no cotidiano e na mentalidade da sociedade capitalista.
Considerando as afirmativas, está (ão) CORRETA (S):
A Lei n. 581 do Império do Brasil, aprovada em 4 de setembro de 1850, conhecida como Lei Eusébio de Queiroz, extinguiu finalmente o tráfico de escravos africanos para o país, após mais de 30 anos de acordos não cumpridos com a Inglaterra.
(MATTOS, Hebe. Radicalização e cidadania no Império do Brasil. In.: CARVALHO, José Murilo, NEVES, Lucia M. Bastos (orgs.). Repensando o Brasil dos Oitocentos. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009. p. 368.)
O fato de a proibição do tráfico no Brasil ser considerada tardia, se comparada a outros países, se deveu: