História
- América Latina na segunda metade do século XX: revoluções, transformações e permanências
- Prova de 2011
- Universidade Estadual de Feira de Santana
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: A3EEDA3F-E3
Disciplina · Ciências Humanas
Questões de História, da área de Ciências Humanas, com gabarito em cada página.
Sobre a rodovia BR-029, atual BR-364, analise as afirmativas.
I - Integrou o Plano de Metas do governo do presidente Juscelino Kubitschek.
II - Foi construída no território graças aos recursos provenientes da extração da cassiterita pelo governo de Rondônia.
III - Interligou o território federal aos grandes centros do país, estimulando a migração e o escoamento da produção.
IV - Aberta no governo de Getúlio Vargas, foi finalmente pavimentada por Jânio Quadros, que a considerava obra fundamental para o país.
Estão corretas as afirmativas
A mais antiga ferramenta de pedra que se tem notícia foi encontrada no continente africano, produzida pelos Australopithecus, os primeiros seres a estabelecerem um diálogo entre a mão e o cérebro, a transformar uma coisa em ferramenta e a iniciar uma longa trajetória de produção de utensílios. Ao surgir há 250 mil anos, o Homosapiens já não se preocupa apenas com questões utilitárias, (CAMPOS; MIRANDA. 2000. p. 9).
O texto e os conhecimentos sobre a “aurora da humanidade” permitem afirmar sobre o Homo sapiens:
A partir dos conhecimentos sobre o legado das antiguidades Oriental e Clássica para a formação da Civilização Ocidental, marque V nas afirmativas que indicam essas contribuições e F, nas demais.
( ) A criação dos doze signos do zodíaco, além da crença nos horóscopos, pelos povos da Mesopotâmia.
( ) O humanismo, que esteve presente em todas as manifestações culturais da civilização persa.
( ) A organização política-administrativa romana em Cidades-Estado, consideradas como vitais para o exercício da cidadania.

Unicentro - Programa de Avaliação Continuada- PAC I - 2018827QUESTÃO
No período republicano, ocorreu uma considerável expansão territorial de Roma, sendo consequências dessa expansão,
O movimento operário ofereceu uma nova resposta ao grito do homem miserável no princípio do século XIX. A resposta foi a consciência de classe e a ambição de classe. Os pobres então se organizavam em um a classe operária, diferente da classe dos patrões (ou capitalistas). A Revolução Francesa lhes deu confiança; a Revolução Industrial trouxe a necessidade de mobilização permanente.
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No decorrer da História, nenhum poeta, nenhuma personalidade literária ocupou na vida de seu povo um lugar semelhante. Ele foi o símbolo por excelência deste povo, a autoridade incontestada dos primeiros tempos de sua história e uma figura decisiva na criação de seu panteão, assim como o seu poeta preferido, o mais largamente citado.
FINLEY, Moses. T. O mundo de Ulisses. Lisboa: Presença, 1965, p. 13.
A citação expressa a importância de Homero para a cultura grega antiga. De acordo com os historiadores, Homero foi um
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A revolução permanente é uma utopia: a guerra permanente é uma realidade. 1914-1985: Primeira Guerra Mundial, Guerra do Rif, Guerra Civil Espanhola, Segunda Guerra Mundial, guerras da Indochina, da Coréia, do Vietnã, da Argélia, a chamada “Guerra Fria”.
VICENT, G; PROST, A. História da Vida Privada. São Paulo: Cia. das Letras, 1992. p. 201. v. 5.
Após a morte de Lênin houve um racha entre os líderes da Revolução Russa. Como contraposição à tese da “revolução em um só país”, a concepção de Revolução Permanente, uma proposta que pretendia transformar o processo revolucionário em ação incessante e global, foi defendida por
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Brasília, 9 de abril de 1964. Os militares fazem publicar o primeiro ato institucional, que dá poderes excepcionais ao governo. É a ruptura com o modelo político que, bem ou mal, vinha desde 1945. Está formalmente instaurado o regime autoritário.
COUTO, R. C. História Indiscreta da Ditadura e da Abertura. Brasil 1964-1985. Rio de Janeiro: Record, 1999. p. 26.
Após a publicação do 1º ato institucional, os militares procuraram estabelecer uma fachada de legitimidade ao novo regime. Essa manobra politica resultou
Em 1831, a abdicação de D. Pedro I ao trono significou uma vitória das forças descentralizadoras, e houve o que se convencionou chamar de “experiência republicana”, tendo em vista a eleição direta de regentes, uma espécie de presidente da época, como foi o caso de Diogo de Feijó. No entanto, a abdicação não diminuiu o ímpeto separatista. Ao contrário, o período que se estendeu até 1848 foi caracterizado pelo avanço desse segmento. A elite imperial não só ordenou o massacre dos rebeldes das províncias como, também, procurou criar instituições que viabilizassem o projeto monárquico. Os intelectuais vinculados a esse projeto investiram, por sua vez, no combate aos movimentos separatistas, mostrando que os brasileiros constituíram uma nacionalidade com características próprias.
(DEL PRIORE, M.; VENÂNCIO, R. Uma breve história do Brasil. SP: Planeta do Brasil, 2010. p. 172. Adaptado.)
No contexto político, que se seguiu à abdicação de D. Pedro I (1831), verifica-se que as elites políticas brasileiras buscaram

O jornal, publicado em 1910, noticia a Revolta dos Marinheiros também conhecida como a
Revolta da Chibata. O movimento reivindicava