Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2009
- UFAC
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: C740F912-DE
Observe o parágrafo abaixo:
“Começo arrepender-me deste livro. Não que ele me
canse; eu não tenho que fazer; e, realmente, expedir
alguns magros capítulos para esse mundo sempre é
tarefa que distrai um pouco da eternidade. Mas o
livro é enfadonho, cheira a sepulcro, traz certa
contração cadavérica; vício grave, e aliás íntimo,
porque o maior defeito deste livro és tu, leitor. Tu
tens pressa de envelhecer, e o livro anda devagar; tu
amas a narração direta e nutrida, o estilo regular e
fluente, e este livro e o meu estilo são como ébrios,
guinam à direita e à esquerda, andam e param,
resmungam, urram, gargalham, ameaçam o céu,
escorregam e caem...” (ASSIS, J.M.M. Memórias
póstumas de Brás Cubas. Rio de Janeiro,
Tecnoprint, s.d. p. 126)
Na passagem acima, o narrador de Machado de
Assis se apresenta, de maneira desiludida, quanto
aos caminhos da sua narração, e dá ao seu livro um
caráter demeritório e responsabiliza o leitor por isso.
Nesse caso, esta obra, que é um verdadeiro divisor
de águas na ficção brasileira, no século 19,
pretende-se por meio do domínio irônico:





na atmosfera, resultante da queima de combustíveis orgânicos, contribui para a intensificação do efeito estufa e o conseqüente aumento no aquecimento global do planeta. A 25 °C, a queima do etanol e do metano libera 1.400 kJ/mol e 900 kJ/mol de energia, respectivamente. A razão entre a quantidade de energia liberada por mol de 
e
o único caso em que ocorre a igualdade
é quando:
Então, a expressão secx.cosx - tgx.senx.cosx - cos2x , é igual a:
(x2 - 6x + 9 ) =