Pular para o conteúdo

Instituição

Questões: Universidade Federal de Juiz de Fora - MG — com gabarito

279 questões de Universidade Federal de Juiz de Fora - MG, de 2016 a 2024. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 279 questões
  • 4 provas

Resultados: 279 questões

Página 6 de 14

  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1



    Os não-ditos das leituras silenciosas

    Está no papo

    25 de junho de 2018 às 09h52

    Guimarães Rosa já anunciava em Grande Sertão: Veredas: "O silêncio é a gente mesmo demais". Foi ele mesmo um menino quieto e sensível durante a infância. Do silêncio fizeram-se as palavras. "O silêncio está na constituição da poesia porque é parte integrante de alguns de seus principais elementos: ritmo e imagem. Não há ritmo sem pausas, não há som, sem silêncio. Do mesmo modo, não há imagem sem vazio", explica Cristiane Tavares, especialista em literatura infantil e coordenadora do curso de pós-graduação Livros, crianças e jovens: teoria, mediação e crítica, do Instituto Vera Cruz.

    Ela lembra que Guimarães Rosa é um grande representante da tríade literatura, infância e silêncio, tema importante para se discutir as infâncias contemporâneas. "Penso que o silêncio é necessário para as crianças, tanto quanto para a literatura, pois é condição para a criação, é janela para a contemplação. Em tempos de tanta velocidade, de excesso de ruído, profusão de imagens, o silêncio é raridade, deve ser preservado."

    Ao mesmo tempo, a especialista reconhece que nem todos os silêncios são poéticos. Cita alguns presentes na infância, advindos de experiências de violência, ausência, solidão e preconceito. "Em todos esses casos, em maior ou menor grau, sempre haverá (quero crer!) pontos de fuga para silêncios poéticos que devolvam a dignidade e a beleza às infâncias. Mas é preciso muito trabalho para desenhar esses pontos de fuga na realidade." São pontos de fuga que, segundo a pesquisadora, alimentam "de dentro para fora a complexidade de existir".

    Na literatura, esses silêncios reverberam naqueles textos que não dizem tudo de um modo óbvio, mas abrem espaço para o diálogo com o leitor. Habitam, por exemplo, os livros-álbum, nos quais o texto e a imagem têm uma relação intrínseca. Nessas obras, o silêncio é pré-requisito. São desafiadores porque pedem uma mediação mais silenciosa, sem tanta fala do adulto. "Nem todo leitor gosta de se deparar com esses espaços em branco porque podem ser angustiantes mesmo. Mas a angústia faz parte da experiência leitora e pode levar a lugares pouco visitados por nós."

    Daí vem a necessidade de nos silenciarmos após a leitura, sem precisar prestar contas, convencer o outro a ler também ou elaborar rapidamente alguma interpretação do que se leu. Assim também nos conta Teresa Colomer, em Andar entre livros – a leitura literária na escola (Global, 2007): "A leitura autônoma, continuada, silenciosa, de gratificação imediata e livre escolha é imprescindível para que o próprio texto ensine a ler”. 

    Leia agora abaixo parte da conversa com Cristiane Tavares sobre silêncio, infância e literatura.

    Em artigo publicado na revista Emília, Cecilia Bajour cita Breton: “O silêncio não é nunca o vazio, mas a respiração entre as palavras, a dobra momentânea que permite a fluência dos significados, o intercâmbio de observações e emoções, o equilíbrio das frases que se amontoam nos lábios e o eco de sua recepção, é o tato que cedo ao uso da palavra mediante uma rápida inflexão da voz, explorada de imediato pelo que se espera do momento favorável”. Qual a relação entre silêncio, literatura e infância?

    Cristiane Tavares – Quando penso nessa relação entre “silêncio, literatura e infância”, logo me vem uma frase do Guimarães Rosa em Grande Sertão: Veredas: “O senhor sabe o que o silêncio é? O silêncio é a gente mesmo demais.” Gosto muito desse modo mineiro e roseano de entender o silêncio. E cito esse autor porque penso que ele traduz muito bem essa tríade – silêncio, literatura e infância – em sua obra. Miguilim é um exemplo: menino quieto, sensível, que armava arapuca e pensava no que deviam sentir os pássaros quando estavam presos, separados dos seus companheiros, e observava como saíam felizes soltos das arapucas. Ele mesmo, o Rosa, foi menino quieto, prezava o silêncio. Esse menino quieto, quando adulto, falava mais de cinco línguas... O silêncio é também condição para a aprendizagem. Da cabeça e do coração desse menino quieto saíram obras-primas como Grande Sertão e Manuelzão e Miguilim. Penso que o silêncio é necessário para as crianças, tanto quanto para a literatura, pois é condição para a criação, é janela para a contemplação. Em tempos de tanta velocidade, de excesso de ruído, profusão de imagens, o silêncio é raridade, deve ser preservado.

    [...]

    Como o silêncio pode dialogar com a autonomia do jovem leitor?

    Cristiane Tavares – Silêncio e autonomia leitora andam lado a lado. Do mesmo modo que é importante compartilhar as leituras e conversar sobre os livros, é fundamental respeitar e proporcionar momentos de silêncio depois da leitura. Ler sem precisar prestar contas, ler sem precisar convencer o outro a ler também, ler sem precisar elaborar rapidamente o que se leu. Uma situação alimenta a outra, a autonomia se constrói firmada na partilha e, em especial na escola, as duas situações precisam ser garantidas: ler com os outros e ler sozinho. Teresa Colomer reflete muito sobre isso em Andar entre livros – a leitura literária na escola (Global, 2007) e destaca a importância de garantir momentos de leitura silenciosa na sala de aula: “A criação de um espaço de leitura individual na escola pretende dar a oportunidade de ler a todos os alunos; aos que têm livros em casa e aos que não os têm, aos que dedicam tempo de lazer à leitura e aos que só leriam nos minutos dedicados a realizar as tarefas escolares na aula. A leitura autônoma, continuada, silenciosa, de gratificação imediata e livre escolha é imprescindível para que o próprio texto ensine a ler.”

    (Texto adaptado. Disponível em:http://www.blogdaletrinhas.com.br/conteudos/visualizar/Os-nao-ditos-das-leituras-silenciosas  . Acesso em: 31 jul. 2018.) 




    TEXTO 2



    Campo Geral

        Um certo Miguilim morava com sua mãe, seu pai e seus irmãos, longe, longe daqui, muito depois da Veredado-Frango-d'Água e de outras veredas sem nome ou pouco conhecidas, em ponto remoto, no Mutúm. No meio dos Campos Gerais, mas num covão em trecho de matas, terra preta, pé de serra. Miguilim tinha oito anos. Quando completara sete, havia saído dali, pela primeira vez: o tio Terêz levou-o a cavalo, à frente da sela, para ser crismado no Sucuriju, por onde o bispo passava. Da viagem, que durou dias, ele guardara aturdidas lembranças, embaraçadas em sua cabecinha. De uma, nunca pôde se esquecer: alguém, que já estivera no Mutúm, tinha dito: ― "É um lugar bonito, entre morro e morro, com muita pedreira e muito mato, distante de qualquer parte; e lá chove sempre..."

        Mas sua mãe, que era linda e com cabelos pretos e compridos, se doía de tristeza de ter de viver ali. Queixava-se, principalmente nos demorados meses chuvosos, quando carregava o tempo, tudo tão sozinho, tão escuro, o ar ali era mais escuro; ou, mesmo na estiagem, qualquer dia, de tardinha, na hora do sol entrar. — "Oê, ah, o triste recanto..." — ela exclamava. Mesmo assim, enquanto esteve fora, só com o tio Terêz, Miguilim padeceu tanta saudade, de todos e de tudo, que às vezes nem conseguia chorar, e ficava sufocado. E foi descobriu, por si, que, umedecendo as ventas com um tico de cuspe, aquela aflição um pouco aliviava. Daí, pedia ao tio Terêz que molhasse para ele o lenço; e tio Terêz, quando davam com um riacho, um minadouro ou um poço de grota, sem se apear do cavalo abaixava o copo de chifre, na ponta de uma correntinha, e subia um punhado d'água. Mas quase sempre eram secos os caminhos, nas chapadas, então tio Terêz tinha uma cabacinha que vinha cheia, essa dava para quatro sedes; uma cabacinha entrelaçada com cipós, que era tão formosa. — "É para beber, Miguilim..." — tio Terêz dizia, caçoando. Mas Miguilim ria também e preferia não beber a sua parte, deixava-a para empapar o lenço e refrescar o nariz, na hora do arrocho. Gostava do tio Terêz, irmão de seu pai.

        Quando voltou para casa, seu maior pensamento era que tinha a boa notícia para dar à mãe: o que o homem tinha falado — que o Mutúm era lugar bonito... A mãe, quando ouvisse essa certeza, havia de se alegrar, ficava consolada. Era um presente; e a ideia de poder trazê-lo desse jeito de cor, como uma salvação, deixava-o febril até nas pernas. Tão grave, grande, que nem o quis dizer à mãe na presença dos outros, mas insofria por ter de esperar; e, assim que pôde estar com ela só, abraçou-se a seu pescoço e contou-lhe, estremecido, aquela revelação. A mãe não lhe deu valor nenhum, mas mirou triste e apontou o morro; dizia: — "Estou sempre pensando que lá por detrás dele acontecem outras coisas, que o morro está tapando de mim, e que eu nunca hei de poder ver..." Era a primeira vez que a mãe falava com ele um assunto todo sério. No fundo de seu coração, ele não podia, porém, concordar, por mais que gostasse dela: e achava que o moço que tinha falado aquilo era que estava com a razão. Não porque ele mesmo Miguilim visse beleza no Mutúm — nem ele sabia distinguir o que era um lugar bonito e um lugar feio. Mas só pela maneira como o moço tinha falado: de longe, de leve, sem interesse nenhum; e pelo modo contrário de sua mãe — agravada de calundú e espalhando suspiros, lastimosa. No começo de tudo, tinha um erro — Miguilim conhecia, pouco entendendo. Entretanto, a mata, ali perto, quase preta, verde-escura, punha-lhe medo.

    (ROSA, João Guimarães. Manuelzão e Miguilim. 11.ed. São Paulo: Nova Fronteira, 2001.)

    No Texto 2, “Campo Geral”, as descrições coincidentes do Mutúm feitas por dois dos personagens são:
    Escolha uma alternativa para a questão 8bcc1991-b5
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Leia o texto e responda:

    Segundo pesquisa do IBGE, a proporção de famílias formadas por casais sem filhos cresceu 33% no Brasil entre 2004 e 2013. Ao longo desse período, houve queda de 13,7% na proporção dos casais com filhos (de 50,9% para 43,9%). Já o número de casais sem herdeiros cresceu de 14,6% para 19,4%. Em 2013, um em cada cinco casais brasileiros não tinha filhos, de acordo com a Síntese de Indicadores Sociais 2014.

    A tendência de queda no número da taxa de natalidade não é nova. O número de filhos por mulher vem se reduzindo desde a década de 1960, a exemplo do que ocorreu também em vários outros países. Se em 1970 as brasileiras tinham, em média, 5,8 filhos, hoje esse número não chega a 2. O número de nascimentos caiu 13,3% entre 2000 e 2012, quando o número de filhos por mulher foi de 1,77 - contra 2,29 em relação ao período anterior.

    (Texto adaptado. Disponível em: <https://brasil.elpais.com/brasil/2015/02/17/politica/1424196059_041074.html>. Acesso em: 05 ago. 2018.)

    As mudanças verificadas no Brasil, apresentadas na reportagem, ocasionam qual comportamento demográfico?

    Escolha uma alternativa para a questão 8bd02344-b5
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Observe o gráfico abaixo sobre produção agrícola no Brasil e escolha a opção que o descreve:

    Imagem da questão de Geografia, Universidade Federal de Juiz de Fora - MG 2018, Agricultura brasileira

    Escolha uma alternativa para a questão 8bd5518c-b5
  •  “Troco um carro novo com tanque vazio por um usado com tanque cheio! E um amigo troca um rim por 1 litro de gasolina. E outro troca a sogra por 1 litro de gasolina. E pode ficar com a gasolina! Rarará!

    O Meirelles aumenta a gasolina porque que a gente não tem posto, só levado! Rarará!

    E o chargista Brum: ‘Saudades de entrar num posto e gritar COMPLETA!’. Vamos na banguela! Rarará!”



    (SIMÃO, José. E a gasolina! Nóis vai na banguela! Folha de São Paulo, São Paulo, 22 mai. 2018. Ilustrada, p.C5. Disponível em:<https://www1.folha.uol.com.br/colunas/josesimao/2018/05/e-a-gasolina-nois-vai-na-banguela.shtml> . Acesso em: 20 ago. 2018.)



    Em 19 de maio de 2018 entrou em vigor o quinto reajuste diário consecutivo do diesel: a Petrobras elevou os preços desse combustível em 0,80% e os da gasolina em 1,34% nas refinarias. Como consequência, dois dias depois, os caminhoneiros e as transportadoras paralisaram a circulação de cargas no país, movimento que durou 10 dias, sendo classificado por alguns como greve e, por outros, como locaute. Os impactos foram atrozes para a economia do país, bem como para toda população que vivenciou o desabastecimento de combustíveis e alimentos, a paralisação de aeroportos, dentre outros problemas.


    (Texto adaptado. Disponível em<https://g1.globo.com/economia/noticia/cronologia-greve-dos-caminhoneiros.ghtml>: . Acesso em: 20 ago. 2018.)  



    Sobre a greve dos caminhoneiros de 2018 no Brasil, pode-se afirmar que: 

    Escolha uma alternativa para a questão 8bdf3c00-b5
  • Ciências Humanas

    História

    Leia o texto abaixo e marque a opção CORRETA:


    Em análise sobre os anos 1980, BRUNO (2002) mencionava o filme O ovo da serpente (1977), de Ingmar Bergman, obra que associava o momento político da Alemanha nos anos 1920 ao amadurecimento do nazismo. A autora identificava o aumento da violência no campo e a multiplicação dos grupos de defesa da propriedade como sinais de que “algo estava no ar”. [...] Três décadas após a redemocratização no Brasil, a serpente já se arrasta e o ar da democracia torna-se mais rarefeito. Paradoxalmente, aqueles grupos que se mobilizavam em torno da União Democrática Ruralista (UDR) ganharam força simbólica no Congresso, se institucionalizaram – principalmente na Frente Parlamentar da Agropecuária (vulgo “bancada ruralista”) – e conseguem, nesses espaços institucionais, terreno fértil para a redução de direitos sociais.

    Essa frente parlamentar foi decisiva na derrubada da presidente Dilma Rousseff, em 2016, e na manutenção, nesse mesmo ano, do presidente Michel Temer no poder. Mais do que isso: diante dos serviços prestados, esses deputados e senadores vêm protagonizando uma pedalada autoritária contra os povos originários e tradicionais do Brasil, por meio da criminalização – como nas CPIs da Funai e do Incra – e da tentativa de eliminação, de apagamento das expressões no campo que não sejam aquelas do agronegócio. A campanha “O Agro é Pop”, da Rede Globo, elimina a palavra “negócio” e celebra um modelo que os políticos buscam tornar cada vez mais hegemônico no Congresso. Os modelos camponês e indígena são invisibilizados.


    (Texto adaptado. CASTILHO, Alceu. A serpente fora do ovo: a frente do agronegócio e o supremacismo ruralista. Revista OKARA, v. 12, n. 2, UFPB, 2018. Disponível em: <http://www.periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/okara/article/view/41337/20731> . Acesso em: 19 ago. 2018.)  

    Escolha uma alternativa para a questão 8be3c0ac-b5
  • Matemática

    Matemática

    As notas de 10 candidatos em um concurso público estão listadas no quadro abaixo:

    Imagem da questão de Matemática, Universidade Federal de Juiz de Fora - MG 2018, Estatística

    Serão considerados aprovados somente os candidatos cuja nota for superior à média e maior ou igual à mediana da distribuição das notas de todos os candidatos.

    O número de candidatos aprovados nesse concurso é

    Escolha uma alternativa para a questão 8bebe728-b5
  • Ciências da Natureza

    Química

    Figura 1 de 2 da questão de Química, Universidade Federal de Juiz de Fora - MG 2018, Termoquímica: Energia Calorífica, Calor de reação, Entalpia, Equações e Lei de Hess.

    O nitrato de potássio é um composto químico sólido, bastante solúvel em água, muito utilizado em explosivos, estando presente na composição da pólvora, por exemplo. Uma equação termoquímica balanceada para a queima da pólvora é representada abaixo:

    Figura 2 de 2 da questão de Química, Universidade Federal de Juiz de Fora - MG 2018, Termoquímica: Energia Calorífica, Calor de reação, Entalpia, Equações e Lei de Hess.

    Assinale a alternativa que representa a interpretação correta da equação termoquímica para a queima da pólvora:

    Escolha uma alternativa para a questão 8bfa0092-b5
  • Ciências da Natureza

    Química

    Imagem da questão de Química, Universidade Federal de Juiz de Fora - MG 2018, Sistemas Gasosos - Lei, Teoria Cinética, Equação e Mistura dos Gases. Princípio de Avogadro.

    O mergulho em cavernas é uma atividade de alto risco. No gerenciamento do gás em mergulho em cavernas, utiliza-se a regra do 1/3: divide-se a quantidade de gás contido no cilindro de mergulho por 3, dos quais 1/3 do gás será consumido no caminho de ida, 1/3 é usado no caminho de volta (para sair da caverna) e o 1/3 restante fica como segurança, para ser usado em cenários de emergência. Considere um mergulhador que entre em uma caverna possuindo 240 atmosferas de gás em um cilindro de capacidade igual a 0,006 m3 . Após consumir um terço do gás, inicia imediatamente o regresso. Suponha que o consumo de gás pelo mergulhador seja constante durante todo o trajeto e que a temperatura no interior da caverna seja de 20 °C. O número de mols de gás que restará no cilindro ao sair da caverna será (dado R = 0,082 atm.L / K.mol):
    Escolha uma alternativa para a questão 8bfe483b-b5
  • Ciências da Natureza

    Química

    Figura 1 de 2 da questão de Química, Universidade Federal de Juiz de Fora - MG 2018, Cadeias Carbônicas: Características e Classificações do Átomo do Carbono, Tipos de Ligação e Hibridação. Tipos de Cadeias Carbônicas e Fórmulas. Séries: Homóloga, Isóloga e Heteróloga.

    Os diferentes tipos de chocolate (amargo, ao leite e branco) têm em sua composição algumas moléculas orgânicas como mostrado no quadro abaixo:

    Figura 2 de 2 da questão de Química, Universidade Federal de Juiz de Fora - MG 2018, Cadeias Carbônicas: Características e Classificações do Átomo do Carbono, Tipos de Ligação e Hibridação. Tipos de Cadeias Carbônicas e Fórmulas. Séries: Homóloga, Isóloga e Heteróloga.

    Em relação a essas moléculas, assinale a alternativa CORRETA:

    Escolha uma alternativa para a questão 8c014b9c-b5
  • Ciências da Natureza

    Química

    Imagem da questão de Química, Universidade Federal de Juiz de Fora - MG 2018, Soluções e Substâncias Inorgânicas

    Uma das consequências da chuva ácida é a acidificação de solos. Porém, alguns tipos de solos conseguem neutralizar parcialmente os efeitos da chuva por conterem naturalmente carbonato de cálcio (calcário) e óxido de cálcio (cal). Os solos que não têm a presença do calcário são mais suscetíveis à acidificação e necessitam que se faça a adição de cal. No solo, a cal reage com a água, formando uma base que auxiliará na neutralização dos íons H+ . Assinale a alternativa que mostra a equação química balanceada que representa a reação entre a cal e a água:
    Escolha uma alternativa para a questão 8c0450a6-b5
  • Ciências da Natureza

    Química

    Figura 1 de 2 da questão de Química, Universidade Federal de Juiz de Fora - MG 2018, Soluções e Substâncias Inorgânicas

    Leia atentamente o rótulo de um soro infantil:

    Figura 2 de 2 da questão de Química, Universidade Federal de Juiz de Fora - MG 2018, Soluções e Substâncias Inorgânicas

    Se observarmos as recomendações do fabricante e administrarmos a dose máxima diária, qual será a massa (em gramas) de cloreto de potássio ingerida por uma criança de 18 kg em um dia?

    Escolha uma alternativa para a questão 8c07f050-b5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I



    Melro

    Carlos Drummond de Andrade



    Melro que cantas no morrer da noite,

    com estas asas rotas aprende teu voo.

    A vida toda

    esperaste a hora e a vez de teu voo.


    Melro que cantas no morrer da noite,

    com estes olhos fundos aprende a ver.

    A vida toda

    esperaste a hora e a vez de ser livre.


    Voa, melro, voa, melro,

    para o clarão da escura noite.


    Voa, melro, voa, melro,

    para o clarão da escura noite.


    Melro que cantas no morrer da noite,

    com estas asas rotas aprende teu voo

    A vida toda

    esperaste a hora e a vez de teu voo

    esperaste a hora e a vez de teu voo

    esperaste a hora e a vez de teu voo.


    Fonte: ANDRADE, Carlos Drummond de. Tradução de "Blackbird", canção de Lenon e McCaartney. In: REALIDADE. São Paulo: Editora Abril, ano III, nº 36, mar. 1969, p. 61 (Pesquisado na hemeroteca digital da Biblioteca Nacional).



    GLOSSÁRIO:


    Melro: ave de penas pretas, também chamada de açum-preto, graúna, pássaro preto, entre outros nomes.

    Em março de 1969, o poeta Carlos Drummond de Andrade traduziu algumas canções da banda inglesa The Beatles, do então recém lançado Álbum Branco. Dentre as canções, escreveu o poema "Melro", uma tradução da composição dos Beatles, cujo título original é "Blackbird" (pássaro preto - outro possível sinônimo de Melro, em língua portuguesa). Essa canção composta pela banda britânica teria como motivação a luta do Movimento dos Direitos Civis dos Negros, nos Estados Unidos.


    A partir da leitura do poema de Drummond e considerando as informações acima, assinale a alternativa que melhor interprete os versos lidos:
    Escolha uma alternativa para a questão 95df1caf-3f
  • Linguagens

    Português

    TEXTO II



    Um Índio

    Caetano Veloso



    Um índio descerá de uma estrela colorida,  brilhante

        

    De uma estrela que virá numa velocidade estonteante

        

    E pousará no coração do Hemisfério Sul, na  América, num claro instante

        

    Depois de exterminada a última nação indígena


    E o espírito dos pássaros das fontes de água límpida

          

    Mais avançado que a mais avançada das mais avançadas das tecnologias

       




    Virá Impávido que nem Muhammad Ali


    Virá que eu vi


    Apaixonadamente como Peri


    Virá que eu vi


    Tranquilo e infalível como Bruce Lee


    Virá que eu vi


    O axé do afoxé Filhos de Gandhi


    Virá



    Um índio preservado em pleno corpo físico


    Em todo sólido, todo gás e todo líquido


    Em átomos, palavras, alma, cor


    Em gesto, em cheiro, em sombra, em luz, em som magnífico

      

    Num ponto equidistante entre o Atlântico e o Pacífco

       

    Do objeto-sim resplandecente descerá o índio


    E as coisas que eu sei que ele dirá, fará


    Não sei dizer assim de um modo explícito


    (...)



    E aquilo que nesse momento se revelará aos  povos

        

    Surpreenderá a todos não por ser exótico


    Mas pelo fato de poder ter sempre estado  oculto

        

    Quando terá sido o óbvio



    Fonte: UM ÍNDIO. Caetano Veloso. In: BICHO. Philips Records, 1977. 1 LP, faixa 5.



    GLOSSÁRIO:


    Muhammad Ali: foi um famoso pugilista estadunidense.

    Peri: personagem indígena da obra "O guarani", de José de Alencar.

    Bruce Lee: de origem chinesa, foi um conhecedor e praticante de muitas artes marciais, além de ator e diretor de cinema.

    Afoxé Filhos de Gandhi: "O Desfile de Afoxés", ou "Cortejo de Afoxés", é uma expressão característica do carnaval baiano, com raízes vinculadas à religiosidade afro-baiana, e reconhecido como patrimônio cultural imaterial no estado" Já o "Afoxé Filhos de Gandhi" é um importante grupo baiano que desfila tradicionalmente no carnaval de Salvador.



    Disponível em https://www.multirio.rj.gov.br/index.php/reportagens/17562- afox%C3%A9, Acesso em 07/08/2024.

    Sobre a canção "Um índio", de Caetano Veloso, marque a única alternativa que NÃO se apresenta como uma leitura possível:

    Escolha uma alternativa para a questão 95e29be9-3f
  • Linguagens

    Literatura

    TEXTO III


    Amor
    Clarice Lispector


            Os filhos de Ana eram bons, uma coisa verdadeira e sumarenta. Cresciam, tomavam banho, exigiam para si, malcriados, instantes cada vez mais completos. A cozinha era enfim espaçosa, o fogão enguiçado dava estouros. O calor era forte no apartamento que estavam aos poucos pagando. Mas o vento batendo nas cortinas que ela mesma cortara lembrava-lhe que se quisesse podia parar e enxugar a testa, olhando o calmo horizonte.Como um lavrador. [...] No fundo, Ana sempre tivera necessidade de sentir a raiz firme das coisas. E isso um lar perplexamente lhe dera. Por caminhos tortos, viera a cair num destino de mulher, com a surpresa de nele caber como se o tivesse inventado. O homem com quem casara era um homem verdadeiro, os filhos que tivera eram filhos verdadeiros. Sua juventude anterior parecia-lhe estranha como uma doença de vida. Dela havia aos poucos emergido para descobrir que também sem a felicidade se vivia: abolindo-a, encontrara uma legião de pessoas, antes invisíveis, que viviam como quem trabalha - com persistência, continuidade, alegria. [...] O bonde se arrastava, em seguida estacava. Até Humaitá tinha tempo de descansar. Foi então que olhou para o homem parado no ponto. A diferença entre ele e os outros é que ele estava realmente parado. De pé, suas mãos se mantinham avançadas. Era um cego. O que havia mais que fizesse Ana se aprumar em desconfiança? Alguma coisa intranquila estava sucedendo. Então ela viu: o cego mascava chicles... Um homem cego mascava chicles. Ana ainda teve tempo de pensar por um segundo que os irmãos viriam jantar - o coração batia-lhe violento, espaçado. Inclinada, olhava o cego profundamente, como se olha o que não nos vê. Ele mastigava goma na escuridão. Sem sofrimento, com os olhos abertos [...]

    - o bonde deu uma arrancada súbita jogandoa desprevenida para trás, o pesado saco de tricô despencou-se do colo, ruiu no chão - Ana deu um grito, o condutor deu ordem de parada antes de saber do que se tratava - o bonde estacou, os passageiros olharam assustados. Incapaz de se mover para apanhar suas compras, Ana se aprumava pálida. Uma expressão de rosto, há muito não usada, ressurgiralhe com dificuldade, ainda incerta, incompreensível. O moleque dos jornais ria entregando-lhe o volume. Mas os ovos se haviam quebrado no embrulho de jornal. Gemas amarelas e viscosas pingavam entre os filhos da rede. [...] A rede perdera o sentido e estar num bonde era um fio partido; não sabia o que fazer com as compras no colo. [...] como se pudesse cair do bonde, como se as coisas pudessem ser revertidas com a mesma calma com que não o eram. O que chamava de crise viera afinal. E sua marca era o prazer intenso com que olhava agora as coisas, sofrendo espantada. O calor se tornara mais abafado, tudo tinha ganho uma força e vozes mais altas.


    FONTE: LISPECTOR, Clarice. O Amor. In: MORICONI, Ítalo (org). Os cem melhores contos brasileiros do século, Editora Objetiva: Rio de Janeiro, 2000, p. 212-219.
    Nos trechos apresentados do conto "Amor", de Clarice Lispector, observa-se:
    Escolha uma alternativa para a questão 95e5121b-3f
  • Linguagens

    Literatura

    TEXTO III


    Amor
    Clarice Lispector


            Os filhos de Ana eram bons, uma coisa verdadeira e sumarenta. Cresciam, tomavam banho, exigiam para si, malcriados, instantes cada vez mais completos. A cozinha era enfim espaçosa, o fogão enguiçado dava estouros. O calor era forte no apartamento que estavam aos poucos pagando. Mas o vento batendo nas cortinas que ela mesma cortara lembrava-lhe que se quisesse podia parar e enxugar a testa, olhando o calmo horizonte.Como um lavrador. [...] No fundo, Ana sempre tivera necessidade de sentir a raiz firme das coisas. E isso um lar perplexamente lhe dera. Por caminhos tortos, viera a cair num destino de mulher, com a surpresa de nele caber como se o tivesse inventado. O homem com quem casara era um homem verdadeiro, os filhos que tivera eram filhos verdadeiros. Sua juventude anterior parecia-lhe estranha como uma doença de vida. Dela havia aos poucos emergido para descobrir que também sem a felicidade se vivia: abolindo-a, encontrara uma legião de pessoas, antes invisíveis, que viviam como quem trabalha - com persistência, continuidade, alegria. [...] O bonde se arrastava, em seguida estacava. Até Humaitá tinha tempo de descansar. Foi então que olhou para o homem parado no ponto. A diferença entre ele e os outros é que ele estava realmente parado. De pé, suas mãos se mantinham avançadas. Era um cego. O que havia mais que fizesse Ana se aprumar em desconfiança? Alguma coisa intranquila estava sucedendo. Então ela viu: o cego mascava chicles... Um homem cego mascava chicles. Ana ainda teve tempo de pensar por um segundo que os irmãos viriam jantar - o coração batia-lhe violento, espaçado. Inclinada, olhava o cego profundamente, como se olha o que não nos vê. Ele mastigava goma na escuridão. Sem sofrimento, com os olhos abertos [...]

    - o bonde deu uma arrancada súbita jogandoa desprevenida para trás, o pesado saco de tricô despencou-se do colo, ruiu no chão - Ana deu um grito, o condutor deu ordem de parada antes de saber do que se tratava - o bonde estacou, os passageiros olharam assustados. Incapaz de se mover para apanhar suas compras, Ana se aprumava pálida. Uma expressão de rosto, há muito não usada, ressurgiralhe com dificuldade, ainda incerta, incompreensível. O moleque dos jornais ria entregando-lhe o volume. Mas os ovos se haviam quebrado no embrulho de jornal. Gemas amarelas e viscosas pingavam entre os filhos da rede. [...] A rede perdera o sentido e estar num bonde era um fio partido; não sabia o que fazer com as compras no colo. [...] como se pudesse cair do bonde, como se as coisas pudessem ser revertidas com a mesma calma com que não o eram. O que chamava de crise viera afinal. E sua marca era o prazer intenso com que olhava agora as coisas, sofrendo espantada. O calor se tornara mais abafado, tudo tinha ganho uma força e vozes mais altas.


                                                                              FONTE: LISPECTOR, Clarice. O Amor. In: MORICONI, Ítalo (org). Os cem melhores contos brasileiros do século, Editora Objetiva: Rio de Janeiro, 2000, p. 212-219.  



    TEXTO IV


            A questão da epifania (epiphaneia) pode ser compreendida num sentido místico-religioso e num sentido literário. No sentido místico-religioso, a epifania é o aparecimento de uma divindade e uma manifestação espiritual - e é neste sentido que a palavra surge descrevendo a aparição de Cristo aos gentios. Aplicado à literatura, o termo significa o relato de uma experiência que, a princípio, se mostra simples e rotineira, mas que acaba por mostrar toda a força de uma inusitada revelação. É a percepção de uma realidade atordoante quando os objetos mais simples, os gestos mais banais e as situações mais cotidianas comportam iluminação súbita na consciência dos figurantes, e a grandiosidade do êxtase pouco tem a ver com o elemento prosaico em que se inscreve a personagem.

    Fonte: SANT'ANNA, Affonso Romano de. Com Clarice. São Paulo: Editora Unesp, 2013, p.128.
    Considerando o conteúdo do texto IV, assinale a alternativa em que há o momento de "epifania" da personagem Ana, do conto de Clarice Lispector, no Texto III.
    Escolha uma alternativa para a questão 95e7f4ac-3f
  • Linguagens

    Português

    TEXTO III


    Amor
    Clarice Lispector


            Os filhos de Ana eram bons, uma coisa verdadeira e sumarenta. Cresciam, tomavam banho, exigiam para si, malcriados, instantes cada vez mais completos. A cozinha era enfim espaçosa, o fogão enguiçado dava estouros. O calor era forte no apartamento que estavam aos poucos pagando. Mas o vento batendo nas cortinas que ela mesma cortara lembrava-lhe que se quisesse podia parar e enxugar a testa, olhando o calmo horizonte.Como um lavrador. [...] No fundo, Ana sempre tivera necessidade de sentir a raiz firme das coisas. E isso um lar perplexamente lhe dera. Por caminhos tortos, viera a cair num destino de mulher, com a surpresa de nele caber como se o tivesse inventado. O homem com quem casara era um homem verdadeiro, os filhos que tivera eram filhos verdadeiros. Sua juventude anterior parecia-lhe estranha como uma doença de vida. Dela havia aos poucos emergido para descobrir que também sem a felicidade se vivia: abolindo-a, encontrara uma legião de pessoas, antes invisíveis, que viviam como quem trabalha - com persistência, continuidade, alegria. [...] O bonde se arrastava, em seguida estacava. Até Humaitá tinha tempo de descansar. Foi então que olhou para o homem parado no ponto. A diferença entre ele e os outros é que ele estava realmente parado. De pé, suas mãos se mantinham avançadas. Era um cego. O que havia mais que fizesse Ana se aprumar em desconfiança? Alguma coisa intranquila estava sucedendo. Então ela viu: o cego mascava chicles... Um homem cego mascava chicles. Ana ainda teve tempo de pensar por um segundo que os irmãos viriam jantar - o coração batia-lhe violento, espaçado. Inclinada, olhava o cego profundamente, como se olha o que não nos vê. Ele mastigava goma na escuridão. Sem sofrimento, com os olhos abertos [...] - o bonde deu uma arrancada súbita jogandoa desprevenida para trás, o pesado saco de tricô despencou-se do colo, ruiu no chão - Ana deu um grito, o condutor deu ordem de parada antes de saber do que se tratava - o bonde estacou, os passageiros olharam assustados. Incapaz de se mover para apanhar suas compras, Ana se aprumava pálida. Uma expressão de rosto, há muito não usada, ressurgiralhe com dificuldade, ainda incerta, incompreensível. O moleque dos jornais ria entregando-lhe o volume. Mas os ovos se haviam quebrado no embrulho de jornal. Gemas amarelas e viscosas pingavam entre os filhos da rede. [...] A rede perdera o sentido e estar num bonde era um fio partido; não sabia o que fazer com as compras no colo. [...] como se pudesse cair do bonde, como se as coisas pudessem ser revertidas com a mesma calma com que não o eram. O que chamava de crise viera afinal. E sua marca era o prazer intenso com que olhava agora as coisas, sofrendo espantada. O calor se tornara mais abafado, tudo tinha ganho uma força e vozes mais altas.


    FONTE: LISPECTOR, Clarice. O Amor. In: MORICONI, Ítalo (org). Os cem melhores contos brasileiros do século, Editora Objetiva: Rio de Janeiro, 2000, p. 212-219.



    TEXTO V


    Legiões de mulheres não têm por quinhão senão uma fadiga indefinidamente recomeçada no decorrer de um combate que jamais comporta uma vitória. Mesmo em casos mais privilegiados, essa vitória nunca é definitiva. Há poucas tarefas que se aparentem, mais do que as da dona de casa, ao suplício de Sísifo; dia após dia, é preciso lavar os pratos, espanar os móveis, consertar a roupa, que no dia seguinte já estarão novamente sujos, empoeirados, rasgada.
    No trecho acima (texto V), Simone de Beauvoir compara o trabalho de uma mulher do lar, dedicada aos afazeres domésticos e à criação dos filhos, ao mito de Sísifo, personagem da mitologia grega que foi condenado a repetir eternamente a tarefa de empurrar uma pedra até o topo de uma montanha. Considerando os textos III e V, assinale a alternativa correta:
    Escolha uma alternativa para a questão 95ea7ee8-3f
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Leia o trecho da reportagem a seguir.


    As mudanças climáticas globais estão tornando os fungos patogênicos mais resistentes devido à aceleração de suas mutações genéticas e, no Brasil, a plantação de cacau é fortemente afetada pelo fungo Moniliophtera perniciosa, chamado comumente de vassoura de bruxa, que causa enegrecimento e morte do cacaueiro, causando grandes estragos nas lavouras e encarecendo os processos de controle dessa infestação.


    Com relação aos organismos considerados como fungos, pode-se afirmar que são um grupo formado por:
    Escolha uma alternativa para a questão 95ed1767-3f
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    A Dra. Maria Beatriz de Barros Barreto, professora da UFRJ, participou do último Congresso Europeu de Algas, realizado em Brest, na França, em agosto de 2023, e descreveu que os pontos mais discutidos nesse congresso foram as alterações nas comunidades de algas marinhas, devido às mudanças climáticas. Vários pesquisadores no mundo verificaram a substituição de florestas marinhas formadas por algas pardas de grande porte, com mais de 1 metro de comprimento, por algas filamentosas formando tapetes de poucos centímetros de altura. O impacto dessa substituição ainda é incerto, mas pode ocorrer uma perda de espécies de algas pardas, que formam um grupo de organismos com representantes
    Escolha uma alternativa para a questão 95ef74a2-3f
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    O fóssil de Archaeopteryx lithographica é reconhecido como o primeiro registro de ave existente na natureza há milhões de anos atrás. No entanto, este organismo ainda apresentava uma mistura de características presentes em dinossauros Theropoda, mas ausentes nas aves atuais.


    É uma característica de Archaeopteryx lithographica também encontrada nas aves atuais
    Escolha uma alternativa para a questão 95f46380-3f