Instituição
Questões: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) — com gabarito
667 questões de Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), de 2005 a 2021. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.
- 667 questões
- 13 provas
Provas desta banca
Ano completo
- LinguagensCaracterizou-o sempre um sincero amor pelas coisas de sua terra, pela sua gente, e se existe obra que possa ser chamada de brasileira, é a dele. Se seus assuntos eram o homem e a terra do Brasil, apanhados no Norte, no Sul, no Centro, a forma por que os explorava era também brasileira, pela sintaxe que empregava e pelos modismos que introduzia. O Brasil do campo e o das cidades está presente em sua obra, assim como o homem da sociedade, o homem da rua e o trabalhador rural. Abarcou os aspectos mais variados da nossa sensibilidade e da nossa formação, constituindo sua obra um painel a que nada falta, inclusive o índio, que nela tem participação considerável.(José Paulo Paes e Massaud Moisés (orgs).Pequeno dicionário de literatura brasileira, 1980. Adaptado.)Tal comentário refere-se ao escritor
- Linguagens
Português
- Denotação e Conotação
- Prova de 2016
- UNIFESP
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: E4C768BD-DE
Leia o trecho do conto “A igreja do Diabo”, de Machado de Assis (1839-1908), para responder à questão.Uma vez na terra, o Diabo não perdeu um minuto. Deu-se pressa em enfiar a cogula¹ beneditina, como hábito de boa fama, e entrou a espalhar uma doutrina nova e extraordinária, com uma voz que reboava nas entranhas do século. Ele prometia aos seus discípulos e fiéis as delícias da terra, todas as glórias, os deleites mais íntimos. Confessava que era o Diabo; mas confessava-o para retificar a noção que os homens tinham dele e desmentir as histórias que a seu respeito contavam as velhas beatas.– Sim, sou o Diabo, repetia ele; não o Diabo das noites sulfúreas, dos contos soníferos, terror das crianças, mas o Diabo verdadeiro e único, o próprio gênio da natureza, a que se deu aquele nome para arredá-lo do coração dos homens. Vede-me gentil e airoso. Sou o vosso verdadeiro pai. Vamos lá: tomai daquele nome, inventado para meu desdouro², fazei dele um troféu e um lábaro³ , e eu vos darei tudo, tudo, tudo, tudo, tudo, tudo...Era assim que falava, a princípio, para excitar o entusiasmo, espertar os indiferentes, congregar, em suma, as multidões ao pé de si. E elas vieram; e logo que vieram, o Diabo passou a definir a doutrina. A doutrina era a que podia ser na boca de um espírito de negação. Isso quanto à substância, porque, acerca da forma, era umas vezes sutil, outras cínica e deslavada.Clamava ele que as virtudes aceitas deviam ser substituídas por outras, que eram as naturais e legítimas. A soberba, a luxúria, a preguiça foram reabilitadas, e assim também a avareza, que declarou não ser mais do que a mãe da economia, com a diferença que a mãe era robusta, e a filha uma esgalgada4 . A ira tinha a melhor defesa na existência de Homero; sem o furor de Aquiles, não haveria a Ilíada: “Musa, canta a cólera de Aquiles, filho de Peleu”... [...] Pela sua parte o Diabo prometia substituir a vinha do Senhor, expressão metafórica, pela vinha do Diabo, locução direta e verdadeira, pois não faltaria nunca aos seus com o fruto das mais belas cepas do mundo. Quanto à inveja, pregou friamente que era a virtude principal, origem de prosperidades infinitas; virtude preciosa, que chegava a suprir todas as outras, e ao próprio talento.As turbas corriam atrás dele entusiasmadas. O Diabo incutia-lhes, a grandes golpes de eloquência, toda a nova ordem de coisas, trocando a noção delas, fazendo amar as perversas e detestar as sãs.Nada mais curioso, por exemplo, do que a definição que ele dava da fraude. Chamava-lhe o braço esquerdo do homem; o braço direito era a força; e concluía: Muitos homens são canhotos, eis tudo. Ora, ele não exigia que todos fossem canhotos; não era exclusivista. Que uns fossem canhotos, outros destros; aceitava a todos, menos os que não fossem nada. A demonstração, porém, mais rigorosa e profunda, foi a da venalidade5 . Um casuísta6 do tempo chegou a confessar que era um monumento de lógica. A venalidade, disse o Diabo, era o exercício de um direito superior a todos os direitos. Se tu podes vender a tua casa, o teu boi, o teu sapato, o teu chapéu, coisas que são tuas por uma razão jurídica e legal, mas que, em todo caso, estão fora de ti, como é que não podes vender a tua opinião, o teu voto, a tua palavra, a tua fé, coisas que são mais do que tuas, porque são a tua própria consciência, isto é, tu mesmo? Negá-lo é cair no absurdo e no contraditório. Pois não há mulheres que vendem os cabelos? não pode um homem vender uma parte do seu sangue para transfundi-lo a outro homem anêmico? e o sangue e os cabelos, partes físicas, terão um privilégio que se nega ao caráter, à porção moral do homem? Demonstrando assim o princípio, o Diabo não se demorou em expor as vantagens de ordem temporal ou pecuniária; depois, mostrou ainda que, à vista do preconceito social, conviria dissimular o exercício de um direito tão legítimo, o que era exercer ao mesmo tempo a venalidade e a hipocrisia, isto é, merecer duplicadamente.(Contos: uma antologia, 1998.)1cogula: espécie de túnica larga, sem mangas, usada por certos religiosos.2desdouro: descrédito, desonra.3lábaro: estandarte, bandeira.4esgalgado: comprido e estreito.5venalidade: condição ou qualidade do que pode ser vendido.6casuísta: pessoa que pratica o casuísmo (argumento fundamentado em raciocínio enganador ou falso).
Estão empregados em sentido figurado os termos destacados nos seguintes trechos: - Linguagens
Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2012
- UNIFESP
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: E4CEA3C6-FE

Na resposta à segunda pergunta, a autora utiliza a frase There is a field hospital-type feeling to it, o que, no contexto, indica a ideia de - Linguagens
Português
Leia o excerto do livro 24/7: capitalismo tardio e os fins do sono de Jonathan Crary para responder à questão.No fim dos anos 1990, um consórcio espacial russo-europeu anunciou que construiria e lançaria satélites que refletiriam a luz do Sol para a Terra. O esquema previa colocar em órbita uma cadeia de satélites, sincronizados com o Sol, a uma altitude de 1700 quilômetros, cada um deles equipado com refletores parabólicos retráteis, da espessura de uma folha de papel. Quando completamente abertos, cada satélite-espelho, com duzentos metros de diâmetro, teria a capacidade de iluminar uma área da Terra de 25 quilômetros quadrados, com uma luminosidade quase cem vezes maior do que a da Lua. Em princípio, o projeto visava fornecer iluminação para a exploração industrial de recursos naturais em regiões remotas com longas noites polares, na Sibéria e no leste da Rússia, permitindo atividade ao ar livre, noite e dia. Mas o consórcio acabou expandindo seus planos para a possibilidade de oferecer iluminação noturna a regiões metropolitanas inteiras. Calculando que se reduziriam os custos de energia da iluminação elétrica, o slogan da empresa era “Luz do dia a noite toda”.A oposição ao projeto surgiu de imediato e de diversas frentes. Astrônomos temeram os efeitos nefastos da observação espacial a partir da Terra. Cientistas e ambientalistas apontaram consequências fisiológicas prejudiciais tanto aos animais quanto aos humanos, uma vez que a ausência de alternância regular entre dia e noite interromperia vários padrões metabólicos, inclusive o sono. Associações culturais e humanitárias também protestaram, alegando que o céu noturno é um bem comum ao qual toda a humanidade tem direito, e que desfrutar da escuridão da noite e observar as estrelas é um direito humano básico que nenhuma empresa pode eliminar. De qualquer modo, direito ou privilégio, ele já está sendo violado para mais da metade da população do planeta, em cidades que estão permanentemente envoltas na penumbra da poluição e na intensa iluminação.Defensores do projeto, todavia, afirmaram que tal tecnologia diminuiria o uso noturno de eletricidade e que a perda da noite e de sua escuridão seria um preço razoável, considerando-se a redução do consumo global de energia. Seja como for, esse empreendimento, ao fim inviável, ilustra o imaginário contemporâneo, para o qual um estado de iluminação contínua é inseparável da ininterrupta operação de troca e circulação globais. Em seus excessos empresariais, o projeto é uma expressão hiperbólica de uma intolerância institucional a tudo que obscureça ou impeça uma situação de visibilidade instrumentalizada e constante.(24/7: capitalismo tardio e os fins do sono, 2014. Adaptado.)
Em relação ao projeto, a postura do autor é de - Linguagens
Português
- Figuras de Linguagem
- Prova de 2016
- UNIFESP
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: E4ECE574-DE
Para responder à questão, leia o poema “Dissolução”, de Carlos Drummond de Andrade (1902- 1987), que integra o livro Claro enigma, publicado originalmente em 1951.Escurece, e não me seduztatear sequer uma lâmpada.Pois que aprouve1 ao dia findar,aceito a noite.E com ela aceito que broteuma ordem outra de serese coisas não figuradas.Braços cruzados.Vazio de quanto amávamos,mais vasto é o céu. Povoaçõessurgem do vácuo.Habito alguma?E nem destaco minha peleda confluente escuridão.Um fim unânime concentra-see pousa no ar. Hesitando.E aquele agressivo espíritoque o dia carreia2 consigo,já não oprime. Assim a paz,destroçada.Vai durar mil anos, ouextinguir-se na cor do galo?Esta rosa é definitiva,ainda que pobre.Imaginação, falsa demente,já te desprezo. E tu, palavra.No mundo, perene trânsito,calamo-nos.E sem alma, corpo, és suave.(Claro enigma, 2012.)1 aprazer: causar ou sentir prazer; contentar(-se).2 carrear: carregar.
Personificação: recurso expressivo que consiste em atribuir propriedades humanas a uma coisa, a um ser inanimado ou abstrato.(Dicionário Porto Editora da Língua Portuguesa.www.infopedia.pt. Adaptado.)Verifica-se a ocorrência desse recurso no seguinte verso:
- Linguagens
Literatura
- Escolas Literárias
- Prova de 2005
- UNIFESP
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: E4ED1057-29
INSTRUÇÃO: Leia os versos de Olavo Bilac e responda às questões
Não se mostre na fábrica o suplício
Do mestre. E, natural, o efeito agrade,
Sem lembrar os andaimes do edifício:
Porque a Beleza, gêmea da Verdade,
Arte pura, inimiga do artifício,
É a força e a graça na simplicidade.
Nos versos, apresenta- se uma concepção de arte baseada _____________ , própria dos poetas __________ .
Na frase, os espaços devem ser preenchidos por - Linguagens
Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2016
- UNIFESP
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: E50BDBC3-DE

In developing countries there are high levels of what is known as “food loss”, which is unintentional wastage, often due to poor equipment, transportation and infrastructure. In wealthy countries, there are low levels of unintentional losses but high levels of “food waste”, which involves food being thrown away by consumers because they have purchased too much, or by retailers who reject food because of exacting aesthetic standards.
(www.theguardian.com)
Observe o quadrinho para responder à questão.
The corncob on the left
- Linguagens
Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2016
- UNIFESP
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: E50FF9C5-DE
Observe o quadrinho para responder à questão.
Na fala da espiga de milho à esquerda “I couldn’t reach the fridge...”, o termo em destaque pode ser substituído, sem alteração de sentido, por
- Linguagens
Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2016
- UNIFESP
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: E5156440-DE
Observe o quadrinho para responder à questão.
Na fala da espiga de milho à direita “I spent too much time in there, instead!”, o termo em destaque se refere
- Linguagens
Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2016
- UNIFESP
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: E52069B4-DE
Reducing food waste would mitigateclimate change, study showsApril 7, 2016
Reducing food waste around the world would help curb emissions of planet-warming gases, lessening some of the impacts of climate change such as more extreme weather and rising seas, scientists said on Thursday.Up to 14% of emissions from agriculture in 2050 could be avoided by managing food use and distribution better, according to a new study from the Potsdam Institute for Climate Impact Research (PIK). “Agriculture is a major driver of climate change, accounting for more than 20% of overall global greenhouse gas emissions in 2010,” said co-author Prajal Pradhan. “Avoiding food loss and waste would therefore avoid unnecessary greenhouse gas emissions and help mitigate climate change.”Between 30 and 40% of food produced around the world is never eaten, because it is spoiled after harvest and during transportation, or thrown away by shops and consumers. The share of food wasted is expected to increase drastically if emerging economies like China and India adopt western food habits, including a shift to eating more meat, the researchers warned. Richer countries tend to consume more food than is healthy or simply waste it, they noted.As poorer countries develop and the world’s population grows, emissions associated with food waste could soar from 0.5 gigatonnes (GT) of carbon dioxide equivalent per year to between 1.9 and 2.5 GT annually by mid-century, showed the study published in the Environmental Science & Technology journal. It is widely argued that cutting food waste and distributing the world’s surplus food where it is needed could help tackle hunger in places that do not have enough - especially given that land to expand farming is limited.But Jürgen Kropp, another of the study’s co-authors and PIK’s head of climate change and development, told the Thomson Reuters Foundation the potential for food waste curbs to reduce emissions should be given more attention. “It is not a strategy of governments at the moment,” he said.(www.theguardian.com. Adaptado.)
De acordo com o terceiro parágrafo, a parcela de alimentos desperdiçados deverá aumentar no futuro se - Linguagens
Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2012
- UNIFESP
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: E5BA488A-FE

The excerpt from the answer to the second question – there was no time to get the guy off the island – means that the patient - Linguagens
Português
INSTRUÇÃO: Leia os versos de Olavo Bilac e responda às questões
Não se mostre na fábrica o suplício
Do mestre. E, natural, o efeito agrade,
Sem lembrar os andaimes do edifício:
Porque a Beleza, gêmea da Verdade,
Arte pura, inimiga do artifício,
É a força e a graça na simplicidade.
Os versos denunciam - Linguagens
Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2012
- UNIFESP
- Dificuldade: Difícil
- Com imagem
- Código da questão: E6A8F727-FE

De acordo com a resposta à última pergunta, depreende-se que - Linguagens
Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2012
- UNIFESP
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: E7A49314-FE

O estudo mencionado no texto indica que - Linguagens
Português
Ultimamente ando de novo intrigado com o enigma de Capitu. Teria ela traído mesmo o marido, ou tudo não passou de imaginação dele, como narrador? Reli mais uma vez o romance e não cheguei a nenhuma conclusão. Um mistério que o autor deixou para a posteridade.
(Fernando Sabino, O bom ladrão.)
Considere as afirmações sobre o que diz o narrador do texto de Sabino:
I. O mistério a que ele se refere decorre de uma narrativa ambígua, na qual há uma constante oscilação entre a possibilidade – ou não – de Capitu ter cometido o adultério.
II. No romance a que ele se refere, o triângulo amoroso é formado por Capitu, Escobar e Quincas Borba.
III. A sua frase final denuncia- o convicto de que Capitu não traiu o marido.
Está correto o que se afirma apenas em - Linguagens
Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2012
- UNIFESP
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: E88DA6A6-FE

In the excerpt from the first paragraph – than those who stopped work between six and eight months –, the word those refers to - Linguagens
Português
A palavra bullying ainda é pouco conhecida do grande público brasileiro. De origem inglesa e ainda sem tradução no Brasil, é utilizada para qualificar comportamentos violentos no âmbito escolar, tanto de meninos quanto de meninas. Dentre esses comportamentos podemos destacar as agressões, os assédios e as ações desrespeitosas, todos realizados de maneira recorrente e intencional por parte dos agressores. É fundamental explicitar que as atitudes tomadas por um ou mais agressores contra um ou alguns estudantes, geralmente, não apresentam motivações específicas ou justificáveis. Isso significa dizer que, de forma quase “natural”, os mais fortes utilizam os mais frágeis como meros objetos de diversão, prazer e poder, com o intuito de maltratar, intimidar, humilhar e amedrontar suas vítimas. E isso, invariavelmente, produz, alimenta e até perpetua muita dor e sofrimento nos vitimados.
Segundo o texto, - Linguagens
Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2012
- UNIFESP
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: E979E60E-FE

In the excerpt from the third paragraph – may suffer from a variety of problems later in life –, the word may carries the idea of - Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2005
- UNIFESP
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: E97D22C0-29
Ultimamente ando de novo intrigado com o enigma de Capitu. Teria ela traído mesmo o marido, ou tudo não passou de imaginação dele, como narrador? Reli mais uma vez o romance e não cheguei a nenhuma conclusão. Um mistério que o autor deixou para a posteridade.
(Fernando Sabino, O bom ladrão.)
No texto de Sabino, o narrador questiona a traição de Capitu. Lendo o texto de Machado, pode-se entender que esse questionamento decorre de - Linguagens
Inglês
- Preposições | Prepositions
- Prova de 2012
- UNIFESP
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: EA609FEE-FE

Instrução: Assinale as alternativas que completam, correta e respectivamente, as lacunas numeradas de 42 a 45 no texto.