Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2008
- UEG
- Dificuldade: Muito fácil
- Com imagem
- Código da questão: 5AB11828-6F

Com relação ao tom de sua fala, a autora mostra-se
Instituição
1.285 questões de Universidade Estadual de Goiás (UEG), de 2007 a 2025. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

Leia os provérbios a seguir para responder à questão
1. Like father, like son.
2. The pen is mightier than the sword.
3. The early bird gets the worm.
4. The grass is always greener on the other side.
Fonte: engvid.com/english-resource/50-common-proverbs-sayings/. Acesso em: 28 mar. 2025.
Analysing the proverbs, it can be stated that
Leia o texto a seguir para responder à questão.
How to Minecraft
Create! Explore! Survive! The basics for getting into the game! Minecraft is a game about placing blocks and having adventures. It's a survival experience about staying alive in your own fantastic world, that's also a creative space to build almost anything you can imagine!
We know Minecraft can be intimidating to newcomers, so we've assembled this simple guide to get you started. Trust us, you'll be a miner expert in no time!
[…]
Starting Out and Survival Tips!
Select Singleplayer in the Main Menu, then Create New World. You'll see this:

The health bar (the hearty looking one). Don't let it drop to zero. Otherwise, it's game over!

The food bar (the tasty looking one). When it's full, your health will regenerate, so keep snacking!
[…]
The secrets to survival are having a steady supply of food and staying safe from monsters. Luckily, building a shelter is easy. Your hand is your first mining tool, so use it to hit trees or dirt until they turn into blocks. These blocks will appear in your toolbar, and you can then place them right in front of you.

Build your shelter, making sure there’s no way for monsters to get in! Later, you'll be able to build doors, windows, etc., but for now, focus on surviving! Most monsters come out at night, so stay inside until sunrise and you'll be safe. Animals are everywhere and only take a few attacks to finish off. They’ll drop meat which restores health. There's also apples, melons and other veggie options to be found if you're vegetarian […]. Hmmm, you've got a point.
The first shelter you build will likely look like this, er, 'cosy' one here. Hey, we all start somewhere!

[…]
Fonte: https://www.minecraft.net/en-us/article/how-minecraft. Acesso em: 25 mar. 2025.(Adaptado).
According to the text, MinecraftLeia o texto a seguir para responder à questão.
How to Minecraft
Create! Explore! Survive! The basics for getting into the game! Minecraft is a game about placing blocks and having adventures. It's a survival experience about staying alive in your own fantastic world, that's also a creative space to build almost anything you can imagine!
We know Minecraft can be intimidating to newcomers, so we've assembled this simple guide to get you started. Trust us, you'll be a miner expert in no time!
[…]
Starting Out and Survival Tips!
Select Singleplayer in the Main Menu, then Create New World. You'll see this:

The health bar (the hearty looking one). Don't let it drop to zero. Otherwise, it's game over!

The food bar (the tasty looking one). When it's full, your health will regenerate, so keep snacking!
[…]
The secrets to survival are having a steady supply of food and staying safe from monsters. Luckily, building a shelter is easy. Your hand is your first mining tool, so use it to hit trees or dirt until they turn into blocks. These blocks will appear in your toolbar, and you can then place them right in front of you.

Build your shelter, making sure there’s no way for monsters to get in! Later, you'll be able to build doors, windows, etc., but for now, focus on surviving! Most monsters come out at night, so stay inside until sunrise and you'll be safe. Animals are everywhere and only take a few attacks to finish off. They’ll drop meat which restores health. There's also apples, melons and other veggie options to be found if you're vegetarian […]. Hmmm, you've got a point.
The first shelter you build will likely look like this, er, 'cosy' one here. Hey, we all start somewhere!

[…]
Fonte: https://www.minecraft.net/en-us/article/how-minecraft. Acesso em: 25 mar. 2025.(Adaptado).
According to its genre, the text isTexto I
Entendo que poesia é negócio de grande responsabilidade, e não considero honesto rotular-se poeta quem apenas verseje por dor de cotovelo, falta de dinheiro ou momentânea tomada de contato com as forças líricas do mundo, sem se entregar aos trabalhos cotidianos e secretos da técnica, da leitura, da contemplação e mesmo da ação. Até os poetas se armam, e um poeta desarmado é, mesmo, um ser à mercê das inspirações fáceis, dócil às modas e compromissos.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Prosa seleta. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2003.
Texto II
POESIA
Gastei uma hora pensando um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Nova reunião: 23 livros de poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 24.
Texto III
O LUTADOR
Lutar com palavras
é a luta mais vã.
Entanto lutamos
mal rompe a manhã.
São muitas, eu pouco.
[...]
Mas lúcido e frio,
apareço e tento
apanhar algumas
para meu sustento
num dia de vida.
Deixam-se enlaçar,
tontas à carícia
e súbito fogem
[...].
Insisto, solerte.
Busco persuadi-las.
[...]
Sem me ouvir deslizam,
perpassam levíssimas
e viram-me o rosto.
Lutar com palavras
parece sem fruto.
Não têm carne e sangue…
Entretanto, luto.
Palavra, palavra
(digo exasperado),
se me desafias,
aceito o combate.
[...]
Luto corpo a corpo,
luto todo o tempo,
sem maior proveito
que o da caça ao vento.
[...]
Iludo-me às vezes,
pressinto que a entrega
se consumará.
Já vejo palavras
em coro submisso,
esta me ofertando
seu velho calor,
aquela sua glória
feita de mistério,
outra seu desdém,
outra seu ciúme,
e um sapiente amor
me ensina a fruir
de cada palavra
a essência captada,
o sutil queixume.
[...].
O ciclo do dia
ora se conclui
e o inútil duelo
jamais se resolve.
O teu rosto belo,
ó palavra, esplende
na curva da noite
que toda me envolve.
Tamanha paixão
e nenhum pecúlio.
Cerradas as portas,
a luta prossegue
nas ruas do sono.
Andrade, Carlos Drummond de. Nova reunião: 23 livros de poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 104-105.
Texto IV
PROCURA DA POESIA
Não faças versos sobre acontecimentos.
Não há criação nem morte perante a poesia.
Diante dela, a vida é um sol estático,
não aquece nem ilumina.
As afinidades, os aniversários, os incidentes pessoais não
contam.
Não faças poesia com o corpo,
esse excelente, completo e confortável corpo, tão infenso à
efusão lírica.
Tua gota de bile, tua careta de gozo ou dor no escuro
são indiferentes.
Não me reveles teus sentimentos,
que se prevalecem de equívoco e tentam a longa viagem.
O que pensas e sentes, isso ainda não é poesia.
Não cantes tua cidade, deixa-a em paz.
O canto não é o movimento das máquinas nem o segredo
das casas.
Não é música ouvida de passagem, rumor do mar nas ruas
junto à linha de espuma.
O canto não é a natureza
nem os homens em sociedade.
Para ele, chuva e noite, fadiga e esperança nada
significam.
A poesia (não tires poesia das coisas)
elide sujeito e objeto.
Não dramatizes, não invoques,
não indagues. Não percas tempo em mentir.
Não te aborreças.
Teu iate de marfim, teu sapato de diamante,
vossas mazurcas e abusões, vossos esqueletos de família
desaparecem na curva do tempo, é algo imprestável.
Não recomponhas
tua sepultada e merencória infância.
Não osciles entre o espelho e a
memória em dissipação.
Que se dissipou, não era poesia.
Que se partiu, cristal não era.
Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Estão paralisados, mas não há desespero,
há calma e frescura na superfície intata.
Ei-los sós e mudos, em estado de dicionário.
Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.
Tem paciência, se obscuros. Calma, se te provocam.
Espera que cada um se realize e consume
com seu poder de palavra
e seu poder de silêncio.
Não forces o poema a desprender-se do limbo.
Não colhas no chão o poema que se perdeu.
Não adules o poema. Aceita-o
como ele aceitará sua forma definitiva e concentrada
no espaço.
Chega mais perto e contempla as palavras.
Cada uma
tem mil faces secretas sob a face neutra
e te pergunta, sem interesse pela resposta,
pobre ou terrível que lhe deres:
Trouxeste a chave?
Repara:
ermas de melodia e conceito
elas se refugiaram na noite, as palavras.
Ainda úmidas e impregnadas de sono,
rolam num rio difícil e se transformam em despreza.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Nova reunião: 23 livros de poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 104-105.
Texto I
Entendo que poesia é negócio de grande responsabilidade, e não considero honesto rotular-se poeta quem apenas verseje por dor de cotovelo, falta de dinheiro ou momentânea tomada de contato com as forças líricas do mundo, sem se entregar aos trabalhos cotidianos e secretos da técnica, da leitura, da contemplação e mesmo da ação. Até os poetas se armam, e um poeta desarmado é, mesmo, um ser à mercê das inspirações fáceis, dócil às modas e compromissos.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Prosa seleta. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2003.
Texto II
POESIA
Gastei uma hora pensando um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Nova reunião: 23 livros de poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 24.
Texto III
O LUTADOR
Lutar com palavras
é a luta mais vã.
Entanto lutamos
mal rompe a manhã.
São muitas, eu pouco.
[...]
Mas lúcido e frio,
apareço e tento
apanhar algumas
para meu sustento
num dia de vida.
Deixam-se enlaçar,
tontas à carícia
e súbito fogem
[...].
Insisto, solerte.
Busco persuadi-las.
[...]
Sem me ouvir deslizam,
perpassam levíssimas
e viram-me o rosto.
Lutar com palavras
parece sem fruto.
Não têm carne e sangue…
Entretanto, luto.
Palavra, palavra
(digo exasperado),
se me desafias,
aceito o combate.
[...]
Luto corpo a corpo,
luto todo o tempo,
sem maior proveito
que o da caça ao vento.
[...]
Iludo-me às vezes,
pressinto que a entrega
se consumará.
Já vejo palavras
em coro submisso,
esta me ofertando
seu velho calor,
aquela sua glória
feita de mistério,
outra seu desdém,
outra seu ciúme,
e um sapiente amor
me ensina a fruir
de cada palavra
a essência captada,
o sutil queixume.
[...].
O ciclo do dia
ora se conclui
e o inútil duelo
jamais se resolve.
O teu rosto belo,
ó palavra, esplende
na curva da noite
que toda me envolve.
Tamanha paixão
e nenhum pecúlio.
Cerradas as portas,
a luta prossegue
nas ruas do sono.
Andrade, Carlos Drummond de. Nova reunião: 23 livros de poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 104-105.
Texto IV
PROCURA DA POESIA
Não faças versos sobre acontecimentos.
Não há criação nem morte perante a poesia.
Diante dela, a vida é um sol estático,
não aquece nem ilumina.
As afinidades, os aniversários, os incidentes pessoais não
contam.
Não faças poesia com o corpo,
esse excelente, completo e confortável corpo, tão infenso à
efusão lírica.
Tua gota de bile, tua careta de gozo ou dor no escuro
são indiferentes.
Não me reveles teus sentimentos,
que se prevalecem de equívoco e tentam a longa viagem.
O que pensas e sentes, isso ainda não é poesia.
Não cantes tua cidade, deixa-a em paz.
O canto não é o movimento das máquinas nem o segredo
das casas.
Não é música ouvida de passagem, rumor do mar nas ruas
junto à linha de espuma.
O canto não é a natureza
nem os homens em sociedade.
Para ele, chuva e noite, fadiga e esperança nada
significam.
A poesia (não tires poesia das coisas)
elide sujeito e objeto.
Não dramatizes, não invoques,
não indagues. Não percas tempo em mentir.
Não te aborreças.
Teu iate de marfim, teu sapato de diamante,
vossas mazurcas e abusões, vossos esqueletos de família
desaparecem na curva do tempo, é algo imprestável.
Não recomponhas
tua sepultada e merencória infância.
Não osciles entre o espelho e a
memória em dissipação.
Que se dissipou, não era poesia.
Que se partiu, cristal não era.
Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Estão paralisados, mas não há desespero,
há calma e frescura na superfície intata.
Ei-los sós e mudos, em estado de dicionário.
Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.
Tem paciência, se obscuros. Calma, se te provocam.
Espera que cada um se realize e consume
com seu poder de palavra
e seu poder de silêncio.
Não forces o poema a desprender-se do limbo.
Não colhas no chão o poema que se perdeu.
Não adules o poema. Aceita-o
como ele aceitará sua forma definitiva e concentrada
no espaço.
Chega mais perto e contempla as palavras.
Cada uma
tem mil faces secretas sob a face neutra
e te pergunta, sem interesse pela resposta,
pobre ou terrível que lhe deres:
Trouxeste a chave?
Repara:
ermas de melodia e conceito
elas se refugiaram na noite, as palavras.
Ainda úmidas e impregnadas de sono,
rolam num rio difícil e se transformam em despreza.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Nova reunião: 23 livros de poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 104-105.
Leia o texto a seguir para responder à questão

Leia o texto a seguir para responder à questão

Leia o texto a seguir para responder à questão

Leia o texto a seguir para responder à questão

Leia o texto a seguir para responder à questão

Leia o texto a seguir para responder à questão

Leia o texto a seguir para responder à questão



Leia o cartoon a seguir para responder à questão

Disponível em: https://www.cartoonstock.com/directory/m/medical_student. Acesso em: 7 maio 2025.
The cartoon shows that
Texto 1
"Coisa ruim vai acontecer em breve. Serão tempos difíceis. Fantasmas dos antepassados chegarão nesta terra e tornarão nossos povos escravos de sua ganância. Eles não terão piedade nem dos velhos nem das crianças. Simplesmente se sentirão donos desse lugar e de sua gente. Por isso, não lutarão com arcos e flechas e não terão código de guerra. Serão homens duros e não respeitarão a tradição".
As palavras do sábio Karaíba trouxeram espanto aos olhos dos homens e das mulheres que as escutavam. Essa era uma profecia que traria impacto profundo a suas existências, e os faria repensar sobre o modo de vida que tinham levado até aquele momento. Antes da chegada dos colonizadores europeus, os habitantes do Brasil eram organizados, tinham sua vida estruturada e tiravam proveito da exuberante natureza que os cercava. Nessa narrativa cheia de aventura, poderemos imaginar um pouco sobre quais eram seus amores, seus dramas e suas ansiedades em relação ao futuro.

MUNDUKURU, Daniel. O Karaíba: uma história do pré-brasil. São Paulo: Melhoramentos, 2012. (Quarta capa e capa).
Texto 2
01 Era uma vez
02 Um pernil de carneiro retalhado em fatia
03 Aos que foram chegando
04 Cada vez mais estrangeiros
05 No vai e vem de troncos
06 Quantas nações aos prantos
07 E os homens-daninhos seduzindo a taba
08 Grávidos de malícia
09 Sedentos de guerra
10 Dançam a falsidade
11 Esterilizam a festa
12 De quinto a quinhentos
13 O ouro encantou-se
14 Plastificaram o verde
15 Pavimentaram o destino
16 E foi acontecendo
17 E foi escurecendo
18 Mas de manhã cedinho
19 Além da Grande-Água
20 Vi um curumim sonhando
21 Com Yvy-maraey formosa.
GRAÚNA, Graça. Canto mestizo. Maricá (RJ): Blocos, 1999. p. 51. In: MUNDUKURU, Daniel. O Karaíba: uma história do pré-brasil. São Paulo: Melhoramentos, 2012. (Orelha).
Texto 1
"Coisa ruim vai acontecer em breve. Serão tempos difíceis. Fantasmas dos antepassados chegarão nesta terra e tornarão nossos povos escravos de sua ganância. Eles não terão piedade nem dos velhos nem das crianças. Simplesmente se sentirão donos desse lugar e de sua gente. Por isso, não lutarão com arcos e flechas e não terão código de guerra. Serão homens duros e não respeitarão a tradição".
As palavras do sábio Karaíba trouxeram espanto aos olhos dos homens e das mulheres que as escutavam. Essa era uma profecia que traria impacto profundo a suas existências, e os faria repensar sobre o modo de vida que tinham levado até aquele momento. Antes da chegada dos colonizadores europeus, os habitantes do Brasil eram organizados, tinham sua vida estruturada e tiravam proveito da exuberante natureza que os cercava. Nessa narrativa cheia de aventura, poderemos imaginar um pouco sobre quais eram seus amores, seus dramas e suas ansiedades em relação ao futuro.

MUNDUKURU, Daniel. O Karaíba: uma história do pré-brasil. São Paulo: Melhoramentos, 2012. (Quarta capa e capa).
Texto 2
01 Era uma vez
02 Um pernil de carneiro retalhado em fatia
03 Aos que foram chegando
04 Cada vez mais estrangeiros
05 No vai e vem de troncos
06 Quantas nações aos prantos
07 E os homens-daninhos seduzindo a taba
08 Grávidos de malícia
09 Sedentos de guerra
10 Dançam a falsidade
11 Esterilizam a festa
12 De quinto a quinhentos
13 O ouro encantou-se
14 Plastificaram o verde
15 Pavimentaram o destino
16 E foi acontecendo
17 E foi escurecendo
18 Mas de manhã cedinho
19 Além da Grande-Água
20 Vi um curumim sonhando
21 Com Yvy-maraey formosa.
GRAÚNA, Graça. Canto mestizo. Maricá (RJ): Blocos, 1999. p. 51. In: MUNDUKURU, Daniel. O Karaíba: uma história do pré-brasil. São Paulo: Melhoramentos, 2012. (Orelha).
Leia o texto a seguir para responder a questão
Mentir é preciso, pois nem sempre as pessoas querem ouvir a verdade

