História
- História Geral
- Prova de 2019
- UEMG
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: A5663A1E-00
Instituição
716 questões de Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), de 2010 a 2025. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

O jornal, publicado em 1910, noticia a Revolta dos Marinheiros também conhecida como a
Revolta da Chibata. O movimento reivindicava
Informações do relatório do Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (UNEP, na sigla em inglês) revelam que o mundo está mais ecologicamente correto do que nunca. Em 2008, de acordo com esse relatório, foram investidos US$ 155 bilhões em energia limpa – quatro vezes mais do que o registrado em 2004. O Brasil tem lugar de destaque no documento, bem como a China e outros países que foram apontados como nações que mais investiram em energias limpas e renováveis em 2008.
A partir dessas informações,conclui-se que os países

(http://efeito-colateral.blogspot.com/2007_03_01_archive.html. Acesso: 11/04/2010.)
A realidade retratada na figura indica a necessidade de se discutir uma solução para o
problema
Governo publica regras do novo regime automotivo
O Brasil dará incentivos fiscais para montadoras com fábricas no país que invistam em inovação e produzam modelos de carros mais baratos, eficientes e ecológicos, segundo o novo regime automotivo anunciado em outubro de 2012. As novas regras estarão em vigor de janeiro de 2013 a dezembro de 2017, e preveem que o governo cobrará um imposto menor sobre os veículos com um mínimo de 65% de peças nacionais, que consumam menos combustível, que emitam menos gases poluentes, que sejam fruto de projetos de inovação no Brasil e que sejam mais baratos para o consumidor. As empresas que não atenderem os requisitos terão que pagar um imposto de pelo menos 30%, o mesmo cobrado das que importam automóveis de países que não fazem parte do Mercosul.
(http://goo.gl/SWbHc. Acesso: 05/10/2012. Adaptado.)
O novo regime automotivo reflete uma mudança na relação entre os BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e as empresas privadas após a crise global de 2008, uma vez que
O tecnopolo é uma característica da produção industrial no capitalismo atual e que promove um reordenamento territorial da indústria. O tecnopolo situado na cidade de São Carlos – SP
Os tecnopolos têm promovido um reordenamento espacial das indústrias, objetivando a inserção, estratégica, no modelo atual da economia mundial, altamente competitiva e informacional. Na organização espacial das indústrias na cidade de São Carlos,
O Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas, também conhecido como Feira dos Paraíbas, é um pedacinho do Nordeste, no Rio de Janeiro. Há cerca de 700 barracas fixas que oferecem culinária típica, artesanato, trios e bandas de forró, dança, cantores e poetas populares, repente e literatura de cordel. O preço da entrada é simbólico e o local oferece boa infraestrutura, com pistas de dança, palcos para shows etc.
(http://goo.gl/ns2hO. Acesso: 21/06/2012. Adaptado.)
A existência de um centro de cultura nordestina no Rio de Janeiro revela
Por hoje, devem os abolicionistas, que viam nele o chefe, cuja perda foi desgraça irreparável, procurar, nos radiosos exemplos que ele deixou, a luz que os guie nessa conflagração que agita o país inteiro. Se vivo, Luis Gama foi uma legião vitoriosa, morto a sua memória bem pode ser o santelmo da redenção do povo.
(Gazeta do Povo, SP, 24 ago. 1884. apud AZEVEDO, E. O direito dos escravos: lutas jurídicas e abolicionistas na Província de São Paulo na segunda metade do século XIX. Tese (Doutorado) Unicamp, Campinas, 2003. p. 201. Adaptado.)
A trajetória política do abolicionista Luis Gama (1830-1882) está relacionada também ao movimento

(http://efeito-colateral.blogspot.com/2007_03_01_archive.html. Acesso: 11/04/2010.)
A figura expressa uma realidade socioespacial de segregação
O Brasil pode abrigar mais nove fábricas de automóveis, caso os projetos anunciados na edição de 2012 do Salão do Automóvel de São Paulo se confirmem. A lista é composta, em sua maioria, por tradicionais marcas europeias e asiáticas que estão de olho no crescente mercado brasileiro que, de acordo com analistas, poderá tornar-se o terceiro maior do mundo. Muitas delas tinham intenção de chegar apenas via importação, mas o programa anunciado pelo governo em outubro de 2012 coloca o carro estrangeiro em desvantagem competitiva. “Com o novo decreto do governo, quem quiser vender carro no Brasil terá de produzir aqui ou se limitar a uma cota de até 4800 carros ao ano”, diz um fabricante. Para os importados fora da cota, o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) será 30 pontos percentuais maior, o que torna muito difícil a concorrência.
(http://goo.gl/jzzUV. Acesso: 25/10/2012. Adaptado.)
As novas fábricas de automóveis a se instalarem no Brasil foram atraídas por uma combinação entre
Os empreendimentos culturais se concentram preferencialmente nas áreas das cidades onde vivem as classes sociais A e B. As regiões consideradas pouco atrativas para eventos de grande porte geralmente não recebem tais investimentos. Isso revela que existe um processo de seletividade dos empreendimentos culturais, públicos ou privados, no âmbito das cidades.
Um dos critérios que contribuem para a exclusão de uma região na instalação de um empreendimento cultural é a
Modernização e nacional-desenvolvimentismo
De modo geral, pode-se dizer que até o fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945, as receitas para a modernização do Brasil prescreviam a organização do Estado: era o Estado que estaria encarregado de formar a nação e seu povo, e para isso era fundamental uma cultura nacional. Após o início da Guerra Fria, a necessidade de vencer obstáculos e transformar o país permaneceu constante, mas a modernização passou a ter como alvo principal o estabelecimento de políticas que visassem a desenvolver o país, ou seja, a acelerar seu crescimento econômico em direção à industrialização e à urbanização.
(OLIVEIRA, L. L. Cultura e Identidade Nacional no Brasil do Século XX. In: GOMES, A. C.; PANDOLFI, D. C.; ALBERTI, V. (Org.). A República no Brasil. RJ: FGV, 2010. p. 359.)
Durante o século XX, a modernização do país foi um objetivo perseguido em várias estratégias de governo. Com o projeto nacional-desenvolvimentista, o presidente Juscelino Kubitschek (1956-1961) buscou
Cidadania Brasileira
Foi convivendo com todas essas limitações à cidadania política que demandas da classe trabalhadora, articuladas durante a Primeira República, transformaram-se em leis, passando a fazer parte da vida do trabalhador e a integrar seu sentimento de cidadania, que desde então passa pelo exercício de direitos sociais. Para se dimensionar a mudança ocorrida, vale citar algumas das mais importantes medidas implementadas nesse período, entre as quais a carteira de trabalho, o salário mínimo, a Consolidação das Leis do Trabalho, os Institutos de Aposentadoria e Pensões (IAPs) e a Justiça do Trabalho.
(GOMES, A. C. Economia e trabalho no Brasil Republicano. In: GOMES, A. C.; PANDOLFI, D. C.; ALBERTI, V. (Org.). A República no Brasil. RJ: FGV, 2010. p. 246.)
O longo processo de construção da cidadania brasileira no século XX foi marcado por inúmeros conflitos, avanços e recuos. Na década de 1930, constata-se que os direitos sociais resultaram