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Instituição

Questões: Universidade Estadual do Ceará (UECE) — com gabarito

4.981 questões de Universidade Estadual do Ceará (UECE), de 2009 a 2026. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 4.981 questões
  • 17 provas

Resultados: 4.981 questões

Página 223 de 250

  • Ciências da Natureza

    Química

    Em um laboratório de Química, foi realizada uma experiência, adotando-se o seguinte procedimento:
    1. Em um tubo de ensaio, colocou-se 3mL de ácido clorídrico, 6,0mol/L, e, em outro, colocou-se 3mL do hidróxido de sódio, 6,0mol/L, observando-se o fato de que ambos são incolores.
    2. Em cada tubo, adicionou-se uma gota de azul de bromotimol, 0,1g/L.
    3. No meio ácido, a solução ficou amarela/lilás e no meio básico ficou azul.
    4. Foram lixados dois pedaços de alumínio e, em seguida, colocou-se um pedaço em cada tubo.
    5. Observou-se que, tanto no meio ácido quanto no meio básico, o alumínio reagiu, liberando um gás.
    6. No final da experiência, constatou-se que as soluções contidas nos tubos perderam as colorações.
    Com relação a essa experiência, assinale a afirmação verdadeira.
    Escolha uma alternativa para a questão 3f323f97-91
  • Ciências da Natureza

    Química

    O Sol é responsável pela temperatura, pela evaporação, pelo aquecimento e por muitos processos biológicos que ocorrem em plantas e animais. Sua massa é muito maior que a massa do planeta Terra. A temperatura média na superfície do Sol chega a milhares de graus Celsius. A luz solar chega ao planeta Terra em poucos minutos, pois ela viaja a uma velocidade de 300.000 km/s. Com relação ao Sol, assinale a afirmação verdadeira.
    Escolha uma alternativa para a questão 3f2ecabf-91
  • Ciências da Natureza

    Química

    O benzeno é usado principalmente para produzir outras substâncias químicas. Seus derivados mais largamente produzidos incluem o estireno, que é usado para produzir polímeros e plásticos, fenol, para resinas e adesivos, e ciclohexano, usado na manufatura de nylon. Quantidades menores de benzeno são usadas para produzir alguns tipos de borrachas, lubrificantes, corantes, detergentes, fármacos, explosivos e pesticidas. O benzeno não é representado apenas por uma estrutura de Lewis, mas por mais de um arranjo para descrever sua estrutura, que corresponde ao efeito mesomérico ou ressonância e é identificada
    Escolha uma alternativa para a questão 3f2b0c7e-91
  • Ciências da Natureza

    Química

    Os químico alemães Fritz Haber (1868-1934) e Carl Bosch (1874-1940) desenvolveram, em 1909, um processo de produção de amônia, matéria-prima para a fabricação de explosivos utilizados durante a Primeira Guerra Mundial. De acordo com o processo Haber, a obtenção da amônia se faz através da reação:
    N2(g) + 3H2(g) ⇌ 2NH3(g)
    Para essa reação, a variação de entalpia é negativa, sugerindo que ela ocorra a baixas temperaturas. No entanto, a reação é favorecida por elevada temperatura, garantindo alta energia de ativação para
    Escolha uma alternativa para a questão 3f04af3d-91
  • Ciências da Natureza

    Química

    Em 1960, o cientista alemão Uwe Hiller sugeriu que a habilidade das lagartixas de caminhar nas paredes e no teto era por conta de forças de atração e repulsão entre moléculas das patas da lagartixa e as “moléculas” da parede, as chamadas forças de Van der Waals. Esta hipótese foi confirmada em 2002 por uma equipe de pesquisadores de Universidades da Califórnia. Sobre as Forças de Van de Waals, assinale a afirmação verdadeira.
    Escolha uma alternativa para a questão 3efe065f-91
  • Ciências da Natureza

    Química

    Os clorofluorcarbonos, descobertos por Thomas Midgley Jr. (1899-1944), não são tóxicos, nem reativos, nem explosivos e foram bastante utilizados em extintores, refrigerantes, propelentes de aerossol e, posteriormente, como agente refrigerante em geladeiras e aparelhos de ar condicionado. Tais gases, no entanto, estão causando a destruição da camada de ozônio. No que diz respeito a clorofluorcarbonos e ozônio, assinale a afirmação verdadeira.
    Escolha uma alternativa para a questão 3efaaccc-91
  • Ciências da Natureza

    Física

    Um ventilador de teto gira a uma velocidade angular de 420 rpm, tem 130 W de potência e hélice com 96 cm de diâmetro. Devido à força de atrito com o ar, há forças atuando ao longo de cada uma das hélices. Essas forças atuam em pontos localizados desde próximos ao eixo de rotação a pontos na extremidade da hélice, provocando torques diferentes em relação ao eixo de rotação. Considerando que a força de atrito em cada ponto seja proporcional à velocidade linear do ponto, é correto afirmar que esse torque, a uma distância R do eixo de rotação, é proporcional a
    Escolha uma alternativa para a questão 3ee74a30-91
  • Ciências Humanas

    História

    Os árabes e os iranianos usam o acrônimo “Daash” ou “Daesh” que em inglês é ISIS “Islamic State in Iraq and Syria”, cuja tradução para o português é ‘Estado Islâmico no Iraque e na Síria’, para identificar um grupo que ocupou parte do leste da Síria e do oeste do Iraque. Esse grupo tem avançado violentamente contra curdos, xiitas e outros grupos étnicos, além de promover ataques terroristas e divulgar, na mídia, cenas de execuções de jornalistas ocidentais. Sobre as razões da origem do Estado Islâmico, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 79bfe6c9-91
  • Ciências Humanas

    História

    Atente ao seguinte excerto: “A produção do algodão para exportação ou indústrias da fiação e tecelagem de Fortaleza era o principal fator que fazia crescer o cofre dos capitalistas cristãos do Ceará. Vale lembrar que a principal expressão comercial da década de 1930 ligava-se intimamente ao algodão”.
    RIOS, Kênia Souza. A cidade cercada: festa e isolamento na seca de 1932, in SOUZA, Simone (org). SECA. Fortaleza: Fundação Demócrito Rocha, 2002. 
    Considerando o excerto acima e os desdobramentos da atividade algodoeira no Ceará na década de 1930, analise os seguintes itens:
    I. o aparecimento de várias fábricas e lojas de tecidos, que diariamente ganhavam destaque nos jornais da cidade de Fortaleza, e sua multiplicação em grande número, pelo interior do estado do Ceará;
    II. o surgimento de uma mão de obra especializada, oriunda dos retirantes da seca, que passaram a vender sua força de trabalho a essa indústria;
    III. o fortalecimento do controle da indústria sobre os homens vindos do sertão, fugindo da seca, em busca de emprego, pelo fato de que o grande número de famintos aumentava a oferta de mão de obra barata.
    Corresponde(m) a desdobramento(s) da atividade algodoeira no Ceará na década de 1930 somente
    Escolha uma alternativa para a questão 79894316-91
  • Ciências Humanas

    História

    O período de exceção política comandada por Getúlio Vargas (1930-1945) foi marcado pelo forte controle das atividades culturais e intensificado com a criação do Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP) em 1939. Contudo, entre os anos 1930 e 1940, genericamente, o Brasil conheceu um período em que certo aparato cultural pôde ser percebido. Considerando esse contexto, assinale a afirmação INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 797e6d70-91
  • Ciências Humanas

    Geografia

    A taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Ceará cresceu 4,36%, em 2014, de acordo com dados preliminares divulgados pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece).
    PIB do Ceará é de 4,36%. Previsão é de crescimento http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/ 2015/04/09/noticiasjornaleconomia,3420004/pib-doceara-e-de-4-36-previsao-e-de-crescimento.shtml 
    Atente ao que se diz sobre a economia do Ceará.
    I. O setor de serviços representa aproximadamente 8% da economia do Estado do Ceará, apresentando-se em ascendência para os próximos anos.
    II. Mesmo em um cenário de escassez hídrica, houve aumento na produção de grãos entre 2013 e 2014.
    III. O setor agropecuário tem grande representatividade no PIB do Estado, sendo responsável por mais de 75% do mesmo.
    Está correto o que se afirma somente em
    Escolha uma alternativa para a questão 796135b8-91
  • Ciências Humanas

    Geografia

    O padrão de drenagem fluvial que exibe um arranjo retangular, com os tributários paralelos entre si, e que ocorre em terrenos onde a litologia é constituída por rochas mais ou menos resistentes em faixas paralelas com planos de fraqueza ortogonais é conhecido como
    Escolha uma alternativa para a questão 791e97c3-91
  • Linguagens

    Inglês

    TEXT

        Five years ago, the book world was seized by collective panic over the uncertain future of print.

        As readers migrated to new digital devices, ebook sales soared, up 1,260 percent between 2008 and 2010, alarming booksellers that watched consumers use their stores to find titles they would later buy online. Print sales dwindled, bookstores struggled to stay open, and publishers and authors feared that cheaper e-books would cannibalize their business.

        Then in 2011, the industry’s fears were realized when Borders declared bankruptcy.

        “E-books were this rocket ship going straight up,” said Len Vlahos, a former executive director of the Book Industry Study Group, a nonprofit research group that tracks the publishing industry. “Just about everybody you talked to thought we were going the way of digital music.”

        But the digital apocalypse never arrived, or at least not on schedule. While analysts once predicted that e-books would overtake print by 2015, digital sales have instead slowed sharply.

        Now, there are signs that some e-book adopters are returning to print, or becoming hybrid readers, who juggle devices and paper. E-book sales fell by 10 percent in the first five months of this year, according to the Association of American Publishers, which collects data from nearly 1,200 publishers. Digital books accounted last year for around 20 percent of the market, roughly the same as they did a few years ago.

        E-books’ declining popularity may signal that publishing, while not immune to technological upheaval, will weather the tidal wave of digital technology better than other forms of media, like music and television.

        E-book subscription services, modeled on companies like Netflix and Pandora, have struggled to convert book lovers into digital binge readers, and some have shut down. Sales of dedicated e-reading devices have plunged as consumers migrated to tablets and smartphones. And according to some surveys, young readers who are digital natives still prefer reading on paper.

        The surprising resilience of print has provided a lift to many booksellers. Independent bookstores, which were battered by the recession and competition from Amazon, are showing strong signs of resurgence. The American Booksellers Association counted 1,712 member stores in 2,227 locations in 2015, up from 1,410 in 1,660 locations five years ago.

        Publishers, seeking to capitalize on the shift, are pouring money into their print infrastructures and distribution. Penguin Random House has invested nearly $100 million in expanding and updating its warehouses and speeding up distribution of its books. It added 365,000 square feet last year to its warehouse in Crawfordsville, Ind., more than doubling the size of the warehouse.

        “People talked about the demise of physical books as if it was only a matter of time, but even 50 to 100 years from now, print will be a big chunk of our business,” said Markus Dohle, the chief executive of Penguin Random House, which has nearly 250 imprints globally. Print books account for more than 70 percent of the company’s sales in the United States.

        Some 12 million e-readers were sold last year, a steep drop from the nearly 20 million sold in 2011, according to Forrester Research. The portion of people who read books primarily on e-readers fell to 32 percent in the first quarter of 2015, from 50 percent in 2012, a Nielsen survey showed.

        The tug of war between pixels and print almost certainly isn’t over. Industry analysts and publishing executives say it is too soon to declare the death of the digital publishing revolution. An appealing new device might come along. Already, a growing number of people are reading e-books on their cellphones. Amazon recently unveiled a new tablet for $50, which could draw a new wave of customers to e-books (the first-generation Kindle cost $400)

        At Amazon, digital book sales have maintained their upward trajectory, according to Russell Grandinetti, senior vice president of Kindle. Last year, Amazon, which controls some 65 percent of the e-book market, introduced an e-book subscription service that allows readers to pay a flat monthly fee of $10 for unlimited digital reading. It offers more than a million titles, many of them from selfpublished authors.

        Some publishing executives say the world is changing too quickly to declare that the digital tide is waning.

        “Maybe it’s just a pause here,” said Carolyn Reidy, the president and chief executive of Simon & Schuster. “Will the next generation want to read books on their smartphones, and will we see another burst come?”

    www.nytimes.com/2015/09/23

    As to the waning of the digital tide, Carolyn Reidy, from Simon & Schuster, thinks that
    Escolha uma alternativa para a questão 3499beaf-8a
  • Linguagens

    Inglês

    TEXT

        Five years ago, the book world was seized by collective panic over the uncertain future of print.

        As readers migrated to new digital devices, ebook sales soared, up 1,260 percent between 2008 and 2010, alarming booksellers that watched consumers use their stores to find titles they would later buy online. Print sales dwindled, bookstores struggled to stay open, and publishers and authors feared that cheaper e-books would cannibalize their business.

        Then in 2011, the industry’s fears were realized when Borders declared bankruptcy.

        “E-books were this rocket ship going straight up,” said Len Vlahos, a former executive director of the Book Industry Study Group, a nonprofit research group that tracks the publishing industry. “Just about everybody you talked to thought we were going the way of digital music.”

        But the digital apocalypse never arrived, or at least not on schedule. While analysts once predicted that e-books would overtake print by 2015, digital sales have instead slowed sharply.

        Now, there are signs that some e-book adopters are returning to print, or becoming hybrid readers, who juggle devices and paper. E-book sales fell by 10 percent in the first five months of this year, according to the Association of American Publishers, which collects data from nearly 1,200 publishers. Digital books accounted last year for around 20 percent of the market, roughly the same as they did a few years ago.

        E-books’ declining popularity may signal that publishing, while not immune to technological upheaval, will weather the tidal wave of digital technology better than other forms of media, like music and television.

        E-book subscription services, modeled on companies like Netflix and Pandora, have struggled to convert book lovers into digital binge readers, and some have shut down. Sales of dedicated e-reading devices have plunged as consumers migrated to tablets and smartphones. And according to some surveys, young readers who are digital natives still prefer reading on paper.

        The surprising resilience of print has provided a lift to many booksellers. Independent bookstores, which were battered by the recession and competition from Amazon, are showing strong signs of resurgence. The American Booksellers Association counted 1,712 member stores in 2,227 locations in 2015, up from 1,410 in 1,660 locations five years ago.

        Publishers, seeking to capitalize on the shift, are pouring money into their print infrastructures and distribution. Penguin Random House has invested nearly $100 million in expanding and updating its warehouses and speeding up distribution of its books. It added 365,000 square feet last year to its warehouse in Crawfordsville, Ind., more than doubling the size of the warehouse.

        “People talked about the demise of physical books as if it was only a matter of time, but even 50 to 100 years from now, print will be a big chunk of our business,” said Markus Dohle, the chief executive of Penguin Random House, which has nearly 250 imprints globally. Print books account for more than 70 percent of the company’s sales in the United States.

        Some 12 million e-readers were sold last year, a steep drop from the nearly 20 million sold in 2011, according to Forrester Research. The portion of people who read books primarily on e-readers fell to 32 percent in the first quarter of 2015, from 50 percent in 2012, a Nielsen survey showed.

        The tug of war between pixels and print almost certainly isn’t over. Industry analysts and publishing executives say it is too soon to declare the death of the digital publishing revolution. An appealing new device might come along. Already, a growing number of people are reading e-books on their cellphones. Amazon recently unveiled a new tablet for $50, which could draw a new wave of customers to e-books (the first-generation Kindle cost $400)

        At Amazon, digital book sales have maintained their upward trajectory, according to Russell Grandinetti, senior vice president of Kindle. Last year, Amazon, which controls some 65 percent of the e-book market, introduced an e-book subscription service that allows readers to pay a flat monthly fee of $10 for unlimited digital reading. It offers more than a million titles, many of them from selfpublished authors.

        Some publishing executives say the world is changing too quickly to declare that the digital tide is waning.

        “Maybe it’s just a pause here,” said Carolyn Reidy, the president and chief executive of Simon & Schuster. “Will the next generation want to read books on their smartphones, and will we see another burst come?”

    www.nytimes.com/2015/09/23

    According to the chief executive of Penguin Random House,
    Escolha uma alternativa para a questão 348ef0ff-8a
  • Ciências da Natureza

    Física

     DADOS QUE PODEM SER USADOS NESTA PROVA

    Imagem da questão de Física, UECE 2015, Física Atômica e Nuclear

    Em 1839, o físico Alexandre Edmond Becquerel (1820–1891) ao descobrir, experimentalmente, o efeito fotoelétrico, aos 19 anos de idade, jamais imaginou que estivesse criando um novo meio de captação de energia limpa. A energia solar incide sobre uma célula fotoelétrica atingindo elétrons e produzindo eletricidade que pode ser convertida em energia luminosa ou mecânica, por exemplo. Para garantir maior eficiência, o material usado na fabricação de uma célula fotoelétrica deve ter
    Escolha uma alternativa para a questão 34461dc2-8a
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Em ambientes carbonáticos sujeitos à atuação da água nas fendas e diaclases das rochas, pode ocorrer a formação de feições como grutas. Quando o teto dessas estruturas desaba devido à perda de resistência, surge, na superfície do terreno, uma feição que pode ter um tamanho considerável semelhante a um funil, que é conhecida como
    Escolha uma alternativa para a questão 3409d984-8a
  • Matemática

    Matemática

    No triângulo XYZ, retângulo em X, a medida doângulo interno em Y é 30°. Se M é a interseção da bissetriz do ângulo interno em Z com o lado XY, e amedida do segmento ZM é 6√3m, então, pode-seafirmar corretamente que o perímetro deste triânguloé uma medida, em metros, situada entre
    Escolha uma alternativa para a questão 33cbef95-8a
  • Linguagens

    Português

                                         Texto 1

    O texto I é um excerto de Baú de Ossos (volume 1), do médico e escritor mineiro Pedro Nava. Inclui-se essa obra no gênero memorialístico, que é predominantemente narrativo. Nesse gênero, são contados episódios verídicos ou baseadas em fatos reais, que ficaram na memória do autor. Isso o distingue da biografia, que se propõe contar a história de uma pessoa específica.


    Imagem da questão de Português, UECE 2015, Interpretação de Textos  

    (Pedro Nava. Baú de ossos. Memórias 1. p. 308 a 310.)

    O texto de Pedro Nava tem uma estrutura linguística que se pode demarcar com facilidade. Atente ao que se diz sobre essa estrutura.
    I. Uma das possíveis divisões dessa estrutura é a seguinte: a primeira parte, da linha 1 à linha 11 (“mil réis”); a segunda parte, da linha 11 (“Ai! de mim”) até a linha 47 (“cédula”); a terceira parte, da linha 47 (“Eu fiquei”) à linha 52 (“cesto”).
    II. Essa divisão apresenta uma lógica interna: o texto começa com a referência a um amigo do enunciador, cujos crimes serão comparados com os crimes desse enunciador; segue com a relação dos delitos cometidos pelo enunciador e termina com o relato da remissão desse enunciador pelas transgressões por ele praticadas quando criança.
    III. O emprego do pretérito imperfeito do indicativo, entre as linhas 5 e 10, indica que as ações expressas por esses verbos são ações que se repetem (aspecto iterativo ou frequentativo).
    Está correto o que se diz em
    Escolha uma alternativa para a questão 333a49b6-8a
  • Ciências Humanas

    História

    “(...) Anna é então interrogada – a 1º de janeiro de 1582 – pelo Santo Ofício. Inicialmente, ela se esquiva das perguntas do inquisidor; depois, admite que ‘muitas e muitas pessoas’ lhe têm perguntado se ela viu os seus parentes falecidos, mas ela costuma mandá-los embora rudemente. É uma defesa fraca; pressionada, Anna ‘nesciebat quid dicere’ (não sabia o que dizer). Foi mandada para casa, e no dia seguinte o interrogatório recomeçou(...)”

    GINZBURG, C. Os andarilhos do bem. Feitiçaria e cultos agrários nos séculos XVI e XVII. Trad. Jônatas Batista neto. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.


    Sobre o Santo Ofício, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão c9ab0ac2-c2
  • Ciências Humanas

    História

    “Eucrates, filho de Aristôtimos, do Pireu, fez a moção: Com a boa sorte do Povo de Atenas. Que os legisladores resolvam: se alguém se rebelar contra o Povo visando implantar a Tirania, ou juntar-se a conspiradores, ou se alguém atenta contra o Povo de Atenas ou contra a Democracia, em Atenas, se alguém cometeu algum destes crimes, quem o matar estará livre do processo(...).”

    Lei Ateniense contra a Tirania, 337-6 a.C. FUNARI, P.P.A. Antiguidade Clássica: a história e a cultura a partir dos documentos. Campinas: Editora Unicamp, 2003. p.90.


    A Lei Ateniense de 337-6 a.C contra a Tirania. insere-se na
    Escolha uma alternativa para a questão c99ff963-c2