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Questões: Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO) — com gabarito
1.729 questões de Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO), de 2010 a 2023. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.
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- LinguagensLeia o texto a seguir e responda à questão:Viver em cima do muro é prejudicial à saúdeÉlida RamirezOcre. Sempre me incomodou essa cor. Sabe aquele marrom amarelado? O tal burro fugido? Exato isso! Quando vejo alguém com roupa ocre, tenho maior aflição. Certa feita, entrei em um consultório médico to-di-nho ocre. Paredes, chão, quadros. Tive uma gastura horrorosa. A sensação é que o ocre existe no dilema de não ser amarelo nem marrom. Invejando o viço das outras colorações definidas e nada fazendo para mudar sua tonalidade. Isso explica meu desconforto. O ocre, para mim, ultrapassa o sentido de cor. Ele dá o tom da existência do viver em cima do muro. E conviver com gente assim é um transtorno.É fato que a tal “modernidade líquida”, definida por Bauman, favorece o comportamento. Pensemos. Segundo o sociólogo, a globalização trouxe o encurtamento das distâncias, borrando fronteiras. E, ao reconfigurar esses limites geográficos, mudou a concepção de si do sujeito bem como sua relação com as instituições. Muito rapidamente houve um esfacelamento de estruturas rígidas como a família e o estado. Essa mudança do sólido para líquido detonou o processo de individualização generalizado no mundo ocidental reforçando o conceito de que “Nada é para durar” (Bauman). Então, desse jeito dá para ser mutante pleno nesse viver em cima do muro. Nem amarelo ou marrom. Ocre. Por isso, discursos ocos de pessoas com personalidades fluidas ganham espaço. E vão tomando a forma do ambiente, assim como a água. Uma fusão quase nebulosa que embaça o comprometimento.Nota-se ainda certo padrão do viver em cima do muro. Como uma receitinha básica. Vejam só: Misture meias palavras em um discurso politicamente correto. Inclua, com ar de respeito, a posição contrária. Cozinhe em banho-maria. Deixe descansar, para sempre, se puder. Se necessário, volte ao fogo brando. Não mexa mais. Sirva morno. Viu? Simples de fazer. Difícil é digerir.É porque, na prática, a legião de ocres causa a maior complicação. Quem vive do meio de campo, sem decidir sua cor publicamente, não tem o inconveniente de arcar com as escolhas. Quase nunca se tornará um desafeto. Fará pouco e, muitas vezes, será visto com um sujeito comedido. Quem não escolhe tem mais liberdade para mudar de ideia. Não fica preso ao dito anteriormente. Exatamente porque não disse nada. Não se comprometeu com nada. Apenas proferiu ideias genéricas e inconclusivas estando liberado para transitar por todos os lados, segundo sua necessidade. Ao estar em tudo não estando em nada, seja para evitar responsabilidades, não se expor à crítica ou fugir de polêmicas, o em cima do muro se esconde, sobrecarrega e expõe aqueles que bancam opiniões.Portanto, conviver com quem não toma posição, de forma crônica, atrasa a vida. Ao se esquivar de escolher, o indivíduo condena o outro a fazê-lo em seu lugar. Reconheço que, às vezes, a gente leva tempo para se decidir por algo. Todos temos medos que nos impedem de agir. Mas ouso dizer: nunca tomar partido nas situações é covardia. Parece, inclusive, que o viver em cima do muro é mais confortável que a situação do mau-caráter. É que o sacana, ao menos, se define. Embora atue na surdina, sua ação reflete um posicionamento. Já o indefinido, não. Ele vive na toada do alheio. E, curiosamente, também avacalha o próprio percurso por delegar ao outro a sua existência.Recorro outra vez a Bauman para esclarecer: “Escapar da incerteza é um ingrediente fundamental presumido, de todas e quaisquer imagens compósitas da felicidade genuína, adequada e total, sempre parece residir em algum lugar à frente”. Por isso, atenção! Viver em cima do muro é prejudicial à sua própria saúde. Facilita a queda e impede novos caminhos. Um deles, o da alegria de poder ser. Talvez seja isso a que Bauman se refere quando trata da fuga da incerteza para alcançar a felicidade genuína. E, pensando bem, desconheço imagem de alegria predominantemente ocre.Texto adaptado e disponível em: https://www.revistabula.com/16514-viver-em-cima-do-muro-e-prejudicial-a-saude/. Acesso em 14 de ago. 2018.De acordo com o texto, um dos ingredientes da “receitinha básica” para se viver em cima do muro é misturar “meias palavras em um discurso politicamente correto”. Disso depreende-se que é necessário
- Linguagens
Português
Leia o texto a seguir e responda à questão:Viver em cima do muro é prejudicial à saúdeÉlida RamirezOcre. Sempre me incomodou essa cor. Sabe aquele marrom amarelado? O tal burro fugido? Exato isso! Quando vejo alguém com roupa ocre, tenho maior aflição. Certa feita, entrei em um consultório médico to-di-nho ocre. Paredes, chão, quadros. Tive uma gastura horrorosa. A sensação é que o ocre existe no dilema de não ser amarelo nem marrom. Invejando o viço das outras colorações definidas e nada fazendo para mudar sua tonalidade. Isso explica meu desconforto. O ocre, para mim, ultrapassa o sentido de cor. Ele dá o tom da existência do viver em cima do muro. E conviver com gente assim é um transtorno.É fato que a tal “modernidade líquida”, definida por Bauman, favorece o comportamento. Pensemos. Segundo o sociólogo, a globalização trouxe o encurtamento das distâncias, borrando fronteiras. E, ao reconfigurar esses limites geográficos, mudou a concepção de si do sujeito bem como sua relação com as instituições. Muito rapidamente houve um esfacelamento de estruturas rígidas como a família e o estado. Essa mudança do sólido para líquido detonou o processo de individualização generalizado no mundo ocidental reforçando o conceito de que “Nada é para durar” (Bauman). Então, desse jeito dá para ser mutante pleno nesse viver em cima do muro. Nem amarelo ou marrom. Ocre. Por isso, discursos ocos de pessoas com personalidades fluidas ganham espaço. E vão tomando a forma do ambiente, assim como a água. Uma fusão quase nebulosa que embaça o comprometimento.Nota-se ainda certo padrão do viver em cima do muro. Como uma receitinha básica. Vejam só: Misture meias palavras em um discurso politicamente correto. Inclua, com ar de respeito, a posição contrária. Cozinhe em banho-maria. Deixe descansar, para sempre, se puder. Se necessário, volte ao fogo brando. Não mexa mais. Sirva morno. Viu? Simples de fazer. Difícil é digerir.É porque, na prática, a legião de ocres causa a maior complicação. Quem vive do meio de campo, sem decidir sua cor publicamente, não tem o inconveniente de arcar com as escolhas. Quase nunca se tornará um desafeto. Fará pouco e, muitas vezes, será visto com um sujeito comedido. Quem não escolhe tem mais liberdade para mudar de ideia. Não fica preso ao dito anteriormente. Exatamente porque não disse nada. Não se comprometeu com nada. Apenas proferiu ideias genéricas e inconclusivas estando liberado para transitar por todos os lados, segundo sua necessidade. Ao estar em tudo não estando em nada, seja para evitar responsabilidades, não se expor à crítica ou fugir de polêmicas, o em cima do muro se esconde, sobrecarrega e expõe aqueles que bancam opiniões.Portanto, conviver com quem não toma posição, de forma crônica, atrasa a vida. Ao se esquivar de escolher, o indivíduo condena o outro a fazê-lo em seu lugar. Reconheço que, às vezes, a gente leva tempo para se decidir por algo. Todos temos medos que nos impedem de agir. Mas ouso dizer: nunca tomar partido nas situações é covardia. Parece, inclusive, que o viver em cima do muro é mais confortável que a situação do mau-caráter. É que o sacana, ao menos, se define. Embora atue na surdina, sua ação reflete um posicionamento. Já o indefinido, não. Ele vive na toada do alheio. E, curiosamente, também avacalha o próprio percurso por delegar ao outro a sua existência.Recorro outra vez a Bauman para esclarecer: “Escapar da incerteza é um ingrediente fundamental presumido, de todas e quaisquer imagens compósitas da felicidade genuína, adequada e total, sempre parece residir em algum lugar à frente”. Por isso, atenção! Viver em cima do muro é prejudicial à sua própria saúde. Facilita a queda e impede novos caminhos. Um deles, o da alegria de poder ser. Talvez seja isso a que Bauman se refere quando trata da fuga da incerteza para alcançar a felicidade genuína. E, pensando bem, desconheço imagem de alegria predominantemente ocre.Texto adaptado e disponível em: https://www.revistabula.com/16514-viver-em-cima-do-muro-e-prejudicial-a-saude/. Acesso em 14 de ago. 2018.O texto permite afirmar que - Ciências Humanas
Sociologia
Para Weber, o conhecimento sociológico só pode ser objetivo se tiver como objeto de estudo a ação social, que parte do indivíduo e da ação individual para explicar os fenômenos sociais. Max Weber construiu quatro tipos ideais de ação social, identifique quais são eles: - Ciências Humanas
Sociologia
- Karl Marx e as Classes Sociais
- Prova de 2017
- UNICENTRO
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 2150CC44-00
Karl Marx foi um dos maiores pensadores de sua época. Sua análise crítica foi marcada pela investigação das relações capitalistas e pela formação e relação das classes sociais. Assinale a assertiva que melhor explica as transformações sociais, conforme da teoria dele. - Matemática
Matemática
- Números Complexos
- Prova de 2017
- UNICENTRO
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 21362DA0-00
Sobre números complexos, analise as sentenças abaixo e assinale a única alternativa correta:I) Chama-se conjugado do número complexo z = a + bi, com a e b reais, o número complexo a – bi. Indicamos o conjugado de z por
.II) Sendo z = a + bi e w = c + di, com a, b, c e d reais, chama-se soma de z com w o número complexo:( a + c) + (b + d)i. Escrevemos z + w = ( a + c) + (b + d)i.III) Sendo z = a + bi e w = c + di, com a, b, c e d reais, chama-se diferença entre z e w o número complexo: (a – c) + (b – d) i. Escrevemos z - w = ( a - c) + (b - d)i.IV)O valor de x ϵ R para que z = (x 2 - 2x) + (x – 2)i seja imaginário puro é x = -1.
- Matemática
Matemática
- Geometria Analítica
- Prova de 2017
- UNICENTRO
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 2130477E-00
Das afirmações abaixo, assinale a alternativa INCORRETA. - Linguagens
Inglês
- Análise sintática | Syntax Parsing
- Prova de 2017
- UNICENTRO
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 212A9096-00
How World Leaders Reacted to Trump at the U.N.
By SOMINI SENGUPTA and MEGAN SPECIA SEPT. 23, 2017
He was called a “giant gold Goliath” and a “rogue newcomer.” But in a few corners the remarks made by President Trump at the United Nations were described as “courageous” and “gratifying.”
Throughout the week, Mr. Trump’s first address to the General Assembly drew many direct and indirect swipes, from allies and rivals alike, and sparse support.
While the North Korean leader, Kim Jong-un, attacked Mr. Trump from afar — calling him a “dotard” in a statement on North Korean national television — others used their platforms at the United Nations to respond.
Some leaders were more subtle than others.
Robert Mugabe, Zimbabwe’s 93-year-old president, took aim at Mr. Trump during his own speech on Thursday. Mr. Mugabe mocked Mr. Trump as a “giant gold Goliath” and said other nations were “embarrassed if not frightened” by his statements about North Korea.
“Are we having a return of Goliath to our midst, who threatens the extinction of other countries?” Mr. Mugabe asked. Some responded with applause to his reference to the biblical character who threatened the Israelites before being slain by the young shepherd David, who would become king.
Mr. Mugabe then went on to address Mr. Trump directly, telling him to “blow your trumpet in a musical way towards the values of unity, peace, cooperation, togetherness and dialogue which we have always stood for.”
During his speech, Mr. Trump notably omitted any talk of climate change, seen as one of the most pressing issues for many world leaders.
Prime Minister Justin Trudeau of Canada received the longest applause during his General Assembly speech on Thursday after an implicit dig at Mr. Trump.
“There is no country on the planet that can walk away from the challenge and reality of climate change,” Mr. Trudeau said, referring to Mr. Trump’s plans to pull out of the Paris climate accord.
(Adapted from https://www.nytimes.com/2017/09/23/world/americas/world-leaders-trump-un.html?mcubz=0)
Mark the sentence that contains a relative clause. - Linguagens
Inglês
- Voz Ativa e Passiva | Passive and Active Voice
- Prova de 2017
- UNICENTRO
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 212786D1-00
How World Leaders Reacted to Trump at the U.N.
By SOMINI SENGUPTA and MEGAN SPECIA SEPT. 23, 2017
He was called a “giant gold Goliath” and a “rogue newcomer.” But in a few corners the remarks made by President Trump at the United Nations were described as “courageous” and “gratifying.”
Throughout the week, Mr. Trump’s first address to the General Assembly drew many direct and indirect swipes, from allies and rivals alike, and sparse support.
While the North Korean leader, Kim Jong-un, attacked Mr. Trump from afar — calling him a “dotard” in a statement on North Korean national television — others used their platforms at the United Nations to respond.
Some leaders were more subtle than others.
Robert Mugabe, Zimbabwe’s 93-year-old president, took aim at Mr. Trump during his own speech on Thursday. Mr. Mugabe mocked Mr. Trump as a “giant gold Goliath” and said other nations were “embarrassed if not frightened” by his statements about North Korea.
“Are we having a return of Goliath to our midst, who threatens the extinction of other countries?” Mr. Mugabe asked. Some responded with applause to his reference to the biblical character who threatened the Israelites before being slain by the young shepherd David, who would become king.
Mr. Mugabe then went on to address Mr. Trump directly, telling him to “blow your trumpet in a musical way towards the values of unity, peace, cooperation, togetherness and dialogue which we have always stood for.”
During his speech, Mr. Trump notably omitted any talk of climate change, seen as one of the most pressing issues for many world leaders.
Prime Minister Justin Trudeau of Canada received the longest applause during his General Assembly speech on Thursday after an implicit dig at Mr. Trump.
“There is no country on the planet that can walk away from the challenge and reality of climate change,” Mr. Trudeau said, referring to Mr. Trump’s plans to pull out of the Paris climate accord.
(Adapted from https://www.nytimes.com/2017/09/23/world/americas/world-leaders-trump-un.html?mcubz=0)
Turn the active voice into passive voice:
Mr. Trump notably omitted any talk of climate change
- Linguagens
Inglês
- Discurso direto e indireto | Reported speech
- Prova de 2017
- UNICENTRO
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 21213E04-00
How World Leaders Reacted to Trump at the U.N.
By SOMINI SENGUPTA and MEGAN SPECIA SEPT. 23, 2017
He was called a “giant gold Goliath” and a “rogue newcomer.” But in a few corners the remarks made by President Trump at the United Nations were described as “courageous” and “gratifying.”
Throughout the week, Mr. Trump’s first address to the General Assembly drew many direct and indirect swipes, from allies and rivals alike, and sparse support.
While the North Korean leader, Kim Jong-un, attacked Mr. Trump from afar — calling him a “dotard” in a statement on North Korean national television — others used their platforms at the United Nations to respond.
Some leaders were more subtle than others.
Robert Mugabe, Zimbabwe’s 93-year-old president, took aim at Mr. Trump during his own speech on Thursday. Mr. Mugabe mocked Mr. Trump as a “giant gold Goliath” and said other nations were “embarrassed if not frightened” by his statements about North Korea.
“Are we having a return of Goliath to our midst, who threatens the extinction of other countries?” Mr. Mugabe asked. Some responded with applause to his reference to the biblical character who threatened the Israelites before being slain by the young shepherd David, who would become king.
Mr. Mugabe then went on to address Mr. Trump directly, telling him to “blow your trumpet in a musical way towards the values of unity, peace, cooperation, togetherness and dialogue which we have always stood for.”
During his speech, Mr. Trump notably omitted any talk of climate change, seen as one of the most pressing issues for many world leaders.
Prime Minister Justin Trudeau of Canada received the longest applause during his General Assembly speech on Thursday after an implicit dig at Mr. Trump.
“There is no country on the planet that can walk away from the challenge and reality of climate change,” Mr. Trudeau said, referring to Mr. Trump’s plans to pull out of the Paris climate accord.
(Adapted from https://www.nytimes.com/2017/09/23/world/americas/world-leaders-trump-un.html?mcubz=0)
Choose the correct option considering the use of the reported speech:“There is no country on the planet that can walk away from the challenge and reality of climate change,” Mr. Trudeau said, referring to Mr. Trump’s plans to pull out of the Paris climate accord. - Linguagens
Português
Analise as proposições a seguir acerca das obras indicadas, e assinale a alternativa incorreta. - Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2017
- UNICENTRO
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 2115FCFD-00
Leia o texto a seguir para responder a questão

Disponível em http://www.chargeonline.com.br/. Acesso em 23 set. 2017
Com base na leitura da charge supracitada, bem como de seus conhecimentos acerca da variação linguística do Português brasileiro, avalie as proposições a seguir:I) A língua é entidade imutável, homogênea, cabendo aos falantes atender à norma padrão culta.II) Toda língua é um conjunto diversificado, porque as sociedades humanas têm experiências históricas, sociais, culturais e políticas diferentes e essas experiências se refletirão no comportamento linguístico de seus membros.III) As variações (sintáticas e lexicais) são inerentes à fala e à escrita de pessoas pouco escolarizadas.IV) A aceitação ou não de certas formas linguísticas por parte da comunidade falante está relacionada com o significado social que lhe é imposto pelo grupo que as usam essa variante.A partir da análise é correto considerar que:
- Linguagens
Português
- Crase
- Prova de 2017
- UNICENTRO
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 210D4B85-00
Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar, melhorar a nutrição e promover a agricultura sustentável. O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da agenda 2030 da Organização das Nações Unidas traz um grande desafio aos países.Os programas realizados nos últimos anos permitiram avanços significativos, contudo a situação global ainda é alarmante: 1 em cada 9 pessoas é subnutrida.Especialistas do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas preveem que as variações nos próximos anos impactarão a agricultura e a produção de alimentos em todo o mundo, agravando substancialmente o problema. Com uma perspectiva tão complexa e restrita, como garantir a sobrevivência das futuras gerações?A chamada agropecuária tradicional tem dado passos importantes para se adaptar a essa nova realidade, mas não há dúvida de que a escolha pela produção agroecológica de alimentos pode trazer a resposta mais adequada a esse cenário.A agroecologia integra conhecimentos científicos e saberes tradicionais na construção de sistemas agrícolas de baixo impacto ambiental e alta capacidade de resiliência.Essa abordagem propõe uma dinâmica de produção de acordo com as características dos ecossistemas, com o uso e a conservação dos recursos naturais. As estratégias de cultivo são fundamentadas a partir do equilíbrio dos componentes do solo, com a recuperação da fertilidade e sem a necessidade de agrotóxicos.É importante destacar que a produção agroecológica não se restringe à área rural e também influencia hábitos na cidade. A crescente demanda por uma vida saudável nos centros urbanos estimula, por exemplo, a criação de hortas comunitárias com produção de verduras e hortaliças sem uso de agrotóxicos.No Brasil, as grandes proporções territoriais e a diversidade de biomas tornam-se uma oportunidade e um desafio para a implantação de políticas orientadas à produção agroecológica. Existem no país diversas redes que aderiram a práticas sustentáveis e integradas na produção e comercialização de alimentos.Para o fortalecimento e ampliação dessas redes, a sociedade civil organizada requisitou a elaboração de um programa que aumentasse a escala de produção e a oferta de alimentos saudáveis. Em 2013, atendendo a esse desejo, foi criado o Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo).Também nesse sentido, surgiu o Programa de Fortalecimento e Ampliação das Redes de Agroecologia, Extrativismo e Produção Orgânica (Ecoforte), com o qual se buscou integrar o investimento social privado às políticas públicas com foco territorial, associando ações de pesquisa, extensão, produção, comercialização, consumo e certificação orgânica.Ações articuladas da sociedade civil, somadas ao incentivo de políticas públicas por meio de programas e linhas de crédito, fortalecem às organizações agroecológicas, geram renda no campo e nas cidades, promovem segurança alimentar e hídrica e dinamizam os territórios.Contribuem, também, para que um número maior de agricultores familiares, assentados da reforma agrária, extrativistas e suas organizações se interessem por conhecer e participar desse ciclo virtuoso de desenvolvimento sustentável, proporcionando uma alimentação mais saudável aos brasileiros e ao mundo.Assinale a alternativa na qual o emprego da crase no termo em destaque está incorreto.Folha de São Paulo, ASCLEPIUS RAMATIZ é presidente da Fundação Banco do Brasil. Graduado em direito, possuiMBA em negócios internacionais, 12 set. 2017, com adaptações). - Ciências Humanas
História
- História do Brasil
- Prova de 2017
- UNICENTRO
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 21075E3B-00
[...] Ninguém perturbará a ordem deste país comigo vivo. Ninguém! E eu não aconselharia, quem quer que seja, a tentá-lo [...] (Pronunciamento de Jânio Quadros). BENEVIDES, Maria Vitória de Mesquita. O governo de Jânio Quadros. São Paulo: Brasiliense, 1981, p. 73. Sobre o governo de Jânio Quadros, considere as afirmativas abaixo e assinale o que for correto.I. Jânio Quadros, em seu discurso de posse, fez sérias acusações ao governo de Juscelino Kubitschek. Salientou a inflação, o endividamento externo e ainda a corrupção, que se propagava em todos os setores da vida pública.II. Autoritário e conservador, Jânio Quadros governou de forma que todas as deliberações careciam de sua aprovação. Ele tomava decisões e as comunicava aos ministros por meio de bilhetes.III. Como forma de sanear a economia, Jânio Quadros adotou medidas bastante impopulares: congelou os salários, demitiu cerca de 10 mil funcionários públicos, limitou o crédito e ainda desvalorizou o cruzeiro em 100%.Está correto o contido em:
- Ciências Humanas
História
- História Geral
- Prova de 2017
- UNICENTRO
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 21044E4D-00
De acordo com a filósofa Hannah Arendt, em sua obra Origens do Totalitarismo, Estado Totalitário se refere a determinado tipo de Estado (governo) que exerce de forma autoritária o controle sobre todos os aspectos da vida dos cidadãos: relações econômicas, manifestações culturais, expressões artísticas e relações sociais. O totalitarismo destrói a capacidade de o cidadão criar e conduzir instituições sociais, destruindo, assim, sua vida política – valendo-se, para isso, do terror e da propaganda ideológica – e submetendo-o à manipulação do Estado. Tendo em vista esses pressupostos, assinale a alternativa abaixo que não corresponde a uma característica presente em regimes totalitários. - Ciências Humanas
História
- Guerra Fria e seus desdobramentos
- Prova de 2017
- UNICENTRO
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 20FD898A-00
A disputa pela bipolaridade mundial entre EUA e URSS caracterizou o período da Guerra Fria, os conflitos armados. Após o término da disputa pela bipolaridade os conflitos permaneceram. Assinale a alternativa que indica os motivos que levaram a continuidade dos conflitos na região. - Ciência, Tecnologia e Inovação na Atualidade
- Prova de 2017
- UNICENTRO
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 20F9D497-00
Os meios de comunicação evoluíram muito desde o final do século XIX, com a invenção do telefone fixo, do rádio, da televisão, do telefone celular e principalmente, da rede mundial de computadores, a internet. As telecomunicações por meio de satélites, assim como os modernos meios de transportes, estão entre os grandes responsáveis pela formação do que chamamos economia – mundo.Se quiser saber a importância das tecnologias da telecomunicação e da informação, experimente “viver sem elas”. A afirmação não é exagerada. Identifique abaixo as alternativas que confirmam as colocações acima.I. As novas formas de comunicação a distância deram caráter quase instantâneo às conexões em qualquer lugar da Terra.II. O acesso a este tipo de comunicação, atende as necessidades da população em qualquer canto da Terra a custo baixíssimo, em muitos deles chega a zero.III. A internet, revolucionou às formas de comunicação e o acesso a informação. Organismos internacionais, jornais, revistas, governos locais mantém sites que permitem o acesso a notícias, artigos e estatísticas.IV. Por correio eletrônico (e-mail), é possível comunicar-se ou realizar negócios com pessoas ou Empresas em qualquer lugar do mundo.
- Ciências Humanas
Geografia
- Desenvolvimento
- Prova de 2017
- UNICENTRO
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 20F61628-00
Embora as organizações internacionais não usem mais a denominação “países subdesenvolvidos”, as mazelas que caracterizam quase todos esses países continuam as mesmas e traduzem as dificuldades dessas nações para suprir as necessidades básicas de abastecimento de água, segurança alimentar, moradias adequadas, atendimento de saúde, acesso à educação, trabalho e saneamento básico. Tudo isso agravado pela pobreza de grande parte da população. Assinale a alternativa correta. - Ciências da Natureza
Física
Um solenoide de 0,5 metro de comprimento foi construído enrolando-se uma certa quantidade de espiras. Quando se faz passar uma corrente de 5 A pelo solenoide, é gerado um campo magnético de intensidade 2π . 10-4 T. Nestas situação, o número de espiras será:(dado: µ0 = 4π . 10-7 T.m/A) - Ciências da Natureza
Física
- Cargas Elétricas e Eletrização
- Prova de 2017
- UNICENTRO
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 20E76E34-00
Em uma solução salina, passam 30 C de carga positiva em direção a um eletrodo e 30 C de carga elétrica negativa em direção a outro eletrodo, em um intervalo de tempo de 10 minutos. O valor da intensidade da corrente elétrica iônica que atravessa a solução será: - Ciências da Natureza
Física
- Cargas Elétricas e Eletrização
- Prova de 2017
- UNICENTRO
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 20E4400F-00
Segundo o princípio da eletrização por atrito, ao atritarmos um pedaço de isopor na pele pode haver transferência de elétrons entre eles. Neste caso, após a separação do pedaço de isopor da pele é correto afirmar que: