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Instituição

Questões: Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) — com gabarito

145 questões de Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), de 2012 a 2013. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 145 questões
  • 2 provas

Resultados: 145 questões

Página 4 de 8

  • Ciências da Natureza

    Química

    A questão refere-se à pilha eletroquímica ilustrada no esquema. 


    Imagem da questão de Química, UFTM 2013, Eletroquímica: Oxirredução, Potenciais Padrão de Redução, Pilha, Eletrólise e Leis de Faraday.
    A tensão elétrica padrão dessa pilha é, em volt, igual a
    Escolha uma alternativa para a questão 25bbc4c9-e9
  • Ciências da Natureza

    Química

          O incêndio na boate Kiss, em Santa Maria (RS), ocorrido no início deste ano [2013], trouxe à tona uma série de questões sobre a segurança dos estabelecimentos e também sobre o atendimento a vítimas de grandes incêndios. Uma delas é por que foi preciso trazer dos Estados Unidos uma substância tão simples – uma vitamina B injetável – para atender os pacientes que, segundo exames, foram intoxicados com cianeto?


    Figura 1 de 2 da questão de Química, UFTM 2013, Equilíbrio Químico


        O gás cianídrico liberado na queima da espuma, utilizada para melhorar a acústica da casa noturna, intoxicou a maior parte das vítimas, segundo perícia.

        “É descaso e ignorância”, resume o toxicologista Anthony Wong, diretor do Ceatox (Centro de Assistência Toxicológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo). Segundo ele, é inadmissível que o país não tenha a substância e que seu uso não seja difundido entre médicos e socorristas, como acontece em outras partes do mundo.

        A hidroxocobalamina, que faz parte do complexo B, é usada em altas concentrações como antídoto para o cianeto. O gás, o mesmo que já foi usado no extermínio de judeus nos campos de concentração nazistas, é subproduto da queima de diversos componentes usados na indústria, como o plástico, o acrílico e a espuma de poliuretano. Segundo os peritos que investigam o incêndio em Santa Maria, essa última foi usada no isolamento acústico da boate.

        Capaz de matar em poucos minutos, o cianeto bloqueia a cadeia respiratória das células, impedindo que o oxigênio chegue aos órgãos e tecidos. Quando usada logo após a exposição, a hidroxocobalamina salva vidas. “O efeito é tão rápido que parece até milagroso”, conta Wong. Mas isso não é algo que os médicos aprendem na escola: “São poucas as faculdades que oferecem curso de toxicologia e, nas que tem, a matéria é opcional”.


    (noticias.uol.com.br. Adaptado.)


    Informações adicionais:

    •  O gás cianídrico é o cianeto de hidrogênio (HCN) no estado gasoso.

    • A fórmula estrutural da hidroxocobalamina é:


    Figura 2 de 2 da questão de Química, UFTM 2013, Equilíbrio Químico


    • A massa molar da hidroxocobalamina é aproximadamente igual a 1,3 × 10³g/mol.

    O cianeto de hidrogênio em solução aquosa é um ácido muito fraco. O hidróxido de potássio é uma base muito forte. O produto iônico da água, Kw, a 25 ° C, é igual a 1 × 10–14. Logo, as soluções aquosas de cianeto de potássio, nessa temperatura, apresentam
    Escolha uma alternativa para a questão 25b21773-e9
  • Matemática

    Matemática

    Leia a notícia.


    Imagem da questão de Matemática, UFTM 2013, Álgebra Linear

    (Veja, 13.02.2013.)


    Considerando as informações contidas na notícia, a distância aproximada da Terra à Lua, em metros, pode ser corretamente representada, em notação científica, por

    Escolha uma alternativa para a questão 2580bb06-e9
  • Linguagens

    Português

        Claudius tirou do bolso um papel amarelado e amarrotado: atirou-o na mesa. Johann leu:


    Não me odeies, mulher, se no passado
    Nódoa sombria desbotou-me a vida:
    No vício ardente requeimando os lábios
    E de tudo descri com fronte erguida.


    A máscara de Don Juan queimou-me o rosto
    Na fria palidez do libertino:
    Desbotou-me esse olhar – e os lábios frios
    Ousam de maldizer do meu destino.
    Sim! longas noites no fervor do jogo
    Esperdicei febril e macilento:
    E votei o porvir ao Deus do acaso
    E o amor profaneino esquecimento!


    Murchei no escárnio as coroas do poeta
    Na ironia da glória e dos amores:
    Aos vapores do vinho, à noite insano
    Debrucei-me do jogo nos fervores!


    A flor da mocidade profanei-a
    Entre as águas lodosas do passado
    No crânio a febre, a palidez nas faces
    Só cria no sepulcro sossegado!


    (Álvares de Azevedo. Noite na Taverna, 2001.)
    Os versos – Aos vapores do vinho, à noite insano / Debrucei-me do jogo nos fervores! – redigidos em ordem direta, assumem a seguinte estrutura:
    Escolha uma alternativa para a questão 257702e1-e9
  • Linguagens

    Português

        Claudius tirou do bolso um papel amarelado e amarrotado: atirou-o na mesa. Johann leu:


    Não me odeies, mulher, se no passado
    Nódoa sombria desbotou-me a vida:
    No vício ardente requeimando os lábios
    E de tudo descri com fronte erguida.


    A máscara de Don Juan queimou-me o rosto
    Na fria palidez do libertino:
    Desbotou-me esse olhar – e os lábios frios
    Ousam de maldizer do meu destino.
    Sim! longas noites no fervor do jogo
    Esperdicei febril e macilento:
    E votei o porvir ao Deus do acaso
    E o amor profaneino esquecimento!


    Murchei no escárnio as coroas do poeta
    Na ironia da glória e dos amores:
    Aos vapores do vinho, à noite insano
    Debrucei-me do jogo nos fervores!


    A flor da mocidade profanei-a
    Entre as águas lodosas do passado
    No crânio a febre, a palidez nas faces
    Só cria no sepulcro sossegado!


    (Álvares de Azevedo. Noite na Taverna, 2001.)
    Os versos lidos pela personagem Johann tematizam
    Escolha uma alternativa para a questão 25709c46-e9
  • Linguagens

    Português

    Ensinar direito
    Sem contar com uma proposta acabada sobre o tema, o Ministério da Educação (MEC) pôs em circulação nas últimas semanas algumas ideias para melhorar a qualidade das faculdades de direito no Brasil.
    O MEC divulgara, em fevereiro, que estudava alterar as regras para abertura de cursos jurídicos, limitando a expansão de vagas e direcionando novas instituições para regiões carentes de advogados – tal como pretende fazer com faculdades de medicina.

    (Folha de S.Paulo, 18.03.2013. Adaptado.)


    Em relação aos dois parágrafos transcritos, o título do texto contém informação
    Escolha uma alternativa para a questão 256d871b-e9
  • Linguagens

    Português

        Em nossos dias, o neo-indianismo dos modernos de 1922 (precedido por meio século de etnografia sistemática) iria acentuar aspectos autênticos da vida do índio, encarando-o, não como gentil-homem embrionário, mas como primitivo, cujo interesse residia precisamente no que trouxesse de diferente, contraditório em relação à nossa cultura europeia. O indianismo dos românticos, porém, preocupou-se sobremaneira em equipará-lo qualitativamente ao conquistador, realçando ou inventando aspectos do seu comportamento que pudessem fazê-lo ombrear com este – no cavalheirismo, na generosidade, na poesia.
        A altivez, o culto da vindita, a destreza bélica, a generosidade, encontravam alguma ressonância nos costumes aborígines, como os descreveram cronistas nem sempre capazes de observar fora dos padrões europeus e, sobretudo, como os quiseram deliberadamente ver escritores animados do desejo patriótico de chancelar a independência política do país com o brilho de uma grandeza heroica especificamente brasileira.

    (Antonio Candido. Formação da literatura brasileira, 2000. Adaptado.)
    De acordo com a argumentação de Antonio Candido e ainda mobilizando outros conhecimentos sobre a literatura brasileira, é correto afirmar que o indianismo romântico funcionou como expressão
    Escolha uma alternativa para a questão 2560d98c-e9
  • Linguagens

    Português

        Em nossos dias, o neo-indianismo dos modernos de 1922 (precedido por meio século de etnografia sistemática) iria acentuar aspectos autênticos da vida do índio, encarando-o, não como gentil-homem embrionário, mas como primitivo, cujo interesse residia precisamente no que trouxesse de diferente, contraditório em relação à nossa cultura europeia. O indianismo dos românticos, porém, preocupou-se sobremaneira em equipará-lo qualitativamente ao conquistador, realçando ou inventando aspectos do seu comportamento que pudessem fazê-lo ombrear com este – no cavalheirismo, na generosidade, na poesia.
        A altivez, o culto da vindita, a destreza bélica, a generosidade, encontravam alguma ressonância nos costumes aborígines, como os descreveram cronistas nem sempre capazes de observar fora dos padrões europeus e, sobretudo, como os quiseram deliberadamente ver escritores animados do desejo patriótico de chancelar a independência política do país com o brilho de uma grandeza heroica especificamente brasileira.

    (Antonio Candido. Formação da literatura brasileira, 2000. Adaptado.)
    Em sua análise, o crítico Antonio Candido argumenta que
    Escolha uma alternativa para a questão 255d9a6f-e9
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UFTM 2013, Interpretação de Textos

    (Gazeta do Povo, 06.11.2012.)



    Na charge, para efeito de humor, faz-se um jogo de palavras

    Escolha uma alternativa para a questão 255a744d-e9
  • Linguagens

    Inglês

    Up Close With Sebastião Salgado, Brazil’s Legendary Photographer-Activist

    By Fernanda Ezabella (Folha de S.Paulo/Worldcrunch)

    Imagem da questão de Inglês, UFTM 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (Alto Xingu Indians in Central Brazil.
    Sebastião Salgado/Amazonas Images)


        Sebastião Salgado’s blue eyes have seen a bit of everything in this world – and this might not even be an exaggeration. For the past eight years in particular, the 69-year-old Brazilian photographer has travelled to more than 30 isolated regions of the world, collecting images of dozens of remote tribes, endangered animals and unusual landscapes.
        The Genesis project is a singular photographic journey that began in 2004 and ended in 2012, at a cost of one million Euros a year. The result will be shown in magazines, books, a documentary by Wim Wenders and a series of exhibitions around the world, each displaying some 250 black-and-white photos.
        The first exhibition will open in London on April 11, with former Brazilian President Lula – Salgado’s long-time friend – as special guest. “We want to create a little movement around these photos to provoke a debate on what we need to preserve,” he says. Salgado defends environmental causes through his organization, Instituto Terra. Even after travelling to so many exotic places, Salgado, now living in Paris, still takes vacations in Brazil. Here are excerpts from a conversation Salgado had with Folha, with new details about his travels, photographic techniques and new environmental projects.


    •  Coldest trip
    I visited the Nenets, in the Yamal peninsula, in northern Siberia, Russia. They are a nomadic tribe who raise reindeer in extreme Arctic conditions. When I went there it was spring and weather ranged between -35ºC and -45ºC. I didn’t wash myself for 45 days. They don’t take baths because there is no water. The only way to get water is to break off a piece of ice and warm it in a pot.

    •  Frozen equipment
    I used a Canon, an EOS1 Mark III, a very powerful machine. The problem was the batteries. In the Siberian temperatures, they quickly lost power. On average, I take 2,500 shots per battery, but this time I could only take 300-400 photos before the battery stopped working. I would put it inside my clothes, my assistant would give me another one, I would take 300 more pictures and, when that battery ran out energy, I would take out the other one and it would work again.

    •  Going digital for the first time
    I started Genesis with film and changed to digital. The airport X-Ray scanners degrade the quality of film, and so I decided to change to digital and was quite surprised. Quality was better than the one I had with negatives in medium format. I turned off the screen on the back of the camera, and used my camera as I have always done. When I came back to Paris, I printed contact sheets and edited the photos using a magnifying glass, because I don’t know how to do it in the computer.

    •  Stone Ages
    I met tribes that are still living in the Stone Ages, with working tools such as stone hammers. There were clans of about 10 people living in treetops. They had already seen white people before. They looked towards the direction I had come from and the chief asked me whether I was part of the white people clan that usually came from that direction. Because, for them, the world is all made of clans.

    •  Brazilian arrows
    I met the Zo’e tribe, in Brazil, who were first discovered 15 years ago and live in a state of total purity. You see the guy working with an arrow. He warms it, put some weight on it, a straight feather if he wants a quicker arrow, a rounder one to have it slower. It is the same science as for rockets. And he’s got the same problem as in Cape Canaveral, to recover his rockets. If his ballistic calculations are wrong, he loses his arrow. He takes only 10 arrows with him when he goes hunting, no more than that.

    •  Activist or photographer?
    Photography is my life. When I am taking photos, I am in a deep trance. When I have my camera and am travelling with the Nenets, it’s my life, morning to night. I have taken incredible photos, but my life is also the environment and Instituto Terra.

    (www.worldcrunch.com. Adaptado.)
    The Yamal peninsula
    Escolha uma alternativa para a questão 254451f0-e9
  • Linguagens

    Inglês

    Up Close With Sebastião Salgado, Brazil’s Legendary Photographer-Activist

    By Fernanda Ezabella (Folha de S.Paulo/Worldcrunch)

    Imagem da questão de Inglês, UFTM 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (Alto Xingu Indians in Central Brazil.
    Sebastião Salgado/Amazonas Images)


        Sebastião Salgado’s blue eyes have seen a bit of everything in this world – and this might not even be an exaggeration. For the past eight years in particular, the 69-year-old Brazilian photographer has travelled to more than 30 isolated regions of the world, collecting images of dozens of remote tribes, endangered animals and unusual landscapes.
        The Genesis project is a singular photographic journey that began in 2004 and ended in 2012, at a cost of one million Euros a year. The result will be shown in magazines, books, a documentary by Wim Wenders and a series of exhibitions around the world, each displaying some 250 black-and-white photos.
        The first exhibition will open in London on April 11, with former Brazilian President Lula – Salgado’s long-time friend – as special guest. “We want to create a little movement around these photos to provoke a debate on what we need to preserve,” he says. Salgado defends environmental causes through his organization, Instituto Terra. Even after travelling to so many exotic places, Salgado, now living in Paris, still takes vacations in Brazil. Here are excerpts from a conversation Salgado had with Folha, with new details about his travels, photographic techniques and new environmental projects.


    •  Coldest trip
    I visited the Nenets, in the Yamal peninsula, in northern Siberia, Russia. They are a nomadic tribe who raise reindeer in extreme Arctic conditions. When I went there it was spring and weather ranged between -35ºC and -45ºC. I didn’t wash myself for 45 days. They don’t take baths because there is no water. The only way to get water is to break off a piece of ice and warm it in a pot.

    •  Frozen equipment
    I used a Canon, an EOS1 Mark III, a very powerful machine. The problem was the batteries. In the Siberian temperatures, they quickly lost power. On average, I take 2,500 shots per battery, but this time I could only take 300-400 photos before the battery stopped working. I would put it inside my clothes, my assistant would give me another one, I would take 300 more pictures and, when that battery ran out energy, I would take out the other one and it would work again.

    •  Going digital for the first time
    I started Genesis with film and changed to digital. The airport X-Ray scanners degrade the quality of film, and so I decided to change to digital and was quite surprised. Quality was better than the one I had with negatives in medium format. I turned off the screen on the back of the camera, and used my camera as I have always done. When I came back to Paris, I printed contact sheets and edited the photos using a magnifying glass, because I don’t know how to do it in the computer.

    •  Stone Ages
    I met tribes that are still living in the Stone Ages, with working tools such as stone hammers. There were clans of about 10 people living in treetops. They had already seen white people before. They looked towards the direction I had come from and the chief asked me whether I was part of the white people clan that usually came from that direction. Because, for them, the world is all made of clans.

    •  Brazilian arrows
    I met the Zo’e tribe, in Brazil, who were first discovered 15 years ago and live in a state of total purity. You see the guy working with an arrow. He warms it, put some weight on it, a straight feather if he wants a quicker arrow, a rounder one to have it slower. It is the same science as for rockets. And he’s got the same problem as in Cape Canaveral, to recover his rockets. If his ballistic calculations are wrong, he loses his arrow. He takes only 10 arrows with him when he goes hunting, no more than that.

    •  Activist or photographer?
    Photography is my life. When I am taking photos, I am in a deep trance. When I have my camera and am travelling with the Nenets, it’s my life, morning to night. I have taken incredible photos, but my life is also the environment and Instituto Terra.

    (www.worldcrunch.com. Adaptado.)
    One of the problems Salgado had when photographing Genesis was
    Escolha uma alternativa para a questão 25413ae2-e9
  • Ciências Humanas

    História

         Oficialmente, o mundo não acordou para a crise dos mísseis em Cuba até o anoitecer da segunda-feira, 22 de outubro de 1962, quando o presidente [John] Kennedy falou pela primeira vez na televisão para anunciar a presença de mísseis soviéticos em Cuba e declarar sua intenção de impor um bloqueio naval. [...]

        Pela primeira vez desde que os Estados Unidos jogaram bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki em 1945, centenas de milhões de pessoas em todo o globo temeram que armas nucleares pudessem ser usadas outra vez.

    (Richard Gott. Cuba: uma nova história, 2006.)


    O texto se refere à chamada “crise dos mísseis de Cuba”,

    Escolha uma alternativa para a questão 25352295-e9
  • Para dizerem milho dizem mio
    Para melhor dizem mió
    Para pior pió
    Para telha dizem teia
    Para telhado dizem teiado
    E vão fazendo telhados

    (Oswald de Andrade. Vício na fala. Pau-Brasil, 1990.)


    “Vício na fala”, de 1925, é um dos mais conhecidos registros poéticos do Modernismo. Entre as características do movimento que ele apresenta, podemos identificar a
    Escolha uma alternativa para a questão 252f3fba-e9
  • Ciências Humanas

    História

    Jamais a Europa esteve tão unida quanto nos séculos XII e XIII, e essa unidade devia-se ao fato de que os europeus daquele tempo tinham o sentimento de constituir um só povo [...].

    (Georges Duby. Ano 1000, ano 2000. Na pista de nossos medos, 1998.)


    O sentimento de unidade europeia mencionado no texto derivava, sobretudo,
    Escolha uma alternativa para a questão 251d5cbd-e9
  • Os últimos quarenta anos foram marcados pela intensificação das discussões sobre o modelo de desenvolvimento econômico, as formas de uso dos recursos naturais e a necessidade de preservação da natureza. São exemplos de reuniões internacionais que tiveram como principal propósito definir estratégias para a promoção de um “desenvolvimento sustentável” em escala mundial:
    Escolha uma alternativa para a questão 24fbbeef-e9
  • Ciências Humanas

    Geografia

    O homem também vai impondo à natureza suas próprias formas, a que podemos chamar de formas ou objetos culturais, artificiais, históricos. Estas formas históricas não são as mesmas através dos tempos; aqueles acréscimos dos tempos primitivos são diferentes dos atuais. Hoje, as formas impostas à natureza são muito mais complexas, resultado também de uma série de heranças. A natureza conhece um processo de humanização cada vez maior, ganhando a cada passo elementos que são resultado da cultura. Torna-se cada dia mais culturalizada, mais artificializada, mais humanizada. [...]. No processo de desenvolvimento humano, não há uma separação do homem e da natureza. A natureza se socializa e o homem se naturaliza.

    (Milton Santos. Metamorfoses do espaço habitado, 1997.)


    De acordo com o autor, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 24f8dd0f-e9
  • Ciências da Natureza

    Física

    Uma espira metálica é posicionada horizontalmente e em repouso em relação à Terra, de modo que o eixo vertical y, indicado na figura, seja perpendicular ao plano que a contém e passe por seu centro C. Um ímã cilíndrico está inicialmente parado em relação à espira, com seu eixo coincidindo com o mesmo eixo y.

    Imagem da questão de Física, UFTM 2013, Campo e Força Magnética

    Surgirá uma corrente elétrica induzida na espira caso ela
    Escolha uma alternativa para a questão 24f5c803-e9
  • Ciências da Natureza

    Física

    Um automóvel percorre o trecho de uma estrada mostrado em corte na figura. Entre os pontos A e B, ele desce uma ladeira em movimento uniforme; entre C e D, sobe um plano inclinado em movimento acelerado; e, entre E e F, movimenta-se em um plano horizontal, em movimento retardado.

    Imagem da questão de Física, UFTM 2013, Dinâmica


    É correto afirmar que a energia mecânica do automóvel nos trechos AB, CD e EF, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão 24e2cf0b-e9
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Em maio de 2013, o Brasil sediou o 5.º Congresso Mundial de Leishmaniose. Essa doença tropical ocorre em quase todas as regiões do país e um dos tipos é a tegumentar (ou úlcera de Bauru), que pode causar lesões mutilantes, caso não seja tratada.
    (www.sbmt.org.br. Adaptado.)

    Uma pessoa pode adquirir a leishmaniose tegumentar por meio
    Escolha uma alternativa para a questão 24d0821b-e9
  • Linguagens

    Português

    Instrução: Leia o poema de Bocage para responder à questão.

    Oh retrato da morte, oh noite amiga
    Por cuja escuridão suspiro há tanto!
    Calada testemunha do meu pranto,
    De meus desgostos secretária antiga!

    Pois manda Amor, que a ti somente os diga,
    Dá-lhes pio agasalho no teu manto;
    Ouve-os, como costumas, ouve, enquanto
    Dorme a cruel, que a delirar me obriga:

    E vós, oh cortesãos da escuridade,
    Fantasmas vagos, mochos piadores,
    Inimigos, como eu, da claridade!

    Em bandos acudi aos meus clamores;
    Quero a vossa medonha sociedade,
    Quero fartar meu coração de horrores.

    (Bocage. Sonetos, 1994.)
    No contexto do poema, o verso – Por cuja escuridão suspiro há tanto! – equivale a
    Escolha uma alternativa para a questão e7e743f0-d9