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Instituição

Questões: Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MINAS) — com gabarito

185 questões de Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MINAS), de 2013 a 2021. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 185 questões
  • 3 provas

Resultados: 185 questões

Página 8 de 10

  • Ciências da Natureza

    Química

    O composto 2,3-dibromobutano possui o seguinte número de carbonos assimétricos e de enantiômeros, respectivamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 9bb3f98c-b0
  • Ciências da Natureza

    Química

    Quando três elementos químicos X (Z = 1), Y (Z = 16) e Z (Z = 8) se combinam para formar uma substância composta, obtêm-se a fórmula molecular e a ligação química, respectivamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 9bb0e051-b0
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    As raízes apresentam importantes funções como fixar, sustentar e nutrir as plantas, podendo em alguns casos desempenhar funções difíceis de determinar. Tendo em vista o tipo de raiz, a planta ou o local de ocorrência, assinale a relação INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 9b99c825-b0
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Numa visita a uma fazenda, foram observadas as seguintes estruturas de plantas.


    1 - GOIABA

    2 - JILÓ

    3 - ABACATE

    4 - VAGEM DE ERVILHA

    5 - PENCA DE BANANAS

    6 - CAFÉ NO GALHO

    7 - PÊSSEGO

    8 - PIMENTÃO

    9 - LARANJA 


     Assinale a afirmativa INCORRETA sobre essas estruturas.

    Escolha uma alternativa para a questão 9b96a8cb-b0
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Algumas bactérias causam doenças em humanos. A relação entre as características e o tipo de doenças bacterianas está INCORRETA em:
    Escolha uma alternativa para a questão 9b923ce8-b0
  • Linguagens

    Português

    “Se eu pudesse forçar meu coração,
    obrigá-lo, senhora, a vos dizer
    quanta amargura me fazeis sofrer,
    posso jurar – dê-me Deus seu perdão! –
    que sentiríeis compaixão de mim.

    Pois, senhora, conquanto apenas dor
    e nenhuma alegria me causeis,
    se soubésseis o mal que me fazeis,
    posso jurar – perdoa-me, Senhor! –
    que sentiríeis compaixão de mim.

    Não me querendo nenhum bem, embora,
    se soubésseis a pena que dais,
    e quanta dor há nos meus tristes ais,
    posso jurar – de boa fé, senhora! –
    que sentiríeis compaixão de mim.

    E mal seria, se não fosse assim.”

    (D. Dinis. In: BERARDINELLI, Cleonice. Cantigas de trovadores medievais em português moderno, Rio de Janeiro: Organizações Simões,1953. p. 21).


    A cantiga de D. Dinis é representativa do trovadorismo português e, como ocorre em outras produções literárias do período, enfatiza:
    Escolha uma alternativa para a questão 9b74295d-b0
  • Linguagens

    Português

    “Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
    Do que os homens! Morder como quem beija!
    É ser mendigo e dar como quem seja
    Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!”
    (Florbela Espanca, “Ser poeta”).

    “Com a máscara da palavra
    reinventamos
    o som da voz amada
    que nos inunda
    com seu luar de espuma.”
    (Ana Hatherly, “A máscara da palavra”).

    “O poeta é um fingidor.
    Finge tão completamente
    Que chega a fingir que é dor
    A dor que deveras sente.”
    (Fernando Pessoa, “Autopsicografia”).

    Os textos têm em comum:
    Escolha uma alternativa para a questão 9b700835-b0
  • Linguagens

    Português

    “Vais encontrar o mundo”, disse-me meu pai, à porta do Ateneu. “Coragem para a luta.” Bastante experimentei depois a verdade deste aviso, que me despia, num gesto, das ilusões de criança educada exoticamente na estufa de carinho que é o regime do amor doméstico, diferente do que se encontra fora, tão diferente, que parece o poema dos cuidados maternos um artifício sentimental, com a vantagem única de fazer mais sensível a criatura à impressão rude do primeiro ensinamento, têmpera brusca da vitalidade na influência de um novo clima rigoroso. Lembramo-nos, entretanto, com saudade hipócrita, dos felizes tempos; como se a mesma incerteza de hoje, sob outro aspecto, não nos houvesse perseguido outrora e não viesse de longe a enfiada das decepções que nos ultrajam.
    (POMPEIA, Raul. O ateneu. São Paulo, FTD, 1992).

    Em relação à estruturação da narrativa, o texto apresenta:
    Escolha uma alternativa para a questão 9b6ac441-b0
  • Linguagens

    Português

    “Sem programa estético definido, a Semana de Arte Moderna de 1922 desempenha na história da arte brasileira muito mais uma etapa destrutiva de rejeição ao conservadorismo vigente na produção literária, musical e visual do que um acontecimento construtivo de propostas e criação de novas linguagens.”
    (In: Semana de Arte Moderna. Enciclopédia Itaú Cultural de Artes Visuais. Disponível em: http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia. Acesso: 19 ago. 2013).

    O trecho em que uma rejeição ao conservadorismo literário se manifesta é:
    Escolha uma alternativa para a questão 9b5fbf40-b0
  • Linguagens

    Português

    Erro de português

    Quando o português chegou
    Debaixo de uma bruta chuva
    Vestiu o índio
    Que pena!
    Fosse uma manhã de sol
    O índio tinha despido
    O português.
    (Oswald de Andrade. “Erro de português” [1925]. In: O santeiro do mangue e outros poemas. São Paulo: Globo: Secretaria de Estado da Cultura, 1991).

    No poema de Oswald de Andrade, importante nome do movimento modernista no Brasil, destaca-se:
    Escolha uma alternativa para a questão 9b59e3de-b0
  • Linguagens

    Literatura

    Imagem da questão de Literatura, PUC-MINAS 2013, Escolas Literárias

    (CAMPOS, Augusto. Pós-tudo. 1984. Disponível em: http://www2.uol.com.br/augustodecampos/poemas.htm. Acesso: 19 ago. 2013).


    O poema de Augusto de Campos pertence à poesia concreta. Constitui uma característica desse movimento:

    Escolha uma alternativa para a questão 9b566c26-b0
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto abaixo e responda, em seguida, a questão.

    O xadrez de Marina

    SÃO PAULO — Eduardo Campos não é um "zero", como Ciro Gomes o chamou na sua tola e habitual verborragia, tampouco é o estrategista político formidável, tal qual passou a ser pintado em Brasília após a surpreendente filiação da ex-senadora Marina Silva ao seu PSB.
    O governador de Pernambuco é um construtor de pontes, paciente e habilidoso, que consegue se manter como interlocutor de quase todo o mundo, de Lula a Serra, de Bornhausen e Ronaldo Caiado a Marina. É um conciliador que parece mais mineiro do que o próprio Aécio Neves.
    É evidente que esses traços o ajudaram a se posicionar no momento em que Marina precisava achar uma saída para o imbróglio em que se meteu ao não conseguir oficializar a tal Rede Sustentabilidade -- não se filiar a um partido significaria abdicar totalmente da eleição presidencial; entrar numa sigla qualquer apenas para ser candidata seria um gesto personalista que poderia arranhar a imagem da nova política, que Marina tanto cultiva.
    Mas, na prática, o governador pernambucano foi um agente passivo nessa história toda. Se alguém anteviu alguma coisa, foi Marina. A ex-senadora criou o principal fato político desde a eleição de Dilma e ainda jogou sobre Campos a responsabilidade de crescer nas pesquisas em pouco tempo, ao deixar claro que, se o governador não se viabilizar, ela pode concorrer.
    No cenário anterior, Campos seria um vitorioso se terminasse a eleição presidencial do ano que vem com cerca de 15% dos votos. Atingiria seu objetivo de tornar-se um nome nacionalmente conhecido a fim de, quatro anos depois, disputar a sucessão para valer.
    Agora, após o empurrão da ex-senadora, se Campos não atingir esse patamar nos próximos meses, antes mesmo de a campanha eleitoral começar, poderá ser forçado a abdicar da candidatura em favor de Marina. 

    Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/rogeriogentile/2013/10/1354262-o-xadrez-de-marina.shtml. Acesso em: 10 out. 2013. 
    Todas as alternativas apresentam pistas de que o enunciador constrói Marina como estrategista, EXCETO:
    Escolha uma alternativa para a questão 9b32298d-b0
  • Ciências da Natureza

    Química

    Figura 1 de 2 da questão de Química, PUC-MINAS 2021, Eletroquímica: Oxirredução, Potenciais Padrão de Redução, Pilha, Eletrólise e Leis de Faraday.

    Considere o esquema da pilha:


    Figura 2 de 2 da questão de Química, PUC-MINAS 2021, Eletroquímica: Oxirredução, Potenciais Padrão de Redução, Pilha, Eletrólise e Leis de Faraday.
    Fonte: https://mundoeducacao.uol.com.br/quimica/potencialpadrao-reducao-das-pilhas.htm. Acesso 15/05/2021.

    Em relação a essa pilha, foram feitas as seguintes afirmativas:

    I – Durante o funcionamento da pilha, a acidez da solução no catodo diminui.
    II – Ocorre oxidação da espécie Zn2+(aq).
    III – A semirreação de redução que ocorre na pilha é: 2H+(aq) + 2e- ➜ H2(g).
    IV – A força eletromotriz da pilha é dependente da concentração das espécies em solução.

    Estão CORRETAS as afirmativas:
    Escolha uma alternativa para a questão d8f2ded4-05
  • Linguagens

    Português

    Texto 2 / Parte 2
    A importância do ato de ler2
    Paulo Freire

    Continuando neste esforço de “re-ler” momentos fundamentais de experiências de minha infância, de minha adolescência, de minha mocidade, em que a compreensão crítica da importância do ato de ler se veio em mim constituindo através de sua prática, retomo o tempo em que, como aluno do chamado curso ginasial, me experimentei na percepção crítica dos textos que lia em classe, com a colaboração, até hoje recordada, do meu então professor de língua portuguesa. Não eram, porém, aqueles momentos puros exercícios de que resultasse um simples dar-nos conta de uma página escrita diante de nós que devesse ser cadenciada, mecânica e enfadonhamente “soletrada” e realmente lida. Não eram aqueles momentos “lições de leitura”, no sentido tradicional desta expressão. Eram momentos em que os textos se ofereciam à nossa inquieta procura, incluindo a do então jovem professor José Pessoa.

    Algum tempo depois, como professor também de português, nos meus vinte anos, vivi intensamente a importância de ler e de escrever, no fundo indicotomizáveis, com os alunos das primeiras séries do então chamado curso ginasial. A regência verbal, a sintaxe de concordância, o problema da crase, o sinclitismo pronominal, nada disso era reduzido por mim a tabletes de conhecimentos que devessem ser engolidos pelos estudantes. Tudo isso, pelo contrário, era proposto à curiosidade dos alunos de maneira dinâmica e viva, no corpo mesmo de textos, ora de autores que estudávamos, ora deles próprios, como objetos a serem desvelados e não como algo parado, cujo perfil eu descrevesse. Os alunos não tinham que memorizar mecanicamente a descrição do objeto, mas apreender a sua significação profunda. Só apreendendo-a seriam capazes de saber, por isso, de memorizá-la, de fixá-la. A memorização mecânica da descrição do elo não se constitui em conhecimento do objeto. Por isso, é que a leitura de um texto, tomado como pura descrição de um objeto é feita no sentido de memorizá-la, nem é real leitura, nem dela portanto resulta o conhecimento do objeto de que o texto fala. 

    Creio que muito de nossa insistência, enquanto professoras e professores, em que os estudantes “leiam”, num semestre, um sem-número de capítulos de livros, reside na compreensão errônea que às vezes temos do ato de ler. Em minha andarilhagem pelo mundo, não foram poucas as vezes em que jovens estudantes me falaram de sua luta às voltas com extensas bibliografias a serem muito mais “devoradas" do que realmente lidas ou estudadas. [...] 

    A insistência na quantidade de leituras sem o devido adentramento nos textos a serem compreendidos, e não mecanicamente memorizados, revela uma visão mágica da palavra escrita. Visão que urge ser superada. A mesma, ainda que encarnada desde outro ângulo, que se encontra, por exemplo, em quem escreve, quando identifica a possível qualidade de seu trabalho, ou não, com a quantidade de páginas escritas. No entanto, um dos documentos filosóficos mais importantes de que dispomos, As teses sobre Feuerbach, de Marx, tem apenas duas páginas e meia... 

    Parece importante, contudo, para evitar uma compreensão errônea do que estou afirmando, sublinhar que a minha crítica à magicização da palavra não significa, de maneira alguma, uma posição pouco responsável de minha parte com relação à necessidade que temos, educadores e educandos, de ler, sempre e seriamente, os clássicos neste ou naquele campo do saber, de nos adentrarmos nos textos, de criar uma disciplina intelectual, sem a qual inviabilizamos a nossa prática enquanto professores e estudantes. 
    Analise o excerto dado e os itens lexicais nele destacados:

    A insistência na quantidade de leituras sem o devido adentramento nos textos a serem compreendidos, e não mecanicamente memorizados, revela uma visão mágica da palavra escrita. Visão que urge ser superada. A mesma, ainda que encarnada desde outro ângulo, que se encontra, por exemplo, em quem escreve, quando identifica a possível qualidade de seu trabalho, ou não, com a quantidade de páginas escritas.

    Sobre esse fragmento, é INCORRETO afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão d8a0c869-05
  • Linguagens

    Português

    A questão deve ser respondida com base na leitura dos trechos a seguir.

    TEXTO 1

    Tanto de meu estado me acho incerto,
    Que, em vivo ardor, tremendo estou de frio
    Sem causa, juntamente choro e rio,
    O mundo todo abarco, e nada aperto.

    (CAMÕES, Luís Vaz de. In: Sonetos para amar o amor. FARACO, Sergio [Org.]. Porto Alegre: L&PM, 2007, p. 15.)

    TEXTO 2

    Este inferno de amar – como eu amo! –
    Quem mo pôs aqui n'alma... quem foi?
    Esta chama que alenta e consome,
    Que é a vida – e que a vida destrói –
    Como é que se veio a atear,
    Quando – ai quando se há-de ela apagar?

    (GARRET, Almeida. “Este inferno de amar”. In: MOISÉS, Massaud. A literatura portuguesa através dos textos. São Paulo: Cultrix, 2004, p. 252.)

    Quanto ao modo como caracterizam o sentimento amoroso, os textos estabelecem entre si relações de:
    Escolha uma alternativa para a questão 5862d726-ac
  • Linguagens

    Português

    A questão referem-se ao texto a seguir. Leia-o atentamente antes de responder a elas.

                                                                                                                        O PEIXE NEMO E O MAIS MÉDICOS

                                                                                                                                                                                                                                                      Rogério Cezar de Cerqueira Leite

    1º § A indústria farmacêutica apresenta uma característica peculiar. Ela vende para um, o doente, que é quem paga, mas quem escolhe o medicamento é outro, o médico.
    2º § Essa condição fez com que a indústria farmacêutica internacional desenvolvesse uma estratégia “sui generis” que, não obstante, imita um comportamento comum entre animais inferiores, a simbiose.
    3º § Observo em meu aquário o peixe-palhaço percola Nemo colher um vôngole e levá-lo à boca de “sua” anêmona, antes mesmo que ele próprio se alimente. Em troca, recebe da anêmona – um animal com tentáculos venenosos – proteção contra eventuais predadores. Essa troca de favores chamamos simbiose.
    4º § A promoção de medicamentos se faz de porta em porta, nos consultórios médicos. Todo mundo sabe que os inúmeros congressos médicos nos mais pitorescos locais do mundo, de Paris a Cancun, são patrocinados pelas empresas produtoras de medicamentos, inclusive com passagens e estadia pagas.
    5º § O que não era percebido até recentemente é a importância e o volume de recursos repassados diretamente a médicos como remuneração pela promoção de medicamentos. Pois bem, embora sejam esses recursos diminutos em comparação com os gastos globais dessas empresas com propaganda, em que se incluem as conferências técnico-turísticas, elas ultrapassam só nos Estados Unidos uma centena de milhões de dólares por ano.
    6º § E onde fica a ética? E o ensinamento de Hipócrates? A prática quotidiana e a necessidade de sobrevivência geram padrões de comportamento que, por sua vez, estabelecem dogmas, tabus, que enfim são incorporados como princípios éticos à cultura de cada sociedade.
    7º § Aos poucos, os médicos acabam por sepultar sua própria percepção dos conflitos de interesse que regem essa maléfica simbiose. Três empresas multinacionais do setor farmacêutico foram há pouco multadas e 18 de seus funcionários presos na China por adotarem essa prática.
    8º § Recentemente, o médico britânico e Nobel de medicina Richard J. Roberts acusou as farmacêuticas de evitar a cura em prol da dependência, um fato já conhecido. Se você cura o doente, você deixa de faturar. Se você simplesmente o mantém vivo, você fatura indefinidamente. Uma estratégia também adotada por animais parasitas. Quantas corporações médicas denunciaram essa condição maléfica?
    9º § Médicos e suas associações já se opuseram, se não publicamente, pelo menos nos bastidores, a iniciativas positivas do Estado. Isso ocorreu com a instalação do SUS e com as poucas iniciativas de produção de medicamentos em laboratórios estatais. Agora acontece com o programa Mais Médicos, que, para as condições atuais da saúde no Brasil, é imprescindível. Tudo que pareça interferir com a tradicional simbiose médico-produtoras de medicamentos, mesmo que tangencialmente, passa a ser hostilizado.
    10º § Quantos dos médicos que se declaram contra o programa repudiaram ofertas de passagens e estadias em gostosas conferências? Quantos colocam o interesse da sociedade brasileira acima dos seus próprios e de sua corporação?

                                                                                                                                                                                                                                        (Extraído de: Folha de S.Paulo, 19 nov. 2013.)

    I. [...] embora sejam esses recursos diminutos em comparação com os gastos globais dessas empresas com propaganda, em que se incluem as conferências técnico-turísticas, elas ultrapassam só nos Estados Unidos uma centena de milhões de dólares por ano. (5º §)
    II. Quantos dos médicos que se declaram contra o programa repudiaram ofertas de passagens e estadias em gostosas conferências? (10º §)
    III. Uma estratégia também adotada por animais parasitas. (8º §)
    IV. E onde fica a ética? E o ensinamento de Hipócrates? (6º §)

    Tendo em conta as passagens acima transcritas, pode-se dizer que o discurso do autor assume um tom irônico em:
    Escolha uma alternativa para a questão 52ccfe7d-ac
  • Linguagens

    Português

    A questão referem-se ao texto a seguir. Leia-o atentamente antes de responder a elas.

                                                                                                                        O PEIXE NEMO E O MAIS MÉDICOS

                                                                                                                                                                                                                                                      Rogério Cezar de Cerqueira Leite

    1º § A indústria farmacêutica apresenta uma característica peculiar. Ela vende para um, o doente, que é quem paga, mas quem escolhe o medicamento é outro, o médico.
    2º § Essa condição fez com que a indústria farmacêutica internacional desenvolvesse uma estratégia “sui generis” que, não obstante, imita um comportamento comum entre animais inferiores, a simbiose.
    3º § Observo em meu aquário o peixe-palhaço percola Nemo colher um vôngole e levá-lo à boca de “sua” anêmona, antes mesmo que ele próprio se alimente. Em troca, recebe da anêmona – um animal com tentáculos venenosos – proteção contra eventuais predadores. Essa troca de favores chamamos simbiose.
    4º § A promoção de medicamentos se faz de porta em porta, nos consultórios médicos. Todo mundo sabe que os inúmeros congressos médicos nos mais pitorescos locais do mundo, de Paris a Cancun, são patrocinados pelas empresas produtoras de medicamentos, inclusive com passagens e estadia pagas.
    5º § O que não era percebido até recentemente é a importância e o volume de recursos repassados diretamente a médicos como remuneração pela promoção de medicamentos. Pois bem, embora sejam esses recursos diminutos em comparação com os gastos globais dessas empresas com propaganda, em que se incluem as conferências técnico-turísticas, elas ultrapassam só nos Estados Unidos uma centena de milhões de dólares por ano.
    6º § E onde fica a ética? E o ensinamento de Hipócrates? A prática quotidiana e a necessidade de sobrevivência geram padrões de comportamento que, por sua vez, estabelecem dogmas, tabus, que enfim são incorporados como princípios éticos à cultura de cada sociedade.
    7º § Aos poucos, os médicos acabam por sepultar sua própria percepção dos conflitos de interesse que regem essa maléfica simbiose. Três empresas multinacionais do setor farmacêutico foram há pouco multadas e 18 de seus funcionários presos na China por adotarem essa prática.
    8º § Recentemente, o médico britânico e Nobel de medicina Richard J. Roberts acusou as farmacêuticas de evitar a cura em prol da dependência, um fato já conhecido. Se você cura o doente, você deixa de faturar. Se você simplesmente o mantém vivo, você fatura indefinidamente. Uma estratégia também adotada por animais parasitas. Quantas corporações médicas denunciaram essa condição maléfica?
    9º § Médicos e suas associações já se opuseram, se não publicamente, pelo menos nos bastidores, a iniciativas positivas do Estado. Isso ocorreu com a instalação do SUS e com as poucas iniciativas de produção de medicamentos em laboratórios estatais. Agora acontece com o programa Mais Médicos, que, para as condições atuais da saúde no Brasil, é imprescindível. Tudo que pareça interferir com a tradicional simbiose médico-produtoras de medicamentos, mesmo que tangencialmente, passa a ser hostilizado.
    10º § Quantos dos médicos que se declaram contra o programa repudiaram ofertas de passagens e estadias em gostosas conferências? Quantos colocam o interesse da sociedade brasileira acima dos seus próprios e de sua corporação?

                                                                                                                                                                                                                                        (Extraído de: Folha de S.Paulo, 19 nov. 2013.)

    Quanto ao título, tendo em conta sua relação com o texto, é CORRETO afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 51ba3834-ac
  • Linguagens

    Espanhol

    'El mayordomo' se hace fuerte en taquilla 

        Hacía dos temporadas, desde 'The Help', que no se veía un fenómeno semejante en Hollywood. 'El Mayordomo', otra cinta de carácter histórico y con la discriminación a los afroamericanos en Estados Unidos como telón de fondo, ha impuesto su ley en taquilla, dominando por segundo fin de semana consecutivo y con una recaudación que va camino de romper la barrera de los 100 millones de dólares.

        De momento, la cinta protagonizada por Forest Whitaker en el papel de mayordomo de la Casa Blanca ha ingresado 52,3 millones de dólares, con un descenso del 31% con respecto a su fecha de estreno, que en términos estadísticos es un número más que aceptable. También ha mejorado en términos de audiencia, pues se ha abierto el abanico de la clase de espectadores atraídos por la historia dirigida por Lee Daniels.

        De acuerdo a los datos ofrecidos por la distribuidora de la película, la prestigiosa firma de los hermanos Weinstein, si el pasado fin de semana el 76% de los espectadores tenían más de 35 años de edad, en este que termina bajó hasta el 62%, con menos público afroamericano en las butacas de los cines.

        Es una historia de mérito para una cinta que olía a desastre hace sólo unos meses. Los Weinstein tuvieron que sobreponerse a una disputa con Warner Brothers por el título de la película, perteneciente a un filme de 1916, según el estudio, y al hecho de tener que competir contra títulos de terror y fantasía que en teoría iban a atraer al público adolescente.

        Al final no ha sido así y ni 'Mortal Instruments' ni 'The World's End', el final de la trilogía de comedias británicas de ciencia ficción, han dado resultados llamativos en taquilla. 'El Mayordomo' se los ha llevado por delante.

    Pablo Scarpellini (Los Angeles) http://www.elmundo.es/elmundo/2013/08/25/cultura/1377458877.html 

    Sustituya la palabra taquilla (líneas 3 y 17) por la opción más CORRECTA.
    Escolha uma alternativa para a questão f1af1760-b0
  • Linguagens

    Espanhol

    'El mayordomo' se hace fuerte en taquilla 

        Hacía dos temporadas, desde 'The Help', que no se veía un fenómeno semejante en Hollywood. 'El Mayordomo', otra cinta de carácter histórico y con la discriminación a los afroamericanos en Estados Unidos como telón de fondo, ha impuesto su ley en taquilla, dominando por segundo fin de semana consecutivo y con una recaudación que va camino de romper la barrera de los 100 millones de dólares.

        De momento, la cinta protagonizada por Forest Whitaker en el papel de mayordomo de la Casa Blanca ha ingresado 52,3 millones de dólares, con un descenso del 31% con respecto a su fecha de estreno, que en términos estadísticos es un número más que aceptable. También ha mejorado en términos de audiencia, pues se ha abierto el abanico de la clase de espectadores atraídos por la historia dirigida por Lee Daniels.

        De acuerdo a los datos ofrecidos por la distribuidora de la película, la prestigiosa firma de los hermanos Weinstein, si el pasado fin de semana el 76% de los espectadores tenían más de 35 años de edad, en este que termina bajó hasta el 62%, con menos público afroamericano en las butacas de los cines.

        Es una historia de mérito para una cinta que olía a desastre hace sólo unos meses. Los Weinstein tuvieron que sobreponerse a una disputa con Warner Brothers por el título de la película, perteneciente a un filme de 1916, según el estudio, y al hecho de tener que competir contra títulos de terror y fantasía que en teoría iban a atraer al público adolescente.

        Al final no ha sido así y ni 'Mortal Instruments' ni 'The World's End', el final de la trilogía de comedias británicas de ciencia ficción, han dado resultados llamativos en taquilla. 'El Mayordomo' se los ha llevado por delante.

    Pablo Scarpellini (Los Angeles) http://www.elmundo.es/elmundo/2013/08/25/cultura/1377458877.html 

    Tras leer el texto, indique la única opción INCORRECTA.
    Escolha uma alternativa para a questão f1aa425f-b0
  • Linguagens

    Espanhol

    'El mayordomo' se hace fuerte en taquilla 

        Hacía dos temporadas, desde 'The Help', que no se veía un fenómeno semejante en Hollywood. 'El Mayordomo', otra cinta de carácter histórico y con la discriminación a los afroamericanos en Estados Unidos como telón de fondo, ha impuesto su ley en taquilla, dominando por segundo fin de semana consecutivo y con una recaudación que va camino de romper la barrera de los 100 millones de dólares.

        De momento, la cinta protagonizada por Forest Whitaker en el papel de mayordomo de la Casa Blanca ha ingresado 52,3 millones de dólares, con un descenso del 31% con respecto a su fecha de estreno, que en términos estadísticos es un número más que aceptable. También ha mejorado en términos de audiencia, pues se ha abierto el abanico de la clase de espectadores atraídos por la historia dirigida por Lee Daniels.

        De acuerdo a los datos ofrecidos por la distribuidora de la película, la prestigiosa firma de los hermanos Weinstein, si el pasado fin de semana el 76% de los espectadores tenían más de 35 años de edad, en este que termina bajó hasta el 62%, con menos público afroamericano en las butacas de los cines.

        Es una historia de mérito para una cinta que olía a desastre hace sólo unos meses. Los Weinstein tuvieron que sobreponerse a una disputa con Warner Brothers por el título de la película, perteneciente a un filme de 1916, según el estudio, y al hecho de tener que competir contra títulos de terror y fantasía que en teoría iban a atraer al público adolescente.

        Al final no ha sido así y ni 'Mortal Instruments' ni 'The World's End', el final de la trilogía de comedias británicas de ciencia ficción, han dado resultados llamativos en taquilla. 'El Mayordomo' se los ha llevado por delante.

    Pablo Scarpellini (Los Angeles) http://www.elmundo.es/elmundo/2013/08/25/cultura/1377458877.html 

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