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Questões: Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo — com gabarito

362 questões de Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, de 2022 a 2025. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 362 questões
  • 4 provas

Resultados: 108 questões

Página 1 de 6

  • Linguagens

    Português

    Examine a tirinha de Dik Browne, publicada na conta do Instagram “Hagar, o Horrível”, em 22.06.2022.



    Imagem da questão de Português, Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo 2022, Interpretação de Textos



    Depreende-se da tirinha que 
    Escolha uma alternativa para a questão b2ec9725-75
  • Linguagens

    Português

    Leia a fábula “O cão convidado para jantar”, de Esopo, para responder à questão.


       Um homem preparava um jantar para receber à mesa um amigo íntimo. E o cão dele chamou outro cão, dizendo: “Amigo, vem jantar aqui comigo.” Ele foi e, enquanto contemplava feliz o grande jantar, exclamava intimamente: “Uau!, que alegria inesperada me apareceu bem agora! Vou me banquetear à farta e comer tanto que amanhã não terei fome nenhuma!” O cão dizia isso para si e, ao mesmo tempo, abanava o rabo, confiante no amigo. Mas o cozinheiro, quando viu aquele rabo se movimentando para lá e para cá, agarrou o cão pelas patas e, num átimo, o arremessou para fora, pela janela. Após o baque, ele foi embora, ganindo muito. Então um dos cães que toparam com ele no caminho perguntou: “Como foi o jantar, amigo?” Ele respondeu: “Exagerei na bebida e fiquei tão bêbado que nem mesmo sei por onde foi que eu saí.”


    (Fábulas completas, 2013.)
    Depreende-se da leitura da fábula a seguinte moral:
    Escolha uma alternativa para a questão b2efc0ed-75
  • Linguagens

    Português

    Leia a fábula “O cão convidado para jantar”, de Esopo, para responder à questão.


       Um homem preparava um jantar para receber à mesa um amigo íntimo. E o cão dele chamou outro cão, dizendo: “Amigo, vem jantar aqui comigo.” Ele foi e, enquanto contemplava feliz o grande jantar, exclamava intimamente: “Uau!, que alegria inesperada me apareceu bem agora! Vou me banquetear à farta e comer tanto que amanhã não terei fome nenhuma!” O cão dizia isso para si e, ao mesmo tempo, abanava o rabo, confiante no amigo. Mas o cozinheiro, quando viu aquele rabo se movimentando para lá e para cá, agarrou o cão pelas patas e, num átimo, o arremessou para fora, pela janela. Após o baque, ele foi embora, ganindo muito. Então um dos cães que toparam com ele no caminho perguntou: “Como foi o jantar, amigo?” Ele respondeu: “Exagerei na bebida e fiquei tão bêbado que nem mesmo sei por onde foi que eu saí.”


    (Fábulas completas, 2013.)
    A resposta do cão acerca do jantar permite caracterizá-lo como
    Escolha uma alternativa para a questão b2f261ca-75
  • Linguagens

    Português

    Leia a fábula “O cão convidado para jantar”, de Esopo, para responder à questão.


       Um homem preparava um jantar para receber à mesa um amigo íntimo. E o cão dele chamou outro cão, dizendo: “Amigo, vem jantar aqui comigo.” Ele foi e, enquanto contemplava feliz o grande jantar, exclamava intimamente: “Uau!, que alegria inesperada me apareceu bem agora! Vou me banquetear à farta e comer tanto que amanhã não terei fome nenhuma!” O cão dizia isso para si e, ao mesmo tempo, abanava o rabo, confiante no amigo. Mas o cozinheiro, quando viu aquele rabo se movimentando para lá e para cá, agarrou o cão pelas patas e, num átimo, o arremessou para fora, pela janela. Após o baque, ele foi embora, ganindo muito. Então um dos cães que toparam com ele no caminho perguntou: “Como foi o jantar, amigo?” Ele respondeu: “Exagerei na bebida e fiquei tão bêbado que nem mesmo sei por onde foi que eu saí.”


    (Fábulas completas, 2013.)
    Em “Ele foi e, enquanto contemplava feliz o grande jantar, exclamava intimamente”, o termo sublinhado pode ser substituído, sem prejuízo para o sentido do texto, por:
    Escolha uma alternativa para a questão b2f4d5a6-75
  • Linguagens

    Português

    Leia a fábula “O cão convidado para jantar”, de Esopo, para responder à questão.


       Um homem preparava um jantar para receber à mesa um amigo íntimo. E o cão dele chamou outro cão, dizendo: “Amigo, vem jantar aqui comigo.” Ele foi e, enquanto contemplava feliz o grande jantar, exclamava intimamente: “Uau!, que alegria inesperada me apareceu bem agora! Vou me banquetear à farta e comer tanto que amanhã não terei fome nenhuma!” O cão dizia isso para si e, ao mesmo tempo, abanava o rabo, confiante no amigo. Mas o cozinheiro, quando viu aquele rabo se movimentando para lá e para cá, agarrou o cão pelas patas e, num átimo, o arremessou para fora, pela janela. Após o baque, ele foi embora, ganindo muito. Então um dos cães que toparam com ele no caminho perguntou: “Como foi o jantar, amigo?” Ele respondeu: “Exagerei na bebida e fiquei tão bêbado que nem mesmo sei por onde foi que eu saí.”


    (Fábulas completas, 2013.)
    Verifica-se o emprego de vírgula para separar um vocativo no seguinte trecho:
    Escolha uma alternativa para a questão b2f7bfe3-75
  • Linguagens

    Português

         O silêncio e o ruído se opõem de maneira nítida e exclusiva. O ruído pode ser definido como uma série caótica de sons, de choques. É nesse quadro que se opõe, por exemplo, a suavidade dos campos silenciosos à dureza das cidades ruidosas. O ruído é desagradável, violento. O silêncio, então, marca uma ruptura: ele é ausência de ruídos. Opõe a um caos sonoro uma superfície isolante branca que serve de anteparo. É a negação do ruído.

        Evidentemente a relação que a música mantém com o silêncio não é a mesma. O silêncio que precede a música constitui sua preparação inicial, seu ponto de emergência, talvez mesmo sua possibilidade pura. O silêncio que encerra a música, o que vem imediatamente após a última nota, reúne nele a totalidade da melodia. Não é a negação da música, mas sim uma vibração ideal em que deveria ressoar a totalidade acabada e reunida da melodia.


    (Adauto Novaes (org.). Mutações: o silêncio
    e a prosa do mundo, 2014. Adaptado.)
    De acordo com o autor,

    Escolha uma alternativa para a questão b2fb0253-75
  • Linguagens

    Português

         O silêncio e o ruído se opõem de maneira nítida e exclusiva. O ruído pode ser definido como uma série caótica de sons, de choques. É nesse quadro que se opõe, por exemplo, a suavidade dos campos silenciosos à dureza das cidades ruidosas. O ruído é desagradável, violento. O silêncio, então, marca uma ruptura: ele é ausência de ruídos. Opõe a um caos sonoro uma superfície isolante branca que serve de anteparo. É a negação do ruído.

        Evidentemente a relação que a música mantém com o silêncio não é a mesma. O silêncio que precede a música constitui sua preparação inicial, seu ponto de emergência, talvez mesmo sua possibilidade pura. O silêncio que encerra a música, o que vem imediatamente após a última nota, reúne nele a totalidade da melodia. Não é a negação da música, mas sim uma vibração ideal em que deveria ressoar a totalidade acabada e reunida da melodia.


    (Adauto Novaes (org.). Mutações: o silêncio
    e a prosa do mundo, 2014. Adaptado.)
    O termo que qualifica o substantivo na expressão “última nota” (2º parágrafo) tem sentido oposto ao termo que qualifica o substantivo em
    Escolha uma alternativa para a questão b2fdf030-75
  • Linguagens

    Português

         O silêncio e o ruído se opõem de maneira nítida e exclusiva. O ruído pode ser definido como uma série caótica de sons, de choques. É nesse quadro que se opõe, por exemplo, a suavidade dos campos silenciosos à dureza das cidades ruidosas. O ruído é desagradável, violento. O silêncio, então, marca uma ruptura: ele é ausência de ruídos. Opõe a um caos sonoro uma superfície isolante branca que serve de anteparo. É a negação do ruído.

        Evidentemente a relação que a música mantém com o silêncio não é a mesma. O silêncio que precede a música constitui sua preparação inicial, seu ponto de emergência, talvez mesmo sua possibilidade pura. O silêncio que encerra a música, o que vem imediatamente após a última nota, reúne nele a totalidade da melodia. Não é a negação da música, mas sim uma vibração ideal em que deveria ressoar a totalidade acabada e reunida da melodia.


    (Adauto Novaes (org.). Mutações: o silêncio
    e a prosa do mundo, 2014. Adaptado.)
    Em “Não é a negação da música, mas sim uma vibração ideal em que deveria ressoar a totalidade acabada e reunida da melodia.” (2º parágrafo), o pronome sublinhado refere-se a
    Escolha uma alternativa para a questão b3016ba2-75
  • Linguagens

    Português

         O silêncio e o ruído se opõem de maneira nítida e exclusiva. O ruído pode ser definido como uma série caótica de sons, de choques. É nesse quadro que se opõe, por exemplo, a suavidade dos campos silenciosos à dureza das cidades ruidosas. O ruído é desagradável, violento. O silêncio, então, marca uma ruptura: ele é ausência de ruídos. Opõe a um caos sonoro uma superfície isolante branca que serve de anteparo. É a negação do ruído.

        Evidentemente a relação que a música mantém com o silêncio não é a mesma. O silêncio que precede a música constitui sua preparação inicial, seu ponto de emergência, talvez mesmo sua possibilidade pura. O silêncio que encerra a música, o que vem imediatamente após a última nota, reúne nele a totalidade da melodia. Não é a negação da música, mas sim uma vibração ideal em que deveria ressoar a totalidade acabada e reunida da melodia.


    (Adauto Novaes (org.). Mutações: o silêncio
    e a prosa do mundo, 2014. Adaptado.)
    Pertence ao grupo das classes de palavras invariáveis o termo sublinhado em:
    Escolha uma alternativa para a questão b3041d3a-75
  • Linguagens

    Literatura

    Tal escritor acreditava no conhecimento puramente intuitivo e subjetivo da realidade. Procurava a expressão direta e espontânea dos sentimentos. Sua imaginação criadora era capaz de construir mundos ideais, maravilhosos ou fantásticos. Não havia limites para a sua sensibilidade e imaginação.


    (Benjamin Abdala Junior e Samira Youssef Campedelli.
    Tempos da literatura brasileira, 1997. Adaptado.)


    O texto refere-se ao escritor 
    Escolha uma alternativa para a questão b306871e-75
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo 2022, Interpretação de texto | Reading comprehension



           Aarav Chavda has been diving off the coast of Florida for years. Each time he became increasingly depressed by the ever-growing empty spaces, as colourful species of fish and coral reefs continued to disappear. A significant reason for that disappearance is the lionfish, an invasive species that has boomed in Atlantic waters from Florida to the Caribbean in recent decades, and in numerous other places from Brazil and Mexico to the Mediterranean.
          Lionfish have no natural predators outside their native range — in the Indian and Pacific Oceans and the Red Sea — and are all-consuming, devouring an estimated 79% of young marine life within five weeks of entering a coral reef system. “You can see the impacts on the reefs when you dive now — it’s less vibrant, it’s less noisy,” Chavda said. “We know there are solutions for some of the problems — such as coral- -friendly sunscreens to help protect the reefs — but nobody’s been able to do anything about the lionfish.”
       So Chavda and a team of ecologically aware fellow scuba enthusiasts decided to act by establishing a company called Inversa, which turns lionfish into a new product: fish leather. Chavda, 27, and his childhood friend from Texas, Roland Salatino, set up the Florida-based company to make the leather. They process the fish hides1 by tanning them with drying agents and dye them before selling the leather to partner companies to fashion into high-end products including wallets, belts and handbags. Fish skin is thin but, because the fibre structure runs crossways, it is stronger than many other types of leather. Each hide, Chavda says, can save up to 70,000 native reef fish.
          The hides are also more sustainable than traditional animal leathers, which generally require grazing on huge amounts of pasture — degrading soils and producing high carbon emissions. Inversa does not hunt the lionfish itself. Instead, it relies on educating and encouraging largely poor fishermen and women in often remote places to catch them. “We’re really sort of empowering the consumer and fashion by doing something for the planet — then we empower dive communities in fishing cooperatives to do something for themselves,” Chavda said.


    (Richard Luscombe. www.theguardian.com, 12.06.2022. Adaptado.) 1 hide: an animal’s skin used to make leather
    The text is mainly about
    Escolha uma alternativa para a questão b308cee1-75
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo 2022, Interpretação de texto | Reading comprehension



           Aarav Chavda has been diving off the coast of Florida for years. Each time he became increasingly depressed by the ever-growing empty spaces, as colourful species of fish and coral reefs continued to disappear. A significant reason for that disappearance is the lionfish, an invasive species that has boomed in Atlantic waters from Florida to the Caribbean in recent decades, and in numerous other places from Brazil and Mexico to the Mediterranean.
          Lionfish have no natural predators outside their native range — in the Indian and Pacific Oceans and the Red Sea — and are all-consuming, devouring an estimated 79% of young marine life within five weeks of entering a coral reef system. “You can see the impacts on the reefs when you dive now — it’s less vibrant, it’s less noisy,” Chavda said. “We know there are solutions for some of the problems — such as coral- -friendly sunscreens to help protect the reefs — but nobody’s been able to do anything about the lionfish.”
       So Chavda and a team of ecologically aware fellow scuba enthusiasts decided to act by establishing a company called Inversa, which turns lionfish into a new product: fish leather. Chavda, 27, and his childhood friend from Texas, Roland Salatino, set up the Florida-based company to make the leather. They process the fish hides1 by tanning them with drying agents and dye them before selling the leather to partner companies to fashion into high-end products including wallets, belts and handbags. Fish skin is thin but, because the fibre structure runs crossways, it is stronger than many other types of leather. Each hide, Chavda says, can save up to 70,000 native reef fish.
          The hides are also more sustainable than traditional animal leathers, which generally require grazing on huge amounts of pasture — degrading soils and producing high carbon emissions. Inversa does not hunt the lionfish itself. Instead, it relies on educating and encouraging largely poor fishermen and women in often remote places to catch them. “We’re really sort of empowering the consumer and fashion by doing something for the planet — then we empower dive communities in fishing cooperatives to do something for themselves,” Chavda said.


    (Richard Luscombe. www.theguardian.com, 12.06.2022. Adaptado.) 1 hide: an animal’s skin used to make leather
    A expressão “such as”, no trecho do segundo parágrafo “such as coral-friendly sunscreens”, foi utilizada para introduzir
    Escolha uma alternativa para a questão b30b638b-75
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo 2022, Interpretação de texto | Reading comprehension



           Aarav Chavda has been diving off the coast of Florida for years. Each time he became increasingly depressed by the ever-growing empty spaces, as colourful species of fish and coral reefs continued to disappear. A significant reason for that disappearance is the lionfish, an invasive species that has boomed in Atlantic waters from Florida to the Caribbean in recent decades, and in numerous other places from Brazil and Mexico to the Mediterranean.
          Lionfish have no natural predators outside their native range — in the Indian and Pacific Oceans and the Red Sea — and are all-consuming, devouring an estimated 79% of young marine life within five weeks of entering a coral reef system. “You can see the impacts on the reefs when you dive now — it’s less vibrant, it’s less noisy,” Chavda said. “We know there are solutions for some of the problems — such as coral- -friendly sunscreens to help protect the reefs — but nobody’s been able to do anything about the lionfish.”
       So Chavda and a team of ecologically aware fellow scuba enthusiasts decided to act by establishing a company called Inversa, which turns lionfish into a new product: fish leather. Chavda, 27, and his childhood friend from Texas, Roland Salatino, set up the Florida-based company to make the leather. They process the fish hides1 by tanning them with drying agents and dye them before selling the leather to partner companies to fashion into high-end products including wallets, belts and handbags. Fish skin is thin but, because the fibre structure runs crossways, it is stronger than many other types of leather. Each hide, Chavda says, can save up to 70,000 native reef fish.
          The hides are also more sustainable than traditional animal leathers, which generally require grazing on huge amounts of pasture — degrading soils and producing high carbon emissions. Inversa does not hunt the lionfish itself. Instead, it relies on educating and encouraging largely poor fishermen and women in often remote places to catch them. “We’re really sort of empowering the consumer and fashion by doing something for the planet — then we empower dive communities in fishing cooperatives to do something for themselves,” Chavda said.


    (Richard Luscombe. www.theguardian.com, 12.06.2022. Adaptado.) 1 hide: an animal’s skin used to make leather
    De acordo com o texto,
    Escolha uma alternativa para a questão b30dcfb7-75
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo 2022, Interpretação de texto | Reading comprehension



           Aarav Chavda has been diving off the coast of Florida for years. Each time he became increasingly depressed by the ever-growing empty spaces, as colourful species of fish and coral reefs continued to disappear. A significant reason for that disappearance is the lionfish, an invasive species that has boomed in Atlantic waters from Florida to the Caribbean in recent decades, and in numerous other places from Brazil and Mexico to the Mediterranean.
          Lionfish have no natural predators outside their native range — in the Indian and Pacific Oceans and the Red Sea — and are all-consuming, devouring an estimated 79% of young marine life within five weeks of entering a coral reef system. “You can see the impacts on the reefs when you dive now — it’s less vibrant, it’s less noisy,” Chavda said. “We know there are solutions for some of the problems — such as coral- -friendly sunscreens to help protect the reefs — but nobody’s been able to do anything about the lionfish.”
       So Chavda and a team of ecologically aware fellow scuba enthusiasts decided to act by establishing a company called Inversa, which turns lionfish into a new product: fish leather. Chavda, 27, and his childhood friend from Texas, Roland Salatino, set up the Florida-based company to make the leather. They process the fish hides1 by tanning them with drying agents and dye them before selling the leather to partner companies to fashion into high-end products including wallets, belts and handbags. Fish skin is thin but, because the fibre structure runs crossways, it is stronger than many other types of leather. Each hide, Chavda says, can save up to 70,000 native reef fish.
          The hides are also more sustainable than traditional animal leathers, which generally require grazing on huge amounts of pasture — degrading soils and producing high carbon emissions. Inversa does not hunt the lionfish itself. Instead, it relies on educating and encouraging largely poor fishermen and women in often remote places to catch them. “We’re really sort of empowering the consumer and fashion by doing something for the planet — then we empower dive communities in fishing cooperatives to do something for themselves,” Chavda said.


    (Richard Luscombe. www.theguardian.com, 12.06.2022. Adaptado.) 1 hide: an animal’s skin used to make leather
    No trecho do terceiro parágrafo “and dye them before selling the leather to partner companies”, o termo sublinhado refere-se a 
    Escolha uma alternativa para a questão b310a501-75
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo 2022, Tradução | Translation



           Aarav Chavda has been diving off the coast of Florida for years. Each time he became increasingly depressed by the ever-growing empty spaces, as colourful species of fish and coral reefs continued to disappear. A significant reason for that disappearance is the lionfish, an invasive species that has boomed in Atlantic waters from Florida to the Caribbean in recent decades, and in numerous other places from Brazil and Mexico to the Mediterranean.
          Lionfish have no natural predators outside their native range — in the Indian and Pacific Oceans and the Red Sea — and are all-consuming, devouring an estimated 79% of young marine life within five weeks of entering a coral reef system. “You can see the impacts on the reefs when you dive now — it’s less vibrant, it’s less noisy,” Chavda said. “We know there are solutions for some of the problems — such as coral- -friendly sunscreens to help protect the reefs — but nobody’s been able to do anything about the lionfish.”
       So Chavda and a team of ecologically aware fellow scuba enthusiasts decided to act by establishing a company called Inversa, which turns lionfish into a new product: fish leather. Chavda, 27, and his childhood friend from Texas, Roland Salatino, set up the Florida-based company to make the leather. They process the fish hides1 by tanning them with drying agents and dye them before selling the leather to partner companies to fashion into high-end products including wallets, belts and handbags. Fish skin is thin but, because the fibre structure runs crossways, it is stronger than many other types of leather. Each hide, Chavda says, can save up to 70,000 native reef fish.
          The hides are also more sustainable than traditional animal leathers, which generally require grazing on huge amounts of pasture — degrading soils and producing high carbon emissions. Inversa does not hunt the lionfish itself. Instead, it relies on educating and encouraging largely poor fishermen and women in often remote places to catch them. “We’re really sort of empowering the consumer and fashion by doing something for the planet — then we empower dive communities in fishing cooperatives to do something for themselves,” Chavda said.


    (Richard Luscombe. www.theguardian.com, 12.06.2022. Adaptado.) 1 hide: an animal’s skin used to make leather
    No trecho do quarto parágrafo “Instead, it relies on educating and encouraging largely poor fishermen and women”, o termo “instead” equivale, em português, a 
    Escolha uma alternativa para a questão b3134b15-75
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo 2022, Interpretação de texto | Reading comprehension



           Aarav Chavda has been diving off the coast of Florida for years. Each time he became increasingly depressed by the ever-growing empty spaces, as colourful species of fish and coral reefs continued to disappear. A significant reason for that disappearance is the lionfish, an invasive species that has boomed in Atlantic waters from Florida to the Caribbean in recent decades, and in numerous other places from Brazil and Mexico to the Mediterranean.
          Lionfish have no natural predators outside their native range — in the Indian and Pacific Oceans and the Red Sea — and are all-consuming, devouring an estimated 79% of young marine life within five weeks of entering a coral reef system. “You can see the impacts on the reefs when you dive now — it’s less vibrant, it’s less noisy,” Chavda said. “We know there are solutions for some of the problems — such as coral- -friendly sunscreens to help protect the reefs — but nobody’s been able to do anything about the lionfish.”
       So Chavda and a team of ecologically aware fellow scuba enthusiasts decided to act by establishing a company called Inversa, which turns lionfish into a new product: fish leather. Chavda, 27, and his childhood friend from Texas, Roland Salatino, set up the Florida-based company to make the leather. They process the fish hides1 by tanning them with drying agents and dye them before selling the leather to partner companies to fashion into high-end products including wallets, belts and handbags. Fish skin is thin but, because the fibre structure runs crossways, it is stronger than many other types of leather. Each hide, Chavda says, can save up to 70,000 native reef fish.
          The hides are also more sustainable than traditional animal leathers, which generally require grazing on huge amounts of pasture — degrading soils and producing high carbon emissions. Inversa does not hunt the lionfish itself. Instead, it relies on educating and encouraging largely poor fishermen and women in often remote places to catch them. “We’re really sort of empowering the consumer and fashion by doing something for the planet — then we empower dive communities in fishing cooperatives to do something for themselves,” Chavda said.


    (Richard Luscombe. www.theguardian.com, 12.06.2022. Adaptado.) 1 hide: an animal’s skin used to make leather
    No trecho do quarto parágrafo “‘We’re really sort of empowering the consumer and fashion’”, a expressão sublinhada significa, no contexto em questão,
    Escolha uma alternativa para a questão b315a0f9-75
  • Linguagens

    Português

    Leia a resenha do livro Redes e ruas: mídias sociais e ativismo contemporâneo, de Paolo Gerbaudo.


        A obra Redes e ruas analisa os protestos do início da década de 2010, a partir da “Primavera Árabe”, do movimento dos “indignados” na Espanha e das ações “Occupy Wall Street” nos Estados Unidos. Em 2013, houve no Brasil fenômeno semelhante, as “Jornadas de Junho.” Caso se tivesse prestado atenção às características do ativismo digital elencadas na obra de Gerbaudo, não haveria surpresa quando as manifestações brasileiras converteram um protesto contra a tarifa nos transportes em movimento pelo impeachment de Dilma Rouseff.

    (Kelly Prudencio. Le monde diplomatique Brasil, março de 2022. Adaptado.)


    A resenha
    Escolha uma alternativa para a questão b325d409-75
  • Linguagens

    Português

    Examine o cartum de Richard Bittencourt, o Fí, publicado em sua conta do Instagram em 13.05.2023.


    Imagem da questão de Português, Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo 2023, Figuras de Linguagem



    Para obter seu efeito de humor, o cartum explora o seguinte recurso expressivo:
    Escolha uma alternativa para a questão ca034cc6-75
  • Linguagens

    Português

    Para responder às questões de 02 a 06, leia a crônica “Médicos e monstros”, de Moacyr Scliar, publicada originalmente no jornal Zero Hora, em 20.08.1997.


       Sentenças judiciais nem sempre têm sido muito felizes no que diz respeito aos direitos humanos, mas este 20 de agosto marca o quinquagésimo aniversário de uma decisão jurídica que se tornaria um marco não apenas na história da justiça como na da ética médica. Naquela data o Tribunal de Nuremberg condenou 23 médicos nazistas por participação em atividades de genocídio.

        O número não chega a ser impressionante. E os réus eram, na verdade, figuras secundárias. Ali não estava, por exemplo, Adolf Eichmann, que injetava corante nos olhos de crianças para torná-los arianamente azuis, ou que matou uma criança com suas próprias mãos para confirmar o diagnóstico de tuberculose, posto em dúvida por colegas. Como outros, ele tinha escapado — para ser alcançado depois pelo longo braço da justiça israelense.

         Importante, contudo, foi a sentença. Porque, anexo a ela, estava um documento que depois se tornaria conhecido como o Código de Nuremberg. Em sua defesa, os médicos nazis haviam alegado que estavam agindo em nome da ciência; para evitar que essa afrontosa alegação servisse de desculpa em crimes posteriores, o Código de Nuremberg estabeleceu vários princípios. Que hoje nos parecem óbvios: um experimento médico só pode ser feito com o consentimento da pessoa; deve proporcionar resultados que beneficiem a humanidade; deve evitar qualquer sofrimento. Que os doutores nazistas tenham violado princípios tão básicos mostra a que ponto chegaram em sua degradação. Mas não só eles, obviamente; em Tuskegee, no Alabama, médicos deixaram de usar a penicilina em pacientes negros com sífilis para observar como evoluiria a doença não tratada (um conhecimento, diga-se de passagem, há muito registrado nos manuais clínicos).

        Robert Louis Stevenson criou as figuras de Dr. Jekyll e Mr. Hyde, o médico e o monstro, para simbolizar o antagonismo entre o bem e o mal. Nos doutores nazistas esse antagonismo desapareceu: eram médicos e eram monstros. Diante da enorme quantidade de pessoas indefesas, a medicina optou pela extrema crueldade das experiências sem sentido, da tortura impiedosa, das câmaras de gás. Uma experiência que os médicos da ditadura, por exemplo, herdaram e que praticaram — inclusive aqui no Brasil — até há muito pouco tempo.

        Cinquenta anos depois da sentença do Tribunal de Nuremberg, é necessário lembrar, ainda uma vez, que a medicina surgiu, única e exclusivamente, para ajudar o ser humano. Qualquer ser humano.

    (Moacyr Scliar. A nossa frágil condição humana, 2017.)
    De acordo com o cronista,
    Escolha uma alternativa para a questão ca06aaa0-75
  • Linguagens

    Português

    Para responder às questões de 02 a 06, leia a crônica “Médicos e monstros”, de Moacyr Scliar, publicada originalmente no jornal Zero Hora, em 20.08.1997.


       Sentenças judiciais nem sempre têm sido muito felizes no que diz respeito aos direitos humanos, mas este 20 de agosto marca o quinquagésimo aniversário de uma decisão jurídica que se tornaria um marco não apenas na história da justiça como na da ética médica. Naquela data o Tribunal de Nuremberg condenou 23 médicos nazistas por participação em atividades de genocídio.

        O número não chega a ser impressionante. E os réus eram, na verdade, figuras secundárias. Ali não estava, por exemplo, Adolf Eichmann, que injetava corante nos olhos de crianças para torná-los arianamente azuis, ou que matou uma criança com suas próprias mãos para confirmar o diagnóstico de tuberculose, posto em dúvida por colegas. Como outros, ele tinha escapado — para ser alcançado depois pelo longo braço da justiça israelense.

         Importante, contudo, foi a sentença. Porque, anexo a ela, estava um documento que depois se tornaria conhecido como o Código de Nuremberg. Em sua defesa, os médicos nazis haviam alegado que estavam agindo em nome da ciência; para evitar que essa afrontosa alegação servisse de desculpa em crimes posteriores, o Código de Nuremberg estabeleceu vários princípios. Que hoje nos parecem óbvios: um experimento médico só pode ser feito com o consentimento da pessoa; deve proporcionar resultados que beneficiem a humanidade; deve evitar qualquer sofrimento. Que os doutores nazistas tenham violado princípios tão básicos mostra a que ponto chegaram em sua degradação. Mas não só eles, obviamente; em Tuskegee, no Alabama, médicos deixaram de usar a penicilina em pacientes negros com sífilis para observar como evoluiria a doença não tratada (um conhecimento, diga-se de passagem, há muito registrado nos manuais clínicos).

        Robert Louis Stevenson criou as figuras de Dr. Jekyll e Mr. Hyde, o médico e o monstro, para simbolizar o antagonismo entre o bem e o mal. Nos doutores nazistas esse antagonismo desapareceu: eram médicos e eram monstros. Diante da enorme quantidade de pessoas indefesas, a medicina optou pela extrema crueldade das experiências sem sentido, da tortura impiedosa, das câmaras de gás. Uma experiência que os médicos da ditadura, por exemplo, herdaram e que praticaram — inclusive aqui no Brasil — até há muito pouco tempo.

        Cinquenta anos depois da sentença do Tribunal de Nuremberg, é necessário lembrar, ainda uma vez, que a medicina surgiu, única e exclusivamente, para ajudar o ser humano. Qualquer ser humano.

    (Moacyr Scliar. A nossa frágil condição humana, 2017.)
    Entendendo-se a intertextualidade como a superposição de um texto literário a outro, tal procedimento está bem exemplificado
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