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Questões: Universidade Católica de Pelotas — com gabarito

136 questões de Universidade Católica de Pelotas, de 2006 a 2008. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

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136 questões encontradas. Mostrando a página 6 de 7.

  • C4342B5D-E1

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Católica de Pelotas · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre João Simões Lopes Neto e sua obra, analise as afirmações seguintes como FALSAS (F) ou VERDADEIRAS (V).

    I. Não podemos estudar a obra de Simões Lopes Neto sem nos reportarmos à questão do regionalismo, utilizado essencialmente em sua linguagem e que apresenta traços marcantes de uma proposta de educação voltada para a solidariedade, entre outras virtudes.
    II. Podemos afirmar que ele foi um grande coletor de lendas e casos do imaginário gaúcho.
    III. o aspecto primordial de sua obra é a exploração dos conflitos vivenciados pelo gaúcho, que são situações, na verdade, experimentadas por todos os homens e, nesse sentido, Simões Lopes Neto torna-se universal.

    A opção correta é:
    Escolha uma alternativa para a questão c4342b5d-e1
  • C4315FE2-E1

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Católica de Pelotas · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a única opção correta.
    Escolha uma alternativa para a questão c4315fe2-e1
  • C42E2000-E1

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Católica de Pelotas · 2008Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Para o teste seguinte, analise as afirmativas e assinale a opção correta.

    I. Castro Alves escreveu poesias que mostram uma libertação do egocentrismo absoluto, abrindo-se para a compreensão dos problemas sociais e expressando sua indignação contra as tiranias e opressões.
    II. Francisco Lobo da Costa, em sua obra, luta por uma sociedade mais justa e sem preconceitos.
    III. Castro Alves, em sua poesia lírico-amorosa, não ousa mostrar uma mulher em carne e osso, envolta por um clima de erotismo e sensualidade.
    IV. Lobo da Costa, descrente da vida, incapaz de superar as adversidades, conta, em sua poesia lírico-amorosa, seus sentimentos e seus sonhos frustrados.
    Escolha uma alternativa para a questão c42e2000-e1
  • C42AF3F9-E1

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Universidade Católica de Pelotas · 2008FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir.

    ANGELINA

    I

        A mão de Deus passou de leve pelos seus cabelos loiros e ela adormeceu. 
        Ao pé de sua alcova, nesse dia de luto e de tristeza para os de sua casa, as roseiras amareleciam e finavam também com saudade. 
        Era quase noite... a lua pálida, como um cadáver, surgia através da montanha, atirando os primeiros raios à cabeceira da morta.

    II
        Angelina expirara com um sorriso a brincar-lhe na boca cor de rosa.
        É assim que emurchece a campainha dos vales; é assim que morre a abelha que não lhe encontra no seio o último favo de mel.
        A alma da criança voara de seus lábios sorrindo e parecia adejar ainda em torno daquela cabeça emoldurada em ouro.
        É que as almas das moças bonitas são como as mariposas da noite, amam as rosas mesmo depois que se esfolham. 

    III
    Pobre Angelina!
        E a dor prostrara a todos naquela casa, porque ninguém supunha que ela morresse; tão linda que era, tão cheia de vida!
        A família não se animara a vê-la no leito de defunta.
        Apenas de joelhos junto à cabeceira, chorava uma pobre escrava que a trouxera aos peitos, quando pequena, e chorava com a eloqüência dessas agonias maternais que não se explicam.

    IV 

        E a Nhan-nhanzinha já não podia ouvir o soluçar de sua negra velha!
        Era em vão que as lágrimas caíam sobre as mãos frias da criança; o sono dos que vão para o céu é tão suave que os próprios espíritos aprazem-se em fazê-lo eterno! 


        E quando, no outro dia, o esquife saiu, a pobre escrava deixava cair sobre a mortalha fria de Angelina um ramo de cravos brancos, que fora arrancar no jardim.

    VI 

        A ponte desceu... os convidados voltaram... e a menina ficou na sua cova do cemitério velho.
        Nunca mais a alegria voltou à estância.
      Durante um ano e mais, os escravos supersticiosos imaginavam ver a figura branca e vaporosa de Nhannhanzinha, altas horas da noite, voltear sorrindo por entre as cravinas e as rosas do canteiro grande ao pé da casa!

    VII

        Mas, o certo foi que, sobre a sepultura da menina, nasceram muitos cravos brancos e perfumosos, cuja essência agreste e divina embalsama o leito de mármore dos que ali dormem...     Ainda hoje mesmo, as borboletas, que perpassam pelo ninho daquelas flores, parecem ser o espírito de Angelina que se lembra, com saudade, da casa onde nasceu e para onde nunca mais voltará!

    LOBO DA COSTA, Francisco. Angelina. Arauto das Letras, 8 de outubro de 1882.

    Em “Angelina expirara com um sorriso...” (parte II, linha 1), o verbo está flexionado no
    Escolha uma alternativa para a questão c42af3f9-e1
  • C4270FDF-E1

    Português

    Sintaxe
    Universidade Católica de Pelotas · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir.

    ANGELINA

    I

        A mão de Deus passou de leve pelos seus cabelos loiros e ela adormeceu. 
        Ao pé de sua alcova, nesse dia de luto e de tristeza para os de sua casa, as roseiras amareleciam e finavam também com saudade. 
        Era quase noite... a lua pálida, como um cadáver, surgia através da montanha, atirando os primeiros raios à cabeceira da morta.

    II
        Angelina expirara com um sorriso a brincar-lhe na boca cor de rosa.
        É assim que emurchece a campainha dos vales; é assim que morre a abelha que não lhe encontra no seio o último favo de mel.
        A alma da criança voara de seus lábios sorrindo e parecia adejar ainda em torno daquela cabeça emoldurada em ouro.
        É que as almas das moças bonitas são como as mariposas da noite, amam as rosas mesmo depois que se esfolham. 

    III
    Pobre Angelina!
        E a dor prostrara a todos naquela casa, porque ninguém supunha que ela morresse; tão linda que era, tão cheia de vida!
        A família não se animara a vê-la no leito de defunta.
        Apenas de joelhos junto à cabeceira, chorava uma pobre escrava que a trouxera aos peitos, quando pequena, e chorava com a eloqüência dessas agonias maternais que não se explicam.

    IV 

        E a Nhan-nhanzinha já não podia ouvir o soluçar de sua negra velha!
        Era em vão que as lágrimas caíam sobre as mãos frias da criança; o sono dos que vão para o céu é tão suave que os próprios espíritos aprazem-se em fazê-lo eterno! 


        E quando, no outro dia, o esquife saiu, a pobre escrava deixava cair sobre a mortalha fria de Angelina um ramo de cravos brancos, que fora arrancar no jardim.

    VI 

        A ponte desceu... os convidados voltaram... e a menina ficou na sua cova do cemitério velho.
        Nunca mais a alegria voltou à estância.
      Durante um ano e mais, os escravos supersticiosos imaginavam ver a figura branca e vaporosa de Nhannhanzinha, altas horas da noite, voltear sorrindo por entre as cravinas e as rosas do canteiro grande ao pé da casa!

    VII

        Mas, o certo foi que, sobre a sepultura da menina, nasceram muitos cravos brancos e perfumosos, cuja essência agreste e divina embalsama o leito de mármore dos que ali dormem...     Ainda hoje mesmo, as borboletas, que perpassam pelo ninho daquelas flores, parecem ser o espírito de Angelina que se lembra, com saudade, da casa onde nasceu e para onde nunca mais voltará!

    LOBO DA COSTA, Francisco. Angelina. Arauto das Letras, 8 de outubro de 1882.

    A função sintática da expressão sublinhada em “E a dor prostrara a todos naquela casa...” (parte III, linha 2) é
    Escolha uma alternativa para a questão c4270fdf-e1
  • C41FD241-E1

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Católica de Pelotas · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir.

    ANGELINA

    I

        A mão de Deus passou de leve pelos seus cabelos loiros e ela adormeceu. 
        Ao pé de sua alcova, nesse dia de luto e de tristeza para os de sua casa, as roseiras amareleciam e finavam também com saudade. 
        Era quase noite... a lua pálida, como um cadáver, surgia através da montanha, atirando os primeiros raios à cabeceira da morta.

    II
        Angelina expirara com um sorriso a brincar-lhe na boca cor de rosa.
        É assim que emurchece a campainha dos vales; é assim que morre a abelha que não lhe encontra no seio o último favo de mel.
        A alma da criança voara de seus lábios sorrindo e parecia adejar ainda em torno daquela cabeça emoldurada em ouro.
        É que as almas das moças bonitas são como as mariposas da noite, amam as rosas mesmo depois que se esfolham. 

    III
    Pobre Angelina!
        E a dor prostrara a todos naquela casa, porque ninguém supunha que ela morresse; tão linda que era, tão cheia de vida!
        A família não se animara a vê-la no leito de defunta.
        Apenas de joelhos junto à cabeceira, chorava uma pobre escrava que a trouxera aos peitos, quando pequena, e chorava com a eloqüência dessas agonias maternais que não se explicam.

    IV 

        E a Nhan-nhanzinha já não podia ouvir o soluçar de sua negra velha!
        Era em vão que as lágrimas caíam sobre as mãos frias da criança; o sono dos que vão para o céu é tão suave que os próprios espíritos aprazem-se em fazê-lo eterno! 


        E quando, no outro dia, o esquife saiu, a pobre escrava deixava cair sobre a mortalha fria de Angelina um ramo de cravos brancos, que fora arrancar no jardim.

    VI 

        A ponte desceu... os convidados voltaram... e a menina ficou na sua cova do cemitério velho.
        Nunca mais a alegria voltou à estância.
      Durante um ano e mais, os escravos supersticiosos imaginavam ver a figura branca e vaporosa de Nhannhanzinha, altas horas da noite, voltear sorrindo por entre as cravinas e as rosas do canteiro grande ao pé da casa!

    VII

        Mas, o certo foi que, sobre a sepultura da menina, nasceram muitos cravos brancos e perfumosos, cuja essência agreste e divina embalsama o leito de mármore dos que ali dormem...     Ainda hoje mesmo, as borboletas, que perpassam pelo ninho daquelas flores, parecem ser o espírito de Angelina que se lembra, com saudade, da casa onde nasceu e para onde nunca mais voltará!

    LOBO DA COSTA, Francisco. Angelina. Arauto das Letras, 8 de outubro de 1882.

    Leia as afirmativas a seguir e assinale a opção correta.

    I. O texto transmite ao leitor uma sensação de rancor e ojeriza.
    II. O texto possui sete partes e, na última, fala da superstição dos escravos.
    III. O poema conta o passamento de Angelina.
    Escolha uma alternativa para a questão c41fd241-e1
  • C41CC102-E1

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Católica de Pelotas · 2008FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir.

    ANGELINA

    I

        A mão de Deus passou de leve pelos seus cabelos loiros e ela adormeceu. 
        Ao pé de sua alcova, nesse dia de luto e de tristeza para os de sua casa, as roseiras amareleciam e finavam também com saudade. 
        Era quase noite... a lua pálida, como um cadáver, surgia através da montanha, atirando os primeiros raios à cabeceira da morta.

    II
        Angelina expirara com um sorriso a brincar-lhe na boca cor de rosa.
        É assim que emurchece a campainha dos vales; é assim que morre a abelha que não lhe encontra no seio o último favo de mel.
        A alma da criança voara de seus lábios sorrindo e parecia adejar ainda em torno daquela cabeça emoldurada em ouro.
        É que as almas das moças bonitas são como as mariposas da noite, amam as rosas mesmo depois que se esfolham. 

    III
    Pobre Angelina!
        E a dor prostrara a todos naquela casa, porque ninguém supunha que ela morresse; tão linda que era, tão cheia de vida!
        A família não se animara a vê-la no leito de defunta.
        Apenas de joelhos junto à cabeceira, chorava uma pobre escrava que a trouxera aos peitos, quando pequena, e chorava com a eloqüência dessas agonias maternais que não se explicam.

    IV 

        E a Nhan-nhanzinha já não podia ouvir o soluçar de sua negra velha!
        Era em vão que as lágrimas caíam sobre as mãos frias da criança; o sono dos que vão para o céu é tão suave que os próprios espíritos aprazem-se em fazê-lo eterno! 


        E quando, no outro dia, o esquife saiu, a pobre escrava deixava cair sobre a mortalha fria de Angelina um ramo de cravos brancos, que fora arrancar no jardim.

    VI 

        A ponte desceu... os convidados voltaram... e a menina ficou na sua cova do cemitério velho.
        Nunca mais a alegria voltou à estância.
      Durante um ano e mais, os escravos supersticiosos imaginavam ver a figura branca e vaporosa de Nhannhanzinha, altas horas da noite, voltear sorrindo por entre as cravinas e as rosas do canteiro grande ao pé da casa!

    VII

        Mas, o certo foi que, sobre a sepultura da menina, nasceram muitos cravos brancos e perfumosos, cuja essência agreste e divina embalsama o leito de mármore dos que ali dormem...     Ainda hoje mesmo, as borboletas, que perpassam pelo ninho daquelas flores, parecem ser o espírito de Angelina que se lembra, com saudade, da casa onde nasceu e para onde nunca mais voltará!

    LOBO DA COSTA, Francisco. Angelina. Arauto das Letras, 8 de outubro de 1882.

    Na parte V, linha 1, a palavra “esquife” só não pode ser entendida como

    Escolha uma alternativa para a questão c41cc102-e1
  • DF06414F-E1

    Inglês

    Sinônimos | Synonyms
    Universidade Católica de Pelotas · 2007DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Católica de Pelotas 2007, Sinônimos | Synonyms

    Na sentença "...drawing schoolchildren and scholars as well as tourists from Brazil and Portuguese-speaking countries in Africa." (linha 8), as palavras ''as well as'' podem ser substituídas, sem alteração de sentido, por
    Escolha uma alternativa para a questão df06414f-e1
  • DF02F5CE-E1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Católica de Pelotas · 2007MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Católica de Pelotas 2007, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Conforme o texto, NÃO é correto dizer que o Museu da Língua Portuguesa
    Escolha uma alternativa para a questão df02f5ce-e1
  • DE6879AD-E1

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Católica de Pelotas · 2007MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre Machado de Assis e sua obra, analise as afirmações seguintes como FALSAS (F) ou VERDADEIRAS (V).

    ( ) Ao Machado conformista da década de 70, contrapõe-se, nos anos 80, um intelectual irônico, pessimista e crítico.
    ( ) Um dos temas máximos da obra de Machado de Assis da sua segunda fase foi a crítica à hipocrisia social.
    ( ) Machado de Assis evidenciou os princípios da estética naturalista em seus versos.

    A opção correta é
    Escolha uma alternativa para a questão de6879ad-e1
  • DE64B7E0-E1

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Católica de Pelotas · 2007FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a única opção INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão de64b7e0-e1
  • DE617184-E1

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Católica de Pelotas · 2007DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Para o teste seguinte, analise as afirmativas.

    I Vinícius de Moraes, em suas poesias, inclina-se para uma temática comprometida exclusivamente com os dramas sociais, desenha-os objetivamente e sem inspirações românticas.
    II Carlos Drummond de Andrade direciona sua obra para a idealização da mulher, identificando-a com um demônio familiar.
    III Guimarães Rosa abordou o sentimento de honra e a valentia do índio.
    IV João Simões Lopes Neto, além da linguagem renovadora e áspera, evidencia um grande domínio das questões metafísicas.
    Escolha uma alternativa para a questão de617184-e1
  • DE5E730E-E1

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Universidade Católica de Pelotas · 2007FácilEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 4 da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2007, Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)

    Figura 2 de 4 da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2007, Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)Figura 3 de 4 da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2007, Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)

    Figura 4 de 4 da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2007, Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)



    LOBO DA COSTA, Francisco. Auras do sul. Rio Grande: Pinto & Cia, 1914.


    Em "Morrera como um herói" (v.42), o verbo está flexionado no
    Escolha uma alternativa para a questão de5e730e-e1
  • DE5B049C-E1

    Português

    Análise sintática
    Universidade Católica de Pelotas · 2007MédioEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 4 da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2007, Análise sintática

    Figura 2 de 4 da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2007, Análise sintáticaFigura 3 de 4 da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2007, Análise sintática

    Figura 4 de 4 da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2007, Análise sintática



    LOBO DA COSTA, Francisco. Auras do sul. Rio Grande: Pinto & Cia, 1914.


    A função sintática da palavra sublinhada em Uma notícia que dói! (v..40) é
    Escolha uma alternativa para a questão de5b049c-e1
  • DE54BA7E-E1

    Português

    Morfologia - Pronomes
    Universidade Católica de Pelotas · 2007MédioEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 4 da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2007, Morfologia - Pronomes

    Figura 2 de 4 da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2007, Morfologia - PronomesFigura 3 de 4 da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2007, Morfologia - Pronomes

    Figura 4 de 4 da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2007, Morfologia - Pronomes



    LOBO DA COSTA, Francisco. Auras do sul. Rio Grande: Pinto & Cia, 1914.


    Em "No alvo seio a embebeu" (v.91), a classe gramatical do termo sublinhado é
    Escolha uma alternativa para a questão de54ba7e-e1
  • F5FCBA3D-E1

    Inglês

    Falso Cognatos | False Cognates
    Universidade Católica de Pelotas · 2006MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto e responda as perguntas:


    Imagem da questão de Inglês, Universidade Católica de Pelotas 2006, Falso Cognatos | False Cognates

    A palavra actually (linha 29) é um falso cognato que quer dizer realmente, na verdade. Também é falso cognato a palavra
    Escolha uma alternativa para a questão f5fcba3d-e1
  • F5F9F3A1-E1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Católica de Pelotas · 2006MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto e responda as perguntas:


    Imagem da questão de Inglês, Universidade Católica de Pelotas 2006, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Em relação a Carol Raymond, é correto dizer que ela
    Escolha uma alternativa para a questão f5f9f3a1-e1
  • F5F70B0F-E1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Católica de Pelotas · 2006Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto e responda as perguntas:


    Imagem da questão de Inglês, Universidade Católica de Pelotas 2006, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Em relação à tecnologia InSAR, NÃO é correto afirmar que o radar
    Escolha uma alternativa para a questão f5f70b0f-e1
  • F5F40986-E1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Católica de Pelotas · 2006MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto e responda as perguntas:


    Imagem da questão de Inglês, Universidade Católica de Pelotas 2006, Interpretação de texto | Reading comprehension

    A afirmação correta em relação ao texto é
    Escolha uma alternativa para a questão f5f40986-e1
  • F56B3857-E1

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Católica de Pelotas · 2006Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Sobre Guimarães Rosa e sua obra, analise as afirmações seguintes como FALSAS (F) ou VERDADEIRAS (V).

    I Extraindo do urbano a matéria para a elaboração de uma obra que questiona o próprio sentido da vida, Guimarães Rosa revigorou a literatura regionalista brasileira.
    II Na elaboração do estilo de sua obra, Guimarães Rosa utilizou-se de vários processos: exploração dos aspectos sonoros, criação de palavras, aproveitamento do linguajar regionalista, adaptação de termos e expressões extraídos de várias línguas modernas, além de recorrer ao grego e ao latim.
    III Riobaldo, ex-jagunço e chefe de bando, transformado no presente em pacato fazendeiro, reaparece em "O burrinho pedrês".

    A seqüência correta é
    Escolha uma alternativa para a questão f56b3857-e1